EXERCÍCIOS API 579 PARTE 3 FRATURA FRÁGIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXERCÍCIOS API 579 PARTE 3 FRATURA FRÁGIL"

Transcrição

1 EXERCÍCIOS API 579 PARTE 3 FRATURA FRÁGIL 1) Um duto construído com aço API 5L X70 tem espessura igual a 25mm. A temperatura mínima de trabalho do aço do duto deverá ser -10 o C. Verificar se é possível haver falha frágil do tubo. 2) O costado cilíndrico de um Vaso de Pressão VP construído com aço SA 516 grau 70 normalizado tem espessura igual a 30mm. A temperatura do costado mínima é 5 o C para uma tensão máxima igual a 55MPa. Verificar se é possível haver falha frágil do VP. 3) Um duto construído com aço API 5L X70 tem espessura igual a 25mm. A temperatura de trabalho do aço do duto deverá ser -20 o C. Verificar se é possível haver falha frágil do VP. 4) O costado cilíndrico de um Vaso de Pressão VP construído com aço SA 515 grau 60 normalizado tem espessura igual a 25mm. A temperatura do costado mínima é 5 o C para uma tensão máxima igual a 55MPa. Verificar se é possível haver falha frágil do VP. PARTE 4 PERDA ESPESSURA UNIFORME Durante inspeção uma corrosão interna foi encontrada no costado cilíndrico de um trocador de calor. O trocador foi construído segundo ASME B&PV CODE, SECTION VIII, DIV. 1 ED Material SA-516 GRAU 60. Pressão de Projeto 3.85 MPa. Verificar se atende nível 1. Dados do vaso e da inspeção:

2 Uma corrosão interna na solda longitudinal foi encontrada durante a inspeção de um vaso de pressão. O VP foi construído segundo ASME B&PV Code, Section VII, Division 1, Edition 1998 with the 1999 addenda. Verificar se atende nível 1. ESPESSURAS PARA LEVANTAMENTO DO PERFIL CRÍTICO (mm) Posições Circunferenciais Posições C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 Longitudinais Distâncias entre posições (mm) M M M M M M M Pressão de projeto = 2.07 MPa Diâmetro interno = mm Espessura nominal = Perda uniforme (LOSS) = 0 mm Perda futura (FCA) = 2.54 mm Eficiência de solda = 0.85 Problema 3. Durante inspeção uma corrosão interna foi encontrada na parte esférica de um tampo elíptico. O vaso de pressão foi construído segundo ASME B&PV CODE, SECTION VIII, DIV. 1 ED Material SA-516 GRAU 70. Pressão de Projeto 1.85 MPa. Verificar se atende nível 1.

3 ESPESSURAS PARA LEVANTAMENTO DO PERFIL CRÍTICO (mm) Posições Circunferenciais Posições C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 Longitudinais Distâncias entre posições (mm) M M M M M M M M Diâmetro = 2032mm Espessura nominal = 19 mm Perda uniforme (LOSS) = 0 mm Corrosão futura (FCA) = 3 mm Distância a uma descontinuidade estrutural (Lmsd) = 2000 mm PARTE 5 PERDA LOCALIZADA ESPESSURA (PLE) Uma PLE há sido encontrada na superfície interior de um vaso de pressão. O vaso de pressão foi construído segundo ASME B&PV CODE, SECTION VIII, DIV. 1 ED Pressão de Projeto: 2.07 MPa. Diâmetro interno: mm Espessura nominal: mm 2.54 mm mm E,L : 1 E,C: 1 Lmsd: 1524 mm

4 ESPESSURAS PARA LEVANTAMENTO DO PERFIL CRÍTICO (mm) Posições Circunferenciais Posições C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 Longitudinais Distâncias entre posições (mm) M M M M M Um sulco há sido encontrado na superfície exterior de um vaso de pressão. O vaso de pressão foi construído segundo ASME B&PV CODE, SECTION VIII, DIV. 1 ED Pressão de Projeto: 2.07 MPa. Diâmetro interno: 2286 mm Espessura medida: mm 0 mm 3.17 mm E,L : 1 E,C: 1 Lmsd: mm Dados do sulco: Direção = longitudinal Largura, gw = 38.1 mm Comprimento, gl = mm Profundidade = mm Radio, gr = mm Problema 3 Uma região com perda de espessura foi encontrada na superfície interna de o costado cilíndrico de um vaso de pressão. O vaso foi construído segundo ASME Section VIII, Div Determinar se o vaso é aceito para continuar em operação. Pressão de Projeto: 2.07 C Diâmetro interno: 2438 mm

5 Espessura nominal: 32 mm 2.5 mm 3.2 mm E,L : 1 E,C: 1 Lmsd: 1520 mm Segundo a inspeção o valor de s =191 mm e c = 250 mm, a espessura remanescente na região do defeito é uniforme e igual a 16 mm (tmm). PARTE 6 PERDA PITIFORME DE ESPESSURA Pites espalhados foram encontrados no costado cilíndrico de um vaso de pressão durante sua inspeção. O vaso foi construído segundo ASME, Section VIII, Div. 1, Determinar se o vaso pode continuar em operação para sua atual MAOP (Pressão de operação máxima admissível) Pressão de Projeto: 2.07 C Diâmetro interno: 1524 mm Espessura nominal: mm 1.27 mm 1.78 mm Tensão admissível (Sa): Mpa E,C: 0.85 Lmsd: 1520 mm Inspeção: A profundidade máxima de pite, wmax = 7.62 mm

