AGRUPAMENTO ESCOLAS de CRISTELO

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1 DE ESCOLAS DE CRISTELO] [2013/2017] AGRUPAMENTO ESCOLAS de CRISTELO [REGULAMENTO INTERNO] Página 159

2 Índice Introdução Capítulo I Disposições Gerais Missão Âmbito de aplicação Caracterização geral do Agrupamento Capítulo II Administração e Gestão do Agrupamento Definição Órgãos de Direção, Administração e Gestão Conselho Geral Composição do Conselho Geral Competências do Conselho Geral Designação de representantes Eleições do Conselho Geral Produção de efeitos Mandato dos Membros do Conselho Geral Reunião do Conselho Geral Diretor Subdiretor e adjuntos do Diretor Competências do Diretor Recrutamento do Diretor Posse Mandato e Cessação do mandato Regime de exercício de funções Direitos do Diretor Página 1

3 Direitos específicos Deveres específicos Assessoria da Direção Coordenação de Estabelecimento de Educação Pré Escolar e de Escola do 1º Ciclo Competências do Coordenador de Estabelecimento Conselho Pedagógico Composição do Conselho Pedagógico Competências do Conselho Pedagógico Funcionamento Conselho Administrativo Composição do Conselho Administrativo Competências do Conselho Administrativo Funcionamento Organização Pedagógica Estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica Funções das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica Secção I Articulação e gestão curricular Departamentos Composição Eleição e mandato do Coordenador Competências dos diferentes Departamentos Funcionamento Competências dos Coordenadores de Departamento Secção II Organização e Acompanhamento Organização das atividades da turma Página 2

4 Competências do Educador titular de turma na Educação Pré-escolar Competências do Professor titular de turma de 1º Ciclo Constituição e funcionamento dos conselhos de turma Competências do Conselho de Turma Diretor de Turma Competências do Diretor de Turma Composição do Conselho de Diretores de Turma Coordenador de Diretores de Turma Competências do Coordenador dos Diretores de Turma Conselhos de ano/grupo disciplinar Funcionamento Competências comuns dos representantes do conselho de ano/grupo disciplinar Conselhos de ano Composição dos conselhos de ano Professor Tutor Competências do Professor Tutor Secção III Outras Estruturas de Coordenação Subsecção I Coordenação do Plano Tecnológico (PTE) e Plano Anual de Atividades (PAA) Designação Composição Competências Subsecção II Coordenação dos Cursos CEF, Cursos Vocacionais e Cursos de protocolo com o IEFP 46 Designação Coordenador dos cursos Página 3

5 Cursos de Educação e Formação (CEF) Âmbito Tipologia dos cursos e destinatários Desenvolvimento dos cursos CEF Cursos Vocacionais (CV) Cursos de protocolo com o IEFP (EFA) Destinatários Equipa Técnico-Pedagógica dos Cursos EFA Mediador pessoal e social Cursos de protocolo com o IEFP Cursos de Aprendizagem Subsecção III Coordenação do Projeto Educativo TEIP (Plano Anual de Atividades e Plano Tecnológico Educativo) Designação e Composição Competências Subsecção IV Serviços Especializados de Apoio Educativo Designação e Composição Competências Mandato Funcionamento Composição dos Serviços de Psicologia e Orientação Competências dos Serviços de Psicologia e Orientação Educação Especial e Apoio Educativo Competências da Educação Especial e Apoio Educativo Referenciação Medidas de promoção do sucesso escolar Página 4

6 Funcionamento Subsecção V Equipa de Articulação Curricular Definição Composição Competências Circuito das atribuições na Articulação Vertical e Horizontal Coordenador da Equipa de Articulação Curricular Funcionamento Subsecção VI AAAF, CAF e AEC Definição Atividades de animação e de apoio à família - AAAF Componente de apoio à família - CAF Atividades de Enriquecimento Curricular - AEC Composição da Equipa de Supervisão Objetivos Mandato Competências do Coordenador Funcionamento Subsecção VII Observatório da Qualidade Definição Composição Designação Mandato Competências Página 5

7 Funcionamento Organização e funcionamento dos espaços escolares e serviços Serviços e espaços escolares Gestão dos espaços escolares Princípios orientadores Organização e funcionamento Cedência de instalações, serviços e equipamentos à comunidade Direção de Instalações, Espaços ou Serviços Serviços de apoio à comunidade escolar Biblioteca Escolar/CRE Competências da BE/CRE Professor Bibliotecário - procedimento interno de designação Competências do professor bibliotecário Sala de Informática Instalações desportivas Serviços Administrativos e Técnicos Serviços de Administração Escolar Serviços de Ação Social Escolar Competências do SASE Subsídios Escolares Bolsa de Manuais Escolares Transportes Seguro Escolar Leite Escolar Acesso e circulação nos recintos escolares Estacionamento no interior dos recintos escolares Receção/PBX Página 6

8 Outros serviços de apoio à ação educativa Bufete Refeitório Papelaria Reprografia Gabinete de Primeiros Socorros Cacifos Segurança Capítulo V Participação da comunidade educativa Secção I Alunos Definição Identificação dos alunos Frequência escolar Saída das instalações Direitos dos alunos Direito à educação e atividades relacionadas Deveres dos alunos Subsecção I Representação dos alunos Assembleia de delegados de turma Assembleia de turma Delegado e subdelegado de turma Representante dos Valores da Turma nas Aulas de Educação Física Processo Individual do Aluno Subsecção II Página 7

9 Dever de Assiduidade no Ensino Básico Frequência e Assiduidade Faltas Faltas justificadas Faltas de material didático Justificação de faltas Faltas injustificadas Comunicação aos Encarregados de Educação Excesso grave de faltas Efeitos da ultrapassagem dos limites de faltas Medidas de recuperação e de integração Incumprimento ou ineficácia das medidas Subsecção III Assiduidade às Atividades de Enriquecimento Curricular 1º Ciclo Frequência e assiduidade Faltas Subsecção IV Disciplina Qualificação de infração disciplinar Participação da ocorrência Subsecção V Medidas disciplinares Finalidades das medidas disciplinares Determinação da medida disciplinar Medidas disciplinares corretivas Atividades de integração na escola ou na comunidade Condicionalismo no acesso a certos espaços escolares Página 8

10 Medidas disciplinares sancionatórias Cumulação de medidas disciplinares Subsecção VI Procedimento Disciplinar Procedimento disciplinar Suspensão preventiva do aluno Efeitos decorrentes das faltas por suspensão preventiva Decisão final do procedimento disciplinar Execução das medidas corretivas ou disciplinares sancionatórias Equipa multidisciplinar Recurso hierárquico Salvaguarda da convivência escolar Responsabilidade civil e criminal Subsecção VII Responsabilidade da comunidade educativa Responsabilidade dos membros da comunidade educativa Responsabilidade dos alunos Papel especial dos professores Autoridade do professor Responsabilidade dos pais ou encarregados de educação Incumprimento dos deveres por parte dos pais ou encarregados de educação Contraordenações Papel do pessoal não docente das escolas Intervenção de outras entidades Secção II Pais e Encarregados de Educação Direitos Página 9

11 Deveres Subsecção I Associação de Pais e Encarregados de Educação Definição Acesso às instalações do Agrupamento Secção III Pessoal Docente Direitos Deveres Secção IV Pessoal Não Docente Direitos Deveres Assistentes Operacionais Encarregado Operacional Deveres específicos dos Assistentes Técnicos/Assistentes Operacionais que exercem funções nas atividades de animação e apoio à família Deveres específicos dos Assistentes Técnicos que exercem funções nos Serviços de Administração Escolar Organização Curricular Projeto Curricular de Agrupamento Avaliação dos alunos Informação sobre a aprendizagem Intervenientes Fichas de Avaliação Avaliação na Educação Pré-escolar Princípios Objetivos Página 10

12 Avaliação final Mérito escolar Objetivos Acesso aos quadros Capítulo VII Funcionamento Geral do Agrupamento Secção I Regime de Organização e Funcionamento Rede Escolar e Oferta Educativa Subsecção I Organização das Atividades Letivas: Horários Subsecção II Matrículas e Renovação Admissão de Alunos Constituição das Turmas Supervisão dos Momentos de Recreio: Visitas de Estudo Capítulo VIII Avaliação de Desempenho do Pessoal Docente e Não Docente Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente Avaliação do Desempenho do Pessoal não Docente Capítulo IX Disposições Comuns Reduções de horário Convocatórias e atas Princípios gerais de ética Página 11

13 Dissolução dos órgãos Protocolos Processo eleitoral Inelegibilidade Responsabilidade Direitos à informação e colaboração da administração educativa Redução da componente letiva Suplementos remuneratórios Regimentos Exercício de competências Regime subsidiário Mandatos de substituição Receitas Disposições Finais Omissões Divulgação Arquivo Original Revisão do Regulamento Interno Entrada em Vigor Anexos Anexo A Plano de Estudos e Desenvolvimento Curricular / Página 12

14 Introdução O Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas de Cristelo é um instrumento que serve como código de conduta individual, organizacional e institucional. Ao mesmo tempo, servirá para operacionalizar os princípios da autonomia na construção de uma escola mais solidária, mais cooperativa, mais exigente e responsável. É um instrumento que tem como visão concretizar plenamente a conceção de uma escola inserida na comunidade, emergindo como o centro privilegiado de toda a ação educativa. A gestão deve inserir-se num regime de autonomia que respeite e desenvolva dinâmicas locais e integradoras, de modo a potenciar os recursos disponíveis e a reforçar a articulação entre os vários níveis de Educação e de ensino existentes no Agrupamento, designadamente, entre a Educação Pré-escolar e 1º, 2º, 3º ciclo e secundário. Pretende-se, assim, prosseguir uma estratégia orientada para a melhoria da educação, respeitando a especificidade de cada escola, dos princípios orientadores e das metas propostas no Projeto Educativo. Neste documento, dada a diversidade de nomenclaturas usadas para os agentes educativos implicados, entender-se-á como alunos todos os discentes, desde as crianças do Pré-escolar até aos alunos do secundário. Quanto à designação de docente abranger-se-ão todos os educadores e professores do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, independentemente da sua categoria profissional. Qualquer situação particular será referida a designação de acordo com o Decreto-Lei n.º 15/2007, com as alterações do Decreto-Lei n.º 75/2010. No que se refere a turma entende-se como qualquer grupo de discentes desde o Préescolar até ao secundário. Página 13

15 Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Missão 1. O presente Regulamento Interno tem por missão a definição do regime de funcionamento do Agrupamento de Escolas de Cristelo de cada um dos seus órgãos de administração e gestão, das estruturas de orientação e dos serviços de apoio educativo, bem como os direitos e os deveres dos membros da comunidade educativa, ao abrigo da legislação em vigor sobre a matéria. Vigorará a partir da data da sua aprovação, salvaguardada a possibilidade de se proceder a eventuais revisões consideradas necessárias, as quais se suportam legalmente na Constituição da República Portuguesa, na Lei de Bases do Sistema Educativo, na legislação emanada do Ministério da Educação e nas linhas orientadoras da atividade do Agrupamento, da responsabilidade do seu Conselho Geral. Artigo 2º Âmbito de aplicação 1. Destina-se a todos os que neste Agrupamento trabalham, ou a ele estão ligados, nomeadamente, alunos, educadores, professores, funcionários, Pais e Encarregados de Educação. 2. É aplicável na área das escolas do Agrupamento, o que compreende edifícios, acessos, pavilhão, campo de jogos e outras instalações, afetas ou não a fins escolares, situadas dentro do seu perímetro. 3. Sujeita, igualmente, às suas normas, os atos e fatos praticados ou ocorridos no exterior das instalações, se os seus agentes estiverem no desempenho de funções oficiais ou escolares ou as ocorrências que decorram destas. 4. As disposições deste regulamento obrigam não só os que utilizam as instalações como local de trabalho, mas também a todos os que a ela recorram a qualquer título. Página 14

16 5. A sua violação implica: casos. a) Responsabilidade disciplinar para quem a ele esteja sujeito; b) Proibição de utilização das instalações ou serviços, nos restantes Artigo 3º Caracterização geral do Agrupamento 1. A sede do Agrupamento é a Escola Básica dos 2º e 3º ciclos de Cristelo. Página 15

17 Capítulo II Administração e Gestão do Agrupamento Artigo 4º Definição 1. A administração e gestão do Agrupamento são asseguradas por órgãos próprios, aos quais cabe cumprir e fazer cumprir os princípios e objetivos presentes nos artigos 3.º e 4.º do DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 5º Órgãos de Direção, Administração e Gestão ver artigo 10º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 6º Conselho Geral ver artigo 11º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 7º Composição do Conselho Geral ver artigo 12º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. O Conselho Geral é constituído por 21 elementos. a) Oito representantes do pessoal docente; b) Dois representantes do pessoal não docente; c) Quatro representantes dos Pais e Encarregados de Educação; d) Um representante dos formandos dos cursos EFA ou curso de Aprendizagem ou da Associação de Estudantes, quando maior de 16 anos. Caso não haja possibilidade de cumprir o estabelecido, a Associação de Estudantes pode designar um aluno para o Conselho Geral, sem direito a voto; e) Três representantes do município a designar pela autarquia; Página 16

18 f) Três representantes da comunidade local, cooptados pelos restantes elementos do Conselho Geral na primeira reunião. O Conselho Geral deverá desencadear os procedimentos necessários de forma a garantir a participação efetiva dos elementos da comunidade local cooptados. 2. O Diretor participa das reuniões do Conselho Geral, sem direito a voto. Artigo 8º Competências do Conselho Geral ver artigo 13º, DL 137/2012, 2 jul que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. As competências do Conselho Geral são as definidas nos termos do artigo 13.º do Decreto Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril com as alterações do Decreto- Lei 137/2012 de 2 de julho. 2. Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei, compete ainda ao Conselho Geral: a) Elaborar ou rever o seu regimento interno; b) Acompanhar a realização do processo eleitoral dos representantes do pessoal docente e não docente para o Conselho Geral. 3. Para efeitos do disposto no ponto anterior, alínea b), o Conselho Geral designa uma comissão de três dos seus membros, onde se inclui o Presidente, encarregada de proceder à verificação dos requisitos relativos aos candidatos e à constituição das listas, bem como ao apuramento final dos resultados da eleição. 4. As deliberações da comissão nas matérias referidas no número anterior são publicitadas, em edital a fixar em local a definir pela mesma comissão. Artigo 9º Designação de representantes ver artigo 14º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 10º Eleições do Conselho Geral ver artigo 15º, DL 137/2012, 2 jul. que republica o DL 75/2008, 22 abr. Página 17

19 Artigo 11º Produção de efeitos 1. As atas das assembleias eleitorais são entregues, nos dois dias subsequentes ao da realização da eleição, ao Presidente do Conselho Geral cessante, o qual as remeterá de imediato, acompanhadas dos documentos de designação dos representantes dos Pais e Encarregados de Educação e da Câmara Municipal, ao Diretor Geral da Administração Escolar. 2. Os resultados do processo eleitoral produzem efeitos após o envio de comunicação ao Diretor Geral da Administração Escolar. 3. O Presidente do Conselho Geral, nos 10 dias subsequentes ao envio da documentação referida no número anterior, dá posse aos elementos eleitos e aos designados e convoca a primeira reunião do Conselho Geral com a nova composição. Artigo 12º Mandato dos Membros do Conselho Geral ver artigo 16º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Nota: Em caso de cessação do mandato do Presidente, proceder-se-á a nova eleição. Artigo 13º Reunião do Conselho Geral ver artigo 17º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Nos termos da legislação em vigor, o Conselho Geral elabora o seu próprio Regimento nos primeiros 30 dias do seu mandato, definindo as respetivas regras de organização e funcionamento. 2. Tanto as reuniões ordinárias como as extraordinárias devem realizar-se, sempre que possível, em horário que permita a participação de todos e sem prejuízo da atividade profissional dos seus membros, preferencialmente após as 18h30m. 3. As reuniões do Conselho Geral são convocadas, de acordo com o Regimento próprio, salvaguardando o disposto no Código do Procedimento Administrativo. Página 18

