Representação de Conhecimento Redes Semânticas e Frames
|
|
|
- Melissa Amarante Figueiredo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Representação de Conhecimento Redes Semânticas e Frames Profa. Josiane M. P. Ferreira e Prof. Sérgio R. P. da Silva David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel - Computational Intelligence A logical approach - cap. 5 Stuart Russel e Peter Norving - Inteligência Artificial - cap. 10 Patrick Henry Winston - Artificial Inteligence - cap. 2 e cap. 10 agosto/2008 1
2 Redes Semânticas Quando temos somente uma relação, podemos omiti-la sem qualquer perca de informação Assim podemos representar uma relação prop(obj, Att, Val) como um grafo onde Obj e Val são nós e Att é o rótulo do arco Estes grafos são chamados de Redes semânticas 2
3 Um exemplo de uma rede semântica Informações sobre um computador 3
4 Programa equivalente em lógica Informações sobre um computador 4
5 Redes Semânticas Histórico Redes Semânticas foram propostas em 1913 por Selz como uma explicação a fenômenos psicológicos Em 1966, Quillian implementou essas redes e mostrou como o conhecimento semântico poderia ser representado como relacionamento entre dois objetos Uma rede semântica é uma representação na qual: Existem nós que representam entidades e links (predicados) que representam relacionamentos entre essas entidades; Cada link conecta um nó origem até um nó destino; Normalmente, os nós e links denotam entidades de um domínio específico. 5
6 Redes Semânticas Mais um exemplo 6
7 Redes Semânticas Forma mais flexível e intuitiva de representar conhecimento Suportam herança de propriedades Relações entre classes e instâncias ako (a-kind-of): relações entre classes é-um (is-a): relações entre classes e instâncias Uma classe pertence a uma classe mais alta ou a uma categoria de objetos Relações todo-parte tem-um (has-a): identifica características ou atributos das entidades parte-de (part-of): identifica características ou atributos das entidades Relações diversas Variados: identifica características gerais 7
8 Relações em Redes Semânticas 8
9 Relações primitivas e derivadas Conhecimento primitivo: definido explicitamente pelos fatos Conhecimento derivado: definido pelas regras Permite uma representação mais compacta Permite que conclusões sejam tiradas das observações do domínio Importante porque não observamos tudo diretamente do domínio Muito do que sabemos do domínio é inferido pelas observações e pelo conhecimento mais geral 9
10 Relações primitivas e derivadas Ex: Ao invés de especificar que o computador comp_2347 tem como logo um lemon disc, podemos saber que todos os computadores da marca Lemon tem este logo Associar as propriedades com as classes e não com os indivíduos Permitir um atributo especial é_um entre um indivíduo e uma classe ou a_kind_of entre duas classes Permitindo herança de propriedades 10
11 Uma rede semântica estruturada ako ako 11
12 A lógica da herança de propriedade Uma arco p de uma classe c significa que todo indivíduo na classe tem valor n para o atributo p prop(obj, p, n) <-- prop(obj, é_um, c). Exemplo: 12
13 Herança múltipla Um indivíduo normalmente é membro de mais de uma classe Ex: a mesma pessoa pode ser uma mãe, uma professora, uma árbitra de futebol... Um indivíduo pode herdar propriedades de todas as classes herança múltipla Se existem valores default para as propriedades Podemos ter um problema quando um indivíduo herda valores default conflitantes de classes diferentes: problema da herança múltipla 13
14 Escolhendo entre relações primitivas e derivadas Associar um valor de um atributo com a classe mais geral que contém o valor Não associe propriedades contingentes de uma classe com a classe Ex: Pode ser que todos os computadores de uma empresa sejam de uma determinada marca, com gabinete preto. Não é uma boa idéia associar a cor preta a todos os computadores Podem ser comprados computadores de outras marcas com cores diferentes Axiomatize na direção causal. Queremos conhecimento que seja estável com as mudanças do mundo. a ^ b, a b ou b a? 14
