Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual
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- Margarida Ramalho Flores
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1 Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual novembro 2014
2 Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual Preâmbulo A partir da definição da Política de Segurança e Saúde no Trabalho, os Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora têm vindo a reforçar o seu posicionamento enquanto Entidade interessada e responsável no desenvolvimento de um espaço de trabalho seguro, saudável e adaptado às necessidades e características dos serviços e dos trabalhadores. Com a progressiva organização do serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, têm vindo a ser desenvolvidas um conjunto de medidas estruturantes no sentido de alicerçar e operacionalizar a constituição desta nova valência. De modo a dar cumprimento ao estipulado na alínea c) do artigo 4º do Regulamento de Segurança e Saúde no Trabalho, foi elaborado o presente normativo, cujo fundamento se orienta para a definição do quadro de direitos, deveres e condições de utilização dos equipamentos de proteção individual (EPI). Por EPI entende-se qualquer equipamento ou seu acessório destinado a uso pessoal do trabalhador para proteção contra riscos suscetíveis de ameaçar a sua segurança ou saúde no desempenho das tarefas que lhe estão atribuídas. Esta definição, no entanto, não abrange: a. Vestuário vulgar de trabalho e fardamento não destinados à proteção da segurança e saúde do trabalhador; b. Equipamentos de serviço de socorro e salvamento; c. Equipamentos de proteção individual utilizados nos meios de transportes rodoviários; d. Aparelhos portáteis para deteção e sinalização de riscos e fatores nocivos. 2
3 O presente Regulamento considera, na sua redação, a legislação nacional existente (o Decreto-Lei n.º 128/93 de 22 de Abril, que estabelece as exigências técnicas essenciais de segurança a observar pelos equipamentos de proteção individual; o Decreto-Lei n.º 348/93 de 1 de Outubro, relativo às prescrições mínimas de segurança e de saúde dos trabalhadores na utilização de equipamentos de proteção individual; a Portaria n.º 988/93 de 6 de Outubro, que apresenta a descrição técnica dos equipamentos de proteção individual, bem como das atividades e setores de atividade para os quais aquele pode ser necessário; e a Portaria n.º 1131/93 de 4 de Novembro, com as alterações previstas na Portaria n.º109/96 de 10 de Abril e na Portaria n.º 695/97 de 19 de Agosto, onde são aprovadas as exigências essenciais relativas à saúde e segurança aplicáveis aos equipamentos de proteção individual, e as regras relativas ao exame CE, à documentação técnica do fabricante, ao modelo de declaração de conformidade CE e à marca de conformidade CE). Foram ouvidas as organizações representativas dos trabalhadores. Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Âmbito O Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento, define as normas relativas à segurança e saúde na utilização de equipamentos de proteção individual, aplicáveis a todos os trabalhadores dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora, independentemente do tipo de vínculo laboral e quaisquer que sejam as instalações e locais de trabalho onde exerçam a sua atividade. Artigo 2.º Objetivo O Regulamento de Equipamentos de Proteção Individual dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento, tem como objetivo promover a segurança e a saúde na utilização de equipamentos de proteção individual, assim como, assegurar a prevenção de riscos, de forma a diminuir os acidentes de trabalho e doenças profissionais. 3
4 Artigo 3.º Princípio Geral Os equipamentos de proteção individual são de uso obrigatório quando os riscos existentes não possam ser evitados ou suficientemente limitados por meios técnicos de proteção coletiva ou por medidas, métodos ou processos de organização do trabalho. Artigo 4.º Disposições Gerais 1. Todo o equipamento de proteção individual deve: a) Estar conforme com as normas aplicadas à sua conceção e fabrico em matéria de segurança e saúde; b) Ser adequado aos riscos a prevenir e às condições existentes no local de trabalho sem implicar por si próprio um aumento do risco; c) Atender às exigências ergonómicas e de saúde de cada trabalhador. 