Especificação do Projecto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Especificação do Projecto"

Transcrição

1 MERC 2010/11 RCM/TRC/SIRS Especificação do Projecto Grupo nº: _5 Turno (e campus): Taguspark Nome Número João Vasques Rui Costa Mário Nzualo Nome do Projecto Mobile Payment System - MPS 2 Enquadramento Actualmente, certas empresas fornecedoras de electricidade disponibilizam sistemas pré-pagos de energia eléctrica aos seus clientes. A introdução destes sistemas na gestão de crédito de electricidade tem as seguintes vantagens para os clientes: Melhoria da gestão no uso de energia por parte dos clientes; Maior transparência no processo de facturação; Diminuição da percentagem de cortes no fornecimento de energia por atraso/falta de pagamento; Possibilidade de efectuar compras em função das necessidades e capacidades do cliente Ausência de multas por atraso de pagamento. A compra de crédito para este tipo de sistemas é efectuada em balcões das empresas fornecedoras de electricidade. Usualmente estes balcões estão cheios, pelo que os clientes despendem muito tempo para efectuar o pagamento do crédito necessário para os seus contadores. Este projecto visa apresentar uma solução prática para este problema com base em tecnologias de comunicação. Esta solução, designada Mobile Payment System (MPS), visa concretizar uma plataforma de pagamento/carregamento das contas de electricidade através de um débito directo ou através de crédito na conta bancária do cliente. Sendo que, para efectuar esta operação de carregamento, os clientes podem utilizar o portal de pagamento bluetooth nos diversos pontos de acesso instalados pela cidade usando a aplicação para telemóveis disponibilizada pela companhia de electricidade

2 O MPS disponibiliza ainda um portal na Internet para que o cliente possa efectuar os pagamentos e tenha ainda acesso a dados relativos a movimentos, saldos, entre outros. O MPS implica a interacção entre vários sistemas, nomeadamente, o servidor do banco ou entidade credora de dinheiro, o servidor da central da empresa fornecedora de energia, o contador de energia do cliente e o telemóvel do cliente pelo que serão utilizadas diversas tecnologias para promover a comunicação entre estas entidades. Entre as tecnologias utilizadas encontram-se: PowerLine para comunicação entre o servidor da empresa fornecedora de energia e o contador de energia do cliente; Bluetooth para comunicação entre o telemóvel do cliente e o servidor da central da empresa fornecedora de energia, através dos diversos pontos de acesso; Ethernet para comunicação entre o servidor da central da empresa fornecedora de energia e o servidor da central da operadora telefónica. Protocolos de cifra e certificados para segurança desta rede integrada de comunicações. 3 Objectivos O objectivo deste projecto consiste na concepção do sistema Mobile Payment System. Este sistema permite que o pagamento/carregamento de contas de electricidade em sistemas pré-pago de energia eléctrica seja efectuado através de um telemóvel usando a tecnologia Bluetooth ou através do Portal do Utilizador na Internet. Através deste projecto pretende-se abordar e desenvolver conhecimentos no que toca aos seguintes aspectos: Powerline Criptografia e Certificados de segurança Bluetooth Monitorizar e Dimensionar a utilização dos diversos Serviços Garantir Compatibilidade e Interacção entre diversos serviços Garantir comunicação segura Desenvolver aplicações para SmartPhones Desenvolvimento de websites - Portais de Gestão e Consulta - 2 -

3 4 Ambiente de Desenvolvimento O equipamento a utilizar para a concepção deste projecto é: Computadores portáteis Sistema Powerline Cabos de rede Switches Routers Telemóveis Antenas bluetooth A linguagem de programação será JAVA para as aplicações de gestão dos servidores e interconectividade entre as diversas entidades. E os servidores serão uma solução AMP (Apache, Mysql e PHP). Para programar a aplicação para o telemóvel será usado o JAVA ME associado a bibliotecas bluetooth, Blueconv