6 Pites espalhados foram encontrados na superfície externa da seção reta de uma tubulação durante sua inspeção. A tubulação foi construída segundo ASME B31.3, Determinar se a tubulação pode continuar em operação para sua atual MAOP (Pressão de operação máxima admissível). Material : SA-106 GRAU B. Pressão de Projeto: 1.72 C Diâmetro externo: mm Espessura nominal: mm 0 mm 0.76 mm Tensão admissível (Sa): Mpa E,C: 1 Inspeção: A profundidade máxima de pite, wmax = 5.6 mm

7 PARTE 7 DANO PELO HIDROGÊNIO Dano induzido pelo Hidrogênio (HIC) foi detectado durante inspeção no costado cilíndrico de um vaso de pressão. O vaso foi construído segundo ASME, Section VIII, Div. 1, Determinar se o vaso pode continuar em operação. Dados do Vaso: Pressão de Projeto: 2.07 C Diâmetro interno: mm Espessura nominal: mm 0 mm 3.17 mm E: 0.85 PWHT: Sim Inspeção: HIC HIC Area 1 HIC Area 2a HIC Area 2b HIC Area 3 HIC Area 4 Dimensão, s [mm] Dimensão, c [mm] Distância borda-borda à bolha ou HIC mais próximo. LH [mm] Mínima espessura medida, superfície interna tmm -ID [mm] Mínima espessura medida, superfície externa tmm -OD [mm] Mínima espessura medida, total ambos lados tmm [mm] Distância à solda mais próxima LW [mm] Distância à uma descontinuidade estrutural Lmsd [mm] Profundidade do dano por HIC wh PARTE 8 IRREGULARIDADES GEOMÉTRICAS A inspeção de uma tubulação indica que existe um desalinhamento na solda longitudinal. A tubulação foi projetada usando o ASME B31.3. Determinar se a tubulação está adequada para o serviço.

8 Dados da tubulação: Material: ASTM A-691 Grade 1-1/4Cr year 1990 Diâmetro Externo, D = mm (36 in) Espessura de parede, t = 12.7 mm (0.5 in) Pressão de projeto, P = 2.17 MPa (315 psi) Eficiência de junta, E = 1 FCA = 1.27 (0.05 in) = 0.0 Dados inspeção: Tamanho do embicamento (Peaking distortion), δ = mm (0.31 in) Um vaso de pressão está sendo reparado durante sua parada. Depois do PWTH, a inspeção indicou que uma ovalização no costado cilíndrico do vaso tinha ocorrido. O vaso foi construído pelo código ASME B&VP, section VIII, div. 1. Determinar se o vaso está adequado para o serviço. Material: SA-516 Grade 70/year 1998 P = 3.45 MPa (500 psi) t = mm (1.875 in) Di = 3048 mm (120 in) E = 1 FCA = mm (0.125 in) Dmax = mm (120.5 in) Dmin = mm (119.4 in) PARTE 9 AVALIAÇÃO DE TRINCAS Uma trinca foi detectada durante inspeção no costado cilíndrico de um vaso de pressão. O vaso foi construído pelo código ASME B&VP, section VIII, div. 1, Determinar se o vaso está adequado para o serviço pelo nível 1. Pressão de Projeto: 2.07 C Diâmetro interno: mm Espessura nominal: mm 2.54 mm 3.17 mm E: 1 PWHT: Sim - A trinca esta localizada na solda longitudinal, na superfície interna do costado cilíndrico do vaso. - A trinca é paralela à junta a solda. - A solda é duplo V.

9 - A profundidade da trinca foi determinada usando ultrasom; mas, diferentes valores foram obtidos durante a inspeção sendo o valor máximo igual a 6.35 mm. - O comprimento da trinca foi determinado por técnicas magnéticas e seu valor igual a mm - A distancia da trinca a uma descontinuidade estrutural é de 1524 mm. Condições de operação: A partida do vaso é a 38 C até pressurização e na parada o vaso é despressurizado até 30 C. Propriedades mecânicas do material: Sa = MPa (20 ksi) SMYS = 262 MPa (38 ksi) SMUS = MPa (70 ksi) Uma trinca foi detectada durante a inspeção no de um vaso de pressão esférico. O vaso foi construído pelo código ASME B&VP, section VIII, div. 1, Determinar se o vaso está adequado para o serviço pelo nível 1. Pressão de Projeto: 2.0 C Pressão operação: 1.5 C Diâmetro interno: 2400 mm Espessura nominal: 30 mm 2.5 mm 3.0 mm E: 1 PWHT: Sim - A trinca esta localizada na solda circunferencial, na superfície interna de um vaso esférico. - A trinca é perpendicular à junta a solda. - A solda é em V. - A profundidade da trinca foi determinada usando ultrasom sendo igual a 10 mm. - O comprimento da trinca foi determinado por técnicas magnéticas e seu valor igual a 30 mm - A distancia da trinca a uma descontinuidade estrutural é de 1500 mm. Condições de operação: A partida do vaso é a 30 C até pressurização e na parada o vaso é despressurizado até 30 C. Propriedades mecânicas do material: Sa = 130 MPa SMYS = 260 MPa SMUS = 485 MPa