2. Os equipamentos de proteção individual utilizados simultaneamente devem ser compatíveis entre si e manter a sua eficácia relativamente aos riscos contra os quais se visa proteger o trabalhador; 3. O equipamento de proteção individual é de uso pessoal; 4. As condições de utilização dos equipamentos de proteção individual, nomeadamente no que se refere à sua duração, são determinadas em função da gravidade do risco, da frequência da exposição ao mesmo e das características do posto de trabalho; 5. O equipamento de proteção individual deve ser usado de acordo com as instruções do fabricante. Capítulo II Direitos e Deveres Artigo 5.º Deveres dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento Os Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento obrigam-se a: a) Respeitar e fazer cumprir a legislação em vigor bem como o presente Regulamento; b) Assegurar a consulta e participação dos representantes eleitos pelos trabalhadores ou, na sua falta, dos próprios trabalhadores nas questões referentes ao vestuário e equipamentos de proteção individual, fornecendo 4
5 para o efeito, previamente e em tempo útil, os elementos e a informação técnica necessária; c) Fornecer gratuitamente equipamentos de proteção individual e garantir o seu bom funcionamento; d) Fornecer e manter disponível nos locais de trabalho informação adequada sobre cada equipamento de proteção individual; e) Informar os trabalhadores dos riscos contra os quais os equipamentos de proteção individual os visa proteger; f) Assegurar formação sobre a utilização do equipamento de proteção individual, se necessário; g) Garantir que os trabalhadores não iniciam as suas tarefas sem estarem devidamente equipados contra os riscos profissionais a que estão expostos; h) Garantir que os equipamentos de proteção individual só são utilizados pelo trabalhador a quem foram confiados. Em caso de necessidade justificada, a utilização dos equipamentos por mais que um utilizador, fica sujeita a autorização expressa dos SIMAS, que asseguram as medidas necessárias à salvaguarda das condições de higiene e saúde dos diferentes utilizadores. Artigo 6.º Direitos dos Trabalhadores Os trabalhadores têm direito: a) À prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e proteção da saúde; b) Os trabalhadores devem ser consultados sobre a escolha do equipamento de proteção individual, nomeadamente através dos seus representantes; c) Os trabalhadores devem dispor de informação sobre todas as medidas a tomar relativas à segurança e saúde na utilização dos equipamentos de proteção individual. Artigo 7.º Deveres dos Trabalhadores Constitui obrigação dos trabalhadores: a) Cumprir as prescrições de segurança e higiene; b) Utilizar corretamente o equipamento de proteção individual de acordo com as instruções que lhe forem fornecidas; 5
6 c) Verificar a integridade do equipamento de proteção individual aquando a entrega do mesmo e dar conhecimento ao superior hierárquico de qualquer deficiência suscetível de diminuir o seu nível de proteção; d) Conservar e manter em bom estado o equipamento de proteção individual que lhe for distribuído; e) Participar de imediato ao seu superior hierárquico todas as situações não conformes, avarias ou deficiências detetadas, bem como a inexistência de equipamento de proteção individual e/ou a necessidade de substituição dos mesmos, sempre que se verifique desgaste ou deterioração que prejudique os seus fins; f) Participar nas ações de informação e formação específicas sobre as exigências da sua atividade, bem como das características, normas e procedimentos de utilização e conservação dos equipamentos de proteção individual. Capítulo III Equipamentos de Proteção Individual Artigo 8.º Seleção de Equipamento de Proteção Individual Para a seleção adequada dos equipamentos de proteção individual deve ter-se em consideração: a) Os riscos prováveis a que o trabalhador está exposto; b) A natureza do trabalho e demais condições envolvente da sua execução; c) As partes do corpo que se pretende proteger; d) As características individuais do trabalhador que os vai utilizar. Artigo 9.º Exigências Técnicas dos Equipamentos de Proteção Individual As exigências técnicas dos equipamentos de proteção individual seguem os seguintes fatores: a) Ergonomia e conforto os equipamentos de proteção individual devem adaptar-se ao trabalhador e ao trabalho, não criando dificuldades ao desenvolvimento do seu trabalho; b) Materiais devem apresentar características de inocuidade para os trabalhadores não deixando de oferecer as adequadas características de 6
