Pesquisa Sequencial e Binária
|
|
|
- Matheus Henrique Sabala Mendonça
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Pesquisa Sequencial e Binária Prof. Wylliams Barbosa Santos [email protected] Introdução à Programação Crédito de Conteúdo: Professora Ceça Moraes
2 Agenda Pesquisa Sequencial Noções de complexidade Pesquisa Binária 2
3 Contexto Diferentes estratégias para pesquisa (busca) de um elemento específico em um conjunto de dados. Lista, array, coleção Operação importante, encontrada com muita freqüência em diversas aplicações Dois métodos mais conhecidos: Busca Seqüencial linear Busca Binária 3
4 Pesquisa Sequencial Forma mais simples de realizar pesquisas. Metodologia: Pesquisa bem sucedida: É efetuada a verificação de cada elemento do conjunto, sequencialmente, até que o elemento desejado seja encontrado; Pesquisa mal sucedida: Todos os elementos do conjunto tenham sido verificados sem que o elemento procurado tenha sido encontrado;
5 Pesquisa Sequencial Questão 1: O elemento 90 está presente no vetor? Questão 2: Quantas comparações são necessárias para achar o elemento 90? 5
6 Características Algoritmo extremamente simples Pode ser muito ineficiente quando o conjunto de dados se torna muito grande Alto número de comparações
7 COMPLEXIDADE DE ALGORITMOS 7
8 Complexidade A Complexidade de um Algoritmo consiste na quantidade de trabalho necessária para a sua execução, expressa em função das operações fundamentais. Operações críticas variam de acordo com o algoritmo, e em função do volume de dados Por exemplo, na pequisa sequencial é fundamental as comparações entre elementos 8
9 Complexidade Um algoritmo serve para resolver um determinado problema, e os problemas têm sempre uma entrada de dados (E) O tamanho de E (N elementos) afeta diretamente o tempo de resposta do algoritmo Dependendo do problema, já existem alguns algoritmos prontos, ou que podem ser adaptados Decisão: qual algoritmo escolher?
10 Complexidade A complexidade de um algoritmo pode ser dividida em: Complexidade Espacial: quantidade de recursos utilizados para resolver o problema Complexidade Temporal: quantidade de tempo utilizado. Pode ser visto também como o número de passos necessários para resolver determinado problema Em ambos os casos, a complexidade é medida de acordo com o tamanho dos dados de entrada (N) 10
11 Complexidade Definimos a expressão matemática de avaliação do tempo de execução de um algoritmo como sendo uma função que fornece o número de passos efetuados pelo algoritmo a partir de uma certa entrada 11
12 Exemplos Soma de vetores para I de 1 até N faça S[I] X[I] + Y[I] fimpara Número de passos = número de somas (N somas) Ordem de N ou O(N) 12
13 Exemplos Soma de matrizes para I de 1 até N faça para J de 1 até N faça C[I,J] A[I,j] + B[I,J] fimpara fimpara Número de passos = número de somas (N*N somas) Ordem de N 2 ou O(N 2 ) 13
14 Exemplos Produto de matrizes para I de 1 até N faça para J de 1 até N faça P[I,J] 0 para K de 1 até N faça P[I,J] P[I,J] + A[I,K] * B[K,J] fimpara fimpara Fimpara Número de passos = Número de operações de somas e produtos (N*N*N) Ordem de N 3 ou O(N 3 ) 14
15 Tipos A complexidade pode ser qualificada quanto ao seu comportamento como: Polinomial à medida em que N aumenta o fator que estiver sendo analisado (tempo ou espaço) aumenta linearmente Exponencial A medida que N aumenta o fator que estiver sendo analisado (tempo ou espaço) aumenta exponencialmente 15
16 Complexidade de Algoritmos Existem três escalas de complexidade: Melhor Caso Caso Médio Pior Caso
17 Melhor Caso Representado pela letra grega Ω (Ômega) É o menor tempo de execução em uma entrada de tamanho N É pouco usado, por ter aplicação em poucos casos Exemplo Se tivermos uma lista de N números e quisermos executar uma busca sequencial assume-se que a complexidade no melhor caso é de N = 1 f(n) = Ω (1) = 1, pois assume-se que o número estaria logo na primeira posição da lista
18 Caso Médio Definido pela letra grega θ (Theta) Dos três, é o mais difícil de se determinar Deve-se obter a média dos tempos de execução de todas as entradas de tamanho 1, 2,... até N, ou baseado em probabilidade de determinada situação ocorrer 18
