Aceleradores e Detectores
|
|
|
- Samuel Sá Alcaide
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aceleradores e Detectores São Paulo Regional Analysis Center
2 Como explorar o mundo sub-atômico? 1910 Rutherford α Tevatron, Fermilab 2008 LHC, CERN 2012 ILC,?... 2
3 Por que altas energias? de Broglie: h 1.2 fm λ ւ = = p ր p[ GeV] Einstein: E = p c +m c E ր = mր c 2 Aceleradores de partículas a altas energias Pequenas distâncias são exploradas Novas partículas são produzidas 3
4 Aceleradores Uma corrida para as profundezas
5 Alvo Fixo X Colisor Alvo Fixo ET prótons 1/2 2 = 2mAlvoc E Feixe 43 GeV Alvo E Feixe= GeV Colisor prótons E = 2E GeV T Feixe prótons 5
6 Alvo Fixo X Colisor Energia Relativística (~ TeV) E = m c +m c +2 E E Alvo Fixo ( p. p2c ) T (altas energias) 1/2 E =E, E =m c, p 1 F 2 A 2 2 = 0 E T = 2m c A 2 E F 1/2 Colisor E =E, E =E, p = -p E /c 1 F 2 F 1 2 F E = 2E T F 6
7 Acelerador Linear Partículas carregadas e estáveis são aceleradas Energia é limitada apenas pelo comprimento Alvo fixo: feixe se perde após s a colisão Fonte Iônica Oscilador RF Envólucro de Cobre 7
8 Stanford Linear Collider (SLC), SLAC 8
9 Aceleradores Circulares Magnetos de Dipolo Órbita Circular Magnetos de Quadrupolo Focalização do feixe N S S N Cavidade de RF Aceleração 9
10 Synchrotron Soleil Quadrupolo Dipolo Cavidade RF 10
11
12 Tevatron, Fermilab Chicago Fundado em 1968 Primeiro feixe 1972 (200 e 400 GeV) Upgrade 1983 (900 GeV) Upgrade 2001 (980 GeV) CDF p DØ Síncrotron com R = 1 km Tevatron p 36 proton/antiproton / grupo 27 (7.5) X nucleons / grupo 396 (IIb: 132) ns entre colisões Antiproton Injetor Recycler Interação: CDF & DØ Ecm = 1.96 TeV. 12
13 Componentes do Tevatron 13
14 Círculo em azul: LHC em tamanho real 14
15 LHC, CERN Compact Muon Solenoid Estudo de Colisões Próton-Próton CMS Alice A Large Ion Collider Experiment Estudo de Colisões de Íons Pesados SPS LEP - LHC ATLAS A Toroidal LHC ApparatuS Estudo de Colisões Próton-Próton PS LHCb Estudo da violação de CP no decaimento de mésons B 15
16 Colisões no LHC Proton km Raio 7 TeV Energia do Feixe cm -2 s -1 Luminosidade 2808 Grupos / Feixe Protons / Grupo 7.5 m (25 ns) Cruzamento dos Grupos Hz Proton colliding beams Colisão dos Prótons 10 9 Hz Colisão dos Pártons Produção de Novas Partículas 10-5 Hz (Higgs, SUSY,...) p µ + µ - Z H µ + µẕ Seleção de 1 evento em 10 trilhões p p q q ~ 0 χ 2 e - q~ g ~ ~ q ν e χ 1 - q p µ + µ χ~
17 Energia do LHC O que significa 7 TeV? 1 ev ~ 1,6 X C X 1V = 1,6 X TeV = 1,1 x 10-6 J Comparar com energias do dia a dia No entanto a energia do Feixe é: 19 J E feixe = x 1,1 x x 7 TeV = 3,4 x 10 8 J Comparar com energias do dia a dia
18 Detectores Enxergando o que os olhos não vêem
19 Detectores: Objetivos x η= -log tan θ/2 φ z y Identificar a partícula (Q, m). Determinar a trajetória. ria. Medir a energia e momento Processamento de dados rápido e eficiente η φ 19
20 Detecção de Partículas Detecção de partículas: interação das partículas com objeto macroscópico. Interação eletromagnética tica Eventos envolvendo fótons, elétrons, outras partículas carregadas. Interação forte Eventos envolvendo hádrons. Regimes de energia: diferentes processos. Excitação e ionização Bremsstrahlung Efeito fotoelétrico trico Espalhamento Thompson e Compton Produção de pares Processos nucleares 20
21 Interações de Partículas Carregadas Ionização e Excitação Interação de partícula carregada com elétrons do meio Importante a baixas energias. Aproximação de Born para m proj >> m alvo de 2Z 1 1 2mc max 2 ( ) 2 ln e β γ T δ βγ = Kz β 2 d( ρx) Aβ 2 I 2 K 4πN α m 2 A = e 0.31 mol MeV cm
22 Para caso de elétrons: modificação na fórmula f de ionização (m e ): 2 de Z 1 γmc 1 2 ln e β γ = K d( ρx) Aβ + 2I E c E c Energia crítica Ec : divisão entre regime de ionização e regime de radiação. 610 = MeV (sólidos) Z = MeV (fluidos) Z