20 4. A convocatória deve indicar o dia, a hora e o local da reunião, bem como a ordem de trabalhos. 5. As deliberações do Conselho Geral serão divulgadas, eletronicamente, pelo seu Presidente, num prazo de cinco dias úteis, à comunidade educativa através de um documento informativo, garantindo o acesso aos diferentes grupos constituintes deste órgão de direção, em cada um dos estabelecimentos do Agrupamento. Artigo 14º Diretor ver artigo 18º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 15º Subdiretor e adjuntos do Diretor ver artigo 19º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Os mandatos do Subdiretor e dos adjuntos têm a duração de quatro anos e cessam com o mandato do Diretor. 2. O Subdiretor e os adjuntos podem ser exonerados a todo o tempo por decisão fundamentada do Diretor. Artigo 16º Competências do Diretor ver artigo 20º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Compete ao Diretor: a) Exercer as competências elencadas nos pontos 4 e 5 do artigo 20.º do DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. e as demais que lhe forem atribuídas na lei, no plano da gestão pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial; b) Decidir sobre os casos omissos neste Regulamento, sem prejuízo da legislação vigente. Página 19

21 Artigo 17º Recrutamento do Diretor ver artigo 21º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Para recrutamento do Diretor, desenvolve-se um procedimento concursal, a desencadear até 31 de Março, prévio à eleição, nos termos do art.º 21º Decreto-Lei 137/2012, 2 julho que Republica o DL 75/2008, 22 abril, e da Portaria 604/2008, de 9 de Junho. 1. Cabe à comissão permanente do Conselho Geral propor a este órgão os métodos utilizados para a avaliação das candidaturas, os quais, uma vez aprovados, servirão à comissão para avaliar as candidaturas nos termos do art.º 7º da Portaria 604/2008 de 9 de Junho. 2. A eleição do Diretor deverá ocorrer até 31 de Maio e obedecerá aos termos previstos no art.º 23 do Decreto-Lei 137/2012, 2 julho que Republica o DL 75/2008, 22 abril, e do art.º 8º da Portaria n.º 604/2008 de 9 de Junho. Artigo 18º Posse ver artigo 24º. DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 19º Mandato e Cessação do mandato ver artigo 25º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 20º Regime de exercício de funções ver artigo 26º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 21º Direitos do Diretor ver artigo 27º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Página 20

22 Artigo 22º Direitos específicos ver artigo 28º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 23º Deveres específicos ver artigo 29º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 24º Assessoria da Direção ver artigo 30º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 25º Coordenação de Estabelecimento de Educação Pré Escolar e de Escola do 1º Ciclo ver artigo 40º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. A ação de coordenação de cada um dos Centros Escolares do Agrupamento é da competência de um Coordenador nomeado pelo Diretor. 2. Na sede do Agrupamento e nos estabelecimentos de Educação Pré-escolar com menos de três docentes em efetivo exercício de funções não há lugar à criação do cargo de Coordenador. Artigo 26º Competências do Coordenador de Estabelecimento ver artigo 41º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Competências: a) Organizar e atualizar todos os inventários; b) Zelar pelas condições de segurança e do material; c) Promover a eleição do representante dos Pais ou Encarregados de Educação por turma. Página 21

23 Artigo 27º Conselho Pedagógico ver artigo 31º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 28º Composição do Conselho Pedagógico ver artigo 32º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. O Conselho Pedagógico integra os seguintes dezassete membros: a) O Diretor que é, por inerência, Presidente; b) Seis Coordenadores dos Departamentos Curriculares do Pré-escolar ao secundário; c) O Coordenador da equipa de articulação curricular; d) O Coordenador da equipa de supervisão das AEC,CAF e AAAF; e) O Coordenador dos Diretores de Turma; f) O Coordenador do Observatório da Qualidade; g) O Coordenador da Rede de Bibliotecas do Agrupamento; h) O Coordenador PTE, Projeto Educativo e do Plano Anual de Atividades; i) O Coordenador da Orientação Escolar e Vocacional e da equipa de Integração e Apoio e das equipas multidisciplinares; j) O Coordenador da equipa de Secretariado de Exames e Testes Intermédios; k) O Coordenador da articulação de núcleos do 1º ciclo. 2. No âmbito do Conselho Pedagógico podem existir comissões para acompanhamento das diversas atividades da Escola. 3. Compete ao Conselho Pedagógico, reunido em plenário, decidir anualmente o número de comissões a criar neste órgão, baseando-se em propostas de qualquer um dos seus elementos. 4. A nomeação dos elementos das comissões tem a duração de um ano escolar. 5. Os representantes das diversas estruturas com assento no Conselho Geral não podem ser membros do Conselho Pedagógico. Página 22

24 Artigo 29º Competências do Conselho Pedagógico ver artigo 33º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Para além das competências que lhe sejam cometidas por lei, como sejam as do artigo 33.º do DL 137/2012, 2 julho que Republica o DL 75/2008, 22 abril 1. Ao Conselho Pedagógico compete: a) Analisar e dar parecer sobre as propostas apresentadas pelas diferentes estruturas pedagógicas e de orientação educativa do Agrupamento, destinadas a melhorar a qualidade do ensino / aprendizagem; b) Definir os critérios da avaliação para cada ciclo e ano de escolaridade, sob proposta dos Departamentos Curriculares; c) Dar o parecer vinculativo no caso de alunos propostos para uma segunda retenção no ensino básico, mediante análise das propostas de implementação de medidas sugeridas pela avaliação formativa e da informação constante nos dossiers individuais dos alunos em causa; d) Tomar a decisão final, nos termos da legislação em vigor, relativa à revisão dos resultados da avaliação de alunos no final do 3º Período; e) Intervir, nos termos da Lei, no processo de avaliação do desempenho dos docentes; f) Exercer as demais competências que lhe forem atribuídas na Lei; g) Colaborar na avaliação interna do Agrupamento nas áreas pedagógica e cultural; h) Elaborar o seu regimento interno. Artigo 30º Funcionamento ver artigo 34º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Podem participar sem direito a voto, a convite do Presidente, representantes do pessoal não docente, pais, encarregados de educação e alunos conforme previsto no artigo 34º do Decreto-Lei 137/ Sempre que se justifique, o Conselho Pedagógico poderá convidar, sem direito a voto, outros elementos da comunidade educativa como por exemplo, o Coordenador dos Cursos (cef, vocacionais, aprendizagem) que estarão Página 23

25 presentes e serão ouvidos no período antes da ordem do dia, após o que se retirarão. Artigo 31º Conselho Administrativo ver artigo 36º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 32º Composição do Conselho Administrativo ver artigo 37º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 33º Competências do Conselho Administrativo ver artigo 38º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Nota: compete ao Conselho Administrativo elaborar o seu regimento interno. Artigo 34º Funcionamento ver artigo 39º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Nas faltas ou impedimento do Diretor, este será substituído pelo Subdiretor ou por um dos Adjuntos que tenha sido designado para o efeito. Página 24

26 Capítulo III Organização Pedagógica Artigo 35º Estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica ver artigo 42º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. Com vista ao desenvolvimento do Projeto Educativo, constituem-se as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica que colaboram com o órgão de gestão e com o Conselho Pedagógico, no sentido de assegurar a coordenação, supervisão e acompanhamento das atividades escolares e da articulação curricular, promover o trabalho colaborativo e realizar a avaliação de desempenho de pessoal docente. As estruturas são as seguintes: a) Articulação e gestão curricular i. Coordenadores de departamentos ii. Representantes de disciplina iii. Diretores de turma iv. Conselho pedagógico b. Organização das atividades da turma c. Outras estruturas de coordenação i. Coordenação PTE, Plano Anual de Atividades e Projeto Educativo ii. Coordenação dos cursos (cef, vocacionais, aprendizagem) iii. Serviços especializados de Apoio Educativo SPO Educação Especial v. Equipa de articulação curricular vi. Equipa de Supervisão das AEC, CAF e AAAF vii. Observatório da Qualidade viii. Coordenação de Desporto Escolar ix. Coordenação do Secretariado de Exames e Testes Intermédios Página 25

27 Artigo 36º Funções das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica 1. As estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica têm como objetivos: a) Desenvolver o Projeto Educativo em colaboração com o Conselho Pedagógico e o Diretor; b) Reforçar a articulação curricular na aplicação dos planos de estudo nos diferentes anos, ciclos ou cursos; c) Coordenar pedagogicamente cada ano, ciclo ou curso; d) Promover uma nova relação dos professores, nomeadamente ao nível da troca de experiências, da cooperação entre todos e também na relação de todos com o currículo, facilitando a abordagem transversal das aprendizagens; e) Promover a articulação entre as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica do Agrupamento, com vista ao desenvolvimento de estratégias de diferenciação pedagógica em função da especificidade de grupos de alunos, destinadas a melhorar as aprendizagens e a prevenir a exclusão; f) Assegurar a coordenação de procedimentos e formas de atuação nos domínios da aplicação de estratégias de diferenciação pedagógica e da avaliação das aprendizagens; g) Refletir e analisar as práticas educativas e o seu contexto; h) Planear e elaborar materiais pedagógicos para aulas ou atividades de substituição, avaliando com regularidade a sua implementação; i) Organizar clubes e planear atividades que reforcem as aprendizagens e promovam a investigação e constituam também formas de ocupação dos alunos em atividades de substituição; j) Propor ao Conselho Pedagógico o desenvolvimento de componentes curriculares locais e a adoção de medidas destinadas a melhorar as aprendizagens dos alunos; k) Cooperar na elaboração, desenvolvimento e avaliação dos instrumentos de autonomia da escola; Página 26

28 l) Promover a realização de atividades de investigação, reflexão e estudo, visando a melhoria da qualidade das práticas educativas e as necessidades de formação dos docentes. Secção I Articulação e gestão curricular Departamentos Artigo 37º Composição 1. Os Departamentos Curriculares integram as estruturas de orientação educativa que colaboram com o Diretor e o Conselho Pedagógico no acompanhamento do percurso escolar dos alunos, na perspetiva da promoção qualidade educativa. 2. A abertura de qualquer grupo ou área disciplinar, obriga à sua inclusão num dos Departamentos Curriculares já existentes. 3. Os grupos de docência que compõem cada Conselho de Docentes e cada Departamento Curricular são os seguintes: Página 27

29 Artigo 38º Eleição e mandato do Coordenador 1. De acordo com o ponto 7, artigo º 43º do Decreto-lei 137/2012, o coordenador de departamento é eleito pelo respetivo departamento, de entre uma lista de três docentes, propostos pelo Diretor para o exercício do cargo. 2. Para efeitos do disposto no número anterior considera-se eleito o docente que reúna o maior número de votos favoráveis dos membros do departamento curricular. 3. O mandato dos coordenadores dos departamentos curriculares tem a duração de quatro anos e cessa com o mandato do Diretor. 4. Os coordenadores dos departamentos curriculares podem ser exonerados a todo o tempo por despacho fundamentado do Diretor, após consulta ao respetivo departamento. Página 28

30 5. Os Coordenadores dos Departamentos Curriculares têm direito a horas de redução para o exercício das suas funções de acordo com a legislação em vigor. 6. Os Coordenadores marcam nos seus horários a totalidade das horas de redução comunicando, aos elementos do seu departamento, o respetivo horário. Artigo 39º Competências dos diferentes Departamentos 1. Elaborar o respetivo Regimento Interno nos primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento. a) Do regimento interno deve constar, pelo menos: i) A periodicidade das reuniões; ii) A forma da convocatória; iii) Os procedimentos a ter em caso na ausência do Coordenador; iv) Forma da designação do secretário das reuniões; v) O funcionamento de secções especializadas que poderão, ou não, ser coincidentes com os vários grupos disciplinares. Regimentos internos dos departamentos (Expressões; Línguas; Ciências Sociais e Humanas; Matemática e Ciências Experimentais; Pré-escolar; 1º Ciclo) 2. Proceder à articulação curricular entre os diferentes ciclos e áreas disciplinares. 3. Assegurar a coordenação de procedimentos e formas de atuação, no domínio da avaliação das aprendizagens. 4. Definir as linhas orientadoras para a elaboração dos objetivos essenciais. 5. Colaborar na elaboração de propostas com vista à execução do Projeto Educativo e do Plano Anual de Atividades. 6. Analisar e sugerir propostas de alteração/revisão ao Regulamento Interno do Agrupamento. Página 29

31 7. Colaborar com o Conselho Pedagógico na elaboração e execução do plano de formação dos professores do Departamento. 8. Elaborar e aplicar medidas de reforço no domínio das didáticas específicas das disciplinas. 9. Propor o desenvolvimento de experiências de inovação pedagógica. 10. Promover a interdisciplinaridade. 11. Coordenar todas as atividades pedagógicas a desenvolver pelos professores do Departamento. 12. Analisar e refletir sobre práticas educativas e o seu contexto. 13. Analisar a oportunidade de adoção de medidas de gestão flexível dos currículos e de outras medidas destinadas a melhorar as aprendizagens e a prevenir a exclusão. 14. Desenvolver e apoiar projetos educativos de âmbito local e regional, de acordo com os recursos da Escola ou através da colaboração de programas e na apreciação de projetos. 15. Colaborar com o Conselho Pedagógico na conceção de programas e na apreciação de projetos. 16. Avaliar o plano de atividades do Departamento, tendo em vista a concretização do Projeto Educativo do Agrupamento. 17. Planificar e adequar à realidade do Agrupamento a aplicação dos planos de estudo estabelecidos a nível nacional. 18. Assegurar, de forma articulada com as outras estruturas de orientação educativa do Agrupamento, a adoção de metodologias específicas destinadas ao desenvolvimento quer dos planos de estudo, quer das componentes de âmbito local do currículo. 19. Elaborar propostas curriculares diversificadas em função da especificidade de grupos de alunos. Artigo 40º Funcionamento 1. No início de cada ano escolar, realizar-se-á uma reunião, convocada pelo Diretor, entre os Coordenadores dos Departamentos, com a finalidade de fazer a articulação das várias aprendizagens e atividades. Página 30

32 2. Os vários departamentos, na abertura do ano escolar, deverão criar grupos de trabalho para desenvolver atividades conjuntas, nomeadamente no âmbito dos pontos 1, 2, 5, 16, 17, 18 do artigo anterior. Estes grupos de trabalho deverão ter um limite temporal definido para efetuar as tarefas que lhes forem atribuídas. 3. Em ausência prolongada do Coordenador de Departamento, o Diretor designará um novo Coordenador, de entre os membros do Departamento. Artigo 41º Competências dos Coordenadores de Departamento 1. Assegurar as reuniões de departamento e respetiva presidência. 2. Representar os professores do departamento no Conselho Pedagógico, atuando como transmissor entre este órgão e os docentes do seu departamento. 3. Veicular, para o Conselho Pedagógico, as propostas do seu departamento. 4. Promover a troca de experiências e a cooperação entre os professores do respetivo departamento. 5. Assegurar a participação do departamento na elaboração, desenvolvimento e avaliação do Projeto Educativo do Agrupamento, e do respetivo Plano Anual de Atividades. 6. Promover medidas de planificação e avaliação das atividades do departamento. 7. Promover a articulação com outras estruturas ou serviços do Agrupamento, com vista ao desenvolvimento de estratégias de diferenciação pedagógica. 8. Propor ao Conselho Pedagógico o desenvolvimento de componentes curriculares locais e a adoção de medidas destinadas a melhorar as aprendizagens dos alunos. 9. Cooperar na elaboração, desenvolvimento e avaliação dos instrumentos de autonomia do Agrupamento. 10. Promover a realização de atividades de investigação, reflexão e estudo, visando a melhoria da qualidade das práticas educativas e as necessidades de formação dos docentes. Página 31