CAPÍTULO VI DESVIOS DE FORMA GEOMÉTRICA

CAPÍTULO VI DESVIOS DE FORMA GEOMÉTRICA pg.1 CAPÍTULO VI DESVIOS DE FORMA GEOMÉTRICA 1 INTRODUÇÃO Os procedimentos descritos no documento API-RP 579 foram estabelecidos com o objetivo de avaliar irregularidades geométricas associadas com desalinhamentos

Leia mais

Capítulo IV FRATURA FRÁGIL

Capítulo IV FRATURA FRÁGIL pg.1 Capítulo IV FRATURA FRÁGIL 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste critério de avaliação é evitar uma fratura frágil catastrófica consistente com a filosofia do código ASME. A intenção é prevenir a iniciação

Leia mais

2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos

2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos 2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos Este capítulo apresenta um resumo dos fundamentos básicos de avaliação de dutos com e

Leia mais

6 AÇÕES MITIGADORAS PARA FALHAS POR CORROSÃO

6 AÇÕES MITIGADORAS PARA FALHAS POR CORROSÃO 132 6 AÇÕES MITIGADORAS PARA FALHAS POR CORROSÃO Após a realização da inspeção e a partir da aplicação de um critério de aceitação, as anomalias detectadas podem ser classificadas como um dano, com o qual

Leia mais

MANUAL DE AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE DE EQUIPAMENTOS ESTÁTICOS

MANUAL DE AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE DE EQUIPAMENTOS ESTÁTICOS MANUAL DE AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE DE EQUIPAMENTOS ESTÁTICOS Ediberto Bastos Tinoco Petrobras Carlos Bruno Eckstein Petrobras SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 1 2. INTRODUÇÃO... 1 3. - APLICABILIDADE E LIMITAÇÕES

Leia mais

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 10 DEFEITOS EM OPERAÇÕES DE SOLDAGEM

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 10 DEFEITOS EM OPERAÇÕES DE SOLDAGEM 70 CAPÍTULO 10 DEFEITOS EM OPERAÇÕES DE SOLDAGEM 71 DESCONTINUIDADES MAIS FREQÜENTES NAS OPERAÇÕES DE SOLDAGEM Podemos definir descontinuidade como sendo uma interrupção das estruturas típicas de uma junta

Leia mais

TÍTULO: EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE UM VASO DE PRESSÃO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DE PROJETO

TÍTULO: EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE UM VASO DE PRESSÃO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DE PROJETO 16 TÍTULO: EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE UM VASO DE PRESSÃO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DE PROJETO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA

Leia mais

Vasos de Pressão. Desenvolvimento do projeto e da construção dos vasos de pressão

Vasos de Pressão. Desenvolvimento do projeto e da construção dos vasos de pressão Vasos de Pressão Desenvolvimento do projeto e da construção dos vasos de pressão Etapas do Projeto e Construção Gestão de Projetos Etapas sugeridas, na sequência: Definição dos dados gerais de projeto

Leia mais

Utilização de Reparo Estrutural em Tubulação com Material Compósito na REGAP Colaboração de Gustavo de Oliveira Wardil da Petrobras

Utilização de Reparo Estrutural em Tubulação com Material Compósito na REGAP Colaboração de Gustavo de Oliveira Wardil da Petrobras Utilização de Reparo Estrutural em Tubulação com Material Compósito na REGAP Colaboração de Gustavo de Oliveira Wardil da Petrobras 1. Objetivo Divulgar o estudo de caso de sucesso, do projeto de reforço

Leia mais

INCOLOY 800HT. Envelhecimento de Tubulação Operando em Altas Temperaturas UNIB-RS

INCOLOY 800HT. Envelhecimento de Tubulação Operando em Altas Temperaturas UNIB-RS 1 INCOLOY 800HT Envelhecimento de Tubulação Operando em Altas Temperaturas UNIB-RS Luis Carlos Greggianin Rodrigo Kunrath Rio de Janeiro 01 de Setembro de 2016 2 Luis Carlos Greggianin SNQC 9346-END&IF-CTN1-

Leia mais

Soldagem TUBOxESPELHO em vasos de pressão do tipo trocador de calor casco e tubo

Soldagem TUBOxESPELHO em vasos de pressão do tipo trocador de calor casco e tubo Soldagem TUBOxESPELHO em vasos de pressão do tipo trocador de calor casco e tubo Nome: Leonardo Zuqui Coelho E-mail:[email protected] Data: 24/05/2014 Local: Cotia-SP Introdução Este trabalho tem

Leia mais

Resistência dos Materiais II: Vasos de Pressão de Paredes Finas

Resistência dos Materiais II: Vasos de Pressão de Paredes Finas Resistência dos Materiais II: Vasos de Pressão de Paredes Finas Prof. Jorge A. R. Durán Enga. Mecânica UFF Volta Redonda [email protected] September 11 1 Objetivos Desenvolvimento e aplicação das equações

Leia mais

Tubulações Industriais AULA CÁLCULO DE ESPESSURA E VÃO.

