Informação Estatística Da Indústria Extractiva
|
|
|
- Leandro Cortês de Sá
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Da Indústria Extractiva P O N T O S DE I N T E R E S S E E S P E C I A I S : Elementos Estatísticos da Industria Extractiva no período de 2007 a 2010 Dados de Produção e Comércio Internacional por sectores de actividade N E S T A E D I Ç Ã O : Síntese 1 Produção 2 - Minérios Metálicos 3 - Minerais de Construção 4 - Minerais Industriais 5 - Águas Minerais e de Nascente Comércio Internacional Saídas 7 - Entradas 8 Estabelecimentos 9 Pessoal 10 N º 1 3 E D I Ç Ã O E S P E C I A L Síntese No ano de 2010 o valor de produção da indústria extractiva nacional aumentou cerca de 32% em relação a 2009, alcançando milhões de Euros. Este ano, contrariando a queda de 2008 e 2009, foi um bom ano para o sector da indústria extractiva nacional, fundamentalmente para o sector dos minerais metálicos. Com a manutenção das cotações dos metais em alta, verificou-se um forte interesse no investimento em novos projectos, nomeadamente de ouro, metais básicos e volfrâmio. O valor dos minérios metálicos aumentou 49% em 2010, em relação ao ano anterior, alcançando cerca de 427,6 milhões de Euros, impulsionado pela nova subida das cotações dos metais, aproximando-se dos valores atingidos em O sector do engarrafamento de águas naturais e de nascente mais uma vez apresentou uma taxa de crescimento significativa (cerca de 17%), alcançando neste ano o volume de produção de milhões de litros, correspondendo a cerca de 276 milhões de Euros. Temse vindo a verificar um aumento do consumo de água engarrafada ao longo dos anos, em todo o mundo. Em Portugal, os dados estatísticos apontam para valores de consumo de 107,9 Litros/habitante/ano. Portugal face à diversidade significativa de oferta, entre as águas lisas, gasocarbónicas e gaseificadas, tem estado a fidelizar alguns mercados externos, apreciadores das águas hipossalinas. Nesse sentido perspectiva-se a continuidade do aumento da procura internacional das águas nacionais, com especial incidência nos países dos PALOP e EUA. As rochas ornamentais e industriais, apesar da conjuntura desfavorável que o sector da construção civil e obras públicas atravessa, continuam a ser o principal D E Z E M B R O sector da indústria extractiva, representando cerca de 41% do seu valor global em Nos mármores verificou-se uma diminuição muito significativa da produção, principalmente em 2009, que resultou da crise que o sector hoje vive, provocada pela globalização e pela deficiente estrutura comercial das empresas Portuguesas junto dos mercados externos, principal meio de escoamento dos seus produtos. A saída de substâncias minerais (incluindo águas) registou em 2010 um acréscimo relativamente ao ano anterior de cerca de 20% do seu valor. Esta variação deveu-se essencialmente aos minérios metálicos que representam cerca de 53% do valor global das saídas e tiveram um aumento de mais de 37%, impulsionado pelo crescimento das cotações do cobre, que representam mais de 50% das saídas. Nas rochas ornamentais, que representam cerca de 40% do valor global das saídas, verificou-se um ligeiro aumento do valor das exportações, que se deveu essencialmente à saída de granitos e rochas similares. As entradas, não incluindo petróleo, registaram em 2010 um valor total de cerca de 343,5 milhões de Euros, acusando um decréscimo de cerca de 22% relativamente ao ano anterior, provocado pela diminuição do valor da hulha, que representa cerca de 53% do valor total das entradas e pela diminuição da importação dos minerais industriais em cerca de 14%. Com o acréscimo do valor global das entradas e a diminuição das saídas, a taxa de cobertura das entradas pelas saídas aumentou para 214%, no ano de 2010, tendo o saldo alcançado um valor positivo de 392 milhões de euros.
