LEI DE PREVENÇÃO DO TABAGISMO
|
|
|
- Caio Peixoto Pacheco
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LEI DE PREVENÇÃO DO TABAGISMO Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto Carla Barreiros 14 Fevereiro 2008
2 Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto Dá execução ao disposto na Convenção Quadro da Organização Mundial de Saúde para o Controlo do Tabaco, aprovada pelo Decreto n.º 25-A/2005, de 8 de Novembro Estabelece normas tendentes à prevenção do tabagismo, em particular no que se refere a: Protecção da exposição involuntária ao fumo do tabaco Regulamentação da composição dos produtos do tabaco Regulamentação das informações a prestar sobre estes produtos
3 Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto Embalagem e etiquetagem Sensibilização e educação para a saúde Proibição da publicidade a favor do tabaco, promoção e patrocínio Medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do consumo Venda a menores e através de meios automáticos, de modo a contribuir para a diminuição dos riscos ou efeitos negativos que o uso do tabaco acarreta para a saúde dos indivíduos
4 Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto Capítulo I - Disposições gerais Capítulo II - Limitações ao consumo de tabaco Capítulo III - Composição e medições das substâncias contidas nos cigarros comercializados Capítulo IV - Rotulagem e embalagem dos maços de cigarros Capítulo V - Venda de produtos de tabaco
5 Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto Capítulo VI - Publicidade, promoção e patrocínio de tabaco e de produtos do tabaco Capítulo VII - Medidas de prevenção e controlo do tabagismo Capítulo VIII - Regime sancionatório Capítulo IX - Disposições transitórias rias e finais
6 Competências da Direcção ão-geral da Saúde Promover o cumprimento do disposto nesta lei com a colaboração de: - Autoridade de Segurança a Alimentar e Económica - Direcção ão-geral do Consumidor - Entidades administrativas e policiais: Autoridade para as condições do trabalho, Inspecção ão-geral das Actividades da Saúde, GNR ou a PSP
7 Competências da Direcção ão-geral da Saúde - Assegurar o acompanhamento estatístico stico e epidemiológico do consumo do tabaco em Portugal - Avaliar o impacto resultante da aplicação da Lei (cumprimento, evolução das condições de trabalho e de atendimento ao público) p Em conjunto com o observatório rio Nacional da Saúde e Grupo Técnico T Consultivo
8 Competências da Direcção ão-geral da Saúde - Fornecer informação à Assembleia da República, em forma de relatório, rio, que a habilite avaliar o impacto desta Lei - Avaliação de 5 em 5 anos (com excepção da primeira que será ao fim de 3 anos)
9 Limitações ao consumo do tabaco Regras e excepções Artigo 3.º - Visa o estabelecimento de limitações ao consumo de tabaco em recintos fechados destinados a utilização colectiva Artigo 4.º - Determina expressamente a proibição de fumar em diversos locais devidamente identificados Artigo 5.º - Cria excepções: - áreas ao ar livre - áreas que cumpram requisitos
10 Áreas onde é permitido fumar Requisitos (Artigo 5. (Artigo 5.º,, n.º 5) Sinalização, ou seja, afixação dos dísticos em locais visíveis Separação física entre a área de fumo e as restantes instalações, ou colocação de dispositivo de ventilação ou outro, desde que autónomo, capaz de impedir que o fumo se espalhe às áreas contíguas Ventilação directa para o exterior através de sistema de extracção de ar que proteja do fumo os trabalhadores e os clientes não fumadores
11 Identificação dos locais (Artigo 6.º) Dimensão mínima 160mm x 55 mm
12 Requistos de Qualidade do ar Decreto-Lei n.º 79/2006 de 04/04 - Artigo 29.º Caudais mínimos m de ar novo Estabelecimentos em geral - Anexo VI Espaços onde seja permitido fumar, servidos por instalações de climatização - 60 m 3 /(hora. ocupante),, devendo ser colocados em depressão relativamente aos espaços contíguos onde não é permitido fumar (n.º 2)
