Reservatórios do Nordeste do Brasil: Biodiversidade, Ecologia e Manejo
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- Talita Quintão Machado
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1 Reservatórios do Nordeste do Brasil: Biodiversidade, Ecologia e Manejo Ariadne do Nascimento Moura Elcida de Lima Araújo Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel Ulysses Paulino de Albuquerque (editores)
2 NUPEEA Núcleo de Publicações em Ecologia e Etnobotânica Aplicada Copyright 2010 Impresso no Brasil / Printed in Brazil Diagramação: Pablo Reis Capa: Pablo Reis Revisão: editores e autores Fotos da capa: Ariadne do Nascimento Moura Coordenação Editorial Ulysses Paulino de Albuquerque Comissão Editorial Ângelo Giuseppe Chaves Alves (Universidade Federal Rural de Pernambuco) Elba Lucia Cavalcanti de Amorim (Universidade Federal de Pernambuco) Elba Maria Nogueira Ferraz (Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco) Elcida Lima de Araújo (Universidade Federal Rural de Pernambuco) Laise de Holanda Cavalcanti Andrade (Universidade Federal de Pernambuco) Maria das Graças Pires Sablayrolles (Universidade Federal do Pará) Natalia Hanazaki (Universidade Federal de Santa Catarina) Nivaldo Peroni (Universidade Federal de Santa Catarina) Valdeline Atanázio da Silva (pesquisadora associada ao LEA/UFRPE). Reservatórios do Nordeste do Brasil: biodiversidade, ecologia e manejo / Organização de: Ariadne do Nascimento Moura, Elcida de Lima Araújo, Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira, Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel e Ulysses Paulino de Albuquerque. - - Bauru, SP: Canal6, p. ; 21 cm. (vários autores) ISBN Ecologia 2. Biodiversidade 3. Problemas ecológicos 4. Reservatórios I. Moura, Ariadne do Nascimento. II. Araújo, Elcida de Lima. III. Bittencourt- Oliveira, Maria do Carmo, Pimentel, Rejane Magalhães de Mendonça. IV. Albuquerque, Ulysses Paulino de. CDD: 574.9
3 Reservatórios do Nordeste do Brasil: Biodiversidade, Ecologia e Manejo Ariadne do Nascimento Moura Elcida de Lima Araújo Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel Ulysses Paulino de Albuquerque (editores) 1ª edição 2010
4 Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Biologia, Área de Botânica Rua Dom Manoel de Medeiros s/n Dois Irmãos Recife Pernambuco CEP Pedidos para:
5 Sumário APRESENTAÇÃO I. FITOPLÂNCTON 1. Caracterização Genética de Linhagens de Cylindrospermopsis raciborskii (Woloszynska) Seenayya et Subba Raju de Corpos D Água do Nordeste e Sudeste do Brasil Bruna Buch Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira Composição Florística e Variação Espaço-Temporal do Microfitoplâncton no Reservatório de Carpina PE Cláudio Costa Enide Eskinazi-Leça Alfredo Mattos Moura Junior Carmen Silvia Zickel Ariadne do Nascimento Moura Diversidade Fitoplanctônica de Lagoas Marginais no Reservatório de Sobradinho-Bahia Micheline Kézia Cordeiro de Araújo Érika Cavalcante-Silva Viviane Piccin Santos Silvana Nascimento Dias Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira William Severi Ariadne do Nascimento Moura 55
6 4. Variação Interanual do Fitoplâncton e Variáveis Limnológicas em um Açude Raso, Típico do Semi-Árido Brasileiro (Açude Taperoá II, Paraíba) José Etham de Lucena Barbosa Jandeson Brasil Ana Karla Araujo Montenegro Janiele da Costa de Franca Flávia Martins Franco de Oliveira Cianobactérias Planctônicas em Reservatório Eutrófico do Estado de Pernambuco Ariadne do Nascimento Moura Micheline Kézia Cordeiro de Araújo Helton Soriano Bezerra de Oliveira Giulliari Alan da Silva Tavares de Lira Emanuel Cardoso do Nascimento Comunidade Fitoplanctônica e Aspectos Ecológicos de Dois Reservatórios Eutróficos do Nordeste do Brasil Giulliari Alan da Silva Tavares de Lira Ariadne do Nascimento Moura Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira Elcida de Lima Araújo 145 II. MACRÓFITAS AQUÁTICAS 7. Macrófitas Aquáticas: Conceitos e Metodologia para os Reservatórios Nordestinos Simone Santos Lira Silva Carmen Silvia Zickel 171
7 8. Macroflora Aquática do Reservatório Sobradinho BA, Trecho Submédio do Rio São Francisco Edson Gomes de Moura Júnior Maria Carolina de Abreu William Severi Giulliari Allan da Silva Tavares Lira 187 III. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL E POTENCIAL PRODUTIVO 9. Variação Temporal do Nível Hidrológico do Rio de Contas e sua Influência Sobre Variáveis Limnológicas do Reservatório da UHE Pedra BA Márcia Darcilene Correia do Prado William Severi Dimensionamento da Capacidade Ambiental do Reservatório de Pedra (BA) para Implantação de Piscicultura em Tanques-Rede Aureliano de Vilela Calado Neto William Severi Bruno Dourado Fernandes da Costa Caracterização Limnológica e Determinação do Estado Trófico de Seis Reservatórios do Estado de Pernambuco João Manoel da Silva Viviane Lúcia dos Santos Almeida Ênio Wocyli Dantas Ariadne do Nascimento Moura 267