2 P Á G I N A 2 Produção Evolução do Valor da Produção, no período Subsectores (10/09 (10 3 euros) (10 3 euros) (10 3 euros) (10 3 euros) (%) Minérios Metálicos ,7 Minerais para construção ,0 Minerais Industriais ,6 Águas ,8 TOTAL ,2 Evolução do Valor da Produção (10 6 euros) 1400 Evolução por subsectores Min. Metálicos Min. Para construção Min. Industriais Águas Estrutura do Valor da Produção em 2010 Min. Industriais 4% Águas 22% Minérios Metálicos 33% Min. p/construção 41%
3 P Á G I N A 3 Principais Substâncias Produzidas em 2010 Minérios de cobre Pedra britada Águas minerais e de nascente Mármores e calcarios ornamentais Granito ornamental e similares Areias Pedra para calçada e rústica Calcário e marga para cimento Sub. minerais diversas Minérios Metálicos Evolução da Produção por Substâncias 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 (% Valor) Substâncias (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) Con. Cobre Conc. Estanho Con. Tungsténio Conc. Zinco Outros (mistos) TOTAL Evolução do Valor da produção de Minérios Metálicos 10 3 euros Con. Cobre Conc. Estanho Con. Tungsténio Conc. Zinco Outros (mistos) TOTAL
4 P Á G I N A 4 Minerais de Construção Substâncias (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) Agregados Minerais para cimento e cal Rochas Ornamentias TOTAL Produção em 2010 por Substâncias Agregados 2010 (toneladas) (10 3 euros) Areias e Saibros Pedra britada calcária Pedra britada siliciosa TOTAL Minerais p/ cimento e cal 2010 (toneladas) (10 3 euros) Minerais para cimento Minerais para cal TOTAL Rochas Ornamentais 2010 (toneladas) (10 3 euros) Mármores e calcários Granitos e r. similares Pedra para calcetamento Pedra rústica Ardósia e xistos TOTAL
5 P Á G I N A 5 Minerais Industriais Substâncias (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) (toneladas) (10 3 euros) Argila e caulino Sal-gema Outros minerais industriais TOTAL Águas Minerais e de Nascente Substâncias (10 3 litros) (10 3 euros) (10 3 litros) (10 3 euros) (10 3 litros) (10 3 euros) (10 3 litros) (10 3 euros) Águas de Nascente Águas Minerais Engarrafamento Termalismo _ _ TOTAL Evolução da quantidade produzida de águas 10 6 litros Águas Minerais
6 P Á G I N A 6 Comércio Internacional Evolução do Comércio Internacional, no período de Valor: 10 6 euros Saídas (FOB) Entradas (CIF) Saldo Taxa de cobertura (%) Nota: Os elementos de comércio internacional da indústria extractiva, têm como base os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatistica (INE) e pela Direcção Geral de Energia e Geologia, r e l a t i v a m e n t e a o período de Janeiro a Dezembro de cada ano. A designação saídas traduz o somatório das expedições para o espaço comunitário com as exportações para países terceiros. De igual modo, a designação entradas traduz o somatório das chegadas de países comunitários, com as importações provenientes de países terceiros. Fonte: DGEG com dados base INE. As entradas não incluem petróleo. As saídas incluem "águas". (10 6 euros) Saídas (FOB) Entradas (CIF) Saldo Estrutura do Valor das Saídas e das Entradas em 2010 Saídas Entradas
7 P Á G I N A 7 Saídas Evolução do Valor das Saídas Subsectores 2007 (07/06) 2008 (08/07) 2009 (09/08) 2010 (10/09) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) Energéticos , , , ,4 Min. Metálicos , , , ,8 Minerais de Construção , , , ,2 Min. Industriais , , , ,2 Águas , , , ,6 TOTAL , , , ,3 Fonte: DGEG com dados base INE. Comércio Internacional. Valor FOB Principais Substâncias Exportadas em 2010
8 P Á G I N A 8 Entradas Evolução do Valor das Entradas Subsectores 2007 (07/06) 2008 (08/07) 2009 (09/08) 2010 (10/09) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) (10 3 euros) (%) Energéticos , , , ,9 Min. Metálicos , , , ,9 Min. de Construção , , , ,8 Minerais Industriais , , , ,1 TOTAL , , , ,3 Fonte: DGEG com dados base INE. Comércio Internacional. Valor CIF (não inclui petróleo) Principais Substâncias Importadas em 2010
