SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
|
|
|
- Diego Martini Leal
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS
2 2
3 As caldeiras flamotubulares, também conhecidas por tubos de fumaça são construídas de forma que a água circule ao redor do conjunto de tubos de transferência de calor, montados apoiados em placas de aço chamados espelhos, formando um feixe. Pelo interior desses tubos circulam os gases produtos da combustão. Essas caldeiras geralmente produzem vapor saturado. 3
4 A figura 1 mostra a água circundando a fornalha e os tubos de troca de calor e pelo lado interno da fornalha e dos tubos circula os gases da combustão. 4
5 Passe ou passagem: Os gases da combustão atravessam os tubos da caldeira por uma, duas ou três vezes. Esta passagem dos gases atravessando ao caldeira pelo interior da fornalha ou dos tubos definem a caldeira através dos passes ou passagens. 5
6 A figura ilustra uma caldeira de três passes: Um no interior da fornalha, indo até à câmara de reversão posterior, outro, através dos tubos inferiores vindo da câmara de reversão posterior até à câmara de reversão anterior e, o terceiro através dos tubos superiores indo da câmara de reversão anterior até à saída para o chaminé. 6
7 Taxa de vaporização específica: É a produção de vapor por unidade de superfície de troca de calor dos tubos e fornalha. Nas caldeiras flamotubulares varia de 25 à 40 kg/m 2 h. 7
8 Tipo de fornalha: As caldeiras flamotubulares podem ser construídas com fornalhas internas, externas ou mistas. As fornalhas internas são mais apropriadas para combustíveis líquidos ou gasosos. Já as externas são mais apropriadas para combustíveis sólidos. As caldeiras de fornalhas mistas, são geralmente adaptações de caldeiras projetadas para combustíveis líquidos para queimarem alternativamente, combustíveis sólidos. 8
9 Consumo de combustível: As caldeiras flamotubulares movidas à BPF ou APF, consomem aproximadamente 0,075 kg de combustível para produzir 1 kg de vapor à 8 kgf/cm 2, partindo da água à 20 o C. Ou seja, produz 13,3 kg de vapor por quilo de combustível. 9
10 Rendimento: É a razão entre a energia absorvida por cada quilo de água ao sair da fase líquida, na condição de entrada na caldeira, até alcançar a fase vapor saturado, na pressão de operação; e a energia fornecida à caldeira pelo combustível para produzir cada quilo de vapor. 10
11 Taxa de produção e vapor. CALDEIRAS FLAMOTUBULARES Rendimento: c h v, p( oper.) PCI h comb l, t( ent.) m m v comb h v = Entalpia do vapor saturado na pressão de operação. h l = Entalpia do líquido saturado na temperatura de entrada. Taxa de produção de vapor m v Taxa de consumo de combustível. PCI = Poder Calorífico Inferior do combustível usado. m v As caldeiras flamotubulares apresentam rendimento na ordem de 84%. 11
12 Tamanho das Caldeiras Flamotubulares: As caldeiras flamotubulares geralmente são dimensionadas para produzir vapor saturado seco, com pressão inferior à 15 Kgf/cm 2 e na taxa de vapor de kg/h de vapor. Caldeiras flamotubulares com pressão e taxa de produção de vapor superior às mencionadas, não são recomendadas por implicarem em caldeiras de dimensões exageradas; sendo mais recomendável usar caldeiras aquatubulares. 12
13 Tamanho das Caldeiras Flamotubulares: As caldeiras flamotubulares são muitas vezes chamadas de caldeiras compactas porque são montadas sobre um chassi onde são fixados todos os dispositivos necessário para o seu funcionamento com segurança. Para colocá-la em funcionamento, basta ligá-la à rede de energia elétrica, de combustível e de distribuição de vapor. 13
14 As caldeiras Flamotubulares apresentam como vantagens: Baixo custo. Construção simples. Facilidade de manutenção. Exigir pouca alvenaria. Ser bastante reforçada. 14
15 Apresentam como desvantagens: Rendimento inferior às caldeiras aquotubulares. Demora para atingir o ponto de operação, devido o grande volume de água que acumula. Pressão limitada em aproximadamente 15 Kgf/cm 2. Pequena taxa de vaporização específica. Dificuldade para instalação de economizador e superaquecedor. 15
16 Corpo das Caldeiras Flamotubulares: As partes essenciais de uma caldeira flamotular são: Corpo cilíndrico externo (casco). Fornalha. Tubos. Espelho frontal. Espelho traseiro. Câmara de reversão frontal. Câmara de reversão traseira. Trapézio. Câmara de saída dos gases. 16
17 17
18 O corpo cilíndrico externo tem diâmetro que pode variar entre 900 e 2800 mm. O material usado no corpo cilíndrico de caldeiras deve estar em conformidade com a ASME Boiler and Pressure Vessel Code 18
