PORTAS OR - PORTAS AND
|
|
|
- Maria das Graças Manuela Santos Farias
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PORTAS OR - PORTAS AND OBJETIVOS: a) Verificar experimentalmente como funciona uma porta OR; b) Verificar experimentalmente como funciona uma porta AND; c) Aprender como interpretar as especificações das folhas de dados (Data Book). INTRODUÇÃO TEÓRICA Uma porta lógica poderá ajudá-lo a tomar uma decisão lógica. Em eletrônica digital, uma porta lógica pode ser definida como um circuito com somente uma saída mas, duas ou mais entradas. Um sinal aparecerá na saída da porta somente para certa combinação de sinais aplicados nas entradas. Existem vários tipos de portas lógicas. Nesta experiência vamos trabalhar com portas OR e AND. PORTAS OR Uma porta OR é projetada para que exista sinal de saída sempre que existir um sinal de entrada. Em eletrônica digital a presença desse sinal representa o dígito 1 e a ausência de sinal representa o dígito 0. PORTAS AND Uma porta AND é projetada para que exista sinal de saída se existir sinais em todas as entradas. A porta AND pode ser considerada como uma porta de tudo ou nada, pois é necessário que exista 1 em todas as entradas para que a saída seja 1. Em contrapartida em uma porta OR, qualquer nível lógico 1 na entrada leva a saída para 1. LÓGICAS POSITIVA E NEGATIVA Qualquer sistema digital pode ser baseado em uma lógica positiva ou lógica negativa. A diferença entre as duas é simplesmente uma questão de definição. Na lógica positiva, ao potencial mais positivo é atribuído o nível lógico 1 e na lógica negativa, ao potencial mais positivo é atribuído o nível lógico 0. A maioria dos circuitos integrados disponíveis comercialmente usa os níveis de + 5Vcc e 0Vcc. Portanto, se forem atribuídos os níveis 1 = + 5Vcc e 0 = 0Vcc estaremos usando a lógica positiva. Por outro lado se forem atribuídos os níveis 1 = 0Vcc e 0 = + 5Vcc estaremos usando a lógica negativa. PARTE PRÁTICA MATERIAIS NECESSÁRIOS 1- CI CI CI Multímetro analógico ou digital 1 - Treinador lógico Eletrônica Digital Portas OR e portas AND - Prof. Edgar Zuim Página 1
2 PROCEDIMENTO: Inserir os circuitos integrados nos soquetes existentes. A saída X deve ser ligada a qualquer um dos níveis lógicos (NL1, NL2, NL3 ou NL4), que indicará nível lógico 1 quando o led estiver aceso. As entradas poderão ser ligadas nas chaves programas A, B, C ou D, que permitirão a aplicação de nível lógico 1 ou nível lógico 0. (V CC e Gnd respectivamente) 1- Examine a folha de dados (Data Book) e observe cuidadosamente o valor da tensão de alimentação do CI 7432 e a corrente máxima de alimentação I CC (MAX). CI utilizado Vcc I CC (MAX) 2- Utilize a lógica positiva e anote a tensão de saída para cada combinação das entradas mostradas na tabela abaixo: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1) Anote os valores medidos de: ENTRADAS B A SAÍDA V + 5V 0 + 5V + 5V 0 = V OL = 1 = V OH = 3- Uma porta OR de 3 entradas pode ser obtida a partir de duas portas OR de 2 entradas conforme mostra a figura a seguir: Complete a tabela da verdade a seguir: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1) Eletrônica Digital Portas OR e portas AND - Prof. Edgar Zuim Página 2
