Setor de Bens de Capital 1
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- Octavio Vilalobos Canedo
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1 Setor de Bens de Capital 1 A indústria de Bens de Capital (BC) que produz máquinas e equipamentos é tradicionalmente reconhecida como um componente estratégico de um padrão de desenvolvimento rápido e sustentado, em função dos papéis que desempenha nos processos de acumulação de capital e geração e difusão do progresso técnico. Considerando os diversos aspectos econômicos existentes no início dos anos 90 e das mudanças institucionais dessa década, verificou-se uma difusão tecnológica diferenciada nas empresas (paradigma microeletrônico), e alteraram-se as condições de sobrevivência e desenvolvimento no setor, ampliando a heterogeneidade entre os fabricantes de bens de capital e os produtos ofertados. A oferta de bens de capital mecânicos no Brasil mostra maior competitividade em produtos de média e baixa intensidade tecnológica, e que são caracterizados por serem intensivos em insumos e em mão-de-obra, pois o Brasil além de possuir uma boa oferta de aço, possui ainda baixos salários. Existem várias empresas, tanto nacionais quanto estrangeiras, explorando esses mercados. Em outro extremo estão os bens de capital sob encomenda, geralmente envolvendo um conjunto muito mais complexo de conhecimentos técnicos e de produção. Nesses segmentos predominam as empresas de capital estrangeiro. Empresas multinacionais definiram que o Brasil se constitui na sua base produtiva para atendimento do mercado sul-americano. Nesses casos, os produtos fabricados no Brasil estão entre os menos sofisticados da pauta de produção dessas empresas. Outro conjunto de bens de capital são produzidos no Brasil em função da existência de algum mercado interno relevante ao mesmo tempo em que o custo de transporte é significativo. Nesses casos, a proximidade física do mercado reduz os custos de transportes. Durante a década de 90, as cadeias produtivas da indústria de Bens de Capital sofreram um grande processo de internacionalização devido à abertura econômica e às crises econômicas ocorridas nesse período. Outro fator, é que alguns componentes que constituem elos de cadeias produtivas são importados, o que fragiliza a indústria nacional. Outros problemas enfrentados por essa indústria são: pequena escala de produção; capacidade técnica limitada em engenharia de produto e processo, e baixo nível de automação eletrônica de processos. O setor de bens de capital foi um dos quatro setores escolhidos como estratégico pelo governo Lula em seu primeiro mandato, com a redução do IPI (Imposto sobre Produto 1 Texto produzido pela Subseção do DIEESE CNM/CUT FEM-CUT/SP. Técnicos responsáveis: Rafael Serrao e André Cardoso. 1
2 Industrializado) para cerca de 390 tipos de máquinas e equipamentos a partir de 2004 (Decreto 4955), que sofreram nova redução e/ou isenção total em 2005 (Decreto 5468). Nesse período foram criadas também linhas especiais de financiamento para compra de máquinas e equipamentos. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) anunciado no início de 2007 alterou o tempo de depreciação de máquinas e equipamentos, incentivando as empresas a trocarem máquinas antigas por novas, alterou algumas medidas fiscais e creditícias que favorece todos os setores, além do que, esse setor deve ser beneficiado indiretamente com o aumento da demanda de máquinas e equipamentos pelos setores de infra-estrutura que serão o foco do programa. O cenário futuro promete manter o setor aquecido no país, o PAC 2, assim como os grandes eventos esportivos programados para ocorrer no país (Olimpíadas e Copa do Mundo de Futebol), demandarão a indústria de máquinas e equipamentos. QUADRO 1 Indicadores econômicos da indústria de bens de capital Indicador Bens de Capital Pessoal ocupado (dez/10) Remuneração média produção (dez/2010) R$ 1.529,11 Exportações (2010) R$ 16,2 bilhões Importações (2010) R$ 43,8 bilhões Saldo da BC (2010) R$ -27,6 bilhões Faturamento (2010) R$ 71,8 bilhões Consumo aparente (2010) R$ 99,5 bilhões Capacidade ociosa (dez/2010) 17,7% Fonte: RAIS 2009; CAGED 2010 e Abimaq. Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. O setor de bens de capital (máquinas e equipamentos) é um dos com maior presença no território nacional: os trabalhadores (21,4% do ramo metalúrgico) estão distribuídos por municípios. São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro são as unidades da federação com grandes concentrações de trabalhadores, isto é, nesses estados estão presentes os municípios com mais de 10 mil ocupados (Mapa 1). MAPA 1 Distribuição geográfica dos trabalhadores do setor de bens de capital Brasil, 2010* 2