19 Pior Caso Representado pela letra grega O (O maiúsculo. Trata-se da letra grega ômicron maiúscula) É o método mais fácil de se obter Baseia-se no maior tempo de execução sobre as entradas de tamanho N Exemplo: Se tivermos uma lista de N números e quisermos executar uma busca sequencial assume-se que a complexidade no pior caso é f(n) = O (N) = N, pois assume-se que o número estaria no pior caso, no final da lista 19
20 Busca Sequencial Complexidade Pior Caso: é quando é necessário realizar N comparações (onde N é o número de elementos) Qual o cenário de pior caso possível? O elemento procurado na última posição Melhor Caso: é quando é necessário realizar somente uma comparação Qual o cenário de melhor caso possível? O elemento procurado na primeira posição Caso Médio: (Pior Caso + Melhor Caso)/2 20
21 Busca Sequencial Complexidade Pior Caso: n comparações O(n) = n Melhor Caso: uma comparação Ω(1) = 1 Caso Médio: (Pior Caso + Melhor Caso)/2 θ(n) = (n + 1) /2 21
22 BUSCA BINÁRIA 22
23 Busca Binária Algoritmo de busca em vetores com acesso aleatório aos elementos Parte do pressuposto de que o vetor está ordenado Realiza sucessivas divisões do vetor e compara o elemento buscado (chave) com o elemento no meio do segmento 3 opções: Se igual, a busca termina com sucesso Se o elemento do meio for menor que o elemento buscado, então a busca continua na metade posterior do vetor. Se o elemento do meio for menor que a chave, a busca continua na metade anterior do vetor 23
24 Busca Binária Metodologia 1) Checar onde está o ponto médio do vetor. 2) Comparar o elemento do ponto médio (EPM) com elemento chave. 3) Continuar a pesquisa da seguinte forma: Se chave=epm, então a pesquisa pára com sucesso, pois achou o dado desejado! Se chave<epm realizar a pesquisa no sub-vetor à esquerda do EPM, partindo do passo 1. Se chave>epm realizar a pesquisa no sub-vetor à direita do EPM, partindo do passo 1. 24
25 Exemplo vetor a inspecionar vazio o valor 2 não existe no vetor original! 25
26 Exemplo de Busca Binária Exemplo Inicial: Após ordenação: Ponto médio Pergunta: Como verificar se o elemento 90 está presente no vetor acima? Pergunta: Quantas comparações são necessárias para achar o elemento 90?
27 Exemplo de Busca Binária Procurando pelo elemento 90
28 Busca Binária Divide-se o vetor como se este fosse uma árvore Raiz Folhas 28
29 Complexidade da Busca Binária Pior Caso: quando o dado desejado encontra-se na folha da árvore (nas pontas) ou não existe. O(log 2 N) Melhor Caso: quando o elemento procurado corresponde a exatamente o elemento do meio do vetor (raiz da árvore). Ω(1) Caso Médio: quando o dado desejado encontra-se próximo do meio da árvore. θ(log 2 N) Lembrando que log 2 N = e => 2 e = N
30 Complexidade da Busca Binária Para um vetor de 8, é necessário apenas 3 comparações para se encontrar a chave no pior caso: Exemplo: localizar a chave 2 no vetor: Comparação 1: Comparação 2: Comparação 3:
31 Complexidade da Busca Binária Exemplo: localizar o valor 0 (zero) 31
32 Qual das duas buscas é melhor? Para uma lista com N = 1000, o algoritmo de pesquisa sequencial irá executar 1000 comparações no pior caso, e cerca de 500 operações no caso médio; Por sua vez, o algoritmo de pesquisa binária irá executar 10 comparações no pior caso, para o mesmo N. (log ) O logaritmo de base 2 aparece porque divide-se o intervalo de busca pela metade: 1000, 500, 250, 125, 63, 32, 16, 8, 4, 2, 1 (10 divisões) 32
33 Qual das duas buscas é melhor? O algoritmo de pesquisa binária assume que a lista está ordenada Ordenar uma lista também tem um custo, geralmente superior ao custo da pesquisa sequencial. Se for para fazer uma só pesquisa, não vale à pena ordenar a lista Por outro lado, se pretende-se fazer muitas pesquisas, o esforço da ordenação pode valer a pena 33
34 EXERCÍCIOS 34
35 Exercício 1. Faça um programa em python que realize a pesquisa sequencial em uma lista de números inteiros. Peça para o programa ler os números até que o valor -999 seja digitado. Em seguida o programa deve pedir para o usuário digitar o número a ser procurado na lista e efetuar a busca sequencial, informando se o mesmo foi ou não encontrado e se foi, em qual posição da lista este se encontra. 2. Refaça o programa anterior para usar o algoritmo de busca binária.
