Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp.
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- Teresa Castro Carvalhal
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1 Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp. Contato: (47) s: (Orkut) (Twitter)
2 Plano de Aula Aula anterior: Conceituação; Tipos de sistemas; Sistemas Diretos; e Sistemas Indiretos. Terminologias; Aparelhos sanitários; e Materiais (Tubos, conexões e peças).
3 Plano de Aula Aula de hoje: Terminologias; Vazão; Pressão (Estática e Dinâmica); Perdas de Carga; Pré-dimensionamento; Dimensionamento; e Exercícios.
4 Referências Manual técnico de instalações hidráulicas e sanitárias / 1991 São Paulo: Pini, BOTELHO, Manoel Henrique Campos; RIBEIRO JÚNIOR, Geraldo de Andrade. Instalações hidráulicas prediais : usando tubos de PVC e PPR - 2. ed., rev. e ampl / 2006 usando tubos de PVC e PPR. São Paulo, SP: E. Blucher, MACINTYRE, A. J. (Archibald J.) Instalações hidráulicas / c1996 Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, c1996.
5 Terminologia: Vazão Q = V A = V 4 2 D Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser transportado que atravessa uma determinada seção (tubo, calha, etc) na unidade de tempo. π Normalmente encontramos unidades de vazão em m³/h, m³/min ou m³/s, podendo ser expressa também em l/s, l/min. A vazão também pode ser denominada de descarga hidráulica.
6 Terminologia: Escoamento Em Mecânica dos Fluidos e/ou Hidráulica aprendemos sobre escoamentos dos fluidos, entre eles destacan-se: Escoamento laminar; Escoamento de transição; Escoamento turbulento; Escoamento livre; Escoamento forçado (sob pressão).
7 Terminologia: Pressão P = A F P = Pressão F = Força A = Área A pressão é o resultado de uma força aplicada a uma superfície que lhe ofereça resistência. As unidades mais utilizadas em relação a pressão são: kgf / cm² ; mca (metro de coluna d água); lb / pol²; N / m² (Newton por metro quadrado) ou Pascal (Pa). Relacionamento entre algumas unidades: 1 kgf/cm² = 10 mca = Pa 100 kpa
8 Pressão P = A F P = Pressão F = Força A = Área Sendo: F = peso da água = δ. V δ = massa específica = densidade V = volume do cilindro = A. h Então substituindo temos: P = δ. A. h = δ. h = 1. h A P = h em mca
9 Pressão Pressão Estática significa que o fluído (água) não está em escoamento, ou seja, parado sem consumo no momento da sua medição; Pressão Dinâmica significa que o fluído (água) está em escoamento, ou seja, está sendo consumido no momento da sua medição; Golpe de Aríete são as variações de pressão decorrentes de variações da vazão, causadas por alguma perturbação voluntária ou involuntária.
10 Pres = Pini ± h J Pressão Pres= Pressão a jusante = Pressão Residual Pini= Pressão a montante = Pressão Inicial h = Desnível J = Perda de Carga Total (J) Nível da água no reservatório superior A h > 0 (trecho descendente) h < 0 (trecho ascendente) 3 2 Térreo B C D Pressão Estática Máxima: 400 kpa ou 40 mca Pressão Dinâmica Mínima: 5 kpa ou 0,5 mca
11 Terminologia: Perda de Carga Considera-se perda de carga a resistência proporcionada ao líquido (água) em seu trajeto. Os fatores determinantes para que a água possa vencer a resistência em seu trajeto são: Rugosidade do conduto (tubo, calha, etc); Viscosidade e densidade do líquido conduzido; Velocidade de escoamento; Grau de turbulência do fluxo; Comprimento da tubulação (distância percorrida); Mudança de direção; Dimensão da tubulação (diâmetro) é o principal fator que contribui para diminuir a perda de carga;
12 Perda de Carga Com registro fechado (R), a água sobe na tubulação vertical até o nível do reservatório (A). Abrindo o registro, a água entra em movimento e o nível da pressão cai do ponto A para B, esta diferença é o que denominamos de perda de carga ( h). Tubulação de menor diâmetro oferece maior resistência à vazão ocasionando maior perda de carga. Tubulação de maior diâmetro oferece menor resistência à vazão ocasionando menor perda de carga. A pressão ha é a pressão estática neste ponto, ou seja, quando a água está parada. A pressão hb é a pressão dinâmica neste ponto, ou seja, a água está em movimento.
