Inteligência Artificial
|
|
|
- Maria Fernanda Fragoso da Costa
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Inteligência Artificial Representação de conhecimento Redes Semânticas Frames Representação do conhecimento por redes semânticas Uma rede semântica é uma forma gráfica de representação de conhecimento, onde os objetos, conceitos ou situações no domínio são representados por um conjunto de nós conectados entre si através de um conjunto de arcos, que representam as relações entre os nós. Dois tipos de nós: nós rotulados por relações, correspondendo a categorias ou propriedades. Nós rotulados por objetos do domínio Três tipos de arcos: Arcos de subconjuntos () Arcos de pertinência em conjuntos () Arcos de funções 2 Representação do conhecimento por redes semânticas Representando uma taxonomia: ave asas ave_de_rapina carne águia Flecha Mecanismo de raciocínio de redes semânticas Uma rede semântica permite raciocínio não-monotônico. O raciocínio com lógica ordinária é monotônico porque se acrescentarmos novos axiomas a um sisa lógico não diminuímos o conjunto de teoremas que podem ser provados. Entretanto, há muitos exemplos de raciocínio de senso comum que são não monotônicos. Freqüenente fazemos inferências por default - desde que nada diga o contrário assumimos como verdade. Entretanto, se verificado novo conhecimento contraditório, nós devemos invalidar a inferência default. Nas redes semânticas, o mecanismo de cancelamento de herança provê os meios para resolver contradições. Na lógica clássica, isto é mais custoso, envolvendo novos predicados e informações de entrada. 3 4
2 Representação do conhecimento por redes semânticas Uma rede semântica dá suporte à herança de atributos ao longo de ligações é-um e. vôo 40cm ave_de_rapina ave asas 80cm envergadura águia falcão Eagle_club envergadura locomoção Flecha Falco carne Falcon_club 5 Algoritmo: Herança de Atributos Para recuperar um valor V de um atributo A de uma O de um objeto: 1. Encontre O na base de conhecimento. 2. Se houver aí um valor para o atributo A, retorne esse valor. 3. Senão, verificar se há um valor para a relação. Em caso negativo, retorne insucesso. 4. Caso contrário, ir para o nó que corresponde àquele valor e procurar um valor para o atributo A. Se encontrar, retorne o valor. 5. Caso contrário, execute os passos a seguir até não haver mais valor para a relação é-um ou até encontrar uma resposta: (a) Encontrar o valor da relação é-um e ir para aquele nó. (b) Verificar se há um valor para o atributo A. Se houver, retorne-o. 6 vôo 40cm envergadura locomoção (1) (Falco)? (2) envergadura(flecha)? (3) envergadura(falco)? (4) (Flecha)? ave_de_rapina ave asas carne Representando uma RS por predicados Expresse o conhecimento representado pela rede semântica do exemplo anterior, utilizando um conjunto de predicados. Resolva os conflitos entre valores de atributos através de predicados compostos com restrições. 80cm envergadura águia falcão Eagle_club Flecha Falco Falcon_club 7 8
3 40cm envergadura ave asas 40cm envergadura ave asas vôo locomoção ave_de_rapina carne vôo locomoção ave_de_rapina carne 80cm envergadura águia falcão Eagle_club (Flecha, águia) (Falco, falcão) (x, águia) (x, águia) (x, falcão) (x, falcão) (Flecha, Eagle_club) (Falco, Falcon_club) (x, asas) (x, ave) Flecha Falco Falcon_club?? envergadura(x, 80) (x, águia) (x, ave_de_rapina) (x, falcão) (x, ave_de_rapina) (x, águia) (x, ave) (x, ave_de_rapina) (x, carne) (x, ave_de_rapina) locomoção(x, vôo) (x, ave_de_rapina) envergadura(x, 40) (x, ave) 9 80cm envergadura águia falcão Eagle_club (Flecha, águia) (Falco, falcão) (x, águia) (x, águia) (x, falcão) (x, falcão) (Flecha, Eagle_club) (Falco, Falcon_club) Flecha Falco Falcon_club envergadura(x, 80) (x, águia) (x, ave_de_rapina) (x, falcão) (x, ave_de_rapina) (x, águia) (x, ave) (x, ave_de_rapina) (x, carne) (x, ave_de_rapina) locomoção(x, vôo) (x, ave_de_rapina) (x, asas) (x, ave) envergadura(x, 40) (x, ave) (x, águia) 10 Representando uma RS por predicados (Flecha, águia) (Falco, falcão) (x, águia) (x, águia) (x, falcão) (x, falcão) (Flecha, Eagle_club) (Falco, Falcon_club) (x, ave_de_rapina) (x, falcão) (x, ave_de_rapina) (x, águia) (x, ave) (x, ave_de_rapina) (x, carne) (x, ave_de_rapina) locomoção(x, vôo) (x, ave_de_rapina) (x, asas) (x, ave) envergadura(x, 80) (x, águia) envergadura(x, 40) (x, ave) (x, águia) 11 Representando uma RS por predicados Com o conjunto de predicados gerado, é possível provar que a envergadura de Falco é 40cm? Caso negativo, qual seria a informação adicional necessária para completar a prova? Para provar que Falco envergadura de 40cm com o conjunto de predicados especificado é necessário introduzir o seguinte predicado adicional: (x, águia) (x, falcão) 12
