Obrigação de Informação
|
|
|
- Judite Barbosa Fialho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Obrigação de Informação Nos termos do disposto no artigo 97º do Código do trabalho a entidade empregadora tem o dever de informar o trabalhador sobre aspectos relevantes do contrato de trabalho. Por outro lado, o trabalhador tem o dever de informar o empregador sobre aspectos relevantes para a prestação da actividade laboral. Objecto do dever de informação O empregador deve prestar ao trabalhador, pelo menos, as seguintes informações relativas ao contrato de trabalho: a) A respectiva identificação, nomeadamente, sendo sociedade, a existência de uma relação de coligação societária; b) O local de trabalho, bem como a sede ou o domicílio do empregador; c) A categoria do trabalhador e a caracterização sumária do seu conteúdo; d) A data de celebração do contrato e a do início dos seus efeitos; e) A duração previsível do contrato, se este for sujeito a termo resolutivo; f) A duração das férias ou, se não for possível conhecer essa duração, os critérios para a sua determinação; g) Os prazos de aviso prévio a observar pelo empregador e pelo trabalhador para a cessação do contrato ou, se não for possível conhecer essa duração, os critérios para a sua determinação; h) O valor e a periodicidade da retribuição; i) O período normal de trabalho diário e semanal, especificando os casos em que é definido em termos médios; j) O instrumento de regulamentação colectiva de trabalho aplicável, quando seja o caso. k) O empregador deve ainda prestar ao trabalhador a informação relativa a outros direitos e deveres que decorram do contrato de trabalho. A informação sobre os elementos referidos nas alíneas f), g), h) e i) do n.º 1 pode ser substituída pela referência às disposições pertinentes da lei, do instrumento de regulamentação colectiva de trabalho aplicável ou do regulamento interno de empresa.
2 Meio de informação No que se refere ao meio pelo qual pode ser prestada a informação, deve ser por escrito, podendo constar de um só ou de vários documentos, os quais devem ser assinados pelo empregador, os quais devem ser entregues ao trabalhador nos 60 dias subsequentes ao início da execução do contrato Quando a informação seja prestada através de mais de um documento, um deles, pelo menos, deve conter os elementos referidos nas alíneas a), b), c), d), h) e i) acima referidas. O dever de informação por escrito considera-se cumprido quando, sendo o contrato de trabalho reduzido a escrito, ou sendo celebrado um contrato-promessa de contrato de trabalho, deles constem os elementos de informação em causa. Trabalho no estrangeiro Quando esteja em causa trabalhador que vá prestar a sua actividade no estrangeiro, por tempo superior a 1 mês o empregador deve prestar-lhe, por escrito e até à sua partida, as seguintes informações complementares: a) Duração previsível do período de trabalho a prestar no estrangeiro; b) Moeda em que é efectuada a retribuição e respectivo lugar do pagamento; c) Condições de eventual repatriamento; d) Acesso a cuidados de saúde. As informações referidas nas alíneas b) e c) do número anterior podem ser substituídas pela referência às disposições legais, aos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho ou ao regulamento interno de empresa que fixem as matérias nelas referidas. Informação sobre alterações Havendo alteração de qualquer dos elementos objecto de dever de informação, o empregador deve comunicar esse facto ao trabalhador, por escrito, nos 30 dias subsequentes à data em que a alteração produz efeitos, excepto se a alteração resultar da lei, do instrumento de regulamentação colectiva de trabalho aplicável ou do regulamento interno de empresa.