4 5 Funcionalidade Gestão de clientes O servidor de central da empresa de energia deve ter a capacidade de efectuar a remoção, adição, actualização de utilizadores do sistema MPS. Operações na Conta de Energia através de Bluetooth O cliente do serviço MPS deve ter a capacidade para aceder a um portal via Bluetooth em qualquer ponto de acesso de pagamento distribuído, usando uma aplicação descarregada e instalada no telemóvel, de forma a efectuar o carregamento da sua conta e consultar o saldo do seu contador. Para carregar o contador, o utilizador deve usar obrigatoriamente o código de autorização que lhe foi fornecido no portal de webbanking, como abaixo especificado. Operações na Conta Bancária de um dado utilizador O cliente do serviço MPS deve ter a capacidade de consultar o saldo e movimentos bem como autorizar pagamentos na sua conta bancária num portal de webbanking. Para cada autorização de crédito na sua conta, o utilizador recebe um código de autorização que deve ser usado obrigatoriamente na operação de carregamento no telemóvel, como forma de confirmação e verificação da autenticidade da autorização para efectuar o levantamento de dinheiro da sua conta. Operações no portal na Internet O cliente do serviço MPS deve ter a capacidade para consultar de forma segura um portal na Internet onde estão disponibilizadas as informações relativas à sua conta (Saldo, Movimentos, etc), bem como a capacidade de carregar o seu contador, autorizando o débito na sua conta bancária. Segurança na comunicação entre as várias entidades Todo o serviço deve garantir a segurança de todas as comunicações, com especial detalhe na comunicação com o banco, envolvendo processos de autenticação e certificação da fiabilidade das acções. A comunicação segura entre o banco e a companhia eléctrica será assegurada através de uma VPN, sobre a Powerline. A autenticidade da comunicação é garantida através da troca de certificados e um sistema de gestão e partilha de chaves

5 Na comunicação bluetooth será garantida a autenticidade e frescura da troca de mensagens entre o telemóvel e o ponto de acesso bluetooth da companhia electrica. Monitorizar a taxa de utilização do serviço e recursos O administrador do serviço MPS deve ter a capacidade de monitorizar através de uma página Web, a taxa de utilização de cada serviço e o nível de utilização de cada recurso. Deverá ser ainda possível, ver um log de todas as transacções que foram feitas para cada telemóvel, e em cada conta da entidade de crédito / banco. 6 Calendarização 25/10/yyyy 04/11/yyyy 14/11/yyyy 24/11/yyyy 04/12/yyyy 14/12/yyyy Pesquisa bibliográfica 7 Requisitos Funcionais e não funcionais Modelo de Ameaças 3 3 Desenho da arquitectura do sistema 2 Implementação 33 Testes 7 Pesquisa bibliográfica Com o objectivo de aprender a trabalhar com as tecnologias que são alvo de estudo deste projecto, irá ser feita uma pesquisa em diversos materiais nomeadamente sítios na Internet, livros e tutoriais. Requisitos Funcionais e Não Funcionais No âmbito deste projecto irá ser elaborado um documento de requisitos funcionais e não funcionais que descreverão as funcionalidades esperadas por parte do sistema e as restrições nas quais este sistema opera. Modelo de Ameaças - 5 -

6 Durante esta fase irá ser um modelo de ameaças que terá como objectivo reduzir a vulnerabilidade do sistema a ataques. Entre os deliverables esperados encontram-se DFD, UMLs, modelo STRIDE, árvore de ameaças, classificação DREAD, entre outros. Desenho da arquitectura do sistema Durante esta fase irá ser feito o desenho da arquitectura do sistema especificando-se as diversas componentes existentes neste sistema, as suas características e como as mesmas interagem entre si. Implementação Durante esta fase o sistema irá proceder-se à implementação do sistema MPS. Esta implementação irá ter como base os deliverables criados nas fases anteriores do projecto e irá ser constituída por uma fase de programação do software bem como configuração do hardware de suporte ao sistema. Testes Durante esta fase irão ser feitos um conjunto de testes ao sistema de forma a verificar se este cumpre os requisitos funcionais e não funcionais. Consoante os resultados dos referidos testes podem ser feitas alterações ao sistema desenvolvido. 7 Bibliografia First Mile Access Networks and Enabling Technologies,?Ashwin Gumaste, 2004, Cisco Press Residential Broadband Networks: XDSL, HFC and Fixed Wireless Access, Uyless Black, 1998, Prentice Hall PTR Mobile Communications, Jochen Schiller, 2003, Addison-Wesley Principles of Wireless Networks - A Unified Approach,?K. Pahlavan, P. Krishnamurthy, 2002, Prentice Hall PTR, 2nd edition Ad Hoc Mobile Wireless Networks, C-K Toh, 2002, Prentice Hall Software Engineering: Theory and Practice, Shari Lawrence Pfleeger, 2001, Prentice Hall Java ME on Symbian OS: Inside the Smartphone Model, R.B. Hayun, 2009, John Wiley and Sons Ltd - 6 -

7 - 7 -

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACCESS 2010 Conceitos Básicos Ficha Informativa Professor : Vanda Pereira módulo didáctico Conceitos Básicos Necessidade das base de dados Permite guardar dados

Leia mais

Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010

Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 A Manutenção do Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA consiste numa infra-estrutura de disponibilidade