23 Interações de Elétrons Bremsstrahlung Radiação devida ao espalhamento coulombiano. Espalhamento com e-e ou núcleos n do meio Aproximação de Weizsäcker cker-williams: : no referencial do projétil, campo do alvo é uma fonte de fótons f reais dσ A de E y+ y dk X N k 3 3 d x X ( ρ ) 0 A 0 X 0 = 716.4A ( + 1) ln( 287 / Z) Z Z g/cm 2 23
24 Efeito Fotoelétrico trico Átomo + γ íon+ e - Interações de FótonsF Dominante a baixas energias. Teoria de perturbação não-relativ relativística. 1/ K 8π 32 α Z σ photo ε me Efeito Compton e - + γ e - + γ ~, com ε= Importante a energias intermediárias rias (cerca de 1 MeV). Eletrodinâmica Quântica. Soma incoerente sobre elétrons do átomo. E m γ e 24
25 ε -7/2 ln ε / ε cte Produção de pares Dominante a altas energias. Relacionado com bremsstrahlung (crossing). dσ A 4 = 1 x( 1 x) dx X N 3 0 A x= E / k, onde k é a energia do fóton incidente e E a energia transferida para o par σ pares 7 A = 9 X N 0 A 25
26 Interações Nucleares Essencialmente processos inelásticos Ordem de grandeza: σ a nuc N πa 1 fm 2 N 30 mb, Raio do núcleo n Estimado a partir da física f nuclear: R ra, r 1.16 fm 1/3 0 0 Seção de choque ~ R 2 Dependência com A 2/3 26
27 Tipos de Detectores Interação diferente para cada tipo de partícula. Medidas destrutivas e não-destrutivas. Momento p: Raio de curvatura em campo B Energia E: Interações sucessivas depósito completo da energia no meio Carga q Sentido da curvatura em campo B Massa m (E 2 = p 2 + m 2 ) Energia faltante E 27
28 Medidas não-destrutivas Medida de momento Campo magnético uniforme B = B 0 z. E = 0 conservação de energia. Módulo da velocidade é constante: dp dv F= qv B= = γm, dt dt 2 v lembrando que aceleração centrípeta é e considerando 2 r v p = rqb qvb= γm r v B 28
29 Detectores de Trajetória ria Cintiladores plásticos (~ cm) Câmera de Fios (~ mm) Faixas de Silício (~ µm) Conceito: detector de elementos discretos, sensíveis à posição da partícula. Cálculo da trajetória ria e de a t Pulsos elétricos enviados para a eletrônica e digitalizados. Raio de curvatura no campo magnético é proporcional ao momento das partículas Semicondutores par elétron lacuna medida de corrente. Câmaras de fios (MWPC, drift chamber,, TPC). Eletrônica formação e tratamento de sinal. Computação ajuste de trajetória. ria. 29
30 Medidas Destrutivas Medida da energia total de uma partícula. Altas energias diferentes regimes até absorção total. Fótons: Produção de pares Compton Efeito Fotoelétrico. Elétron: Bremsstrahlung Ionização / Excitação. Hádrons: hádron + núcleo hádron + núcleo + píon. Produção de cascatas (eletromagnética tica e hadrônica). 30
31 Cascatas Calorimétricas Modelo para cascatas eletromagnéticas: ticas: Elétrons Metal pesado Cintilador plástico 1 bremsstrahlung / X 0 Fótons 1 par e+ e- / X 0 Dobro de partículas a cada X 0 Quantidade de fótons f é proporcional ao número n de partículas que radiam Número de partículas é proporcional à energia da partícula que entrou no calorímetro. Foto multiplicador 31
32 Detector hermético. Dimensão D >> X 0 perda total da energia. Absorvedor (perda de energia) + cintilador (amostragem). Fibras óticas fotodetectores sinal elétrico. Eletrônica e software. e -, γ e hádrons. E t 0 partícula invisível. vel. Granularidade redundância Calorímetros 32
33 Magnetos Solenóide Delphi, CDF, CMS Campo intenso e homogêneo Campo de retorno fraco Toróide Atlas Campo intenso mas não homogêneo Sempre perpendicular ao momento 33
34 Detectores: Projeto Como fazer um detector de propósito geral? Capaz de detectar todos os tipos de partículas. Medidas redundantes. Medidas destrutivas após s as não-destrutivas. Possível projeto: Jato de hádrons detector de trajetória, ria, calorímetro hadrônico. Elétrons detector de trajetória, ria, calorímetro EM. Fótons calorímetro EM. Partículas de vida curta detector de trajetória*. ria*. Partículas carregadas massivas estáveis detector de trajetória ria após s calorímetro. E t faltante calorímetros herméticos. 34