8 12. Avaliação Sazonal da Qualidade da Água dos Reservatórios de Carpina e Jucazinho (PE), Pertencentes à Bacia do Rio Capibaribe, Pernambuco - Brasil Nancy Lins Albuquerque Fábio Henrique Portella Corrêa de Oliveira Uso de Sensoriamento Remoto na Avaliação de Características Limnológicas do Reservatório de Itaparica, Submédio Rio São Francisco Michelle Miranda Biondi Antonello Paulo Eurico Pires Ferreira Travassos Ana Lúcia Bezerra Candeias William Severi Usos da Terra e Suas Implicações Sobre o Reservatório da Barragem na Bacia do Rio Tapacurá Ricardo A. P. Braga Suzana M. G. Montenegro Jaime J. S. P. Cabral José Roberto G. Azevedo 361 IV. ZOOPLANCTON 15. Zooplâncton do Reservatório de Jucazinho (PE, Brasil): Um Olhar Sobre um Ecossistema Recém Formado Mauro de Melo Júnior Viviane Lúcia dos Santos Almeida Maryse Nogueira Paranaguá Ariadne do Nascimento Moura 403
9 16. O Zooplâncton de Água Doce e seu Estudo em Reservatórios do Nordeste do Brasil Viviane Lúcia dos Santos Almeida Mauro de Melo Júnior Maryse Nogueira Paranaguá Maria Eduarda Lacerda de Larrazábal Maria da Graça Gama Melão 441 V. MACROINVERTEBRADOS, ICTIOPLÂNCTON E ICTIOFAUNA 17. Caracterização da Comunidade de Macroinvertebrados Bentônicos no Reservatório de Sobradinho e Submédio Rio São Francisco Hugo Leandro Ferreira Borges Viviane Ferreira de Melo Elizabete Lacerda de Andrade Lima Adriano Calmon da Silva Queiroz William Severi Abundância e Distribuição Espacial e Sazonal do Ictioplâncton no Reservatório de Sobradinho, Rio São Francisco, Bahia Ângelo José da Silva Melo William Severi 503
10 19. Composição e Abundância da Ictiofauna na Área de Influência dos Reservatórios de Pedra e Funil, Bacia do Rio de Contas, Bahia William Severi Ana Carla Asfora El-Deir Renata Triane da Silva Félix Isabela Maria da Silva Araújo Sandra Cristina Soares da Luz Aureliano de Vilela Calado Neto Bruno Dourado Fernandes da Costa Ricardo Jucá Chagas Marluce Galvão Barretto 541
11 Apresentação Construídos com a finalidade de contribuir para a produção de eletricidade, abastecimento de cidades e para a irrigação, os reservatórios diversificaram seus usos, ampliando a importância econômica e social e, ao mesmo tempo, aumentando sua complexidade funcional. Os impactos diretos e indiretos resultantes dos usos múltiplos, notadamente os impactos antropogênicos, tem trazido, como conseqüência, graves prejuízos, com perdas de sua capacidade de uso. Em virtude disto, a necessidade do conhecimento da saúde ambiental dos reservatórios tornou-se uma das preocupações de pesquisadores de diversas áreas ambientais, os quais vem realizando estudos integrados com a finalidade de produzir informações básicas acerca dos componentes físicos, químicos e biológicos, gerando uma base sólida para futuras ações de gerenciamento e monitoramento desses ecossistemas. O livro Reservatórios do Nordeste Do Brasil: Biodiversidade, Ecologia e Manejo representa o resultado dos esforços de um grupo de docentes, pesquisadores e discentes de diferentes áreas ambientais e comporta uma série de informações relacionadas ao conhecimento biótico e abiótico dos reservatórios localizados no Nordeste do Brasil. Por seu conteúdo, representa uma valiosa contribuição para o entendimento dos problemas ecológicos desses mananciais, propiciando ferramentas fundamentais para o controle da qualidade da água. Considerando-se que 90% dos reservatórios do Nordeste recebem pesadas cargas poluidoras orgânicas, tornando-se eutróficos, com consequentes florescimentos de cianobactérias, muitas delas produtoras de substâncias tóxicas que podem causar problemas gás-
12 tricos e dermatológicos, a presente publicação representa um avanço no sentido de estender o conhecimento de suas características ecológicas, como uma forma de encontrar soluções para a melhoria de suas qualidades ambientais. Com esta finalidade, o livro traz uma abordagem ampla, estando estruturado de forma a apresentar os diversos aspectos da flora, da fauna e das condições hidrológicas de reservatórios localizados em várias áreas do Nordeste brasileiro. Estão abordados, desde as comunidades de produtores primários até a fauna ictiológica. Entre os produtores primários está descrita a composição florística das microalgas planctônicas e a variação temporal e espacial de suas populações, com detalhamento e descrição de espécies de cianobactérias potencialmente tóxicas. São, também, apresentados dados sobre a ocorrência de macrófitas aquáticas e descritos métodos de coleta e análise destas angiospermas. A fauna aquática está abordada em seus diversos segmentos, desde os levantamentos dos invertebrados planctônicos e bentônicos até a distribuição espacial e sazonal do ictioplâncton. A composição e abundância da ictiofauna também é descrita, incluindo a participação dos reservatórios no âmbito social. O livro aborda, ainda, as variáveis hidrológicas e descreve o estado trófico, além de dimensionar as perspectivas de implantação de atividades de aqüicultura nestes mananciais. Esta é, portanto, a contribuição que profissionais da área ambiental colocam à disposição da comunidade científica informações importantes, com o objetivo de estimular a geração de conhecimento de ecossistemas com valioso potencial socioambiental. Dra. Enide Eskinazi Leça