33 11. Assegurar a coordenação das orientações curriculares e dos grupos de estudo, promovendo adequação dos seus objetivos e conteúdos à situação concreta do Agrupamento. 12. Coordenar a prática científico-pedagógica dos docentes das disciplinas, áreas disciplinares ou nível de ensino, consoante os casos. 13. Acompanhar e orientar a atividade profissional dos professores da disciplina, área disciplinar ou nível de ensino, especialmente no período probatório. 14. Intervir no processo de avaliação do desempenho dos docentes das disciplinas, área disciplinar ou nível de ensino, sem prejuízo de delegação de competências, nos termos da legislação em vigor. 15. Colaborar com a autarquia na avaliação dos docentes das Atividades de Enriquecimento Curricular, nos termos acordados com o município. 16. Participar no júri da prova pública de admissão ao concurso de acesso à carreira. Secção II Organização e Acompanhamento Artigo 42º Organização das atividades da turma ver artigo 44º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 43º Competências do Educador titular de turma na Educação Pré-escolar 1. Analisar a situação da turma e identificar características específicas dos alunos. 2. Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências e precocidades, promovendo a melhor orientação e desenvolvimento do aluno. 3. Planificar o desenvolvimento das atividades a realizar de acordo com as orientações para a Educação Pré-escolar, tendo em conta o nível de desenvolvimento dos alunos. Página 32

34 4. Promover as melhores condições de aprendizagem em articulação com a família. 5. Zelar pela supervisão pedagógica e acompanhamento da execução das atividades de animação e apoio à família no âmbito da Educação Pré-escolar e no âmbito do prolongamento do horário. 6. Promover o desenvolvimento pessoal e social do aluno com base em experiências de vida democrática numa perspetiva de Educação para a cidadania. 7. Fomentar a inserção do aluno em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência do seu papel como membro da sociedade. 8. Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à Escola e para o sucesso da aprendizagem. 9. Estimular o desenvolvimento global de cada aluno, no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diversas. 10. Desenvolver a expressão e a comunicação através da utilização de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo. 11. Despertar a curiosidade e o pensamento crítico. 12. Proporcionar a cada aluno condições de bem-estar e de segurança, designadamente, no âmbito da saúde individual e coletiva. 13. Incentivar a participação da família no processo educativo e estabelecer relações de efetiva colaboração com a comunidade. 14. Divulgar o Regulamento Interno junto dos Encarregados de Educação, no início do ano letivo, e fazer subscrever uma declaração anual de aceitação do mesmo. 15. Promover a articulação com o 1º Ciclo do ensino básico, nomeadamente na partilha de informações no início de cada ano letivo, de modo a alcançar uma adequada transição entre os dois níveis de ensino. Página 33

35 Artigo 44º Competências do Professor titular de turma de 1º Ciclo 1. Analisar a situação da turma e identificar características específicas dos alunos a ter em conta no processo de ensino e aprendizagem. 2. Planificar o desenvolvimento das atividades a realizar em contexto de sala de aula. 3. Identificar diferentes ritmos de aprendizagem e necessidades especiais, promovendo a articulação com os respetivos Serviços Especializados de Apoio Educativo, com vista à sua superação. 4. Assegurar a adequação do currículo às características específicas dos alunos, estabelecendo prioridades, níveis de aprofundamento e sequências adequadas. 5. Adotar estratégias de diferenciação pedagógica que favoreçam as aprendizagens dos alunos. 6. Assegurar a adoção de estratégias coordenadas, relativamente aos alunos da turma, bem como a criação de condições para a realização de atividades interdisciplinares. 7. Conceber e delinear atividades em complemento do currículo proposto. 8. Preparar informação adequada, a disponibilizar aos Pais e Encarregados de Educação, relativa ao processo de aprendizagem e avaliação dos alunos. 9. Promover a rentabilização dos recursos e serviços existentes na comunidade escolar e educativa, mantendo os alunos e Encarregados de Educação informados da sua existência. 10. Elaborar o processo individual do aluno, facultando a sua consulta aos Encarregados de Educação e ao aluno, sob requerimento. 11. Dar parecer, quando solicitado ou por iniciativa própria, sobre todas as questões de natureza pedagógica e disciplinar que à turma dizem respeito. 12. Acompanhar a progressão das atividades inerentes à concretização dos projetos e proceder à avaliação dos mesmos. 13. Estabelecer medidas relativas a apoios e complementos educativos a proporcionar aos alunos. 14. Divulgar o Regulamento Interno junto dos alunos e dos Encarregados de Educação, no início do ano letivo, e fazer subscrever uma declaração anual de aceitação do mesmo. Página 34

36 15. Analisar situações de insucesso e/ou indisciplina ocorridas com alunos da turma e colaborar no estabelecimento de medidas de apoio ajustadas. 16. Preparar e entregar aos Pais e Encarregados de Educação a informação adequada, relativa ao processo de aprendizagem e avaliação dos alunos. 17. Colaborar em atividades culturais, desportivas e recreativas que envolvam os alunos e a comunidade. 18. Zelar pela supervisão pedagógica e acompanhamento da execução das Atividades de Enriquecimento Curricular. 19. Promover a articulação com o 2º Ciclo do ensino básico, nomeadamente, na partilha de informações no início do ano letivo, de modo a alcançar uma adequada transição entre os dois níveis de ensino. Artigo 45º Constituição e funcionamento dos conselhos de turma ver artigo 15º, Despacho Normativo n.º 13/2014,15 set. 1. O Conselho de Turma é constituído por: a) Todos os professores da turma; b) Dois representantes dos Encarregados de Educação; c) O delegado de turma, no caso do 3º ciclo. 2. Para coordenar o trabalho do Conselho de Turma, o Diretor designa um Diretor de Turma de entre os professores da mesma, sempre que possível pertencente ao quadro de Agrupamento. 3. O Conselho de Turma funciona em plenário, podendo convocar elementos dos Serviços de Psicologia e Orientação ou outros técnicos, sempre que necessário. 4. No 2º Ciclo, sempre que se torne imprescindível, o delegado ou o subdelegado de turma podem ser convocados ao Conselho de Turma pelo Diretor de Turma. 5. Sempre que a turma integre alunos com necessidades educativas especiais, o Conselho de Turma deverá integrar, sempre que possível, um docente de Educação Especial. 6. O Conselho de Turma reúne no início do ano letivo e de acordo com o calendário escolar e extraordinariamente sempre que seja convocado pelo Página 35

37 respetivo Diretor de Turma ou pelo Diretor. 7. O Conselho de Turma destinado à avaliação dos alunos é constituído apenas pelos seus membros docentes. 8. O professor que faltar ao Conselho de Turma de avaliação deve fazer chegar ao Diretor, com a antecedência necessária, um registo escrito contendo as propostas de avaliação dos alunos, em envelope fechado. 9. O envelope fechado referido no ponto anterior deverá ser guardado no cofre até à hora do Conselho de Turma, momento em que será entregue ao Diretor de Turma, que o abrirá na reunião. 10. No desenvolvimento da sua autonomia, o Agrupamento pode designar professores tutores para acompanhar o processo educativo de um grupo de alunos. 11. Os representantes dos Encarregados de Educação que integram o Conselho de Turma são eleitos na primeira reunião do ano letivo com o Diretor de Turma. Artigo 46º Competências do Conselho de Turma 1. Analisar a situação da turma e identificar características dos alunos a ter em conta no processo de ensino e aprendizagem. 2. Analisar dificuldades, ritmos de aprendizagem e outras necessidades dos alunos, colaborando com os serviços de apoio existentes no Agrupamento nos domínios psicológico e socioeducativo, de forma a superar dificuldades. 3. Articular as atividades dos professores da turma com as dos Departamentos Curriculares, designadamente no que se refere ao planeamento e coordenação de atividades interdisciplinares a nível da turma. 4. Elaborar, implementar e avaliar o Plano de Turma (PT). 5. Dar parecer, quando solicitado ou por iniciativa própria, sobre todas as questões de natureza pedagógica e disciplinar que à turma digam respeito. 6. Acompanhar a progressão das atividades inerentes à concretização dos projetos, convocando para o efeito as reuniões que se tornarem necessárias. 7. Proceder à avaliação dos projetos. Página 36

38 8. Colaborar em atividades culturais, desportivas e recreativas que envolvam os alunos e a comunidade. 9. Ratificar as propostas de avaliação apresentadas por cada professor da turma, de acordo com os critérios aprovados pelo Conselho Pedagógico. 10. Estabelecer medidas relativas a apoios e complementos educativos a proporcionar aos alunos, nomeadamente em termos de um plano de recuperação, acompanhamento e desenvolvimento. 11. Analisar situações de insucesso e/ou indisciplina ocorridas com alunos da turma e colaborar no estabelecimento de medidas de apoio/disciplinares ajustadas. 12. Planificar o desenvolvimento das atividades a realizar com os alunos em contexto de sala de aula. 13. Assegurar a adequação do currículo às características dos alunos, estabelecendo prioridades, níveis de aprofundamento e sequências adequadas. 14. Adotar estratégias de diferenciação pedagógica que favoreçam a aprendizagem dos alunos. 15. Conceber e delinear atividades em complemento do currículo proposto. 16. Preparar a informação adequada, relativa ao processo de aprendizagem e avaliação dos alunos. Artigo 47º Diretor de Turma 1. Para coordenar o trabalho do Conselho de Turma, o Diretor designa um Diretor de Turma, de entre os professores da mesma, sempre que possível pertencente ao quadro do Agrupamento, devendo ter-se em conta a sua competência pedagógica, a sua capacidade de relacionamento e que lecione a totalidade dos alunos da turma. 2. No desenvolvimento do número anterior, deverá ser designado Diretor de Turma, o docente que no ano anterior tenha exercido tais funções na turma. 3. O mandato dos Diretores de Turma é de um ano escolar. Página 37

39 Artigo 48º Competências do Diretor de Turma 1. O Diretor de Turma é assessorado por um Secretário, que deve conhecer as atribuições que lhe são cometidas neste Regulamento ou em regimento próprio. 2. Presidir ao respetivo Conselho de Turma, exceto quando o mesmo seja de natureza disciplinar. 3. Coordenar a elaboração do Plano de Turma (PT). 4. Dinamizar interdisciplinarmente as atividades da turma, devendo desempenhar um papel de primordial importância na definição das atividades de complemento curricular a desenvolver (de acordo com as realidades dos alunos, dos professores e das condições físicas e materiais da escola). 5. Fazer o acompanhamento sistemático do processo avaliativo dos alunos e manter um diálogo frequente com os Encarregados de Educação. 6. Acompanhar os planos dos alunos (Despacho Normativo n.º 13/2014,15 set.) fazendo aplicar as medidas de apoio e complemento educativo que estiverem ao seu alcance. 7. Garantir, de acordo com a lei, o processo de avaliação, promovendo a dinamização e a participação de todos os elementos envolvidos neste, nomeadamente: a) Alunos; b) Professores da turma; c) Pais/Encarregados de Educação; d) Psicólogo escolar; e) Professor de apoio a alunos com necessidades educativas especiais; f) Outros. 8. Analisar situações de insucesso disciplinar. 9. Comunicar ao Diretor os casos passíveis de procedimento disciplinar e acompanhar as atividades de integração dos alunos da turma na comunidade escolar, na sequência do mesmo. 10. Promover a eleição do delegado e do subdelegado de turma e dar a conhecer os seus direitos e deveres, garantindo o cumprimento das regras estabelecidas para o ato eleitoral. Página 38

40 11. Dar a conhecer o plano de emergência da escola aos alunos da turma. 12. Garantir uma informação permanente aos Encarregados de Educação sobre a integração dos seus educandos na comunidade escolar e na turma, o seu aproveitamento e assiduidade, bem como a sua participação em atividades diversas. 13. Informar os alunos e os Encarregados de Educação dos critérios gerais de avaliação aprovados pelo Conselho Pedagógico no início de cada ano letivo. 14. Entregar documentos de avaliação aos Pais/Encarregados de Educação. 15. Facultar, no início do ano letivo, aos Pais e Encarregados de Educação os currículos de cada disciplina e o número de aulas previstas, por disciplina. 16. Elaborar e preservar o processo individual do aluno, facultando a sua consulta apenas aos professores da turma, aos respetivos Pais e Encarregados de Educação e ao aluno. 17. Divulgar o Regulamento Interno junto dos alunos e Encarregados de Educação, no início do ano letivo. 18. Receber os Encarregados de Educação em dia e hora marcados para o efeito. 19. Registar em suporte próprio as faltas dos alunos, com a colaboração do secretário. 20. Fazer subscrever ao Encarregado de Educação uma declaração anual de aceitação e conhecimento dos assuntos referidos nos pontos 12, 14 e Exercer as demais competências que lhe forem atribuídas na lei. Artigo 49º Composição do Conselho de Diretores de Turma 1. O conselho de Diretores de Turma é um órgão que coordena as atividades dos Diretores de Turma. 2. É constituído por todos os Diretores de Turma. Página 39

41 Artigo 50º Coordenador de Diretores de Turma 1. O Conselho de Diretores de Turma é coordenado por um Coordenador designado pelo Diretor, sendo, sempre que possível, um professor com formação especializada na área. 2. O mandato do Coordenador dos Diretores de Turma tem a duração de 4 anos e cessa com o mandato do Diretor. 3. O Coordenador pode ser exonerado a todo o tempo por despacho fundamentado do Diretor, ou a pedido do interessado. 4. As horas de redução para o Coordenador dos Diretores de Turma estarão de acordo com os critérios estabelecidos em Conselho Pedagógico e com a legislação em vigor. Artigo 51º Competências do Coordenador dos Diretores de Turma 1. Coordenar a ação do respetivo conselho, articulando estratégias e procedimentos. 2. Elaborar o regimento de organização e funcionamento do Conselho de Diretores de Turma. 3. Submeter ao Conselho Pedagógico as propostas do conselho que coordena. 4. Reunir ordinariamente uma vez por período o respetivo conselho, ou extraordinariamente, por sua iniciativa ou a requerimento de dois terços dos seus membros. 5. Manter-se informado de toda a legislação referente a problemas de ensino em geral, e, em particular, a que contempla a ação dos Diretores de Turma e a que regulamenta a vida escolar dos alunos, pelo que lhe deve ser entregue, pelo Diretor, uma cópia de toda a documentação considerada fundamental. 6. Manter atualizada a disciplina Coordenação de Direção de Turma, na plataforma Moodle, onde conste toda a documentação referida no parágrafo anterior. 7. Integrar na vida da escola todos os Diretores de Turma, procurando uniformizar atuações e critérios. Página 40

42 8. Presidir às reuniões do conselho dos Diretores de Turma. 9. Coordenar o trabalho das reuniões de avaliação intermédias ou de final de período. 10. Coordenar todos os trabalhos relativos a Planos de Turma. 11. Exercer as demais competências que lhe forem atribuídas por lei. Conselhos de ano/grupo disciplinar Artigo 52º Funcionamento 1. Para coadjuvar os Coordenadores de Departamento Curriculares existem representantes de disciplina nas áreas de Português, Matemática, Inglês e Educação Especial, designados pelos respetivos Coordenadores de Departamento, por um período de quatro anos de entre os professores que fazem parte do departamento e da área disciplinar. 2. Os representantes de disciplina exercem as suas funções na componente de estabelecimento 3. O mandato dos representantes de cada uma das estruturas acima mencionadas pode cessar, a todo o tempo, por decisão fundamentada do Coordenador e/ou do Diretor ou a pedido do interessado. 4. Reúnem, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente, sempre que seja convocado pelo seu representante, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos respetivos membros ou solicitado pelo Conselho Pedagógico. 5. O conselho de ano/grupo disciplinar reúne em plenário, sem prejuízo no disposto no seu regimento. 6. Estes grupos de trabalho são compostos por todos os docentes, do 1ºciclo ao secundário, que lecionam aquelas disciplinas. Artigo 53º Competências comuns dos representantes do conselho de ano/grupo disciplinar 1. Elaborar o respetivo Regimento Interno (Português, Matemática, Inglês, Educação Especial e Conselho de Ano), nos Página 41