9 P Á G I N A 9 Estabelecimentos em Actividade Número de Estabelecimentos em actividade em 2008, 2009 e 2010 SUBSECTOR MINÉRIOS METÁLICOS Min. Metálicos N/Ferrosos MINERAIS PARA CONSTRUÇÃO Agregados Areias e Saibros Pedra britada calcária Pedra britada siliciosa Min. Para Cimento e Cal Min. Para cal Min. Para Cimento Rochas Ornamentais Ardósia Granito ornamental e r.similares Mármores e calcários Pedra para calcetamento Pedra rústica MINERAIS INDUSTRIAIS Argila e Caulino Outros minerais industriais Sal-gema ÁGUAS Termalismo Engarrafamento Total Geral Evolução do nº de Estabelecimentos em actividade número
10 P Á G I N A 10 Pessoal ao Serviço SUBSECTOR Nota: O pessoal ao Serviço diz apenas respeito ao e m p r e g o d i r e c t o d e c l a r a d o p o r estabelecimento. Inclui o pessoal operário, técnico e administrativo exclusivamente afecto aos estabelecimentos. MINÉRIOS METÁLICOS Min. Metálicos N/Ferrosos MINERAIS PARA CONSTRUÇÃO Agregados Areias e Saibros Pedra britada calcária Pedra britada siliciosa Min. Para Cimento e Cal Min. Para cal Min. Para Cimento Rochas Ornamentais Ardósia Granito ornamental e r.similares Mármores e calcários Pedra para calcetamento Pedra rústica MINERAIS INDUSTRIAIS Argila e Caulino Outros minerais industriais Sal-gema ÁGUAS Termalismo Engarrafamento Total Geral Av. 5 de Outubro, nº LISBOA Para informações adicionais contacte a estatística de recursos geológicos da DGEG. Tel: Fax: Correio electrónico: [email protected]
Informação Estatística Da Indústria Extrativa
Da Indústria Extrativa P O N T O S D E I N T E R E S S E E S P E C I A I S : N º 1 5 D E Z E M B R O 2 0 1 3 Elementos Estatísticos da Industria Extrativa no Introdução período de 2009 a 2012 Dados de
Informação Estatística Da Indústria Extrativa
Da Indústria Extrativa P O N T O S D E I N T E R E S S E E S P E C I A I S : Elementos Estatísticos da Industria Extrativa (Minas, Pedreiras e Águas) no período de 2010 a 2013 Dados de Produção e Comércio
Prospeção, pesquisa e exploração de recursos minerais na Região Norte. Paulo Pita. Porto 29 de outubro de 2018
Prospeção, pesquisa e exploração de recursos minerais na Região Norte Paulo Pita Porto 29 de outubro de 2018 Direção Geral de Energia e Geologia - DGEG Energia Combustíveis Recursos Geológicos Direção
Recursos Minerais do Centro de Portugal
Workshop Iniciativa Matérias Primas: Oportunidades e desafios para a Indústria Extractiva Recursos Minerais do Centro de Portugal Jorge M. F. Carvalho Unidade de Recursos Minerais e Geofísica, LGM CCDR
ECONOMIA MINERAL DO BRASIL. Agosto/2018
ECONOMIA MINERAL DO BRASIL Agosto/2018 RELAÇÃO ENTRE OCORRÊNCIAS MINERAIS 1.000 anomalias 100 alvos sondados 15 depósitos minerais 4 jazidas Capital de Alto Risco para a Pesquisa Mineral 2 bons projetos
TEMA II. OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E POTENCIALIDADES
TEMA II. OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E POTENCIALIDADES Preparação para exame nacional Geografia A 1/7 2.1.1. As áreas de exploração dos recursos minerais Síntese: A diversidade
Importações e exportações de mercadorias. Taxas de variação em valor, volume e preço por produto - Janeiro a dezembro de 2016
Em Análise Importações e exportações de mercadorias. Taxas de variação em valor, volume e preço por produto - Janeiro a dezembro de 2016 Walter Anatole Marques 1 1 - Nota introdutória O presente trabalho
ECONOMIA MINERAL DO BRASIL. Setembro/ 2018
ECONOMIA MINERAL DO BRASIL Setembro/ 2018 1 RELAÇÃO ENTRE OCORRÊNCIAS MINERAIS Capital de Alto Risco para a Pesquisa Mineral Fonte: IBRAM pag. 2 pag. 3 9.415 MINAS EM REGIME DE CONCESSÃO DE LAVRA 154 Grandes
OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E POTENCIALIDADES. Diversidade de recursos do subsolo
OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E POTENCIALIDADES. Diversidade de recursos do subsolo A quantidade e a diversidade dos recursos minerais existentes no solo e no subsolo nacionais
FIMAP AEP / GABINETE DE ESTUDOS
FIMAP AEP / GABINETE DE ESTUDOS MARÇO DE 2010 1. Variáveis das empresas A fabricação de máquinas para trabalhar madeira insere-se na CAE 294 Fabricação de máquinas ferramentas, que, por sua vez, está contemplada
COMÉRCIO EXTERNO DA MINERAÇÃO BRASILEIRA. Janeiro/ 2019
COMÉRCIO EXTERNO DA MINERAÇÃO BRASILEIRA Janeiro/ 2019 1 COMÉRCIO EXTERNO SETOR MINERAL Exportações x Importações x Saldo do Setor Mineral Valores em US$ FOB 2018 2017 8.478.911.898 7.905.118.385 29.958.635.282
Em Junho, o indicador de sentimento económico aumentou +1.8 pontos na União Europeia e na Área Euro.