36 Exercício 3. Implementar a busca e remoção da agenda, buscando por nome e telefone. Implementrar a busca de duas formas (sequencial ou binária)
37 Exercício
38 Bibliografia Cormen, Thomas H. et. al. Algoritmos: Teoria e Prática. Editora Campus, Ziviani, Nivio. Projeto de Algoritmos. Editora Nova Fronteira, Complexidade (Prof. Jones Albuquerque) aulas/complexidade.pdf 38
39 39
Pesquisa Sequencial e Binária. Introdução à Programação SI2
Pesquisa Sequencial e Binária Introdução à Programação SI2 3 Contexto Diferentes estratégias para pesquisa (busca) de um elemento específico em um conjunto de dados. Lista, array, coleção Operação importante,
Árvores Binárias de Busca
Árvores Binárias de Busca Uma Árvore Binária de Busca T (ABB) ou Árvore Binária de Pesquisa é tal que ou T = 0 e a árvore é dita vazia ou seu nó contém uma chave e: 1. Todas as chaves da sub-árvore esquerda
Sistemas Distribuídos: Princípios e Algoritmos Introdução à Análise de Complexidade de Algoritmos
Sistemas Distribuídos: Princípios e Algoritmos Introdução à Análise de Complexidade de Algoritmos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática
Área que visa determinar a complexidade (custo) de um algoritmo, com isso é possível:
Área que visa determinar a complexidade (custo) de um algoritmo, com isso é possível: Comparar algoritmos: existem algoritmos que resolvem o mesmo tipo de problema. Determinar se o algoritmo é ótimo :
Sumário. 5COP096 Teoria da Computação Aula 8 Pesquisa em Memória Primária
5COP096 Teoria da Computação Aula 8 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior Sylvio Barbon Jr [email protected] 1 Sumário 1) Introdução à Pesquisa em Memória Primária 2) Pesquisa Sequencial 3) Pesquisa Binária 4) Árvore
Algoritmos de Busca em Tabelas
Dentre os vários algoritmos fundamentais, os algoritmos de busca em tabelas estão entre os mais usados. Considere por exemplo um sistema de banco de dados. As operações de busca e recuperação dos dados
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Faculdade de Computação Disciplina de Verão: Algoritmos e Programação II
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Faculdade de Computação Disciplina de Verão: Algoritmos e Programação II Professores: Liana Duenha 10 de março de 2014 Professores: Liana Duenha () Universidade
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 04: Análise de Algoritmos (Parte 1) Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Ciência da Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes
Figura 1 Busca Linear
----- Evidentemente, possuir os dados não ajuda o programador ou o usuário se eles não souberem onde os dados estão. Imagine, por exemplo, uma festa de casamento com cem convidados na qual não se sabe
Universidade Federal de Alfenas
Universidade Federal de Alfenas Projeto e Análise de Algoritmos Aula 04 Introdução a Análise de Algoritmos [email protected] Última aula Fundamentos de Matemática Exercícios: Somatórios; Logaritmos
Conceitos Importantes:
Conceitos Importantes: Variáveis: Por Flávia Pereira de Carvalho, 2007 i O bom entendimento do conceito de variável é fundamental para elaboração de algoritmos, consequentemente de programas. Uma variável
ALGORITMO I VARIÁVEIS INDEXADAS
VARIÁVEIS INDEXADAS Array Auxiliadora Freire Slide 1 Array: Conjunto de informações do mesmo tipo, cada informação é representada na memória do computador por uma variável. O nome de qualquer variável
Análise de complexidade
Introdução Algoritmo: sequência de instruções necessárias para a resolução de um problema bem formulado (passíveis de implementação em computador) Estratégia: especificar (definir propriedades) arquitectura
Árvores Binárias de Busca
Árvores Binárias de Busca Definição Uma Árvore Binária de Busca possui as mesmas propriedades de uma AB, acrescida da seguinte propriedade: Para todo nó da árvore, se seu valor é X, então: Os nós pertencentes
Capítulo 19. Algoritmos de Ordenação e de Pesquisa. Rui Rossi dos Santos Programação de Computadores em Java Editora NovaTerra