3 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. Nota: para 2010 o dado apresentado refere-se ao CAGED de dezembro, no momento de divulgação da RAIS 2010 o total de emprego pode ser diferente por razões de ajustes tradicionalmente feitos pelo MTE. O Sudeste e o Sul representam juntos aproximadamente 80,0% do emprego da indústria de bens de capital, com respectivamente, 63,2% e 27,8% do total de ocupados. Na esfera estadual destacam-se: São Paulo (46,7%); Rio Grande do Sul (12,9%) e Santa Catarina (8,6%) (Tabela 1). TABELA 1 Distribuição dos trabalhadores do setor de bens de capital segundo unidade da federação e grandes regiões Brasil, 2010* Unidade da Federação e Região Geográfica Nº trab. % 3
4 CENTRO-OESTE ,2 DF ,3 GO ,2 MS ,3 MT ,4 NORDESTE ,0 AL ,3 BA ,8 CE ,7 MA ,3 PB 980 0,2 PE ,3 PI 348 0,1 RN ,3 SE 569 0,1 NORTE ,8 AC 58 0,0 AM ,0 AP 133 0,0 PA ,3 RO ,4 RR 17 0,0 TO 238 0,0 SUDESTE ,2 ES ,2 MG ,7 RJ ,5 SP ,7 SUL ,8 PR ,3 RS ,9 SC ,6 Total ,0 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. Nota: para 2010 o dado apresentado refere-se ao CAGED de dezembro, no momento de divulgação da RAIS 2010 o total de emprego pode ser diferente por razões de ajustes tradicionalmente feitos pelo MTE. A presença de mulheres no setor de bens de capital (13,0%) também fica abaixo da média nacional do ramo (17,2%) (Gráfico 1). 4 GRÁFICO 1 Distribuição dos trabalhadores do setor de bens de capital segundo gênero
5 Brasil, 2010* 13,0 87,0 Homens Mulheres Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. Nota: para 2010 o dado apresentado refere-se ao CAGED de dezembro, no momento de divulgação da RAIS 2010 o total de emprego pode ser diferente por razões de ajustes tradicionalmente feitos pelo MTE. Como nos demais setores a indústria de bens de capital concentra parcela significativa dos ocupados na produção (58,7%). As ocupações da área administrativa aparece com 13,3% dos ocupados e as áreas de apoio à produção e serviços gerais com 12,8% do total de trabalhadores (Tabela 2). TABELA 2 Distribuição dos trabalhadores do setor de bens de capital segundo ocupação Brasil, 2010* Ocupação Nº Trab. % Áreas administrativas ,3 Áreas de apoio a produção e serviços gerais ,8 Gerência ,5 Produção ,7 Técnicas (médio e superior) ,7 Não especificado 13 0,0 Total ,0 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. Nota: para 2010 o dado apresentado refere-se ao CAGED de dezembro, no momento de divulgação da RAIS 2010 o total de emprego pode ser diferente por razões de ajustes tradicionalmente feitos pelo MTE. A idade dos trabalhadores se distribui de maneira bastante homogenia, entretanto destaca-se que em comparação com os demais setores o número de jovens (20,1%) é grande (Gráfico 2). 5
6 GRÁFICO 2 Distribuição dos trabalhadores do setor de bens de capital segundo faixa etária Brasil, ,0 28,3 25,0 20,0 20,1 19,6 20,0 15,0 11,5 10,0 5,0 0,0 Até 24 anos 25 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 64 anos Acima de 65 anos 0,5 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. O setor de bens de capital possui a característica de ser o que menos conta com trabalhadores em grandes empresas (somente 17,9% está em estabelecimentos com mais de 500 trabalhadores), ao passo que a faixa de maior ocorrência é a de 10 a 99 trabalhadores (42,9%) (Tabela 3). TABELA 3 Distribuição dos trabalhadores do setor de bens de capital segundo tamanho do estabelecimento Brasil, 2009 Faixa de trabalhadores Nº trab. % Até 9 trabalhadores ,9 De 10 a 99 trabalhadores ,6 De 100 a 499 trabalhadores ,5 Acima de 500 trabalhadores ,9 Total ,0 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. Ao analisar a remuneração média dos trabalhadores da produção, observa-se que os homens recebem em média 53,4% mais que as mulheres, resultado da diferença entre R$ 1.548,80 e R$ 1.009,55, tal como exposto pela Tabela 4. 6
7 TABELA 4 Remuneração média dos trabalhadores da PRODUÇÃO do setor de bens de capital segundo unidade da federação Brasil, 2010* Diferença Gênero Rendimento médio homem/mulher Mulher 1.009,55 Homem 1.548,80 Total 1.529,11 53,4 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. Nota: para 2010 o dado apresentado refere-se ao CAGED de dezembro, no momento de divulgação da RAIS 2010 o total de emprego pode ser diferente por razões de ajustes tradicionalmente feitos pelo MTE. A Tabela 5 mostra que 46,7% dos metalúrgicos do setor de bens de capital possuem ensino médio completo e 15,6% ensino fundamento completo. Já o percentual de trabalhadores com superior completo é menor: 9,3% do total. TABELA 5 Escolaridade dos trabalhadores do setor de bens de capital Brasil, 2009 Escolaridade Nº trab. % Analfabeto 649 0,1 5º ano incompleto ,6 5º ano completo ,7 9ª incompleto ,8 Ensino Fundamental completo ,6 Ensino Médio Incompleto ,8 Ensino Médio completo ,7 Superior incompleto ,3 Superior completo ,3 Total ,0 Fonte: RAIS 2009 e CAGED Elaboração: Subseção DIEESE CNM/CUT-FEM/CUT. 7
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