13 3 Diversidade Fitoplanctônica de Lagoas Marginais no Reservatório de Sobradinho-Bahia Micheline Kézia Cordeiro-Araújo 1 Érika Cavalcante-Silva 2 Viviane Piccin-Santos 2 Silvana Nascimento Dias 1 Maria do Carmo Bittencourt-Oliveira 2 William Severi 3 Ariadne do Nascimento Moura 1,4 1. Introdução Microalgas apresentam importância fundamental na manutenção da vida nos ambientes aquáticos, principalmente por sua capacidade de transformar energia luminosa em energia química, sendo então, responsáveis por parte da produção primária desses ecossistemas. O levantamento florístico do fitoplâncton é uma das ferramentas que possibilita
14 compreender a dinâmica ecológica desses ecossistemas, pois estes organismos são bioindicadores das condições tróficas do meio aquático, auxiliando na avaliação e estudo da conservação desses ambientes. Lagoas marginais ocorrem em áreas de planície e são inundadas sazonalmente na época de chuvas permanecendo com água na seca. São de extrema importância para a alimentação e reprodução dos peixes e podem ser habitat de espécies endêmicas, com isso torna-se fundamental conhecer a diversidade destes locais. Para Dantas et al. (2008), os usos múltiplos aos quais esses ecossistemas se prestam, dificultam seu manejo e aumentam o grau de interferência e instabilidade na biota aquática; além disso, os mesmos vêm sofrendo, nos últimos anos, fortes degradações provocadas especialmente pelo crescimento desordenado de populações humanas e concomitantemente produção de resíduos orgânicos e inorgânicos que escoam diretamente para estes corpos. A eutrofização antrópica, como é chamado esse processo, leva à deterioração da qualidade da água, resultando numa significativa perda de seu valor econômico e ambiental (Heo & Kim, 2004). Os estudos recentes com fitoplâncton no Nordeste brasileiro concentram-se nos estados do Maranhão (Pompêo et al., 1998; Moschini- Carlos & Pompêo, 2001; Dellamano-Oliveira et al., 2003), Rio Grande do Norte (Costa et al., 1998; Araújo et al., 2000; Chellapa et al., 2000; Chellapa & Costa, 2003) e Pernambuco (Bouvy et al., 1999, 2000, 2001, 2003; Falcão et al., 2000, 2002a, b; Huszar et al., 2000; Bittencourt-Oliveira & Molica, 2003; Lazzaro et al., 2003; Molica et al., 2005; Moura et al., 2006, 2007a,b). As informações destes trabalhos versam principalmente sobre a ecologia de reservatórios eutróficos, com destaque para as cianobactérias. Devido à escassez de informações sobre a riqueza de espécies de algas continentais no estado da Bahia, o objetivo deste estudo foi conhecer a diversidade de algas planctônicas da biodiversidade aquática ocorrente em lagoas marginais perenes localizadas próximas ao Reservatório 56
15 de Sobradinho em dois diferentes períodos sazonais. 2. Material e Métodos O Rio São Francisco nasce no Parque Nacional da Serra da Canastra, no sudoeste do Estado de Minas Gerais, correndo primeiramente em sentido geral sul-norte e depois leste-oeste. Sua bacia drena áreas dos estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe e o Distrito Federal, além de cortar três biomas: Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Com km 2, sua bacia de drenagem cobre 7,6% do território nacional (Godinho & Godinho, 2003). Segundo a Agência Nacional de Águas (2005), o reservatório de Sobradinho foi construído para regularizar a vazão plurianual do Rio São Francisco, evitar inundações de algumas cidades ribeirinhas durante cheias e diminuir a queda da geração de energia durante a estiagem, sendo considerado o maior lago artificial do mundo em espelho de água com km 2 e 320 km de extensão. As coletas ocorreram em cinco lagoas marginais perenes ao reservatório de Sobradinho (Tab. 1) (Fig. 1a-e), sendo realizadas durante o período seco (setembro-novembro/2006), caracterizado por baixas concentrações pluviométricas e altas temperaturas, e chuvoso (junho-julho/2007), caracterizado por altas concentrações pluviométricas e baixas temperaturas. As amostras foram obtidas através de arrastos verticais integrados ao longo da zona eufótica utilizando-se redes com malha de 25 μm. A extensão da zona eufótica foi determinada pela utilização de um quantômetro LI-COR (Mod. 250). O ponto de coleta iniciou-se a partir da profundidade em que o equipamento detectou o início da zona eufótica até a superfície a fim de obter algas de diferentes profundidades que estivessem presentes nessa área. Os volumes filtrados foram calculados a partir da equação: volume (m 3 ) = seção transversal da rede (m 2 ) distância percorrida 57