3 O trabalhador deve prestar ao empregador informação sobre todas as alterações relevantes para a prestação da actividade laboral, no prazo mesmo prazo. Minutas de documentos a entregar ao trabalhador (art.s 98º e 99º do Código do Trabalho) Informação relativas ao contrato de trabalho (art.º 98 do Cód. Trabalho) Identificação do Empregador :.. Local de trabalho:..., Sede do empregador:... Categoria do trabalhador:... (colocar a categoria profissional conforme CCT e caracterização sumária do seu conteúdo) Data de celebração do contrato: Data de produção de efeitos do contrato: Duração do contrato:... (colocar tempo indeterminado no caso de se tratar de um trabalhador efectivo; colocar termo certo de x meses no caso de ser um contrato a termo certo; colocar termo incerto com a duração previsível de x meses no caso de ser um contrato a termo incerto) Férias: artigos 212º, 213º e 214º do Código do Trabalho. Prazo de aviso prévio do empregador para cessação do contrato:... (colocar art.º 388º do Código de trabalho (termo certo); (colocar art.º 389º do Código do Trabalho (termo incerto))
4 não existe aviso prévio do empregador para cessar no caso de contrato por tempo indeterminado) Prazo de aviso prévio do trabalhador para cessação do contrato:... colocar art.º 388º e 447º do Código do Trabalho (termo certo); colocar art.º 447º do Código do Trabalho (contrato de trabalho por tempo indeterminado) colocar art.º 447º do Código do Trabalho (contrato a termo incerto) Valor da retribuição: retribuição base de..., subsídio de refeição de..., (colocar quaisquer outras prestações pecuniárias recebidas pelo trabalhador identificando-as, exemplo: subsídio de turno de...) Periodicidade da retribuição: mensal Período normal de trabalho diário: 8 horas Período normal de trabalho semanal: 40 horas Casos em que é definido em termos médios: art.º 165º do Código do Trabalho (acrescentar cl.ª 48ª do CCT publicado no BTE n.º 19 de 22/5/2003 se for aplicado o CCT celebrado entre AIMMAP e o SIMA) Instrumento de regulamentação colectiva de trabalho: Colocar consoante a filiação do trabalhador: BTE n.º 19, de 22 de Maio de 2003 CCT celebrado entre a AIMMAP e o SIMA. BTE n.º 15 de 22 de Abril de 2003 CCT celebrado entre a AIMMAP e a FEQUIMETAL BTE n.º 16 de 29 de Abril de 2003 CCT celebrado entre a AIMMAP e o SINDEL BTE n.º 20 de 29 de Maio de 2003 CCT celebrado entre a AIMMAP e a FETESE Para não sindicalizados BTE n.º 19, de 22 de Maio de 2003 CCT celebrado entre a AIMMAP e o SIMA, aplicado por PE publicada no BTE n.º 37 de 8/10/2003
5 Outros direitos e deveres: O empregador e o trabalhador, no cumprimento das respectivas obrigações, assim como no exercício dos correspondentes direitos, devem proceder de boa fé e colaborar na obtenção da maior produtividade, bem como na promoção humana, profissional e social do trabalhador. Deveres do empregador Respeitar e tratar com urbanidade e probidade o trabalhador; Pagar pontualmente a retribuição, que deve ser justa e adequada ao trabalho; Proporcionar boas condições de trabalho, tanto do ponto de vista físico como moral; Contribuir para a elevação do nível de produtividade do trabalhador, nomeadamente proporcionando-lhe formação profissional; Respeitar a autonomia técnica do trabalhador que exerça actividades cuja regulamentação profissional a exija; Possibilitar o exercício de cargos em organizações representativas dos trabalhadores; Prevenir riscos e doenças profissionais, tendo em conta a protecção da segurança e saúde do trabalhador, devendo indemnizá-lo dos prejuízos resultantes de acidentes de trabalho; Adoptar, no que se refere à higiene, segurança e saúde no trabalho, as medidas que decorram, para a empresa, estabelecimento ou actividade, da aplicação das prescrições legais e convencionais vigentes; Fornecer ao trabalhador a informação e a formação adequadas à prevenção de riscos de acidente e doença; Cumprir com as obrigações previstas no Código do Trabalho e convenção colectiva aplicável. Deveres do trabalhador Respeitar e tratar com urbanidade e probidade o empregador, os superiores hierárquicos, os companheiros de trabalho e as demais pessoas que estejam ou entrem em relação com a empresa; Comparecer ao serviço com assiduidade e pontualidade;