4 Representando predicados não-binários Para se representar uma de um relacionamento entre dois objetos, com atributos próprios, se cria um novo objeto. Exemplo: uma partida entre Grêmio e Internacional Representando frases declarativas Considere a frase: João deu o livro Pinóquio para Maria. O conteúdo desta frase pode ser representado por uma rede semântica: R$ ,00 arrecadação árbitro Jogo Grenal51 placar visitante 4x2 João Dar EV3 agente Livro objeto Pinóquio Armando time_da_casa Grêmio Inter Maria receptor Representando relações entre atributos Considere o fato: João é maior Maria. A sua representação por uma rede semântica é: Representando declarações gerais Considere o fato: Todo eleitor votou num candidato. A sua representação por uma rede semântica é: João Maria altura alt_j altura maior_que alt_m GS forma Eleitor Votar Candidato valor 1,75 g e votante v votado c 15 16
5 Representando declarações gerais Considere o fato: Todo eleitor votou no candidato Zé Promessa. A sua representação por uma rede semântica é: GS g forma Eleitor e votante Votar v votado Candidato Z_P Vantagens e desvantagens das Redes Semânticas As redes semânticas são muito utilizadas como ferramenta de modelagem para se obter uma representação visual dos objetos do domínio. Entretanto, apresentam uma granularidade muito fina e uma falta de estrutura que dificulta a representação de domínios complexos, mantendo a consistência semântica. São inadequadas para representar propriedades ou objetos complexos (muitos relacionamentos). Não existe um mecanismo de inferência poderoso naturalmente associado à representação, exceto a própria herança de atributos Representação do conhecimento por frames Sisa de frames correspondente à rede semântica A representação por frames está intimamente relacionada com as redes semânticas. Um frame é uma estrutura que um nome e um conjunto de pares atributo-valor. O nome do frame corresponde a um nó numa rede semântica. Os atributos correspondem aos nomes dos arcos associados com este nó e os valores correspondem aos nós nas outras extremidades desses arcos. Os pares atributo-valor são geralmente chamados de slots. Um atributo dá o nome de um slot e os valores correspondem ao seu conteúdo. Os frames dividem-se em construtores, que definem as categorias do domínio e em s, que representam os objetos do domínio. Frame: ave : ROOT : asas envergadura: 40cm Frame: ave_de_rapina : ave : carne locomoção: vôo Frame: águia : ave_de_rapina envergadura: 80cm Frame: falcão : ave_de_rapina Instância: Flecha : águia nome: Flecha Eagle : Eagle_club Instância: Falco : falcão nome: Falco Falcon : Falcon_club 19 20
6 Construindo um sisa de frames Na construção da estrutura de um frame definem-se os slots que caracterizam a categoria correspondente. Exemplos típicos de slots são: O seu identificador. Em que classe ou classes está contido. Os atributos que qualificam a categoria e todas as suas subclasses. Tipos de dados, intervalos de variação e outras restrições que os valores podem assumir. Procedimentos associados aos atributos e que devem ser executados para buscar um valor específico de atributo (num banco de dados ou através de um cálculo, por exemplo). Relações entre este frame e os demais do sisa Especificação dos slotes Tipicamente os slots especificam as seguintes informações: um tipo comum de dado (integer, real, string, booleano) uma lista de dados de um determinado tipo um nome de um outro frame (relacionamentos do tipo associação ou especialização/generalização) uma restrição sobre possíveis valores que podem ser assumidos uma chamada de procedimento Frame: : nome: endereço: cidade: estrelas: acomodações: oferece: atrações: melhor_época: HOTEL HOSPEDAGEM string string string integer range (1-5) _de ACOMODAÇÃO lista_de (estacionamento, sala_convenções, sala_jogos, sala_tv, salão_beleza, loja, piscina, quadra_esportes) string range (data-data) default (1/Jan - 31/Jan) Frame: HOTEL3S : HOTEL estrelas: 3 acomodações: APARTAMENTO, SUÍTE oferece: (estacionamento, sala_jogos, sala_tv) diária: real range (50-90) se_necessário (calcula_desconto) slot facets demon 23 24