43 primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento. 2. Presidir às reuniões onde apenas estejam presentes os docentes da sua disciplina 3. Constituir o dossier da disciplina até ao início de outubro de cada ano, na plataforma Moodle do Agrupamento. 4. Organizar o dossier da disciplina. 5. Estabelecer comunicação entre o coordenador de departamento e as respetivas disciplinas. 6. Apoiar pedagogicamente os restantes elementos da sua disciplina, no que diz respeito a questões específicas do mesmo. 7. Assegurar a articulação entre a Disciplina e os Departamentos Curriculares no que respeita aos conteúdos programáticos no âmbito das várias áreas disciplinares e na adoção de medidas pedagógicas destinadas a melhorar as aprendizagens. 8. Dinamizar e coordenar a realização de projetos interdisciplinares nas turmas. 9. Conceber e desencadear mecanismos de formação e apoio aos professores em exercício no Agrupamento. 10. Assegurar a participação da Disciplina na análise e crítica da orientação pedagógica, bem como no desenvolvimento do Projeto Educativo, Plano Anual de Atividades e Regulamento Interno. 11. Constituir equipas para elaborar os testes diagnósticos e intermédios, bem como as matrizes e respetivas provas. 12. Estabelecer critérios de avaliação formativa / sumativa específicos. 13. Colaborar com o Coordenador de Departamento na organização das várias atividades do Departamento Curricular. 14. Elaborar e propor objetivos essenciais por área disciplinar e por ano. 15. Avaliar as atividades propostas no Plano Anual de Atividades. 16. Elaborar e aplicar medidas de reforço no domínio das didáticas específicas das disciplinas ou áreas disciplinares. 17. Colaborar na inventariação das necessidades em equipamento e material didático. Página 42

44 18. Promover a interdisciplinaridade, bem como o intercâmbio de recursos materiais e pedagógicos com outras escolas. 19. Coordenar a organização e planificação das atividades letivas e não letivas. 20. Promover a articulação vertical entre os ciclos. 21. Propor ao departamento respetivo a adoção do manual escolar, após análise e seleção no respetivo conselho de ano/grupo disciplinar. 22. Cooperar com outras estruturas de orientação educativa e com os serviços especializados de apoio educativo na gestão adequada de recursos e na adoção de medidas pedagógicas destinadas a melhorar as aprendizagens. 23. Promover a constituição de equipas de trabalho que permitem o pleno desenvolvimento das competências da Disciplina. 24. Elaborar as provas finais e as provas de exame a nível de escola de acordo com os critérios definidos na Disciplina. 25. Os representantes de disciplina têm um papel essencial na articulação vertical e horizontal, de acordo com as atribuições que são cometidas pela Equipa da Articulação. Artigo 54º Conselhos de ano 1. Os conselhos de ano são as estruturas de orientação educativa responsáveis pela organização, acompanhamento e avaliação dos currículos e das atividades a desenvolver com os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico. 2. Serão constituídos quatro conselhos de ano que corresponderão, cada um deles, a cada ano de escolaridade. Artigo 55º Composição dos conselhos de ano 1. Cada conselho de ano é constituído pelos: a) Professores titulares de turma dos anos de escolaridade respetivos e ainda, no caso das reuniões de avaliação, por professores de apoio educativo; Página 43

45 b) Professores, que lecionando turmas com alunos de dois anos de escolaridade são integrados unicamente num dos conselhos de ano existentes, ou lecionando turmas que integram alunos de mais de dois anos de escolaridade, tenham, em função das suas necessidades, optado por integrar esse conselho de ano; c) Professores em funções não letivas que tenham optado por integrar esse conselho de ano. Artigo 56º Professor Tutor 1. No âmbito da sua autonomia, o Diretor designa os professores tutores como responsáveis pelo acompanhamento, de forma individualizada, do processo educativo de um grupo de alunos, de preferência ao longo do seu percurso escolar. 2. As funções de Tutoria devem ser realizadas por docentes profissionalizados com experiência adequada e, de preferência, com formação especializada em orientação educativa ou em coordenação pedagógica. 3. O professor tutor poderá ou não ser um professor da turma e poderá ter, no máximo, dois grupos de alunos. 4. O trabalho de Tutoria destina-se a grupos de alunos de uma mesma turma, em situação de risco, devendo ter um mínimo de um e um máximo de três elementos e funcionar em sessões semanais de 45 ou 90 minutos, conforme necessário. Artigo 57º Competências do Professor Tutor 1. Colaborar com o Diretor de Turma, nomeadamente fornecendo relatórios escritos até 48 horas antes da reunião de avaliação de final de período. 2. Demonstrar a firmeza necessária para se tornar uma figura de referência na organização da vida escolar do aluno. 3. Colaborar na integração de cada aluno na turma e na escola. 4. Valorizar a autoestima do aluno. 5. Dialogar com o aluno sobre assuntos do seu interesse. Página 44

46 6. Analisar problemas propostos pelos alunos. 7. Supervisionar a organização do tempo de estudo, os materiais necessários e o caderno diário. 8. Auxiliar na realização dos trabalhos de casa. 9. Selecionar métodos de trabalho e técnicas de estudo adequadas. Secção III Outras Estruturas de Coordenação Subsecção I Coordenação do Plano Tecnológico (PTE) e Plano Anual de Atividades (PAA) Artigo 58º Designação 1. Embora sem crédito de horas específicas, estabelecidas pelo então Despacho n.º 700/2009, as equipas PTE continuam a ser estruturas de coordenação e acompanhamento dos projetos do PTE ao nível deste estabelecimento de ensino. Artigo 59º Composição 1. A função de Coordenador da equipa PTE é exercida pelo Adjunto do Diretor, por este nomeado, podendo ser delegada em docentes que reúnam as competências ao nível pedagógico, técnico e de gestão adequadas ao exercício das funções de coordenação global dos projetos do PTE ao nível do estabelecimento de ensino. 2. O número de membros da equipa PTE é definido pelo Coordenador, adequando as características do estabelecimento de ensino à necessidade de execução eficaz de cada um dos projetos do PTE. Página 45

47 3. Sem prejuízo do disposto no número anterior, a equipa PTE deverá exercer a sua atividade na componente de estabelecimento. Artigo 60º Competências 1. Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei, como sejam as do ponto 1 do artigo 18.º do Despacho n.º 700/2009, compete à equipa PTE elaborar o respetivo regimento interno nos primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento. Subsecção II Coordenação dos Cursos CEF, Cursos Vocacionais e Cursos de protocolo com o IEFP Artigo 61º Designação 1. Os cursos são: a) Cursos de Educação e Formação (CEF); b) Cursos Vocacionais; c) Cursos de protocolo com o IEFP: i. Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA); ii. Cursos de Aprendizagem nível secundário Artigo 62º Coordenador dos cursos 1. O Diretor do Agrupamento designa um Adjunto ou Assessor para acompanhar e articular as diferentes ofertas formativas e de qualificação existentes. 2. O Coordenador referido no número anterior, não tendo assento no Conselho Pedagógico, terá que nele comparecer sempre que convocado. Página 46

48 3. Ao Coordenador compete em articulação com os Diretores dos cursos, Coordenadores dos cursos, Diretores de turma e Mediadores dos cursos: a) Elaborar o respetivo regimento interno nos primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento; b) Organizar e gerir os cursos, nomeadamente desenvolvendo todos os procedimentos logísticos e técnico administrativos que sejam da responsabilidade da escola, incluindo os exigidos pelo SIGO (Sistema Integrado de Gestão da Oferta Educativa e Formativa); c) Articular com o Coordenador do Núcleo de Promoção e Acompanhamento do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP); d) Articular com o coordenador do Núcleo de Gestão e Qualificação do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Artigo 63º Cursos de Educação e Formação (CEF) 1. Os CEF pretendem combater o abandono e insucesso escolar, garantindo a concretização de respostas educativas e formativas alternativas, indo de encontro às diretrizes do Plano Nacional de Prevenção do Abandono Escolar. Artigo 64º Âmbito ver artigo 1º, Despacho Conjunto 453/2004, 27 jun. Artigo 65º Tipologia dos cursos e destinatários ver artigo 2º, Despacho Conjunto 453/2004, 27 jun. 1. Os critérios de seleção para a frequência dos Cursos de Educação e Formação a funcionar no Agrupamento são: a) De acordo com a legislação em vigor; Página 47

49 b) De acordo com os critérios definidos em Conselho Pedagógico do Agrupamento, no final de cada ano letivo. 2. Os alunos, quando maiores de idade, ou os seus Encarregados de Educação, podem inscrever-se em CEF nos serviços administrativos do Agrupamento; também o Diretor de Turma poderá fazê-lo, mediante autorização escrita do Encarregado de Educação, ou do aluno, quando maior de idade. 3. As inscrições para os CEF decorrem no final de cada ano letivo. Poderão ser ainda admitidos alunos para a frequência de cursos em funcionamento durante o primeiro período de aulas, quer por transferência quer em situação de abandono escolar. Artigo 66º Desenvolvimento dos cursos CEF ver artigo 7º, Despacho Conjunto 453/2004, 27 jun. com as alterações do Despacho 12568/2010, 4 ago. Artigo 67º Cursos Vocacionais (CV) ver Portaria 292-A/2012, 26 set. 1. Os cursos vocacionais visam desenvolver a escolarização básica, promovendo a participação nas atividades escolares, a assimilação de regras de trabalho de equipa, o espírito de iniciativa e o sentido de responsabilidade dos alunos, levando os jovens a adquirir conhecimentos e a desenvolver capacidades e práticas que facilitem futuramente a sua integração no mundo do trabalho. Artigo 68º Cursos de protocolo com o IEFP (EFA) ver Portaria 283/2011, 24 out. que republica a Portaria 230/2008, 7 mar. 1. Os cursos EFA obedecem aos referenciais de competências e de formação associados às respetivas qualificações constantes do Catálogo Nacional de Qualificações e são agrupados por áreas de educação e formação, de acordo com a Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação. Página 48

50 Artigo 69º Destinatários ver artigo 2º, Portaria 283/2011, 24 out. que republica a Portaria 230/2008, 7 mar. Artigo 70º Equipa Técnico-Pedagógica dos Cursos EFA ver artigo 24º, Portaria 283/2011, 24 out. que republica a Portaria 230/2008, 7 mar. Artigo 71º Mediador pessoal e social ver artigo 25º, Portaria 283/2011, 24 out. que republica a Portaria 230/2008, 7 mar. 1. A equipa técnico-pedagógica tem um mediador pessoal e social a quem compete: a) Elaborar o regime de funcionamento da equipa técnico-pedagógica; b) Proceder à orientação e desenvolvimento do diagnóstico dos formandos em articulação com os formadores da equipa técnicopedagógica; c) Apresentar ao órgão de gestão um relatório anual circunstanciado do trabalho desenvolvido; d) Outras de acordo com a legislação em vigor. Artigo 72º Cursos de protocolo com o IEFP Cursos de Aprendizagem ver Portaria 1497/2008, 19 dez. 1. Os cursos de aprendizagem são uma das modalidades de formação de dupla certificação e conferem simultaneamente o nível 4 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações e uma habilitação escolar de nível secundário. 2. Estes cursos promovem a formação inicial de jovens tendo em vista aumentar a sua empregabilidade face às necessidades do mercado de trabalho e, além disso, possibilitam a progressão escolar e profissional. Página 49

51 Subsecção III Coordenação do Projeto Educativo TEIP (Plano Anual de Atividades e Plano Tecnológico Educativo) Artigo 73º Designação e Composição 1. A Equipa do Projeto Educativo destina-se a acompanhar e apoiar a elaboração, a execução e a avaliação dos projetos e atividades complementares dos estabelecimentos do Agrupamento, no âmbito do Plano Anual de Atividades e Plano Tecnológico Educativo. 2. Para cada projeto ou atividade de complemento será designado, sempre que necessário, um subcoordenador de entre os elementos que nele participam. 3. A Equipa TEIP é constituída pelos elementos a incluir no Projeto Educativo, de acordo com o artigo 10º, Despacho Normativo nº 20/2012, de 3 de outubro. 4. O Coordenador da Equipa TEIP (CET) é designado pelo Diretor. 5. A Equipa do PAA, elabora o respetivo regimento interno nos primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento; Artigo 74º Competências 1. São competências da Equipa TEIP: a) Elaborar o respetivo regimento interno nos primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento; b) Analisar e propor novos projetos e atividades; c) Dar parecer sobre projetos e atividades propostas; d) Assegurar que os projetos e atividades se integrem dentro das linhas orientadoras do Projeto Educativo; e) Assegurar a articulação entre os vários projetos do Agrupamento. Página 50

52 f) Cumprir as demais diretrizes que decorem da lei, mormente as plasmadas no contrato programa estabelecido ao abrigo do Despacho Normativo nº 20/2012, de 3 de outubro. Subsecção IV Serviços Especializados de Apoio Educativo Artigo 75º Designação e Composição 1. Os Serviços Especializados de Apoio Educativo são o conjunto de serviços que se destinam a promover a existência de condições para a plena inclusão escolar dos alunos, principalmente os que têm necessidades educativas especiais, sendo a sua ação conjugada com as Estruturas de Orientação Educativa. 2. Os Serviços Especializados de Apoio Educativo são constituídos pelas seguintes estruturas: a) Serviços de Psicologia e Orientação (SPO); b) Educação Especial e Apoio Educativo (1º ciclo); c) Atividades de Apoio 2º, 3º Ciclo e secundário. 3. O Diretor designará, dentre os membros da Direção, um coordenador dos serviços que representará todas as estruturas no Conselho Pedagógico, sempre que necessário. 4. As atividades a desenvolver obedecem a um plano elaborado anualmente, tendo em conta as necessidades específicas da comunidade escolar, plano esse integrado no Plano Anual de Atividades da escola. Artigo 76º Competências 1. Os Serviços Especializados de Apoio Educativo constituem uma equipa de apoio, competindo-lhe: Página 51

53 a) Elaborar o respetivo regimento interno nos primeiros trinta dias do mandato da estrutura, onde constem as respetivas regras de organização e funcionamento; b) Avaliar e priorizar necessidades; c) Estabelecer programas e práticas para atender às necessidades dos professores e dos alunos; d) Colaborar na planificação e organização do trabalho de modo a introduzir não só objetivos coletivos mas também objetivos individuais; e) Apoiar os professores das turmas na resolução cooperativa dos problemas; f) Acompanhar a constituição de turmas. Artigo 77º Mandato 1. O mandato do Coordenador dos Serviços Especializados de Apoio Educativo tem a duração de 4 anos e cessa com o mandato do Diretor. 2. O Coordenador pode ser exonerado a todo o tempo por despacho fundamentado do Diretor, ou a pedido do interessado. 3. As horas de redução para o Coordenador estarão de acordo com a legislação em vigor. Artigo 78º Funcionamento 1. Os Serviços Especializados de Apoio Educativo reúnem, duas vezes por período e extraordinariamente sempre que necessário, podendo solicitar para essas reuniões, a colaboração de outros serviços ou entidades considerados relevantes para o processo de desenvolvimento e de formação dos alunos, designadamente: a) Serviços do Agrupamento no âmbito das atividades de complemento curricular; b) Professores das turmas; c) Assistentes Operacionais; Página 52