Capítulo 19 Algoritmos de Ordenação e de Pesquisa Objetivos do Capítulo Conceituar ordenação e pesquisa. Apresentar os algoritmos de ordenação por troca, por seleção e por inserção. Explorar os algoritmos
Empresa de Pesquisa Energética (EPE) 2014. Analista de Projetos da Geração de Energia
Empresa de Pesquisa Energética (EPE) 2014 Analista de Projetos da Geração de Energia Oi, pessoal! Vou resolver as quatro questões de Estatística (53 a 56) da prova elaborada pela banca Cesgranrio para
Aula 03 Custos de um algoritmo e funções de complexidade
BC1424 Algoritmos e Estruturas de Dados I Aula 03 Custos de um algoritmo e funções de complexidade Prof. Jesús P. Mena-Chalco [email protected] 1Q-2015 1 Custo de um algoritmo e funções de complexidade
CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES
CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES 3.1 - IDENTIFICADORES Os objetos que usamos no nosso algoritmo são uma representação simbólica de um valor de dado. Assim, quando executamos a seguinte instrução:
FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2
FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2 Prof. Osvaldo. 1. Desenvolva algoritmos para as operações abaixo e calcule a complexidade
PROGRAMAÇÃO II 4. ÁRVORE
4. ÁRVORE PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma árvore impõe uma estrutura hierárquica em uma coleção de itens. Um exemplo familiar é a árvore genealógica. Árvores despontam de forma natural em
Busca. Pesquisa sequencial
Busca Banco de dados existem para que, de tempos em tempos, um usuário possa localizar o dado de um registro, simplesmente digitando sua chave. Uma tabela ou um arquivo é um grupo de elementos, cada um
As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem:
1 As notas de aula que se seguem são uma compilação dos textos relacionados na bibliografia e não têm a intenção de substituir o livro-texto, nem qualquer outra bibliografia. Introdução O Cálculo Numérico
Árvores AVL. Prof. Othon M. N. Batista Estrutura de Dados
Árvores AVL Prof. Othon M. N. Batista Estrutura de Dados Roteiro (/2) Árvore Binária de Pesquisa - Pior Tempo ABP Balanceada e Não Balanceada Balanceamento de Árvores Balanceamento de ABP Balanceamento
Árvores Binárias Balanceadas
Árvores Binárias Balanceadas Elisa Maria Pivetta Cantarelli Árvores Balanceadas Uma árvore é dita balanceada quando as suas subárvores à esquerda e à direita possuem a mesma altura. Todos os links vazios
Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II
Pesquisa em Memória Primária Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Pesquisa: Recuperação de informação em um grande volume de dados Informação é dividida em registros e cada
Pesquisa em Memória Primária. Prof. Jonas Potros
Pesquisa em Memória Primária Prof. Jonas Potros Pesquisa em Memoria Primária Estudo de como recuperar informação a partir de uma grande massa de informação previamente armazenada. A informação é dividida
Introdução a Algoritmos Parte 04
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia de Computação Introdução a Algoritmos Parte 04 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
Métodos de Pesquisa em Memória Primária
Algoritmos e Estrutura de Dados II Métodos de Pesquisa em Memória Primária Prof Márcio Bueno [email protected] / [email protected] Pesquisa Por pesquisa (procura ou busca) entende-se o ato
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Vetores e matrizes
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Vetores e matrizes 1 Matrizes Cada elemento de uma matriz é referenciado indicando-se sua posição dentro da matriz. Na Matemática, matrizes são arranjos
Disciplina: Unidade III: Prof.: E-mail: Período:
Encontro 08 Disciplina: Sistemas de Banco de Dados Unidade III: Modelagem Lógico de Dados Prof.: Mario Filho E-mail: [email protected] Período: 5º. SIG - ADM Relembrando... Necessidade de Dados Projeto
Métodos de Pesquisa 472
472 Métodos de Pesquisa 473 Objetivos e Caracterizações Para que se possa falar em algoritmos de pesquisa, é necessário inicialmente introduzir a noção de mapeamento que é uma das mais primitivas em programação.
