ção de Computadores I
|
|
|
- João Batista Raminhos Gabeira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal de Pelotas Instituto de Física e Matemática Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Arquitetura e Organizaçã ção de Computadores I Aula 2 1. Projeto da Arquitetura e da Organização de um Computador: o Neander [email protected]
2 A Arquitetura: características gerais Largura de dados e endereços de 8 bits Dados representados em complemento de 2 1 acumulador de 8 bits (AC) 1 apontador de programa de 8 bits (PC) 1 registrador de estado com 2 códigos de condição: negativo (N) e zero (Z) slide 2.2
3 A Arquitetura: conjunto de instruções código instrução NOP STA end LDA end ADD end OR end AND end NOT JMP end JN end JZ end HLT comentário Nenhuma operação Armazena acumulador (store) Carrega acumulador (load) Soma OU lógico E lógico Inverte (complementa) acumulador Desvio incondicional (jump) Desvio condicional (jump on negative) Desvio condicional (jump on zero) Término de execução (halt) slide 2.3
4 A Arquitetura: conjunto de instruções instrução NOP STA end LDA end ADD end OR end AND end NOT JMP end JN end JZ end comentário Nenhuma operação MEM(end) AC AC MEM(end) AC MEM(end) + AC AC MEM(end) OR AC AC MEM(end) AND AC AC NOT AC PC end IF N=1 THEN PC end IF Z=1 THEN PC end slide 2.4
5 A Arquitetura: formato das instruções As instruções do Neander possuem um ou dois bytes (ou seja, ocupam uma ou duas posições de memória) Instruções com um byte: NOP, NOT código da oper. don t care Instruções com dois bytes: STA, LDA, ADD, OR, AND, JMP, JN, JZ código da oper. don t care endereço direto slide 2.5
6 A Arquitetura: modos de endereçamento Somente o modo de endereçamento direto (também chamado de absoluto) A palavra que segue o código da instrução contém o endereço de memória do operando Exemplo: uma instrução ADD memória ADD instrução endereço do operando (endereço direto) operando slide 2.6
7 A Arquitetura: códigos de condição A ULA do Neander fornece os seguintes códigos de condição, os quais são usados pelas instruções JN e JZ N (negativo): sinal do resultado de uma operação na ULA se o resultado da ULA for negativo, N=1 Caso contrário, N=0 Z (zero): indica resultado igual a zero Se o resultado da ULA for zero, Z =1 Caso contrário, Z=0 slide 2.7
8 A Arquitetura: programação Programa e os dados estarão armazenados na memória Deve ser escolhida uma área de programa e uma área de dados A área de programa não deve invadir a área de dados e vice-versa Vamos convencionar que a área de programa ocupa a metade inferior dos endereços e a área de dados ocupa a metade superior Aliás, qual é o tamanho de memória que o Neander consegue endereçar? slide 2.8
9 A Arquitetura: programação O Neander usa 8 bits para endereçar (=largura de endereço de 8 bits) Logo, ele consegue acessar qualquer endereço do intervalo: a (em binário) 0 a 255 (em decimal) 0H a FFH (em hexadecimal) Então, iremos adotar a seguinte divisão da memória do Neander: Área de programa: posição 0H até 7FH Área de dados: posição 80H até FFH slide 2.9
10 A Arquitetura: programação Exemplo de programa: um programa que soma o conteúdo de 3 posições consecutivas da memória e armazena o resultado na quarta posição. simbólico LDA 128 ADD 129 ADD 130 STA 131 HLT comentário Acumulador (AC) recebe o conteúdo da posição 128 Conteúdo de AC é somado ao conteúdo da posição 129 Conteúdo de AC é somado ao conteúdo da posição 130 Conteúdo de AC é armazenado (copiado) para a posição 131 Processador pára slide 2.10