13 Requistos de Qualidade do ar Decreto-Lei n.º 79/2006 de 04/04 - Artigo 29.º Concentrações máximas m de referência de poluentes no interior dos edifícios Anexo VII Parâmetros Partículas suspensas no ar (PM10) Dióxido de carbono Monóxido de carbono Ozono Formaldeído do Compostos orgânicos voláteis totais Concentração (mg/m 3 ) 0, ,5 0,2 0,1 0,6
14 Definição das áreas de fumadores (Artigo 5.º,, n.º 11) Cabe às entidades responsáveis pelos estabelecimentos em causa, devendo ser consultados: Os serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho As comissões de higiene, segurança e saúde no trabalho, ou, na sua falta, os representantes dos trabalhadores para estes assuntos
15 Criação de áreas de fumadores Deve ser solicitado a um engenheiro, ou engenheiro técnico, com qualificação específica para o efeito, reconhecido pela Ordem dos Engenheiros ou pela Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos, a elaboração de um projecto e da respectiva declaração de responsabilidade em que se afirme o cumprimento dos requisitos
16 Locais onde é absolutamente proibido fumar (Artigo 4.º) Nos locais destinados a menores de 18 anos (alíneas f, g) (Estabelecimentos de ensino, infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias f e demais estabelecimentos similares) Nas instalações do metropolitano afectas ao público, p designadamente nas estações terminais ou intermédias, em todos os seus acessos e estabelecimentos ou instalações contíguas (alínea u)
17 Locais onde é absolutamente proibido fumar (Artigo 4.º) Nos parques de estacionamento cobertos (alínea f) Nos elevadores, ascensores e similares (alínea x) Nas cabinas telefónicas fechadas (alínea z) Nos recintos fechados das redes de levantamento automático tico de dinheiro (alínea aa)
18 Locais onde é absolutamente proibido fumar (Artigo 4.º) Nos locais onde, por determinação da gerência ou de outra legislação aplicável, designadamente em matéria de prevenção de riscos ocupacionais, se proíba fumar (alínea ab) Nos veículos afectos aos transportes públicos p urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, rios, ferroviários, rios, aéreos, a marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes e teleféricos (n.º 2)
19 É proibido fumar, excepto em áreas ao ar livre (Artigo 4.º e 5.º, n.º 3 ) Nos locais de atendimento directo ao público p (alínea c) Nos centros de formação profissional (alínea h) Nos museus, colecções visitáveis veis e locais onde se guardem bens culturais classificados, nos centros culturais, nos arquivos e nas bibliotecas, nas salas de conferência, de leitura e de exposição (alínea i)
20 É proibido fumar, excepto em áreas ao ar livre (Artigo 4.º e 5.º, n.º s 3 e 4 ) Nas zonas fechadas das instalações desportivas (alínea m) Nas cantinas, nos refeitórios rios e nos bares de entidades públicas p e privadas destinados exclusivamente ao respectivo pessoal (alínea r) Nas áreas de serviço o e postos de abastecimento de combustíveis - com excep com excepção das zonas onde se realize o abastecimento de veículos (alínea s)
21 É proibido fumar, excepto em áreas que obedeçam a requisitos e em áreas ao ar livre Nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da Administração Pública P e pessoas colectivas públicas p (alínea a) Nos locais de trabalho (al (Artigo 4.º e 5.º, n.º 5) (alínea b) (todo o lugar onde o trabalhador se encontra e em que esteja, directa ou indirectamente, sujeito ao controlo do empregador) Nos lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade (alínea e)
22 É proibido fumar, excepto em áreas que obedeçam a requisitos e em áreas ao ar livre (Artigo 4.º e 5.º, n.º 5) Nos estabelecimentos do ensino superior e nos centros de formação profissional (frequentados por maiores de 18 anos) Nas salas e recintos de espectáculos culos e noutros locais destinados à difusão das artes e do espectáculo, culo, incluindo as antecâmaras, acessos e áreas contíguas (alínea j) Nos recintos de diversão e recintos destinados a espectáculos culos de natureza não artística (alínea l)