6 Realizar o trabalho com zelo e diligência; Cumprir as ordens e instruções do empregador em tudo o que respeite à execução e disciplina do trabalho, salvo na medida em que se mostrem contrárias aos seus direitos e garantias; Guardar lealdade ao empregador, nomeadamente não negociando por conta própria ou alheia em concorrência com ele, nem divulgando informações referentes à sua organização, métodos de produção ou negócios; Velar pela conservação e boa utilização dos bens relacionados com o seu trabalho que lhe forem confiados pelo empregador; Promover ou executar todos os actos tendentes à melhoria da produtividade da empresa; Cooperar, na empresa, estabelecimento ou serviço, para a melhoria do sistema de segurança, higiene e saúde no trabalho, nomeadamente por intermédio dos representantes dos trabalhadores eleitos para esse fim; Cumprir as prescrições de segurança, higiene e saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais ou convencionais aplicáveis, bem como as ordens dadas pelo empregador. Comunicar e justificar as faltas. Cumprir com as obrigações previstas no Código do Trabalho e convenção colectiva aplicável. Garantias do trabalhador É proibido ao empregador: Opor-se, por qualquer forma, a que o trabalhador exerça os seus direitos, bem como despedi-lo, aplicar-lhe outras sanções, ou tratá-lo desfavoravelmente por causa desse exercício; Obstar, injustificadamente, à prestação efectiva do trabalho; Exercer pressão sobre o trabalhador para que actue no sentido de influir desfavoravelmente nas condições de trabalho dele ou dos companheiros;
7 Diminuir a retribuição, salvo nos casos previstos no Código do Trabalho e nos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho; Baixar a categoria do trabalhador, salvo nos casos previstos no Código do Trabalho; Transferir o trabalhador para outro local de trabalho, salvo nos casos previstos no Código do Trabalho e nos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho, ou quando haja acordo; Ceder trabalhadores do quadro de pessoal próprio para utilização de terceiros que sobre esses trabalhadores exerçam os poderes de autoridade e direcção próprios do empregador ou por pessoa por ele indicada, salvo nos casos especialmente previstos; Obrigar o trabalhador a adquirir bens ou a utilizar serviços fornecidos pelo empregador ou por pessoa por ele indicada; Explorar, com fins lucrativos, quaisquer cantinas, refeitórios, economatos ou outros estabelecimentos directamente relacionados com o trabalho, para fornecimento de bens ou prestação de serviços aos trabalhadores; Fazer cessar o contrato e readmitir o trabalhador, mesmo com o seu acordo, havendo o propósito de o prejudicar em direitos ou garantias decorrentes da antiguidade. Localidade, data e assinatura (rubricar todos os documentos)
REGULAMENTO INTERNO INSTITUIÇÃO
REGULAMENTO INTERNO DA INSTITUIÇÃO REGULAMENTO INTERNO 1 Este Regulamento Interno aplica-se a todos os funcionários e segue os termos gerais dos Contratos de Trabalho, das Leis do Trabalho e do Contrato
IV Jornadas de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho 1 de junho de 2016 TEMA: QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM MATÉRIA DE SHST?
IV Jornadas de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho 1 de junho de 2016 TEMA: QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM MATÉRIA DE SHST? QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM
CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA. UFCD 8534 Sistema de Segurança Social. Segurança Social. Direitos e Deveres:
UFCD 8534 Sistema de Segurança Social Segurança Social Direitos e Deveres: Segurança Social, Trabalhadores e Entidades Formandos: Luís Combadão Sónia Santos Formadora: Maria José Banha 16 Índice Introdução...
HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO
Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formadora - Magda Sousa MÓDULO 1 NORMATIVOS LEGAIS OBJECTIVO Interpretar e aplicar a legislação, regulamentos
SUMÁRIO: Estabelece o regime jurídico do trabalho no domicílio TEXTO INTEGRAL
DATA: Terça-feira, 8 de Setembro de 2009 NÚMERO: 174 SÉRIE I EMISSOR: Assembleia da República DIPLOMA / ACTO: Lei n.º 101/2009 SUMÁRIO: Estabelece o regime jurídico do trabalho no domicílio TEXTO INTEGRAL
GUIA DOS DIREITOS DOS DELEGADOS SINDICAIS Edição do Gabinete Jurídico / jcm, 2011 SINDICATO DA ENERGIA
Direito de Associação Sindical Direitos Artigos do Código do Trabalho Os trabalhadores têm o Direito de constituir associações sindicais a todos os níveis para a defesa e promoção dos seus interesses sócio-profissionais.
CONTRATO EMPREGO-INSERÇÃO
CONTRATO EMPREGO-INSERÇÃO Celebrado no âmbito da Medida Contrato Emprego-Inserção Desempregados Beneficiários das Prestações de Desemprego Entre (Denominação, forma jurídica e actividade da entidade),
De destacar, a obrigatoriedade de igualdade de tratamento, pelo Empregador, entre o Trabalhador Nacional e o Trabalhador Estrangeiro.