11 A Arquitetura: programação Os programas podem ser editados em linguagem de máquina (em hexa ou em decimal), depurado e executado usando o simulador/depurador do Neander A codificaçnao em linguagem de máquina seria simbólico LDA 128 ADD 129 ADD 130 STA 131 HLT decimal hexa F0 slide 2.11
12 A Arquitetura: programação Exercício 3, página 53 do livro. Faça um programa para subtrair duas variáveis de 8 bits representadas em complemento de dois. O resultado deve aparecer na posição de memória consecutiva às ocupadas pelas variáveis. posição 128: minuendo posição 129: subtraendo posição 130: resultado slide 2.12
13 A Arquitetura: programação Outro exercício. Faça um programa que determina qual é a maior dentre duas variáveis positivas de 8 bits, representadas em complemento de dois e aramazenadas em posições consecutivas da memória. A maior das variáveis deverá ser armazenada na posição subseqüente às variáveis testadas. posição 128: primeira variável posição 129: segunda variável posição 130: maior das duas variáveis slide 2.13
NEANDERWIN. Algumas características do processador Neander são:
NEANDERWIN O NeanderWin é um simulador da máquina Neander, definida no livro do Raul F. Weber (UFRGS), Fundamentos de Arquitetura de Computadores, Ed. Sagra Luzzatto. A máquina original foi estendida aqui
A Arquitetura: conjunto de instruções
A Arquitetura: conjunto de instruções código instrução comentário 0000 NOP Nenhuma operação 0001 STA MEM() AC 0010 LDA AC MEM() 0011 ADD AC MEM() + AC 0100 OR AC MEM() OR AC 0101 AND AC MEM() AND AC 0110
Linguagem de Montagem do NeanderX
Universidade Estácio de Sá Curso de Informática Arquitetura de Computadores Linguagem de Montagem do NeanderX 11.5.2006 Geração Programa Executável Linguagens de Programação As linguagens de programação
Neander - características
NEANDER x RAMSES (Ou porque da necessidade de upgrade :-) Texto original: ftp://ftp.inf.ufrgs.br/pub/inf108/ramses-instrucoes.ppt Neander - características Largura de dados e endereços de 8 bits Dados
Esta pseudomáquina foi criada em homenagem ao homem de Neandertal, o antecessor do homo sapiens.
Documentação Neander C O Neander C O computador hipotético Neander Características Modos de endereçamento Conjunto de instruções Obtendo o Neander C Compilando o Neander C Executando o Neander C Programando
O Computador Neander Neander - Computador Hipotético Didático
Neander - Computador Hipotético Didático [Weber 2001] Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Raul Weber - Ed. Sagra. Site - ftp://ftp.inf.ufrgs.br/pub/inf107/ Arquitetura: características gerais Largura
Disciplina de Organização de Computadores I
USP - ICMC - SSC SSC 0610 - Eng. Comp. - 2o. Semestre 2010 Disciplina de Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Página Pessoal: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/
Arquitetura: características gerais
Neander - Computador Hipotético Didático [Weber 2001] Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Raul Weber - Ed. Sagra. Site - ftp://ftp.inf.ufrgs.br/pub/inf107/ Arquitetura: características gerais Largura
Computador Cleópatra
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES Computador Cleópatra Interface Hardware e Software Alexandre Amory Edson Moreno 2 / 9 Nas Aulas Anteriores Vimos como descrever e implementar circuitos combinacionais
NEANDERWIN - Resumo operacional
NEANDERWIN - Resumo operacional Sumário Listagem geral das instruções... 2 NOP... 2 LDI imed... 2 STA ender... 2 LDA ender... 3 ADD ender... 3 SUB ender... 3 OR ender... 4 AND ender... 4 NOT... 4 JMP ender...