13 Terminologia: Perda de Carga Perda de Carga Normal: é devida ao comprimento da tubulação. As tubulações de cobre e de plástico (PVC) normalmente com grande emprego nas instalações, oferecem grande vantagem em relação as tubulações de ferro galvanizado ou ferro fundido no aspecto de perda de carga (energia) no trajeto do líquido, para a mesma seção e distância linear. Perda de Carga Localizada ou acidental: são as perdas que ocorrem nas mudanças de direção, como por exemplo nas conexões (joelhos, reduções, tês), ou quando a água passa por dispositivos de controle, tipo registro. Portanto, quanto maior for o número de conexões de um trecho de tubulação, maior será a perda de pressão ou perda de carga nesse trecho, diminuindo a pressão ao longo da tubulação
14 Perda de Carga Perda de Carga Unitária: É uma perda de carga linear expressa por unidade de comprimento de tubo (Ju). Normalmente expressa em m/m ou em kpa/m. Expressão de Hazen Willians; Ju Expressão de Fair-Whipple-Hsiao (NBR ); Para tubos lisos (tubos de plástico, cobre ou liga de cobre): Ju 6 1,75 4,75 = 8,69 10 Q Di Para tubos rugosos (tubos de aço-carbono, galvanizado ou não): Ju 10,641 Q = 1,85 C Di 1,85 4,87 6 1,88 4,88 = 20,2 10 Q Di Ju mca/m ; Q m³/s; Di m Material C Aço galvanizado 120 Cobre 130 PVC 130 DI 50 mm mm DI 100 mm 135 DI > 100 mm 140 Ju kpa/m ; Q L/s ; Di mm
15 Perda de Carga Perda de Carga Total: É a soma das perdas de carga ao longo da tubulação com as perdas de carga geradas pelas conexões. J = Ju x CT CT = Creal + Ceq CT = Comprimento Total; Creal = Comprimento Real ( comprimento real da tubulação no trecho) Ceq = Comprimento Equivalente (equivalência em metros de tubulação das conexões no trecho)
16 Dimensionamento Consumo Diário; Reservatórios; Ramal Predial e Alimentador Predial; Rede de Distribuição de Água Fria; Sistema Elevatório.
17 Consumo Diário percapta Tipo de construção Consumo médio (litros/dia) Alojamentos provisórios 80 por pessoa Consumo Diário Casas populares ou rurais Residências 120 por pessoa 150 por pessoa Apartamentos 200 por pessoa Hotéis (s/cozinha e s/ lavanderia) 120 por hóspede Escolas internatos 150 por pessoa Consumo diário é a quantidade de água que a população de uma edificação consome em um dia. Escolas - semi internatos Escolas externatos Quartéis Edifícios públicos ou comerciais Escritórios Cinemas e teatros 100 por pessoa 50 por pessoa 150 por pessoa 50 por pessoa 50 por pessoa 2 por lugar Templos 2 por lugar CD=C x P Restaurantes e similares Garagens Lavanderias 25 por refeição 50 por automóvel 30 por kg de roupa seca Mercados 5 por m² de área CD é o Consumo Diário (L / dia) C é o Consumo Diário percapta (L / Pessoa x Dia) P é a Poulação do edifício (Pessoas) Matadouros - animais de grande porte 300 por cabeça abatida Matadouros - animais de pequeno porte 150 por cabeça abatida Postos de serviço p/ automóveis 150 por veículo Cavalariças 100 por cavalo Jardins 1,5 por m² Orfanato, asilo, berçário 150 por pessoa Ambulatório Creche 25 por pessoa 50 por pessoa De acordo com a NBR 5626, deve-se adotar no mínimo o Consumo Diário como o volume de água a Reservar. CD Volume do(s) Reservatório(s) Oficina de costura 50 por pessoa Estimativa da População Ambiente Número de pessoas Dormitório 2 pessoas Dormitório de empregado (a) 1 pessoa Escritórios 1 pessoa / 9 m² Lojas 1 pessoa / 3 m² Hotéis 1 pessoa / 15 m² Hospitais 1 pessoa / 15 m²
18 Reservatórios Reservatório inferior = 3/5 CD (60%); Reservatório superior = 2/5 CD (40%); Entretanto, tendo em vista a intermitência do abastecimento da rede pública é de interessante prever uma reserva adicional conforme a característica do abastecimento público local.