Tubulações Industriais AULA CÁLCULO DE ESPESSURA E VÃO. Tubulações Industriais AULA 11-12 CÁLCULO DE ESPESSURA E VÃO. PROF.: KAIO DUTRA Calculo da Espessura da Parede oconsiderando um cilindro sujeito a uma pressão interna, deduzem-se teoricamente as seguintes

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 As caldeiras flamotubulares, também conhecidas por tubos de fumaça são construídas de forma que a água circule

Leia mais

4 Determinação das pressões de ruptura

4 Determinação das pressões de ruptura 4 Determinação das pressões de ruptura A depender do método utilizado para o cálculo da pressão de ruptura, é necessário conhecer a espessura de parede, o diâmetro, a resistência ao escoamento ou à tração

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE VAPOR DE SUPERALTA PRESSÃO

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE VAPOR DE SUPERALTA PRESSÃO AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE VAPOR DE SUPERALTA PRESSÃO Antônio Fernando Burkert Bueno UNIVERSIDADE FEDERAL DO RGS Telmo Roberto Strohaecker UNIVERSIDADE FEDERAL DO RGS Rubens Manoel Braga UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 2

LISTA DE EXERCÍCIOS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 2 LISTA DE EXERCÍCIOS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 2 I) TRANSFORMAÇÃO DE TENSÕES 1) Uma única força horizontal P de intensidade de 670N é aplicada à extremidade D da alavanca ABD. Sabendo que a parte AB da

Leia mais

1. Introduçao Objetivo

1. Introduçao Objetivo 21 1. Introduçao 1.1. Objetivo Esta tese tem como objetivo analisar e validar modelos que explicam o comportamento de reparos tipo luva em dutos com defeitos caracterizados por perda de espessura. Os reparos

Leia mais

COTEQ APLICAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIA AVANÇADA NA INSPEÇÃO DE TUBOS POR CORRENTES PARASITAS Mauro Araujo 1, Arilson Silva 2

COTEQ APLICAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIA AVANÇADA NA INSPEÇÃO DE TUBOS POR CORRENTES PARASITAS Mauro Araujo 1, Arilson Silva 2 12 a Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ 2013 016 APLICAÇÃO DE TÉCNICAS E TECNOLOGIA AVANÇADA NA INSPEÇÃO DE TUBOS POR CORRENTES PARASITAS Mauro Araujo 1, Arilson Silva 2 Trabalho apresentado

Leia mais

INSPEÇÃO DE SOLDAGEM. Qualificação de Procedimentos de Soldagem e de Soldadores

INSPEÇÃO DE SOLDAGEM. Qualificação de Procedimentos de Soldagem e de Soldadores INSPEÇÃO DE SOLDAGEM Qualificação de Procedimentos de Soldagem e de Soldadores e Soldadores Definições Peça de Teste Chapa ou tubo de teste Chapa ou Tubo de Teste Peça soldada para a qualificação de procedimento

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESCONTINUIDADE TIPO TRINCA DETECTADA NO VASO DE NITROGÊNIO

AVALIAÇÃO DE DESCONTINUIDADE TIPO TRINCA DETECTADA NO VASO DE NITROGÊNIO AVALIAÇÃO DE DESCONTINUIDADE TIPO TRINCA DETECTADA NO VASO DE NITROGÊNIO Controle de revisões 3 2 1 0 Rev Descrição Verificação Aprovação Data RESPONSÁVEIS TÉCNICOS Preparação e verificação Aprovação ART

Leia mais

9. Análise de Tensões de Tubulações Curvadas

9. Análise de Tensões de Tubulações Curvadas 9.1) Introdução O curvamento de tubos por Indução vem se desenvolvendo desde 1960 pela Dai-Ichi Higt Frequency do Japão. No Brasil, este processo é utilizado unicamente pela Protubo. Ele consiste basicamente

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO DO VASO DE PRESSÃO COM VIABILIDADE DE MUDANÇAS EM SUAS CARACTERISTICAS

TÍTULO: ESTUDO DO VASO DE PRESSÃO COM VIABILIDADE DE MUDANÇAS EM SUAS CARACTERISTICAS 16 TÍTULO: ESTUDO DO VASO DE PRESSÃO COM VIABILIDADE DE MUDANÇAS EM SUAS CARACTERISTICAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ENIAC AUTOR(ES):

Leia mais

COMPÓSITOS PARA USO INDUSTRIAL

COMPÓSITOS PARA USO INDUSTRIAL COMPÓSITOS PARA USO INDUSTRIAL CAPÍTULO 0 As matérias-primas CAPÍTULO 1 As fibras de vidro 17 27 Composição do vidro 28 Formação dos filamentos 28 Fabricação das fibras 33 Efeito das fibras na durabilidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SUSCETIBILIDADE DE CORROSÃO SOB TENSÃO (CST) EM DUTO SUJEITO À MOVIMENTAÇÃO DE SOLO

AVALIAÇÃO DA SUSCETIBILIDADE DE CORROSÃO SOB TENSÃO (CST) EM DUTO SUJEITO À MOVIMENTAÇÃO DE SOLO AVALIAÇÃO DA SUSCETIBILIDADE DE CORROSÃO SOB TENSÃO (CST) EM DUTO SUJEITO À MOVIMENTAÇÃO DE SOLO João Hipolito de Lima Oliver Eng. Eletricista TRANSPETRO Confiabilidade de Dutos Byron Gonçalves de Souza

Leia mais

Introdução à Mecânica da Fratura. Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II

Introdução à Mecânica da Fratura. Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II Introdução à Mecânica da Fratura Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II Tópicos da Aula Motivação Conceitos básicos Trincas como intensificadores

Leia mais

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS E MONITORAMENTO DE SAÚDE ESTRUTURAL

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS E MONITORAMENTO DE SAÚDE ESTRUTURAL Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS E MONITORAMENTO DE SAÚDE ESTRUTURAL ADEQUAÇÃO DE TROCADOR DE CALOR A NORMA 2 O atendimento aos requisitos legais da Norma regulamentadora NR-13

Leia mais

2. INTRODUÇÃO 3. DETECÇÃO DE TRINCAS SUPERFICIAIS

2. INTRODUÇÃO 3. DETECÇÃO DE TRINCAS SUPERFICIAIS NOVAS APLICAÇÕES DE EDDY CURRENT NA INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS Arilson Rodrigues 1, Mauro Araujo 2, Adélio Borges 3 Copyright 2006, ABENDE Trabalho apresentado no CONAEND&IEV 2006, em São Paulo/SP. As informações

Leia mais

Avaliar reparos de materiais compósitos em dutos e componentes com perda de espessura externa.