Computador Cleópatra
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES Computador Cleópatra Assembly Alexandre Amory Edson Moreno 2 / 36 Na Aula Anterior Vimos a máquina de estados da Cleo 3 / 36 Arquitetura Cleópatra - Von Neumann
Prof. Leonardo Augusto Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aula 2 Estrutura de um processador Prof. Leonardo Augusto Casillo Arquitetura de Von Neumann: Conceito de programa armazenado; Dados
ção de Computadores II
Universidade Federal de Pelotas Instituto de Física e Matemática Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Arquitetura e Organizaçã ção de Computadores II Aula 2 2. MIPS monociclo:
Instruções de Máquina
Instruções de Máquina Operação básica (primitiva) que o hardware é capaz de executar diretamente Conjunto de bits que indica ao processador uma operação que ele deve realizar O projeto de um processador
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 11 Conjuntos de instruções: Modos de endereçamento e formatos slide 1 Diagrama do endereçamento imediato Instrução Opcode
III.2 - Princípios de Arquitetura
Conjunto de Instruções e Modo de Endereçamento Ciclo de busca decodificação execução de instruções Programação de um processador Arquitetura de Von Neumann e Componentes Arquiteturas 4, 3, 2, 1 e 0 Tabela
PARTE II - CONJUNTO DE INSTRUÇÕES ARQUITETURA DE COMPUTADORES ANTONIO RAMOS DE CARVALHO JÚNIOR
PARTE II - CONJUNTO DE INSTRUÇÕES ARQUITETURA DE COMPUTADORES ANTONIO RAMOS DE CARVALHO JÚNIOR Introdução Instruções são representadas em linguagem de máquina (binário) E x i s t e m l i n g u a g e n
Conjunto de instruções e modos de. aula 4. Profa. Débora Matos
Conjunto de instruções e modos de endereçamento aula 4 Profa. Débora Matos Conjunto de Instruções A = ((B + C) x D + E F)/(G x H) A H denotam posições da memória endereços As arquiteturas possuem as seguintes
Microprocessadores I ELE Aula 7 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Desvios
Microprocessadores I ELE 1078 Aula 7 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Desvios Grupos de Instruções do 8085 As instruções no 8085 são distribuídas em 5 grupos: 1. Grupo de transferência da
SimuS. Gabriel P. Silva. José Antonio Borges. Um Simulador Didático para o Ensino de Arquitetura de Computadores DCC-IM/UFRJ NCE/UFRJ
SimuS Um Simulador Didático para o Ensino de Arquitetura de Computadores José Antonio Borges NCE/UFRJ Gabriel P. Silva DCC-IM/UFRJ SimuS Simulador de código aberto, grátis expansível Arquitetura simples
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Conhecer o processador Compreender os registradores
Instruções. Maicon A. Sartin
Instruções Maicon A. Sartin SUMÁRIO Introdução Instruções Formatos de instruções Conjuntos de instruções Execução de instruções Introdução a Linguagem de Montagem Introdução a Linguagem de Montagem Níveis
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Conhecer o processador Compreender os registradores
Disciplina: Arquitetura de Computadores
Disciplina: Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof a. Carla Katarina de Monteiro Marques UERN Introdução Responsável por: Processamento e execução de programas armazenados na
Aula 4 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Grupo Aritmético
Microprocessadores I Aula 4 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Grupo Aritmético 4.1 - Grupos de Instruções As instruções no 8085 são distribuídas em 5 grupos: 1. Grupo de transferência da
Solução Lista de Exercícios Processadores
Solução Lista de Exercícios Processadores Questão 1 A ULA é o dispositivo da CPU que executa operações tais como : Adição Subtração Multiplicação Divisão Incremento Decremento Operação lógica AND Operação
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 10 Conjuntos de instruções: Características e funções slide 1 O que é um conjunto de instruções? A coleção completa de instruções
Introdução. à Ciência da. Representação de Números em Ponto Flutuante. Aula 21. Números Fracionários
Universidade Federal de Pelotas Instituto de Física e Matemática Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Aula 21 Representação de Números em