Estruturas de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos
Estruturas de Dados Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos Árvores Conceitos Árvores binárias Árvores binárias de pesquisa Árvores binárias balanceadas Árvores ESTRUTURAS
Árvore Binária de Busca
Árvore Binária de Busca 319 Árvore Binária de Busca! construída de tal forma que, para cada nó:! nós com chaves menores estão na sub-árvore esquerda! nós com chaves maiores (ou iguais) estão na subárvore
Terceira Avaliação Visualg & Pascal
Primeiro trabalho Sistema de controle acadêmico Objetivo: implementar um programa de computador que realiza o controle acadêmico de uma turma em uma disciplina específica. O programa deve ser capaz de
[a11 a12 a1n 4. SISTEMAS LINEARES 4.1. CONCEITO. Um sistema de equações lineares é um conjunto de equações do tipo
4. SISTEMAS LINEARES 4.1. CONCEITO Um sistema de equações lineares é um conjunto de equações do tipo a 11 x 1 + a 12 x 2 +... + a 1n x n = b 1 a 11 x 1 + a 12 x 2 +... + a 1n x n = b 2... a n1 x 1 + a
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas CMP1132 Processo e qualidade de software II Prof. Me. Elias Ferreira Sala: 402 E Quarta-Feira:
Dadas a base e a altura de um triangulo, determinar sua área.
Disciplina Lógica de Programação Visual Ana Rita Dutra dos Santos Especialista em Novas Tecnologias aplicadas a Educação Mestranda em Informática aplicada a Educação [email protected] Conceitos Preliminares
Árvore B UNITINS ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS 3º PERÍODO 43
AULA A 3 ESTRUTURA RA DE DADOS Árvore B Esperamos que, ao final desta aula, você seja capaz de: identificar as vantagens da árvore B em relação às árvores binária de busca e AVL; conhecer as funções de
Programação de Computadores I Fluxogramas PROFESSORA CINTIA CAETANO
Programação de Computadores I Fluxogramas PROFESSORA CINTIA CAETANO Problemas & Algoritmos Para resolver um problema através dum computador é necessário encontrar em primeiro lugar uma maneira de descrevê-lo
4 Segmentação. 4.1. Algoritmo proposto
4 Segmentação Este capítulo apresenta primeiramente o algoritmo proposto para a segmentação do áudio em detalhes. Em seguida, são analisadas as inovações apresentadas. É importante mencionar que as mudanças
1ª Lista de exercícios
1ª Lista de exercícios NOTA: Por favor tente resolver todos os exercícios sozinho, caso tente e não consiga entre em contato no email: [email protected]. Após a resolução envie as respostas para
Microsoft Access XP Módulo Um
Microsoft Access XP Módulo Um Neste primeiro módulo de aula do curso completo de Access XP vamos nos dedicar ao estudo de alguns termos relacionados com banco de dados e as principais novidades do novo
Algoritmos e Estrutura de Dados III. Árvores
Algoritmos e Estrutura de Dados III Árvores Uma das mais importantes classes de estruturas de dados em computação são as árvores. Aproveitando-se de sua organização hierárquica, muitas aplicações são realizadas
MÓDULO 6 INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE
MÓDULO 6 INTRODUÇÃO À PROBBILIDDE Quando estudamos algum fenômeno através do método estatístico, na maior parte das vezes é preciso estabelecer uma distinção entre o modelo matemático que construímos para
Algoritmos com VisuAlg
Algoritmos com VisuAlg Prof Gerson Volney Lagemann Depto Eng de Produção e Sistemas UDESC - CCT Algoritmos com VisuAlg Introdução A linguagem VisuAlg é simples, seu objetivo é disponibilizar um ambiente
MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 02. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano
MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação Aula 02 Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano 1 Guia de Estudo para Aula 02 Comandos de Repetição - O Comando FOR - O comando IF com o comando
Lógica de Programação
Lógica de Programação Unidade 20 ArrayList: Operações de Busca Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 TIPOS DE BUSCAS... 3 BUSCA ESPECÍFICA... 3 BUSCA ABRANGENTE... 3 PROCEDIMENTO DE BUSCA...