35 Detectores: Componentes Trajetória Calorímetro Eletromagnético Calorímetro Hadrônico Sistema de Muons Fótons Elétrons Hadrons Muons Neutrinos E i E f 35
36 Partículas e Componentes do Detector Partícula Tracker ECAL HCAL Muon Fóton Absorvido W Desintegra Z Desintegra Elétron Trajetória Absorvido Múon Trajetória Trajetória Tau Desintegra* Neutrino Píon (+/-) Trajetória Absorvido Píon (neutro) Absorvido Próton Trajetória Absorvido Nêutron Absorvido Charm-type Desintegra* Bottom-type Desintegra* *Deixa traço no detector de pixel. 36
37 Detector DØD 5 andares de altura 20 metros de comprimento toneladas canais de eletrônica km de fios Software: 622 Pacotes 5,3 GB executável 1,8 GB de bibliotecas
38 Detector DØD e Collision Hall Fevereiro
39 DØ Roll in 39
40 Detector CMS Sistema de Trajetória ria Peso: ton Diâmetro: 15,0 m Comprimento: 21,5 m Campo Magnético: 4 T Calorímetro Eletromagnético tico Calorímetro Hadrônico Câmaras de MúonsM 40
41 CMS 41
42 42
43 Calorímetro Hadrônico HCAL Calorímetro Eletromagnético ECAL Magneto Tracker Câmaras de Múons 43
44 Partículas no Detector CMS Versão animada em 44
45 Conclusão Aceleradores de partículas são responsáveis por uma grande parte do nosso entendimento sobre a estrutura da matéria Aceleradores existentes hoje (SLAC, HERA, Tevatron) Física na escala de GeV. LHC TeV. Detectores de partículas de propósito geral permitem uma exploração extensiva. Entendimento dos detectores entendimento das interações das partículas com os detectores. Medidas redundantes aumentam a qualidade dos dados. Experimentos como DØ, D, CMS cumprem todos esses requisitos. 45
Detectores de Partículas: Tiago dos Anjos
Detectores de Partículas: Uma Introdução ao CMS Tiago dos Anjos Sumário Aceleradores Circulares LHC O Detector CMS - Sistema de Trajetórias - Sistema de Múons - Calorímetro Eletromagnético - Calorímetro
EFEITO COMPTON. J.R. Kaschny
EFEITO COMPTON J.R. Kaschny Os Experimentos de Compton Das diversas interações da radiação com a matéria, um destaque especial é dado ao efeito, ou espalhamento, Compton - Arthur Holly Compton (93, Nobel
Uma discussão presente de modo
Uma discussão presente de modo bastante atual na área de ensino de física está relacionada à importância da inserção de temas mais atuais de física nas aulas dessa disciplina no Ensino Médio [1,2]. Nesse
aceleradores e detectores na física de partículas elementares
aceleradores e detectores na física de partículas elementares joão carvalho LIP e departamento de física da universidade de coimbra S. Tomé 05 de setembro de 2009 1 estudar as partículas produzir feixes
Programas de Professores no CERN inspiram a próxima geração de cientistas
Programas de Professores no CERN inspiram a próxima geração de cientistas Profª. Mainara Biazati Gouveia SEDUC/ MT Profº. Wanderson Breder CEFET/ NF/RJ Centro Europeu de Investigação Nuclear Seleção Objetivo
Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009
Detectores de Partículas Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Sumário Modelo geral de um detector. Medidas destrutivas e não-destrutivas. Exemplos de detectores. Tempo de vôo. Detectores a gás. Câmara de
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS. (1. Raios-X) Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS (1. Raios-X) Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) III. RAIOS-X 1. HISTÓRICO Meados do séc. XIX - Maxwell: previu a existência
Física Quântica Caex 2005 Série de exercícios 1
Física Quântica Caex 005 Questão 1 Se as partículas listadas abaixo têm todas a mesma energia cinética, qual delas tem o menor comprimento de onda? a) elétron b) partícula α c) nêutron d) próton Questão
Ricardo Avelino Gomes 1
artigos Olhando o céu do fundo de um poço Ricardo Avelino Gomes 1 No início havia um múon que atravessou toda a atmosfera e chegou na superfície da Terra. Na viagem, desafiou e desdenhou a mecânica de