3 ENTRADAS (Vcc) SAÍDA C B A X V 0 + 5V V + 5V + 5V V 0 + 5V + 5V + 5V 0 + 5V + 5V + 5V Anote os valores medidos de: 0 = V OL = 1 = V OH = 4- Faça as ligações de uma por OR de 2 entradas conforme mostra a figura abaixo. Determine as saídas para cada entrada indicada na tabela ao lado da porta. 5- Examine a folha de dados (Data Book) do CI 7411 e faça as seguintes anotações: Tensão de alimentação I CC (MAX) O CI 7411 é uma porta AND com 3 entradas (TRIPLE - 3 INPUT AND GATE) 6- Utilizando a lógica positiva complete as tabelas para portas AND com 2 e 3 entradas: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1) Tabela : AND de 2 entradas (7408) ENTRADAS SAÍDA A B X V + 5V 0 + 5V + 5V Eletrônica Digital Portas OR e portas AND - Prof. Edgar Zuim Página 3
4 Tabela: AND de 3 entradas (7411) ENTRADAS SAÍDA A B C X V 0 + 5V V + 5V + 5V V 0 + 5V + 5V + 5V 0 + 5V + 5V + 5V Anote os valores: V OL = V OH = 7- Uma porta AND de 4 entradas pode ser obtida a partir de duas portas AND de 3 entradas conforme ilustra a figura a seguir. Faça as ligações da porta AND de 4 entradas conforme ilustra a figura e verifique se o circuito funciona, aplicando os sinais de entrada conforme as combinações indicadas na tabela da verdade a seguir, anotando as tensões de saída. Tabela: AND de 4 entradas Nível lógico 1 = + 5Vcc Nível lógico 0 = Gnd Entrada A Entrada B Entrada C Entrada D Saída Anote na saída nível lógico 0 ou Faça as ligações de uma porta AND de 3 entradas como mostra a figura abaixo e determine as saídas para cada entrada na tabela da verdade ao lado. Eletrônica Digital Portas OR e portas AND - Prof. Edgar Zuim Página 4
5 QUESTÕES: 1- Complete a tabela da verdade para o circuito a seguir: A B C D SAÍDA Em que condições o led acenderá? 3- Orientando-se pela tabela que você completou, responda: qual das entradas A, B, C ou D devem ser mantidas em nível 0 para manter o led apagado? 4- Complete a tabela da verdade abaixo, de uma porta OR de 3 entradas, se uma das entradas estiver com defeito (aberta). Suponha que a entrada que esteja com defeito seja a C. Eletrônica Digital Portas OR e portas AND - Prof. Edgar Zuim Página 5
6 A B C SAÍDA Eletrônica Digital Portas OR e portas AND - Prof. Edgar Zuim Página 6
PORTAS NAND (NE) INTRODUÇÃO TEÓRICA
PORTAS NAND (NE) PORTAS NAND (NE) OBJETIVOS: a) Verificar experimentalmente o funcionamento de uma porta NAND; b) Utilizar uma porta NAND como inversor; c) Demonstrar que uma porta NAND é universal; d)
PORTAS NOR INTRODUÇÃO TEÓRICA
PORTAS NOR OBJETIVOS: a) Verificar experimentalmente o funcionamento de uma porta NOR; b) Usar uma porta NOR como um inversor lógico; c) Demonstrar porque uma porta NOR é uma porta lógica universal; d)
ÁLGEBRA DE BOOLE Operações Fundamentais, Autoavaliação, Indução Perfeita e Simulação
ÁLGEBRA DE BOOLE Operações Fundamentais, Autoavaliação, Indução Perfeita e Simulação OBJETIVOS: a) Conhecer na prática os principais fundamentos da álgebra de Boole; b) Comprovar na prática os teoremas
INVERSOR LÓGICO INTRODUÇÃO TEÓRICA. Para a tecnologia TTL esses valores são bem definidos: Nível lógico 1 = + 5V Nível lógico 0 = 0v
Invasor Lógico INVERSOR LÓGICO OBJETIVOS: a) Entender o significado de compatível com TTL ; b) Aprender como interpretar especificações das folhas de dados (Data Book); c) Identificar a representação eletrônica
MULTIPLEXADORES E DEMULTIPLEXADORES
MULTIPLEXADORES E DEMULTIPLEXADORES OBJETIVOS: Analisar o funcionamento de multiplexadores e demultiplexadores através de circuitos integrados comerciais. INTRODUÇÃO TEÓRICA Os multiplexadores e demultiplexadores
CIRCUITOS DE COINCIDÊNCIA (XNOR) OU EXCLUSIVO (XOR)
CIRCUITOS DE COINCIDÊNCIA (XNOR) OU EXCLUSIVO (XOR) CIRCUITOS DE COINCIDÊNCIA (XNOR) OU EXCLUSIVO (XOR) OBJETIVOS: a) analisar o comportamento de circuitos ou exclusivo e concidência ; b) analisar os circuitos