7 Frame: ACOMODAÇÃO Frame: APARTAMENTO : ROOT : ACOMODAÇÃO é_parte_de: HOTEL é_parte_de: HOTEL3S número: integer categoria: um_de (simples, confortável, luxo) localização: categoria: diária: um_de (frente, fundo, lateral) um_de (simples, confortável, luxo) real range (20-500) se_necessário (calcula_desconto) diária: oferece: real range (50-80) se_necessário (calcula_desconto) lista_de (banheiro, telefone, frigobar, TV, TV_cabo, sacada, vista) oferece: lista_de (banheiro, banheira_hidro, telefone, frigobar, TV, TV_cabo, sala, sacada, vista) Instância: Embaixador : HOTEL3S nome: Hotel Embaixador endereço: Rua Gen. Vitorino,... cidade: Porto Alegre estrelas: 3 acomodação: APARTAMENTO, SUITE atrações: Localização central melhor_época: oferece: (sala_jogos, sala_tv) Instância: Ap201 : APARTAMENTO é_parte_de: Embaixador número: 201 localização: frente categoria: confortável diária: 80 oferece: (banheiro, telefone, frigobar) 27 28
8 Rede semântica correspondente aos frames do exemplo Raciocínio em Sisas de Frames Hospedagem Suíte é_parte_de Pousada Acomodação Hotel oferece é_parte_de Sala_convenções Hotel_5S Hotel_3s Apartamento Churrascaria Plaza atrações Embaixador Ap201 é_parte_de cidade Porto Alegre Como no caso das redes semânticas, a principal forma de inferência em sisas de frames se dá por herança de atributos. As s de um frame herdam todos os atributos definidos para aquele frame, bem como seus valores, métodos e restrições. As exceções à herança de atributos são especificadas pela representação explícita no slot correspondente da classe especializada. Pode-se expandir o mecanismo de raciocínio com frames associando-se regras de produção. Regras podem descrever aspectos comportamentais dos objetos ou seqüências de ações que devem ser desencadeadas por determinados valores de atributos. As premissas e conclusões das regras se referem a frames, atributos e valores definidos Exemplo: Raciocínio em Sisas de Frames Se solicitada reserva E acomodação.número = X E acomodação.diária < cliente.diária E acomodação.categoria = confortável Então reserva.apto := X cliente.hotel := acomodação.é_parte_de Vantagens e desvantagens dos frames Frames permi uma rápida modelagem do domínio, uma vez que as estruturas de representação são extensas e flexíveis. Permi obter um modelo descritivo do domínio de uso genérico. Permi o encapsulamento dos métodos de manipulação e procedimentos, garantindo modularidade e consistência do sisa mesmo em domínios complexos. Na maioria dos domínios de aplicação é necessário combinar o mecanismo de inferência por herança de atributos com regras de produção, aumentando a complexidade da solução
Representação de Conhecimento Redes Semânticas e Frames
Representação de Conhecimento Redes Semânticas e Frames Profa. Josiane M. P. Ferreira e Prof. Sérgio R. P. da Silva David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel - Computational Intelligence A logical approach
Ontologias. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília
Ontologias Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Origem Teoria sobre a natureza da existência Ramo da filosofia que lida com a natureza e organização da realidade.
Orientação a Objetos com Java
Orientação a Objetos com Java Julio Cesar Nardi [email protected] 2011/2 Apresentação 3: Orientação Objetos: Conceitos Básicos Objetivos: Compreender os Conceitos Básicos da Orientação a Objetos;
EXERCÍCIOS SOBRE ORIENTAÇÃO A OBJETOS
Campus Cachoeiro de Itapemirim Curso Técnico em Informática Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas Professor: Rafael Vargas Mesquita Este exercício deve ser manuscrito e entregue na próxima aula; Valor
MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Computação - IC MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática Aula #3 : MER e MER Estendido Profs. Anderson Rocha e André Santanchè Campinas, 1 de Agosto
Especificação do 3º Trabalho
Especificação do 3º Trabalho I. Introdução O objetivo deste trabalho é abordar a prática da programação orientada a objetos usando a linguagem Java envolvendo os conceitos de classe, objeto, associação,
Diagrama de Classes. Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes.