16 (m), onde a distância percorrida corresponde à profundidade de arrasto ao longo da coluna. Tabela 1. Locais de coleta investigados neste estudo e suas coordenadas geográficas. Coordenadas Locais Latitude (S) Longitude (W) Lagoa Barra 08 o 47 58,8 39 o 50 41,0 Lagoa Curralinho 08 o 53 02,7 39 o 54 13,1 Lagoa Salgadinha 09 o 36 00,8 42 o 00 54,9 Lagoa Brígida 08 o 34 58,6 39 o 35 08,6 Lagoa Baixinha 09 o 35 01,9 42 o 00 44,1 Figura 1. (a) Lagoa Brígida; (b) Lagoa da Barra; (c) Lagoa de Curralinho; (d) Lagoa Salgadinha; (e) Lagoa Baixinha. 58
17 As amostras do fitoplâncton foram armazenadas em frascos de vidro âmbar de 250 ml e fixadas com formol 37% neutralizado, de modo a obter-se uma concentração final de 5%. Os táxons foram registrados através do sistema de fotodocumentação digital composto por um microscópio óptico Nikon (Eclipse, E200), com câmara digital acoplada (Samsung) e software (Imagelab, 2000). As coletas das amostras para as análises taxonômicas foram realizadas nas duas profundidades, previamente estabelecidas, através do uso de garrafa de Van Dorn e preservadas com formol a 4%. A análise do material foi realizada a partir da confecção de lâminas semipermanentes e posteriores observações em microscópio óptico da marca ZEISS, modelo Jenaval, com ocular de medição acoplada. Lâminas permanentes para a identificação de diatomáceas também foram feitas a partir da metodologia descrita por Carr et al. (1986). Foram analisados em cada amostra, características morfológicas dos organismos, as quais foram utilizadas para o enquadramento taxonômico dos mesmos em chaves de identificação disponíveis em artigos e livros especializados para cada grupo algal. Sempre que possível, a identificação foi realizada até o menor nível hierárquico possível sendo, inclusive, o material encaminhado para colegas especialistas para confirmação de espécies. Os táxons foram identificados e classificados de acordo com Bicudo & Menezes (2006), Prescott & Vinyard (1982), Komárek & Fott (1983), Komárek & Anagnostidis (1986, 2005), Anagnostidis & Komárek (1988, 1990), Popovský & Pfiester (1990), Krammer & Lange-Bertalot (1991a, b) e John et al. (2002). A frequência de ocorrência das espécies também foi expressa em termos de porcentagem e calculada levando-se em consideração o número de amostras em que o táxon ocorreu, em relação ao número total das amostras coletadas, sendo considerados: muito freqüentes os táxons com valor >70%; freqüente de 40 a 70%; pouco freqüente de 10 a 39% e esporádicas 10% (Mateucci & Colma, 1982). 59
18 4. Resultados e Discussão A comunidade fitoplanctônica, considerando as cinco lagoas marginais durante os dois períodos sazonais apresentou 168 táxons, alguns destes fotodocumentados neste trabalho (Figs. 2-5), foram distribuídos da forma apresentada a seguir. A divisão Chlorophyta contribuiu com 82 spp. (48,80%); Bacillariophyta, com 47 spp. (27,97%); Cyanophyta, com 22 spp. (13,09%); Euglenophyta, com 6 spp. (3,57%); Cryptophyta, com 3 spp. (1,78%); Chrysophyta, com 3 spp. (1,78%); Dinophyta, com 4 spp. (2,38%) e Xanthophyta somente com 1 spp. (0,59%) (Fig. 6). Figura 2. a. Tetraedron gracile (Reinsch) Hansgirg, b. Euglena sp., c. Lepocinelis sp., d. Trachelomonas volvocina Ehrenberg, e. Dinobryon sertularia Ehrenberg, f. Peridinium sp. 60
19 Figura 3. a. Anabaena sp., b. Chroococcus minutus (Kützing) Nägeli, c. Pseudanabaena catenata Lauterborn, d. Amphipleura pellucida (Kützing) Kützing, e. Encyonema silesiacum (Bleisch) D.G. Mann, f. Cyclotella meneghiniana Kützing, g. Epithemia turgida (Ehrenberg) Kützing, h. Navicula disparalis Hustedt. 61
20 Figura 4. a. Actinastrum gracillimum Smith, b. Ankistrodesmus gracilis (Reinsch) Korshikov, c. Coelastrum pulchrum Schmidle, d. Dictyosphaerium pulchellum H.C. Wood, e. Golenkinia radiata Chodat, f. Kirchneriella lunaris (Kirchner) K. Möbius, g. Nephrocytium agardhianum Nägeli, h. Pediastrum duplex Meyen. 62
21 Figura 5. a. Pediastrum simplex Meyen, b. Scenedesmus ecornis (Ehrenberg) Chodat, c. Staurastrum gracile Ralfs ex Ralfs, d. Staurastrum leptocladum L.N. Johnson, e. Staurastrum rotula Nordstedt, f. Staurastrum sp., g. Staurodesmus subulatus (Kützing) Thomasson, h. Staurodesmus sp. 63
22 Figura 6. Número de táxons por divisão fitoplanctônica encontrados em cinco lagoas marginais do reservatório de Sobradinho/BA em dois períodos sazonais (seco e chuvoso). As ordens Chlorococcales e Zygnematales foram as mais representativas qualitativamente reunindo 41 e 38 táxons, respectivamente, sendo ambas pertencentes à Divisão Chlorophyta. Desmidiaceae foi a família a apresentar o maior número de espécies (30) nesta divisão. Dentre as Bacilariophyta a família Pinnulariaceae foi a mais representativa com sete espécies. Dentre as Cyanophyta, Chroococcaceae esteve representada por oito espécies (Tab. 2). No período seco foram identificados 140 táxons, sendo 111 spp. exclusivas deste período. Como espécies muito freqüentes (presentes em mais de 70% das lagoas), registraram-se Geitlerinema amphibium (C. Agardh) Anagnostidis, Navicula disparalis Hustedt, Anabaena constricta (Szafer) Geitler, Geitlerinema unigranulatum (R.N. Singh) J. Komarek & M.T.P. Azevedo, Trachelomonas volvocina Ehrenberg, 64