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso Engenharia Informática Ano letivo 2012/13 Unidade Curricular Engenharia de Redes ECTS 5 Regime Obrigatório Ano 3º Semestre 1º sem Horas de trabalho globais Docente (s) Sérgio Duarte Total 140 Contacto

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE INFORMÁTICA - INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE INFORMÁTICA - INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE INFORMÁTICA - INSTALAÇÃO E GESTÃO DE REDES PERFIL PROFISSIONAL Técnico de Informática Instalação e Gestão de Redes Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA

Leia mais

Relatório de Progresso

Relatório de Progresso Luís Filipe Félix Martins Relatório de Progresso Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Preparação para a Dissertação Índice Introdução... 2 Motivação... 2 Cloud Computing (Computação

Leia mais

ICORLI INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS E INTERNET

ICORLI INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS E INTERNET INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS E INTERNET 2010/2011 1 Introdução às redes e telecomunicações O que é uma rede? Uma rede de computadores é um sistema de comunicação de dados constituído

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Nuno Preguiça (nuno.preguica_at_di.fct.unl.pt) http://asc.di.fct.unl.pt/sd1 Material de suporte às aulas de Sistemas Distribuídos de Nuno Preguiça Copyright DI FCT/ UNL / 1 OBJECTIVOS

Leia mais

Relatório Preliminar de. Projecto em Contexto Empresarial I. VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source

Relatório Preliminar de. Projecto em Contexto Empresarial I. VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source Relatório Preliminar de Projecto em Contexto Empresarial I VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source Cândido Silva Av. dos Descobrimentos, 333 4400-103 Santa Marinha - Vila Nova de

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 FEARSe Requisitos para a 1 a entrega 18 de Março de 2010 1 Introdução O projecto conjunto das disciplinas de Engenharia de Software

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelos e arquitecturas 14/15 Sistemas Distribuídos 1 Modelos arquitecturais 14/15 Sistemas Distribuídos 2 Camadas de Software: o Middleware Aplicações Middleware Sistema Operativo

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

Mobile Business. Your sales on the move.

Mobile Business. Your sales on the move. Pág/02 O PRIMAVERA é um produto destinado a empresas que utilizem processos de auto-venda e/ou pré-venda com Equipas de Vendas que necessitem de um conjunto de informação e funcionalidades avançadas, disponíveis

Leia mais

Escola Secundária Eça de Queiroz

Escola Secundária Eça de Queiroz Escola Secundária Eça de Queiroz Curso de Instalação e Manutenção de Sistemas Informáticos Certificação digital de serviço universal Home Banking e ética na sua utilização. Autor: Daniel Filipe Inácio

Leia mais

Gestão de projectos na Web

Gestão de projectos na Web Gestão de projectos na Web Relatório de desenho de alto nível Versão 1.0, 5 de Maio de 2003 Telmo Pedro Gomes Amaral ([email protected]) (Grupo 15) Aplicações na Web Mestrado em Engenharia Electrotécnica

Leia mais

PHC Consolidação CS. A execução da consolidação contabilística de grupos de empresas

PHC Consolidação CS. A execução da consolidação contabilística de grupos de empresas Descritivo PHC Consolidação CS PHC PHC Consolidação CS A execução da consolidação contabilística de grupos de empresas A consolidação contabilística no que respeita à integração de contas e respetivos

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta Em início de nova fase, alarga a oferta Com o objectivo de ajudar as empresas a controlar e reduzir custos relacionados com transacções de bens e serviços, o adicionou à sua oferta um conjunto de aplicações

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2007/2008 Requisitos para a 1 a entrega Loja Virtual 1 Introdução O enunciado base do projecto conjunto das disciplinas de Engenharia de Software

Leia mais

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes Enunciados dos Trabalhos de Laboratório Instituto Superior Técnico - 2005/2006 1 Introdução A empresa XPTO vende serviços de telecomunicações. O seu portfólio de serviço inclui: acesso à Internet; serviço

Leia mais

Aplicações Informáticas de Gestão

Aplicações Informáticas de Gestão 1. Denominação do curso de especialização tecnológica: Aplicações Informáticas de Gestão 2. Perfil profissional que visa preparar: Técnico (a) Especialista em Aplicações Informáticas de Gestão É o profissional

Leia mais

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET MANUAL DO UTILIZADOR WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET 1. 2. PÁGINA INICIAL... 3 CARACTERÍSTICAS... 3 2.1. 2.2. APRESENTAÇÃO E ESPECIFICAÇÕES... 3 TUTORIAIS... 4 3. DOWNLOADS... 5 3.1. 3.2. ENCOMENDAS (NOVOS

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 14 de Dezembro de 2013

Leia mais

Certificação do software de facturação passa a ser obrigatória a partir de 1 de Janeiro de 2011.