1 Diagrama de Classes Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes. Um dos objetivos do diagrama de classes é definir a base para
2 Diagrama de Caso de Uso
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa
BANCO DE DADOS I AULA 3. Willamys Araújo
BANCO DE DADOS I AULA 3 Willamys Araújo Modelo Conceitual Descreve quais dados serão armazenados no banco de dados as relações que existem entre eles. Independe do SGBD e da abordagem do banco de dados
Orientação a Objetos
1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou
Bancos de Dados Aula #3 MER Estendido
Bancos de Dados Aula #3 MER Estendido Prof. Eduardo R. Hruschka * Slides baseados no material elaborado pelas professoras: Cristina D. A. Ciferri Elaine P. M. de Souza MER Estendido (Expandido) Características:
Lista de Contas: Assinatura. Lista de Contas. Listas de Contas: Descrição. Listas de Contas: Descrição. Listas de Contas: Descrição
Lista de Contas Lista de Contas: Assinatura null Quais são os métodos necessários? class ListaDeContas { void inserir (Conta c) { void retirar (Conta c) { Conta procurar (String num) { Listas de Contas:
Engenharia de Software I
Engenharia de Software I Curso de Desenvolvimento de Software Prof. Alessandro J de Souza [email protected] 1 Rational Unified Process RUP Fase Elaboração 2 VISÃO GERAL Fase Elaboração. Visão Geral 3
PROGRAMAÇÃO AVANÇADA -CONCEITOS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected]
PROGRAMAÇÃO AVANÇADA -CONCEITOS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected] ROTEIRO 1. Conceitos de Orientação a Objetos Introdução O paradigma da POO Classes
Representação de Conhecimento
Representação de Conhecimento Redes Semânticas Frames Regras de Produção e Árvores de Decisão Lógica Proposicional e Lógica de Predicados Árvores Semânticas e Árvores E-OU Profa. Flavia Cristina Bernardini
Profa. Daniela Barreiro Claro
Profa. Daniela Barreiro Claro Modelar é criar representações do mundo real A modelagem relacional pode ser representada via MER (Modelo de Entidade Relacionamento) O MER define estruturas e restrições
Revisão de Banco de Dados
Revisão de Banco de Dados Fabiano Baldo 1 Sistema de Processamento de Arquivos Antes da concepção dos BDs o registro das informações eram feitos através de arquivos. Desvantagens: Redundância e Inconsistência
Casos de teste semânticos. Casos de teste valorados. Determinar resultados esperados. Gerar script de teste automatizado.
1 Introdução Testes são importantes técnicas de controle da qualidade do software. Entretanto, testes tendem a ser pouco eficazes devido à inadequação das ferramentas de teste existentes [NIST, 2002].
O Modelo de Entidades e Relacionamentos (MER) é um modelo conceitual usado para projeto de aplicações de banco de dados.
Fases do Projeto de um Banco de Dados Modelo ER O Modelo de Entidades e Relacionamentos (MER) é um modelo conceitual usado para projeto de aplicações de banco de dados. É um modelo baseado na percepção
O Problema do Troco Principio da Casa dos Pombos. > Princípios de Contagem e Enumeração Computacional 0/48
Conteúdo 1 Princípios de Contagem e Enumeração Computacional Permutações com Repetições Combinações com Repetições O Problema do Troco Principio da Casa dos Pombos > Princípios de Contagem e Enumeração
Modelagem de Dados com UML. Modelagem de Dados com UML. Modelagem de Dados com UML. Modelagem de Dados com UML. ! Generalização/Especialização
! Herança de propriedades! Associação do tipo é um Super-classe nome Física CPF RG Sexo DataNascimento Jurídica CGC RazãoSocial Sub-classes (herdeiras)! Polimorfismo: não há necessidade de se criar uma
Java Básico. Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp
Java Básico Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp Classes Abstratas construção de uma classe abstrata construção de classes derivadas Classes e Herança Uma classe define
Modelo Entidade-Relacionamento
Modelo Entidade-Relacionamento Banco de Dados I Fases do Projeto jt de BD Enunciado de requisitos entrevista com o usuário do banco de dados para entender e documentar seus requerimentos de dados. Projeto
Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados
Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses
MODELAGEM VISUAL DE OBJETOS COM UML DIAGRAMA DE CLASSES. [email protected]
MODELAGEM VISUAL DE OBJETOS COM UML DIAGRAMA DE CLASSES [email protected] Externamente ao sistema, os atores visualizam resultados de cálculos, relatórios produzidos, confirmações de requisições solicitadas,
Orientação a Objetos
Orientação a Objetos 1. Sobrecarga (Overloading) Os clientes dos bancos costumam consultar periodicamente informações relativas às suas contas. Geralmente, essas informações são obtidas através de extratos.
Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IX Modelo Conceitual do Sistema (Modelo de Domínio) Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN
Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IX Modelo Conceitual do Sistema (Modelo de Domínio) Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN 1 Introdução Análise de domínio Descoberta das informações que são gerenciadas
Representação do Conhecimento
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Representação do Conhecimento Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Repescagem Segundo teste 0 de Julho de 004, 9:00H 0:0H Nome:
Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.
Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos
4 Avaliação Econômica
4 Avaliação Econômica Este capítulo tem o objetivo de descrever a segunda etapa da metodologia, correspondente a avaliação econômica das entidades de reservas. A avaliação econômica é realizada a partir
Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse
Definição escopo do projeto (departamental, empresarial) Grau de redundância dos dados(ods, data staging) Tipo de usuário alvo (executivos, unidades) Definição do ambiente (relatórios e consultas préestruturadas
Revisão Inteligência Artificial ENADE. Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011
Revisão Inteligência Artificial ENADE Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011 Representação conhecimento É uma forma sistemática de estruturar e codificar o que se sabe sobre uma determinada aplicação (Rezende,
INF 2125 PROJETO DE SISTEMAS DE SOFTWARE Prof. Carlos J. P. de Lucena
INF 2125 PROJETO DE SISTEMAS DE SOFTWARE Prof. Carlos J. P. de Lucena Trabalho Experimental Sistema de Gestão Hoteleira 1. Objetivo Este trabalho tem o objetivo de consolidar o conhecimento sobre UML e
Programação Orientada a Objetos em Java. Herança
Universidade Federal do Amazonas Departamento de Ciência da Computação IEC481 Projeto de Programas Programação Orientada a Objetos em Java Herança Professor: César Melo Slides baseados em materiais preparados
Notas de Aula 04: Casos de uso de um sistema
Notas de Aula 04: Casos de uso de um sistema Objetivos da aula: Aprender os elementos básicos da modelagem por casos de uso Utilizar as associações entre casos de uso, atores e demais artefatos Compreender
FÁCIL ACESSO ÀS MELHORES OPÇÕES DA CIDADE
FÁCIL ACESSO ÀS MELHORES OPÇÕES DA CIDADE Idealizada há mais de 50 anos pela família Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts consolida sua atuação no mercado da América Latina, como um grupo internacional
Semântica para Sharepoint. Busca semântica utilizando ontologias
Semântica para Sharepoint Busca semântica utilizando ontologias Índice 1 Introdução... 2 2 Arquitetura... 3 3 Componentes do Produto... 4 3.1 OntoBroker... 4 3.2 OntoStudio... 4 3.3 SemanticCore para SharePoint...
Microsoft Access XP Módulo Um
Microsoft Access XP Módulo Um Neste primeiro módulo de aula do curso completo de Access XP vamos nos dedicar ao estudo de alguns termos relacionados com banco de dados e as principais novidades do novo
Banco de Dados. MER Estendido. Profa. Flávia Cristina Bernardini
Banco de Dados MER Estendido Profa. Flávia Cristina Bernardini * Slides Baseados no material elaborado pelos professores Eduardo R. Hruschka, Cristina D. A. Ciferri e Elaine Parros Machado MER Estendido
Aula 4 Pseudocódigo Tipos de Dados, Expressões e Variáveis
1. TIPOS DE DADOS Todo o trabalho realizado por um computador é baseado na manipulação das informações contidas em sua memória. Estas informações podem ser classificadas em dois tipos: As instruções, que
Estrutura de um Sistema Especialista
Sistemas Especialistas Difusos Estrutura de um Sistema Especialista Prof. Max Pereira http://paginas.unisul.br/max.pereira Áreas de Aplicação da IA SISTEMAS Sistemas Especialistas (Baseados em Conhecimento)
Faculdade Pitágoras 24/10/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet
Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan Unidade 6.1 Álgebra Relacional -Conceitos - Seleção - Projeção