23 Staurastrum cuspidatum Brébisson ex Ralfs, Staurastrum gracile Ralfs, Ulnaria ulna (Nitzsch) Ehrenberg e Coelastrum microporum Nägeli, além de 52 espécies freqüentes e 79 pouco frequentes. No período chuvoso foram identificados 63 táxons, sendo 33 spp. exclusivas deste período, Staurastrum leptocladum L.N. Johnson e Trachelomonas volvocina Ehrenberg foram muito frequentes estando presentes em 80% das lagoas, além de 15 espécies freqüentes e 46 pouco frequentes. Novamente no período seco a maior diversidade algal foi encontrada na lagoa Salgadinha (74 spp.) e no chuvoso na Lagoa Barra (37 spp.), (Tab. 2) (Fig. 7). Figura 7. Número de táxons fitoplanctônicos em cinco lagoas marginais do reservatório de Sobradinho/BA nos períodos seco e chuvoso. 65
24 Tabela 2. Freqüência de ocorrência das espécies fitoplanctônicas em cinco lagoas marginais ao longo do reservatório de Sobradinho/BA, durante dois períodos sazonais, com suas respectivas freqüências de ocorrência. Lagoa Baixinha (BAI), Lagoa Barra (BAR), Lagoa Brígida (BRI), Lagoa Curralinho (CUR), Lagoa salgadinha (SAL) e Freqüência de Ocorrência (FO%). DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Cyanophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Anabaena circinalis Rabenhorst , ,00 Anabaena constricta (Szafer) Geitler , ,00 Anabaena sp , ,00 Aphanocapsa incerta (Lemmermann) Cronberg & Komárek , ,00 Chroococcus minutus (Kützing) Nägeli , ,00 Chroococcus turgidus(kützing) Nägeli , ,00 Cyanosarcina burmensis (Skuja) Kovácik , ,00 Cylindrospermopsis raciborskii (Woloszynska) Seenaya & Subba Raju , ,00 Geitlerinema amphibium (C. Agardh) Anagnostidis , ,00 Geitlerinema unigranulatum (R.N. Singh) J. Komárek & M.T.P. Azevedo , ,00 Merismopedia minima Beck , ,00 Microcystis aeruginosa (Kützing) Kützing , ,00 Microcystis incerta (Lemmermann) Lemmermann , ,00 Microcystis wesenbergii (Komárek) Komárek , ,00 Oscillatoria princeps Vaucher ex Gomont , ,00 Oscillatoria sp , ,00 Oscillatoria sp , ,00 Planktothrix agardhii (Gomont) Anagnostides & Komárek , ,00 Pseudanabaena catenata Lauterborn , ,00 Pseudanabaena sp , ,00 Raphidiopsis mediterranea Skuja , ,00 Spirulina sp , ,00 Bacillariophyta Achnanthes sp , ,00 Amphipleura pellucida Kützing , ,00 Amphiprora alata Kützing , ,00 66
25 Tabela 2 Continuação DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Bacillariophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Amphora sp , ,00 Anomoeoneis serians (Brébisson) Cleve , ,00 Aulacodiscus sp , ,00 Aulacoseira ambigua (Gunr.) Simons , ,00 Aulacoseira granulata (Ehrenberg) Simonsen , ,00 Aulacoseira granulata var. angustissima (O.F. Müller) Simonsen , ,00 Aulacoseira ambigua f. spiralis (Skuja) Ludwig , ,00 Cocconeis placentula Ehrenberg , ,00 Cyclotella meneghiniana Kützing , ,00 Cyclotella stelligera Cleve & Grunow , ,00 Cymbella naviculiformis (Auerswald) Cleve , ,00 Cymbella sp , ,00 Encyonema silesiacum Bleisch in Rabenorst , ,00 Ephitemia argus (Ehrenberg) Kützing var. alpestris Grunow , ,00 Ephitemia sorex Kützing , ,00 Ephitemia zebra (Ehrenberg) Kützing , ,00 Eunotia dydima Grunow , ,00 Eunotia monodon Ehrenberg , ,00 Fragilaria capucina Desmazières , ,00 Fragilaria crotonensis Kitton , ,00 Frustulia rhomboides (Ehrenberg) De Toni , ,00 Gomphonema angustatum (Kützing) Rabenhhorst , ,00 Gomphonema gracile Ehrenberg , ,00 Gomphonema sp , ,00 Gyrosigma acuminatum (Kützing) Rabenhorst , ,00 Melosira varians C. Agardh , ,00 Navicula disparalis Hustedt , ,00 67
26 Tabela 2 Continuação DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Bacillariophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Pinnularia clericii ( J. Frenguelli) J. Frenguelli , ,00 Pinnularia divergens W. Smith , ,00 Pinnularia gibba Ehrenberg , ,00 Pinnularia maior (Kützing) Cleve , ,00 Pinnularia tabellaria Ehrenberg , ,00 Pinnularia viridis (Nitzsch) Ehrenberg , ,00 Rhopalodia gibba (Ehrenberg) O.F. Müller , ,00 Stauroneis phoenicenteron (Nitzsch) Ehrenberg , ,00 Surirella guatimalensis Ehrenberg , ,00 Surirella linearis W. Smith , ,00 Surirella robusta Ehrenberg , ,00 Synedra acus Kützing , ,00 Synedra rumpens Kützing , ,00 Tryblionella victoriae Grunow , ,00 Ulnaria ulna (Nitzsch) Ehrenberg , ,00 Urosolenia eriensis (H.L. Smith) F.E. Round & R.M. Crawford , ,00 Urosolenia longiseta (Zacharias) Bukhtiyarova , ,00 Chlorophyta Actinastrum gracillimum Smith , ,00 Ankistrodesmus fusiformis Corda sensu Korsikov , ,00 Ankistrodesmus gracilis (Reinsch) Korshikov , ,00 Closterium acutum Brébisson , ,00 Closterium ehrenbergii Maneghini ex Ralfs , ,00 Closterium setaceum Ehrenberg ex Ralfs , ,00 Coelastrum microporum Nägeli , ,00 68