Certificação do software de facturação passa a ser obrigatória a partir de 1 de Janeiro de 2011. NOTÍCIAS Certificação do software de facturação passa a ser obrigatória a partir de 1 de Janeiro de 2011. De acordo com a Portaria n.º 363/2010, de 23 de Junho, todas as empresas com um volume de negócios

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE GESTÃO DE BASE DE DADOS

PLANIFICAÇÃO DE GESTÃO DE BASE DE DADOS PLANIFICAÇÃO DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Ano Lectivo 2010/2011 José Júlio Frias R. 1. ENQUADRAMENTO ÁREA DE FORMAÇÃO ITINERÁRIO DE QUALIFICAÇÃO SAIDA(S)PROFISSIONAL(IS) 481. CIÊNCIAS INFORMÁTICAS 48101.

Leia mais

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville 1 Objectivos Introduzir as noções requisitos de sistema e processo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

smartdepositxt Máquina de Depósito para Back Office

smartdepositxt Máquina de Depósito para Back Office smartdepositxt Máquina de Depósito para Back Office 1000 Notas por Minuto com Sistema de Gestão Centralizado O smartdepositxt é um sistema de depósito de numerário destinado a automatizar e facilitar o

Leia mais

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias ICare-EHR (ASP) ou Application Service Provider, é uma subscrição de Serviço online não necess ICare-EHR (Clássico)

Leia mais

Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica

Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica DIRECÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO LIGAÇÃO À REDE TELECOMUNICAÇÕES DE SEGURANÇA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica 2012-03-19 ÍNDICE 1. ÂMBITO... 3 2. ESTRUTURA DO

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Curso Introdução à Informática Ano/Semestre Ano Lectivo Área Científica Dpt. EMP 1ºAno / 1ºS 2005/06 Informática DSI Professor Responsável da Disciplina Miguel Boavida Docente Co-Responsável Martinha Piteira

Leia mais

Servidores Virtuais. Um servidor à medida da sua empresa, sem investimento nem custos de manutenção.

Servidores Virtuais. Um servidor à medida da sua empresa, sem investimento nem custos de manutenção. es Virtuais Um servidor à medida da sua empresa, sem investimento nem custos de manutenção. O que são os es Virtuais? Virtual é um produto destinado a empresas que necessitam de um servidor dedicado ligado

Leia mais

Descrição. À unidade de supervisão com microprocessador é possível interligar um dispositivo de interface Ethernet, com protocolo SNMP.

Descrição. À unidade de supervisão com microprocessador é possível interligar um dispositivo de interface Ethernet, com protocolo SNMP. Descrição Os alimentadores comercializados pela EFACEC (UPS s ou Alimentadores em Corrente Contínua), são normalmente equipados com uma unidade de supervisão com microprocessador. Esta unidade permite

Leia mais

Relatório de Análise de Requisitos

Relatório de Análise de Requisitos Relatório de Análise de Requisitos (15/03/02 Versão 1.0) Gestão de Beneficiários Eduardo Abreu [email protected] Miguel David [email protected] Nuno Ferreira [email protected] Tiago Silva [email protected]

Leia mais

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Base de Dados para Administrações de Condomínios Base de Dados para Administrações de Condomínios José Pedro Gaiolas de Sousa Pinto: [email protected] Marco António Sousa Nunes Fernandes Silva: [email protected] Pedro Miguel Rosário Alves: [email protected]

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem

JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem 1 JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem orientada a objectos. Tal como em ASP e PHP, os ficheiros

Leia mais

Utilização da rede e- U/eduroam por utilizadores Convidados. Serviço Utilizador RCTS Fevereiro de 2010

Utilização da rede e- U/eduroam por utilizadores Convidados. Serviço Utilizador RCTS Fevereiro de 2010 Utilização da rede e- U/eduroam por utilizadores Convidados Serviço Utilizador RCTS Fevereiro de 2010 5 de Fevereiro de 2010 Utilização da rede e- U/eduroam por utilizadores Convidados Serviço Utilizador

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - [email protected]

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - [email protected] Agenda A UTAD Virtualização Uma definição Introdução e abrangência

Leia mais

Manual Gespos Passagem de Dados Fecho de Ano

Manual Gespos Passagem de Dados Fecho de Ano Manual Gespos Passagem de Dados Fecho de Ano ÍNDICE PASSAGEM DE DADOS / FECHO DE ANO... 1 Objectivo da função... 1 Antes de efectuar a Passagem de dados / Fecho de Ano... 1 Cópia de segurança da base de