Conceitos de Banco de Dados
Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir
3.1 Definições Uma classe é a descrição de um tipo de objeto.
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Classes Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação:
Engenharia de Requisitos Estudo de Caso
Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 8º Edição / Ian Sommerville 2007 Slide 1 Engenharia de Requisitos Exemplo 1 Reserva de Hotel 1. INTRODUÇÃO Este
Banco de Dados Aula 02. Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian
Banco de Dados Aula 02 Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian Conceitos básicos Dado: Valor do campo quando é armazenado dento do BD; Tabela Lógica: Representa a estrutura de armazenamento
Questões de Concursos Públicos sobre Orientação a Objetos e UML
Análise Orientada a Objetos Professora Lucélia Oliveira Questões de Concursos Públicos sobre Orientação a Objetos e UML 1. (BNDES) Analise as seguintes afirmações relativas à Programação Orientada a Objetos:
Capítulo 13. Encapsulamento. Rui Rossi dos Santos Programação de Computadores em Java Editora NovaTerra
Capítulo 13 Encapsulamento Objetivos do Capítulo Indicar a importância do mecanismo de encapsulamento no contexto do desenvolvimento de software utilizando a programação orientada a objetos. Apresentar
Sistemas especialistas
Sistemas especialistas Motor de Inferência para Sistemas Especialistas baseados em Regras de Produção Arquitetura geral: Base de conhecimento Mecanismo de raciocínio Interface com o usuário Motor de inferência
Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos. Centro Tecnológico. Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: ([email protected]) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de
Esquema da Relação. Modelo Relacional. Instância da Relação. Exemplo. Uma base de dados é uma colecção de uma ou mais relações com nomes distintos
Modelo Relacional Uma base de dados é uma colecção de uma ou mais relações com nomes distintos Uma relação é uma tabela com linhas e colunas Esquema da Relação Descreve as colunas da tabela Especifica
Modelagem de Casos de Uso (Parte 1)
Modelagem de Casos de Uso (Parte 1) Roteiro Introdução Descrição: Sistema de Ponto de Vendas Casos de Usos Atores Fluxo de Eventos Cenários Formato de Documentação de Casos de Uso Diagramas de Casos de
Roteiro 3 Modelagem relacional
Roteiro 3 Modelagem relacional Objetivos: Explorar conceitos sobre: o Modelagem de bancos de dados projetos: conceitual, lógico e físico; o Conceitos sobre o modelo relacional: tuplas, atributo, entidades,
Banco de Dados Modelo Conceitual, Lógico, Físico, Entidade- Relacionamento (ER) Hélder Nunes
Banco de Dados Modelo Conceitual, Lógico, Físico, Entidade- Relacionamento (ER) Hélder Nunes Modelos de banco de dados Modelo de banco de dados é uma descrição dos tipos de informações que estão armazenadas
Capítulo. Sistemas de apoio à decisão
Capítulo 10 1 Sistemas de apoio à decisão 2 Objectivos de aprendizagem Identificar as alterações que estão a ter lugar na forma e função do apoio à decisão nas empresas de e-business. Identificar os papéis
Introdução! 1. Modelos de Domínio! 1. Identificação de classes conceituais! 2. Estratégia para identificar classes conceituais! 2
Modelo de domínio Introdução! 1 Modelos de Domínio! 1 Identificação de classes conceituais! 2 Estratégia para identificar classes conceituais! 2 Passos para a elaboração do modelo de domínio! 2 Passo 1
Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs
1 Bancos de Dados - Introdução Melissa Lemos [email protected] Tópicos Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos Conceitual Lógico Características de SGBDs 2 Evolução tempo Programas e
ATRIBUTOS PRIVADOS 6. ENCAPSULAMENTO MÉTODOS PRIVADOS MÉTODOS PRIVADOS
ATRIBUTOS PRIVADOS Podemos usar o modificador private, para tornar um atributo privado, obtendo um controle centralizado Definimos métodos para implementar todas as lógicas que utilizam ou modificam o
Banco de Dados Lista de Exercícios 01
Banco de Dados Lista de Exercícios 01 Prof. Anderson Rocha & Prof. André Santanché Campinas, 24 de Setembro de 2012 Nome: RA: 1 Observações Este lista contem 20 exercícios e contempla os seguintes assuntos
CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES
CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES 3.1 - IDENTIFICADORES Os objetos que usamos no nosso algoritmo são uma representação simbólica de um valor de dado. Assim, quando executamos a seguinte instrução:
Programação de Computadores I Fluxogramas PROFESSORA CINTIA CAETANO
Programação de Computadores I Fluxogramas PROFESSORA CINTIA CAETANO Problemas & Algoritmos Para resolver um problema através dum computador é necessário encontrar em primeiro lugar uma maneira de descrevê-lo
Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações
Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Abstração
IES-200. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Me. Álvaro d Arce [email protected]
