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- Helena Vilanova Alcaide
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23 1 de 2 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PARECER DO DIRIGENTE DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO Nº : EXERCÍCIO : 2010 PROCESSO Nº : / UNIDADE AUDITADA : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO - UF : Porto Alegre - RS Em conclusão aos encaminhamentos sob a responsabilidade da CGU quanto ao processo de contas do exercício sob exame, da Unidade acima referida, expresso, a seguir, opinião conclusiva, de natureza gerencial, sobre os principais registros e recomendações formulados pela equipe de auditoria, em decorrência dos trabalhos conduzidos por este órgão de controle interno sobre os atos de gestão do referido exercício. 2. Não foram identificados elementos que evidenciassem avanços marcantes na gestão avaliada. 3. Quanto à execução das políticas públicas a cargo da Unidade, não houve identificação de falhas que as impactassem, no entanto, foram constatadas impropriedades referentes à Prestação de Contas de convênios; às aquisições por dispensa de licitação; e ao pagamento de auxílio transporte e de adicional de insalubridade. 4. Dentre as causas estruturantes relacionadas às constatações, podem-se citar o planejamento inadequado das aquisições, fragilidades no acompanhamento das Prestações de Contas e insuficiência dos controles adotados quanto à concessão de auxílio-transporte e ao acompanhamento dos laudos periciais relacionados à segurança do trabalho. As recomendações formuladas referem-se à melhoria nos mecanismos de controle relativos à área de licitações e convênios; e ao cancelamento dos pagamentos irregulares de auxílio-transporte e de adicional de insalubridade, com o devido ressarcimento ao erário. 5. Quanto às recomendações do Plano de Providências Permanente da Unidade, restam pendentes: i) planejamento e controle das compras, considerando o princípio da anualidade do
24 2 de 2 exercício, de modo a evitar a contratação de objetos de mesma natureza por dispensa de licitação; e ii) adoção de procedimentos que eliminem a apresentação de Prestação de Contas fora do prazo legal, referente a convênios ou contratos firmados com fundações de apoio. 6. Na análise dos controles internos administrativos da Unidade, verificou-se a existência de rotinas formais na área de licitação para elaboração de pesquisas de preços e análises de mercado, bem como para a identificação e acompanhamento dos prazos das contratações. Não obstante, foram identificadas fragilidades nos processos de aquisição de bens, tendo ocorrido fracionamento de despesas e ausência de justificativa para dispensa de licitação. Quanto aos controles da área de recursos humanos, a Unidade possui rotinas para o acompanhamento da legislação que afeta suas atividades, e existe segregação entre as funções de cadastro e de elaboração da folha de pagamento. Contudo, foram identificadas falhas nos procedimentos de comprovação de despesas referentes ao auxílio transporte e de acompanhamento da atualização de laudos periciais de insalubridade. 7. No que diz respeito a práticas positivas implementadas no exercício de 2010, destaca-se a adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, inclusive de equipamentos de tecnologia da informação, e na contratação de serviços e obras. Assim, em atendimento às determinações contidas no inciso III, art. 9º da Lei n.º 8.443/92, combinado com o disposto no art. 151 do Decreto n.º /86 e inciso VI, art. 13 da IN/TCU/N.º 63/2010 e fundamentado no Relatório de Auditoria, acolho a conclusão expressa no Certificado de Auditoria. Desse modo, o processo deve ser encaminhado ao Ministro de Estado supervisor, com vistas à obtenção do Pronunciamento Ministerial de que trata o art. 52, da Lei n.º 8.443/92, e posterior remessa ao Tribunal de Contas da União. Brasília, 8 de julho de 2011 JOSÉ GUSTAVO LOPES RORIZ DIRETOR DE AUDITORIA DA ÁREA SOCIAL
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