Informação Estatística Da Indústria Extrativa

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1 Da Indústria Extrativa P O N T O S D E I N T E R E S S E E S P E C I A I S : Elementos Estatísticos da Industria Extrativa (Minas, Pedreiras e Águas) no período de 2010 a 2013 Dados de Produção e Comércio Internacional por sectores de atividade N E S T A E D I Ç Ã O : Síntese 2 Produção 4 - Minérios Metálicos 5 - Minerais de Construção 6 - Minerais Industriais 7 N º 1 6 Introdução A presente publicação divulga as estatísticas da produção (em volume e valor) da indústria extrativa, relativos ao período de 2010 a 2013, elaboradas a partir do Inquérito Estatístico Anual às empresas (Inquérito Único de Minas e de Pedreiras e Boletim Estatístico de Águas). Esta caraterização da produção utiliza metodologias e listas de produtos harmonizados no âmbito da União Europeia. Para além da produção, a presente publicação apresenta dados de vendas por indústria consumidora, comércio internacional, estabelecimentos em atividade e pessoal ao serviço. D E Z E M B R O São abrangidos pelos inquéritos referidos atrás, todos os estabelecimentos (minas, pedreiras e águas) localizados apenas em Portugal continental. Todos os dados de produção apresentados têm como fonte a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG). Os elementos de comércio internacional, têm como base os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatistica (INE) e pela DGEG. Os dados de 2013 correspondem a dados definitivos e os dados de 2010 a 2012 a valores revistos. - Águas Minerais e de Nascente Vendas por Indústria Comércio Internacional Saídas 11 - Entradas 13 Estabelecimentos 14 Pessoal 15

2 P Á G I N A 2 Síntese Portugal apresenta um potencial mineiro considerável que, para além das jazidas conhecidas mundialmente como Neves - Corvo (Cobre e Zinco) e Panasqueira (Tungsténio) e múltiplas ocorrências de feldspato, quartzo, caulino, sal, rochas ornamentais, agregados e águas minerais e de nascente, dispõe de recursos geológicos e minerais bastante relevantes, que interessa investigar e dinamizar no seu espaço marítimo, um dos maiores do mundo (corresponde a cerca de 18 vezes a sua área terrestre). O potencial mineiro de Portugal aliado à dependência da União Europeia em certas matérias-primas existentes no nosso país constitui uma oportunidade para, através do desenvolvimento da indústria extrativa, ajudar a ultrapassar e a colmatar as dificuldades que a economia nacional tem sentido nos últimos anos. Importa alterar o posicionamento da Indústria Extrativa na economia nacional, que por força do seu potencial não se encontrar inteiramente aproveitado, implica que esta detenha ainda uma expressão reduzida no PIB, apesar de se reconhecer como positivo o seu impacto, quer pela dimensão da produção e pelo número de pessoas empregadas, quer pela implantação territorial e pelo dinamismo das exportações, quer pela sua importância nos setores a jusante e que dependem das suas matérias-primas, como sejam essencialmente a transformação de rochas, as indústrias cerâmicas e cimenteiras. Em 2013, o valor da produção da indústria extrativa nacional voltou a retroceder relativamente ao ano anterior, pelo terceiro ano consecutivo, cifrando-se em cerca de 967,6 milhões de euros, dos quais cerca de 45% correspondem à produção de minérios metálicos e 32% à dos minerais para construção (32%). Com exceção da estagnação do sector dos minerais industriais, todos os sectores da Indústria extrativa (minérios metálicos, minerais para construção e águas), sofreram fortes quedas. O valor dos minérios metálicos diminuiu cerca de 5,8% em 2013 em relação ao ano anterior, fruto da diminuição das cotações dos metais, principalmente sentida nos concentrados de cobre que são os principais responsáveis pela produção alcançada (85% do valor). Com a manutenção da conjuntura desfavorável que o setor da construção civil e obras públicas apresentou em 2013, com uma queda global de 15% neste ano, os minerais para construção, fortemente dependentes do mercado nacional, apresentaram novamente decréscimos dos seus valores da ordem dos 3% relativamente a Contudo, e apesar da forte crise, no 2. semestre de 2013 assistiu-se aos primeiros sinais de estabilização do nível de atividade do sector da construção, verificando-se uma atenuação significativa das quebras registadas nos anos transatos, registando-se mesmo variações positivas nas produções de minerais para cimento e cal. Nas rochas ornamentais, verificou-se alguma dinâmica neste setor, especialmente nos mármores e calcários, tendo o valor da produção sido de 161,2 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,7 % relativamente a O setor do engarrafamento de águas minerais e de nascente apresentou em 2013 uma ligeira quebra dos seus valores de produção (-1,8%) pelo terceiro ano consecutivo, alcançando neste ano o volume de produção de 1187 milhões de litros. Em 2013 as vendas em Portugal continental totalizaram 159,9 milhões de euros, com valores de consumo per capita de cerca de 112 Litros, que, com exceção dos últimos dois anos, tem apresentado taxas de crescimento anuais. O contributo da indústria extrativa nacional para a exportação é igualmente importante. Para além do tungsténio da mina da Panasqueira e dos metais básicos (cobre e zinco) das minas de Neves Corvo e de Aljustrel, as rochas ornamentais e alguns minerais industriais (caulinos, areias especiais, feldspatos) abastecem sobretudo os mercados exteriores. Em 2013 o total das exportações atingiu 870 milhões euros, dos quais 436 milhões euros são referentes a minérios metálicos e 372,7 milhões euros a rochas ornamentais. A indústria nacional de rochas ornamentais é tradicionalmente exportadora, sendo a produção nacional bastante apreciada internacionalmente. Em 2013, as exportações destas rochas atingiram novo valor histórico, totalizando 372,7 milhões de euros, conforme referido atrás, com um crescimento médio nos últimos anos da ordem dos 6%. Os principais países de destino continuam a ser a França, a China, a Arábia saudita, a Espanha e Reino Unido. No que respeita à exportação de águas minerais e de nascente, Portugal face à sua capacidade de produção e diversidade de oferta de que dispõe, entre as águas lisas hipossalinas, gasocarbónicas e gaseificadas, continua a fidelizar mercados externos, exportando para mais de 50 países nos cinco continentes. Perspetiva-se a continuidade da procura internacional das águas nacionais, em países e regiões tão distintas como Angola, Moçambique e Guiné Conacri em África, na Europa para o Reino Unido, França ou Suíça e ainda no continente americano para os Estados Unidos e Canadá. Foram exportados 68,8 milhões de litros com um valor de 14,94 milhões de euros, um crescimento quer em volume (1,7%) quer em valor (2,7%) face a 2012, com destaque para as águas minerais.