27 Tabela 2 Continuação DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Chlorophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Coelastrum pseudomicroporum Korshikov , ,00 Coelastrum pulchrum Schmidle , ,00 Coelastrum reticulatum (Dangeard) Senn , ,00 Cosmarium bioculatum Brébisson ex Ralfs , ,00 Cosmarium margaritatum (P. Lundell) J. Roy & Bisset , ,00 Cosmarium pyramidatum Brébisson , ,00 Cosmarium pseudopyramidatum P. Lundell , ,00 Cosmarium sp , ,00 Cosmarium sp , ,00 Crucigenia fenestrata (Schmidle) Schmidle , ,00 Crucigenia quadrata Morren , ,00 Desmidium bailey (Ralfs) Nordestedt , ,00 Desmidium sioli Förster , ,00 Desmidium sp , ,00 Dictyosphaerium pulchellum Wood , ,00 Euastrum abruptum C.F.O. Nordestedt , ,00 Euastrum sp , ,00 Eudorina elegans Ehrenberg , ,00 Golenkinia radiata Chodat Emend. Korshikov , ,00 Gonatozygon monataenium De Bary , ,00 Gonatozygon pillosum Wolle , ,00 Hyaloteca sp , ,00 Hyaloteca sp , ,00 Isthmocholom lobulatum (C. Nägeli) H. Skuja , ,00 Kirchineriella lunaris (Kirchner) Möbius , ,00 Kirchineriella obesa (W. West) Schmidle) , ,00 Micractinium pusillum Fresenius , ,00 69
28 Tabela 2 Continuação DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Chlorophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Micrasterias truncata (Corda) Brébisson , ,00 Monoraphidium arcuatum (Korshicov) Hindák , ,00 Monoraphidium contortum (Thret) Komárkova-Legnerová , ,00 Monoraphidium griffithii (Berkeley) Komarkóva-Legnerová , ,00 Mougeotia sp , ,00 Nephrocytium aghardianum Nägeli , ,00 Oedogonium sp , ,00 Onychonema leave Nordesdt , ,00 Oocystis pusilla Hansgirg , ,00 Pandorina morum (O.F. Müller) Bory de Saint-Vicent , ,00 Pediastrum argentinensis Bourrelly & Tell , ,00 Pediastrum duplex Meyen , ,00 Pediastrum simplex Meyen , ,00 Pediastrum tetras (Ehrenberg) Ralfs , ,00 Planktosphaeria gelatinosa G.M. Smith , ,00 Phytelios viridis C. Bicudo & Ventrice , ,00 Quadricula chodatti (Tanner-Füllemann) G.M. Smith , ,00 Quadricula lacustris (Chodat) G.M. Smith , ,00 Radiococcus planktonicus J.W.G. Lund , ,00 Scenedesmus ecornis (Ehrenberg) Chodat , ,00 Scenedesmus quadricauda (Turpin) Brébisson ex Ralfs , ,00 Schoederia judayii G.M. Smith , ,00 Schoederia nitzschioides (G.S. West) Kors , ,00 Sorastrum americanum (Bohlin) Schmidle , ,00 Sphaerocystis schroeteri Chodat , ,00 70
29 Tabela 2 Continuação DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Chlorophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Spirogyra sp , ,00 Staurastrum brasiliense Nordstedt , ,00 Staurastrum cuspidatum Brébisson ex Ralfs , ,00 Staurastrum gracille Ralfs , ,00 Staurastrum leptacanthum Nordstedt , ,00 Staurastrum leptocladum L.N. Johnson , ,00 Staurastrum minessotense Wolle , ,00 Staurastrum rotula Nordstedt , ,00 Staurastrum sebaldii Reinsch , ,00 Staurastrum volans West , ,00 Staurastrum sp , ,00 Staurodesmus dickeii (Ralfs) F. Lillieroth , ,00 Staurodesmus lobatus (Börgesen) Bourrelly , ,00 Staurodesmus subulatus (Kützing) Thomasson , ,00 Staurodesmus sp , ,00 Staurodesmus triangularis (Lagerheim) teiling , ,00 Tetraedron gracile (Reinsch) Hansgirg , ,00 Tetraedron minimum (A. Braun) Hansgirg , ,00 Tetraedron trigonum (Nägeli) Hansgirg , ,00 Tetraedron victoriae Smith , ,00 Tetraedron sp , ,00 Volvox sp , ,00 Williea irregulares (Wille) Schmidle , ,00 Euglenophyta Euglena acus Ehrenberg , ,00 Euglena oxyuris Schmarda , ,00 Euglena sp , ,00 71
30 Tabela 2 Continuação DIVISÕES/ESPÉCIES Período Chuvoso Período Seco Euglenophyta BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) BAI BAR BRI CUR SAL FO(%) Phacus longicauda (Ehrenberg) Düjardin , ,00 Lepocinclis sp , ,00 Trachelomonas acanthophora Stokes , ,00 Trachelomonas hispida (Perty) F. Stein , ,00 Trachelomonas armata (Ehrenberg) F. Stein , ,00 Trachelomonas volvocina Ehrenberg , ,00 Chrysophyta Dinobryon bavaricum Imrof , ,00 Dynobrion sertularia Ehrenberg , ,00 Mallomonas caudata Ivanov , ,00 Xanthophyta Centritractus belenophorus Lemmermann , ,00 Cryptophyta Cryptomonas ovata Ehrenberg , ,00 Cryptomonas sp , ,00 Rhodomonas lacustris Pascher & Ruttner , ,00 Dinophyta Gymnodinium sp , ,00 Peridinium cinctum (O.F. Müller) Ehrenberg , ,00 Peridinium palatinum Lauterborn , ,00 Peridinium sp , ,00 72
31 A variação da riqueza de espécies fitoplanctônicas nos dois períodos amostrados (Fig. 8) demonstrou que em período seco foi encontrado o maior número de táxons (140), enquanto que em período chuvoso ocorreu menor número (63). Este trabalho corrobora com estudos realizados por Bouvy et al. (1999, 2000), Bittencourt-Oliveira (2002), Tucci & Sant Anna (2003), Bicudo et al. (2006), Dantas et al. (2008) e Moura et al. (2008), nos quais a divisão Chlorophyta apresentou maior representatividade qualitativa entre os táxons encontrados. As desmídias tiveram predominância entre os táxons o que pode estar associado ao fato dessas espécies serem facilmente encontradas em ambientes aquáticos oligo-mesotróficos, ou seja, ambientes onde não há grandes concentrações de nutrientes, principalmente fósforo e nitrogênio. Figura 8. Número de táxons por divisão fitoplanctônica nos períodos chuvoso e seco em cinco lagoas marginais do reservatório de Sobradinho/BA. 73