19 Ramal Predial e Alimentador Predial A vazão a ser considerada é obtida através do Consumo Diário. Q AP D CD AP 4 Q π V AP AP QAP m³/s CD L/dia DAP m VAP m/s ( 0,6 m/s VAP 1 m/s ) Diâmetro Nominal (mm) V m/s 20 3/4" 25 1" /4" /2" /2" 75 3" Consumo Diário (m³/dia) 0,6 16,3 25,4 41,7 65,1 101,8 146,6 229,0 407,2 636,2 916,1 1 27,1 42,4 69,5 108,6 169,6 244,3 381,7 678,6 1060,3 1526,8
20 Rede de distribuição de AF Método de dimensionamento Consumo máximo possível: Conhecido também por somatório de vazões, leva em consideração que todos os aparelhos de consumo estejam funcionamento simultaneamente. Consumo máximo provável: Conhecido também por somatório de pesos, leva em consideração a probabilidade de nem todos os aparelhos estejam em funcionamento simultâneo. Q = 0, 3 P
21 Rede de distribuição de AF Vazões de Projeto (NBR 5626)
22 Rede de distribuição de AF Pré-dimensionamento Tubos de PVC rígido - linha soldável Tubos de Cobre - Classe E Tubos de Aço Carbono - Classe Média D REF DN DE Di e D REF DN DE Di e D REF DN DE Di e (pol) (mm) (mm) (mm) (mm) (pol) (mm) (mm) (mm) (mm) (pol) (mm) (mm) (mm) (mm) 1/2" ,0 1,5 1/2" ,0 0,5 1/2" ,7 2,65 3/4" ,4 1,8 3/4" ,8 0,6 3/4" 20 26,5 21,2 2,65 1" ,8 2,1 1" ,8 0,6 1" 25 33,3 26,6 3,35 1.1/4" ,2 2,4 1.1/4" ,6 0,7 1.1/4" 32 42,0 35,3 3,35 1.1/2" ,0 3,0 1.1/2" ,4 0,8 1.1/2" 40 47,9 41,2 3,35 2" ,0 3,5 2" ,2 0,9 2" 50 59,7 52,2 3,35 2.1/2" ,6 4,2 2.1/2" 66 66,7 64,3 1,2 2.1/2" 65 75,3 67,8 3,35 3" ,6 4,7 3" 79 79,4 77,0 1,2 3" 80 88,0 79,5 4,25 4" ,8 6,1 4" ,8 102,4 1,2 4" ,1 104,1 4,5 5" ,5 128,5 5,0 Pressão dinâmica mínima na rede de distribuição de Água Fria = 0,5 mca = 5 kpa; Pressão dinâmica mínima nos pontos de consumo: Vaso sanitário com CD = 0,5 mca = 5 kpa; Vaso sanitário com VD = 1,5 mca = 15 kpa; Demais aparelhos = 1,0 mca = 10 kpa.