Curso : Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas - AEMS
Curso : Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas - AEMS Série : 3 º Período - 1 º Semestre de 2011 Professora : Elzi Ap. Gil 3. LISTAS LINEARES PARTE - III Disciplina - Estrutura de Dados Segundo Pereira(2002),
ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO. Algoritmos de comparação-e-troca. Bubble Sort Merge Sort Quick Sort
ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO Algoritmos de comparação-e-troca Bubble Sort Merge Sort Quick Sort 1 BUBBLE SORT Usa a estratégia de comparação-e-troca É constituído por várias fases Cada
INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15
INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15 1. Um número racional é expresso por dois inteiros: um numerador e um denominador (este último diferente de zero!). Implemente um TAD para representar números
5COP096 TeoriadaComputação
Sylvio 1 Barbon Jr [email protected] 5COP096 TeoriadaComputação Aula 14 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior Sumário - Problemas Exponenciais - Algoritmos Exponenciais usando Tentativa e Erro - Heurísticas para
Programação de Computadores I. Linguagem C Vetores
Linguagem C Vetores Prof. Edwar Saliba Júnior Fevereiro de 2011 Unidade 08 Vetores 1 Vetores Sintaxe: tipo_variável nome_vetor[tamanho]; Um vetor é uma variável que possui várias ocorrências de um mesmo
FACULDADE DE IMPERATRIZ - FACIMP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA DE DADOS 2. Vieira Lima Junior. Everson Santos Araujo
1 FACULDADE DE IMPERATRIZ - FACIMP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA DE DADOS 2 Vieira Lima Junior Everson Santos Araujo ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO: estudo comparativo de diversos algoritmos
Capítulo 2 - Problemas de Valores Fronteira para Equações Diferenciais Ordinárias
Capítulo 2 - Problemas de Valores Fronteira para Equações Diferenciais Ordinárias Departamento de Matemática [email protected] Mestrados em Engenharia da Construção Métodos de Aproximação em Engenharia 1 o
Análise de Algoritmos: Melhor caso, pior caso, caso médio
Análise de Algoritmos: Melhor caso, pior caso, caso médio Fernando Lobo Algoritmos e Estrutura de Dados II 1 / 25 Sumário Rever um problema e um algoritmo que já conhecem. Descrevê-lo em pseudo-código
15 4 Operação Avançada do Sistema: Inclusão de Nota Fiscal e seus relacionamentos
15 4 Operação Avançada do Sistema: Inclusão de Nota Fiscal e seus relacionamentos Agora vamos fazer algo mais complexo, que vai demonstrar várias das facilidades do sistema. Vamos Incluir uma Nota Fiscal
Controle do Arquivo Técnico
Controle do Arquivo Técnico Os documentos existentes de forma física (papel) no escritório devem ser guardados em pastas (normalmente pastas suspensas) localizadas no Arquivo Técnico. Este Arquivo pode
Algoritmo e Programação
Algoritmo e Programação Professor: José Valentim dos Santos Filho Colegiado: Engenharia da Computação Prof.: José Valentim dos Santos Filho 1 Ementa Noções básicas de algoritmo; Construções básicas: operadores,
Questão - 01. Essência do Excel 2003...
Valdir Questão - 01 Como deve proceder o usuário do Microsoft para que sejam atualizados os cálculos das funções ou fórmulas utilizadas nas planilhas? a) Pressionar a tecla F9 no teclado b) Pressionar
VisuALG Estruturas de Repetição. Professores: Vilson Heck Junior [email protected] Felipe Schneider Costa [email protected].
VisuALG Estruturas de Repetição Professores: Vilson Heck Junior [email protected] Felipe Schneider Costa [email protected] O Problema. Estruturas de Repetição: Introdução; Repita ate; Exemplo;
Associação Educacional Dom Bosco Curso de Engenharia 1º ano
Formatação condicional utilizando o valor da célula O que é? Algumas vezes é preciso destacar os valores, ou seja, como colocar em vermelho ou entre parênteses, os negativos, e de outra cor os positivos,
Tutorial de Matlab Francesco Franco
Tutorial de Matlab Francesco Franco Matlab é um pacote de software que facilita a inserção de matrizes e vetores, além de facilitar a manipulação deles. A interface segue uma linguagem que é projetada
CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 7
CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO AULA 7 Revisão para prova: Comandos de Entrada e Saída Estruturas de Decisão (Se, caso (escolha)) Laços de Repetição (Enquanto, Repita, Para) Relembrando Trabalho 1 Prazo de
Análise e Complexidade de Algoritmos
Análise e Complexidade de Algoritmos Uma visão de Intratabilidade, Classes P e NP - redução polinomial - NP-completos e NP-difíceis Prof. Rodrigo Rocha [email protected] http://www.bolinhabolinha.com
Qual é o risco real do Private Equity?
