Rhodiola rosea extrato seco Fitoterápico Adaptogênico

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1 Rhodiola rosea extrato seco Fitoterápico Adaptogênico A Rhodiola rosea L. também conhecida como Rodiola, raiz-dourada, raiz-de-ouro e raiz-do-ártico, é uma planta nativa da Sibéria, tradicionalmente utilizada em vários países europeus e asiáticos devido ao seu potencial poder adaptogênico, assim, aumentando a resistência do organismo a agentes físicos, químicos e biológicos causadores de estresse e apresentando uma influência de regularizar sistemas corporais (BARNES, 2012). A Rhodiola rosea L. tem um longo histórico de uso como planta medicinal em diversos sistemas tradicionais. Relatase que ela é usada como um tônico cerebral, para tratar cefaléia e transtornos pulmonares, assim como para eliminar a fadiga e melhorar a capacidade de trabalho (DARBINYAN, 2000; PETKOV, 1986). A medicina popular atribui ao Rhodiola rosea, o poder de aumentar a resistência física, longevidade, vigor sexual e as capacidades cognitivas. Pesquisas sugerem que a planta pode beneficiar a memória e atenção, aliviar os sintomas da depressão e estresse. Rhodiola rosea L. é indicada nas situações onde exista uma demanda física e/ou mental excessiva resultando em sintomas de fadiga, cansaço, diminuição do rendimento do trabalho, redução da agilidade mental e de reflexos e também na diminuição do rendimento e da capacidade de desempenhar exercícios físicos, que resultam em prejuízos na qualidade de vida do indivíduo, interferindo no seu bom desempenho físico e mental em suas atividades diárias. Propriedades Atividade adaptogênica, aumenta a resistência do organismo a fatores estressantes; Tônico e revitalizante; Melhora a resistência física, e a vitalidade; Diminui a fadiga física e mental; Melhora o vigor sexual. Mecanismo de ação Várias atividades, incluindo diversos efeitos adaptogênicos e também propriedades antiarrítmicas, cardioprotetoras, antimutagênicas e antitumorais, foram descritas com Rhodiola rosea L. por estudos pré-clínicos e clínicos. Costuma-se considerar muitas destas atividades mais específicas como parte do perfil geral da atividade adaptogênica de Rhodiola rosea L. Os constituintes químicos específicos responsáveis pelas atividades farmacológicas documentadas atribuídas à raiz e ao rizoma da Rhodiola não são totalmente conhecidos, mas acredita-se que o tirosol e o salidrosídeo (rodiolosídeo), assim como os compostos cinamílicos (fenilpropanóide) e glicosídeos (rosina, rosavina, rosarina), sejam importantes para determinadas atividades farmacológicas atribuídas à planta (SSARATIKOV, 1968; TOLONEN, 2003; SOKOLOV, 1985). Comprovação de eficácia 1. Atividade adaptogênica e antifatigante Um estudo duplo-cego, randomizado, controlado por placebo realizado por Aslanyan (2010) e sua equipe em 40 mulheres submetidas a condições estressantes, apresentaram melhoras na função cognitiva e capacidade de concentração após o uso de Rhodiola em comparação com o grupo placebo. Em estudo randomizado, placebo-controlado, duplo-cego e em cross-over, visando avaliar a eficácia do extrato padronizado de rizomas de Rhodiola rosea L. contendo salidrosídeo em regime de dose baixa repetida, sobre a fadiga noturna não específica em grupo de médicos jovens e saudáveis durante o trabalho em plantões noturnos, foi utilizado um extrato padronizado de Rhodiola rosea L. na dose de 170 mg (contendo aproximadamente 4,5 mg de salidrosídeo) na dose de 1 cápsula ao dia durante 14 dias, avaliando-se o grau de fadiga através de cinco testes para a determinação da velocidade da percepção auditiva e visual, capacidade de atenção e memória recente. Os resultados finais do estudo mostraram que o índice de fadiga total foi significativamente melhorado após o uso de duas semanas do extrato de Rhodiola rosea L. com a melhora dos testes de avaliação perceptiva, sem a ocorrência de efeitos adversos na dosagem utilizada (DARBINYAN, 2000).