O TRANSISTOR COMO CHAVE ELETRÔNICA E FONTE DE CORRENTE
O TRANSISTOR COMO CHAVE ELETRÔNICA E FONTE DE CORRENTE OBJETIVOS: Analisar o comportamento de um transistor no corte e na saturação e sua utilização como chave eletrônica. I - Transistor como chave eletrônica:
AMPLIFICADOR BASE COMUM
AMPLIFICADOR BASE COMUM OBJETIVOS: Analisar as características e o funcionamento de um amplificador na configuração base comum. INTRODUÇÃO TEÓRICA O amplificador base comum (B.C.) caracteriza-se por possuir
PORTAS LÓGICAS OR, AND e NOT
PORTAS LÓGICAS OR, AND e NOT O que é uma porta lógica? Uma porta lógica poderá ajudá-lo a tomar uma decisão lógica. Em eletrônica digital, uma porta lógica pode ser definida como um circuito com somente
INTRODUÇÃO TEÓRICA. Sua forma de onda é geralmente quadrada, porém, o importante é que gera dois níveis lógicos: 0 e 1.
OBJETIVOS: a) Conhecer as aplicações dos pulsos de clock em circuitos lógicos; b) Entender o funcionamento de um gerador de clock básico, na geração de níveis lógicos 0 e 1, segundo uma determinada frequência;
Experimento 1 Objetivo: AND AND AND Material e Componentes Procedimento AND Nota: teste
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CCN / Departamento de Física Disciplina Eletrônica básica Técnicas digitais Prática 11 Experimento 1 Objetivo: Estabelecer a tabela verdade para o gate básico AND. Todo circuito
DISPOSITIVOS ESPECIAIS BUFFERS/DRIVERS
DISPOSITIVOS ESPECIAIS BUFFERS/DRIVERS TRI-STATE PORTAS EXPANSÍVEIS/EXPANSORAS SCHMITT - TRIGGER OBJETIVOS: a) Entender o funcionamento de dispositivos lógicos especiais como: Buffers, Drivers, elementos
AMPLIFICADOR PUSH-PULL CLASSE B
AMPLIFICADOR PUSH-PULL CLASSE B OBJETIVOS: a) analisar o funcionamento básico de um amplificador push-pull; b) entender e explicar o significado de push-pull; c) entender o significado de distorção por
Aula 1. Funções Lógicas. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Aula 1 Funções Lógicas SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Representação Numérica: l Utilizada na representação de alguma grandeza física l Pode ser Analógica ou Digital
Pré-Laboratório (Para ser entregue no início da aula prática)
UNIVERIDDE FEDERL DE ITJUÁ Instituto de Engenharia de istemas e Tecnologia da Informação LORTÓRIO DE ELETRÔNIC DIGITL I ELT 512 tividade de Laboratório 2 luno: luno: luno: Objetivos: Turma: Investigar
ESTUDO DOS CIs 74LS90, 74LS92 e 74LS93
ESTUDO DOS CIs 74LS90, 74LS92 e 74LS93 Esses contadores são conhecidos como contadores de década, tendo características especiais quanto às funções que podem desempenhar, daí então, a grande versatilidade
DIODO ZENER Conceitos de Regulação de Tensão, Análise da Curva do Diodo Zener
DIODO ZENER Conceitos de Regulação de Tensão, Análise da Curva do Diodo Zener OBJETIVOS: Analisar o funcionamento de um diodo zener; entender o conceito de regulação de tensão. INTRODUÇÃO TEÓRICA O diodo
DIVISOR DE TENSÃO COM CARGA
DIVISOR DE TENSÃO COM CARGA OBJETIVOS: a) observar os efeitos causados por uma carga em um circuito divisor de tensão; b) aprender a calcular a distribuição de tensão na rede de resistores em um divisor
AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR
AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR OBJETIVOS: Estudar o funcionamento de um transistor na configuração coletor comum ou seguidor de emissor; analisar a defasagem entre os sinais de entrada
GERADOR DE CLOCK INTRODUÇÃO TEÓRICA. Sua forma de onda é geralmente quadrada, porém, o importante é que gera dois níveis lógicos: 0 e 1.