Detectores de Partículas: Tiago dos Anjos
Detectores de Partículas: Uma Introdução ao CMS Tiago dos Anjos Sumário Aceleradores Circulares LHC O Detector CMS - Sistema de Trajetórias - Detector de múons - Calorímetro Eletromagnético - Calorímetro
Aula 8 Fótons e ondas de matéria II. Física Geral F-428
Aula 8 Fótons e ondas de matéria II Física Geral F-428 1 Resumo da aula anterior: Planck e o espectro da radiação de um corpo negro: introdução do conceito de estados quantizados de energia para os osciladores
Uma Breve Introdução à Física de Partículas O DEE-UFBA na Colaboração do Detector ATLAS do LHC
no do do no Uma Breve à Física de Partículas O na Colaboração do Detector do LHC Prof. ([email protected]) Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Universidade Federal da Bahia Colaboração
Aula de Véspera - Inv-2009 Professor Leonardo
01. Dois astronautas, A e B, encontram-se livres na parte externa de uma estação espacial, sendo desprezíveis as forças de atração gravitacional sobre eles. Os astronautas com seus trajes espaciais têm
Instituto de Física da Universidade de São Paulo
Instituto de Física da Universidade de São Paulo Física para Engenharia II - 430196 Lista de exercícios 3-01 (Quando necessário utilize c = 3 10 8 m/s) Cinemática Relativística 1 Uma régua tem o comprimento
Propriedades Corpusculares da. First Prev Next Last Go Back Full Screen Close Quit
Propriedades Corpusculares da Radiação First Prev Next Last Go Back Full Screen Close Quit Vamos examinar dois processos importantes nos quais a radiação interage com a matéria: Efeito fotoelétrico Efeito
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 5 PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS DA MATÉRIA Primeira Edição junho de 2005 CAPÍTULO 5 PROPRIEDADES ONDULATÓRIAS DA MATÉRIA ÍNDICE 5.1- Postulados
Estudo do grande colisor de hádrons
Estudo do grande colisor de hádrons Felipe BERNARDO MARTINS 1 ; Mayler MARTINS 2 1 Estudante do Curso Técnico em Manutenção Automotiva. Instituto Federal Minas Gerais (IFMG) campus Bambuí. Rod. Bambuí/Medeiros
grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de?
Física 01. Um fio metálico e cilíndrico é percorrido por uma corrente elétrica constante de. Considere o módulo da carga do elétron igual a. Expressando a ordem de grandeza do número de elétrons de condução
c) A corrente induzida na bobina imediatamente após a chave S ser fechada terá o mesmo sentido da corrente no circuito? Justifique sua resposta.
Questão 1 Um estudante de física, com o intuito de testar algumas teorias sobre circuitos e indução eletromagnética, montou o circuito elétrico indicado na figura ao lado. O circuito é composto de quatro
Separação de Isótopos de Terras Raras usando Laser. Nicolau A.S.Rodrigues Instituto de Estudos Avançados
Separação de Isótopos de Terras Raras usando Laser Nicolau A.S.Rodrigues Instituto de Estudos Avançados Roteiro 1. Motivação: - Isótopos: o que são porque um determinado isótopo é mais interessantes que
RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica
RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E INSTRUMENTOS Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Geração de Raios Gama Geração de Raios-x Geração de Raios gama Raios-γsão as radiações eletromagnéticas de mais alta energia
Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador
Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador 1. Introdução Identificar um material ou agente radiológico é de grande importância para as diversas
Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras
Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Contatos : Felipe da Silva Cardoso [email protected] www.professorfelipecardoso.blogspot.com skype para aula particular online: felipedasilvacardoso
O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm.