3 P Á G I N A 3 Quadro Síntese de 2013 Subsetores Emprego Direto Quantidade Produção Valor (10 3 ) Exportação (2) (ton.) (10 3 ) Peso dos Subsetores no Total Ind. Extrativa (valor) Minerais Industriais 739 Ton ,74% Minerais para Construção Ton ,35% Minérios Metálicos Ton ,06% Águas minerais e de nascente (1) Mil litros _ ,85% Total Indústria Extrativa % Fonte: DSMP/Estatistica de Recursos Geológicos e DSRHGP (1) Valor obtido com base nas vendas nacionais de água engarrafada e no termalismo (2) Fonte: INE-Comércio Internacional de Bens Síntese Principais Substâncias Produzidas em 2013

4 P Á G I N A 4 Produção Evolução do Valor da Produção, no período Subsetores (13/12) (10 3 euros) (10 3 euros) (10 3 euros) (10 3 euros) (%) Min. Metálicos ,8 Min. para construção ,3 Min. Industriais ,2 Águas ,3 TOTAL ,6 Nota: Valor das águas é obtido com base nas vendas nacionais de água engarrafada e no termalismo Evolução do Valor da Produção Evolução por subsetores Estrutura do Valor da Produção em 2013

5 P Á G I N A 5 Minérios Metálicos Evolução da Produção por Substâncias Substâncias (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) Con. Cobre Con. Estanho Con. Chumbo Con. Tungsténio Con. Zinco Outros (mistos) TOTAL Evolução do Valor da Produção de Minérios Metálicos

6 P Á G I N A 6 Minerais de Construção Subsetores (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) AGREGADOS MINERAIS PARA CIMENTO E CAL ROCHAS ORNAMENTAIS TOTAL Produção em 2013 por Substâncias AGREGADOS 2013 Variação 13/12 (%) (toneladas) (10 3 euros) Valor Areias e Saibros ,3 Pedra britada calcária ,8 Pedra britada siliciosa ,5 TOTAL ,1 MINERAIS PARA CIMENTO E CAL Estrutura do Valor da produção em Variação 13/12 (%) (toneladas) (10 3 euros) Valor Minerais para cimento ,9 Minerais para cal ,6 TOTAL ,1 ROCHAS ORNAMENTAIS 2013 Variação 13/12 (%) (toneladas) (10 3 euros) Valor Mármores e calcários ,2 Granitos e r. similares ,2 Pedra para calcetamento ,5 Pedra rústica ,8 Ardósia e xistos ,4 TOTAL ,8