23 É proibido fumar, excepto em áreas que obedeçam a requisitos e em áreas ao ar livre Nos recintos das feiras e exposições (alínea n) (Artigo 4.º e 5.º, n.º 5, 9) Nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público p (alínea o) Nos aeroportos, nas estações ferroviárias, rias, nas estações rodoviárias rias de passageiros e nas gares marítimas e fluviais (salvo limitações constantes nos regulamentos das empresas ou capitanias) (alínea t)
24 É proibido fumar, excepto em áreas que obedeçam a requisitos e em áreas ao ar livre Nos estabelecimentos prisionais (n.º 2 do Artigo 5.º) (Artigo 4.º e 5.º, n.º 2, 5 e 8) (Podem ser criadas unidades de alojamento em celas ou camaratas para reclusos fumadores) Nos estabelecimentos hoteleiros e outros empreendimentos turísticos onde sejam prestados serviços de alojamento (alínea p) (Podem ser reservados andares, unidades de alojamento ou quartos para fumadores, até um máximo m de 40% do total, ocupando áreas contíguas ou a totalidade de um ou mais andares Dísticos visíveis a partir do exterior do estabelecimento)
25 Estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde (Artigo 4.º d) e 5.º n. os 1 e 3) Apenas permitido fumar em áreas ao ar livre: Hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, m postos de socorros e outros similares, laboratórios, rios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica m Permitido nas áreas que obedeçam a requisitos e em áreas ao ar livre: Hospitais psiquiátricos, serviços psiquiátricos, centros de tratamento e reabilitação, unidades de internamento de toxicodependência e alcoolismo (Circular Normativa n.º 1/DIR de 06/02/08)
26 Circular Normativa n.º 1/DIR de 06/02/08 Hospitais psiquiátricos Serviços psiquiátricos Centros de tratamento e reabilitação Unidades de internamento de toxicodependência e alcoolismo - Sistema de ventilação em função da lotação, dimensão e localização da sala (taxa de ocupação 2m 2 /pessoa) - Sala completamente isolada - Acesso preferencialmente pelo exterior - Porta de fecho automático tico ou mola
27 Circular Normativa n.º 1/DIR de 06/02/08 Hospitais psiquiátricos Serviços psiquiátricos Centros de tratamento e reabilitação Unidades de internamento de toxicodependência e alcoolismo - Área da sala deve ser < 50m 2 - Sala em depressão negativa, no mínimo m 5 Pa - Sistema de ventilação: - Autónomo do sistema geral - Taxa de renovação de ar mínima m de 60 m 3 /(hora. ocupante) - Tratamento do ar novo (pr( pré-filtrado e aquecido/arrefecido)
28 Nos estabelecimentos de restauração ou de bebidas, incluindo os que possuam salas ou espaços destinados a dança Área destinada ao público < 100 m 2 Permissão de fumar se reunir os requisitos legais (Artigo 5.º, n.º 6) 100 m 2 Podem-se criar áreas para fumadores até: Um máximo de 30% do total do espaço ou Um máximo de 40% do total do espaço se for fisicamente separado [Têm que cumprir os requisitos e não podem abranger áreas destinadas exclusivamente ao pessoal nem as áreas onde os trabalhadores têm que trabalhar em permanência, ou seja, mais do que 30% do tempo diário de trabalho] (Artigo 5.º, n.º 7) Dísticos visíveis a partir do exterior do estabelecimento
29 Proibição da venda de produtos de tabaco (Artigo 15.º) Através de máquinas de venda automática, sempre que estas não reúnam cumulativamente os seguintes requisitos: Estejam munidas de um dispositivo electrónico ou outro sistema bloqueador que impeça o seu acesso a menores de 18 anos Estejam localizadas no interior do estabelecimento comercial, de forma a serem visualizadas pelo responsável do estabelecimento. Não podendo ser colocadas: - nas respectivas zonas de acesso - nas escadas ou zonas similares - nos corredores de centros comerciais e grandes superfícies comerciais;
30 Proibição da venda de produtos de tabaco (Artigo 15.º) Através de meios de televenda. A menores com idade inferior a 18 anos, a comprovar, quando necessário, por qualquer documento identificativo com fotografia Nos locais de venda dos produtos do tabaco, a proibição de venda a menores deve constar de aviso impresso em caracteres facilmente legíveis, sobre fundo contrastante, e afixado de forma visível