O Decreto n.º 6/01, de 19 de Janeiro aprova o Regulamento Sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente, quer no sector público, quer no sector privado, tendo entrado
Direitos e deveres dos trabalhadores em funções públicas. Breve introdução ao procedimento disciplinar. Base legal
Direitos e deveres dos trabalhadores em funções públicas Breve introdução ao procedimento disciplinar Base legal Lei n.º 35/2014, de 20 de jun. Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (art.ºs 73.º, 176.º
TRABALHO DOMÉSTICO O REGIME JURÍDICO
TRABALHO DOMÉSTICO O REGIME JURÍDICO O REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE SERVIÇO DOMÉSTICO ENCONTRA-SE REGULADO EM LEGISLAÇÃO ESPECIAL DL N.º 235/92, DE 24 DE OUTUBRO. O QUE É O CONTRATO DE SERVIÇO DOMÉSTICO?
informação nº 95.v2 Data 1 de Setembro de 2010 actualizada a 5 de Julho de 2013 Assunto: Direito a férias Laboral Tema:
Data 1 de Setembro de 2010 actualizada a 5 de Julho de 2013 Assunto: Direito a férias Tema: Laboral O tema «Férias» suscita sempre muitas dúvidas e questões aos nossos associados. Por isso procuramos reunir
Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente
Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente e-mail: [email protected] portal: www.info-angola.com Página 1
CÓDIGO DO TRABALHO. CAPÍTULO I - Fontes do direito do trabalho CAPÍTULO II - Aplicação do direito do trabalho. CAPÍTULO I - Disposições gerais
CÓDIGO DO TRABALHO Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro LIVRO I - Parte geral TÍTULO I - Fontes e aplicação do direito do trabalho CAPÍTULO I - Fontes do direito do trabalho CAPÍTULO II - Aplicação do direito
CONTRATO DE TRABALHO A TERMO
CONTRATO DE TRABALHO A TERMO Entre [NOME] Na qualidade de Entidade Empregadora E [NOME DO TRABALHADOR] Na qualidade de Trabalhador A Macedo Vitorino & Associados disponibiliza este documento de boa-fé
MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS
MINUTA DE CONTRATO DE GESTÃO ACESSO E PERMANÊNCIA DA ACTIVIDADE DE INSPECÇÃO TÉCNICA A VEÍCULOS O primeiro outorgante, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P., doravante designado
Protecção dos Utentes de Serviços Públicos Essenciais (Lei nº 23/96, de 23.7)
Protecção dos Utentes de Serviços Públicos Essenciais (Lei nº 23/96, de 23.7) ÍNDICE Artigo 1.º Objecto e âmbito Artigo 2.º Direito de participação Artigo 3.º Princípio geral Artigo 4.º Dever de informação
CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO
ENTRE: CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO Ida e Volta Portugal, Lda., com sede em Rua do Forte, pessoa colectiva número XXX, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o mesmo número,
CONTRATO POR TEMPO INDETERMINADO
CONTRATO POR TEMPO INDETERMINADO Ao décimo sétimo dia do mês de Maio do ano de dois mil e dez, entre: A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE, I. P., pessoa colectiva n.º 503 135 593, com sede na Rua
ACORDO DE EMPRESA - AE (publicado no BTE número 25 em 8 de julho de 2012) Índice Geral
ACORDO DE EMPRESA - AE (publicado no BTE número 25 em 8 de julho de 2012) Índice Geral Capítulo I - (Âmbito e Vigência) Clª 1 - Âmbito Clª 2 - Vigência Capítulo II (Contrato de Trabalho) Clª 3 - Denúncia
NOVO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO ENTRE A ANF E O SNF - MEMORANDO 1 - O novo CCT entra em vigor no dia 13 de Setembro de 2010.