54 d) Alunos; e) Pais e Encarregados de Educação; f) Parceiros no âmbito da saúde, da segurança social e da formação e emprego. Artigo 79º Composição dos Serviços de Psicologia e Orientação 1. Os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO) são unidades especializadas de apoio educativo, visando acompanhar o aluno ao longo do seu percurso escolar, contribuindo para a concretização de igualdade de oportunidades, para a promoção do sucesso educativo e para a aproximação entre a família, a escola e o mundo das atividades profissionais. 2. Os SPO são constituídos por: a) Um psicólogo; b) Um técnico superior de serviço social (quando existir protocolo com entidade externa); Artigo 80º Competências dos Serviços de Psicologia e Orientação 1. A nível de apoio psicopedagógico, compete-lhes designadamente: a) Colaborar com os Educadores e professores, prestando-lhe apoio psicopedagógico às atividades educativas; b) Assegurar na prossecução das suas atribuições, o acompanhamento do aluno, individualmente e em grupo, ao longo do processo educativo, bem como o apoio ao desenvolvimento do sistema de relações interpessoais, no interior dos estabelecimentos que integram o Agrupamento e entre estes e a comunidade. c) Prestar apoio de natureza psicológica e psicopedagógico a alunos, docentes, Pais e Encarregados de Educação, no contexto das atividades educativas, tendo em vista o sucesso escolar, a efetiva igualdade de oportunidades e a adequação das respostas educativas; d) Assegurar, em colaboração com outros serviços competentes, designadamente com o núcleo de educação especial e apoio educativo, Página 53

55 a deteção de alunos com necessidades educativas especiais, a avaliação da sua situação e o estudo das intervenções adequadas; e) Contribuir, em conjunto com as atividades desenvolvidas no âmbito das áreas curriculares, das Atividades de Enriquecimento Curricular e das outras componentes educativas não escolares, para a identificação dos interesses e aptidões dos alunos, de acordo com o seu desenvolvimento global e nível etário; f) Elaborar os relatórios técnico-pedagógicos previstos na lei e referentes a alunos com dificuldades de aprendizagem; g) De acordo com o artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro, o SPO, colaborará na elaboração do programa educativo individual dos alunos do ensino especial, caso o professor titular, o Diretor de Turma ou o docente da educação especial considerem necessários, no prazo e nos termos definidos por lei; h) Participar em reuniões de Conselho de Turma sempre que a sua presença seja solicitada. 2. A nível da orientação escolar e profissional compete-lhe, designadamente: a) Promover atividades específicas de informação escolar e profissional suscetíveis de ajudar os alunos a situarem-se perante as oportunidades disponíveis, tanto no domínio dos estudos e formações, como no das atividades profissionais, favorecendo a indispensável articulação entre a escola e o mundo do trabalho; b) Desenvolver ações de aconselhamento psicossocial e vocacional dos alunos, apoiando a processo de escolha e o planeamento das carreiras; c) Desenvolver ações de informação e sensibilização dos Pais e da comunidade em geral no que respeita à problemática que as opções escolares e profissionais envolvem. 3. Para além das competências referidas nos pontos anteriores, os Serviços de Psicologia e Orientação desempenham as funções previstas na legislação aplicável. 4. O SPO elaborará, no início do ano letivo, o seu regimento de funcionamento e organização e o plano anual de atividades, a ser integrado no Plano Anual de Atividades do Agrupamento. Página 54

56 Artigo 81º Educação Especial e Apoio Educativo 1. O grupo de educação especial e apoio educativo é constituído por: a) Todos os docentes de educação especial a exercerem funções no Agrupamento, ao abrigo da legislação em vigor; b) Pelos docentes a exercerem funções de apoio educativo. 2. As finalidades da educação especial e apoio educativo são: a) Contribuir para a igualdade de oportunidades de sucesso educativo para todas as crianças e jovens; b) Promover a existência de respostas pedagógicas diversificadas e adequadas às necessidades específicas e ao desenvolvimento global das crianças e jovens; c) Promover a existência de condições nas escolas para a inclusão socioeducativa das crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais (N.E.E.); d) Colaborar na promoção da qualidade educativa, nomeadamente nos domínios relativos à orientação educativa, à interculturalidade, à saúde escolar e à melhoria do ambiente educativo. Artigo 82º Competências da Educação Especial e Apoio Educativo 1. Responder às necessidades educativas especiais dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e participação num ou vários domínios da vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais de caráter permanente, em coerência com o estabelecido no preâmbulo do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro. 2. Orientar e assegurar o desenvolvimento de currículos específicos individuais a aplicar a alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente, conforme o ponto 4 do artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro. 3. Participar, de acordo com as diretivas emanadas da direção executiva, no processo de elaboração de turmas, no que diz respeito à integração de alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro. Página 55

57 4. Proceder ao encaminhamento dos alunos que, decorrente do resultado do processo de avaliação, não se tenha encontrado justificação para a intervenção dos serviços de educação especial, para outros apoios disponibilizados pela escola que melhor se adequem à sua situação específica, cumprindo o estabelecido na alínea e), ponto 1, artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro. 5. Contribuir para a criação de condições para a integração socioeducativa das crianças e dos jovens com necessidades educativas especiais. 6. Colaborar com o Diretor e com as estruturas de coordenação pedagógica do Agrupamento, e com os professores, de um modo geral, na gestão flexível do currículo e na sua adequação às capacidades e interesses dos alunos, bem como às realidades locais. 7. Coordenar a articulação de todos os serviços e entidades que participam no processo de intervenção relativo aos alunos com necessidades educativas especiais. 8. Contribuir ativamente para a diversificação de estratégias e métodos educativos de modo a promover o desenvolvimento e aprendizagem das crianças e jovens. 9. Articular com os docentes titulares de turma a elegibilidade dos alunos para apoio educativo. 10. Colaborar na definição e implementação de estratégias que visem a superação de dificuldades de aprendizagem; 11. Participar nos conselhos de docentes de turma/conselhos de turma onde existam alunos com necessidades educativas especiais (NEE) a fim de acompanhar a situação desses alunos. 12. Dinamizar atividades que promovam a inclusão socioeducativa dos alunos com NEE e integrados no Plano Anual de Atividades do Agrupamento. 13. Implementar as diretivas previstas no Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, relativas aos alunos com necessidades educativas especiais. Página 56

58 Artigo 83º Referenciação 1. O serviço docente relativo aos processos de referenciação e avaliação, assume caráter prioritário e de aceitação obrigatória, devendo a sua execução sobrepor-se a toda atividade docente e não docente, exceto a letiva. 2. A referenciação pode ser feita por técnico ou profissional habilitado, através de formulário próprio, a que se anexarão relatórios e outros documentos. 3. Todo o processo será encaminhado para o responsável desta área, na direção executiva, que após análise e decisão enviará para o núcleo da educação especial. 4. Compete à direção executiva indicar o professor de educação especial que fará a avaliação da funcionalidade do aluno e o respetivo relatório técnico pedagógico, com as medidas educativas propostas. 5. Todo o processo deverá estar concluído no prazo de sessenta dias após a referenciação do aluno. 6. O PEI (Programa Educativo Individual) deverá ser aprovado pelo Conselho Pedagógico. Artigo 84º Medidas de promoção do sucesso escolar ver artigo 20º, Despacho Normativo n.º 13/2014,15 set. 1. O Apoio Pedagógico aplica-se, prioritariamente, aos alunos que revelem dificuldades de aprendizagem nas disciplinas de Português, Matemática e Inglês e que beneficiem de um plano de acompanhamento pedagógico. 2. As atividades de Apoio Pedagógico são implementadas tendo em conta os recursos físicos e humanos do Agrupamento. Artigo 85º Funcionamento 1. As propostas de Apoio Pedagógico são da responsabilidade do Conselho de Turma ou Conselho de Docentes, devendo ser elaboradas, pelo professor da disciplina proponente ou professor titular de turma, devendo ser formalizadas Página 57

59 nas respetivas reuniões. A sua operacionalização ficará a cargo do respetivo docente. 2. O Conselho de Turma ou Conselho de Docentes deverá ponderar sempre cada proposta, tendo em conta as possíveis implicações de cada apoio no progresso e recuperação dos alunos. 3. Os pedidos serão analisados pelo Diretor e atendidos em função da capacidade de resposta do Agrupamento. 4. O Diretor de Turma ou professor titular de turma deve dar conhecimento ao Encarregado de Educação da proposta e das regras que presidem ao funcionamento das atividades. 5. Todo o aluno integrado nas atividades deve ser assíduo, pontual e empenhado. 6. Em termos de assiduidade, a terceira falta injustificada implica, de imediato, a suspensão do Apoio Pedagógico, exceto para os alunos que beneficiem de plano de acompanhamento pedagógico, para os quais, estas faltas deverão ser alvo de reflexão por parte dos docentes, tomando a decisão pedagogicamente mais favorável para o aluno. Subsecção V Equipa de Articulação Curricular Artigo 86º Definição 1. A articulação curricular pretende desenvolver a gestão dos planos de estudo e programas definidos a nível nacional e das componentes curriculares de âmbito local, procurando adequar o currículo aos interesses específicos dos alunos. Assim, a articulação curricular cabe, em primeiro lugar, aos Departamentos Curriculares. Porém, de modo a operacionalizar de uma forma mais eficaz esta articulação, o Agrupamento criou uma subestrutura educativa, denominada Equipa de Articulação Curricular, tendo como objetivo, a cooperação entre todos os docentes do Agrupamento. Página 58

60 Artigo 87º Composição 1. A equipa de articulação curricular é constituída por docentes do pré-escolar e restantes níveis de ensino. 2. Os elementos que fazem parte da equipa de articulação curricular são indicados pelos respetivos Coordenadores de Departamento e designados pelo Diretor. 3. Nesta equipa contribuem, obrigatoriamente os seguintes elementos, de acordo com a Articulação Vertical ou Articulação Horizontal: 3.1- Articulação vertical sobretudo Português, Matemática, Inglês a) Coordenadores de departamento b) Representantes das disciplinas de Português, Matemática, Inglês 3.2- Articulação horizontal a) Coordenadores de departamento b) Representantes de disciplina c) Diretores de turma Artigo 88º Competências 1. Elaborar o regimento de organização e funcionamento da equipa de articulação, indicando, no mesmo, as formas operacionais a que deverá obedecer a articulação curricular. 2. Organizar os saberes, de forma sequenciada e organizada, ao longo dos vários níveis educativos, tendo em consideração o desenvolvimento das crianças/jovens e as suas capacidades de aprendizagem em cada nível educativo. 3. Refletir e partilhar práticas pedagógicas e discutir a necessidade de inovar e preparar em conjunto temas comuns. 4. Criar novas formas de estar entre os professores, privilegiando o trabalho de equipa. 5. Analisar os conteúdos programáticos na perspetiva da articulação e sequencialidade. Página 59

61 Artigo 89º Circuito das atribuições na Articulação Vertical e Horizontal Coordenadores de departamento i. transmitir de forma eficaz as deliberações do Conselho Pedagógico. ii. iii. iv. transmitir de forma eficaz as deliberações do Departamento ao Conselho Pedagógico. monitorizar o trabalho dos representantes de disciplina. a. organizar o dossiê no Moodle mediante regimento pré estabelecido; b. verificar dossiês (planificações - articuláveis com as metas de aprendizagem; critérios de avaliação; testes de avaliação e respetivos critérios de classificação); c. garantir a introdução dos resultados na aplicação Dat@Cris. garantir a supervisão pedagógica - boas práticas - sala de aula, processos a. observar os métodos de ensino aprendizagem, usando ligação com outras áreas do saber desse e doutros anos; b. verificar atas de trabalho de grupos - consistência dos grupos com o trabalho efetuado; c. consistência dos sumários no livro de ponto - verificação de vários livros de ponto de diferentes turmas e anos e sua coerência com a planificação referida anteriormente. v. Representantes de disciplina - atribuições na Articulação Vertical (AV). vi. conhecer as metas de aprendizagem; vii. planificar a disciplina em cascata vertical - todos os anos do currículo - 1 viii. ao 9 ano ( esta tarefa deverá ser feita em grupo de trabalho com vários docentes de cada disciplina ) - com calendarização; a. elaborar os critérios de avaliação da disciplina, com base nos critérios gerais, de forma coerente verticalmente; b. arquivar a atualizar o dossiê do departamento previamente organizado pelo Coordenador de Departamento Representantes de disciplina - atribuições na Articulação Horizontal (AH) - no Trabalho de Estabelecimento /Articulação Curricular TE/AC Página 60

62 ix. planificação cruzada com disciplinas afins - temáticas comuns de aprendizagem - possibilitando uma gestão flexível do currículo e do programa; x. verificação da introdução (feita pela equipa da Articulação Curricular) da xi. xii. xiii. xiv. xv. xvi. xvii. xviii. xix. xx. planificação e critérios de avaliação para cada ano, no respetivo plano de turma; planeamento do processo de avaliação formativa - garantir a marcação dos testes da disciplina de forma alargada ao longo do período (evitando a concentração em curtos períodos de tempo) - Dat@Cris; conhecer e aplicar no que lhe respeitar o cronograma do Plano Turma Diretor de turma garantir a organização e atualização do Plano Turma - Dat@Cris; conhecer e aplicar no que lhe respeitar o cronograma do Plano Turma, alertando para as falhas na sua concretização; garantir a introdução pelas disciplinas das planificações (com base nas metas de aprendizagem) e critérios de avaliação; planeamento do processo de avaliação formativa - marcação de testes de avaliação de forma coerente e equilibrada com as restantes disciplinas da turma - Dat@Cris - tarefa efetuada no início de cada período; verificar a introdução dos alunos de apoio na Dat@Cris, mediante Plano de Acompanhamento Pedagógico (PAP); verificar a coerência e equilíbrio dos apoios com as dificuldades dos alunos - discutir este assunto no Conselho de Turma; estimular a comunicação entre o docente de apoio e o docente da disciplina. Artigo 90º Coordenador da Equipa de Articulação Curricular 1. O coordenador é designado pelo Diretor, de entre os professores da equipa de articulação curricular, por um período de 4 anos, e cessa com o mandato do Diretor. 2. Compete ao coordenador da equipa de articulação curricular: Página 61

63 a) Coordenar a atividade da equipa; b) Convocar e dirigir as reuniões; c) Incentivar o trabalho inter e transdisciplinar; d) Promover a articulação das atividades no plano funcional e curricular; e) Elaborar o relatório das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo. Artigo 91º Funcionamento 1. A Equipa de Articulação Curricular deve reunir ordinariamente uma vez por trimestre e no início de cada ano letivo. 2. A Equipa de Articulação Curricular reúne extraordinariamente: a) Por iniciativa do respetivo coordenador; b) Por solicitação de um terço dos seus membros; c) Por solicitação do Diretor. Subsecção VI AAAF, CAF e AEC Artigo 92º Definição 1. Com estas atividades pretende-se adaptar os tempos de permanência das crianças e dos alunos na escola às necessidades das famílias, garantindo simultaneamente que esses tempos sejam pedagogicamente ricos e complementares das aprendizagens, associadas à aquisição de competências básicas. Artigo 92º- A Atividades de animação e de apoio à família - AAAF AAAF ver secção II, despacho n.º 9265-B/2013, 15 jul. 1. Em reunião de abertura do início do ano escolar será dado a conhecer aos Encarregados de Educação, as regras de funcionamento das Atividades de Página 62