31 Medidas de prevenção e controlo do tabagismo - Campanhas de informação, de prevenção ou de promoção de vendas (Artigo 19.º) - Informação e educação para a saúde (Artigo 20.º) - Consultas de cessação tabágica (Artigo 21.º)
32 Actuação dos cidadãos Os utentes têm o direito de exigir o cumprimento desta Lei. Sempre que verifiquem uma situação de incumprimento devem solicitar ao responsável do estabelecimento que tome as medidas adequadas Podem apresentar uma queixa por escrito utilizando o livro de reclamações do estabelecimento, ou dirigir uma exposição escrita à ASAE Podem ligar para o número n
33 Actuação dos responsáveis As entidades públicas p ou privadas responsáveis pelos locais em causa devem determinar aos fumadores que se abstenham de fumar Caso estes não cumpram, os responsáveis devem chamar as autoridades administrativas ou policiais (PSP ou a GNR), que levantam o respectivo auto de notícia, que inclui a descrição dos factos imputados e a indicação dos meios de prova
34 Fiscalização ASAE Direcção ão-geral do Consumidor
35 DGS - Circulares Normativas CN N.º 25/DIR de 21/12/07 - Aplicação da nova Lei de Prevenção do Tabagismo na Direcção ão-geral da Saúde CN N.º 26/DSPPS de 28/12/07 - Programa-tipo de actuação em cessão tabágica CN N.º 1/DIR de 06/02/08 - Nova Lei do Tabaco/Aplicação da Lei n.º37/2007, de 14 de Agosto, a hospitais psiquiátricos, serviços psiquiátricos, centros de tratamento e reabilitação, e unidades de internamento de toxicodependência e alcoolismo
36 DGS Circulares Informativas CI N.º 28/DICES de 16/08/07 Perguntas e respostas acerca da Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto CI N.º 37/DSPPS/DICES de 17/10/07 - Medidas de protecção contra a exposição ao fumo ambiental do tabaco em estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde aplicação da Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto CI N.º 43/DIR de 13/12/07 Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto, Nova Lei de Prevenção do Tabagismo CI N.º 46DIR de 27/12/07 Lei n.º 37/2007 Lei para a protecção da exposição involuntária ao fumo do tabaco Estudo Interpretativo
37 Obrigada
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS ANSELMO DE ANDRADE Curso de Educação e Formação de Adultos (nível secundário) FICHA DE TRABALHO Nº 4
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS ANSELMO DE ANDRADE Curso de Educação e Formação de Adultos (nível secundário) FICHA DE TRABALHO Nº 4 Área: Sociedade, Tecnologia e Ciência NÚCLEO GERADOR 7: SABERES
É proibido fumar! A Lei n.º 37/2007 foi alterada pela Lei n.º 109/2015, de 26 de agosto.
É proibido fumar! A Lei n.º 37/2007, de 14 de agosto, aprovou normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência
CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº
CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Lei do Tabaco Todos os direitos reservados à DATAJURIS, Direito e Informática, Lda. É expressamente proibido qualquer
NOVO REGULAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO
NOVO REGULAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO MANUTENÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS JORGE BERNARDO ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE SAÚDE DE COIMBRA 13 OUTUBRO 2010 TEMAS A
CATÁLOGO MOBILIÁRIO URBANO - CINZEIROS -
CATÁLOGO MOBILIÁRIO URBANO - CINZEIROS - MENOS RESÍDUOS - MENOS POLUIÇÃO MAIS FUTURO A ALMOVERDE Ecologia, Lda. dedica se, desde o seu início, à comercialização de equipamentos para a recolha selectiva
COMERCIALIZAÇÃO. Cartões e pagamentos
COMERCIALIZAÇÃO Cartões e pagamentos Decreto-lei n.º 317/2009 de 30 de Outubro Ministério das Finanças e da Administração Pública Sumário: No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 84/2009,
SEMINÁRIO Aplicação da engenharia de segurança contra incêndios no projecto de edifícios
DIFISEK SEMINÁRIO Aplicação da engenharia de segurança contra incêndios no projecto de edifícios (Lisboa, 05/12/2008) A REGULAMENTAÇÃO NACIONAL DE SEGURANÇA AO INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS 1 SÍNTESE DA APRESENTAÇÃO
SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS
SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS O DL 220/2008, que estabeleceu o regime jurídico de segurança contra incêndios (SCIE), diz que estão sujeitos a este regime todos os edifícios ou fracções autónomas, qualquer
3 Incêndios Urbanos, Acessibilidade e Segurança
7 de junho de 2013-6ª fª, 18h00 3 Incêndios Urbanos, Acessibilidade e Segurança Miguel Chichorro Gonçalves (FEUP) Seminários de Segurança e Saúde Ocupacionais INVESTIGAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAIS
Ministérios da Economia e da Inovação
Ministérios da Economia e da Inovação Decreto-Lei n.º 170/2005 de 10 de Outubro O presente decreto-lei tem por objectivo dar cumprimento à recomendação n.º 3/2004 da Autoridade da Concorrência no que à
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS HORÁRIOS DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DO CONCELHO DE SINES. Preâmbulo
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS HORÁRIOS DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DO CONCELHO DE SINES Preâmbulo Na sequência da publicação do Decreto-Lei nº 111/2010, de 15 de outubro, e do Decreto-lei nº 48/2011, de
LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE CONDIÇÕES DE SCI EM ALOJAMENTO LOCAL E EVENTOS. 27/05/2016 Eng.º Estevão Duarte
Título 1 27/05/2016 2 LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE CONDIÇÕES DE SCI EM ALOJAMENTO LOCAL Lei habilitante Decreto-Lei n.º 128/2014, de 29 de Agosto, alterado pelo Decreto-Lei n.º 63/2015, de 23 de Abril,
Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008
REGULAMENTO MUNICIPAL PARA O LICENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE VENDA AMBULANTE DE LOTARIAS, DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA E DE REALIZAÇÃO
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS Nota Justificativa O Decreto-Lei nº 48/96 veio estabelecer o novo regime de horários de funcionamento dos estabelecimentos
Anexo IV Tabela das Áreas de Actividades
Actividades Relacionadas com o Património Cultural 101/801 Artes Plásticas e Visuais 102/802 Cinema e Audiovisual 103/803 Bibliotecas e Património Bibliográfico 104/804 Arquivos e Património Arquivistico
REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa
REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das atividades centrais da política do município da Moita na área da juventude
LIVRO DE RECLAMAÇÕES
LIVRO DE RECLAMAÇÕES A partir de 1 de Janeiro de 2006, foi instituída a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações em todos os estabelecimentos de fornecimento de bens ou
Legislação Federal: Modelos de placas e avisos obrigatórios
Sinalizações Obrigatórias em Estabelecimentos Comerciais Legislação Federal: Modelos de placas e avisos obrigatórios Lei 9.294/1996 Proibido Fumar Art. 2 o É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos,
LIVRO DE RECLAMAÇÕES
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O Decreto-Lei nº 156/2005 de 15/9, instituiu a obrigatoriedade do livro de reclamações a partir do dia 01 de Janeiro de 2006. O Decreto-Lei nº 74/2017 de 21/6, que alterou e republicou
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (Aprovado na 8ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 5 de Março de 1997, na 3ª Reunião da 2ª Sessão Ordinária
PROJECTO DE LEI N.º 343/IX ESTABELECE REGRAS DE SEGURANÇA NO TRANSPORTE COLECTIVO DE CRIANÇAS. Exposição de motivos
PROJECTO DE LEI N.º 343/IX ESTABELECE REGRAS DE SEGURANÇA NO TRANSPORTE COLECTIVO DE CRIANÇAS Exposição de motivos Na legislação dispersa sobre transportes existem graves lacunas no que respeita ao transporte
Legislação nacional de prevenção sobre a Legionella
Legislação nacional de prevenção sobre a Legionella Principais desafios aplicados às partes interessadas Universidade da Beira Interior - 11 de Abril de 2018 1 Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente
REGULAMENTO DE TRÂNSITO DE SANTA COMBA DÃO