19 O ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I - Power Boilers Part PG, recomenda as seguintes fórmulas para cálculo dos cascos de vasos de pressão e PR 0.8SE 0,6P C e = espessura mínima para pressão interna, mm. R = raio interno do cilindro, mm. P = pressão interna de projeto, MPa. S = tensão admissível básica do material, MPa. E = coeficiente de eficiência de solda, como explicado mais adiante. C = Sobre espessura para prevenir corrosão e/ou para erosão ou usinagem, mm. 19
20 O código ASME Boiler and Pressure Vessel Code, estabelece que os vasos destinados a vapor, água ou ar comprimido, com espessura calculada de parede inferior a 6mm, tenham uma sobre espessura de no mínimo 1/6 da espessura. 20
21 A Pressão Máxima de Trabalho Admissível (PMTA) dos cascos cilíndricos de pequena espessura é dada pela fórmula: P 0,8SEe R 0,6e Nestas expressões a espessura e e a tensão admissível S terão os valores correspondentes à condição para a qual PMTA estiver sendo calculada. A tensão admissível básica do material (S), é função da temperatura de projeto do vaso. A tensão admissível é obtido na tabela UCS-23 do código ASME VIII - Divisão I. 21
22 O ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I - Power Boilers Part PTF diz que as espessuras mínimas do casco e domo após conformados, devem ser as seguintes: Diâmetro interno do casco, em mm. Espessura mínima, em mm. Abaixo de 915 6,4 De 915 até ,0 De até ,6 Acima de ,7 22
23 O ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I - Power Boilers Part PG, no item PG 27.4 diz que para caldeira, E = Eficiência de juntas soldadas longitudinais ou de ligamentos entre aberturas, o que for menor: E = 1; para cilindros sem costura. E = 1; para juntas soldadas com todos os reforços de soldas nas juntas longitudinais removidos rentes à superfície da placa. E = 0,90; para juntas soldadas com os reforços de soldas nas juntas longitudinais abandonados no local. E = dados tirados do gráfico no item PG-53 para ligamentos entre abertura. 23
24 A tabela a seguir fornece um resumo da tabela UW-12 para o Coeficiente da Eficiência de Solda (E) em vasos de pressão. Para cilindros sem costura E =1,0. Esses coeficientes destinam-se a compensar os possíveis defeitos na solda e na região termicamente afetada pela solda. 24
25 TIPO DE SOLDA LIMITAÇÕES GRAU DE INSPEÇÃO QUE O VASO SERÁ SUBMETIDO Radiografia total Radiografia Parcial por amostragem Não Radiografada Solda de topo, feita por ambos os lados, ou por procedimento equivalente, de forma a obter penetração e fusão total. (excluem-se as soldas com mata-junta permanente). Nenhuma 1,00 0,85 0,70 Solda de topo, feita por um só lado, com mata-junta permanente. Nenhuma 0,90 0,80 0,65 Solda de topo, feita por um só lado, sem mata-junta. Uso permitido somente para soldas circunferenciais, para espessuras inferiores a 15mm, e diâmetros inferiores a 610mm. 0,60 Solda sobreposta, com filete duplo de altura total. Uso permitido para soldas Longitudinais em espessuras inferiores a 15mm, e diâmetros inferiores a 610mm. 0,55 25
26 Fornalha O ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I - Power Boilers Part PFT.14, diz que a espessura das fornalhas cilíndricas planas não pode ser inferior a 8 mm. A máxima pressão de trabalho permitida (PMTP), deve ser determinada como indicado a seguir. 26
27 Nas fórmulas deste item, teremos as seguintes definões: P = Pressão Máxima de Trabalho Permitida (PMTP), em MPa. D = Diâmetro externo da fornalha, mm. L = Comprimento total da fornalha, mm. e = Espessura mínima da fornalha, mm. 27
28 Para fornalhas com Diâmetro Externo até 152 mm: P 96,5 ( e 1,65) D 28
29 Para fornalhas com Diâmetro Externo de 152 mm à 460 mm e que o comprimento da fornalha não ultrapasse 4,5 vezes o diâmetro (para L < 120e) P 0,355 (300e D 1,03L) 29
30 Quando L for maior que 120 vezes a espessura, usamos: P 7500e LD 2 30
31 Para fornalhas com Diâmetro Externo de 152 mm à 460 mm e que o comprimento da fornalha é superior a 4,5 vezes o diâmetro (para e < 0,023D) P 68900e 3 D 3 31
32 Quando a espessura for maior que 0,023D, usamos: P 119,28e D 1,90 32
33 Para fornalhas com Diâmetro de 460 mm(externo) a 970 mm(interno) e que o comprimento da fornalha não exceda 6 vezes o diâmetro (para L < 120e): P 0,355 (300e D 1,03L) 33
34 Quando L for maior que 120 vezes a espessura, usamos: P 7500e LD 2 34
35 Para fornalhas com Diâmetro de 460 mm(externo) a 970 mm(interno) e que o comprimento da fornalha é superior à 6 vezes o diâmetro (para L < 120e): P 0,355 (300e D 6,18L) 35
36 Quando L for maior que 120 vezes a espessura, usamos: P 7500e 6D