64 Animação e de Apoio à Família (AAAF), sendo prestadas pela coordenadora de estabelecimento e pelo professor titular de turma, todas as informações sobre os direitos e deveres das famílias. 2. Só poderão beneficiar deste serviço os Encarregados de Educação que estejam devidamente inscritos. 3. Os formulários para a inscrição neste serviço serão facultados pela Autarquia, encontrando-se disponibilizados na secretaria do Agrupamento ou nas instalações do JI. 4. Excecionalmente, os Encarregados de Educação que não se encontram inscritos, poderão usufruir esporadicamente ou pontualmente deste serviço, sendo entregue atempadamente toda a documentação exigida para o efeito. 5. Caso os pais manifestem a necessidade do serviço de Atividades de Animação e de Apoio à Família nas interrupções letivas, o horário do Assistente Operacional será articulado com o pessoal da componente de Apoio à Família. 6. As Atividades de Animação e de Apoio à Família compreendem o serviço de refeição e/ou atividades de animação socioeducativa, antes e/ou depois do período diário de atividades letivas. 7. É assegurada nos períodos escolares e, quando necessária, nos períodos de interrupções letivas (com exceção de agosto). 8. As normas de funcionamento e regras de inscrição fazem parte do Regulamento da Componente de Apoio à Família, bem como do Plano de Ação Social Escolar e Componente de Apoio à Família aprovado anualmente pela Câmara Municipal de Paredes. 9. O número de crianças entregues a um adulto não deve exceder 25 crianças. 10. A supervisão pedagógica e o acompanhamento da execução das AAAF são da responsabilidade dos educadores titulares de grupo, com vista a garantir a qualidade das atividades realizadas. 11. No centro escolar de Sobrosa as AAAF são organizadas e dinamizada pela Obra Social de Sobrosa, conforme protocolo estabelecido entre esta, a Autarquia e o Agrupamento. Página 63

65 Artigo 92º- B Componente de apoio à família - CAF CAF ver secção III, despacho n.º 9265-B/2013, 15 jul. 1. A componente de apoio à família, integra-se no conceito de escola a tempo inteiro promovendo uma resposta diversificada em função da realidade local de apoio às escolas, às famílias e aos alunos do 1ºCEB. Pretende-se com estas atividades adaptar os tempos de permanência dos alunos na escola às necessidades das famílias, garantindo simultaneamente que esses tempos sejam pedagogicamente ricos e complementares das aprendizagens, associadas à aquisição de competências básicas. 2. No Centro Escolar de Sobrosa a CAF é organizada e dinamizada pela Obra Social de Sobrosa, conforme protocolo estabelecido entre esta, a Autarquia e o Agrupamento, sendo que o Centro Escolar de Duas Igrejas não promove a componente de apoio à família. 3. A CAF funciona no espaço escolar, com uma sala específica destinada a esta componente. Artigo 92º- C Atividades de Enriquecimento Curricular - AEC AEC ver secção IV, despacho n.º 9265-B/2013, 15 jul. 1. As AEC no 1º CEB são selecionadas de acordo com os objetivos definidos no projeto educativo do Agrupamento de escolas e devem constar do respetivo PAA. 2. A planificação das AEC é da responsabilidade dos órgãos competentes do Agrupamento, em articulação com a Autarquia, de acordo com a legislação em vigor. 3. As AEC oferecidas incidem na AFD e Musica e têm uma duração semanal de 5h. 4. Sempre que haja inscrição nas AEC, os encarregados de educação comprometem-se a que os seus educandos as frequentem até final do ano letivo, no respeito pelo dever de assiduidade consagrado no Estatuto do Aluno. 5. As AEC são desenvolvidas num período único em dois dias da semana, preferencialmente de tarde. Página 64

66 6. Aos professores titulares de turma compete assegurar a supervisão pedagógica e o acompanhamento da execução das Atividades de Enriquecimento Curricular no 1º ciclo do Ensino Básico, tendo em vista garantir a qualidade das atividades, bem como a articulação com as atividades curriculares. Artigo 93º Composição da Equipa de Supervisão 1. A supervisão pedagógica será coordenada por um grupo de trabalho, denominado Equipa de Supervisão. É constituído por: a) Adjunta do 1º ciclo, com assento no Conselho Pedagógico; b) Coordenadores de Departamento do Pré-escolar e 1º Ciclo; c) O Coordenador PTE, Projeto Educativo TEIP e do Plano Anual de Atividades. d) Um representante da Autarquia; e) Um representante dos Pais e Encarregados de Educação. Artigo 94º Objetivos 1. São objetivos da Equipa de Supervisão: a) Criar as melhores condições de organização, planificação, realização e avaliação das atividades; b) Supervisionar os procedimentos inerentes à operacionalização das Atividades de Enriquecimento Curricular e de Atividades de Animação e de Apoio à Família. c) Colaborar com os professores titulares de turma, com sugestões para as programações das atividades e, sempre que possível, contactar os técnicos das AEC e das AAAF para saber como estão a decorrer as mesmas. Página 65

67 Artigo 95º Mandato 1. O coordenador será a adjunta de 1º ciclo do Diretor. 2. A duração do mandato da equipa é de 4 anos e cessa com o mandato do Diretor. 3. Sempre que um dos membros da equipa de supervisão deixar de reunir as condições pelas quais foi indigitado, será substituído por outro elemento do seu grupo. Artigo 96º Competências do Coordenador 1. Compete ao Coordenador da Equipa de Supervisão, em articulação com os outros membros: a) Colaborar na definição do plano de Atividades de Enriquecimento Curricular, da Componente de apoio à família e Atividades de Animação e de Apoio à Família, de acordo com os objetivos expressos no Projeto Educativo do Agrupamento; b) Submeter aos departamentos respetivos, para apreciação, os programas das AEC do 1º ciclo; c) Estabelecer critérios, de acordo com as realidades locais, para a definição dos tempos a atribuir a cada atividade; d) Definir os horários de funcionamento; e) Analisar trimestralmente as avaliações resultantes do trabalho desenvolvido entre os técnicos e os supervisores nas respetivas turmas; f) Pronunciar-se sobre o trabalho desenvolvido durante o ano, pelos técnicos contratados; g) Pronunciar-se sobre o recrutamento dos técnicos; h) Proceder à articulação entre os diversos intervenientes no processo; i) Elaborar o regimento de organização e funcionamento da equipa de supervisão e respetivas atividades; j) Elaborar o relatório das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo. Página 66

68 Artigo 97º Funcionamento 1. A Equipa de Supervisão deve reunir ordinariamente no início de cada ano letivo e uma vez por trimestre, para planificar e avaliar o trabalho realizado. 2. A equipa pode ainda reunir extraordinariamente: a) Por iniciativa do respetivo coordenador; b) Por solicitação de um terço dos seus membros. Subsecção VII Observatório da Qualidade Artigo 98º Definição 1. O Observatório da Qualidade (OQ) é parte integrante do Agrupamento no sentido de acompanhar eficazmente o Projeto Educativo do Agrupamento, na perspetiva de promoção da qualidade educativa. Caracteriza-se pela idoneidade, competência, isenção, responsabilidade e autonomia. Artigo 99º Composição 1. O Observatório da Qualidade integra docentes dos vários ciclos e de diferentes departamentos/grupo disciplinares, sendo constituído por um mínimo de sete e um máximo de doze elementos. 2. Para além dos docentes, o Observatório da Qualidade pode incluir um elemento do pessoal não docente e um representante dos encarregados de educação. Artigo 100º Designação 1. O Coordenador é designado pelo Diretor. 2. Os restantes elementos do Observatório da Qualidade são nomeados pelo Diretor, sob proposta do Coordenador. Página 67

69 Artigo 101º Mandato 1. O mandato de representação do OQ é de quatro anos. 2. O mandato de Coordenador tem a duração de quatro anos, podendo todavia, cessar a todo o momento, por decisão do Diretor, ouvido o Conselho Pedagógico, a pedido do interessado, ou mediante proposta fundamentada de dois terços dos membros da Comissão. Artigo 102º Competências 1. Aprovar ou rever o seu regime de funcionamento nos trinta dias subsequentes à primeira reunião de cada ano. 2. Acompanhar o Projeto Educativo de Agrupamento. 3. Avaliar a operacionalização das prioridades de desenvolvimento pedagógico. 4. Propor, sempre que necessário, aspetos a melhorar no Projeto Educativo de Agrupamento. 5. Avaliar o desempenho das diferentes Estruturas de Orientação Educativa, dando continuidade ao trabalho desenvolvido pelas anteriores comissões. 6. Elaborar o Plano de Atividades do Observatório da Qualidade. 7. Construir material de trabalho para acompanhar o Projeto Educativo de Agrupamento. 8. Elaborar o relatório das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo, nomeadamente no que concerne ao Plano de Melhoria. 9. Divulgar, atempadamente, o relatório das atividades no Conselho Pedagógico e Conselho Geral. Artigo 103º Funcionamento 1. O Observatório da Qualidade reunirá ordinariamente uma vez por mês, mediante convocatória do seu Coordenador. Por decisão do Diretor ou por solicitação do Coordenador, esta reunião poderá ser suprimida por falta de assunto. Página 68

70 2. O Observatório da Qualidade reunirá extraordinariamente, sempre que seja convocado pelo seu Coordenador, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos respetivos membros, ou por solicitação do Conselho Geral, Diretor ou Conselho Pedagógico. 3. O Coordenador e restantes docentes do Observatório da Qualidade marcarão no seu horário o mínimo de dois tempos da componente não letiva, comunicando ao Diretor o respetivo horário. Capítulo IV Organização e funcionamento dos espaços escolares e serviços Artigo 104º Serviços e espaços escolares 1. Consideram-se serviços e espaços escolares todas as instalações e recursos humanos a eles ligados que contribuam para o desenvolvimento da função educativa e formativa da Escola, nos planos pedagógicos, culturais e administrativos. Artigo 105º Gestão dos espaços escolares 1. De acordo com o estabelecido por Lei, a gestão de serviços e espaços escolares é da responsabilidade do Diretor, cabendo ao mesmo, no âmbito das suas competências, zelar pela sua manutenção e integridade. 2. A distribuição dos espaços e a implementação de novos serviços deve ser feita no início do ano letivo, ou quando se julgar conveniente, desde que existam razões devidamente fundamentadas sobre a sua pertinência e necessidade, tendo em consideração os projetos e atividades a desenvolver. Página 69

71 Artigo 106º Princípios orientadores 1. Os princípios que regem a gestão dos espaços escolares e dos serviços são os que a Lei consagra e ainda os seguintes: a) Primazia dos fatores de ordem pedagógica sobre os de ordem administrativa; b) Adequação à função educativa da Escola e à implementação do Projeto Educativo; c) Articulação com os restantes organismos da administração educativa, nomeadamente a Direção de Serviços da Região Norte, outras Escolas e o Município; d) Acesso aos espaços, instalações e serviços por parte de elementos da comunidade local, de acordo com as normas e condicionantes definidas. Artigo 107º Organização e funcionamento 1. A definição dos serviços existentes e a criar depende do Diretor, de acordo com a sua natureza, devendo estes estar bem identificados, de maneira a facilitar o seu acesso. 2. Nos regimentos de organização e funcionamento dos diferentes serviços e espaços escolares, deverão constar os seguintes pontos: a) Horário de funcionamento; b) Normas de acesso e conduta; c) Mecanismo de requisição de serviço; d) Gestão de equipamentos, incluindo a comunicação de estragos e aquisições/reposições. 3. A requisição de material, equipamentos ou serviços é feita em documento próprio, do qual constem, pelo menos, a identificação do requerente, equipamento/material a requisitar, sala, data e hora onde será utilizado. 4. O Diretor define no início do ano letivo, o disposto no n.º 2, para os serviços administrativos, serviços de ação social escolar, refeitório, bufete, papelaria e reprografia. Página 70

72 Artigo 108º Cedência de instalações, serviços e equipamentos à comunidade 1. A cedência de instalações e equipamentos a outros membros da comunidade não pode perturbar o normal funcionamento das atividades letivas. 2. A cedência de instalações e equipamentos é autorizada pelo Diretor, em coordenação com o Município. 3. O Diretor pode, pela cedência de utilização dos espaços, instalações escolares e equipamentos, exigir uma compensação e passar um documento comprovativo da mesma, em função da utilização realizada. Artigo 109º Direção de Instalações, Espaços ou Serviços 1. Por forma, a garantir a otimização de recursos e o melhor funcionamento de determinadas instalações, espaços e serviços, podem ser nomeados Diretores de Instalações. 2. Os Diretores de Instalações devem ser professores que revelem capacidade de organização, preferencialmente com alguma experiência na área em que se inclui a instalação, espaço ou serviço que vão gerir. 3. A designação dos Diretores de Instalações é da competência do Diretor. 4. Compete ao Diretor de Instalações: a) Gerir o material e equipamentos à sua guarda; b) Elaborar um Regimento de Funcionamento, ouvidos os funcionários ligados à instalação, espaço ou serviço; c) Planificar o modo de utilização das instalações e propor a aquisição de novo material e equipamento, de acordo com as necessidades das Instalações, Espaços ou Serviços e as sugestões da Comunidade Escolar; d) Organizar o inventário do material existente nas instalações e zelar pela sua conservação; e) Elaborar os relatórios que lhe forem solicitados, sendo obrigatório a elaboração de um relatório no final do ano letivo; f) Providenciar que o material requisitado seja devolvido; Página 71

73 g) Providenciar para que os equipamentos danificados sejam reparados. 5. As salas de informática e o material informático do Agrupamento serão geridos pelo Coordenador PTE coadjuvado pela respetiva equipa. Artigo 110º Serviços de apoio à comunidade escolar 1. Os serviços de apoio à comunidade escolar compreendem a Biblioteca Escolar/CRE, a Sala de Informática e as Instalações desportivas. Artigo 111º Biblioteca Escolar/CRE 1. A Biblioteca Escolar/CRE (BE/CRE) é um recurso básico do processo educativo com um papel central em domínios tão importantes como a aprendizagem da leitura, o domínio da literacia, a criação e o desenvolvimento do prazer de ler e a aquisição de hábitos de leitura, a capacidade de selecionar informação e atuar criticamente perante a quantidade e diversidade de fundos e suportes que hoje são postos à disposição das pessoas, o desenvolvimento de métodos de estudo, de investigação autónoma e o aprofundamento da cultura cívica, científica, tecnológica e artística. 2. O conceito de BE/CRE inclui espaços e equipamentos onde são recolhidos, tratados e disponibilizados todos os tipos de documentos que constituem recursos pedagógicos quer para as atividades curriculares ou extracurriculares, quer para a ocupação de tempos livres e de lazer. A BE/CRE deve ser um verdadeiro centro de recursos educativos multimédia (livros, programas informáticos, periódicos, registos vídeo e áudio, diapositivos, filmes, CD-ROM, etc.), ao dispor de toda a comunidade educativa. 3. A equipa de trabalho da BE/CRE é designada pelo Diretor, sendo integrada por professores do Agrupamento, um dos quais exercerá funções de professor bibliotecário. Página 72

74 Artigo 112º Competências da BE/CRE 1. Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e projeto educativo da escola. 2. Tornar possível a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar a escola de um fundo documental adequado às necessidades das diferentes disciplinas e projetos de trabalho. 3. Promover a divulgação, em tempo útil e através de mecanismos flexíveis, da informação disponível, quer relativamente às atividades das escolas do Agrupamento, quer em relação aos contactos com outras instituições, contando, para esse efeito, com meios de comunicação disponíveis, nomeadamente a Plataforma e a Rádio Escola. 4. Criar e manter nas crianças e jovens o hábito e o prazer da leitura, da aprendizagem e da utilização das bibliotecas ao longo da vida. 5. Proporcionar oportunidades de utilização e produção de informação que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. 6. Ampliar o núcleo documental existente, em função das atividades do Agrupamento e das necessidades de formação dos seus docentes, em estreita cooperação com o Centro de Formação da Associação de Escolas do Concelho. 7. Integrar, no espólio do CRE, os trabalhos relevantes produzidos pelos alunos e restantes membros da comunidade educativa. 8. Informatizar o núcleo documental, de modo a garantir um acesso rápido à informação. 9. Organizar atividades que favoreçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social. Artigo 113º Professor Bibliotecário - procedimento interno de designação 1. O professor bibliotecário é selecionado e designado pelo Diretor, de acordo com o previsto no artigo 5º de Portaria n.º756/2009 de 14 de Julho. 2. O cargo de professor bibliotecário tem uma duração de 4 anos letivos. Página 73