7 P Á G I N A 7 Minerais Industriais Subsetores (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) Argila e caulino Sal-gema Outros minerais industriais TOTAL Produção em 2013 por Substâncias MINERAIS INDUSTRIAIS 2013 Variação 13/12 (%) (toneladas) (10 3 euros) Valor Argila comum ,1 Argila especial ,0 Caulino ,0 Areia especial ,6 Calcário p/ ind.tranformadora ,8 Feldspato ,9 Areias feldspáticas ,0 Talco ,4 Pegmatito c/ litio ,5 Sal-gema ,3 Outros ,2 Total Geral ,2 Estrutura do Valor da produção em 2013

8 P Á G I N A 8 Águas Minerais e de Nascente Evolução da produção de Águas Tipologia Variação 13/12 (%) (10 3 litros) (10 3 litros) (10 3 litros) (10 3 litros) Valor Águas de Nascente ,0 Águas Minerais ,1 Engarrafamento ,1 TOTAL ,8 Desagregação da Produção dos Vários Tipos de Águas Engarrafadas em 2013 Tipos de Águas Gaseificada Gasocarbónica Lisa Total Volume produzido(mil Litros) Água de Nascente Água Mineral Natural Total Evolução das Vendas Nacionais de Águas

9 P Á G I N A 9 Vendas por Indústria Consumidora Vendas por Indústria Consumidora em 2013 Nota: Dados de vendas de minerais, rochas e águas distribuídos por indústria consumidora. Não inclui o consumo próprio (produtos produzidos no estabelecimento para integração no processo produtivo de outra unidade de atividade económica diferente daquela em que é produzido. Assim, esta produção não é comercializada, sendo consumida pela própria empresa no exercício de outra atividade industrial.) Indústria Consumidora CAE Valor (10 ) Variação 13/12 (%) Obtenção e primeira transformação de metais preciosos e de outros metais não ferrosos ,5 Engarrafamento de águas minerais naturais e de nascente ,7 Serragem, corte e acabamento de rochas ornamentais e de outras pedras de construção ,4 Engenharia civil ,9 Fabricação de produtos de betão, gesso e cimento ,5 Fabricação de vidro e artigos de vidro ,3 Fabricação de azulejos, ladrilhos, mosaicos e placas de cerâmica ,2 Fabricação de cimento, cal e gesso ,2 Actividades especializadas de construção ,8 Fabricação de produtos químicos de base, adubos e compostos azotados, matérias plásticas e borracha sintética, sob formas primárias ,2 Fabricação de produtos cerâmicos refratários ,4 Fabricação de tijolos, telhas e de outros produtos cerâmicos para a construção ,2 Fabricação de produtos abrasivos e de outros produtos minerais não metálicos ,7 Siderurgia e fabricação de ferro-ligas ,9 Fabricação de pasta, de papel, de cartão e seus artigos ,1 Fabricação de artigos de borracha e de matérias plásticas ,6 Outras actividades de limpeza, n.e ,1 Fabricação de tintas, vernizes e produtos similares; mastiques; tintas de impressão ,0 Outras actividades desportivas ,3 Fabricação de alimentos para animais ,3 Fabricação de pesticidas e de outros produtos agroquímicos ,0 Preparação e conservação de peixe, crustáceos e moluscos ,5 Fabricação de sabões e detergentes, produtos de limpeza e de polimento, perfumes e produtos de higiene ,0 Fabricação de biodisel ,3 Outras actividades de serviços S ,9 Outras indústrias extrativas ,8 Total Geral ,5

10 P Á G I N A 10 A saída de substâncias minerais (incluindo águas) registou em 2013 um ligeiro decréscimo do seu valor relativamente ao ano anterior, alcançando 870 milhões de euros. Os minérios metálicos, que representam cerca de 50% do valor global das saídas tiveram um decréscimo do valor das saídas em 5.5%, apesar do volume ter aumentado 2.2%. Em contrapartida, as rochas ornamentais voltaram a apresentar valores de saídas positivos, com crescimentos da ordem dos 6%, alcançando um valor de exportação de cerca de 372,7 milhões de euros. As entradas, não incluindo petróleo, registaram em 2013 um valor total de cerca de 391 milhões de Euros, acusando um decréscimo significativo de cerca de 23,5% relativamente ao ano anterior, provocado pela diminuição da importação de hulha que representa cerca de 63% do valor total das entradas. Em todos os restantes sectores verificou-se a continuação da diminuição das importações. Com a estagnação do valor global das saídas e a diminuição significativa das entradas, a taxa de cobertura das entradas pelas saídas passou para 222%, no ano de 2013 tendo o saldo mantido um valor positivo de 479 milhões de euros. Comércio Internacional Evolução do Comércio Internacional, no período de Fonte: DGEG com dados base INE (Comércio Internacional de Bens). As entradas não incluem petróleo. As saídas incluem "águas". Evolução do Comércio Internacional, no período de Estrutura do Valor das Saídas e das Entradas em 2013 Valor: 10 6 euros Saídas (FOB) Entradas (CIF) Saldo Taxa de cobertura (%) (10 6 ) 9 (10 6 euros) Saídas (FOB) Entradas (CIF) Saldo Departure Saídas Entradas