A Visão é o sentido predileto do ser humano. É tão natural que não percebemos a sua complexidade. Os olhos transmitem imagens deformadas e incompletas do mundo exterior que o córtex filtra e o cérebro
Capítulo 12 Detectores
Capítulo 12 Detectores terceira versão 2006.1 Embora haja uma variedade enorme de detectores para as mais diversas aplicações, todos são baseados no mesmo princípio fundamental: o depósito de parte ou
Raios Cósmicos: Fundamentos e técnicas de detecção. Carla Bonifazi Instituto de Física - UFRJ
Raios Cósmicos: Fundamentos e técnicas de detecção Carla Bonifazi Instituto de Física - UFRJ Aula 17/07 X Escola do CBPF - 2015 Conteúdo do Curso Introdução: historia e primeiros detectores Medições diretas
Eletricidade Aula 1. Profª Heloise Assis Fazzolari
Eletricidade Aula 1 Profª Heloise Assis Fazzolari História da Eletricidade Vídeo 2 A eletricidade estática foi descoberta em 600 A.C. com Tales de Mileto através de alguns materiais que eram atraídos entre
EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny
EFEITO FOTOELÉTRICO J.R. Kaschny Histórico 1886-1887 Heinrich Hertz realizou experimentos que pela primeira vez confirmaram a existência de ondas eletromagnéticas e a teoria de Maxwell sobre a propagação
Exercícios Tensão e Corrente
Exercícios Tensão e Corrente TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Atualmente há um número cada vez maior de equipamentos elétricos portáteis e isto tem levado a grandes esforços no desenvolvimento de baterias
O Átomo de BOHR. O Átomo de Bohr e o Espectro do Hidrogênio.
O Átomo de BOHR UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Instituto de Física. Departamento de Física. Física do Século XXB (FIS1057). Prof. César Augusto Zen Vasconcellos. Lista 1 Tópicos. O Átomo de
MODELOS ATÔMICOS. Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio
MODELOS ATÔMICOS Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio PRIMEIRA IDEIA DO ÁTOMO 546 a.c. Tales de Mileto: propriedade da atração e repulsão de objetos após atrito; 500 a.c. Empédocles:
Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física - Magnetismo
Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física - Magnetismo 01 - (PUC SP) Na figura abaixo temos a representação de dois
Colaboração na experiência ATLAS (LHC)
Colaboração na experiência ATLAS (LHC) em parceria com FCTUC CFNUL/FCUL e ainda UNL IDMEC/IST UCatFF UM Colaboração internacional ANL (Chicago) Barcelona Clermont-Ferrand Michigan St. Univ. Pisa Praga
O Large Hadron Collider e a Física de Partículas Elementares. Rogério Rosenfeld Instituto de Física Teórica UNESP
O Large Hadron Collider e a Física de Partículas Elementares Rogério Rosenfeld Instituto de Física Teórica UNESP www.ift.unesp.br Escola Móbile - 13/05/2010 Tópicos da palestra: O que é o LHC? Como funciona
Com base no enunciado, nas figuras e nos conhecimentos sobre mecânica e eletromagnetismo, considere as afirmativas a seguir.
1.A obra Molhe Espiral (acima) faz lembrar o modelo atômico planetário, proposto por Ernest Rutherford (Fig. 1). Esse modelo satisfaz as observações experimentais de desvio de partículas alfa ao bombardearem
Espectometriade Fluorescência de Raios-X
FRX Espectometriade Fluorescência de Raios-X Prof. Márcio Antônio Fiori Prof. Jacir Dal Magro FEG Conceito A espectrometria de fluorescência de raios-x é uma técnica não destrutiva que permite identificar
Introdução Altas Energias
Introdução à Física de Altas Energias São Paulo Regional Analysis Center Programa Introdução Uma visão geral das partículas e suas interações Aceleradores e Detectores Como explorar o interior da matéria
Radiações Radiação corpuscular Radiação eletromagnética
Radiações Quando se fala em radiação, as pessoas geralmente associam esta palavra com algo perigoso. O que elas não sabem é que estamos expostos diariamente à radiação. Radiação nada mais é do que a emissão
Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta
XXII Encontro Sergipano de Física Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta Prof. Dr. Milan Lalic Departamento de Física Universidade Federal de Sergipe
Proposta de um Novo Calorímetro Eletromagnético para o Experimento ALICE - LHC
Universidade de São Paulo Instituto de Física Proposta de um Novo Calorímetro Eletromagnético para o Experimento ALICE - LHC Camila de Conti Orientador: Prof. Dr. Marcelo Gameiro Munhoz Dissertação de
ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL DE JI-PARANÁ DEFIJI 1 SEMESTRE 2013-2 ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA Prof. Robinson
ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO
COLÉGIO ESTADUAL RAINHA DA PAZ, ENSINO MÉDIO REPOSIÇÃO DAS AULAS DO DIA 02 e 03/07/2012 DAS 1 ª SÉRIES: A,B,C,D,E e F. Professor MSc. Elaine Sugauara Disciplina de Química ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO As ondas
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA PARTÍCULAS ELEMENTARES: A PROCURA DAS PARTÍCULAS W E Z. Aluno: Reinaldo Augusto da Costa Bianchi. Professor: Gil da Costa Marques. São Paulo, 1992. Esta ilustração
Thomson denominou este segundo modelo atômico de Pudim de Passas.
EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS Durante algum tempo a curiosidade do que era constituída a matéria parecia ser impossível de ser desvendada. Até que em 450 a.c. o filósofo grego Leucipo de Mileto afirmava
CAPÍTULO 3 INTERAÇÃO DA RADIAÇÃO COM A MATÉRIA
CAPÍTULO 3 INTERAÇÃO DA RADIAÇÃO COM A MATÉRIA 3.1. IONIZAÇÃO, EXCITAÇÃO, ATIVAÇÃO E RADIAÇÃO DE FREAMENTO Sob o ponto de vista físico, as radiações ao interagir com um material, podem nele provocar excitação
FUNDAMENTOS DE ONDAS, Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica
FUNDAMENTOS DE ONDAS, RADIAÇÕES E PARTÍCULAS Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Questões... O que é uma onda? E uma radiação? E uma partícula? Como elas se propagam no espaço e nos meios materiais?
Física das Radiações e suas aplicações em Ciências da Vida
Conteúdo 5 Física das Radiações e suas aplicações em Ciências da Vida 5.1 Conceitos básicos sobre radiação Como discutimos em sala de aula a radiação é um tipo de propagação de energia que não deve ser
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 3. INTERAÇÃO DOS RAIOS X COM A MATÉRIA 3.1. Atenuação e Absorção ATENUAÇÃO:
1º trimestre Ciências Sala de estudos Data: Abril/2015 Ensino Fundamental 9º ano classe: Profª Elisete Nome: nº
1º trimestre Ciências Sala de estudos Data: Abril/2015 Ensino Fundamental 9º ano classe: Profª Elisete Nome: nº Valor: 10 Nota:.. Conteúdo: Atomística e MRU 1) Observe o trecho da história em quadrinhos
Coerência temporal: Uma característica importante
Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem
INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA
INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA RAIOS-X + MATÉRIA CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS EFEITOS DAZS RADIAÇÕES NA H2O A molécula da água é a mais abundante em um organismo biológico, a água participa praticamente
22/Abr/2015 Aula 15. 17/Abr/2015 Aula 14
17/Abr/2015 Aula 14 Introdução à Física Quântica Radiação do corpo negro; níveis discretos de energia. Efeito foto-eléctrico: - descrições clássica e quântica - experimental. Efeito de Compton. 22/Abr/2015
História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen.
História dos Raios X 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 22 de dezembro de 1895, Röntgen fez a primeira radiografia
Observação de uma nova partícula com uma massa de 125 GeV
Observação de uma nova partícula com uma massa de 125 GeV Experiência CMS, CERN 4 de Julho de 2012 Resumo Num seminário conjunto do CERN e da conferência ICHEP 2012 [1], em Melbourne, os colaboradores
IFT. Busca por Dimensões Extras no Detector CMS do Large Hadron Collider. Thiago Rafael Fernandez Perez Tomei. Orientador. Sérgio Ferraz Novaes
IFT Instituto de Física Teórica Universidade Estadual Paulista TESE DE DOUTORAMENTO IFT T.006/12 Busca por Dimensões Extras no Detector CMS do Large Hadron Collider Thiago Rafael Fernandez Perez Tomei
SISTEMA NEURONAL RÁPIDO DE DECISÃO BASEADO EM CALORIMETRIA DE ALTAS ENERGIAS. André Rabello dos Anjos
SISTEMA NEURONAL RÁPIDO DE DECISÃO BASEADO EM CALORIMETRIA DE ALTAS ENERGIAS André Rabello dos Anjos TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE
TIPO-A FÍSICA. r 1200 v média. Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 2. Resposta: 27
1 FÍSICA Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 01. Considere que cerca de 70% da massa do corpo humano é constituída de água. Seja 10 N, a ordem de grandeza do número de moléculas de água no corpo de um
I - colocam-se 100 g de água fria no interior do recipiente. Mede-se a temperatura de equilíbrio térmico de 10ºC.
COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO COPESE CAMPUS UNIVERSITÁRIO BAIRRO MARTELOS JUIZ DE FORA MG CEP 36.036-900 - TELEFAX: (3)10-3755 e-mail: [email protected] PARÂMETROS DE CORREÇÃO VESTIBULAR /FÍSICA
Introdução às interações de partículas carregadas Parte 1. FÍSICA DAS RADIAÇÕES I Paulo R. Costa
Introdução às interações de partículas carregadas Parte 1 FÍSICA DAS RADIAÇÕES I Paulo R. Costa Sumário Introdução Radiação diretamente ionizante Partículas carregadas rápidas pesadas Partículas carregadas
Lista de Exercício de Química - N o 6
Lista de Exercício de Química - N o 6 Profa. Marcia Margarete Meier 1) Arranje em ordem crescente de energia, os seguintes tipos de fótons de radiação eletromagnética: raios X, luz visível, radiação ultravioleta,
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Centro de Tecnologia e Ciências Instituto de Física Armando Dias Tavares
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Centro de Tecnologia e Ciências Instituto de Física Armando Dias Tavares Eliza Melo da Costa Estudo do impacto do empilhamento em eventos na difração simples dura
Experimento do DZero (CMS?) Pedro Mercadante (UNESP)
Guia para Análises Experimento do DZero (CMS?) Pedro Mercadante (UNESP) Sumário Dados Sinal Simulação por MC Definição dos objetos Físicos Background Simulação por MC Estimativa a partir dos dados Comparação
Lentes de vidro comprimento focal fixo Para: - Focar - Ampliar a Imagem - Controlar a Intensidade de Iluminação Alteração da posição relativa entre o
Lentes e Aberturas Lentes de vidro comprimento focal fixo Para: - Focar - Ampliar a Imagem - Controlar a Intensidade de Iluminação Alteração da posição relativa entre o conjunto de lentes Lentes Magnéticas
RECEPÇÃO DO SINAL DE MÚONS NO CALORÍMETRO HADRÔNICO DO EXPERIMENTO ATLAS. Fernando Miranda Vieira Xavier
PPEE/UFJF RECEPÇÃO DO SINAL DE MÚONS NO CALORÍMETRO HADRÔNICO DO EXPERIMENTO ATLAS Fernando Miranda Vieira Xavier Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica,
LISTA DE EXERCÍCIOS Goiânia, de de 2014 Aluno(a): ou h = 4,14 10 15 ev s é a O ÁTOMO DE BOHR
LISTA DE EXERCÍCIOS Goiânia, de de 2014 Aluno(a): Série: 3ª Turma: Disciplina: Física Professor: Hélio Código: INTRODUÇÃO À FÍSICA MODERNA Física Clássica: Física desenvolvida antes de 1900. Física Moderna:
um experimento dedicado a estudar a composição de partículas primárias de raios cósmicos e interações hadrônicas de altas energias.
Uma análise sobre diferentes parametrizações da atmosfera em simulações de chuveiros atmosféricos extensos de raios cósmicos Stefano Castro TOGNINI; Ricardo Avelino GOMES Instituto de Física Universidade
Capítulo 5 Distribuição de Energia e Linhas Espectrais
Capítulo 5 Distribuição de Energia e Linhas Espectrais As transições atômicas individuais (das quais falaremos mais adiante) são responsáveis pela produção de linhas espectrais. O alargamento das linhas
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel 6. FORMAÇÃO DE IMAGENS POR RAIOS X A Radiografia 2 fatores fundamentais: padrão de intensidade de raios-x transmitido através
FÍSICA. a) Newton por metro cúbico. b) Joule por metro quadrado. c) Watt por metro cúbico. d) Newton por metro quadrado. e) Joule por metro cúbico.
FÍSICA 13 A palavra pressão é utilizada em muitas áreas do conhecimento. Particularmente, ela está presente no estudo dos fluidos, da termodinâmica, etc. Em Física, no entanto, ela não é uma grandeza fundamental,
DETECÇÃO DE SINAIS E ESTIMAÇÃO DE ENERGIA PARA CALORIMETRIA DE ALTAS ENERGIAS. Bernardo Sotto-Maior Peralva
PPEE/UFJF DETECÇÃO DE SINAIS E ESTIMAÇÃO DE ENERGIA PARA CALORIMETRIA DE ALTAS ENERGIAS Bernardo Sotto-Maior Peralva Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica,
A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza p. 1/29
A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo [email protected] http://www.fma.if.usp.br/ rivelles/ Simpósio Nacional de
SEL FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)
SEL 5705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 5. INTERAÇÃO DOS RAIOS X COM A MATÉRIA 5.1. Atenuação e Absorção ATENUAÇÃO:
Teoria Quântica de Campos I. Sandra S. Padula Sérgio F. Novaes
Teoria Quântica de Campos I Sandra S. Padula Sérgio F. Novaes Programa Parte II Processos Elementares da Eletrodinâmica Quântica Tecnologia dos Traços e Processos Não-Polarizados Estrutura de Helicidade
NÍVEL II OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA 2013. Ensino Médio - 1ª e 2ª séries. 1ª FASE 18 de maio de 2013
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA 2013 1ª FASE 18 de maio de 2013 NÍVEL II Ensino Médio - 1ª e 2ª séries O UNIVERSO EM ESCALA PLANETÁRIA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Esta prova destina-se exclusivamente
Como o material responde quando exposto à radiação eletromagnética, e em particular, a luz visível.