Leia mais

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira [email protected]

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Topologias e abrangência das redes de computadores Nataniel Vieira [email protected] Objetivos Tornar os alunos capazes de reconhecer os tipos de topologias de redes de computadores assim como

Leia mais

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando Ensino Secundário Diurno Cursos Profissionais Técnico de Electrónica, Automação e Comando PERFIL DE DESEMPENHO À SAÍDA DO CURSO O Técnico de Electrónica, Automação e Comando é o profissional qualificado

Leia mais

Regras de transição curricular do MERC

Regras de transição curricular do MERC Regras de transição curricular do MERC Este documento define as regras de transição entre o currículo em vigor no ano de 2008/2009 e o currículo que vigorará no ano de 2009/2010. Os casos omissos serão

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

PHC Pocket Suporte. ππ Aumento de produtividade. ππ Assistência técnica. optimizada e em tempo real. ππ Diminuição dos custos com deslocações

PHC Pocket Suporte. ππ Aumento de produtividade. ππ Assistência técnica. optimizada e em tempo real. ππ Diminuição dos custos com deslocações PHCPocket Suporte DESCRITIVO O módulo PHC Pocket Suporte permite o acesso a PAT s em aberto e intervenções agendadas, o preenchimento de relatórios de intervenções e a sincronização imediata com a sede.

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por: A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar

Leia mais

Departamento de Informática

Departamento de Informática Departamento de Informática Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos exame de recurso, 9 de Fevereiro de 2012 1º Semestre, 2011/2012 NOTAS: Leia com atenção cada questão antes de responder.

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Modelos de analise

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Modelos de analise Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Modelos de analise Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 8 de Dezembro de 2013 Fernando

Leia mais

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) UNISC Setor de Informática/Redes Atualizado em 22/07/2008 1. Definição Uma rede sem fio (Wireless) significa que é possível uma transmissão de dados via

Leia mais

4- O comerciante necessita de adquirir um certificado digital de servidor para poder usar a solução? Sim, um certificado SSL comum.

4- O comerciante necessita de adquirir um certificado digital de servidor para poder usar a solução? Sim, um certificado SSL comum. Perguntas mais frequentes 1- O que é a Solução? Solução que permite a aceitação segura dos cartões dos sistemas Visa e MasterCard. A solução possibilita a autenticação inequívoca de todos os intervenientes

Leia mais

Sistemas Multimédia. Instituto Superior Miguel Torga. Francisco Maia [email protected]. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Instituto Superior Miguel Torga. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Instituto Superior Miguel Torga Redes e Comunicações Francisco Maia [email protected] Estrutura das Aulas 5 Aulas Aula 10 (20 de Abril) Classificação Componentes Aula 11 (27 de Abril)

Leia mais

Dynamic Currency Conversion

Dynamic Currency Conversion Serviço (DCC) Perguntas Frequentes 1- Quais as moedas abrangidas pelo serviço DCC? Com o serviço DCC o comerciante pode oferecer aos seus clientes com cartões emitidos em Libras Esterlinas, Dólares Norte-Americanos,

Leia mais

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio,

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio, INTRODUÇÃO Para que o Guia Médico de seu Plano de Saúde esteja disponível em seu celular, antes de mais nada, sua OPERADORA DE SAÚDE terá de aderir ao projeto. Após a adesão, você será autorizado a instalar

Leia mais

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software Arquitecturas de Software Atributos de Qualidade António Rito Silva [email protected] Qualidades Nenhuma qualidade pode ser maximizada num sistema sem sacrificar uma outra qualidade ou qualidades

Leia mais

Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A.

Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A. WinREST Sensor Log A Restauração do Séc. XXI WinREST Sensor Log Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A. 2 WinREST Sensor Log Índice Índice Pag. 1. WinREST Sensor Log...5 1.1. Instalação (aplicação ou serviço)...6

Leia mais

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1 Desenvolvimento Cliente- 1 Ambiienttes de Desenvollviimentto Avançados Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Alexandre Bragança 1998/99 Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Leia mais

Ferramentas de Acesso Remoto

Ferramentas de Acesso Remoto Ferramentas de Acesso Remoto Minicurso sobre Ferramentas de Acesso remoto Instrutor Marcelino Gonçalves de Macedo Tópicos Abordados O que é acesso remoto? Por que utilizar acesso remoto? Características

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

Componente de Formação Técnica. Disciplina de

Componente de Formação Técnica. Disciplina de CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Sistemas Operativos Escolas Proponentes / Autores

Leia mais