75 Artigo 114º Competências do professor bibliotecário 1. Para além das competências previstas na Portaria n.º 756/2009 de 14 de Julho, artigo 3º, cabe ao professor bibliotecário: a) Elaborar o regimento de funcionamento; b) Assegurar a articulação dos diferentes programas de animação e estimular a participação de toda a comunidade escolar, bem como articular a sua atividade com o órgão de gestão e com o exterior; c) Proceder à avaliação do trabalho desenvolvido, conjuntamente com a direção executiva do Agrupamento, por forma a garantir o procedimento do artigo 3º, alínea i) da Portaria supra. Artigo 115º Sala de Informática 1. A Sala de Informática é um espaço que tem, no essencial, duas funções: a) Servir para o desenvolvimento de aulas curriculares ou atividades de apoio educativo; b) Ser um recurso para o desenvolvimento de trabalhos e/ou projetos no âmbito das diversas áreas disciplinares/disciplinas ou mesmo pessoais. 2. Na escola sede existe uma Sala de Informática (Sala 219). 3. Esta sala é da responsabilidade da Equipa PTE e do professor que se encontre a lecionar a disciplina de TIC, se este não pertencer à referida equipa. 4. As regras de organização e funcionamento da Sala de Informática são elaboradas pelo Coordenador PTE. Artigo 116º Instalações desportivas 1. As regras de organização e funcionamento das instalações desportivas regem-se por regulamento próprio. Página 74

76 Artigo 117º Serviços Administrativos e Técnicos 1. O Agrupamento dispõe de serviços administrativos e técnicos que funcionam na dependência do Diretor. Artigo 118º Serviços de Administração Escolar 1. Os Serviços de Administração Escolar prestam apoio ao funcionamento do Agrupamento nas áreas de expediente, arquivo, gestão de pessoal e alunos, aprovisionamento, património, tesouraria e contabilidade. 2. Os funcionários destes serviços respondem perante o Chefe dos Serviços de Administração Escolar e este perante o Diretor. 3. A entrada e permanência de utentes nestes serviços, só se justifica para tratamento de assuntos do seu âmbito de ação e não se deve exceder o tempo estritamente necessário à sua resolução. 4. De acordo com a reorganização dos serviços e no sentido de agilizar o atendimento, cada professor, funcionário ou aluno deverá dirigir-se ao gestor do seu processo. À entrada da secretaria, encontra-se afixada a listagem dos referidos gestores. 5. Os Serviços de Administração Escolar encontram-se abertos ao público, sem qualquer interrupção, das 8:30h às 17:00h, salvo nas interrupções letivas do Natal e da Páscoa e durante o período de férias, em que o horário é determinado pelo órgão de gestão. Este horário pode ser alterado por conveniência do serviço. 6. Nos Termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 189/96 de 28 de Novembro, existe nos Serviços Administração Escolar, à disposição dos utentes, um livro de reclamações. Artigo 119º Serviços de Ação Social Escolar 1. Os Serviços de Ação Social Escolar incluídos nos Serviços de Administração Escolar destinam-se, primordialmente, a satisfazer as Página 75

77 necessidades dos alunos pertencentes aos estratos sociais mais desfavorecidos em matéria de alimentação, material escolar, transportes e material específico para deficientes. 2. Os Serviços de Ação Social Escolar são coordenados por um Adjunto e orientados pelo Chefe de Serviços Administrativos Escolares, que nomeará um funcionário administrativo responsável pelo apoio administrativo a estes serviços. 3. A Autarquia presta apoio aos alunos no que respeita à atribuição de subsídios para alimentação, livros e material escolar, e transporte escolar no 1º ciclo, bem como a Atividades de Animação e de Apoio à Família na educação pré-escolar. Artigo 120º Competências do SASE 1. Atender professores, alunos e Encarregados de Educação que solicitem informações sobre os serviços. 2. Colaborar com a autarquia, na organização da rede de transportes escolares e na organização dos processos da Ação Social Escolar. 3. Criar as condições necessárias ao funcionamento do refeitório, bufete, papelaria e seguro escolar e supervisionar o funcionamento dos mesmos. 4. Divulgar, organizar, analisar e propor a atribuição de subsídios (em alimentação, material escolar, manuais) aos alunos que a eles se candidatem, de acordo com o estabelecido na lei. 5. Assegurar aos alunos o direito ao seguro escolar. 6. Assegurar o preenchimento de mapas, no âmbito da ação social escolar, relativamente ao Pré-escolar e 1º Ciclo. 7. Assegurar atividades relacionadas com o aprovisionamento e economato. Página 76

78 Artigo 121º Subsídios Escolares 1. Os alunos cujo agregado se integre no 1º ou 2º escalão do posicionamento para atribuição do abono de família beneficiam, respetivamente, do Escalão A ou B. 2. Os prazos para requerimento de subsídios são os estipulados por lei e serão dados ao conhecimento dos Encarregados de Educação. 3. Alterações nas condições económicas do agregado familiar devem ser comunicadas, através de requerimento, à direção executiva para que esta investigue a possibilidade de atribuição ou anulação do subsídio. 4. Será dado conhecimento da lista de alunos a subsidiar a cada Diretor de Turma. 5. A revisão do escalão atribuído, para efeitos de apoio de Ação Social Escolar, pode ser efetuada a qualquer altura do ano letivo, nomeadamente quando surjam alterações na situação socioeconómica do agregado familiar. 6. Falsas declarações dão origem ao corte imediato do subsídio. 7. Ao aluno retido, integrado nos escalões A ou B, não serão atribuídos manuais escolares no ano letivo seguinte, exceto se houver adoção de novos manuais. Artigo 121º - A Bolsa de Manuais Escolares ver n.º7 do artigo 7.º; artigo 7º-A e artigo 7º-B, Despacho nº11886-a/2009 de 6 de set. e nº 4 do artigo 7º-A do Despacho nº D/2014 de 8 de set. Nota: A cedência ao aluno de manuais escolares, no âmbito da ação social escolar e de acordo com o escalão que integra, é sempre feito a título de empréstimo. Ver regulamento da Bolsa de Manuais Escolares. Artigo 122º Transportes 1. Os transportes escolares são da responsabilidade financeira e organizativa da Câmara Municipal de Paredes. Página 77

79 2. Compete ao SASE, no âmbito dos transportes escolares: a) Receber anualmente as candidaturas dos alunos/crianças; b) Comprovar os dados mencionados na candidatura; c) Enviar à Câmara Municipal os processos de candidatura das crianças da educação pré-escolar e dos alunos do ensino básico. d) Informar o Município sempre que um aluno deixe de utilizar o transporte escolar por motivo de transferência ou abandono escolar. 3. Os alunos que se desloquem em transporte público para o estabelecimento de ensino da área da sua residência recebem um passe que devem apresentar em cada trajeto efetuado. 4. Em caso de extravio ou deterioração, é da responsabilidade dos Pais/Encarregados de Educação a aquisição da 2ª via do passe. Artigo 123º Seguro Escolar 1. Todos os alunos matriculados neste Agrupamento estão abrangidos pelo seguro escolar cujas normas fundamentais se enunciam seguidamente. Os Serviços de Ação Social Escolar facultam aos interessados todos os esclarecimentos complementares necessários. 2. Considera-se acidente escolar o que ocorra durante as atividades programadas pela escola ou no percurso casa - escola - casa, dentro do período considerado necessário para o aluno efetuar esse percurso. 3. O seguro escolar funciona em regime de complementaridade do sistema/subsistema público de saúde e apenas cobre danos pessoais do aluno. 4. Apenas está coberta pelo seguro escolar a assistência prestada em estabelecimentos de saúde públicos, com exceção dos casos de impossibilidade de tratamento naqueles estabelecimentos, devidamente comprovados pelos respetivos serviços. 5. Sempre que ocorra um acidente escolar, o aluno/professor/funcionário deve dirigir-se aos Serviços de Ação Social Escolar e comunicar a ocorrência. Sempre que recorra aos serviços de saúde deve fazer-se acompanhar pelo Página 78

80 cartão de beneficiário da assistência ou de ficha de identificação do aluno entregue pelos serviços de ação social escolar. 6. Nos casos de prescrição de medicamentos, deve ser apresentado nos Serviços de Ação Social Escolar o recibo das despesas efetuadas, acompanhado de cópia do receituário médico, a fim de ser reembolsado da parte não suportada pelo sistema/subsistema de assistência. 7. Nos casos de atropelamento, o seguro escolar assume os primeiros socorros e aguarda decisão judicial relativamente à culpa dos intervenientes, pelo que é indispensável que o Encarregado de Educação apresente participação do acidente no Tribunal Judicial da Comarca para ser definida responsabilidade do acidente. Neste tipo de acidente, a não participação ao tribunal implica que o seguro escolar não assuma quaisquer responsabilidades decorrentes desse mesmo acidente. Artigo 124º Leite Escolar 1. O programa de leite escolar, conforme a legislação em vigor, tem finalidades educativas e de saúde. 2. Deve ser distribuído pelos docentes e consumido pelos alunos na sala de aula. Artigo 125º Acesso e circulação nos recintos escolares 1. Sempre que seja requerido pelo funcionário da portaria da Escola sede do Agrupamento ou pelos funcionários incumbidos de controlar as saídas e entradas nos recintos escolares do Agrupamento, deve ser mostrado o documento de identificação. 2. Os alunos, pessoal docente e pessoal não docente devem fazer-se acompanhar sempre do cartão de identificação GIAE. 3. Os restantes elementos da comunidade educativa e visitantes devem informar o funcionário da portaria, ou os funcionários incumbidos de controlar as saídas e entradas nos recintos escolares do Agrupamento, do assunto a Página 79

81 tratar e serviço a que se dirigem, sendo-lhe entregue um cartão de VISITANTE, o qual será restituído à saída. 4. Os elementos dos Serviços do Ministério da Educação e do Município, que se desloquem em serviço, ficam isentos de apresentar o Bilhete de Identidade, desde que comprovem a sua condição ou desde que os funcionários incumbidos de controlar as saídas e entradas nos recintos escolares do Agrupamento sejam avisados da sua presença pela Direção Executiva. 5. O Diretor poderá condicionar a entrada de pessoas estranhas à comunidade educativa, por razões de segurança dos alunos, devidamente justificadas. 6. A entrada nas salas de aula será sempre interdita a pessoas estranhas aos serviços do Ministério da Educação, durante os tempos letivos, salvo se a sua presença for considerada importante e necessária pelo Diretor de Turma, Professor ou Professor Titular de Turma. 7. Não é permitida a saída de alunos durante os seus períodos de aulas, salvo por pedido expresso dos seus Pais ou Encarregados de Educação confirmado pelo pessoal docente ou não docente em serviço na escola. Artigo 126º Estacionamento no interior dos recintos escolares 1. À exceção dos fornecedores ou em situações de emergência, não é permitida a circulação no interior dos recintos escolares do Agrupamento de veículos motorizados e não motorizados de duas rodas, devendo estes ficar estacionados no exterior do recinto ou espaço a eles destinados. 2. Por razões de sobrelotação de espaços, na EB 2/3, os professores e funcionários poderão, temporariamente, estacionar dentro do recinto escolar, nos locais assinalados pelas linhas, até à abertura de mais espaços externos para o mesmo fim. 3. O parque de estacionamento terá uma lotação de 39 lugares, tendo, os elementos da direção e assessoria lugar reservado. 4. Cada utente deste espaço será responsável pela sua viatura, não se responsabilizando a Escola por qualquer dano na mesma nem a terceiros. Página 80

82 5. Dentro do recinto escolar toda e qualquer viatura deve circular a velocidades reduzidas, evitando colocar em perigo a circulação das pessoas, a quem deve ser dada prioridade na circulação. Artigo 127º Receção/PBX 1. Aos funcionários de serviço na receção compete: a) Indagar os visitantes sobre o assunto que pretendem tratar e prestar os esclarecimentos que tiverem para fornecer; b) Encaminhar todos os que tenham assuntos a tratar no Gabinete do Órgão de Gestão, dos Diretores de Turma, nos Serviços de Administração Escolar ou no Gabinete de Apoio Socioeducativo; c) Solicitar a presença de um funcionário para acompanhar os visitantes que se dirijam ao Órgão de Gestão ou a qualquer outro local da Escola para que estejam autorizados; d) Receber as chamadas telefónicas vindas do exterior e encaminhá-las para os devidos setores; e) Receber os pedidos, proceder à marcação e fazer o registo das chamadas para o exterior; f) Guardar os objetos que tenham sido encontrados abandonados na escola e entregá-los a quem provar que lhe pertencem; g) Reunir os mapas de faltas e elaborar o plano geral de faltas dos docentes para os serviços administrativos. 2. Nos telefonemas oficiais serão registados os números de telefone dos destinatários, bem como os serviços e pessoas contactadas. Artigo 128º Outros serviços de apoio à ação educativa 1. Entendam-se como outros serviços de apoio à ação educativa os seguintes: a) Bufete b) Refeitório c) Papelaria Página 81

83 d) Reprografia e) Gabinete de primeiros socorros f) Cacifos g) Portaria 2. O Diretor, em articulação com os coordenadores de estabelecimento e os responsáveis pelos serviços e equipamentos respetivos, estabelecerá, no início de cada ano letivo, as regras, a afixar em local próprio, definindo o regime de funcionamento, horários, utilização, requisição, prazos para utilização e responsabilização do requisitante. 3. Todos os equipamentos duradouros, nos termos da legislação em vigor, serão inventariados pelos respetivos responsáveis. 4. O inventário será atualizado anualmente. Artigo 129º Bufete 1. O bufete da escola sede destina-se a satisfazer as necessidades da comunidade escolar em alimentação. 2. No serviço de bufete devem entregar o seu cartão e depois fazer os pedidos de produtos, segundo a ordem de chegada. 3. Os produtos do bufete são vendidos com uma margem mínima. 4. As receitas obtidas devem apoiar a conservação das instalações e dos equipamentos escolares e a aquisição de bens que se mostrem necessários ao prosseguimento das atividades da escola. 5. O utente que leve material do bufete para as mesas deve entregá-lo no balcão logo após a sua utilização. Artigo 130º Refeitório 1. O refeitório da escola sede destina-se a satisfazer as necessidades da comunidade escolar em alimentação, sendo gerido por um concessionário previamente selecionado pela DSRN. 2. A alimentação racional, saudável e equilibrada a fornecer nestas estruturas deverá ter em conta as regras da alimentação racional, incluindo as Página 82