37 Tubos O ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I - Power Boilers Part PFT.12, recomenda que a Pressão Máxima de Trabalho Permitida para Tubos de aço em caldeira seja determinada por P 96,5 ( e 1,65) D P = Pressão Máxima de Trabalho Permitida(PMTP), em MPa. e = Espessura mínima da parede do tubo, mm. D = Diâmetro externo do Tubo, mm. 37
38 Tubos Para Tubos de cobre em caldeira, O ASME Boiler and Pressure Vessel Code - Section I - Power Boilers Part PFT.12, recomenda que a Pressão Máxima de Trabalho(PMTP) seja determinada por: P ( e 1,0) 82,7 1,72 D P = Pressão Máxima de Trabalho Permitida(PMTP), em MPa. e = Espessura mínima da parede do tubo, mm. D = Diâmetro externo do Tubo, mm. 38
39 As fórmulas citadas anteriormente, visam dar uma visão panorâmica das recomendações do Código ASME para caldeiras e vasos de pressão. O assunto é muito extenso e complexo. Portanto, recomendamos uma consulta mais profunda do ASME Boiler and Pressure Vessel Code, pois existem inúmeras particularidades não abordadas nesta apostila. 39
40 Do ponto de vista de segurança é importante notar que as determinações da espessura mínimas de uma parede para resistir uma determinada pressão, são feitas através de fórmulas que trazem no numerador o produto PD (P = Pressão de operação e D = O diâmetro do vaso) e no denominador a tensão admissível do material S. Ou seja, e f PD S 40
41 Assim, quanto maior a pressão de operação maior a espessura para resisti-la. Quanto maior o diâmetro do vaso, maior deve ser a espessura para resistir a mesma pressão e quanto maior a tensão admissível do material, menor é a espessura necessária. 41
42 É importante notar que a tensão admissível do material cai com o aumento de temperatura à qual ele está submetido. Portanto, o superaquecimento de parte sujeitas a pressão é a grande causa de explosões visto que a espessura teria sido calculada para temperaturas menores. 42
43 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE ALGUMAS CALDEIRAS FLAMOTUBULARES DE FABRICAÇÃO ATA. COMBUSTÃO A ÓLEO COMBUSTÍBEL BPF OU APF CALDEIRA UNID. ATA-18 ATA-20 ATA-22 ATA-24 ATA-26 Superfície de aquecimento m Produção de vapor água 20 o C Kg/h Produção de vapor água 80 o C Kg/h Consumo máximo de óleo Kg/h Volume de água na caldeira m 3 5,3 5,9 7,6 8,4 8,5 43
44 BIBLIOGRAFIA Santos, A. M, Apostila de Máquinas Térmicas, Universidade de São Paulo, São Carlos
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA CALDEIRAS E COMPONENTES Prof. Dr. Ramón Silva - 2015 Sistemas Térmicos de Potência - 2015 O objetivo dessa aula é mostrar os componentes das caldeiras flamotubulares e aquatubulares.
09/09/ Agosto/2012
09/09/2012 1 Agosto/2012 Caldeiras 09/09/2012 2 CALDEIRAS Histórico 1698 - O inglês Thomas Savery patenteou um sistema de bombeamento de água utilizando vapor como força motriz. 1711 Newcomen desenvolveu
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 Caldeira de vapor é todo equipamento que utilizando a energia química liberada durante a combustão de um combustível
17/02/ Agosto/2012
17/02/2013 1 Agosto/2012 Caldeiras 17/02/2013 2 O VAPOR Um vapor é uma substância na fase de gás à uma temperatura inferior à sua temperatura crítica. Isto significa que o vapor pode ser condensado para
Maquinas Termicas Geradores de Vapor
Máquinas Térmicas: Geradores de Vapor Geradores de Vapor Fornalha Caldeira Superaquecedores Economizadores Aquecedores de Ar Dispositivos de Controle e Segurança Tiragem 1 Gerador de Vapor Usina : 65 MW
Maquinas Termicas Geradores de Vapor
Máquinas Térmicas: Geradores de Vapor Geradores de Vapor Fornalha Caldeira Superaquecedores Economizadores Aquecedores de Ar Dispositivos de Controle e Segurança Tiragem 1 Gerador de Vapor Usina : 65 MW
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA GERADORES DE VAPOR Prof. Dr. Ramón Silva - 2015 O objetivo dessa aula apresentar e classificar os diversos tipos de geradores de vapor. Prof. Dr. Ramón Silva - 2015 2 Gerador
Curso Técnico em Eletromecânica CALDEIRAS A VAPOR. Disciplina: Instalações Industriais 4º Módulo. Prof. Matheus Fontanelle Pereira
Curso Técnico em Eletromecânica CALDEIRAS A VAPOR Disciplina: Instalações Industriais 4º Módulo Prof. Matheus Fontanelle Pereira Lages, dezembro de 2017. Sumário: Propriedades da água Tipos de Caldeiras
Caldeiras Industriais
Caldeiras Industriais SUMÁRIO VAPOR 5 O QUE É VAPOR? 5 CALOR 10 QUANTIDADE DE CALOR 10 CALOR ESPECÍFICO 10 TRANSFERÊNCIA DE CALOR 11 CALOR SENSÍVEL 11 CALOR LATENTE 11 CALOR TOTAL 11 TIPOS DE VAPOR 21
Para o desenvolvimento do projeto de uma caldeira flamotubular os requisitos de projeto deverão estar definidos conforme a Tabela 1.