15 Sistemas de Redes Semânticas Base de conhecimento Formada por nós e links da rede Máquina de inferência Faz busca e casamento de padrões A busca se dá para frente e para trás através dos links A busca pode ser usada de várias maneiras para se extrair informações Como uma ferramenta explicativa Para explorar exaustivamente um tópico Para encontrar o relacionamento entre dois objetos 15
16 Redes Semânticas Exemplo de busca 16
17 Busca como ferramenta explicativa Para provar a declaração Cães comem Pode-se supor que cães comem, e usar busca sobre a rede para provar a hipótese Buscando a partir do nó Cão, temos: Cão é um mamífero Mamífero é um animal Animal faz comer Isto é uma prova para Cães comem 17
18 Explorar exaustivamente um tópico Para derivar todo o conhecimento sobre cães, usa-se busca em largura a partir do nó cão Cães são mamíferos Cães tem pêlos Cães são animais Cães comem 18
19 Relacionar dois tópicos Para verificar se Cães e Pássaros estão relacionados, pode-se executar, a partir de ambos os nós, uma busca em largura A interseção entre os nós visitados nos dá o relacionamento entre os nós iniciais Isto é chamado ativação distribuída ou interseção de busca 19
20 Redes Semânticas Vantagens Representação visual fácil de entender Os humanos entendem os relacionamentos com facilidade sem necessariamente saber a sintaxe Ajuda os construtores da BC a estruturar seu conhecimento Flexibilidade na manipulação de nós e links Adição, exclusão e modificação Economia escrita e tempo Herança via relações é-um e ako Capta senso-comum Semelhante ao armazenamento de informações no cérebro 20
21 Redes Semânticas Limitações Busca em redes semânticas grandes pode ser muito ineficiente Não há homogeneidade na definição de nós e links Hereditariedade pode causar dificuldades no tratamento de exceções Pode haver conflito entre características herdadas É difícil representar conhecimento procedimental Sequenciamento e tempo não são explícitos 21
22 Frames Histórico Artigos publicados por Minsky (1974), Winston (1975) Haugeland (1981), Brachman e Levesque (1985) Características: Um frame é identificado por um nome e descreve um objeto complexo através de um conjunto de atributos. Agrupamos todos os pares atributos-valores das redes semânticas juntos em um simples objeto Um Sistema de Frames é um conjunto de frames organizados hierarquicamente São uma evolução das Redes Semânticas: Nós são substituídos por frames. Arcos são substituídos por atributos (slots) Procedimentos podem ser anexados a um frame. 22
23 Frames Slots (atributos) Frames: Possuem pelo menos dois atributos: Nome ako ou is-a A fim de melhorar a estruturação (hierarquia), privilegiam dois tipos de relações: ako: relação entre classe e sub-classe. is-a: relação entre classe e instância. Cada atributo: Aponta para um outro frame ou para um tipo primitivo, ex. string; Consiste em um conjunto de facetas (atributos de atributos). 23
24 Exemplo de um sistema com vários frames
25 Frames Um exemplo de um frame para um computador como uma lista de atributos e valores (fillers) Podemos definir uma template de um frame para cada tipo de indivíduo Especifica quais slots são necessários e quais são opcionais para um indivíduo daquele tipo Ajuda a construir a BC 25
26 Facetas (facets) Descrevem conhecimento ou algum procedimento relativo ao atributo Propriedades: Valor: especifica o único valor possível. Valor default: especifica o valor assumido pelo atributo caso não haja nenhuma informação a esse respeito. Tipo: indica o tipo de dado do valor. Domínio: descreve os valores possíveis para o atributo. Procedimentos - Demons Funcionam como os triggers nos bancos de dados.
27 Uma representação abstrata de um frame
28 Um Frame pode ter vários níveis É formado por um conjunto de slots, que representam atributos dos objetos Slots podem possuir várias facets, que trazem informações particulares de cada slot (atributo) Exemplo: faixa de valores possíveis para o slot, ou forma de calculá-los Uma facet pode possuir várias views, que representam diferentes contextos em que aquela facet pode ser avaliada Cada view possui um filler, ou seja o valor daquela view, para aquela facet, para aquele slot Podemos ter deamons (procedimentos) associados a slots Ex: se o valor de determinada facet é x, crie a facet y e z.