Avaliar reparos de materiais compósitos em dutos e componentes com perda de espessura externa. 1 Introdução O Brasil conta atualmente com aproximadamente 27,500 km de dutos para o transporte de gás, óleo e seus produtos [1]. Nos Estados Unidos a extensão da malha dutoviária é de mais de 2,2 milhões

Leia mais

Loctite Composite Repair System Pipe Repair Extendendo a vida da tubulação em até 20 anos

Loctite Composite Repair System Pipe Repair Extendendo a vida da tubulação em até 20 anos Loctite Composite Repair System Pipe Repair Extendendo a vida da tubulação em até 20 anos Indíce 1. Visão Geral 2. A Norma ISO/TS 24817 3. Processo de Certificação 4. Loctite Composite Repair System Pipe

Leia mais

APLICAÇÃO DE CORRENTES PARASITAS EM TUBOS DE TROCADORES DE

APLICAÇÃO DE CORRENTES PARASITAS EM TUBOS DE TROCADORES DE CONAEND&IEV2016-033 APLICAÇÃO DE CORRENTES PARASITAS EM TUBOS DE TROCADORES DE CALOR - TRINCAS CIRCUNFERENCIAIS - PROBLEMAS E SOLUÇÕES Mauro Duque de Araujo 1, Arilson Rodrigues da Silva 2 Copyright 2016,

Leia mais

Pressão Interna + Momento Fletor e Esforço Axial.

Pressão Interna + Momento Fletor e Esforço Axial. 3 Método Anaĺıtico Este capítulo apresenta o desenvolvimento analítico para determinação das tensões atuantes no tubo da bancada de ensaios descrita anteriormente, causadas pelos carregamentos de pressão

Leia mais

PRODUÇÃO NÃO SERIADA Breno de Almeida Avancini Daniel Carvalho Mendonça João Paulo Falcão Pedro Silva Kozilek

PRODUÇÃO NÃO SERIADA Breno de Almeida Avancini Daniel Carvalho Mendonça João Paulo Falcão Pedro Silva Kozilek PRODUÇÃO NÃO SERIADA Breno de Almeida Avancini Daniel Carvalho Mendonça João Paulo Falcão Pedro Silva Kozilek Produção Seriada X Não Seriada Produção Seriada Identificação de padrão Produção NÃO Seriada

Leia mais

NOÇÕES DE SOLDAGEM. aula 2 soldabilidade. Curso Debret / 2007 Annelise Zeemann. procedimento de soldagem LIGAS NÃO FERROSAS AÇOS.

NOÇÕES DE SOLDAGEM. aula 2 soldabilidade. Curso Debret / 2007 Annelise Zeemann. procedimento de soldagem LIGAS NÃO FERROSAS AÇOS. NOÇÕES DE SOLDAGEM aula 2 soldabilidade Curso Debret / 2007 Annelise Zeemann LIGAS NÃO FERROSAS Niquel Aluminio Titânio Cobre aço ao carbono aço C-Mn aço Cr-Mo aço inox AÇOS composição química processamento

Leia mais

Energia das ondas. Introdução. Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Mecânica. Energia das ondas 02/24/2013

Energia das ondas. Introdução. Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Mecânica. Energia das ondas 02/24/2013 Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Mecânica Energia das ondas Energia das ondas Alfredo Ferrari Junior Filippo Lorenzini Gilmar dos Santos Correia Leandro Migliard Magalhães Lucas Monteiro

Leia mais

5 Resultados de Fadiga

5 Resultados de Fadiga 5 Resultados de Fadiga 5.1 Método Proposto A tensão alternada equivalente, calculada pela Eq. (3.1), se refere à tensão de von Mises cujos parâmetros de entrada são as componentes alternadas em cada ciclo.

Leia mais

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS INSPEÇÃO EM SOLDAS COM ACFM (ALTERNATING CURRENT FIELD ) 01 02 03 O ACFM é uma tecnologia eletromagnética sem contato para a detecção de trincas

Leia mais

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS FORNO DE REAQUECIMENTO DE PLACAS FORNO DE REAQUECIMENTO DE PLACAS 2 FORNO DE REAQUECIMENTO DE PLACAS As tecnologias de inspeção da IB-NDT aplicadas

Leia mais

Tubos em polietileno de baixa densidade destinados a sistemas de rega, escoamento de águas, entre outros.