GERADOR DE CLOCK GERADOR DE CLOCK OBJETIVOS: a) Conhecer as aplicações dos pulsos de clock em circuitos lógicos; b) Entender o funcionamento de um gerador de clock básico, na geração de níveis lógicos
BIPOLOS NÃO ÔHMICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA
BIPOLOS NÃO ÔHMICOS OBJETIVOS: a) verificar o comportamento de bipolos que não obedecem a lei de ohm; b) construir experimentalmente as características de bipolos não ôhmicos; c) distinguir a diferença
PORTAS LÓGICAS MARGEM DE RUÍDO FAN-OUT FAN-IN TEMPO DE PROPAGAÇÃO DISSIPAÇÃO DE POTÊNCIA
PORTAS LÓGICAS MARGEM DE RUÍDO FAN-OUT FAN-IN TEMPO DE PROPAGAÇÃO DISSIPAÇÃO DE POTÊNCIA OBJETIVOS: a) Conhecer o significado de fan-out e fan-in; b) Analisar na prática a relação entre as variações dos
Laboratório de Circuitos Digitais 1
Universidade Estadual Paulista Campus de Sorocaba Laboratório de Circuitos Digitais 1 Experimento 02: Montando circuitos combinacionais em protoboard Prof. Alexandre da Silva Simões 2005. Laboratório de
Caracterização de Portas Lógicas
Caracterização de Portas Lógicas Versão 2015 RESUMO Esta experiência tem como objetivo um estudo dos elementos básicos do nosso universo de trabalho, ou seja, as portas lógicas. Para isto serão efetuados
Pré-Laboratório (Para ser entregue no início da aula prática)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologia da Informação LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL I ELT 29 Atividade de Laboratório 6 Aluno: Aluno: Aluno: Mat.: Mat.: Mat.:
PORTA OU EXCLUSIVO (XOR) CIRCUITOS DE COINCIDÊNCIA (XNOR)
PORTA OU EXCLUSIVO (XOR) CIRCUITOS DE COINCIDÊNCIA (XNOR) OBJETIVOS: a) analisar o comportamento de circuitos ou exclusivo e coincidência ; b) analisar os circuitos ou exclusivo e de coincidência como
P U C E N G E N H A R I A LABORATÓRIO DE DCE4 EXPERIÊNCIA 7: Filtros Ativos. Identificação dos alunos: 1. Turma: Professor: Conceito:
P U C LABORATÓRIO DE DCE4 E N G E N H A R I A EXPERIÊNCIA 7: Filtros Ativos Identificação dos alunos: Data: 1. Turma: 2. 3. Professor: Conceito: I. Lista de Material 01 osciloscópio digital 02 pontas de
Introdução aos Trabalhos de Laboratório (Hardware/Software) Grupo:
Trabalho TP Trabalho Prático Introdução aos Trabalhos de Laboratório (Hardware/Software) Turma: Grupo: I Considere um circuito com o seguinte diagrama lógico: A B G C F a) Com o auxílio do software Xilinx
ROLETA DIGITAL. CI 4017 Contador de década, da família CMOS, que possui 10 saídas nas quais são ligados os leds.