1. Dimensionamento Caldeiras 1.1. Requisitos de Projeto Para o desenvolvimento do projeto de uma caldeira flamotubular os requisitos de projeto deverão estar definidos conforme a Tabela 1.1 Tabela 1.1
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Operações Unitárias na Indústria de Alimentos. Profa. Marianne Ayumi Shirai
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Operações Unitárias na Indústria de Alimentos Profa. Marianne Ayumi Shirai CALDEIRAS Caldeira ou Gerador de vapor é um equipamento que se destina
Maquinas Termicas - Fornalha
Máquinas Térmicas: Fornalhas Combustão 1 Fornalha Converte energia química do combustível em energia térmica. De acordo com o tipo e a qualidade do combustível disponível, a queima pode ser em suspensão,
Caldeiras. Notas das aulas da disciplina de EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS. Equipamentos Industriais 1
Caldeiras Notas das aulas da disciplina de EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS Equipamentos Industriais 1 Geradores com câmara de combustão Caldeiras Tipo de combustível sólido, líquido, gasoso, misto Fluido quente
1) A eficiência das caldeiras elétricas varia significativamente de acordo com a carga. ( ) Certo ( ) Errado
1) A eficiência das caldeiras elétricas varia significativamente de acordo com a carga. 2) As caldeiras a combustão se dividem, basicamente em dois tipos básicos: caldeiras elétricas e caldeiras fogotubulares.
PRODUTOS.
PRODUTOS www.psienergiatermica.com.br CENTRAL TERMOELÉTRICA Motor a Vapor com 3 potências disponíveis: 100, 200 e 300 CV, com alta capacidade de transformação do vapor, que garante geração de energia térmica
CÁLCULO DO RENDIMENTO DE UM GERADOR DE VAPOR
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade [email protected] CÁLCULO DO RENDIMENTO DE UM 1 INTRODUÇÃO: A principal forma
TÍTULO: EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE UM VASO DE PRESSÃO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DE PROJETO
16 TÍTULO: EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE UM VASO DE PRESSÃO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DE PROJETO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA
J.G INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE GERADORES LTDA EPP
TECNOLOGIA EM AQUECIMENTO TÉRMICO 1 Nossa História A J.G foi fundada em 1987 com o intuito de atender a necessidade do mercado no segmento de aquecimento térmico oriundo de vapor ou óleo térmico e desde
Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira
Máquinas Térmicas Transferência de Calor na Caldeira Dimensionamento térmico Objetivo: minimizar investimentos em material e buscar o aproveitamento racional da eneria. Abordaem: combinação de fundamentos
Transferência de Calor em Geradores de Vapor
ransferência de Calor em Geradores de Vapor Considerações gerais O dimensionamento térmico das paredes d água e dos feixes de tubos deve: Minimizar investimentos em material Otimizar o aproveitamento da
SOLDAGEM. Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
09 SOLDAGEM Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Soldagem por resistência Soldagem por resistência Soldagem através da geração de calor devida à passagem de corrente elétrica e da aplicação
Elementos de máquina. Diego Rafael Alba
E Diego Rafael Alba Rebites Um rebite compõe-se de um corpo em forma de eixo cilíndrico e de uma cabeça. A cabeça pode ter vários formatos. A solda é um bom meio de fixação, mas, por causa do calor, ela
MOTORES TÉRMICOS AULA 3-7 SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR PROF.: KAIO DUTRA
MOTORES TÉRMICOS AULA 3-7 SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR PROF.: KAIO DUTRA Modelando Sistemas de Potência a Vapor A grande maioria das instalações elétricas de geração consiste em variações das instalações
EXERCÍCIOS API 579 PARTE 3 FRATURA FRÁGIL
EXERCÍCIOS API 579 PARTE 3 FRATURA FRÁGIL 1) Um duto construído com aço API 5L X70 tem espessura igual a 25mm. A temperatura mínima de trabalho do aço do duto deverá ser -10 o C. Verificar se é possível
Soldagem TUBOxESPELHO em vasos de pressão do tipo trocador de calor casco e tubo