Tubos em polietileno de baixa densidade destinados a sistemas de rega, escoamento de águas, entre outros. PEBD Tubos em polietileno de baixa densidade destinados a sistemas de rega, escoamento de águas, entre outros. Especificações técnicas do produto Documento Produto Aplicação Especificação Técnica Tubos

Leia mais

Cálculo Estrutural U-1910-TQ9105.xmcd 1/7

Cálculo Estrutural U-1910-TQ9105.xmcd 1/7 Cálculo Estrutural U-1910-TQ9105.xmcd 1/7 TANQUE CILÍNDRICO-VERTIL, FUNDO PLANO E TETO DOMO RGA DE PROJETO: PRESSÃO MAIS COLUNA IDROSTÁTI FLUIDO ESTODO: ÁGUA ÁCIDA + IDRORBONETOS MATERIAL DE CONSTRUÇÃO:

Leia mais

Carregamentos Combinados Mecânica Dos Materiais II

Carregamentos Combinados Mecânica Dos Materiais II Carregamentos Combinados Mecânica Dos Materiais II Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Grupo de Mecânica dos Materiais GMM ÍNDICE Revisão sobre vigas Revisão de ropriedades

Leia mais

Introdução à Mecânica da Fratura Linear Elástica. Aplicações ao Projeto Mecânico.

Introdução à Mecânica da Fratura Linear Elástica. Aplicações ao Projeto Mecânico. Introdução à Mecânica da Fratura Linear Elástica. Aplicações ao Projeto Mecânico. Prof. Jorge A. R. Duran Depto. de Eng. Mecânica Universidade Federal Fluminense Volta Redonda RJ [email protected] Objetivos

Leia mais

Operações Unitárias II Lista de Exercícios 1 Profa. Dra. Milena Martelli Tosi

Operações Unitárias II Lista de Exercícios 1 Profa. Dra. Milena Martelli Tosi 1. Vapor d água condensado sobre a superfície externa de um tubo circular de parede fina, com diâmetro interno igual a 50 mm e comprimento igual a 6 m, mantém uma temperatura na superfície externa uniforme

Leia mais

Introdução cargas externas cargas internas deformações estabilidade

Introdução cargas externas cargas internas deformações estabilidade TENSÃO Introdução A mecânica dos sólidos estuda as relações entre as cargas externas aplicadas a um corpo deformável e a intensidade das cargas internas que agem no interior do corpo. Esse assunto também

Leia mais

- 1ª LISTA DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II Carga axial

- 1ª LISTA DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II Carga axial - 1ª LISTA DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II Carga axial 1) O tubo de aço tem raio externo de 20mm e raio interno de 15mm. Se ele se ajustar exatamente entre as paredes fixas antes de ser carregado, determine

Leia mais

AdP - ÁGUAS DE PORTUGAL

AdP - ÁGUAS DE PORTUGAL 1 LIGAÇÕES 1.1 As uniões são do tipo flangeadas ou soldadas, conforme indicado nos desenhos de projecto, à excepção das com diâmetro igual ou inferior a 65 mm que poderão ser do tipo roscado. 1.2 Nas ligações

Leia mais

Projeto mecânico do MTP

Projeto mecânico do MTP Projeto mecânico do MTP 26/11/13: As especificações do grão propelente conforme passadas pelo Prof. Marchi: 1) Grão cilíndrico (cigarro); 2) Diâmetro do grão propelente 60 mm; 3) Comprimento do grão propelente:

Leia mais

Tubos em polietileno de baixa densidade e alta densidade destinados a sistemas de rega, escoamento de águas, entre outros.

Tubos em polietileno de baixa densidade e alta densidade destinados a sistemas de rega, escoamento de águas, entre outros. Mar.13 PEBD / PEAD Tubos em polietileno de baixa densidade e alta densidade destinados a sistemas de rega, escoamento de águas, entre outros. Especificações técnicas do produto Documento Produto Aplicação

Leia mais

Detecção de trincas de fadiga por Emissão Acústica

Detecção de trincas de fadiga por Emissão Acústica Detecção de trincas de fadiga por Emissão Acústica GRINSP Mauro Duque de Araújo Arilson Rodrigues da Silva Cláudio Allevato Emissão Acústica Objetivo: Ouvir sons produzidos pela propagação de trincas por

Leia mais

PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem

PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem Os ensaios de fabricação avaliam características intrínsecas do material em produção. Geralmente processos de conformação mecânica de materiais metálicos exigem o conhecimento

Leia mais

Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço. Para líquidos. Limite de escoamento adotado (LE): 230Mpa [23,45kgf/mm²] Qualidade do Aço: SAE 1012

Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço. Para líquidos. Limite de escoamento adotado (LE): 230Mpa [23,45kgf/mm²] Qualidade do Aço: SAE 1012 Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço Para líquidos 1 Limite de escoamento adotado (LE): 230Mpa [23,45kgf/mm²] Qualidade do Aço: SAE 1012 Externo Nominal 2,00 2,65 3,00 3,75 4,75 6,30 8,00 9,50 mm

Leia mais

PME-2350 MECÂNICA DOS SÓLIDOS II AULA #7: VASOS DE PRESSÃO DE PAREDE ESPESSA 1

PME-2350 MECÂNICA DOS SÓLIDOS II AULA #7: VASOS DE PRESSÃO DE PAREDE ESPESSA 1 PME-2350 MECÂNICA DOS SÓLIDOS II AULA #7: VASOS DE PRESSÃO DE PAREDE ESPESSA 1 7.1. Introdução e hipóteses gerais Vimos na aula anterior as equações necessárias para a solução de um problema geral da Teoria

Leia mais

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade V - Flexão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng.

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade V - Flexão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade V - Flexão Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.com/blog/ Referência Bibliográfica Hibbeler, R. C. Resistência de materiais.