IES-200 Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Me. Álvaro d Arce [email protected] Diagrama de Fluxo de Dados 2 Conceitos e regras de um DFD. Diagrama de Fluxo de Dados Análise Essencial:
Prof. Claudio Passos Apresentação cedida pela Ceça Moraes
Prof. Claudio Passos Apresentação cedida pela Ceça Moraes Programação Orientada a Objetos: os problemas de programação são pensados em termos de objetos Em vez de funções e rotinas Problema = desenvolver
Técnicas de Programação Avançada TCC- 00175 Profs.: Anselmo Montenegro www.ic.uff.br/~anselmo. Conteúdo: Introdução à Orientação a Objetos
Técnicas de Programação Avançada TCC- 00175 Profs.: Anselmo Montenegro www.ic.uff.br/~anselmo Conteúdo: Introdução à Orientação a Objetos Introdução Paradigmas de programação Programação Estruturada Composição
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 4 a série Programação Orientada a Objetos A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem
TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES [Observação: O template a seguir é utilizado como roteiro para projeto de sistemas orientado
Lógica. Everson Santos Araujo [email protected]
Lógica Everson Santos Araujo [email protected] Conceitos Coerência de raciocínio, de idéias, ou ainda a sequência coerente, regular e necessária de acontecimentos, de coisas Dicionário Aurélio 2 Conceitos
ARQUITETURA DE SOFTWARE
ARQUITETURA DE SOFTWARE Em seu livro, que constitui um referencial sobre o assunto, Shaw e Garlan discutem arquitetura de software da seguinte maneira: Desde quando o primeiro programa foi dividido em
Softwares Aplicativos Banco de Dados
Softwares Aplicativos Banco de Dados INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Serviços 3. Usuários 4. Evolução 5. Exemplos 03 Banco
MODELAGEM DE DADOS MODELAGEM DE DADOS. rafaeldiasribeiro.com.br 04/08/2012. Aula 7. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord
MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 7 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Aprender sobre a modelagem lógica dos dados. Conhecer os
Metodos de Programação
Metodos de Programação Métodos de Programação Introdução Informática, Computador, Algoritmo Informática: Ciência do processamento da informação Computador: Máquina que serve para processar informação Algoritmo:
Guia de Especificação de Caso de Uso Metodologia CELEPAR
Guia de Especificação de Caso de Uso Metodologia CELEPAR Agosto 2009 Sumário de Informações do Documento Documento: guiaespecificacaocasouso.odt Número de páginas: 10 Versão Data Mudanças Autor 1.0 09/10/2007
Modelo Entidade-Relacionamento DCC011. Modelo Entidade-Relacionamento. Processo de Projeto de Bancos de Dados
DCC011 Introdução a Banco de Dados -06 Modelo Entidade-Relacionamento Mirella M. Moro Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais [email protected] Processo de Projeto
Capítulo 11. Conceitos de Orientação a Objetos. Rui Rossi dos Santos Programação de Computadores em Java Editora NovaTerra
Capítulo 11 Conceitos de Orientação a Objetos Objetivos do Capítulo Introduzir os conceitos fundamentais da Programação Orientada a Objetos. Apresentar o significado dos objetos e das classes no contexto
A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal. Introdução à Ciência da Computação I
A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal Introdução à Ciência da Computação I Março/2004 Introdução (1 de 3) Homenagem a Blaise Pascal, filósofo e matemático do século XVII. Desenvolvida
Profº. Enrique Pimentel Leite de Oliveira
Profº. Enrique Pimentel Leite de Oliveira O termo orientação a objetos significa organizar o mundo real como uma coleção de objetos que incorporam estrutura de dados e um conjunto de operações que manipulam
Uma visão mais clara da UML Sumário
Uma visão mais clara da UML Sumário 1 Definição de Objeto...2 2 Estereótipos...3 2.1 Classe fronteira (boundary):...3 2.2 Classe de Entidade (entity):...3 2.3 Classe de Controle (control):...4 3 Interação
Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008
Tabela de Símbolos Análise Semântica A Tabela de Símbolos Fabiano Baldo Após a árvore de derivação, a tabela de símbolos é o principal atributo herdado em um compilador. É possível, mas não necessário,
4 Metodologia da Pesquisa
79 4 Metodologia da Pesquisa Este capítulo se preocupa em retratar como se enquadra a pesquisa de campo e como foram desenvolvidas as entrevistas incluindo o universo pesquisado e a forma de analisá-las
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 17 PROFª BRUNO CALEGARO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 17 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 19 de Novembro de 2013. Revisão aula anterior Modelagem orientada a objetos com UML Software: Astah Community
Java. Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br
Java Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br 3. Considere as instruções Java abaixo: int cont1 = 3; int cont2 = 2; int cont3 = 1; cont1 += cont3++; cont1 -= --cont2; cont3 = cont2++; Após a
Roteiro. Modelo de Dados Relacional. Processo de Projeto de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I. Ementa. Posicionamento.