7 resistência, de modo a defender com eficácia o trabalhador do risco associado. Devem ser de fácil manutenção e conservação; c) Manual de instruções do fabricante os equipamentos de proteção individual devem ser acompanhados de um manual em língua portuguesa, onde conste informação sobre: - as classes de proteção adequadas aos riscos em causa; - instruções de utilização, manutenção e armazenamento; - data ou prazo de validade dos equipamentos de proteção individual ou de algum dos seus componentes. d) Marcação CE e Declaração de Conformidade compete ao fabricante dos equipamentos de proteção individual apresentar a marcação CE e acompanhá-los da Declaração de Conformidade CE. Artigo 10.º Utilização dos Equipamentos de Proteção Individual 1. É obrigatório a utilização de equipamentos de proteção individual adequados nas seguintes situações: a) Como único meio de proteger um trabalhador, quando este se expõe diretamente a um risco não suscetíveis de ser anulado ou reduzido através de medidas de proteção coletiva; b) Como complemento de outros meios que não assegurem totalmente a proteção do trabalhador; c) Como recurso temporário ou em casos de emergência. 2. Os equipamentos de proteção individual são de uso estritamente individual, sendo proibida a sua partilha ou troca entre os trabalhadores; 3. Só será permitida a utilização de equipamento de proteção individual fornecido pelos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora; 4. O Plano dos Equipamentos de Proteção Individual utilizados em cada atividade nos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento constam no Anexo I; 5. Todos os trabalhadores deverão assinar a receção dos equipamentos de proteção individual segundo o modelo que consta no Anexo II. Este modelo indica quais os equipamentos de proteção individual entregues, os riscos que estes previnem e o compromisso por parte do trabalhador indicando que irá zelar e comunicar possíveis deficiências do equipamento de proteção individual entregue. 7
8 Artigo 11.º Manutenção e Conservação dos Equipamentos de Proteção Individual Ao utilizar o equipamento de proteção individual o trabalhador deve: a) Verificar sempre o seu estado de conservação e limpeza e respetivos prazos de validade; b) Guardar em recipiente ou armário próprio isento de poeiras, produtos tóxicos ou abrasivos, utilizando embalagem própria e nas melhores condições de higiene; c) Resguardar os equipamentos de proteção individual do contacto direto com ferramentas e outros materiais ou equipamentos. Artigo 12. Requisição Extraordinária Poderá ser necessária a utilização de outros equipamentos de proteção individual que não estejam previstos neste Regulamento. Deverá o Setor de Segurança e Saúde Ocupacional da Divisão de Gestão de Recursos Humanos, consultar previamente os representantes eleitos e decidir sobre a necessidade de utilização em cada caso específico assim como da seleção do próprio equipamento, relativamente à sua adequabilidade e relação qualidade/preço. Capítulo IV Disposições Finais Artigo 13.º Infrações 1. É suscetível de ser considerada violação do dever de obediência e zelo o não cumprimento do estipulado nas alíneas a) a d) do art. 7.º do presente Regulamento; 2. Aos factos descritos no número anterior aplica-se subsequentemente as normas referentes ao exercício do poder disciplinar constantes na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas. Artigo 14.º Verificação de Procedimentos 1. A verificação do cumprimento das normas do presente Regulamento é da competência dos Dirigentes responsáveis por cada Unidade Orgânica; 8
9 2. A Divisão de Gestão de Recursos Humanos procede à inspeção periódica ao cumprimento das normas estipuladas no presente regulamento; 3. A actividade prevista no número anterior é da competência exclusiva do profissional qualificado para o efeito. Artigo 15.º Conhecimento dos Trabalhadores Este Regulamento é do conhecimento obrigatório de todos os trabalhadores dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora, devendo ser distribuído um exemplar a cada um e promovidas as adequadas medidas de divulgação, nomeadamente a afixação nos locais de trabalho. Artigo 16.º Procedimento disciplinar A violação culposa das normas presentes neste e noutros Regulamentos ligados à segurança e saúde do trabalho é passível de procedimento disciplinar, nos termos da legislação aplicável. Artigo 17º Normas Supletivas 1 - Em tudo o que for omisso no presente Regulamento, aplicar-se-á, com as devidas adaptações, a legislação em vigor; 2 - As dúvidas que surjam na aplicação deste Regulamento, serão resolvidas pelos SIMAS, em conjunto com o Setor de Segurança e Saúde Ocupacional da Divisão de Gestão de Recursos Humanos e com os Representantes dos Trabalhadores. Artigo 18.º Entrada em Vigor O presente Regulamento entra em vigor 90 dias após aprovação do Conselho de Administração. 9
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