1 Antecedentes e Justificativa
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- Valentina Campelo Caldas
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1 TÍTULO:UMA EXPERIÊNCIA INTERDISCIPLINAR ATRAVÉS DA PRÁTICA EXTENSIONISTA: PROGRAMA DE EXTENSÃO ODONTOLOGIA ULBRA AUTORES: Prof. Sergio Augusto Quevedo Miguens Jr. (Coordenador) Universidade Luterana do Brasil / ULBRA [email protected] Prof. Roger Keller Celeste - Universidade Luterana do Brasil / ULBRA [email protected] Acadêmico Fabiano Daniel Bonatto - Universidade Luterana do Brasil / ULBRA [email protected] Área Temática: Saúde 1 Antecedentes e Justificativa A extensão universitária é o processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre a universidade e a sociedade NOGUEIRA (2000). A extensão é uma via de mão-dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade da elaboração da práxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à universidade, docentes e discente trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. Este fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados/acadêmico e popular, terá como conseqüência: a produção de conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional; e a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da universidade. (I Encontro de Pró- Reitores de Extensão, 1999). Podemos então concluir que a extensão é toda e qualquer forma de comunicação que tem como finalidade, promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e teóricos entre comunidade e universidade. A implementação de programas de prevenção e de promoção odontológica, são extremamente eficazes e de baixo custo, entretanto, o êxito maior é atingido, se estes programas estiverem inseridos dentro de uma proposta de valorização de cidadania, de democratização dos conhecimentos e da inserção da universidade junto à comunidade. Acreditando, nisso a ULBRA, criou 4 projetos de extensão: Mantendo Sorrisos, que trabalham com creches e escolares (0-12) anos, trabalhando com pais, professores, e crianças; Proteja o Sorriso do seu Bebê, que assiste bebês de (0-3) anos, trabalhando
2 com pais ou responsáveis; Envelhecer Sorrindo, que atua em casas de repouso geriátrico e asilos, trabalhando com idosos e cuidadores e Conquistando Saúde, que trabalha com pacientes especiais (APAES, deficientes físicos, deficientes mentais, deficiente visuais, sindrômicos, etc), prevenindo e promovendo saúde, e o atendimento curativo é prestado de forma gratuita dentro da faculdade. Esta proposta, está sendo suprida pelos programas de promoção de saúdes que vem atuando em parceria de forma interdisciplinarmente com o Curso de Fonoaudiologia que atua com o projeto Fala Criança, juntamente com o projeto Mantendo Sorrisos da Odontologia. As atividades de promoção de saúde em odontologia têm se direcionado para a área de educação em saúde. Para esta proposta a população alvo mais freqüente tem sido a de escolares. Isto se baseando na idéia de que o conhecimento adquirido na infância refletirá na idade adulta, além de serem as escolas locais responsáveis por uma formação ampla e integral do indivíduo, o que inclui a aquisição de conhecimentos, valores e comportamentos positivos em relação à saúde (Tones e Tilford, 1994). 2 Objetivos Específicos - oportunizar o trabalho voluntário de acadêmicos na comunidade; - capacitar os acadêmicos em planejamento de atividades de educação em saúde com base em modelos teóricos, nas instituições em que realizarem o programa; - aproximar as relações da universidade com instituições de ensino localizadas próximas ao distrito geo-educacional; - criar uma visão mais humanitária da relação paciente-profissinal / acadêmicocomunidade - contribuir com a diminuição dos índices de doença bucal através do programa de extensão universitária. 2
3 2.1 Comuns para a Odontologia e a Fonoadiologia - Promoção e manutenção da saúde bucal e redução dos índices das principais patologia; - Universalidade no atendimento; - Prevenção de problemas que possam trazer prejuízos ao desenvolvimento das funções bucais e da motricidade oral fala, oclusão, higidez dos tecidos; - Prevenção da cárie, doença periodontal, traumas, bruxismo, maloclusão, respirador bucal, deglutição atípica, hábitos deletérios, sucção (dedo, bicho, mamadeira). 3 População Alvo Crianças, escolares e creches, de instituições, publicas ou privadas do município de Canoas e Esteio, além da grande Porto Alegre. 4 Metodologia de Trabalho Os alunos recebem uma capacitação, que tem como objetivos uma integração entre os acadêmicos da Odontologia com os da Fonoaudiologia, além de conhecimentos sobre ciências do comportamento e modelos atuais de comportamento: teoria da ação racional; teoria do comportamento planejado (Goldrick, 1997) e, fundamentos para bases para trabalhos comunitários e em grupo. Ao final da primeira semana, após apresentação do local de trabalho, os acadêmicos deverão apresentar o diagnóstico do local com um planejamento das atividades a serem realizadas em cada instituição parceira. Juntamente com o planejamento deverá haver um cronograma das atividades do semestre. No final de cada semestre, cada instituição receberá um formulário para avaliação individual de cada acadêmico e do andamento do projeto. Da mesma forma, os 3
4 acadêmicos terão oportunidade de avaliar qualitativamente a instituição e o projeto, descrevendo ponto fortes, pontos fracos e dando sugestões. 5 Atividades 5.1 Odontologia - Palestras para pais/responsáveis, crianças, professores; - Atividades de prevenção sobre saúde bucal (dieta, cárie, doença periodontal, traumatismos dentários); - Levantamentos epidemiológicos; - Orientações, motivação e cuidados com a higiene bucal; - Atividades lúdico-educativas (brincadeiras, jogos, gincanas, historinhas, etc.); - Teatro (A Turma do Doutor Sorriso) composto por acadêmicos do curso de odontologia; - Vídeos educativos. 5.2 Fonoaudiologia - Promoção e desenvolvimento da linguagem e audição; - Cuidados e orientações sobre funções alimentares; - Promoção à saúde materno-infantil através de medidas preventivas, individuais e coletivas (distúrbio da linguagem); - Atividades lúdico-educativas (brincadeiras, jogos, gincanas, historinhas, etc.); - Palestras para pais/responsáveis, crianças, professores; - Vídeos educativos. 4
5 6 Resultados A avaliação é feita de maneira quali e quantitativamente através de relatórios e questionários entregues para os parceiros e acadêmicos extensionistas envolvidos com o projeto. Verificamos o impacto social causado pelo projeto perante a comunidade; Interdisciplinaridade (Ações integradas com a Fonoaudiologia); Mudança do perfil acadêmico; Gratificação pessoal; Integração do acadêmico com a comunidade; Hoje, o desafio da odontologia é entrar no contexto de promoção de saúde e deixar de ser limitada a dimensões cirúrgico-restauradora, pois isso é preciso, buscamos o entendimento do termo odontologia dentro de um conceito mais amplo e integrado com a saúde. Bibliografia Andreasen, J.O.;Andreasen F.M. (1997). Public health aspects of oral diseases and disorders: Dental trauma. In: Community Oral Health. Ed. C. Pine, pp Oxford: Wright Bown, L Research in Dental Health Education and Health Promotion: A Review of the Literature. Health Education Quarterly, 21(1): Costa, I. et al. Integração Universidade-Comunidade. Análise das atividades extamurais em odontologia nas universidades brasileiras. Rev. CROMG, v. 6, n.3, set/dez, McGoldrick, P.M. (1997). Principles of Health Behaviour and Health. In: Community Oral Health. Ed. C. Pine, pp Oxford: Wright. 5
6 Nogueira, M.P. Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas ed PROEX/UFMG, Tones, K., Tilford, S. (1994). Health Education: Effectiveness, Efficiency and Equity. Second ed. p309. London: Chapman & Hall. 6
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