23 Rede de distribuição de AF Divisão em trechos Ao longo da tubulação, deve-se separar os trechos onde vazão é dividida, ou seja, basicamente devese identificar as derivações (tês e cruzetas) e pontos de consumo. H 1,2m ch 1m G F 0,8m vcd 1m 0,4m E D lv 2m 4m A B 10m pia = Pia Cozinha; lv = Lavatório; vcd = Vaso Sanitário (CD); ch = Chuveiro Elétrico. C pia
24 Rede de distribuição de AF Tabulando o dimensionamento É recomendável que se comece pelo trecho mais próximo a caixa d água e com Pressão Disponível de 1kPa (0,1mca). TRECHO SOMA DOS PESOS PERDA DE COMPRIMENTO DIÂMETRO VELOCI DIFERENÇA PRESSÃO PERDA DE PRESSÃO PRESSÃO VAZÃO CARGA INTERNO DADE DE COTA DISPONÍVEL CARGA RESIDUAL REQUERIDA UNITÁRIA REAL EQUIV. L/s mm pol m/s kpa/m m kpa m m kpa kpa kpa A-B 1 B-C B-D D-E D-F F-G F-H
25 Exercícios Montante P.ini= 25kPa 15m Tubo Horizontal Jusante P.res=?? kpa P.req= 15 kpa Q: 1 lavatório / 1 chuveiro / 1 vaso com válvula de descarga (VD) 1) Calcular o sistema acima considerando consumo máximo possível, consumo máximo provável, e tubos de PVC e de AÇO. Adotar comprimento equivalente (4 cotovelos). a) Para consumo máximo possível com tubo de PVC: - Somatório de Vazões (Q)= 0,15+0,1+1,7 = 1,95 L/s - Ø (Pré-dimensionamento) = 50mm = Di = 44,0mm A = ( π x Di² ) / 4 = 0, m² - Velocidade = (Q/A) = 0,00195 / 0, = 1,28 m/s < 3 m/s OK - Perda de carga unitária = - Ju = 0, kpa/m Ju 8,69 6 1,75 4,75 = Q Di Ju - Comprimento real da tubulação (CR) = 15m - Comprimento Equivalente (CE) = 4 x 3,2 = 12,8m - Comprimento Total (CT=CR+CE) = ,8 = 27,8m - Perda de carga total = J = Ju x CT = 0, x 27,8 = 12,14 kpa 10 = ,95 1, ,75 P.res = P.ini ± ΔH J = ,14 = 12,86 kpa Como a pressão residual (P.res) é menor que a pressão requerida (P.req) deve-se diminuir a perda de carga total ou se aumentar a pressão inicial Em suma para diminuir a perda de carga total deve-se diminuir a velocidade d água na tubulação aumentando-se o diâmetro do tubo.
26 Exercícios Montante P.ini= 25kPa 15m Tubo Horizontal Jusante P.res=?? kpa P.req= 15 kpa Q: 1 lavatório / 1 chuveiro / 1 vaso com válvula de descarga (VD) Então aumentamos o diâmetro de 1.1/2 para 2 Di de 44mm para 53mm: - Somatório de Vazões (Q)= 0,15+0,1+1,7 = 1,95 L/s - Ø (Pré-dimensionamento) = 60mm = Di= 53,0mm A = ( π x Di² ) / 4 = 0, m² - Velocidade = (Q/A) = 0,00195 / 0, = 0,88 m/s < 3 m/s OK - Perda de carga unitária = 6 1,75 4,75 Ju = 8,69 10 Q Di Ju = Ju = 0, kpa/m - Comprimento real da tubulação (CR) = 15m - Comprimento Equivalente (CE) = 4 x 3,4 = 13,6m - Comprimento Total (CT=CR+CE) = ,6 = 28,6m - Perda de carga total = J = Ju x CT = 0, x 28,6 = 5,15 kpa 1,95 1, ,75 P.res = P.ini ± ΔH J = ,15 = 19,84 kpa Como a pressão residual 19,84 kpa é maior que a requerida 15 kpa o sistema está OK
27 Exercícios Montante P.ini= 25kPa 15m Tubo Horizontal Jusante P.res=?? kpa P.req= 15 kpa Q: 1 lavatório / 1 chuveiro / 1 vaso com válvula de descarga (VD) b) Para consumo máximo provável com tubo de PVC: - Somatório de pesos (P)= 0,3+0,1+32 = 32,4 - Vazão provável (Q)= 0,3 ΣP = 0,3 32,4 = 1,7076 L/s - Ø (Pré-dimensionamento) = 40mm = Di = 35,2mm A = ( π x Di² ) / 4 = 0, m² - Velocidade = (Q/A) = 0,00171 / 0, = 1,75 m/s < 3 m/s OK - Perda de carga unitária = - Ju = 0,99915 kpa/m Ju - Comprimento real da tubulação (CR) = 15m - Comprimento Equivalente (CE) = 4 x 2 = 8m 6 1,75 4,75 = 8,69 10 Q Di Ju - Comprimento Total (CT=CR+CE) = = 23m - Perda de carga total = J = Ju x CT = 0,99915 x 23 = 22,98 kpa = ,7076 1,75 35,2 4,75 P.res = P.ini ± ΔH J = ,98 = 2,02 kpa Como a pressão residual (P.res) é menor que a pressão requerida (P.req) deve-se diminuir a perda de carga total ou se aumentar a pressão inicial. Em suma para diminuir a perda de carga total deve-se diminuir a velocidade d água na tubulação aumentando-se o diâmetro do tubo.