29 Exemplo: um Frame de vários níveis Nome_frame1 Nome_slot1 Nome_facet1 Nome_view1 filler:valor Nome_slot2 Nome_facet1 Nome_view1 filler:valor Nome_facet2 Nome_view1 Frame1[ slot1[ facet1[view1[valor]] ], slot2[ facet1[view1[valor]], facet2[view1[valor]] ] ] filler:valor
30 Uma visão gráfica de um frame de vários níveis computador é_um tipo filler:frame valor filler:máquina nome tipo filler:string tamanho filler:30 valor filler:cp2347
31 Um frame de vários níveis representado como listas em Prolog computador[ é_um[ tipo[ [ frame]], valor[ [ máquina]] ] nome[ tipo[ [ string]], tamanho[ [ 30]], valor[ [ cp2347]] ] ]
32 Procedimentos (Deamons) Definição: São procedimentos anexados aos frames, disparados por consultas ou atualizações. Podem inferir valores para atributos a partir de valores de outros atributos especificados anteriormente em qualquer frame do sistema. Procedimentos - Deamons: when-requested Quando o valor é pedido mas não existe ainda. when-read Quando valor é lido. when-written Quando valor é modificado.
33 Exemplo de Procedimentos (Deamons)
34 Herança de propriedades Três tipos de informações podem ser de herdadas. valor (= POO) procedimento (= POO) valor default Idéia: herdar das classes superiores. Em caso de conflito, vale a informação mais específica. Existem dois tipos de herança: Herança simples Existe uma única super-classe para cada classe Herança múltipla Uma classe pode ter mais de uma super-classe, podendo herdar propriedades ao longo de diversos caminhos diferentes
35 Sistemas de Frames Funções Reconhecer que uma dada situação pertence a uma certa categoria (matching --> subsunção e classificação). ex. reconhecimento visual de uma sala de aula Interpretar a situação e/ou prever o que surgirá em termos da categoria reconhecida (matching). ex. pessoa com revolver (revolver arma perigo) Capturar propriedades de senso comum sobre pessoas, eventos e ações. Foi a primeira tentativa de estruturar conhecimento declarativo sem usar regras. Deu origem ao que chamamos hoje de Ontologias!
36 Compartilhamento de conhecimento Se mais de uma pessoa está construindo a base de conhecimento, elas devem ser capazes de compartilhar a conceitualização. Uma conceitualização é um mapa do domínio de problema para uma representação. Uma conceitualização especifica: Que tipos de objetos estão sendo modelados O vocabulário para especificar objetos, relações e atributos O significado ou intenção das relações ou atributos Uma ontologia é uma especificação formal de uma conceitualização.
37 Web Semântica Ontologias são publicadas na web de forma legível para máquinas e são publicamente legíveis. Construtores de bases de conhecimento ou websites aderem e se referem a uma ontologia publicada: O mesmo símbolo significa a mesma coisa em vários websites que obedecem a ontologia. Se alguém quer se referir a algum outro objeto ou relação, a ontologia é expandida. A comunidade precisa concordar em uma nova terminologia.
38 Desafios para construir ontologias Elas pode ser muito grandes: achar uma terminologia apropriada para um conceito pode ser difícil. Como alguém divide o mundo pode depender da aplicação. Ontologias diferentes descrevem o mundo de diferentes formas. As pessoas podem fundamentalmente discordar sobre a estrutura apropriada. Bases de conhecimento diferentes podem usar ontologias diferentes.
39 Desafios para construir ontologias Para possibilitar que BC baseada em ontologias diferentes interoperem, deve haver um mapeamento entre as diferentes ontologias. É necessário que seja do interesse do usuário em usar a ontologia. O computador não pode entende o significado dos símbolos. O formalismo pode restringir o significado, mas não pode definilo.