1 INTRODUÇÃO O Regulamento de Trânsito em vigor na área do Município, publicado no Diário da República, II série n 78, apêndice 39, de 16/03/2001, no seu capítulo IX, define os locais e formas de estacionamento
Ref.ª Newsletter 04/2014
Há 20 anos a contribuir para a segurança das empresas. Ref.ª Newsletter 04/2014 Enquadramento Legal: Decreto-Lei n.º 220/2008, 12 de Novembro: Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios em Edifício
HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO
Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formadora - Magda Sousa MÓDULO 1 NORMATIVOS LEGAIS OBJECTIVO Interpretar e aplicar a legislação, regulamentos
NOTA TÉCNICA nº 05 Complementar do Regime Jurídico de SCIE
NOTA TÉCNICA nº 05 Complementar do Regime Jurídico de SCIE OBJECTIVO Definir os locais de risco conforme artigos 10º e 11ºdo RJ-SCIE (Classificação dos locais de risco e Restrições do uso em locais de
Artigo 3º. Regime Excepcional
PROJECTO DE REGULAMENTO DOS PERÍODOS DE ABERTURA E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE VENDA AO PÚBLICO E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VISEU PREÂMBULO O Governo da República definiu, através
DECRETO N.º 210/IX REGULA A UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO PELAS FORÇAS E SERVIÇOS DE SEGURANÇA EM LOCAIS PÚBLICOS DE UTILIZAÇÃO COMUM
DECRETO N.º 210/IX REGULA A UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO PELAS FORÇAS E SERVIÇOS DE SEGURANÇA EM LOCAIS PÚBLICOS DE UTILIZAÇÃO COMUM A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo
Regulamento da Valência Lar de Idosos
Associação Cultural e Beneficente de Santa Maria Reconhecida de utilidade pública D. R. III série n.º 249 de 29/10/91 Contribuinte N.º 501 272 690 Sedielos - Peso da Régua Regulamento da Valência Lar de
REGULAMENTO DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA VIOLÊNCIA
REGULAMENTO DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA VIOLÊNCIA Federação Portuguesa de Damas Aprovado em reunião de Direcção realizada em 05 Abril de 2010 Homologado em Assembleia Geral a 25 de Fevereiro de 2012 CAPÍTULO
SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS EM EDIFÍCIOS: ENQUADRAMENTO LEGAL SEMINÁRIO SCIE Segurança Contra Incêndios em Edifícios
: ENQUADRAMENTO LEGAL SEMINÁRIO SCIE Segurança Contra Incêndios em Edifícios Isménia Silva CATIM Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica Unidade AHS Ambiente, Higiene e Segurança Aveiro
Medidas legislativas para protecção da cadeia alimentar O âmbito da importação e da admissão DECRETOS-LEI
DECRETOS-LEI 174 148/99 560/99 Decreto Lei n.º 4/2003 4 de Maio de 1999 18 de Dezembro de 1999 10 de Janeiro de 2003 Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 96/23/CE, do, de 29 de Abril,
REGULAMENTO DOS HORÁRIOS DE ABERTURA E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE VENDA AO PÚBLICO E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DO CONCELHO DE CAMINHA
REGULAMENTO DOS HORÁRIOS DE ABERTURA E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE VENDA AO PÚBLICO E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DO CONCELHO DE CAMINHA Alterado RC de 16.09.2011, aditando um nº 4º ao artº 6º Aprovado
Nota Justificativa. Município da Covilhã; Praça do Município; Covilhã
Nota Justificativa Projeto de Regulamento Municipal dos Horários de Funcionamento dos O Decreto Lei n.º 10/2015, de 16 de Janeiro, que aprovou o Regime Jurídico do Acesso e Exercício de Atividades de Comércio,
Decreto-Lei n.º 78/2004, de 3 de Abril
Decreto-Lei n.º 78/2004, de 3 de Abril Cristina Seabra, CCDRC Resumo Organização do diploma Abrangência diploma Definições Valores Limite Emissão Monitorização das emissões Cumprimento VLE Portarias que
MANUTENÇÃO de SADI nota técnica 12 da ANPC. Francelino da Silva
MANUTENÇÃO de SADI nota técnica 12 da ANPC Francelino da Silva 1 1. OBJETIVO e APLICAÇÃO da NT 12 Segurança contra incêndio em edifícios Nota técnica N.º 12 da ANPC (NT 12) Sistemas automáticos de deteção
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O que deve saber.