28 Exercícios Montante P.ini= 25kPa 15m Tubo Horizontal Jusante P.res=?? kpa P.req= 15 kpa Q: 1 lavatório / 1 chuveiro / 1 vaso com válvula de descarga (VD) Então aumentamos o diâmetro de 40mm para 50mm - Somatório de pesos (P)= 0,3+0,1+32 = 32,4 - Vazão provável (Q)= 0,3 ΣP = 0,3 32,4 = 1,7076 L/s - Ø (Pré-dimensionamento) = 50mm = Di = 44,0mm A = ( π x Di² ) / 4 = 0, m² - Velocidade = (Q/A) = 0, / 0, = 1,12 m/s < 3 m/s OK - Perda de carga unitária = 6 1,75 4,75 Ju = 8,69 10 Q Di Ju = Ju = 0, kpa/m - Comprimento real da tubulação (CR) = 15m - Comprimento Equivalente (CE) = 4 x 3,2 = 12,8m - Comprimento Total (CT=CR+CE) = ,8 = 27,8m - Perda de carga total = J = Ju x CT = 0, x 27,8 = 9,62 kpa 1,7076 1, ,75 P.res = P.ini ± ΔH J = ,62 = 15,38 kpa Agora com a pressão residual (P.res) maior ou igual a pressão requerida (P.req) podemos considerar o dimensionamento OK!
29 Exercícios Montante P.ini= 25kPa 15m Tubo Horizontal Jusante P.res=?? kpa P.req= 15 kpa Q: 1 lavatório / 1 chuveiro / 1 vaso com válvula de descarga (VD) TRECHO TUBO PVC, COBRE OU AÇO SOMA DOS PESOS VAZÃO ESTIMADA DIÂMETRO INTERNO VELOCIDA DE PERDA DE CARGA UNITÁRIA DIFERENÇA DE COTA PRESSÃO DISPONÍVEL COMPRIMENTO DA TUBULAÇÃO PERDA DE CARGA REAL EQUIV. TUBO PRESSÃO PRESSÃO DISPONÍV REQUERID EL A RESIDUAL L/s mm pol m/s kpa/m m kpa m m kpa kpa kpa a) PVC para consumo máximo possível 1.a PVC 1,95 44,00 1.1/2" 1,28 0, ,00 25,00 15,00 12,80 12,14 12,86 15,00 1.a PVC 1,95 53,00 2" 0,88 0, ,00 25,00 15,00 13,60 5,16 19,84 15,00 b) PVC para consumo máximo provável 1.b PVC 32,40 1,71 35,20 1.1/4" 1,75 0, ,00 25,00 15,00 8,00 22,98 2,02 15,00 1.b PVC 32,40 1,71 44,00 1.1/2" 1,12 0, ,00 25,00 15,00 12,80 9,62 15,38 15,00 c) AÇO GALVANIZADO para consumo máximo possível 1.c AÇO 1,95 41,20 1.1/2" 1,46 0, ,00 25,00 15,00 5,60 19,22 5,78 15,00 1.c AÇO 1,95 52,20 2" 0,91 0, ,00 25,00 15,00 7,60 6,64 18,36 15,00 d) AÇO GALVANIZADO para consumo máximo provável 1.d AÇO 32,40 1,71 35,30 1.1/4" 1,74 1, ,00 25,00 15,00 4,80 30,60-5,60 15,00 1.d AÇO 32,40 1,71 41,20 1.1/2" 1,28 0, ,00 25,00 15,00 5,60 14,98 10,02 15,00 1.d AÇO 32,40 1,71 52,20 2" 0,80 0, ,00 25,00 15,00 7,60 5,18 19,82 15,00