Soldagem TUBOxESPELHO em vasos de pressão do tipo trocador de calor casco e tubo Nome: Leonardo Zuqui Coelho E-mail:[email protected] Data: 24/05/2014 Local: Cotia-SP Introdução Este trabalho tem
RELATÓRIO DE INSPEÇÃO PERIÓDICA CONFORME NR-13 (Redação dada pela Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014)
CLIENTE: MARFRIG GLOBAL FOODS ALEGRETE RS RELATÓRIO DE INSPEÇÃO PERIÓDICA CONFORME NR13 (Redação dada pela Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014) Tubulações de AMÔNIA Ano 2015 Rua: Glauber Rocha,
Soldagem arco submerso III
Soldagem arco submerso III Péricles Cirillo - E-mail: [email protected] 1. Aplicação de uniões por soldagem à arco submerso 1.1 Indústria de construção naval Figura 1: mostra tipos de soldas
MÁQUINAS TÉRMICAS E PROCESSOS CONTÍNUOS
MÁQUINAS TÉRMICAS E PROCESSOS CONTÍNUOS AULA 6-8 MELHORANDO O DESEMPENHO PROF.: KAIO DUTRA Superaquecimento Como não estamos restritos a ter vapor saturado na entrada da turbina, uma energia adicional
Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2
Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2 1. (Incropera et al., 6 ed., 7.2) Óleo de motor a 100ºC e a uma velocidade de 0,1 m/s escoa sobre as duas
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 EFICIÊNCIA NA UTILIZAÇÃO DE VAPOR 3 2 Há muitos caminhos para otimizar o uso de vapor. Tudo depende
INSPEÇÃO DE SOLDAGEM. Qualificação de Procedimentos de Soldagem e de Soldadores
INSPEÇÃO DE SOLDAGEM Qualificação de Procedimentos de Soldagem e de Soldadores e Soldadores Definições Peça de Teste Chapa ou tubo de teste Chapa ou Tubo de Teste Peça soldada para a qualificação de procedimento
Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível
Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível 1. Enquadramento De acordo com a prestação de serviços para o Desenvolvimento de uma unidade
Modelagem de equipamentos térmicos Trocadores de calor
Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica Modelagem de equipamentos térmicos Trocadores de calor Introdução Trocadores de calor Equipamentos que realizam
TÍTULO: ESTUDO DO VASO DE PRESSÃO COM VIABILIDADE DE MUDANÇAS EM SUAS CARACTERISTICAS
16 TÍTULO: ESTUDO DO VASO DE PRESSÃO COM VIABILIDADE DE MUDANÇAS EM SUAS CARACTERISTICAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ENIAC AUTOR(ES):
MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 : A 13º norma regulamentadora, estabelece todos os requisitos
GERADORES DE VAPOR FOGOTUBULARES. Tecnologia
GERADORES DE VAPOR FOGOTUBULARES Geradores de Vapor Definição 2 Geradores de vapor, ou simplesmente caldeira, é um trocador de calor complexo, que produz energia térmica em forma de vapor, a partir de
Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira
Máquinas érmicas ransferência de Calor na Caldeira Dimensionamento térmico Objetivo: minimizar investimentos em material e buscar o aproveitamento racional da eneria. Abordaem: combinação de fundamentos
Energia das ondas. Introdução. Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Mecânica. Energia das ondas 02/24/2013
Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Mecânica Energia das ondas Energia das ondas Alfredo Ferrari Junior Filippo Lorenzini Gilmar dos Santos Correia Leandro Migliard Magalhães Lucas Monteiro
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA
SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR 2 SIST. POTÊNCIA A VAPOR Diferente do ciclo de potência a gás, no ciclo de potência
Soldagem por fricção. Daniel Augusto Cabral -
Soldagem por fricção Daniel Augusto Cabral - E-mail: [email protected] 1. Princípios do processo A norma DVS 2909 declara a soldagem de fricção um grupo de procedimentos de soldagem a pressão.
Transferência de Calor e Massa 1
Transferência de Calor e Massa 1 18. Condução condicionador de ar Um equipamento condicionador de ar deve manter uma sala, de 15 m de comprimento, 6 m de largura e 3 m de altura a 22 oc. As paredes da
SOLDAGEM. Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
07 SOLDAGEM Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Processo de soldagem por arco elétrico Este é mais um processo de soldagem que utiliza como fonte de calor a formação de um arco elétrico
MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING. Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD.
MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA MOLDAGEM EM AREIA Vantagens 1. A moldagem por areia verde é o mais barato dentre todos os métodos de
PERGUNTAS E RESPOSTAS COMENTADAS SOBRE NR 13
PERGUNTAS E RESPOSTAS COMENTADAS SOBRE NR 13 O que são vasos e caldeiras para fins de aplicação da NR 13? Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior
Exame de Transmissão de Calor Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica e Engenharia Aeroespacial 30 de Janeiro de º Semestre
Eame de Transmissão de Calor Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica e Engenharia Aeroespacial 30 de Janeiro de 2012 1º Semestre Observações: 1- Duração do eame: 3 h 2- Tempo aconselhado para a parte
GUIA PARA AJUSTE DAS VÁLVULAS DE SEGURANÇA DE CALDEIRAS DE RECUPERAÇÃO E DE FORÇA
1/7 RECOMENDAÇÃO DO COMITÊ DE SEGURANÇA EM CALDEIRAS DE RECUPERAÇÃO DO BRASIL (Sub-comitê de Manutenção, Inspeção e Instrumentação) GUIA PARA AJUSTE DAS VÁLVULAS DE SEGURANÇA DE CALDEIRAS DE RECUPERAÇÃO
Exame de Admissão 2016/1 Prova da área de termo fluidos Conhecimentos específicos
Exame de Admissão 2016/1 Prova da área de termo fluidos Conhecimentos específicos 1ª. Questão (1 ponto) Considere uma bomba centrífuga de 20 kw de potência nominal, instalalada em uma determinada planta
TUBULAÇÕES INDUSTRIAS AULA 4 Prof. Clélio AULA 4. Volume I do Livro Texto CONTEÚDO: Capítulo 7. Purgadores de Vapor, Separadores Diversos e Filtros.
AULA 4 Volume I do Livro Texto CONTEÚDO: Capítulo 7 Purgadores de Vapor, Separadores Diversos e Filtros. 1 LINHAS DE VAPOR Nas linhas de vapor sempre haverá água líquida (condensado) resultante da condensação
PME 3344 Termodinâmica Aplicada
PME 3344 Termodinâmica Aplicada 11) Ciclos motores a vapor 1 v. 2.0 Por que estudar ciclos? Pergunta: Quanto custa operar uma usina termelétrica de 1000 MW de potência elétrica, queimando combustível fóssil,
Lista de problemas número 1. Exercícios de Refrigeração e Psicrometria A) REFRIGERAÇÃO
Lista de problemas número 1 Exercícios de Refrigeração e Psicrometria A) REFRIGERAÇÃO 1) Determinar as propriedades do R-134 nas seguintes condições: a) t = - 40 o C x = 1 b) p = 1 MPa t = 80 0 C c) p
REBITES. Diógenes Bitencourt
REBITES Diógenes Bitencourt REBITES Um rebite compõe-se de um corpo em forma de eixo cilíndrico e de uma cabeça. REBITES Rebite de Repuxo ou Pop Destaca-se por sua rapidez, economia e simplicidade em fixar
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA TM-364 MÁQUINAS TÉRMICAS I. Máquinas Térmicas I
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA TM-364 MÁQUINAS TÉRMICAS I Máquinas Térmicas I "Existem três tipos de pessoas: as que sabem e as que não sabem contar...
) (8.20) Equipamentos de Troca Térmica - 221
onde: v = &m = Cp = h lv = U = A = T = t = volume específico vazão em massa (Kg/h) calor específico calor latente de vaporização coeficiente global de troca térmica área de transmissão de calor temperatura
29/11/2010 DEFINIÇÃO:
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 DEFINIÇÃO: Trocadores de calor são dispositivo utilizados
EPS 10 FACIULDADE SENAI NADIR DIAS DE FIGUEIREDO
EPS 10 FACIULDADE SENAI NADIR DIAS DE FIGUEIREDO POS GRADUAÇÃO EM INSPEÇÃO E AUTOMAÇÃO EM SOLDAGEM PROFESSOR: LUIZ GIMENES Jr. ALUNO: ROBERTO BATISTA DOS SANTOS E-mail: [email protected] FEVEREIRO
3. Um gás ideal passa por dois processos em um arranjo pistão-cilindro, conforme segue:
1. Um arranjo pistão-cilindro com mola contém 1,5 kg de água, inicialmente a 1 Mpa e título de 30%. Esse dispositivo é então resfriado até o estado de líquido saturado a 100 C. Calcule o trabalho total
ArtMill Acessórios Ltda EPP Rua Antonio Amorim, 100 Distrito Industrial Cerquilho/SP Fone/Fax: (15)
ArtMill Acessórios Ltda EPP Rua Antonio Amorim, 100 Distrito Industrial Cerquilho/SP Fone/Fax: (15) 3288 4888 1 - A marcação da base é fundamental para determinar o tamanho a ser usado na construção, fator
Aquecedores de água a gás
Aquecedores de água a gás Seminário Técnico ABNT Ribeirão Preto Fevereiro/18 ABAGAS Algumas perguntas... Você tem um aquecedor de água a gás na sua casa? Você já tomou banho com um aquecedor de água a
CALDEIRAS E GERAÇÃO DE VAPOR. Profa. Roberta S. Leone 1
CALDEIRAS E GERAÇÃO DE VAPOR Instalações em Sistemas Industriais Engenharia de Alimentos Profa. Roberta S. Leone Profa. Roberta S. Leone 1 Profa. Roberta S. Leone 2 DEFINIÇÃO GERADORES DE VAPOR Gerador
ÁREA DE ESTUDO: CÓDIGO 16 TERMODINÂMICA APLICADA, MECÂNICA DOS FLUIDOS E OPERAÇÕES UNITÁRIAS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS COMISSÃO COORDENADORA DE CONCURSOS CONCURSO PÚBLICO PROFESSOR EFETIVO EDITAL Nº 10/DGP-IFCE/2010 ÁREA DE ESTUDO:
Sistemas térmicos. Engenharia Mecânica. Profa. Jacqueline Copetti Sala C02-239
Sistemas térmicos Engenharia Mecânica Profa. Jacqueline Copetti www.professor.unisinos.br/jcopetti Sala C02-239 1. INTRODUÇÃO AOS TROCADORES DE CALOR Trocadores de calor Equipamentos que realizam a troca
Fornalha. Aparelho de combustão Câmara de combustão. Atmosfera: Local onde se queima o combustível
FORNALHAS Fornalha Local onde se queima o combustível Aparelho de combustão Câmara de combustão Atmosfera: Uma boa combustão se processa sempre com excesso de ar. A atmosfera de uma fornalha é oxidante.