Jun-03 Jun-04 Jun-05 Jun-06 Jun-07 Jun-08 Jun-09 Jun-10 Jun-11 Análise de Conjuntura Julho 2013 Indicador de Sentimento Económico Em Junho, o indicador de sentimento económico aumentou +1.8 pontos na União
DÉFICE DA BALANÇA COMERCIAL CONTINUA A DIMINUIR
09 de Maio de 2003 Estatísticas do Comércio Internacional Janeiro a Fevereiro de 2003 DÉFICE DA BALANÇA COMERCIAL CONTINUA A DIMINUIR O défice da balança comercial registou, nos dois primeiros meses de
Quantidade e diversidade dos recursos minerais depende de: Características geológicas das várias unidades geomorfológicas
Recursos do subsolo Quantidade e diversidade dos recursos minerais depende de: Características geológicas das várias unidades geomorfológicas Produção dos recursos minerais depende de: Existência de jazidas
Recursos Minerais da Área Metropolitana de Lisboa. Estado Actual do Conhecimento
Recursos Minerais da Área Metropolitana de Lisboa Estado Actual do Conhecimento A Importância do Planeamento e Ordenamento dos Recursos Minerais Recursos minerais = património natural Promoção da importância
EXPORTHOME AEP / GABINETE DE ESTUDOS
EXPORTHOME AEP / GABINETE DE ESTUDOS DEZEMBRO DE 2010 1 Índice 1. Variáveis das empresas... 3 2. Comércio internacional de outros móveis e suas partes (NC 9403)... 10 2.1 Evolução das saídas e entradas...
PORTUGAL - COMÉRCIO INTERNACIONAL DE BENS
PORTUGAL - COMÉRCIO INTERNACIONAL DE BENS ANÁLISE DA RECENTE EVOLUÇÃO Janeiro 2018 Classificação de Informação: Pública ÍNDICE 1. Balança de Bens Resumo executivo Quadro resumo Comportamento do saldo Evolução
ECONOMIA MINERAL DO BRASIL. Março/2018
ECONOMIA MINERAL DO BRASIL Março/2018 RELAÇÃO ENTRE OCORRÊNCIAS MINERAIS 1.000 anomalias 100 alvos sondados 15 depósitos minerais 4 jazidas Capital de Alto Risco para a Pesquisa Mineral 2 bons projetos
Comércio Internacional de bens: exportações aumentaram 1,0% e importações diminuíram 6,4%
Estatísticas do Comércio Internacional Janeiro 2013 12 de março de 2013 Comércio Internacional de bens: exportações aumentaram 1,0% e importações diminuíram 6,4% As exportações de bens aumentaram 1,0%
GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.
Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 11 novembro 2016 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério
Exploração Sustentada de Recursos Geológicos. Aula nº88 29 Maio 09 Prof. Ana Reis
Exploração Sustentada de Recursos Geológicos Aula nº88 29 Maio 09 Prof. Ana Reis A nossa sociedade assenta sobre, e está dependente, da utilização de recursos como a água, solo, florestas e minerais. O
A Indústria Portuguesa de Moldes
A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer pelo conjunto
Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de fevereiro de 2013
Nota de Informação Estatística Lisboa, de fevereiro de 3 Banco de Portugal divulga estatísticas da balança de pagamentos e da posição de investimento internacional referentes a O Banco de Portugal publica
Situação Actual da Indústria Portuguesa de Moldes
Situação Actual da Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa,
EVOLUÇÃO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS DO SECTOR DAS CARNES
EVOLUÇÃO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS DO SECTOR DAS CARNES Versão actualizada em Fevereiro de 211 Observatório dos Mercados Agrícolas e das Importações Agro-Alimentares EVOLUÇÃO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS DO
Information Bureau 2016 CORTIÇA EM NÚMEROS
Information Bureau 2016 CORTIÇA EM NÚMEROS ÍNDICE MONTADO... 3 ÁREA DE MONTADO... 3 PRODUÇÃO DA CORTIÇA... 4 INDÚSTRIA... 5 TECIDO EMPRESARIAL... 5 PRINCIPAIS ACTIVIDADES... 5 MERCADO INTERNACIONAL DA
Conjuntura da Construção n.º 76 junho / 2014 CONSTRUÇÃO CAI 6% NO 1.º TRIMESTRE COM PERSPETIVAS MAIS FAVORÁVEIS PARA O 2.
Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Conjuntura da Construção n.º 76 junho
BOLETIM MENSAL JANEIRO DE 2017 Situação Monetária e Cambial. BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Disponível em:
BOLETIM MENSAL JANEIRO DE 2017 Situação Monetária e Cambial BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Disponível em: www.bcstp.st/publicações Banco Central de S. Tomé e Príncipe Índice 1. SITUAÇÃO MONETÁRIA
G PE AR I. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 03 março 2011
Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 3 março 211 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_
Cork Information Bureau Pág. 1 CORTIÇA EM NÚMEROS. Cork Information Bureau 2015 CORTIÇA EM NÚMEROS. apcor.pt
Pág. 1 Cork Information Bureau 2015 Cork Information Bureau 2015 CORTIÇA EM NÚMEROS apcor.pt Cork Information Bureau 2015 Pág. 2 Índice MONTADO... 3 ÁREA DE MONTADO... 3 PRODUÇÃO DA CORTIÇA... 4 INDÚSTRIA...
SÍNTESE DE CONJUNTURA
SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal outubro 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...
ECONOMIA MINERAL. Setembro/2017
ECONOMIA MINERAL Setembro/217 PRODUÇÃO MINERAL BRASILEIRA (PMB) Valores em US$ bilhões 6 5 4 3 2 1 39 53 48 44 4 26 24 25 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2 21 22 23 24 25 26 27 28 29 21 211 212 213 214 215
Recursos Geológicos. Área sectorial. Designação do documento Relatório Final. Contacto da equipa Autor: DGEG. Data
Área sectorial Recursos Geológicos Designação do documento Relatório Final Contacto da equipa Autor: DGEG Data 23 05 2008 A Indústria Extractiva na Região Oeste e Vale do Tejo Introdução Os recursos geológicos
MATÉRIAS-PRIMAS MINERAIS MINÉRIOS-SUSTENTABILIDADE-ECONOMIA
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS E DE PETRÓLEO MATÉRIAS-PRIMAS MINERAIS MINÉRIOS-SUSTENTABILIDADE-ECONOMIA MINERAIS COMO INSUMOS INDUSTRIAIS Características
Recursos Minerais: o potencial de Portugal Portugal Mineral Potencial. Jorge Carvalho, Laboratório Nacional de Energia e Geologia
INICIATIVA MATÉRIAS PRIMAS: RUMO AO FORNECIMENTO SEGURO E À GESTÃO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS MINERAIS EUROPEUS 23 de Fevereiro de 2010 Raw Materials Initiative: towards to mineral resources secure supply
ECONOMIA MINERAL Dados sobre Brasil e Estado de Minas Gerais
ECONOMIA MINERAL Dados sobre Brasil e Estado de Minas Gerais Setembro/217 PRODUÇÃO MINERAL BRASILEIRA (PMB) Valores em US$ bilhões 6 5 4 3 2 1 39 53 48 44 4 26 24 25 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2 21
A Indústria Portuguesa de Moldes
A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer por uma competitiva
SÍNTESE DE CONJUNTURA
SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal julho 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...