NOVO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO ENTRE A ANF E O SNF - MEMORANDO 1 - I Observações gerais 1. Entrada em vigor (cl. 2.ª e Anexo I e II CCT) O novo CCT entra em vigor no dia 13 de Setembro de 2010. Os
Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual
Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual novembro 2014 Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual Preâmbulo A partir
Para conhecimento geral e cumprimento, transcreve-se o Decreto n.º 6/01, de 19 de Janeiro, do teor seguinte:
REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DAS ALFÂNDEGAS DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO ADUANEIRA CIRCULAR À TODAS AS ESTÂNCIAS ADUANEIRAS N.º /GETA/02 ASSUNTO: Regulamento sobre o exercicío
CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO
ENTRE: CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO Ida e Volta Portugal, Lda., com sede em Rua do Forte, pessoa colectiva número XXX, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o mesmo número,
Informação aos Associados nº 13.V3
Data 15 de setembro de 2006 atualizada em 22 de outubro de 2012 Assunto: Horário de Trabalho Tema: Laboral 1. Definição de Horário de Trabalho O horário de trabalho é o período de tempo durante o qual
ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS
1 de 8 Direitos, liberdades e garantias dos trabalhadores Mecanismos reguladores dos direitos dos trabalhadores: O Código do Trabalho OBJECTIVO: Assumir direitos e deveres liberais enquanto cidadão activo.
ESTATUTO DO TRABALHADOR- CÓDIGO DO TRABALHO ESTUDANTE CAPÍTULO I SECÇÃO II. Preâmbulo. Subsecção VIII. Trabalhador-Estudante. Artº 17º.
ESTATUTO DO TRABALHADOR- CÓDIGO DO TRABALHO ESTUDANTE (Lei nº 99/2003, de 27 de Agosto) CAPÍTULO I SECÇÃO II Preâmbulo Subsecção VIII Trabalhador-Estudante Artº 17º Trabalhador-estudante O disposto nos
ESPAÇO FAMÍLIA CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA E DA FAMÍLIA REGULAMENTO INTERNO
ESPAÇO FAMÍLIA CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA E DA FAMÍLIA REGULAMENTO INTERNO O Espaço Família Centro de Desenvolvimento da Criança e da Família, adiante designada por Clínica, é uma sociedade comercial
S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007
S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007 Considerando a necessidade de adaptação dos termos do programa ESTAGIAR às alterações no sistema de ensino introduzidas
1 - Devem ser gozados em continuidade o descanso semanal obrigatório e um período de onze horas correspondente ao descanso diário estabelecido no
1 - Devem ser gozados em continuidade o descanso semanal obrigatório e um período de onze horas correspondente ao descanso diário estabelecido no artigo 214.º 2 - O período de onze horas referido no número
CÓDIGO DE BOA CONDUTA FRMS C Ó D I G O DE B O A C O N D U T A FUNDAÇÃO RAQUEL E MARTIN SAIN
C Ó D I G O DE B O A C O N D U T A FUNDAÇÃO RAQUEL E MARTIN SAIN 1 Í N D I C E PREÂMBULO CAPÍTULO I DESTINATÁRIOS 1º Princípios e âmbito CAPÍTULO II OBJETIVO 2º Defesa da ética e da imagem da Instituição
ÍNDICE-SUMÁRIO CÓDIGO DO TRABALHO
CÓDIGO DO TRABALHO LIVRO I PARTE GERAL 7 TÍTULO I Fontes e aplicação do direito do trabalho 7 CAPÍTULO I Fontes do direito do trabalho 7 CAPÍTULO II Aplicação do direito do trabalho 8 TÍTULO II Contrato
Concessão do estatuto de trabalhador-estudante
Pela Lei, de 29 de Julho, que regulamenta a Lei Nº, de 27 de Agosto que aprovou o Código do Trabalho foi revogada a Lei Nº116/97, de 4 de Novembro (Estatuto do Trabalhador Estudante). Transcrevem-se, assim,
CAPÍTULO I Área, âmbito e vigência. Cláusula 1.ª
por sua iniciativa, salvo se o empregador deduzir oposição fundamentada por escrito ou antecipar a promoção. 3 As disposições previstas no número anterior são aplicáveis em todos os casos de evolução vertical
Artigo 1.º. Objeto e âmbito
PROJETO DE AVISO DO SOBRE O DEVER DE AVALIAÇÃO DA SOLVABILIDADE DOS CLIENTES BANCÁRIOS NO ÂMBITO DA ATIVIDADE DE CONCESSÃO DE CRÉDITO [ ] Assim, no uso da competência que lhe é atribuída pelo disposto
DECRETO LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO
Informação n.º 15/2009 DECRETO LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Define o regime jurídico aplicável à prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes, através de call centers
Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho)
Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho) Nos termos do Código de Trabalho ( CT ) em vigor, aprovado pela Lei nº 07/2009 de 12/02, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 23/2012, de
COMOIPREL - COOPERATIVA MOURENSE DE INTERESSE PÚBLICO E RESPONSABILIDADE LIMITADA FORNECIMENTO DE REFEIÇÕES PARA A ESCOLA PROFISSIONAL DE MOURA
COMOIPREL - COOPERATIVA MOURENSE DE INTERESSE PÚBLICO E RESPONSABILIDADE LIMITADA FORNECIMENTO DE REFEIÇÕES PARA A ESCOLA PROFISSIONAL DE MOURA CADERNO DE ENCARGOS ÍNDICE DO CADERNO DE ENCARGOS 1 Designação
CONTRATO DE TRABALHO (SEM TERMO) MODELO
CONTRATO DE TRABALHO (SEM TERMO) MODELO Observações: 1. O presente modelo de contrato de trabalho destina-se apenas aos contratos de trabalho sem termo, sendo permitido o acréscimo e a eliminação de cláusulas
LEI DOS SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS
Lei n.º 23/96, de 26 de Julho (versão atualizada fev. 2016) LEI DOS SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS Artigo 1.º Objecto e âmbito 1 - A presente lei consagra regras a que deve obedecer a prestação de serviços
VÍNCULOS Lei n.º 12-A/2008, de 27/02 -LVCR
VÍNCULOS Lei n.º 12-A/2008, de 27/02 -LVCR (Com subordinação trabalho dependente) Modalidades art.º 9º Nomeação âmbito (Inexistente nas autarquias locais) Contrato: - Âmbito (art.º 20º) e modalidades (art.º
Destacamento de trabalhadores
Destacamento de trabalhadores Determinação da legislação aplicável 2 Instituições competentes Centros Distritais do ISS, I.P. Instituições de segurança social das Regiões Autónomas Secretaria Geral ou
Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro
DECRETO N.º 268/X Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro A Assembleia da República decreta, nos termos
Nota: Todos os preceitos desacompanhados de referência ao respectivo diploma pertencem ao Código do Trabalho.
Lei n.º 53/2011 de 14 de Outubro, que procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, estabelecendo um novo sistema de compensação em diversas
NOVO REGIME DOS ESTÁGIOS PROFISSIONAIS
NOVO REGIME DOS ESTÁGIOS PROFISSIONAIS No âmbito do acordo tripartido para um novo sistema de regulação das relações laborais, das políticas de emprego e da protecção social, celebrado entre o Governo
ANEXO III CADERNO DE ENCARGOS RELATIVO AO CONTRATO DE AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS, A CELEBRAR NA SEQUÊNCIA DE PROCEDIMENTO POR AJUSTE DIRECTO
ANEXO III CADERNO DE ENCARGOS RELATIVO AO CONTRATO DE AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS, A CELEBRAR NA SEQUÊNCIA DE PROCEDIMENTO POR AJUSTE DIRECTO 1 ÍNDICE 1ª. Objecto...3 2ª. Prazo do contrato...3 3ª. Obrigações
Modelo de Compromisso de Voluntariado I
Modelo de Compromisso de Voluntariado I Este compromisso pretende enunciar a seriedade com que tratamos os nossos voluntários, a nossa profunda apreciação pelos seus serviços e em dar o melhor para fazer
Lei n.º 53/2011. de 14 de Outubro
Lei n.º 53/2011 de 14 de Outubro Procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, estabelecendo um novo sistema de compensação em diversas modalidades
Perguntas Frequentes (FAQ s)
Perguntas Frequentes (FAQ s) Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que exercem funções públicas ( (Publicitado em Janeiro de 2011) 1/6 Como posso saber se o documento de Perguntas Frequentes da URH é
Regulamento Interno Centro de Convívio
Regulamento Interno Centro de Convívio CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro Social de Cête designado por C.S.C., com acordo de cooperação para a resposta social de Centro
Impacto das alterações ao Código do Trabalho na vida das Organizações
Impacto das alterações ao Código do Trabalho na vida das Organizações ÍNDICE 01 Acórdão n.º 602/2013, de 20 de Setembro, do Tribunal Constitucional Consequências 02 Lei n.º 69/2013, de 30 de Agosto Compensações
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Creche
Entre CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Creche PRIMEIRO OUTORGANTE: Centro Social Rocha Barros, Instituição Particular de Solidariedade Social, pessoa colectiva n.º 501182560 com sede em Góis, devidamente