30 TRECHO Ponto de consumo: Exercícios D 10m Δh = 3m B Caixa D água P.ini= 1kPa 20m Δh > 0 tubulação descendente Δh < 0 tubulação ascendente Ponto de consumo: 1 lavatório 1 vaso com (VD) 1) Calcular o sistema acima considerando consumo máximo possível, consumo máximo provável, e tubos de PVC e de AÇO. Adotar comprimento equivalente (4 cotovelos 90º). TUBO PVC, COBRE OU AÇO AF, AQ SOMA DOS PESOS VAZÃO ESTIMADA DIÂMETRO INTERNO VELOCID ADE PERDA DE CARGA UNITÁRIA A DIFERENÇA DE COTA C COMPRIMENTO DA PRESSÃO TUBULAÇÃO DISPONÍVEL PERDA DE CARGA PRESSÃO PRESSÃO DISPONÍVEL REQUERIDA RESIDUAL REAL EQUIV. TUBO ADD TOTAL L/s mm pol m/s kpa/m m kpa m m kpa kpa kpa kpa kpa a) PVC para consumo máximo possível A-B PVC AF 1,85 44,00 1.1/2" 1,22 0, ,00 1,00 3,00 0,00 1,19 0,00 1,19 29,81 5,00 B-C PVC AF 1,70 44,00 1.1/2" 1,12 0, ,00 29,81 20,00 10,50 10,48 0,00 10,48 19,33 15,00 B-D PVC AF 0,15 21,40 3/4" 0,42 0, ,00 29,81 10,00 8,50 2,79 0,00 2,79 27,02 10,00 b) PVC para consumo máximo provável A-B PVC AF 32,30 1,70 44,00 1.1/2" 1,12 0, ,00 1,00 3,00 0,00 1,04 0,00 1,04 29,96 5,00 B-C PVC AF 32,00 1,70 44,00 1.1/2" 1,12 0, ,00 29,96 20,00 10,50 10,44 0,00 10,44 19,52 15,00 B-D PVC AF 0,30 0,15 21,40 3/4" 0,42 0, ,00 29,96 10,00 8,50 2,79 0,00 2,79 27,18 10,00 c) AÇO GALVANIZADO para consumo máximo possível A-B PVC AF 1,85 41,20 1.1/2" 1,39 0, ,00 1,00 3,00 0,00 2,54 0,00 2,54 28,46 5,00 B-C PVC AF 1,70 41,20 1.1/2" 1,28 0, ,00 28,46 20,00 3,50 16,94 0,00 16,94 11,52 15,00 B-D PVC AF 0,15 21,20 3/4" 0,42 0, ,00 28,46 10,00 2,80 2,46 0,00 2,46 26,00 10,00 d) AÇO GALVANIZADO para consumo máximo provável A-B PVC AF 32,30 1,70 41,20 1.1/2" 1,28 0, ,00 1,00 3,00 0,00 2,17 0,00 2,17 28,83 5,00 B-C PVC AF 32,00 1,70 41,20 1.1/2" 1,27 0, ,00 28,83 20,00 3,50 16,89 0,00 16,89 11,94 15,00 B-D PVC AF 0,30 0,15 21,20 3/4" 0,42 0, ,00 28,83 10,00 2,80 2,46 0,00 2,46 26,36 10,00
31 Exercícios H ch 4m A TRECHO pia = Pia Cozinha; lv = Lavatório; vcd = Vaso Sanitário (CD); ch = Chuveiro Elétrico. SOMA DOS PESOS VAZÃO DIÂMETRO INTERNO VELOCI DADE 1,2m PERDA DE CARGA UNITÁRIA 1m vcd F 0,8m G DIFERENÇA DE COTA PRESSÃO DISPONÍVEL COMPRIMENTO REAL EQUIV. PERDA DE CARGA PRESSÃO RESIDUAL PRESSÃO REQUERIDA L/s mm pol m/s kpa/m m kpa m m kpa kpa kpa a) PVC para consumo máximo possível A-B - 0,50 27,80 1" 0,82 0, ,00 1,00 