Constituição Portuguesa Anotada
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- Marina Amanda Pedroso de Miranda
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1 Jorge Miranda/Rui Medeiros Com a colaboração de Maria da Glória Garcia / Germano Marques da Silva / Américo Taipa de Carvalho / / Damião da Cunha / José Lobo Moutinho / Paula Ribeiro de Faria / / José de Melo Alexandrino / Pedro Machete / António Cortês / / Evaristo Ferreira Mendes / Henrique Salinas / Jorge Pereira da Silva / / Pedro Garcia Marques / Gonçalo Matias / Fernando Sá / / Margarida Menéres Pimentel Constituição Portuguesa Anotada Volume I Preâmbulo Princípios Fundamentais Direitos e Deveres Fundamentais Artigos 1.º a 79.º 2.ª edição revista Universidade Católica Editora
2 Índice geral Autoria dos Textos... 9 Abreviaturas Nota Prévia Nota à 2.ª edição Prefácio da 1.ª edição Introdução geral CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA Preâmbulo Princípios Fundamentais Artigo 1.º República Portuguesa Artigo 2.º Estado de Direito democrático Artigo 3.º Soberania e legalidade Artigo 4.º Cidadania portuguesa Artigo 5.º Território Artigo 6.º Estado unitário Artigo 7.º Relações internacionais Artigo 8.º Direito internacional Artigo 9.º Tarefas fundamentais do Estado Artigo 10.º Sufrágio universal e partidos políticos Artigo 11.º Símbolos nacionais e língua oficial TÍTULO I Princípios Gerais PARTE I Direitos e Deveres Fundamentais Artigo 12.º Princípio da universalidade Artigo 13.º Princípio da igualdade Artigo 14.º Portugueses no estrangeiro Artigo 15.º Estrangeiros, apátridas, cidadãos europeus Artigo 16.º Âmbito e sentido dos direitos fundamentais Artigo 17.º Regime dos direitos, liberdades e garantias Artigo 18.º Força jurídica Artigo 19.º Suspensão do exercício de direitos
3 Constituição Portuguesa Anotada Artigo 20.º Acesso ao direito e tutela jurisdicional efetiva Artigo 21.º Direito de resistência Artigo 22.º Responsabilidade das entidades públicas Artigo 23.º Provedor de Justiça TÍTULO II Direitos, liberdades e garantias CAPÍTULO I Direitos, Liberdades e Garantias Pessoais Artigo 24.º Direito à vida Artigo 25.º Direito à integridade pessoal Artigo 26.º Outros direitos pessoais Artigo 27.º Direito à liberdade e à segurança Artigo 28.º Prisão preventiva Artigo 29.º Aplicação da lei criminal Artigo 30.º Limites das penas e das medidas de segurança Artigo 31.º Habeas corpus Artigo 32.º Garantias de processo criminal Artigo 33.º Expulsão, extradição e direito de asilo Artigo 34.º Inviolabilidade do domicílio e da correspondência Artigo 35.º Utilização da informática Artigo 36.º Família, casamento e filiação Artigo 37.º Liberdade de expressão e informação Artigo 38.º Liberdade de imprensa e meios de comunicação social Artigo 39.º Regulação da comunicação social Artigo 40.º Direitos de antena, de resposta e de réplica política Artigo 41.º Liberdade de consciência, de religião e de culto Artigo 42.º Liberdade de criação cultural Artigo 43.º Liberdade de aprender e ensinar Artigo 44.º Direito de deslocação e de emigração Artigo 45.º Direito de reunião e de manifestação Artigo 46.º Liberdade de associação Artigo 47.º Liberdade de escolha de profissão e acesso à função pública CAPÍTULO II Direitos, Liberdades e Garantias de Participação Política Artigo 48.º Participação na vida pública Artigo 49.º Direito de sufrágio Artigo 50.º Direito de acesso a cargos públicos Artigo 51.º Associações e partidos políticos Artigo 52.º Direito de petição e direito de ação popular CAPÍTULO III Direitos, Liberdades e Garantias dos Trabalhadores Artigo 53.º Segurança no emprego Artigo 54.º Comissões de trabalhadores Artigo 55.º Liberdade sindical
4 Índice geral Artigo 56.º Direitos das associações sindicais e contratação coletiva Artigo 57.º Direito à greve e proibição do lock-out TÍTULO III Direitos e deveres económicos, sociais e culturais CAPÍTULO I Direitos e Deveres Económicos Artigo 58.º Direito ao trabalho Artigo 59.º Direitos dos trabalhadores Artigo 60.º Direitos dos consumidores Artigo 61.º Iniciativa privada, cooperativa e autogestionária Artigo 62.º Direito de propriedade privada CAPÍTULO II Direitos e Deveres Sociais Artigo 63.º Segurança social e solidariedade Artigo 64.º Saúde Artigo 65.º Habitação e urbanismo Artigo 66.º Ambiente e qualidade de vida Artigo 67.º Família Artigo 68.º Paternidade e maternidade Artigo 69.º Infância Artigo 70.º Juventude Artigo 71.º Cidadãos portadores de deficiência Artigo 72.º Terceira idade CAPÍTULO III Direitos e Deveres Culturais Artigo 73.º Educação, cultura e ciência Artigo 74.º Ensino Artigo 75.º Ensino público, particular e cooperativo Artigo 76.º Universidade e acesso ao ensino superior Artigo 77.º Participação democrática no ensino Artigo 78.º Fruição e criação cultural Artigo 79.º Cultura física e desporto