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES DE UM PROCESSADOR (UCP)
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES DE UM PROCESSADOR (UCP) 1 LINGUAGENS Constituída de seqüência de zeros (0) e uns (1) Cada instrução em ASSEMBLY constitui-se em um mnemônico (uma forma fácil de se lembra) de uma
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Unidade de Controle. UC - Introdução
Unidade de Controle Prof. Alexandre Beletti (Cap. 3 Weber, Cap.8 Monteiro, Cap. 10,11 Stallings) UC - Introdução Para gerenciar o fluxo interno de dados e o instante em que ocorrem as transferências entre
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES
Organização de Computadores ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Curso: Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Ano: 2011 Instrução Precisam ser entendidas pelo processador Precisam ser decodificadas e
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Conjunto de Instruções Slide 1 Sumário Características de Instruções de Máquina Tipos de Operandos Tipos de Operações Linguagem de Montagem Slide 2 Características
Sistemas Processadores e Periféricos Aula 2 - Revisão
Sistemas Processadores e Periféricos Aula 2 - Revisão Prof. Frank Sill Torres DELT Escola de Engenharia UFMG Adaptado a partir dos Slides de Organização de Computadores 2006/02 do professor Leandro Galvão
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES DE UM PROCESSADOR (UCP)
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES DE UM PROCESSADOR (UCP) 1 LINGUAGENS Conhecida pelo PROCESSADOR Conhecida pelo Usuário COMPILADOR LINGUAGEM DE ALTO NÍVEL LINGUAGEM ASSEMBLY 2 INSTRUÇÕES EM ASSEMBLY Para programar
SIMULAÇÃO DE MÁQUINA DE REGISTRADORES COM MÁQUINA DE TURING MULTIFITA
SIMULAÇÃO DE MÁQUINA DE REGISTRADORES COM MÁQUINA DE TURING MULTIFITA Neste trabalho você deverá construir e testar, com a ferramenta JFLAP, uma MT multifita que simula o funcionamento de um computador
2. A influência do tamanho da palavra
1. Introdução O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (os cálculos matemáticos etc.) e de controle, durante a execução de
Arquitetura de Computadores Aula 10 - Processadores
Arquitetura de Computadores Aula 10 - Processadores Prof. Dr. Eng. Fred Sauer http://www.fredsauer.com.br [email protected] 1/21 TÓPICOS ORGANIZAÇÃO COMPONENTES BÁSICOS INSTRUÇÃO DE MÁQUINA CICLO DE INSTRUÇÃO
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES 1 CARACTERÍSTICAS DE INSTRUÇÕES DE MÁQUINA Quando um programador usa uma linguagem de alto-nível, como C, muito pouco da arquitetura da máquina é visível. O usuário que deseja programar
Aula 14 Funcionamento de Processadores (Visão específica)
Aula 14 Funcionamento de Processadores (Visão específica) Com base nas aulas de Prof. José Delgado (autorizado) Anderson L. S. Moreira [email protected] http://dase.ifpe.edu.br/~alsm
Processador. Processador
Departamento de Ciência da Computação - UFF Processador Processador Prof. Prof.Marcos MarcosGuerine Guerine [email protected] [email protected] 1 Processador Organização básica de um computador: 2 Processador
Arquitetura de Computadores. Ciclo de Busca e Execução
Arquitetura de Computadores Ciclo de Busca e Execução Ciclo de Busca e Execução Início Buscar a próxima instrução Interpretar a instrução Executar a instrução Término Funções realizadas pela UCP Funções
PSI3441 Arquitetura de Sistemas Embarcados
PSI31 Arquitetura de Sistemas Embarcados - Arquitetura do µprocessador Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Prof. Gustavo Rehder [email protected] Prof. Sergio Takeo [email protected] Prof. Antonio
SSC0112 Organização de Computadores Digitais I
SSC0112 Organização de Computadores Digitais I 3ª Aula Visão Geral e Conceitos Básicos Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Copyright William Stallings & Adrian J Pullin Tradução, revisão e
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 04: ASPECTO BÁSICO DO PROJETO DE UMA CPU SIMPLES E LINGUAGEM DE MONTAGEM Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia
2.4 Processadores Micro-instruções Desvios Desvios Condicionais Instruções e Programação em Assembler