Motores Térmicos. 8º Semestre 4º ano. Prof. Jorge Nhambiu
Motores Térmicos 8º Semestre 4º ano Aula 2 - Tópicos Definição Objectivo e Divisão dos Motores de Combustão Interna; Motor Wankel; Motor de êmbolo; Bases utilizadas para a classificação dos motores; Valores
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SÓLIDOS II Aula 03 Vasos de Pressão de Paredes finas Eng. Civil Augusto
Exercícios e exemplos de sala de aula Parte 3
Introdução à transferência de calor PME2398 Termodinâmica e suas Aplicações 1 o semestre / 2013 Prof. Bruno Carmo Exercícios e exemplos de sala de aula Parte 3 1- Uma placa de alumínio, com 4mm de espessura,
1 Descrição do equipamento
1 Descrição do equipamento A Caldeira Aguatubular 25VP-12W fabricada pela, foi projetada para queimar gás natural e óleo combustível ATE 1 A. A Caldeira e acessórios, encontram-se em ótimo estado de conservação
UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE MECÂNICA Instalações Térmicas 2º Teste 120 minutos 11 de Outubro de 2013
º Teste 10 minutos 11 de Outubro de 013 Pergunta 1 (1,5 valores) Como é movida a carga nos fornos de impulso? A carga forma uma camada continua de material que é depositada numa fornalha refractaria ou
12 AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E LOCALIZAÇÃO DE PERDAS
12 AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E LOCALIZAÇÃO DE PERDAS EFICIÊNCIA (η) pode ser usada para converter o TRABALHO IDEAL, ou uma variação de energia ideal, para TRABALHO REAL, ou variação de energia
Lista de Exercícios Solução em Sala
Lista de Exercícios Solução em Sala 1) Um conjunto pistão-cilindro área de seção transversal igual a 0,01 m². A massa do pistão é 101 kg e ele está apoiado nos batentes mostrado na figura. Se a pressão
SOLDAGEM. Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
10 SOLDAGEM Engenharia Mecânica Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Cálculo de tensões em juntas soldadas Terminologia Juntas soldadas: região da peça onde duas ou mais partes são unidas pela operação
Capítulo IV FRATURA FRÁGIL
pg.1 Capítulo IV FRATURA FRÁGIL 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste critério de avaliação é evitar uma fratura frágil catastrófica consistente com a filosofia do código ASME. A intenção é prevenir a iniciação
MÁQUINAS TÉRMICAS E PROCESSOS CONTÍNUOS
MÁQUINAS TÉRMICAS E PROCESSOS CONTÍNUOS AULA 4-5 SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR PROF.: KAIO DUTRA Modelando Sistemas de Potência a Vapor A grande maioria das instalações elétricas de geração consiste em
CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA
CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio
MÁQUINAS TÉRMICAS Prof. Dr. Charles Assunção
MÁQUINAS TÉRMICAS Prof. Dr. Charles Assunção APLICAÇÃO DO ESTUDO DE MÁQUINAS TÉRMICAS Fonte: Wylen; Sonntag; Borgnakke. Fundamentos da termodinâmica. Blucher. APLICAÇÃO DO ESTUDO DE MÁQUINAS TÉRMICAS Fonte:
E = 70GPA σ e = 215MPa. A = 7500mm 2 I x = 61,3x10 6 mm 4 I y = 23,2x10 6 mm 4
Lista 1 1. A coluna de alumínio mostrada na figura é engastada em sua base e fixada em seu topo por meios de cabos de forma a impedir seu movimento ao longo do eixo x. Determinar a maior carga de compressão
0 Introdução à Soldagem. Professor: Luiz Cláudio Furlan
0 Introdução à Soldagem Professor: Luiz Cláudio Furlan 1 SOLDAGEM FUNDAMENTOS E TECNOLOGIA Terminologia e Simbologia de Soldagem; Princípios de Segurança em Soldagem. Normas e Qualificação em Soldagem.