Roteiro Modelo de Dados Relacional Posicionamento Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto [email protected] www.decom.ufop.br/luiz Introdução
Engenharia de Software
Prof. M.Sc. Ronaldo C. de Oliveira [email protected] FACOM - 2011 Exemplo de Diagrama de Caso de Uso Sistema de Locadora de Filmes Sistema de Vídeo Locadora Você foi contratado para desenvolver
Modelagem de Dados Usando o Modelo Entidade-Relacionamento
Usando o Modelo Entidade-Relacionamento MER 1 MER Levantamento e Análise de requisitos Entrevista Entender e documentar seus requisitos de dados Requisitos funcionais da aplicação empregadas ao banco de
Exercícios Práticos Assunto: Criação de slots e instâncias da ontologia com o Protegé.
1 Exercícios Práticos Assunto: Criação de slots e instâncias da ontologia com o Protegé. Exercício 1 Passo 1: abra o Protegé e crie um projeto com as seguintes características: Nome do projeto: ex_slot_01
TOTVS BA Guia de Customização Linha Logix
TOTVS BA Guia de Customização Linha Logix Guia de Customização Sumário Título do documento 1. Objetivo... 3 2. Introdução... 3 3. Customização... 3 2 TOTVS BA Linha Logix Guia de Customização Projeto/Versão:
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 9 Modelagem de estados Todos os adultos um dia foram crianças, mas poucos se lembram disso.
Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB. Disciplina: Banco de Dados Professora: Cheli Mendes Costa Modelo de Dados
Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Banco de Dados Professora: Cheli Mendes Costa Modelo de Dados Modelo para organização dos dados de um BD. define um conjunto de conceitos para
Podemos encontrar uma figura interessante no PMBOK (Capítulo 7) sobre a necessidade de organizarmos o fluxo de caixa em um projeto.
Discussão sobre Nivelamento Baseado em Fluxo de Caixa. Item aberto na lista E-Plan Podemos encontrar uma figura interessante no PMBOK (Capítulo 7) sobre a necessidade de organizarmos o fluxo de caixa em
Apresentação... Nome: Vanderlei Cordeiro Frazão
Apresentação... Nome: Vanderlei Cordeiro Frazão Formação: - Bacharel em Sistemas de Informação (Uniguaçu) - Pós graduação em Docência no Ensino Superior (Uniguaçu) - Licenciatura em Informática (UTFPR)
Tópicos em Engenharia de Computação
Tópicos em Engenharia de Computação Introdução / Revisão UML e POO (JAVA) Prof. Ivan Prof. Zagari UML Linguagem Unificada. Não é metodologia, processo ou método. Versão atual 2.0 3 categorias de Diagramas
Herança. Alberto Costa Neto DComp - UFS
Herança Alberto Costa Neto DComp - UFS 1 Motivação Vimos como se faz encapsulamento e a importância de fazê-lo... Contudo, também é possível fazer encapsulamento em algumas linguagens não OO O que mais
Guia de Modelagem de Casos de Uso
Guia de Modelagem de Casos de Uso Sistema de e-commerce de Ações Versão 1.1 1 Histórico da Revisão. Data Versão Descrição Autor 13 de Setembro de 2008 1.0 Criação do documento Antonio Marques 28 de Setembro
AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS
UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS Orientando: Oliver Mário
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected]
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected] ROTEIRO 5. Tratamento de Exceções Introdução e conceitos Capturando exceção usando
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Sistemas de Informação e Tecnologia em 3º Semestre Análise Orientada aos Objetos Modelagem de Casos de Uso Objetivo: Apresentar
Modelo Relacional. Aécio Costa
Aécio Costa O Modelo de Dados Relacional foi introduzido por Codd (1970). Entre os modelos de dados de implementação, o modelo relacional é o mais simples, com estrutura de dados uniforme, e também o mais