11 Nota: P Á G I N A 11 A designação saídas traduz o somatório das expedições para o espaço comunitário com as exportações para países terceiros. Saídas Evolução do Valor das Saídas Subsectores 2011 (11/10) 2012 (12/11) 2013 (13/12) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) Energéticos , , ,8 Min. Metálicos , , ,5 Minerais de Construção , , ,6 Min. Industriais , , ,8 Águas , , ,7 TOTAL , , ,2 Fonte: DGEG com dados base INE (Comércio Internacional de Bens). Valor FOB Principais Substâncias Exportadas em 2013

12 P Á G I N A 1 2 Evolução da Exportação de Minérios Metálicos Evolução da Exportação de Rochas Ornamentais Evolução da Exportação de Águas Engarrafadas (no decénio)

13 Nota: P Á G I N A 1 3 A d e s i g n a ç ã o entradas traduz o s o m a t ó r i o d a s chegadas de países comunitários, com as importações provenientes de países terceiros. Entradas Evolução do Valor das Entradas Subsectores 2011 (11/10) 2012 (12/11) 2013 (13/12) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) Energéticos , , ,3 Minérios Metálicos , , ,0 Minerais de Construção , , ,1 Minerais Industriais , , ,6 TOTAL , , ,5 Fonte: DGEG com dados base INE (Comércio Internacional de Bens). Valor CIF (não inclui petróleo) Principais Substâncias Importadas em 2013

14 P Á G I N A 1 4 Estabelecimentos em Atividade Número de Estabelecimentos em atividade SUBSECTOR MINÉRIOS METÁLICOS Min. Metálicos N/Ferrosos MINERAIS PARA CONSTRUÇÃO Agregados Areias e Saibros Pedra britada calcária Pedra britada siliciosa Min. Para Cimento e Cal Min. Para cal Min. Para Cimento Rochas Ornamentais Ardósia Granito ornamental e r.similares Mármores e calcários Pedra para calcetamento Pedra rústica MINERAIS INDUSTRIAIS Argila e Caulino Outros minerais industriais Sal-gema ÁGUAS Termalismo Engarrafamento Total Geral Evolução do nº de Estabelecimentos em Atividade

15 P Á G I N A 1 5 Pessoal ao Serviço Número de Pessoal ao Serviço SUBSECTOR Nota: O pessoal ao Serviço diz apenas respeito ao emprego direto declarado nos estabelecimentos em atividade. Inclui o pessoal operário, técnico e administrativo exclusivamente afeto aos estabelecimentos. MINÉRIOS METÁLICOS Min. Metálicos N/Ferrosos MINERAIS PARA CONSTRUÇÃO Agregados Areias e Saibros Pedra britada calcária Pedra britada siliciosa Min. Para Cimento e Cal Min. Para cal Min. Para Cimento Rochas Ornamentais Ardósia Granito ornamental e r.similares Mármores e calcários Pedra para calcetamento Pedra rústica MINERAIS INDUSTRIAIS Argila e Caulino Outros minerais industriais Sal-gema ÁGUAS Termalismo Engarrafamento Total Geral Evolução do nº de Pessoal ao Serviço

16 P Á G I N A 1 6 Edição: Núcleo de da Direção de Serviços de Minas e Pedreiras Colaboração: Direção de Serviços de Recursos Hidrogeológicos, Geotérmicos e Petróleo Fontes: Dados de produção de minas e pedreiras: Direção de Serviços de Minas e Pedreiras Dados de águas minerais e de nascente: Direção de Serviços de Recursos Hidrogeológicos, Geotérmicos e Petróleo Elementos de comércio internacional: Instituto Nacional de Estatistica (INE) e Direção Geral de Energia e Geologia. Para informações adicionais contacte a estatística de recursos geológicos da DGEG: Contactos: Av. 5 de Outubro, nº 208 (Edifício Sta. Maria) LISBOA Tel.: / Fax: Correio eletrónico: [email protected] A obtenção de estatísticas oficiais de qualidade depende do rigor da resposta aos nossos inquéritos. Para este efeito, a colaboração das empresas no preenchimentos dos inquéritos estatísticos é indispensável. A DGEG garante a confidencialidade da informação que lhe é confiada para a produção das estatísticas oficiais, nos termos do disposto na Lei do Sistema Estatístico Nacional.

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