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O que deve saber. Em 15 de Setembro de 2005, foi publicado o Decreto-Lei n.º156/2005, de 15 de Setembro Este diploma veio estabelecer a obrigação de disponibilização do livro de reclamações
em vista o disposto na Lei n.º 8.811, de 02 de junho de 2009, D E C R E T A:
PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 1706, DE 21 DE JULHO DE 2010. Regulamenta dispositivos da Lei n.º 8.811, de 02 de junho de 2009 e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA,
REGULAMENTO GERAL DE PARQUES. Preâmbulo
REGULAMENTO GERAL DE PARQUES Preâmbulo Com a revisão da política de estacionamento e mobilidade na cidade de Lisboa, tal como se encontra definida no âmbito do pelouro da Mobilidade, urge redefinir as
LIVRO DE RECLAMAÇÕES
LIVRO DE RECLAMAÇÕES O Decreto-Lei nº 156/2005 de 15/9, instituiu a obrigatoriedade do livro de reclamações a partir do dia 01 de Janeiro de 2006. O Decreto-Lei nº 74/2017 de 21/6, que alterou e republicou
Regulamento de Estacionamento e Funcionamento das Praças de Táxi no. Município do Funchal
Regulamento de Estacionamento e Funcionamento das Praças de Táxi no Município do Funchal Nota Justificativa O Decreto-Lei nº 251/98, de 11 de Agosto, e subsequentes alterações, veio atribuir aos Municípios
Estudo de opinião sobre a Lei do Tabaco em Portugal
Estudo de opinião sobre a Lei do Tabaco em Portugal Agenda Enquadramento do projeto Principais resultados Satisfação com a atual lei do tabaco Adequação da lei à realidade portuguesa Evolução dos estabelecimentos
UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS
UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS 1 Qual o diploma legal que regula a venda com redução de preços sob a forma de Promoções, Saldos e Liquidação? -
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 137/2006 de 26 de Julho
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Decreto-Lei n.º 137/2006 de 26 de Julho O gás natural comprimido, designado por GNC, é um combustível alternativo, que pode ser utilizado na alimentação dos motores
Portaria n.º 517/2008, de 25 de Junho, Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos estabelecimentos de alojamento local
1/9 Portaria n.º 517/2008, de 25 de Junho, Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos estabelecimentos de alojamento local JusNet 1125/2008 Link para o texto original no Jornal Oficial (DR N.º 121,
GUIA GERAL DE ACOLHIMENTO
GUIA GERAL DE ACOLHIMENTO O Hospital tem por missão a prestação de cuidados de saúde especializados de psiquiatria e de saúde mental à população adulta da área geodemográfica que lhe está atribuída, inscrita
Especificidades da Segurança Contra Incêndio em Edifícios Hospitalares e Lares de Idosos
Título 1 Especificidades da Segurança Contra Incêndio em Edifícios Hospitalares e Lares de Idosos 2 Em Locais de Risco Centrais (desinfecção e esterilização) utilizando oxido de acetileno. Centrais e depósitos
Normas de Prevenção e Controlo do Consumo Excessivo de Álcool
Normas de Prevenção e Controlo do Consumo Excessivo de Álcool Aprovado pela Câmara Municipal, na reunião de 15 de Maio de 2006 MUNICÍPIO DE CORUCHE CÂMARA MUNICIPAL NORMAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DO CONSUMO
Regulamento de Acesso ao Parque de Estacionamento do ISEP. CD-REG003 Versão: 00 Data: 2007/06/01
Estacionamento do ISEP Artigo 1º (Objecto e âmbito) 1. O presente regulamento tem por objectivo estabelecer normas de acesso de veículos automóveis ao campus do ISEP e ordenar a sua circulação e o estacionamento
1. A CMVM O QUE É A CMVM?
1.. A CMVM 1. A CMVM O QUE É A CMVM? A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários - também conhecida pelas iniciais CMVM - foi criada em Abril de 1991 com a missão de supervisionar e regular os mercados
REGULAMENTO DOS PERÍODOS DE ABERTURA E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE VENDA AO PÚBLICO E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO CONCELHO DE RESENDE
REGULAMENTO DOS PERÍODOS DE ABERTURA E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE VENDA AO PÚBLICO E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO CONCELHO DE RESENDE Artigo 1º Objeto A afixação dos períodos de abertura e funcionamento
REGULAMENTO MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO DOS RECINTOS ITINERANTES, IMPROVISADOS E DE DIVERSÃO PROVISÓRIA. Preâmbulo
REGULAMENTO MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO DOS RECINTOS ITINERANTES, IMPROVISADOS E DE DIVERSÃO PROVISÓRIA Preâmbulo O Decreto-Lei nº 268/2009, de 29 de Setembro, veio reger o licenciamento dos recintos itinerantes
REGULAMENTO REG VISITAS 25/06/2013. Enquadramento
Enquadramento As visitas constituem, por regra, um forte contributo para a humanização no período de internamento dos utentes, pois permitem garantir o elo entre o utente e a sua rede social. O Hospital
REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA
REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro
Obrigação de Informação
Obrigação de Informação Nos termos do disposto no artigo 97º do Código do trabalho a entidade empregadora tem o dever de informar o trabalhador sobre aspectos relevantes do contrato de trabalho. Por outro
ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERITENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA
ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERITENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIVS/2010. (Publicada no Diário Oficial do Estado