ROLETA DIGITAL Trata-se de um kit didático para estudo da eletrônica digital e analógica, além de ter também como objetivo, testar as habilidades manuais do aluno. COMPOSIÇÃO DO KIT: CI 4017 Contador de
LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL CONVERSOR DIGITAL-ANALÓGICO - MANUAL
LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL CONVERSOR DIGITAL-ANALÓGICO - MANUAL Objetivos: 1. Analisar o funcionamento de Conversores DA tipo rede R-2R e de Resistores Ponderados. 2. Analisar a funcionalidade dos
DIGITAL LOGIC. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos M-1111A. Lógica Digital
DIGITAL LOGIC Lógica Digital M-1111A *Only illustrative image./imagen meramente ilustrativa./ Imagem meramente ilustrativa. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos Conteúdo 1.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório AULA 05 PRIMEIRA PARTE OSCILOSCÓPIO 1 INTRODUÇÃO Nas aulas anteriores de laboratório
Experiência 2 Metrologia Elétrica. Medições com Osciloscópio e Gerador de Funções
Experiência 2 Metrologia Elétrica Medições com Osciloscópio e Gerador de Funções 1) Meça uma onda senoidal de período 16,6ms e amplitude de 4V pico a pico, centrada em 0V. Em seguida configure o menu Measures
Somadores Binários E.T.M./2005 (revisão)
Somadores Binários E.T.M./2005 (revisão) RESUMO Esta experiência tem por objetivo a familiarização com somadores binários, notadamente os paralelos, que realizam a soma simultânea de todos os bits de dois
EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos
555 M-1108A *Only illustrative image./imagen meramente ilustrativa./ Imagem meramente ilustrativa. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos Conteúdo 1. Introdução... 2 2. Experiência
Podem ser substituídos pelo módulo P7-Sensor de Luminosidade da GBK Robotics.
Projeto No. 3 LDR O objetivo deste projeto é controlar o estado de um LED (aceso ou apagado) através da verificação de luminosidade do ambiente utilizando um sensor de luminosidade LDR. O LDR (Light Dependent
Roteiro-Relatório da Experiência N o 6 O TRANSISTOR BIPOLAR COMO CHAVE
UNVERSDADE DO ESTADO DE SANTA CATARNA - UDESC Roteiro-Relatório da Experiência N o 6 O TRANSSTOR BPOLAR COMO CHAVE 1. COMPONENTES DA EQUPE: ALUNOS 1 2 3 NOTA 4 Prof.: Celso José Faria de Araújo 5 Data:
EXPERIMENTO 2: Portas Lógicas
DEE - Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Circuitos Digitais I ELE 1065 EXPERIMENTO 2: Portas Lógicas OBS: A partir deste experimento se faz necessário levar o pré-lab. Pode-se utilizar
PRÁTICA: 1) Levantamento das características do CI: Escolher um dos CIs acima e responder as questões a seguir em relação a ele:
1) PRÁTICA DE LABORATÓRIO MATERIAL: CI s: 7400, 7402, 7404, 7410, 7420 PRÁTICA: 1) Levantamento das características do CI: Escolher um dos CIs acima e responder as questões a seguir em relação a ele: Nome
Aula 01. Tutorial Proteus. Prof. Otávio Gomes https://sites.google.com/a/ifmg.edu.br/otavio-gomes/
Aula 01 Tutorial Proteus Prof. Otávio Gomes [email protected] https://sites.google.com/a/ifmg.edu.br/otavio-gomes/ 1 Proteus PROTEUS é um software CAD (Computer Aided Design), composto de três módulos:
UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO
UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO OBJETIVOS: Aprender a utilizar um voltímetro e um amperímetro para medida de tensão e corrente contínua. MEDIDA DE TENSÕES: INTRODUÇÃO TEÓRICA A medida de tensões
Equipe: Figura 1. Alimentação simétrica usando duas fontes de alimentação
ROTEIRO 01 Alimentação do Amplificador Operacional Equipe: Data: / / Objetivo: -Alimentar o amplificador operacional utilizando fonte simétrica a partir de duas fontes DC e com apenas uma fonte DC e divisor
SOMADORES E SUBTRATORES
SOMADORES E SUBTRATORES Em sistemas digitais, muitas vezes necessitamos de circuitos que realizem operações de soma e subtração. Em computação, esses circuitos ocupam uma posição de extrema importância,
TREINADOR LÓGICO. O treinador lógico destina-se ao desenvolvimento de experiências com circuitos digitais em Laboratório Convencional.