Opinião Qual é o risco real do Private Equity? POR IVAN HERGER, PH.D.* O debate nos mercados financeiros vem sendo dominado pela crise de crédito e alta volatilidade nos mercados acionários. Embora as
Projeto 1: Aprovação de Transação de Cartão de Crédito
Projeto da disciplina de Algoritmos e Estrutura de Dados Departamento de Estatística e Informática Universidade Federal Rural de Pernambuco Prof. Tiago A. E. Ferreira Projeto 1: Aprovação de Transação
Introdução aos cálculos de datas
Page 1 of 7 Windows SharePoint Services Introdução aos cálculos de datas Aplica-se a: Microsoft Office SharePoint Server 2007 Ocultar tudo Você pode usar fórmulas e funções em listas ou bibliotecas para
BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES
BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES ALGORITMOS DE BUSCA EM LISTAS COM ALOCAÇÃO SEQÜENCIAL Busca em Listas Lineares A operação de busca é
Árvores. Algoritmos e Estruturas de Dados 2005/2006
Árvores Algoritmos e Estruturas de Dados 2005/2006 Árvores Conjunto de nós e conjunto de arestas que ligam pares de nós Um nó é a raiz Com excepção da raiz, todo o nó está ligado por uma aresta a 1 e 1
Hashing Letícia Rodrigues Bueno
Hashing Letícia Rodrigues Bueno UFABC hash: Hashing (Tabelas de Dispersão): Introdução hash: Hashing (Tabelas de Dispersão): Introdução Hashing (Tabelas de Dispersão): Introdução hash: 1. fazer picadinho
Instruções para Avaliação de Projetos
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (PIBIC/CNPq/UFPB), NAS AÇÕES AFIRMATIVAS (PIBIC-AF/CNPq) e EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO (PIBITI/UFPB) ATENÇÃO: Instruções para Avaliação
Organização de Computadores. Cálculos Binários e Conversão entre Bases Aritmética Binária
Organização de Computadores Capítulo 4 Cálculos Binários e Conversão entre Bases Aritmética Binária Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui
Manual de Relação de Pontos por Indicação
Manual de Relação de Pontos por Indicação Sumário 1. Verificando se o parâmetro das funções está ativo... 3 2. Efetuando o cadastro da faixa de indicação... 5 2.1. Cadastro de faixas com intervalos...
Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada Disciplina de Mineração de Dados
Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada Disciplina de Mineração de Dados Prof. Celso Kaestner Poker Hand Data Set Aluno: Joyce Schaidt Versão:
Lista de Exercícios. Vetores
Lista de Exercícios Vetores LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO PROF. EDUARDO SILVESTRI. WWW.EDUARDOSILVESTRI.COM.BR ATUALIZADO EM: 13/03/2007 Página 1/1 1. Faça um programa que crie um vetor de inteiros de 50 posições
ALGORITMOS PARTE 01. Fabricio de Sousa Pinto
ALGORITMOS PARTE 01 Fabricio de Sousa Pinto Algoritmos: Definição 2 É uma sequência de instruções finita e ordenada de forma lógica para a resolução de uma determinada tarefa ou problema. Algoritmos 3
Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce
Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce Sumário Introdução...3 Página inicial (Home Page)...3 Criar uma conta ou Entrar (Login)...4 Criar uma Conta...5 Entrar (Login)...6 Minha Conta...7
Noções Básicas de Excel página 1 de 19
Noções Básicas de Excel página 1 de 19 Conhecendo a tela do Excel. A BARRA DE FÓRMULAS exibe o conteúdo de cada célula (local) da planilha. Nela podemos inserir e alterar nomes, datas, fórmulas, funções.
Trabalho Final. Data da Submissão: das 8h do dia 16/06 às 24h do dia 17/06. Data da Entrega do Relatório: das 15h às 18h no dia 18/06.
ICMC-USP ICC - SCC-0 Turmas B e D - º. Semestre de 00 - Prof. João Luís. PAE: Jefferson F. Silva. Trabalho Final Submissão Automática da implementação pelo sistema Boca (http://blacklabel.intermidia.icmc.usp.br/boca/scc00/.)
MÓDULO DE ENVIO DE MENSAGEM (SMS) MANUAL DO SISTEMA MICROWORK ADICION
MANUAL DO SISTEMA MICROWORK ADICION Informações Gerais...2 Configurando SMS...2 Configurando o Sistema MicroWork ADICION:...2 Inserindo um novo telefone...3 Aba Geral...3 Aba Configurações...4 Configurado
Backup. Permitir a recuperação de sistemas de arquivo inteiros de uma só vez. Backup é somente uma cópia idêntica de todos os dados do computador?