2 Em outro estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado e com grupos paralelos, utilizou-se um grupo homogêneos de cadetes jovens (19-21 anos) os quais se encontravam em período escolar educacional e de treinamento intenso e viviam em condições similares e com condições físicas e de saúde ideais, avaliando-se o efeito de uma dose única de um extrato padronizado de Rhodiola rosea L. sobre seu rendimento e investigando-se complementarmente a possibilidade de ocorrência de diferenças entre dois regimes de dosagens diferentes. As doses utilizadas foram de 185 mg de extrato seco de Rhodiola rosea L. por cápsula, sendo administrados regimes de 2 (n=41) ou 3 cápsulas (n=20) ao dia e comparado com placebo (n=40) ou controle sem tratamento (n=20). Os resultados da avaliação (avaliados por testes de percepção, memória e ordenação), bem como os parâmetros de segurança e tolerabilidade permitiram demonstrar um pronunciado efeito defatigante refletido pelo índice antifadiga, com diferença altamente significativa (p<0,001) para ambas as doses do extrato em relação ao placebo, não havendo diferenças entre o placebo e o grupo controle sem medicação. Nenhuma diferença significativa foi observada entre os dois regimes de dosagem, com uma possível tendência a favor da dose menor nos testes psicométricos, sem nenhuma outra tendência de diferença nos testes fisiológicos (SHEVTSOV, 2003). Outro estudo duplo-cego, randomizado placebo-controlado para avaliação dos efeitos do extrato de Rhodiola rosea L. em um grupo de 40 estudantes em fase de atividade escolar, foi utilizado um regime de doses baixas repetidas (50 mg 2 vezes ao dia) durante 20 dias seguidos, sendo avaliadas a capacidade de trabalho físico em teste velo ergonômico, e também a função psicomotora, capacidade mental e o bem estar geral através de testes cognitivos, táteis e de auto avaliação. O mais pronunciado resultado foi observado na melhora da função psicomotora (p<0,01), e na fadiga mental (p<0,01), sendo também demonstrado um significativo aumento para o grupo que recebeu o extrato de Rhodiola rosea L. em comparação ao placebo (p<0,05) na capacidade de realizar atividades físicas, com o bem estar geral, auto avaliado, sendo também significativamente melhor no grupo que recebeu o extrato (p<0,05). Também teste neuro-motor de labirinto medindo a acurácia versus velocidade, demonstrou-se um expressivo resultado com 50% de melhora no grupo que recebeu o extrato em comparação ao placebo (SPASOV, 2000). 2. Melhora do desempenho físico e muscular Objetivando investigar o efeito da administração de Rhodiola rosea L., agudamente e por 4 semanas sobre a capacidade física, força muscular, velocidade de movimentação, tempo de reação e atenção, 24 estudantes saudáveis e fisicamente ativos do sexo masculino (n=12, 21 +/- 0,3 anos, 72,3 +/- 2,4Kg) e feminino (n=12, 20,2 +/- 0,3 anos, 59,4 +/- 1,5 Kg) foram incluídos num estudo de duas fases (aguda e após 4 semanas de tratamento), utilizando-se a dose de 100 mg de extrato de Rhodiola rosea L. na fase aguda e 100 mg duas vezes ao dia na segunda fase. Comparado ao placebo, a administração aguda de Rhodiola aumentou (p<0,5) o tempo para exaustão 24 segundos em média (16,8+/- 0,7 min para 17,2 +/- 0,8 min). Os parâmetros de consumo de oxigênio VO2 pico e o VCO2 pico foram cerca de 5% maiores (p<0,5 (50,9 +/- 1,87 ml.min-1kg-1 1 para 52,9 +/- 2,7 ml.min-1kg-1 e 60,0 +/- 2,3 7 ml.min-1kg-1 para 63,5 +/- 2,77 ml.min-1kg-1, enquanto a ventilação pulmonar tendeu também a ser maior (11,59 +/- 7.7 L/min (p) e 124,8 +/- 7.7 L/min (r)) (p=0,7). Na segunda fase, os níveis de lactato antes do exercício foram significativamente menores nos pacientes que receberam o extrato de Rodhiola rosea L. em comparação ao placebo, concluindo-se que a administração aguda da medicação pode melhorar a capacidade de desempenho no exercício em voluntários jovens, melhorando a ventilação pulmonar e o consumo de oxigênio sendo que essa resposta é mantida após a administração diária por 4 semanas (DE BOCK, 2004). Em estudo duplo-cego, placebo-controlado realizado com 36 voluntários não treinados com idade entre 21 a 24 anos, 12 pacientes receberam 340 mg de uma preparação de extrato de Rhodiola rosea L. padronizado, duas vezes ao dia e 12 pacientes receberam 340 mg de placebo, com um terceiro grupo servindo como controle, objetivando avaliar o efeito do extrato de Rhodiola rosea L. sobre o nível de Proteína-C Reativa e de Creatino-quinase no sangue após exercício físico máximo. O regime de tratamento foi feito com o uso da medicação 30 dias antes e 6 dias após um período de exercícios físicos máximos realizados em bicicleta ergométrica. O teste físico aumentou substancialmente os níveis plasmáticos de CPK e PCR nos voluntários, sendo que no grupo tratado com a Rhodiola rosea esse aumento foi menos pronunciado, com a coleta 5 horas após o exercício mostrando que os níveis de PCR aumentaram 4 vezes nos grupos placebo e controle, enquanto que no grupo tratado com Rhodiola, apenas 2 vezes. Concluiu-se que o tratamento de longo-prazo com o extrato de Rhodiola rosea L. em voluntários não treinados inibiu o aumento dos níveis plasmáticos a de substâncias capazes de indicar inflamação após exercício físico exaustivo, demonstrando que a preparação utilizada possui efeito antiinflamatório e presumivelmente adaptogênico, com efeito protetor do tecido muscular durante o exercício (ABIDOV, 2004).