TREINADOR LÓGICO O treinador lógico destina-se ao desenvolvimento de experiências com circuitos digitais em Laboratório Convencional. Visão geral: 1 A concepção inicial desse treinador é para ensaios com
SOLUÇÃO : 2) Converter os números da base 10 para a base 5. N1 = (134) 10 N2 = (245) 10. Resposta : N1 = (1014) 5 N2 = (1440) 5
LISTA D XRCÍCIOS D N-671 2004 Matéria da prova é referente a toda à matéria. As listas de exercícios aplicadas durante as aulas são parte integrante desta lista de exercícios, além dos exercícios do livro
Circuitos RC e filtros de frequência. 7.1 Material
Circuitos RC e filtros de frequência 7 7. Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetros digitais (de mão e de bancada); resistor de kω; capacitor de 00 nf. 7.2 Introdução Vimos que a reatância
Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais
Notas de Aula Laboratório de Sistemas Digitais Sumário 1.Introdução...1 2.Tensão, Corrente, Resistência e LEDs...1 3.Protoboards...4 1 1. Introdução Esta apostila possui o conteúdo relacionado aos conceitos
DISPOSITIVOS ESPECIAIS
DISPOSITIVOS ESPECIAIS 1 DISPOSITIVOS ESPECIAIS BUFFERS/DRIVERS TRI-STATE PORTAS EXPANSÍVEIS/EXPANSORAS SCHMITT - TRIGGER OBJETIVOS: a) Entender o funcionamento de dispositivos lógicos especiais como:
Experimento 7. Circuitos RC e filtros de frequência. 7.1 Material. 7.2 Introdução. Gerador de funções; osciloscópio;
Experimento 7 Circuitos RC e filtros de frequência 7.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetros digitais (de mão e de bancada); resistor de 1 kω; capacitor de 100 nf. 7.2 Introdução Vimos
Interligação de Terminais com Modem
Interligação de Terminais com Modem Versão 2014 RESUMO O objetivo principal desta experiência é a aplicação de MODEMs, apresentados em experiência anterior, na interligação de terminais de dados localizados
1.1 Montar o circuito de acordo com o apresentado na figura 1. Cuidado ao montar, especialmente verificando a conexão de cada um dos "jumpers".
I. Lista de Material 01 módulo MCM5/EV com fonte de alimentação 01 gerador de funções com cabos 01 osciloscópio com 02 pontas de prova 01 multímetro digital 01 chave de fenda pequena fios para ligação
EXPERIÊNCIA 3 COMBINAÇÃO DE PORTAS LÓGICAS
1 MEC UTFPR-CT DAELT CURSO: ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL PROF.: EXPERIÊNCIA 3 COMBINAÇÃO DE PORTAS LÓGICAS DATA REALIZAÇÃO: DATA ENTREGA: ALUNOS: 1. Introdução 1.1 Objetivos
EXPERIÊNCIA 4 CIRCUITOS COMBINACIONAIS
MEC UTFPR-CT DAELT CURSO: ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL PROF.: EXPERIÊNCIA 4 CIRCUITOS COMBINACIONAIS DATA REALIZAÇÃO: DATA ENTREGA: ALUNOS:,, OBJETIVOS Aplicar portas lógicas:
SISTEMAS DE MULTIPLEXAÇÃO E DEMULTIPLEXAÇÃO ANÁLISE DOS CIs COMERCIAIS 74LS153 e 74LS155
INTRODUÇÃO TEÓRICA SISTEMAS DE MULTIPLEXAÇÃO E DEMULTIPLEXAÇÃO ANÁLISE DOS CIs COMERCIAIS 74LS153 e 74LS155 Os multiplexadores e demultiplexadores pertencem a classe dos circuitos lógicos combinacionais.
Caderno de Laboratório Experimentos Parte 1
1 Lógica Matemática e Elementos de Lógica digital Experimentos Parte 1 Barra do Garças 2011 Lívia Lopes Azevedo 2 Sumário 1 Introdução... 4 2 Apresentação... 4 3 Regras de avaliação... 4 4 Normas de relatório...
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos AULA LAB 04 DIODOS ZENER, LEDS E TRANSISTORES BIPOLARES 1 INTRODUÇÃO Os componentes
CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO Série ACS.
CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO Série ACS. 1 - INTRODUÇÃO: Trata-se de uma sistema de alarme com laços supervisionados. As informações enviadas pelos módulos de alarme e avaria são apresentadas em um DISPLAY
AMPLIFICADOR CLASSE A
AMPLIFICADOR CLASSE A OBJETIVOS: Verificar experimentalmente o comportamento de um amplificador classe A transistorizado e analisar as formas de onda obtidas na saída em função de um sinal aplicado na
Interface com Sensor Ultrassônico de Distância
Interface com Sensor Ultrassônico de Distância Versão 2016 RESUMO Esta experiência tem por objetivo desenvolver um circuito que realiza a interface com o sensor ultrassônico de distância HC-SR04. A implementação
6.1 Relatório 1 74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS. Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma:
74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS 6.1 Relatório 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na
CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO ENDEREÇÁVEL Série AIE (Final)
CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO ENDEREÇÁVEL Série AIE (Final) 1 - INTRODUÇÃO:- Trata-se de uma sistema de alarme MICROCONTROLADO constituído de central, módulos de entrada e saída que se interligam entre
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1. OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.
Manual Placa DMX 16 pixels RGB
Manual Placa DMX 16 pixels RGB 2014 Lumikit Sistemas para Iluminação rev 3-06/07/2018 Lumikit Sistemas para Iluminação www.lumikit.com.br 1 SUMÁRIO 1. Introdução 3 2. Conexões da placa 3 3. Dimensões da
O 7490 na prática O circuito integrado 7490 tem a aparência mostrada na figura 1.
Contador binário até 99 (ART063) Escrito por Newton C. Braga A numeração binária é a base de funcionamento dos computadores e de todos os circuitos de eletrônica digital. Por esse motivo, além de ser ensinada
Ensaio 1: Medições Monofásicas Utilizando...
Ensaio 1: Medições Monofásicas Utilizando... Ensaio 1: Medições Monofásicas Utilizando Lâmpadas 2 1. Objetivos Os objetivos desse ensaio são: a) Aprender a utilizar os equipamentos de medição: voltímetro,
Relatório: Experimento 1
Relatório: Experimento 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Nome 4: Assinatura 4: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na Figura 1.11
3.ª Prática Inversor de Frequência Escalar da WEG CFW 07 com velocidade ANALÓGICA
1 Práticas de Acionamens Eletrônicos PAE 3.ª Prática Inversor de Frequência Escalar da WEG CFW 07 com velocidade ANALÓGICA OBJETIVO: 1. Aprender a fazer a instalação de um inversor de frequência modelo
Roteiro para experiências de laboratório. AULA 1: Tensão elétrica
Roteiro para experiências de laboratório AULA 1: Tensão elétrica Alunos: 1-2- 3-4- 5- Turma: Data: / / Objetivos: - Conhecer as principais fontes de tensão contínua - Efetuar medidas de tensões elétricas.
Curso: Ortoprotesia Disciplina: Electrotecnologia Ano lectivo: 2016/17 Guia de laboratório nº 2
Curso: Ortoprotesia Disciplina: Electrotecnologia Ano lectivo: 2016/17 Guia de laboratório nº 2 Construção de um circuito comparador com amplificadores operacionais Objectivo: Este guia laboratorial tem
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1 OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada 2
Entrada Digital Vca 2 Entrada Digital Vca 1
1 2 ÍNDICE 1. Ligação do Mic-91... 3 1.1. Entrada digital... 3 1.2. Alimentação... 3 1.3. Entradas Analógicas... 3 1.4. Relé... 3 2. Operação... 4 2.1. Setagem de peso... 5 2.2. Coluna de leds... 5 2.3.
EPUSP PCS 3335 Laboratório Digital A. Trena Digital
Trena Digital Versão 2016 RESUMO Esta experiência tem por objetivo desenvolver uma Trena Digital, ou seja, um circuito digital que realiza a medida de distância para um objeto, usando um sensor ultrassônico
MANUAL DE INSTRUÇÕES DA FONTE DIGITAL MODELO PS-4001
MANUAL DE INSTRUÇÕES DA FONTE DIGITAL MODELO PS-4001 dezembro de 2011 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do multímetro ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ESPECIFICAÇÕES...