Como o material responde quando exposto à radiação eletromagnética, e em particular, a luz visível. Radiação eletromagnética componentes de campo elétrico e de campo magnético, os quais são perpendiculares
Sistema de Aquisição de Imagens de raios X, utilizando FPGA, e tratamento de dados por FFT
Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas - CBPF Coordenação de Formação Científica Coordenação de Física Aplicada Mestrado Profissional Sistema de Aquisição de Imagens de raios X, utilizando FPGA, e tratamento
TIPO-A FÍSICA. x v média. t t. x x
12 FÍSICA Aceleração da gravidade, g = 10 m/s 2 Constante gravitacional, G = 7 x 10-11 N.m 2 /kg 2 Massa da Terra, M = 6 x 10 24 kg Velocidade da luz no vácuo, c = 300.000 km/s 01. Em 2013, os experimentos
UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 GABARITO DA PROVA DE FÍSICA
UFJF CONCURSO VESTIBULAR GABARITO DA PROVA DE FÍSICA Na solução da prova, use quando necessário: Aceleração da gravidade g = m / s ; Densidade da água ρ =, g / cm = kg/m 8 Velocidade da luz no vácuo c
DIFRAÇÃO DE RAIOS X DRX
DIFRAÇÃO DE RAIOS X DRX O espectro eletromagnético luz visível raios-x microondas raios gama UV infravermelho ondas de rádio Comprimento de onda (nm) Raios Absorção, um fóton de energia é absorvido promovendo
1. DEFINIÇÃO DE CORRENTE ELÉTRICA: Definição: Onde: I : é a corrente que circula no fio; t: é o tempo; Q: é a carga elétrica que passa num tempo t.
24 CORRENTE ELÉTRICA 1. DEFINIÇÃO DE CORRENTE ELÉTRICA: Definição: Onde: I : é a corrente que circula no fio; t: é o tempo; I = Q tt Q: é a carga elétrica que passa num tempo t. Orientação: mesmo sentido
04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B.
04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A e m B, sendo m A < m B, afirma-se que 01. Um patrulheiro, viajando em um carro dotado de radar a uma
Automação industrial Sensores
Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?
Problemas de Mecânica e Ondas 11
Problemas de Mecânica e Ondas 11 P. 11.1 ( Exercícios de Física, A. Noronha, P. Brogueira) Dois carros com igual massa movem-se sem atrito sobre uma mesa horizontal (ver figura). Estão ligados por uma
LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais
LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia
Interna'onal Masterclasses
Interna'onal Masterclasses 10 th Edi'on 2014 Interna'onal Masterclasses hands on par'cle physics 2014 Edi'on Programa A Estrutura Elementar da Matéria Do que o mundo é feito: q As parbculas e suas interações
=30m/s, de modo que a = 30 10 =3m/s2. = g sen(30 o ), e substituindo os valores, tem-se. = v B
FÍSIC 1 Considere a figura a seguir. Despreze qualquer tipo de atrito. a) O móvel de massa M = 100 kg é uniformemente acelerado (com aceleração a) a partir do repouso em t =0 segundos, atingindo B, emt
18 a QUESTÃO Valor: 0,25
6 a A 0 a QUESTÃO FÍSICA 8 a QUESTÃO Valor: 0,25 6 a QUESTÃO Valor: 0,25 Entre as grandezas abaixo, a única conservada nas colisões elásticas, mas não nas inelásticas é o(a): 2Ω 2 V 8Ω 8Ω 2 Ω S R 0 V energia
Projeto CAPAZ Básico Física Óptica 1
1 Introdução Ao assistir à aula, você teve acesso a alguns conceitos que fazem parte da física óptica. Refletiu sobre o conceito de luz, seus efeitos, de que forma ela está relacionada à nossa visão e
Radiografias: Princípios físicos e Instrumentação
Radiografias: Princípios físicos e Instrumentação Prof. Emery Lins [email protected] Curso de Bioengenharia CECS, Universidade Federal do ABC Radiografias: Princípios físicos Roteiro Definições e histórico