Representação de Conhecimento
Representação de Conhecimento Introdução à Inteligência Artificial Profa. Josiane David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel - Computational Intelligence A logical approach - cap. 5 julho/2007 1 Problemas
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Representação de conhecimento Redes Semânticas Frames Representação do conhecimento por redes semânticas Uma rede semântica é uma forma gráfica de representação de conhecimento,
Diagrama de Classes. Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes.
1 Diagrama de Classes Um diagrama de classes descreve a visão estática do sistema em termos de classes e relacionamentos entre as classes. Um dos objetivos do diagrama de classes é definir a base para
Sistemas de Representação e Raciocínio
Sistemas de Representação e Raciocínio Introdução à Inteligência Artificial Profa. Josiane Baseado no material de David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel Abril/2007 Inteligência Artificial Objetivo
Problemas de Satisfação de Restrições
Problemas de Satisfação de Restrições Texto base: Stuart Russel e Peter Norving - Inteligência Artificial David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel - Computational Intelligence A logical approach junho/2007
Programação Estruturada e Orientada a Objetos. Fundamentos Orientação a Objetos
Programação Estruturada e Orientada a Objetos Fundamentos Orientação a Objetos 2013 O que veremos hoje? Introdução aos fundamentos de Orientação a Objetos Transparências baseadas no material do Prof. Jailton
Profº. Enrique Pimentel Leite de Oliveira
Profº. Enrique Pimentel Leite de Oliveira O termo orientação a objetos significa organizar o mundo real como uma coleção de objetos que incorporam estrutura de dados e um conjunto de operações que manipulam
Ontologias. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília
Ontologias Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Origem Teoria sobre a natureza da existência Ramo da filosofia que lida com a natureza e organização da realidade.
LINGUAGENS E PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO. Ciência da Computação IFSC Lages. Prof. Wilson Castello Branco Neto
LINGUAGENS E PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO Ciência da Computação IFSC Lages. Prof. Wilson Castello Branco Neto Conceitos de Linguagens de Roteiro: Apresentação do plano de ensino; Apresentação do plano de
Orientação à Objetos. Aécio Costa
Aécio Costa O paradigma da orientação à objetos Paradigma? Um paradigma é uma forma de abordar um problema. No contexto da modelagem de um sistema de software, um paradigma tem a ver com a forma pela qual
Casos de teste semânticos. Casos de teste valorados. Determinar resultados esperados. Gerar script de teste automatizado.
1 Introdução Testes são importantes técnicas de controle da qualidade do software. Entretanto, testes tendem a ser pouco eficazes devido à inadequação das ferramentas de teste existentes [NIST, 2002].
BANCO DE DADOS I AULA 3. Willamys Araújo
BANCO DE DADOS I AULA 3 Willamys Araújo Modelo Conceitual Descreve quais dados serão armazenados no banco de dados as relações que existem entre eles. Independe do SGBD e da abordagem do banco de dados
Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados
Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses
Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido
Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected]
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected] ROTEIRO 5. Tratamento de Exceções Introdução e conceitos Capturando exceção usando
2 Diagrama de Caso de Uso
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa
Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. A programação orientada a objetos (object-oriented oriented programming
Curso de PHP FATEC - Jundiaí A programação orientada a objetos (object-oriented oriented programming OOP) é um conjunto de técnicas t para organizar o código c em torno de entidades ou objetos representados
Consideram-se os seguintes tipos de PABX s em que a forma de conexão de PABX com a central é exclusivamente mediante linhas analógicas:
A Tarefa Um PABX (Central automática privada) é uma rede de comutação localizada em dependências de propriedade do cliente, que provê serviço a um número de ramais pertencentes a um grupo de assinantes
Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL
Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL Diretoria de Sistema - DS Superintendência de Arquitetura de Sistemas - SAS Gerência de Arquitetura de Informação - GAAS
3.1 Definições Uma classe é a descrição de um tipo de objeto.
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Classes Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação:
Arquitetura de Rede de Computadores
TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador
Semântica para Sharepoint. Busca semântica utilizando ontologias
Semântica para Sharepoint Busca semântica utilizando ontologias Índice 1 Introdução... 2 2 Arquitetura... 3 3 Componentes do Produto... 4 3.1 OntoBroker... 4 3.2 OntoStudio... 4 3.3 SemanticCore para SharePoint...