Backup O backup tem dois objetivos principais: Permitir a recuperação de arquivos individuais é a base do típico pedido de recuperação de arquivo: Um usuário apaga acidentalmente um arquivo e pede que
Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos
SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos Prof. Vanderlei Bonato Prof. Cláudio Fabiano Motta Toledo Sumário Análise e solução de
MANUAL DO SISTEMA. Versão 6.04
MANUAL DO SISTEMA Versão 6.04 Inventário Manual...2 Relatório de contagem...2 Contagem...3 Digitação...3 Inventário Programado...6 Gerando o lote...7 Inserindo produtos manualmente no lote...8 Consultando
Orientação a Objetos
1. Domínio e Aplicação Orientação a Objetos Um domínio é composto pelas entidades, informações e processos relacionados a um determinado contexto. Uma aplicação pode ser desenvolvida para automatizar ou
OPENOFFICE PLANILHA SEMANA 4
OPENOFFICE PLANILHA SEMANA 4 Sumário Aula 1...3 Função Somase...3 Função Cont.Se...3 Aula 2...4 Função PROCV...4 Aula 3...6 Gráficos...6 Formatação Automática de Gráficos...6 O PENO FFICE PLANILHA 2 AULA
O Crivo de Eratóstenes. Jones Albuquerque DFM-UFRPE. 2004, Recife - PE.
O Crivo de Eratóstenes Jones Albuquerque DFM-UFRPE 2004, Recife - PE. O Algoritmo O Crivo de Eratóstenes encontra o número de primos menor ou igual a algum inteiro positivo número primo é um número que
b) A quantidade mínima de peças que a empresa precisa vender para obter lucro.
Avaliação Trimestral Amanda Marques Adm-Manhã 1. Uma empresa produz um tipo de peça para automóveis. O custo de produção destas peças é dado por um custo fixo de R$10,00 mais R$5,00 por peça produzida.
Pointer Jumping. odg(v) e idg(v): graus de saída e entrada do vértice v V. um vértice r tal que. O vértice r é dita raíz de T
Pointer Jumping T = (V,E) : árvore direcionada odg(v) e idg(v): graus de saída e entrada do vértice v V um vértice r tal que v V-{r}, odg(v) = 1, odg(r)=0 v V-{r}, um caminho de v a r O vértice r é dita
Revisão: Introdução. - Integração com o AutoManager; 1 Atualização de versão do banco de dados PostgreSQL
Urano Indústria de Balanças e Equipamentos Eletrônicos Ltda. Rua Irmão Pedro 709 Vila Rosa Canoas RS Fone: (51) 3462.8700 Fax: (51) 3477.4441 Características do Software Urano Integra 2.2 Data: 12/05/2014
CT-234. Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural. Carlos Alberto Alonso Sanches
CT-234 Estruturas de Dados, Análise de Algoritmos e Complexidade Estrutural Carlos Alberto Alonso Sanches CT-234 4) Árvores balanceadas AVL, Rubro-Negras, B-Trees Operações em árvores binárias de busca
computador-cálculo numérico perfeita. As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem:
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Departamento de Matemática - CCE Cálculo Numérico - MAT 271 Prof.: Valéria Mattos da Rosa As notas de aula que se seguem são uma compilação dos textos relacionados na bibliografia
Estruturas de Dados I
UFES - Curso de verão 2011 Estruturas de Dados I Profa. Juliana Pinheiro Campos [email protected] Árvores binárias de busca (ou São árvores projetadas para dar suporte a operações de busca de forma eficiente.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO PARANÁ PROJUDI REFORMULAÇÃO DE CUMPRIMENTOS - MANDADOS
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO PARANÁ PROJUDI REFORMULAÇÃO DE CUMPRIMENTOS - MANDADOS 2 SUMÁRIO SEÇÃO 1 - FLUXO DAS VARAS QUE NÃO POSSUEM CENTRAL DE MANDADOS... 03 1. CUMPRIMENTOS (PERFIS DE ANALISTA E TÉCNICO
Guia de boas práticas para realização de Backup
Objetivo Quando o assunto é backup de dados, uma proposição de atividades e procedimentos como sendo a melhor prática pode ser bastante controversa. O que permanece verdadeiro, porém, é que seguir algumas
5 Experiência de implantação do software de roteirização em diferentes mercados
5 Experiência de implantação do software de roteirização em diferentes mercados 5.1 Introdução Após apresentação feita sobre os processos para implantação de um software de roteirização de veículos da
PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES
PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES I INTRODUÇÃO A finalidade destas instruções é determinar os procedimentos básicos para a contagem de inventário. É necessária sua estrita observância