Projeto mecânico do MTP
Projeto mecânico do MTP 26/11/13: As especificações do grão propelente conforme passadas pelo Prof. Marchi: 1) Grão cilíndrico (cigarro); 2) Diâmetro do grão propelente 60 mm; 3) Comprimento do grão propelente:
AdP - ÁGUAS DE PORTUGAL
1 LIGAÇÕES 1.1 As uniões são do tipo flangeadas ou soldadas, conforme indicado nos desenhos de projecto, à excepção das com diâmetro igual ou inferior a 65 mm que poderão ser do tipo roscado. 1.2 Nas ligações
Geração Termelétrica
Geração Termelétrica Prof. José Antônio Perrella Balestieri ([email protected]) Departamento de Energia Faculdade de Engenharia Campus de Guaratinguetá/UNESP Versão Set/2015 Perfil da geração elétrica
Utilizado quando se necessita rejeitar calor a baixas temperaturas. O uso do AR como meio de resfriamento tem as seguintes vantagens:
TROCADORES DE CALOR ALETADOS E/OU COMPACTOS Utilizado quando se necessita rejeitar calor a baixas temperaturas. Pode-se utilizar como meios de resfriamento: ÁGUA ou AR O uso do AR como meio de resfriamento
Condensadores. Principais Tipos. Resfriados a ar sistema de ar condicionado e refrigeração comercial
Condensadores Principais Tipos Resfriados a ar sistema de ar condicionado e refrigeração comercial Condensadores Resfriados a água sistema de ar condicionado e refrigeração comercial Trocador casco e tubo
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SÓLIDOS II Aula 03 Vasos de Pressão de Paredes finas Eng. Civil Augusto
EN 2411 Aula 13 Trocadores de calor Método MLDT
Universidade Federal do ABC EN 24 Aula 3 Trocadores de calor Método MLDT Trocadores de calor São equipamentos utilizados para promover a transferência de calor entre dois fluidos que se encontram sob temperaturas
6. Conclusões e recomendações
87 6. Conclusões e recomendações É importante relembrar que o funcionamento do motor de um grupo gerador, para uma revolução de 1800 RPM, sempre irá atingir o seu melhor desempenho, pois é fabricado para
Confecção por Indução Top
A gama 700XP engloba mais de 100 modelos concebidos para garantir elevados níveis de desempenho, fiabilidade, economia de energia, normas de segurança e operações ergonómicas. Estes conceitos estão reflectidos
MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS
MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS PRINCIPAIS MEIOS: LIGAÇÕES ROSQUEADAS LIGAÇÕES SOLDADAS LIGAÇÕES FLANGEADAS LIGAÇÕES DE PONTA E BOLSA OUTROS SISTEMAS Ligações de compressão Ligações patenteadas FATORES QUE INTERFEREM
Ronald Schwanke Eng. Químico, MSc. Coord. Técnico Plataforma de Energia e Emissões Consultor em Eficiência Energética e Emissões Atmosféricas
sc.senai.br Ronald Schwanke Eng. Químico, MSc. Coord. Técnico Plataforma de Energia e Emissões Consultor em Eficiência Energética e Emissões Atmosféricas PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS PLATAFORMA EQUIPE TÉCNICA
Classificação de Trocadores de Calor
Trocadores de Calor Trocadores de Calor Equipamento usados para implementar a troca de calor entre dois ou mais fluidos sujeitos a diferentes temperaturas são denominados trocadores de calor Classificação
Aula 6 Vapor e ciclos combinados
Universidade Federal do ABC P O S M E C Aula 6 Vapor e ciclos combinados MEC202 Ciclos de vapor Consideramos os ciclos de alimentação de vapor, em que o fluido de trabalho é alternativamente vaporizado
precisamente monitorados.
NR 14 - FORNOS Os fornos industriais são produzidos em diferentes modelos para atender às necessidades das indústrias, seja para produção de alimentos ou aquecimento de materiais. No setor de alimentos
PME 3344 Termodinâmica Aplicada
PME 3344 Termodinâmica Aplicada 10) Ciclos motores a vapor 1 v. 2.0 Por que estudar ciclos? Pergunta: Quanto custa operar uma usina termelétrica de 1000 MW de potência elétrica, queimando combustível fóssil,
Tubulações Industriais AULA CÁLCULO DE ESPESSURA E VÃO.
Tubulações Industriais AULA 11-12 CÁLCULO DE ESPESSURA E VÃO. PROF.: KAIO DUTRA Calculo da Espessura da Parede oconsiderando um cilindro sujeito a uma pressão interna, deduzem-se teoricamente as seguintes