Aula Expositiva 4 2.4 Processadores 2.4.1 Micro-instruções 2.4.2 Desvios 2.4.3 Desvios Condicionais 2.4.4 Instruções e Programação em Assembler DCC 001 Programação de Computadores 2 o Semestre de 2011
UCP: Construindo um Caminho de Dados (Parte I)
UCP: Construindo um Caminho de Dados (Parte I) Cristina Boeres Instituto de Computação (UFF) Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Material baseado cedido pela Profa. Fernanda Passos Cristina Boeres
Microprocessadores CPU. Unidade de Controle. Prof. Henrique
Microprocessadores CPU Unidade de Controle Prof. Henrique Roteiro Registradores; Unidade de Controle Níveis de Complexidade Introdução Um sistema microprocessado conta com diversos dispositivos para um
MICROPROCESSADORES E MICROCONTROLADORES. PROVA 1 - Solução da Versão 1
MICROPROCESSDORES E MICROCONTROLDORES PROV 1 - Solução da Versão 1 (o final são apresentadas as soluções da questão 4 das versões 2 e 3) 1. Na comparação entre as arquiteturas CISC e RISC, faça comentários
LISTA 02 CONJUNTO DE INSTRUÇÕES - GABARITO
LISTA 02 CONJUNTO DE INSTRUÇÕES - GABARITO 1) Identifique na instrução em linguagem de máquina armazenada na memória, os elementos da instrução 2) Na figura acima, qual a quantidade de código de operações
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Conjunto de Instruções Prof. Sílvio Fernandes
Capítulo 6 Aritmética Digital: Operações e Circuitos
Capítulo 6 Aritmética Digital: Operações e Circuitos slide 1 Temas abordados nesse capítulo: - Adição, subtração, multiplicação e divisão de dois binários. - Diferença entre soma binária e soma OR. - Vantagens
UCP: Caminho de Dados (Parte II)
UCP: Caminho de Dados (Parte II) Cristina Boeres Instituto de Computação (UFF) Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Material baseado nos slides de Fernanda Passos Cristina Boeres (IC/UFF) UCP: Caminho
Linguagem de Maquina II. Visão Geral
Linguagem de Maquina II Visão Geral Revisão A linguagem de máquina é composta de seqüências binárias (1's e 0's) São interpretadas como instruções pelo hardware A linguagem de montagem e a linguagem de
Arquitetura de Computadores Conceitos Fundamentais. Graduação em Engenharia Elétrica - UFPR Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2016
Arquitetura de Computadores Conceitos Fundamentais Graduação em Engenharia Elétrica - UFPR Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2016 Um Computador Muito Simples CPU UC ULA A B PC IR FLAGS SP CS DS SS... 0A 09
Microprocessadores I ELE Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Aula 9 - PILHA E SUBROTINAS -
Microprocessadores I ELE 1078 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Aula 9 - PILHA E SUBROTINAS - 9.1 - Grupos de Instruções As instruções no 8085 são distribuídas em 5 grupos: 1. Grupo de transferência
Sistemas de Computação. Instruções de Linguagem de Máquina
Instruções de Linguagem de Máquina Linguagem de montagem do processador MIPS Operações aritméticas Instrução Exemplo Significado soma add a, b, c a = b + c subtração sub a, b, c a = b - c Compilação de
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 10
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 10 Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação QUAL É A INTERFACE ENTRE
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Conjunto de Instruções Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Material do prof. Sílvio Fernandes - UFERSA
COMPUTADORES COM UM CONJUNTO REDUZIDO DE INSTRUÇÕES. Adão de Melo Neto
COMPUTADORES COM UM CONJUNTO REDUZIDO DE INSTRUÇÕES Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Desde 1950, houveram poucas inovações significativas nas áreas de arquitetura e organização de computadores. As principais
Aula 19: UCP: Construindo um Caminho de Dados (Parte III)
Aula 19: UCP: Construindo um Caminho de Dados (Parte III) Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) UCP: Caminho de Dados (III) FAC 1 /
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Básicas. Aula Tópico 2
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Básicas Aula Tópico 2 1 Problema 3 Exibir o maior número inteiro que pode ser representado no computador. 2 Qual o maior número inteiro? Para o compilador