5 Nota Prévia Os autores consideram importante manter disponível ao público e atualizada a Constituição Portuguesa Anotada. Neste sentido, sob a chancela de uma nova editora, sai agora a segunda edição revista do 1.º volume, o qual, por datar de 2010, não parece encontrar-se desatualizado, sendo as alterações introduzidas apenas as impostas pelo novo acordo ortográfico. Entretanto, os autores concentram o seu trabalho na interpretação e recolha de dados comparativos, jurisprudenciais e doutrinais relativos ao 2.º e 3.º volumes, de 2006 e 2007, respetivamente, com novas edições brevemente disponíveis. 13
6 Nota à 2.ª Edição Esgotada há muito a primeira edição do presente tomo da Constituição Portuguesa Anotada e esgotada também a reimpressão, impunha-se elaborar uma segunda edição, devidamente atualizada e com maior uniformidade de tratamento e de apresentação das matérias. Ao mesmo tempo, entendeu-se que era possível e necessário ir um pouco mais longe, procurando dilucidar mais os problemas suscitados pelos diversos preceitos, com estes confrontando as soluções legislativas e, sobretudo, colhendo os frutos da riquíssima jurisprudência do Tribunal Constitucional tudo numa visão sistemática mais exigente. Foi o que se fez ao longo de quase dois anos de trabalho. O resultado é um volume mais extenso do que é habitual entre nós. Mas julga-se que tanto o papel dos Princípios Fundamentais da Constituição quanto a especialíssima relevância teórica e prática dos direitos e deveres fundamentais o justificam plenamente. Para a anotação de alguns dos artigos foi possível contar com a colaboração dos Professores Doutores Maria da Glória Garcia, Germano Marques da Silva, Américo Taipa de Carvalho, Damião da Cunha, José Lobo Moutinho, Paula Ribeiro de Faria, José de Melo Alexandrino, Pedro Machete e António Cortês, bem como dos Mestres Evaristo Ferreira Mendes, Henrique Salinas, Jorge Pereira da Silva, Pedro Garcia Marques e dos Drs. Gonçalo Matias e Fernando Sá. A recolha de jurisprudência exaustiva até ao final de maio de 2009 foi devida à Dra. Margarida Menéres Pimentel. Para todos, o nosso reconhecimento. Jorge Miranda Rui Medeiros 15
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8 Prefácio da 1.ª Edição Fazer uma Constituição anotada implica um pesado e paciente esforço, por causa de duas características das Constituições atuais: a extensão dos seus preceitos e a constitucionalização dos vários ramos de Direito com a inerente complexidade das respetivos têtes de chapitre. E, tratando-se de uma Constituição como a de 1976, representa uma aventura calculada. Os Autores resolveram, não obstante, enfrentar o desafio, por considerarem que já se alcançou um nível suficiente de sedimentação jurisprudencial, doutrinal e até cívica à volta da Constituição e por acharem que, depois de outras tarefas académicas e científicas a que se entregaram, era chegado o momento de realizar um projeto que, para o primeiro dos Autores, de resto, remontava a Ler a Constituição, lê-la com critérios jurídicos seguros, em termos razoáveis, sem pretensões de definitividade, olhando à história e ao Direito comparado, em diálogo com a jurisprudência e com os pés assentes na realidade do nosso País eis o propósito que nos anima. Mas, talvez mais importante do que isso, não desejamos senão contribuir para o aprofundamento de uma consciência constitucional, quer através do confronto crítico de interpretações e pré-compreensões quer através da descoberta de pontos firmes de confluência das perspetivas do legislador, do juiz e do cidadão no âmbito de um Estado de Direito democrático e de uma sociedade aberta de intérpretes da Constituição. Temos esperança de que o esforço valha a pena. Jorge Miranda Rui Medeiros 17
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