Leia mais

BT ACIDENTE EM PLANTA DE GNL - SHANGHAI

BT ACIDENTE EM PLANTA DE GNL - SHANGHAI 1. OBJETIVO O presente Boletim Técnico tem como objetivo apresentar o acidente ocorrido em no dia 24/02/2009, na ilha Ximentang, Shanghai/China, no Terminal de GNL operado pela Shanghai LNG Co Ltd., bem

Leia mais

Capítulo I INTRODUÇÃO A AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE

Capítulo I INTRODUÇÃO A AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE pg.1 Capítulo I INTRODUÇÃO A AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE 1 OBJETIVOS Conceituar a visão do In-Service para tubulações e vasos de pressão, ressaltar a importância das atividades de inspeção e manutenção nesse

Leia mais

XVII CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNIA E INDUSTRIAL

XVII CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNIA E INDUSTRIAL XVII CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNIA E INDUSTRIAL ANÁLISE DE PROPAGAÇÃO DE DESCONTINUIDADES EM VASO DE PRESSÃO Diego Madrona Barbosa Dias (1) ([email protected]), Gefferson Rodrigues de

Leia mais

8 Resultados da metodologia de IBR do API 581 BRD

8 Resultados da metodologia de IBR do API 581 BRD 8 Resultados da metodologia de IBR do API 581 BRD O objetivo do API 581 BRD é justamente fornecer a metodologia usada para avaliar cenários de planos de inspeção através de IBR. A avaliação de IBR considera:.

Leia mais

6 Comparação, avaliação e discussão dos resultados

6 Comparação, avaliação e discussão dos resultados 6 Comparação, avaliação e discussão dos resultados Neste capítulo faz-se uma avaliação comparativa entre os resultados numéricos, analíticos e experimentais encontrados para cada geometria de espécime

Leia mais

x y E x y 1 I ( x y) 2 ( x y 2 45) 2 x y Tensões nos planos x e y x y xy 3.

x y E x y 1 I ( x y) 2 ( x y 2 45) 2 x y Tensões nos planos x e y x y xy 3. Análise de Deformações e Tensões para Rosetas Triplas My documents/mathcad/solutions/roseta - Num ponto da superfície de um elemento de máquina de aço-liga, três extensômetros elétricos foram usados para

Leia mais

APLICAÇÃO CONJUGADA DAS TÉCNICAS DE IRIS, CORRENTES PARASITAS, CAMPO REMOTO e MFL NA INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCA TÉRMICA.

APLICAÇÃO CONJUGADA DAS TÉCNICAS DE IRIS, CORRENTES PARASITAS, CAMPO REMOTO e MFL NA INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCA TÉRMICA. APLICAÇÃO CONJUGADA DAS TÉCNICAS DE IRIS, CORRENTES PARASITAS, CAMPO REMOTO e MFL NA INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCA TÉRMICA. Mauro Duque de Araujo Arilson Rodrigues da Silva 1 - INTRODUÇÃO Falhas em tubos

Leia mais

ANÁLISE DE TENSÕES E FLEXIBILIDADE

ANÁLISE DE TENSÕES E FLEXIBILIDADE ANÁLISE DE TENSÕES E FLEXIBILIDADE OBJETIVOS Definir a forma de suportação da tubulação de forma a: - Evitar que as tensões atuantes e deformações excedam seus valores admissíveis - Evitar que linhas,

Leia mais

TUBOS DE AÇO SEM COSTURA. PDF created with pdffactory trial version

TUBOS DE AÇO SEM COSTURA. PDF created with pdffactory trial version TUBOS DE AÇO SEM COSTURA Conheça a a BTL A grande novidade do mercado de tubos de aço a o no Brasil!!! Com capital 100% brasileiro, a BTL STEEL WORKS,, se estabelece em 2009, como segundo fabricante (laminador)

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Capítulo 3: Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Coeficiente de Dilatação Térmica Professor Fernando Porto Resistência dos Materiais Tensões em Vasos de Pressão de Paredes Finas Vasos de pressão

Leia mais

Resistência dos Materiais II: Vasos de Pressão de Paredes Finas

Resistência dos Materiais II: Vasos de Pressão de Paredes Finas Resistência dos Materiais II: Vasos de Pressão de Paredes Finas Prof. Jorge A. R. Durán Enga. Mecânica UFF Volta Redonda [email protected] June 15 1 Objetivos Desenvolvimento e aplicação das equações para

Leia mais

ULTRASSOM AUTOMÁTICO DE SOLDAS PROCEDIMENTO PR-042

ULTRASSOM AUTOMÁTICO DE SOLDAS PROCEDIMENTO PR-042 Página: 1 de 13 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições para a execução dos ensaios por ultrassom automático para detecção e avaliação de descontinuidades em juntas longitudinais e helicoidais

Leia mais

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013 Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um

Leia mais

Tubo Isolado para Injeção de Vapor. Luiz Alberto de Souza Carvalho Diretor Presidente

Tubo Isolado para Injeção de Vapor. Luiz Alberto de Souza Carvalho Diretor Presidente Tubo Isolado para Injeção de Vapor Luiz Alberto de Souza Carvalho Diretor Presidente Fundada em 1999, a Tecvix atua na fabricação e comercialização de produtos para o setor de Oil & Gas e na prestação

Leia mais

4 Modelo analítico 84

4 Modelo analítico 84 4 Modelo analítico 84 4 Modelo analítico O objetivo desta seção é apresentar uma metodologia de cálculo que servirá de base comparativa aos resultados dos métodos de elementos finitos empregados na seção

Leia mais

1ª Lista de exercícios Resistência dos Materiais IV Prof. Luciano Lima (Retirada do livro Resistência dos materiais, Beer & Russel, 3ª edição)

1ª Lista de exercícios Resistência dos Materiais IV Prof. Luciano Lima (Retirada do livro Resistência dos materiais, Beer & Russel, 3ª edição) 11.3 Duas barras rígidas AC e BC são conectadas a uma mola de constante k, como mostrado. Sabendo-se que a mola pode atuar tanto à tração quanto à compressão, determinar a carga crítica P cr para o sistema.