3 3. Atividade antimutagênica Descreveu-se a atividade antimutagênica com extratos de Rhodiola. Há relato de que extratos etanólicos (20 e 40%) de Rhodiola contra-atacam mutações gênicas induzidas por diversos mutágenos químicos no teste de Ames (Salmonella typhimurium). Em outro experimento in vitro, relatou-se que o extrato de Rhodiola reduziu a produção de células na medula óssea com aberrações cromossômicas induzidas por ciclofosfamida. Estudos publicados supõe que Rhodiola atue como um antimutagênico ao aumentar a eficácia de mecanismos intracelulares de reparação do DNA (SALIKHOVA, 1997). 4. Atividade cardioprotetora Foram descritas atividades inotrópicas, antiarrítmicas e outras atividades cardioprotetoras com extratos de Rhodiola rosea. Estudos supõem que o efeito cardioprotetor observado para o extrato de Rhodiola pode estar relacionado à estimulação do sistema opióide endógeno (BARNES, 2012). Sugestões de dosagem A dose recomendada para adultos e maiores de 12 anos de idade é de 400mg ao dia, preferencialmente pela manhã. Outras dosagens sugeridas para uso de longa duração como adaptógeno (até 4 meses), por exemplo, estipulam doses diárias de 360 a 600mg diários, podendo ser administrado várias semanas antes de um período antevisto como sendo de estresse intenso, e também em períodos de estresse (ANON, 2002). Vários estudos mostram efeitos adaptógenos, antiestresse e melhora do desempenho físico / muscular nas doses que variam de 100mg a 680mg diários, divididos em até 2 tomadas diárias. Indicações e aplicações Rhodiola rosea L. é indicada nos estados de esgotamento, fadiga e astenia com diminuição da concentração e do rendimento físico e mental. Nos indivíduos submetidos a dietas de emagrecimento e exercícios físicos intensos, visando atenuar o desgaste e melhorar o rendimento físico. Informações de Segurança Rhodiola rosea L. destina-se à utilização em adultos e maiores de 12 anos de idade, não devendo ser utilizado por crianças, gestantes, lactantes e pacientes com história conhecida de alergia a qualquer dos componentes fitoquímicos da planta. Pacientes portadores de doenças cardíacas ou que estejam em uso de medicações para tratamento psiquiátrico devem utilizar este fitoterápico sob supervisão do médico e/ou nutricionista. A utilização dos extratos de Rhodiola rosea L. mostrou-se bem tolerada nos estudos clínicos realizados, porém não há estudos específicos de outros medicamentos que atuam sobre o Sistema Nervoso Central ou sobre o Sistema Cardiovascular, recomendando-se estreita orientação e acompanhamento antes de iniciar o tratamento nessas situações. Não há dados de segurança relativos ao emprego do extrato de Rhodiola rosea L. em portadores de insuficiência hepática e/ou renal, não sendo recomendável o uso do fitoterápico nessas situações. As doses de tratamento recomendadas não devem ser excedidas. Interações medicamentosas Não há estudos específicos avaliando a interação do extrato de Rhodiola rosea L. com outras medicações, alimentos ou bebidas alcoólicas. Contudo, em função de seu mecanismo de ação recomenda-se evitar o consumo de álcool. Pacientes que estejam recebendo outras medicações com ações sobre o Sistema Nervoso Central, tais como antidepressivos, antipsicóticos, sedativos, ansiolíticos e estabilizadores do humor ou sobre o Sistema Cardiovascular como antiarrítmicos, digitálicos, vasodilatadores e betabloqueadores devem ser cuidadosamente avaliados antes de iniciar o tratamento Rhodiola rosea L. Não é recomendável também seu uso antes de cirurgias e em pacientes sob tratamento com anticoagulante (DE BOCK, 2004; HA, 2002) Recomendações farmacotécnicas Rhodiola rosea L. pode ser manipulada preferencialmente na forma de cápsulas ou na forma de pó para preparo extemporâneo (shake, iogurte nutricional, frapê, mousse, etc.), chocolate nutricional, entre outras. Informações de armazenamento Armazenar a matéria-prima em recipiente hermético, protegido da umidade, ao abrigo da luz solar direta, calor e produtos químicos.