Exercícios Referentes à Prova P2
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I Exercícios Referentes à Prova P2 prof. Dr. César Augusto M. Marcon prof. Dr. Edson Ifarraguirre Moreno 2 / 11 Exercícios 1. Faça um programa VHDL de uma máquina
Objetivos Gerais. Arquitetura de Computadores. Arquiteturas estudadas. O Computador Neander
Objetivos Gerais Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1S/2005 ISA Parte II: Arquiteturas-Exemplo Simuladores e Máquinas Reais Demonstrar os conceitos genéricos
2. A influência do tamanho da palavra
PROCESSAMENTO 1. Introdução O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (os cálculos matemáticos etc.) e de controle, durante
4. Modelo de Programação do DLX Introdução
4. Modelo de Programação do DLX Quero que o matemático Beremiz Samir nos conte uma lenda, ou uma simples fábula, na qual apareça uma divisão de 3 por 3 indicada, mas não efetuada, e outra de 3 por 2, indicada
Organização de Computadores
Organização do Processador - Parte A Capítulo 5 Patterson & Hennessy Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática Universidade Federal de Goiás Conteúdo Caminho de dados Caminho de controle Implementação
Introdução à Computação: Arquitetura von Neumann
Introdução à Computação: Arquitetura von Neumann Beatriz F. M. Souza ([email protected]) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,
Arquiteturas RISC e CISC. Adão de Melo Neto
Arquiteturas RISC e CISC Adão de Melo Neto 1 Arquitetura RISC Arquitetura RISC. É um das inovações mais importantes e interessantes. RISC significa uma arquitetura com um conjunto reduzido de instruções
As 5 partes fundamentais. Linguagem de Programação Pinagem Características Elétricas Ambiente de Desenvolvimento Integrado - IDE
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Como conhecer/estudar um Microprocessador/Microcontrolador As 5 partes fundamentais Programação de Microprocessadores Prof: Evandro L. L. Rodrigues Arquitetura
Introdução à Organização de Computadores. Aula 8
SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Set de Instruções Modelos de Arquiteturas Aula 8 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira INSTRUÇÕES n Padrão de código binário armazenado em um dispositivo
Organização e Projeto de Computadores
Organização e Projeto de Computadores 1 Processamento no Computador Operações principais: leitura de instrução do programa leitura de dados processamento: execução da instrução escrita de resultado entrada/saída
MAC0329 Álgebra booleana e circuitos digitais DCC / IME-USP Primeiro semestre de 2017
MAC0329 Álgebra booleana e circuitos digitais DCC / IME-USP Primeiro semestre de 2017 Projeto de circuito 2 CPU/MAC0329 Data de entrega: até 30/06/2017 Neste projeto, o objetivo é a construção do circuito
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO 6: PROCESSADORES. Prof. Juliana Santiago Teixeira
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO 6: PROCESSADORES Prof. Juliana Santiago Teixeira [email protected] INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável
COMPUTADOR 2. Professor Adão de Melo Neto
COMPUTADOR 2 Professor Adão de Melo Neto Modelo Barramento de Sistema É uma evolução do Modelo de Von Newman. Os dispositivos (processador, memória e dispositivos de E/S) são interligados por barramentos.
Programação de Microprocessadores. Programação de Microprocessadores SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Programação de Microprocessadores Microprocessadores são Máquinas de Estado Seqüenciais Síncronas que operam mediante a execução de uma seqüência de códigos binários
MICROPROCESSADORES E MICROCONTROLADORES PROVA 1
MICROPROCESSADORES E MICROCONTROLADORES PROVA 1 1. A expressão a seguir pode ser usada para avaliar o desempenho de um microprocessador. Comente cada um dos termos dessa expressão. Valor: 2,5 Tempo de
Aula 12: Memória: Barramentos e Registradores
Aula 12: Memória: Barramentos e Registradores Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Memória: Barramentos e Registradores FAC 1 / 34