4,00 0,00 1,43 39,57 5,00 B-C - 0,10 17,00 1/2" 0,44 0, ,00 39,57 10,00 4,20 3,14 36,43 10,00 B-D - 0,40 27,80 1" 0,66 0, ,00 39,57 2,00 3,10 1,23 38,34 5,00 D-E - 0,15 21,40 3/4" 0,42 0, ,40 38,34 0,40 4,30 0,71 41,63 10,00 D-F - 0,25 21,40 3/4" 0,70 0, ,00 38,34 1,00 0,90 0,70 37,64 5,00 F-G - 0,15 21,40 3/4" 0,42 0, ,80 37,64 0,80 3,60 0,66 44,98 5,00 F-H - 0,10 17,00 1/2" 0,44 0, ,20 37,64 2,20 3,00 1,15 24,49 10,00 b) PVC para consumo máximo provável A-B 0,80 0,27 21,40 3/4" 0,75 0, ,00 1,00 4,00 0,00 1,67 39,33 5,00 B-C 0,10 0,09 17,00 1/2" 0,42 0, ,00 39,33 10,00 3,50 2,72 36,61 10,00 B-D 0,70 0,25 21,40 3/4" 0,70 0, ,00 39,33 2,00 2,40 1,63 37,70 5,00 D-E 0,30 0,16 21,40 3/4" 0,46 0, ,40 37,70 0,40 3,60 0,71 41,00 10,00 D-F 0,40 0,19 21,40 3/4" 0,53 0, ,00 37,70 1,00 0,80 0,41 37,29 5,00 F-G 0,30 0,16 21,40 3/4" 0,46 0, ,80 37,29 0,80 3,60 0,78 44,52 5,00 F-H 0,10 0,09 17,00 1/2" 0,42 0, ,20 37,29 2,20 3,00 1,05 24,25 10,00 1m 0,4m E D lv 2m B 10m C pia
32 Exercício Desafio
33 Referências Bibliográficas FREIRE, Eloisa - Sistemas Prediais de Suprimento de Água Fria - Tipos de Sistemas, Componentes e Dimensionamento. Disponível em: Acessado em: 30/07/2011 CREDER, Hélio Instalações Hidráulicas e Sanitárias - Editora Livros Técnicos e Científicos S. A. 5ª Edição. Rio de Janeiro, MACINTYRE, Joseph A. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais - Editora Livros Técnicos e Científicos S. A. 3ª Edição. Rio de Janeiro, RJ, LYRA, Paulo Sistemas Prediais Departamento de Hidráulica Universidade São Paulo / USP ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instalações Prediais de Água Fria. Rio de Janeiro, Publicada como NBR 5626.
34 Referências Bibliográficas ILHA, Marina Sangoi de Oliveira Sistemas Prediais de Água Fria Texto Técnico. Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia de Construção Civil / USP, AMANCO. Catálogo Técnico Linha Predial, disponível em: acessado em 31/07/2011. TIGRE. Catálogo Técnico Linha Predial, disponível em: acessado em 31/07/2011. PROCOBRE. O cobre nas instalações hidráulicas Manual Técnico, disponível em: acessado em 31/07/2011. TUPY. Catálogo Técnico BSP/NPT, disponível em: acessado em 31/07/2011.
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