Especificação do 3º Trabalho
Especificação do 3º Trabalho I. Introdução O objetivo deste trabalho é abordar a prática da programação orientada a objetos usando a linguagem Java envolvendo os conceitos de classe, objeto, associação,
04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 1. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.
MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 1 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Apresenta a diferença entre dado e informação e a importância
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
Módulo 07 Características Avançadas de Classes
Módulo 07 Características Avançadas de Classes Última Atualização: 15/06/2010 1 Objetivos Descrever variáveis, métodos e iniciadores static Descrever a semântica do modificador final em classes, métodos
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO)
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 1 Prof. Cristóvão Cunha Objetivos de aprendizagem
UML: Diagrama de Casos de Uso, Diagrama de Classes
UML: Diagrama de Casos de Uso, Diagrama de Classes Diagrama de Casos de Uso O modelo de casos de uso visa responder a pergunta: Que usos (funcionalidades) o sistema terá? ou Para que aplicações o sistema
Programação com Objectos. Processamento de Dados I. 4. Classes Abstractas
Programação com Objectos Processamento de Dados I 4. Classes Abstractas 1 Conceito de classe abstracta Declaração de uma classe abstracta Implicações e características das classes abstractas Utilização
Modelo Entidade-Relacionamento
Modelo Entidade-Relacionamento Banco de Dados I Fases do Projeto jt de BD Enunciado de requisitos entrevista com o usuário do banco de dados para entender e documentar seus requerimentos de dados. Projeto
ONTOLOGIA DE DOMÍNIO PARA ANÁLISE DE BLOGS
Centro Universitário Feevale ONTOLOGIA DE DOMÍNIO PARA ANÁLISE DE BLOGS Fernando Mertins Prof. Orientador: Rodrigo Rafael Villarreal Goulart Dezembro de 2007 Roteiro da Apresentação Introdução Objetivos
Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR
Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Gerência de Arquivos Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Conceituação de arquivos Implementação do sistemas de arquivo Introdução Sistema de
MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Computação - IC MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática Aula #3 : MER e MER Estendido Profs. Anderson Rocha e André Santanchè Campinas, 1 de Agosto
Conhecimento Incerto Redes de Crença
Conhecimento Incerto Redes de Crença Profa. Josiane M. P. Ferreira Texto base: David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel - Computational Intelligence A logical approach cap 10. Stuart Russel e Peter Norving
Java 2 Standard Edition Como criar classes e objetos
Java 2 Standard Edition Como criar classes e objetos Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Assuntos abordados Este módulo explora detalhes da construção de classes e objetos Construtores Implicações da
Revisão Inteligência Artificial ENADE. Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011
Revisão Inteligência Artificial ENADE Prof a Fabiana Lorenzi Outubro/2011 Representação conhecimento É uma forma sistemática de estruturar e codificar o que se sabe sobre uma determinada aplicação (Rezende,
Engenharia de Software III
Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf ([email protected]) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,
FUNDAMENTOS DA ORIENTAÇÃO A OBJETOS- REVISÃO
FUNDAMENTOS DA ORIENTAÇÃO A OBJETOS- REVISÃO Dado que a UML é uma ferramenta inserida no paradigma da orientação a objetos, vamos rever alguns conceitos fundamentais, dentre os quais, destacamos: Classificação,
Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos
SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos Prof. Vanderlei Bonato Prof. Cláudio Fabiano Motta Toledo Sumário Análise e solução de
EXERCÍCIOS SOBRE ORIENTAÇÃO A OBJETOS
Campus Cachoeiro de Itapemirim Curso Técnico em Informática Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas Professor: Rafael Vargas Mesquita Este exercício deve ser manuscrito e entregue na próxima aula; Valor
Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos. Centro Tecnológico. Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: ([email protected]) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de
Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite [email protected]
(Prática) Profa. Andreza Leite [email protected] Introdução O computador como ferramenta indispensável: Faz parte das nossas vidas; Por si só não faz nada de útil; Grande capacidade de resolução
Banco de Dados Aula 02. Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian
Banco de Dados Aula 02 Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian Conceitos básicos Dado: Valor do campo quando é armazenado dento do BD; Tabela Lógica: Representa a estrutura de armazenamento
Disciplina de Banco de Dados Introdução
Disciplina de Banco de Dados Introdução Prof. Elisa Maria Pivetta CAFW - UFSM Banco de Dados: Conceitos A empresa JJ. Gomes tem uma lista com mais ou menos 4.000 nomes de clientes bem como seus dados pessoais.