4 Sugestões de formulações Iogurte antiestresse e adaptógeno Rhodiola rosea ext. seco 400mg Zembrin 25mg Iogovita 15g (1 sachê) Mde 30 sachês Modo de usar: Diluir o conteúdo do sachê em aproximadamente 100mL de água, agitar vigorosamente e ingerir imediatamente. Posologia: Ingerir 1 sachê diluído em água 1x ao dia, longe das principais refeições. Melhora do desempenho físico e muscular Rhodiola rosea ext seco 400mg ElevATP 150mg ModCARB 30g D-Ribose 2g Pó para preparo extemporâneo aroma Shake de chocolate qsp 1 sachê Modo de usar: Diluir o conteúdo do sachê em aproximadamente 150mL de água, agitar vigorosamente e ingerir imediatamente. Posologia: Ingerir 1 sachê diluído em água 1 hora antes do treino. Iogurte revitalizante para pessoas com idade avançada Rhodiola rosea 400mg Ashwagandha 500mg Zembrin 25mg AferBio 6g Goji berry 200mg Iogovita 15g (1 Sachê) Modo de usar / Posologia: Diluir o conteúdo do sachê em aproximadamente 150 ml de água, agitar vigorosamente e ingerir imediatamente. Ingerir 1 sachê diluído em água 1x ao dia.

5 Referências bibliográficas Abidov M, Grachev S, Seifulla RD, Ziegenfuss TN.: Extract of Rhodiola rosea radix reduces the level of C-reactive protein and creatinine kinase in the blood. Bull Exp Biol Med. 2004; 138(1):63-4. Anon. Rhodiola rosea. Altern Med Rev. 2002; 7: Aslanyan G, Amroyan E, Gabrielyan E, Nylander M, Wikman G, Panossian A. Double-blind, placebo-controlled, randomized study of single dose effects of ADAPT-232 on cognitive functions. Phytomedicine. 2010; 17(7): Barnes J, Anderson LA, Phillipson JD. Fitoterápicos, 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, Darbinyan V et al. Rhodiola rosea in stress induced fatigue a double blind cross-over study of a standardized extract SHR-5 with a repeated low-dose regimen on the mental performance of healthy physicians during night duty. Phytomedicine. 2000; 7: Darbinyan V, Kteyan A, Panossian A, Gbrielian E, Wikman G, Wagner H. Rhodiola rosea in stress induced fatigue a double blind cross-over study of a standardized extract SHR-5 with a repeated low-dose regimen on the mental performance of healthy physicians during night duty. De Bock K, Eijnde BO, Ramaekers M, Hespel P. Acute Rhodiola rosea Intake can improve endurance exercise performance. Int J Sport Nutr Exerc Metab. 2004; 14(3): Ha Z, Zhu Y, Zhang X, Cui J, Zhang S, Ma Y, Wang W, Jian X. The effect of Rhodiola and acetazolamide on the sleep architecture and blood oxygen saturation in men living at high altitude, Jie He He Hu Xi Za Zhi. 2002; 25(9): Petkov VD et al. Effects of alcohol aqueous extract from Rhodiola rosea L. roots on learning and memory. Acta Physiol Pharmacol Bulg. 1986; 12:3-15. Salikhova RA et al. Effect of Rhodiola rosea on thye yield of mutation alterations and DNA repair in bone marrow cells. Patol Fiziol Eksp Ter. 1997; 4: Shevtsov VA, Zholus BI, Shervarly VI, Vol skij VB, Korovin YP, Khristich MP, Roslyakova NA, Wikman G. A randomized trial of two different doses of a SHR-5 Rhodiola rosea extract versus placebo and control of capacity for mental work. Phytomedicine. 2003; 10(2-3): Sokolov S et al. Studies of neurotropic activity of new compounds isolated from Rhodiola rosea L. Khim Farm Zh. 1985; 19: Spasov AA, Wikman GK, Mandrikov VB, Mironova IA, Neumoin VV: A double-blind, placebo-controlled pilot study of the stimulating and adaptogenic effect of Rhodiola rosea SHR-5 extract on the fatigue of students caused by stress during an examination period with a repeated low-dose regimen. Phytomedicine;7(2):85-9, Ssaratikov SA et al. Rhodioloside, a new glycoside from Rhodiola rosea and its pharmacological properties. Pharmazie. 1968; 23: Tolonen A et al. Phenylpropanoid glycosides from Rhodiola rosea. Chem Pharm Bull. 2003; 51: Última atualização: 29/10/2014.

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