Leia mais

Aplicações da Técnica de Emissão Acústica em Dutos e Tubulações

Aplicações da Técnica de Emissão Acústica em Dutos e Tubulações Aplicações da Técnica de Emissão Acústica em Dutos e Tubulações Pedro Feres Filho PASA - Physical Acoustic South America e-mail: [email protected] Tel: +11 3082 5111 Introdução Tubulações de gás, óleo

Leia mais

TUBOS DE AÇO INOX PADRÃO OD COM COSTURA REDONDOS

TUBOS DE AÇO INOX PADRÃO OD COM COSTURA REDONDOS TUBOS DE AÇO INOX PADRÃO OD COM COSTURA REDONDOS Item # 0,40mm 0,50mm 0,70mm 0,89mm 1,00mm 1,20mm 1,50mm 1,65mm 2,00mm 2,50mm 3,00mm ØExt.6,35 0,073 0,122 0,134 0,155 ØExt.7,50 0,071 ØExt.8,00 0,175 0,204

Leia mais

A AXIS SOLUÇÕES DE ENGENHARIA

A AXIS SOLUÇÕES DE ENGENHARIA A AXIS SOLUÇÕES DE ENGENHARIA é uma empresa que tem por objetivo propor e desenvolver soluções de engenharia para sistemas industriais, atendendo de forma personalizada ao perfil de seus clientes, buscando

Leia mais

VERIFICAÇÃO DE UM VASO DE PRESSÃO SEGUNDO A NORMA ASME BPVC SEÇÃO VIII PARA A REUTILIZAÇÃO EM ARMAZENAMENTO DE CLORO

VERIFICAÇÃO DE UM VASO DE PRESSÃO SEGUNDO A NORMA ASME BPVC SEÇÃO VIII PARA A REUTILIZAÇÃO EM ARMAZENAMENTO DE CLORO VERIFICAÇÃO DE UM VASO DE PRESSÃO SEGUNDO A NORMA ASME BPVC SEÇÃO VIII PARA A REUTILIZAÇÃO EM ARMAZENAMENTO DE CLORO Iris Costa Ferreira Projeto de Graduação apresentado ao Curso de Engenharia Mecânica

Leia mais

Aula 2 MECÂNICA DA FRATURA

Aula 2 MECÂNICA DA FRATURA Aula 2 MECÂNICA DA FRATURA 1 Mecânica da Fratura: Conceitos Básicos Mecânica da Fratura: quantifica as condições sob as quais um sólido sob ação de um carregamento colapsa devido à propagação de uma trinca

Leia mais

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II 6º CICLO (EEM 6NA) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II 6º CICLO (EEM 6NA) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II 6º CICLO (EEM 6NA) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul [email protected] Graduação em Engenharia Mecânica Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II * ANÁLISE DE

Leia mais

3 DIMENSIONAMENTO À TRAÇÃO SIMPLES 3.1 CONCEITOS GERAIS 3.2 EQUAÇÃO DE DIMENSIONAMENTO FORÇA AXIAL RESISTENTE DE CÁLCULO

3 DIMENSIONAMENTO À TRAÇÃO SIMPLES 3.1 CONCEITOS GERAIS 3.2 EQUAÇÃO DE DIMENSIONAMENTO FORÇA AXIAL RESISTENTE DE CÁLCULO 3 DIMENSIONAMENTO À TRAÇÃO SIMPLES As condições para o dimensionamento de peças metálicas à tração simples estão no item 5.2 da NBR 8800. Essa seção (seção 5) da NBR trata do dimensionamento de elementos

Leia mais

ANÁLISE DE INTEGRIDADE ESTRUTURAL EM UM VASO DE PRESSÃO DE UMA UNIDADE DE CRAQUEAMENTO

ANÁLISE DE INTEGRIDADE ESTRUTURAL EM UM VASO DE PRESSÃO DE UMA UNIDADE DE CRAQUEAMENTO ANÁLISE DE INTEGRIDADE ESTRUTURAL EM UM VASO DE PRESSÃO DE UMA UNIDADE DE CRAQUEAMENTO Jéferson Silveira Martins, [email protected] 1 Luiz Brandão, luiz.brandã[email protected] 1 Cassio Silveira

Leia mais

REFLECTOMETRIA DO PULSO ACÚSTICO

REFLECTOMETRIA DO PULSO ACÚSTICO REFLECTOMETRIA DO PULSO ACÚSTICO 4 All Rights reserved to AcousticEye. www.acousticeye.com RPA Reflectometría do Pulso Acústico o Se injeta um pulso acústico audível; o Toda mudança na seção do tubo causa

Leia mais