MODELAGEM DE DADOS MODELAGEM DE DADOS. rafaeldiasribeiro.com.br. Aula 3. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord
MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 3 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Conhecer a arquitetura de 3 esquemas (conceitual, lógico
Capítulo 11. Conceitos de Orientação a Objetos. Rui Rossi dos Santos Programação de Computadores em Java Editora NovaTerra
Capítulo 11 Conceitos de Orientação a Objetos Objetivos do Capítulo Introduzir os conceitos fundamentais da Programação Orientada a Objetos. Apresentar o significado dos objetos e das classes no contexto
Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:
MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação
Padrão Básico de Projeto: Interfaces e Polimorfismo
Padrão Básico de Projeto: Interfaces e Polimorfismo Herança de implementação versus herança de interface Há uma diferença grande entre uma classe e seu tipo A classe define ambos um tipo e uma implementação
Orientação a Objetos
1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou
Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB. Disciplina: Banco de Dados Professora: Cheli Mendes Costa Modelo de Dados
Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Banco de Dados Professora: Cheli Mendes Costa Modelo de Dados Modelo para organização dos dados de um BD. define um conjunto de conceitos para
Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto de BI/DW-UFBA
Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA67 Projeto Final II Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto
Disciplina: Unidade III: Prof.: E-mail: Período:
Encontro 08 Disciplina: Sistemas de Banco de Dados Unidade III: Modelagem Lógico de Dados Prof.: Mario Filho E-mail: [email protected] Período: 5º. SIG - ADM Relembrando... Necessidade de Dados Projeto
Polimorfismo. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Polimorfismo Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Polimorfismo; Polimorfismo Java; Métodos Abstratos Java Classes Abstratas Java Exercício - Java Polimorfismo C++ Classe Abstrata C++; Funções
Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008
Tabela de Símbolos Análise Semântica A Tabela de Símbolos Fabiano Baldo Após a árvore de derivação, a tabela de símbolos é o principal atributo herdado em um compilador. É possível, mas não necessário,
Apesar de existirem diversas implementações de MVC, em linhas gerais, o fluxo funciona geralmente da seguinte forma:
1 Introdução A utilização de frameworks como base para a construção de aplicativos tem sido adotada pelos desenvolvedores com três objetivos básicos. Primeiramente para adotar um padrão de projeto que
CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES
CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES 3.1 - IDENTIFICADORES Os objetos que usamos no nosso algoritmo são uma representação simbólica de um valor de dado. Assim, quando executamos a seguinte instrução:
ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS
7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação ão? Como um sistema de gerenciamento
FundamentosemInformática
FundamentosemInformática 04 Software Conteúdo Conceito de Software Classificação de Softwares Conceito de Sistema Operacional(S.O.) FunçõesBásicasdeumS.O. um Arquivos Atributos Diretórios 1 -Conceitos
Orientação a Objetos com Java
Orientação a Objetos com Java Julio Cesar Nardi [email protected] 2011/2 Apresentação 3: Orientação Objetos: Conceitos Básicos Objetivos: Compreender os Conceitos Básicos da Orientação a Objetos;
Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1.
Modelos de Sistema Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1 Objetivos Explicar por que o contexto de um sistema deve ser modelado como parte do processo de RE Descrever
Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.
Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos
Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais
Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Computação Gráfica 1 Agenda Vantagens de usar a abordagem
Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1.
Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística Prof. Andre Zanki Cordenonsi Versao 1.0 Março de 2008 Tópicos Abordados Conceitos sobre Banco
Gestão da Informação e do Conhecimento
Gestão da Informação e do Conhecimento Aula 05 Aquisição da Informação Dalton Lopes Martins [email protected] 2sem/2014 Aquisição da Informação PROCESSO 2 - A aquisição da informação envolve as seguintes
A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal. Introdução à Ciência da Computação I
A Linguagem Pascal e o Ambiente de Programação Dev-Pascal Introdução à Ciência da Computação I Março/2004 Introdução (1 de 3) Homenagem a Blaise Pascal, filósofo e matemático do século XVII. Desenvolvida
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro
Ciclo de Desenvolvimento de Sistemas de BD
Gerenciamento de Dados e Informação Fernando Fonseca Ana Carolina Valeria Times Bernadette Loscio Robson Nascimento Ciclo de Desenvolvimento de Sistemas de BD Investigação dos Dados Modelagem dos Dados
Programação Orientada a Objetos em Java. Herança
Universidade Federal do Amazonas Departamento de Ciência da Computação IEC481 Projeto de Programas Programação Orientada a Objetos em Java Herança Professor: César Melo Slides baseados em materiais preparados
Protégé-OWL Tutorial. Adriano Melo André Chagas Fred Freitas. Sistemas Inteligentes http://www.cin.ufpe.br/~if684
Protégé-OWL Tutorial Adriano Melo André Chagas Fred Freitas Sistemas Inteligentes http://www.cin.ufpe.br/~if684 Instalação Download do Protégé public de astm stanford.edu (site oficial) Protégé 3.4.4 OWL
Bibliografia. Desenvolvimento Orientado a Objetos. Introdução. Bibliografia. O que você vê?
Bibliografia Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof.: Edson dos Santos Cordeiro LARMAN, Graig. Utilizando UML e padrões. Porto Alegre: Bookman, 2000. STAA, Arndt von. Programação modular. Rio de Janeiro:
Representação de Conhecimento
Representação de Conhecimento Redes Semânticas Frames Regras de Produção e Árvores de Decisão Lógica Proposicional e Lógica de Predicados Árvores Semânticas e Árvores E-OU Profa. Flavia Cristina Bernardini
Curso Técnico em Redes
Curso Técnico em Redes Prof. Airton Ribeiro - 2012 Histórico das Linguagens de Programação O que é? É um método padronizado para expressar instruções para um computador. É um conjunto de regras sintáticas
Protégé Desenvolvimento de contologias
Protégé Desenvolvimento de contologias Joel Luis Carbonera [email protected] Protégé Desenvolvimento de contologias Ontologias Ontologias Termo do domínio da Filosofia A disciplina filosófica preocupada
TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES [Observação: O template a seguir é utilizado como roteiro para projeto de sistemas orientado
Aprendizagem de Máquina
Aprendizagem de Máquina Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Disciplina: Inteligência Artificial Tópicos 1. Definições 2. Tipos de aprendizagem 3. Paradigmas de aprendizagem 4. Modos de aprendizagem
Banco de Dados. Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE]
1/6 Banco de Dados O que é um Banco de Dados? Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE] Conjunto de dados integrados que tem por objetivo atender a uma comunidade específica [HEUSER] Um conjunto
Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 / 2013.2
1 Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 / 2013.2 Professor Leandro A. F. Fernandes Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Lista de Exercícios 02 Orientação a Objetos 1) Identifique
Protocolo TCP/IP. Neste caso cada computador da rede precisa de, pelo menos, dois parâmetros configurados:
Protocolo TCP/IP Neste caso cada computador da rede precisa de, pelo menos, dois parâmetros configurados: Número IP Máscara de sub-rede O Número IP é um número no seguinte formato: x.y.z.w Não podem existir
Paradigmas da Programação PPROG. Linguagem JAVA. Interfaces. (Livro Big Java, Late Objects Capítulo 9) Nelson Freire (ISEP DEI-PPROG 2013/14) 1/33
PPROG Paradigmas da Programação Linguagem JAVA Interfaces (Livro Big Java, Late Objects Capítulo 9) Nelson Freire (ISEP DEI-PPROG 2013/14) 1/33 PPROG Motivação para usar Interfaces Definição de Interface
VisTrails. Fernando Seabra Chirigati Aluno de Engenharia de Computação e Informação COPPE/UFRJ Email: [email protected]
VisTrails Fernando Seabra Chirigati Aluno de Engenharia de Computação e Informação COPPE/UFRJ Email: [email protected] Características SGWf - Sistema de Gerenciamento de Workflows; Desenvolvido
Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos. Centro Tecnológico. Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: ([email protected]) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de
Iniciação à Informática
Meu computador e Windows Explorer Justificativa Toda informação ou dado trabalhado no computador, quando armazenado em uma unidade de disco, transforma-se em um arquivo. Saber manipular os arquivos através
Prof.: Clayton Maciel Costa [email protected]
Banco de Dados Prof.: Clayton Maciel Costa [email protected] 1 Especialização e Generalização Especialização: Processo de definição de um conjunto de sub-classes (sub-tipos) de um tipo de entidade.