32 5. Considerações Finais A flora planctônica apresentou elevada diversidade de espécies o que pode caracterizar ambientes aquáticos com baixa concentração de nutrientes na água (ambientes oligo mesotróficos). A análise qualitativa do fitoplâncton das cinco lagoas marginais, durante os dois períodos estudados, permitiu identificar 168 táxons dentre os quais a divisão Chlorophyta foi a mais representativa, pois a maioria dos ecossistemas aquáticos brasileiros apresenta uma maior riqueza de clorófitas, principalmente das ordens Chlorococcales e Zygnematales. Em período seco foi registrada a maior riqueza de espécies, provavelmente devido à elevada temperatura e baixa precipitação pluviométrica, uma vez que a densidade fitoplanctônica tende a diminuir com o aumento da precipitação. As espécies mais importantes em termos de frequência para as cinco lagoas foram Geitlerinema amphibium e Navicula disparalis estando 100% presentes durante o período seco. Nenhuma espécie nova foi encontrada nas cinco lagoas, durante o período de estudo. Muitas espécies identificadas são, ao contrário, espécies cosmopolitas e de ampla ocorrência, como é o caso da maioria das Chlorococcales. 6. Agradecimentos À Companhia Hidro elétrica do São Francisco pelo apoio financeiro e ao Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Proc / e Proc: / Referências Bibliográficas Agência Nacional de Águas Cadernos de Recursos Hídri- 74
33 cos: O turismo e o Lazer e Sua Interface com o Setor de Recursos Hídricos. Boletim 10, Ano 2. Brasília, DF. Anagnostidis, K. & Komárek, J Modern approach of classification system of Cyanophytes. 3- Oscillatoriales. Algological Studies, 80(1-4): Anagnostidis, K.& Komárek, J Modern approach to the classification system of Cyanophyta, 5: Stigonematales. Algological Studies, 59: Araújo, M.F.F.; Costa, I.A.S. & Chellapa, N.T Comunidade fitoplanctônica e variáveis ambientais na lagoa de Extremos, Natal-RN, Brasil. Acta Limnologica Brasiliensia, 12: Bicudo, C.E.M. & Menezes, M Gêneros de algas de águas continentais do Brasil (chave para identificação e descrições). São Carlos: Ed. RiMa. 502p. Bicudo, D.C.; Ferragut, C.; Crossetti, L.O.; Bicudo, C.E.M Efeitos do Represamento sobre a Estrutura da Comunidade Fitoplanctônica do Reservatório de Rosana, Baixo Rio Paranapanema, Estado de São Paulo. Pp In: Nogueira, M.G.; Henry, R. & Jorcin, A. (eds.) Ecologia de Reservatórios: Impactos Potenciais, Ações de Manejo e Sistemas em Cascata. São Carlos-SP, Brasil. Bittencourt-Oliveira, M.C. & Molica, R Cianobactéria invasora: aspectos moleculares e toxicológicos de Cylindrospermopsis raciborskii no Brasil. Biotecnologia: Ciência e Desenvolvimento, 30: Bittencourt-Oliveira, M.C A Comunidade Fitoplanctônica do Rio Tibagi: Uma Abordagem Preliminar de sua Diversidade. Pp In: Medri, ME.; Bianchini, E.; Shibatta, AO. 75
34 & Pimenta, JA. (eds.). A Bacia do Rio Tibagi. Londrina-PR, Brasil. Bouvy, M.; Molica, R.; De Oliveira, S.; Marinho, M.; Becker, B Dynamics of a toxic cyanobacterial bloom (Cylindrospermopsis raciborskii) in a shallow reservoir in the semiarid region of northeast Brazil. Aquatic Microbiol Ecology, 20(3): Bouvy, M.A.; Falcão, D.; Marinho, M.; Pagano, M.; Moura, A.N Occurrence of Cylindrospermopsis (Cyanobacteria) in 39 Brazilian tropical reservoirs during the 1998 drought. Aquatic Microbial Ecology, 23: Bouvy, M.A.; Molica, R; Oliveira, S.; Marinho, M.; Becker, B Effects of a cyanobacterial bloom (Cylindrospermopsis raciborskii) on bacteria and zooplankton communities in Ingazeira reservoir (northeast Brazil). Aquatic Microbiol Ecology, 25(3): Bouvy, M.A.; Nascimento, S.M.; Molica, R.J.R.; Ferreira, A Limnological features in Tapacurá reservoir (northeeast Brazil) during a severe drought. Hydrobiologia, 493: Carr, J.M.; Hergenrader, G.L. & Troelstrup-Jr, N.H A simple, inexpensive method for cleaning diatoms. Transactions of the American Microscopical Society, 105(2): Chellapa, N.T. & Costa, M.A.M Dominant and co-existing species of Cyanobacteria from a eutrophicated reservoir of Rio Grande do Norte State, Brazil. Acta Oecologica, 24: S3-S10. Chellapa, N.T.; Costa, M.A.M. & Marinho, I.R Harmful cyanobacterial blooms from semiarid freshwater ecosystems of North-East Brazil. Australian Society for Limnology Newsletter, 38:
35 Costa, I.A.S.; Araújo, F.F. & Chellapa, N.T Estudo do fitoplâncton da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, Assu/ RN. Acta Limnologica Brasiliensia, 10(1): Dantas, E.W.; Severi, W.; Moura, E.G.J.; Moura, A.N Heterogeneidade Espacial da comunidade Fitoplanctônica no Reservatório de Araras Estado do Ceará. Pp In: Moura, A.N.; Araújo, E.L. & Albuquerque, U.P. (eds.) Biodiversidade, potencial econômico e processos eco-fisiológicos em ecossistemas nordestinos. Recife-PE, Brasil. Dellamano-Oliveira, M.J.; Senna, P.A.C. & Tanigushi, G.M Limnological characteristics and seasonal changes in density and diversity of the phytoplanctonic community at the Caçó pond, Maranhão state, Brazil. Brazilian archives of Biology and Technology, 46(4): Falcão, D.P.M.; Ferraz, A.C.N.; Silva, A. M.; Moura, A.N.; Marinho, M.; Bouvy, M Monitoramento da qualidade da água em reservatórios da Zona da Mata e Sertão do Estado de Pernambuco: Importância do estudo das microalgas. Pp In: Anais do V Simpósio Nordestino de Recursos Hídricos. Natal RN. Falcão, D.P.M.; Moura, A.N.; Pires, A.N.; Bouvy, A.H.B.; Marinho, M.; Ferraz, A.C.M.; Silva, A.M Diversidade de microalgas planctônicas de mananciais localizados nas zonas fitogeográficas: Mata, Agreste e Sertão do Estado de Pernambuco. Pp In: Tabarelli, M. & Silva, A.M. (eds.). Diagnóstico da Biodiversidade de Pernambuco. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Recife-PE, Brasil. Godinho, H.P. & Godinho, A.L Breve visão do São Francisco. Pp In: Godinho, HP. & Godinho AL. (eds.) 77
36 Águas, peixes e pescadores do São Francisco das Minas Gerais. Belo Horizonte. Heo, W. & Kim, B The effect of artificial destratification on phytoplankton in a reservoir. Hydrobiologia, 524: Huszar, V.L.M.; Silva, L.H.S.; Marinho, M.; Domingos, P.; Sant anna, C.L Cyanoprokaryote assemblages in eight produtive tropical Brazilian waters. Hydrobiologia, 424: John, D.M.; Whitton, B.A. & Brook, A.J The Freshwater Algal Flora of the British Isles. Cambridge: Cambridge University Press. Komárek, J. & Anagnostidis, K Modern approach to the classification system of cyanophytes. 2 - Chroococcales. Arch. Hydrobiol. Suppl. 73. Algological Studies, 43: Komarek, J. & Anagnostidis, K Sübwasserflora von Mitlleuropa Cyanoprokariota. 2 Teil: Oscillatoriales. München, Elsevier Gmbh. Semper Bonis Artibus. 759p. Komárek, J. & Fott, B Chlorophyceae. Chlorococcales. Stuttgart, Begründent von August Thienemann. 1044p. Krammer, K. & Lange-Bertalot, H. 1991a. Sübwasseflora von Mitlleuropa: Bacillariophyceae, 3. Teil: Centrales, Fragilariaceae, Eunotiaceae. Krammer, K. & Lange-Bertalot, H. 1991b. Sübwasseflora von Mitlleuropa: Bacillariophyceae, 4. Teil: Achananthaceae, Kritische Ergänzungen zu Navicula (Lineolatae) and Gomphonema Gesamthitraturverzeichnis Teil 1-4. Lazzaro, X.; Bouvy, M.; Ribeiro-Filho, R.A.; Oliveira, V.S.; Sales, L.T.; Vasconcelos, A.R.M.; Mata, M.R Do fish regulate phytoplancton in shallow eutrophic Northeast Brazilian re- 78
37 servoir. Freshwater Biology, 48: Mateucci, S.D. & Colma, A La Metodologia para el Estudo de la Vegetacion. Collecion de Monografias Cientificas. Série Biología. Molica, R.J.R.; Oliveira, E.J.A.; Carvalho, P.V.V.C.; Costa, A.N.S.F.; Cunha, M.C.C.; Melo, G.L.; Azevedo, S.M.F.O Occurrence of saxitoxins and an anatoxin-a(s) - like anticholinesterase in a Brazilian drinking water supply. Harmful Algae, 4: Moschini-carlos, V. & Pompêo, M.L.M Dinâmica do fitiplâncton de uma lagoa de Duna (Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA, Brasil). Acta Limnologica Brasiliensia, 13(2), Moura, A.N.; Bittencourt-Oliveira, M.C.; Dantas, E.W.; Arruda- Neto, J.D.T. 2007a. Phytoplancton associations: A tool to understand dominance events in a tropical Brazilian reservoir. Acta Botanica Brasilica, 21(3): Moura, A.N.; Dantas, E.W. & Bittencourt-Oliveira, M.C. 2007b. Phytoplancton associations: A tool to understand dominance events in a tropical Brazilian reservoir. Acta Botanica Brasilica, 21(3): Moura, A.N.; Nascimento, E.C.; Dias, S.N.; Soriano, H.B.O. Dantas, E.W.; Bittencourt-Oliveira, M.C Diversidade e Variação Sazonal do Fitoplâncton em Reservatórios de Abastecimento público no Estado de Pernambuco. Pp In Moura, A.N.; Araújo, E.L. & Albuquerque, U.P. (eds.) Biodiversidade, potencial econômico e processos eco-fisiológicos em ecossistemas nordestinos. Recife-PE, Brasil. Moura, A.N.; Pimentel, R.M.M.; Lira, G.A.S.T.; Chagas, M.G.S.; 79
38 Bittencourt-Oliveira, M.C Composição e estrutura da Comunidade fitoplanctônica relacionadas com variáveis hidrológicas abióticas no reservatório de Botafogo. Revista de Geografia, 23: Pompêo, M.L.M.; Moschini-Carlos, V.; Costa Neto, J.P.; Cavalcante, P.R.S.; Ibanês, M.R.S.; Ferreira-Correia, M.M.; Barbieri, R Heterogeneidade especial do fitoplâncton no reservatório de Boa Esperança (Maranhão-Piauí, Brasil). Acta Limnologica Brasiliensia, 10(2): Popovský, J. & Pfiester, L.A Dinophyceae (Dinoflagellida). Stuttgart, Süßwasserflora von Mitteleuropa. 80
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