Circuitos RC e filtros de frequência. 6.1 Material. resistor de 1 kω; capacitor de 100 nf.
Circuitos RC e filtros de frequência 6 6. Material resistor de kω; capacitor de 00 nf. 6.2 Introdução Vimos que a reatância capacitiva depende da frequência: quanto maior a frequência do sinal que alimenta
Portas Lógicas Básicas: Parte 1 - Montagem e Medidas
CETEC - PUC Campinas Laboratório 1 Portas Lógicas ásicas: Parte 1 - Montagem e Medidas 1. Introdução Os circuitos lógicos, responsáveis pelo aparecimento da Eletrônica Digital entre 1930 e 1940, tiveram
LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS
LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS NEURY BOARETTO JOINVILLE 2010 AULA PRÁTICA 1 Objetivos 1. Verificar o funcionamento do osciloscópio na medida de tensão e período Material Usado 1 Multímetro digital 1 Matriz
Entrada de dados com botões
Entrada de dados com botões Escola CDI Professor: Paulo Marcos Trentin Interruptor Quando está aberto, nenhuma corrente passa por ele. Seu símbolo: Ao pressioná-lo, toda corrente passa por ele, e esta
DB6630. Amplificador Modular de Potência de Micropasso. Manual do usuário
DB6630 Amplificador Modular de Potência de Micropasso Manual do usuário Tradução: Ivan Roberto Timochenko de Moraes Engenharia de aplicações Metaltex Janeiro de 2007 Rev 01 04/2012 TABELA DE CONTEÚDO SEÇÃO
Descrevendo Circuitos Lógicos (Continuação) CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos
Descrevendo Circuitos Lógicos (Continuação) CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos 3.6 Descrevendo circuitos lógicos algebricamente Qualquer circuito lógico pode ser descrito usando as três operações booleanas
MANUAL DE INSTRUÇÕES DA FONTE DIGITAL MODELO PS-5000
MANUAL DE INSTRUÇÕES DA FONTE DIGITAL MODELO PS-5000 dezembro de 2011 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do multímetro ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ESPECIFICAÇÕES...
Relatório de Prática no LABORATORIO
Cod. Disc: TURMA: GRUPO: NOME: Sistemas Digitais Relatório de Prática no LABORATORIO Aula 6 Aula 7 e 8 a parte: Decodificador e Display 2ª etapa Projeto Prático Somador e Subtrator PROF. MSc. MÁRIO OLIVEIRA
O professor não pode depender do instrutor de laboratório para checar se os circuitos são perigosos ou não, pois este não está sempre presente.
O professor não pode depender do instrutor de laboratório para checar se os circuitos são perigosos ou não, pois este não está sempre presente. 2008-10-28 15:50 2008-10-28 A matriz de comutação é uma pilha
1 Equacionar e implementar o seguinte dispositivo lógico:
UDESC/CCT/DEE Eletrônica Digital Lista de Exercícios 1 Equacionar e implementar o seguinte dispositivo lógico: Seu funcionamento consiste no registro de uma senha certa de dois bits e na entrada de uma
Portas lógicas Arquitetura e Organização de Computadores Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Portas lógicas Arquitetura e Organização de Computadores Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 Componentes Álgebra dos de computadores Boole Vimos anteriormente que os números binários não representam
EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM
EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM 2.1 OBJETIVOS Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Medir as resistências equivalentes das associações Verificar o comportamento
Histórico. George Boole ( ) Claude Elwood Shannon ( )
Histórico Em meados do século XIX o matemático inglês George oole desenvolveu um sistema matemático de análise lógica Em meados do século XX, o americano Claude Elwood Shannon sugeriu que a Álgebra ooleana
APOSTILA COMPLEMENTAR
APOSTILA COMPLEMENTAR Conteúdo A ÁLGEBRA DE BOOLE... 1 Os níveis lógicos... 2 Operações Lógicas... 3 Função Lógica NÃO ou Inversora... 4 Função Lógica E... 5 Função lógica OU... 6 Função NÃO E... 7 Função