Relacionamentos entre classes
Relacionamentos entre classes Relacionamentos entre classes Relacionamentos estruturais entre classes Precisam ser criteriosamente definidos durante o projeto do software São obtidos a partir da análise
AULA 6 LÓGICA DOS CONJUNTOS
Disciplina: Matemática Computacional Crédito do material: profa. Diana de Barros Teles Prof. Fernando Zaidan AULA 6 LÓGICA DOS CONJUNTOS Intuitivamente, conjunto é a coleção de objetos, que em geral, tem
PROGRAMAÇÃO AVANÇADA -CONCEITOS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected]
PROGRAMAÇÃO AVANÇADA -CONCEITOS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected] ROTEIRO 1. Conceitos de Orientação a Objetos Introdução O paradigma da POO Classes
Implementando uma Classe e Criando Objetos a partir dela
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 04 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 2 Prof. Cristóvão Cunha Implementando uma Classe
AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS
UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO AMBIENTE PARA AUXILIAR O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS MONOLÍTICOS Orientando: Oliver Mário
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 17 PROFª BRUNO CALEGARO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 17 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 19 de Novembro de 2013. Revisão aula anterior Modelagem orientada a objetos com UML Software: Astah Community
Diagrama de transição de Estados (DTE)
Diagrama de transição de Estados (DTE) O DTE é uma ferramenta de modelação poderosa para descrever o comportamento do sistema dependente do tempo. A necessidade de uma ferramenta deste tipo surgiu das
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 14 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 01 de Novembro de 2013. Revisão aula passada Projeto de Arquitetura Decisões de projeto de Arquitetura
Engenharia de Software
Prof. M.Sc. Ronaldo C. de Oliveira [email protected] FACOM - 2011 Exemplo de Diagrama de Caso de Uso Sistema de Locadora de Filmes Sistema de Vídeo Locadora Você foi contratado para desenvolver
Teste de Software. Ricardo Argenton Ramos [email protected]. Engenharia de Software I 2012.2
Teste de Software Ricardo Argenton Ramos [email protected] Engenharia de Software I 2012.2 O que diferencia teste de software OO de testes Convencionais? Técnicas e abordagens são normalmente
ARRAYS. Um array é um OBJETO que referencia (aponta) mais de um objeto ou armazena mais de um dado primitivo.
Cursos: Análise, Ciência da Computação e Sistemas de Informação Programação I - Prof. Aníbal Notas de aula 8 ARRAYS Introdução Até agora, utilizamos variáveis individuais. Significa que uma variável objeto
Exercícios Práticos Assunto: Criação de slots e instâncias da ontologia com o Protegé.
1 Exercícios Práticos Assunto: Criação de slots e instâncias da ontologia com o Protegé. Exercício 1 Passo 1: abra o Protegé e crie um projeto com as seguintes características: Nome do projeto: ex_slot_01