84 respeitantes à higiene das instalações, dos utensílios, dos géneros alimentares e do pessoal. 3. Semanalmente é afixada a ementa das refeições a servir na semana seguinte. 4. Só poderá usufruir das refeições no refeitório quem as tiver marcado previamente. 5. As refeições poderão ser adquiridas no quiosque ou no portal com uma semana de antecedência até ao dia anterior do dia da refeição. Poderão ainda ser adquiridas até ao primeiro intervalo da manhã, ficando o preço da refeição sujeito a um agravamento, de acordo com a tabela divulgada junto da comunidade educativa. 6. Não são permitidas anulações de refeições já adquiridas, sendo apenas possível proceder à sua transferência para data posterior, desde que tal pedido seja feito nos serviços de ASE, até à véspera do dia a que a refeição se reporta. Assim, a refeição ficará para o mesmo dia, mas da(s) semana(s) seguinte(s). 7. É permitida a compra de refeições para grupos de alunos, formandos ou professores em atividades extraordinárias na Escola junto dos serviços de ASE. 8. O utente pode adquirir refeições para dias diferentes, se existirem as respetivas ementas. 9. Os alunos com escalão de subsídio atribuído devem também marcar as suas refeições atempadamente. Se as marcarem no próprio dia sujeitam-se à multa correspondente. 10. Os alunos subsidiados devem comprar apenas as refeições que tenham a certeza de que vão ser consumidas. 11. Em caso de falta à escola, com motivo justificável, o utente será sempre o responsável pelos movimentos realizados com o seu cartão, desde que não tenha informado os serviços de ASE ou o Órgão de Administração e Gestão de qualquer anomalia ocorrida como mesmo. 12. No final do dia existe a possibilidade do administrador do sistema verificar quais os alunos que compraram a refeição e não a consumiram. Esta situação quando repetida durante vários dias irá ser analisada, existindo a possibilidade de apurar responsabilidades. Se esta situação ocorrer com alunos subsidiados, Página 83

85 mais de 5 dias será desencadeado um processo de anulação do subsídio. Em situações de alunos reincidentes na falta ao consumo da refeição depois de esta ter sido encomendada, a Direção da Escola dará conhecimento aos Encarregados de Educação que terão de pagar o valor real da refeição. 13. Se o valor, da(s) refeição(ões) encomendada(s) e não servida(s), não for pago pelos Encarregados de Educação até ao final do mês a que dizem respeito, a Direção da Escola bloqueará a aquisição de novas senhas até ser dado cumprimento ao pagamento do(s) valor(es) em falta. 14. No caso de engano na compra de refeições não haverá lugar a qualquer anulação da compra. 15. A ementa pode estar sujeita a alterações de última hora. 16. Em casos excecionais, devidamente justificados, poderá ser servida uma refeição do tipo "dieta", devendo a refeição ser solicitada com um dia de antecedência. 17. A espera para o almoço na cantina faz-se em fila única. 18. Todos os utentes do refeitório devem respeitar as filas de espera ordeiramente, tendo em conta os horários previamente elaborados pela Direção Executiva para cada turma. 19. Após a refeição, os utentes devem entregar no balcão próprio o tabuleiro utilizado com todos os utensílios de que se serviram. 20. Na cozinha, é interdita a entrada/permanência de pessoas estranhas ao serviço. 21. O funcionamento dos refeitórios geridos pela Câmara Municipal e parceiros é regulamentado pelos responsáveis de cada entidade, no início de cada ano escolar. 22. O refeitório funciona das 11h40 às 14h20 na escola sede, e das 12h30 às 14h00 nas escolas do 1º Ciclo. Artigo 131º Papelaria 1. A papelaria destina-se a satisfazer as necessidades da comunidade escolar em material escolar. Página 84

86 2. A papelaria funciona na escola sede em local próprio e de um balcão de atendimento público, pelo que não é permitida a entrada nas respetivas instalações, a pessoas não autorizadas. Artigo 132º Reprografia 1. A reprografia fornece serviço de cópias, podendo ser utilizada por alunos, pessoal docente, pessoal não docente e associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento. 2. Os serviços de reprografia, desde que utilizados para fins particulares, são pagos pelo interessado, mediante tabela definida anualmente. 3. As tarifas a cobrar pelos serviços prestados são estipuladas por despacho do Presidente do Conselho Administrativo em função dos custos do material e da conservação da maquinaria utilizada; as taxas a aplicar à reprodução de documentos particulares devem incluir um valor moderador da sua solicitação. 4. O preçário de reprodução de originais deve estar afixado em local visível. 5. A reprodução de fichas de avaliação e demais material didático está sujeita ao cumprimento dos prazos previstos no regulamento deste serviço, com 48h de antecedência. 6. A todos os docentes da Escola sede será atribuída uma palavra-chave associada a um plafond com limite de cópias com base no número de alunos/disciplina. Este valor é gerido por cada docente na máquina da sala dos professores. 7. Os estabelecimentos de ensino EB1/JI possuem equipamento próprio de reprografia e regem-se pelo regulamento a definir pelo Diretor e respetivos coordenadores. Página 85

87 Artigo 133º Gabinete de Primeiros Socorros 1. O gabinete de primeiros socorros destina-se à aplicação de procedimentos simples que têm como objetivo resolver situações de emergência, feitas por pessoas com conhecimentos básicos, até à chegada de atendimento médico especializado. Artigo 134º Cacifos 1. A atribuição de cacifos aos alunos que frequentam a escola sede é realizada no início do ano letivo, após aviso prévio e mediante entrega de uma caução. 2. A caução será definida no início de cada ano letivo e tem como finalidade a manutenção dos cacifos. Em caso de boa manutenção, a mesma será devolvida no final do ano letivo. 3. Todos os alunos são detentores do seu próprio cacifo, após receção da chave do mesmo. 4. Em caso de extravio da chave, deverá o aluno responsável dirigir-se aos Serviços de Administração Escolar a fim de requerer nova cópia, contra a entrega do valor da caução estipulada no início do ano letivo. 5. Após comunicação interna, no final do ano letivo, cada aluno deverá proceder à entrega da chave do cacifo que lhe foi confiado ao longo do ano. Artigo 135º Segurança 1. É da responsabilidade de toda a comunidade escolar a manutenção das boas condições de higiene, segurança e funcionalidade das instalações e equipamentos. 2. Sempre que resultem estragos de bens, provenientes da sua utilização incorreta ou de atos de destruição premeditada, deverão ser apuradas as responsabilidades desses factos, visando a reparação dos danos causados. Página 86

88 3. Para dar resposta às questões que ponham em causa a segurança da comunidade educativa das escolas existem Planos de Evacuação/Planos de Emergência, da responsabilidade do Delegado de Segurança. 4. Em cada sala deverá estar afixada a respetiva planta com referência aos percursos de evacuação. Página 87

89 Capítulo V Participação da comunidade educativa Secção I Alunos Artigo 136º Definição 1. São alunos do Agrupamento todas as crianças e jovens dos jardim-deinfância, 1.º, 2.º, 3.º ciclos e secundário, que tenham a respetiva matrícula ou inscrição (no caso dos jardins de infância) confirmada no Agrupamento, abrangidos pela Lei n.º 51/2012, de 5 de Setembro. Artigo 137º Identificação dos alunos 1. No início de cada ano letivo será entregue a cada aluno da escola-sede um cartão multiusos RFID (acrónimo para Radio-FrequencyIDentification) e consiste num método para identificação automática através de sinais rádio. 2. O aluno deve ser sempre portador do cartão multiusos e conhecer as regras de funcionamento do mesmo, conforme regimento interno do cartão magnético/giae. Artigo 138º Frequência escolar 1. Entende-se por frequência escolar a assistência e participação nas aulas e nas atividades previstas no Plano de Turma (PT). 2. A frequência escolar abrange, ainda, a participação dos alunos nas Atividades de Enriquecimento Curricular, de apoio educativo, de caráter cultural, recreativo ou desportivo, bem como a participação em visitas de estudo. Página 88

90 3. Cabe ao Encarregado de Educação assegurar o cumprimento do dever de frequência por parte do seu educando. Artigo 139º Saída das instalações 1. Durante o período de funcionamento das atividades incluídas na frequência escolar, não é permitida a saída das instalações escolares a nenhum aluno, salvo o período destinado à hora de almoço, e apenas quando expressamente autorizado pelo Encarregado de Educação e confirmado pelo Diretor de Turma no período de atualização/renovação da matrícula. 2. A autorização para saída das instalações deve ser solicitada ao Diretor de Turma em impresso próprio e posteriormente registada no cartão de identificação escolar do aluno. 3. A autorização referida no número anterior refere-se a qualquer hora sem aulas. 4. No caso de se tratar de uma saída excecional do aluno (ida ao médico, etc.) o Encarregado de Educação tem obrigatoriamente que autorizar a saída, mencionando a hora de saída e previsível hora de chegada, na Caderneta do Aluno, sendo obrigatória a sua validação pelo Diretor de Turma ou por um elemento do Órgão de Gestão. Excecionalmente o aluno também pode sair do recinto escolar quando o Encarregado de Educação o solicite presencialmente e proceda à sua identificação, a qual será registada pelo Assistente Operacional de serviço na Portaria. 5. Nos jardim-de-infância as crianças só poderão sair das instalações acompanhadas pelos Pais ou alguém por eles autorizado, depois de informado o Educador. Artigo 140º Direitos dos alunos ver artigo 7º, Lei 51/2012, 5 set. 1. O direito à educação e a uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares, compreende os seguintes direitos do aluno, além dos referidos no artigo 7º da Lei n.º 51/2012: Página 89

91 a) Participar nas aulas, quando chegar atrasado, mesmo que lhe tenha sido marcada falta; b) Realizar apenas uma ficha de avaliação por dia, salvo em casos excecionais devidamente fundamentados e com o acordo maioritário das partes interessadas; c) Integrar os Quadros de Excelência e de Valor da Escola Sede, após a homologação do seu Regimento pelo Conselho Pedagógico do Agrupamento; d) Reunir, nos termos legais, com os colegas de turma e/ou de outras turmas, para discussão de problemas referentes à vida escolar; e) Participar no seu processo de aprendizagem, através da sua autoavaliação; f) Apresentar críticas e sugestões relativas ao funcionamento do Agrupamento, através das seguintes estruturas: Delegado, Subdelegado de Turma, Associação de estudantes; g) Beneficiar de um seguro escolar durante o período de frequência escolar dos estabelecimentos que integram o Agrupamento, bem como no trajeto casa/escola e vice-versa e na realização de outras atividades, nos termos da legislação em vigor; h) Utilizar as instalações a si destinadas e outras, com a devida autorização; i) Usufruir de serviços com qualidade, nomeadamente no refeitório, no bufete e na papelaria; j) Ocupar na sala de aula o lugar adequado às suas características de audição, visão e concentração; k) Requisitar documentação de apoio no Centro de Recursos Educativos e nas bibliotecas dos estabelecimentos que integram o Agrupamento; l) Requisitar material desportivo mediante a entrega do cartão de identificação escolar; m) Conhecer o Regulamento Interno do Agrupamento, em conformidade com a legislação em vigor; n) Solicitar ao Diretor do Agrupamento a realização de reuniões do seu interesse. Página 90

92 2. O aluno tem, ainda, direito a ser informado sobre todos os assuntos que lhe digam respeito, nomeadamente: a) O modo de organização do seu plano de estudos, programa e aprendizagens essenciais de cada disciplina ou área disciplinar e processos e critérios de avaliação, em linguagem adequada à sua idade e ano de escolaridade frequentado; b) Regimes de candidatura a apoios socioeducativos; c) As normas de utilização e de segurança dos materiais e equipamentos do Agrupamento; d) As normas de utilização de instalações específicas, designadamente, centro de recursos educativos, reprografia, papelaria, refeitório, bufete, instalações sanitárias e demais instalações destinadas ao uso dos alunos; e) As atividades e iniciativas em que possa participar e de que o Agrupamento tenha conhecimento. Artigo 141º Direito à educação e atividades relacionadas 1. Os alunos têm direito, na sala de aula ou fora dela, a participar em todas as atividades de ensino ou com ele relacionadas. 2. Entende-se por atividades de ensino todas as que forem programadas pelos docentes no âmbito dos programas curriculares ou extracurriculares, que contribuam para o enriquecimento intelectual, social e físico do aluno. Artigo 142º Deveres dos alunos ver artigo 10º, Lei 51/2012, 5 set. 1. O aluno deve comportar-se com correção, em todas as situações e espaços dos estabelecimentos que integram o Agrupamento, respeitando os docentes, os funcionários e os colegas, tendo sempre presente a importância do diálogo para a resolução dos problemas. Página 91

93 2. Ao aluno, enquanto elemento responsável da comunidade educativa, incumbem os seguintes deveres, além dos referidos no artigo 10º da Lei n.º 51/2012: a) Cumprir o Regulamento Interno do Agrupamento e zelar pelo seu cumprimento; b) Participar obrigatoriamente nas atividades educativas desenvolvidas pelo Agrupamento, em alternativa ou em substituição das aulas curriculares; c) Respeitar o exercício do direito à educação e ensino dos outros alunos; d) Tratar com correção todos os membros da comunidade educativa; e) Ser leal para com os seus professores e colegas; f) Permanecer na escola durante o seu horário letivo, exceto em situações devidamente autorizadas pelo Encarregado de Educação. g) Utilizar corretamente a Língua Portuguesa; h) Apresentar um aspeto limpo; i) Seguir as orientações dos docentes, relativas ao seu processo de ensino-aprendizagem; j) Respeitar as normas de funcionamento dos espaços e serviços do Agrupamento; k) Prestar auxílio aos restantes membros da comunidade educativa, de acordo com as circunstâncias de perigo para a integridade física e moral dos mesmos; l) Participar nas atividades educativas ou formativas desenvolvidas no Agrupamento, bem como nas demais atividades organizativas que requeiram a participação dos alunos; m) Trazer diariamente os livros e o material escolar necessário à realização dos seus trabalhos escolares, sendo cuidadoso com a sua conservação; n) Ser diariamente portador do cartão magnético de identificação escolar e da caderneta escolar, os quais devem ser apresentados, sempre que solicitados; o) Entrar e sair do estabelecimento pelos portões de acesso em uso; p) Não se fazer acompanhar, na entrada no recinto escolar, por elementos estranhos ao estabelecimento; q) Não praticar qualquer ato ilícito; Página 92

94 r) Não estabelecer diálogo com elementos exteriores ao estabelecimento, através das vedações; s) Deitar o lixo nos recipientes próprios; t) Circular nos corredores, escadas e patamares sem gritos, correrias ou qualquer outro tipo de brincadeiras; u) Alertar os funcionários ou os docentes sempre que alguém brinque com objetos ou substâncias que ponham em risco a integridade física de qualquer elemento da comunidade educativa v) Comunicar aos funcionários a necessidade de recuperar objetos caídos em lugares considerados perigosos, nomeadamente telhados, árvores e valas; w) Entregar aos funcionários objetos que encontre abandonados no recinto escolar; x) Comunicar ao adulto mais próximo, docente ou funcionário, a presença de elementos estranhos ao estabelecimento no interior do recinto escolar; y) Dirigir-se para as aulas imediatamente após o toque de campainha, aguardando, à entrada do respetivo bloco ou sala, que lhe seja dada ordem de entrada; z) Manter-se atento e interessado nas aulas, não as perturbando; aa) Não utilizar telemóveis, jogos ou qualquer outro tipo de equipamento eletrónico dentro da sala de aula; bb) Não efetuar gravações magnéticas ou outras que pretendam registar a vida escolar, a não ser autorizadas pelo Diretor; cc) Não ingerir alimentos nas salas de aula, nem mascar chiclete ou quaisquer outras guloseimas; dd) Permanecer sem boné nas salas de aula e em todo o espaço interior do Agrupamento; ee) Não permanecer na sala de aula ou nos corredores durante o intervalo; ff) Respeitar a ordem de chegada e formar filas, sempre que necessário, nomeadamente em locais como a cantina, as salas de aula, papelaria/reprografia, bufete e serviços administrativos; gg) Apresentar, na cantina, com o registo de refeição devidamente efetuado no GIAE; Página 93

95 hh) Lavar as mãos antes de almoçar; ii) ii) Colocar, no tabuleiro, o almoço completo; jj) Permanecer sentado no seu local até ao fim da refeição; kk) Usar talher completo durante a refeição; ll) Comparecer junto do Diretor de Turma, do Órgão de Direção, do mm) Coordenador de Estabelecimento, do Professor ou do Funcionário sempre que solicitado; Zelar pela guarda dos bens pessoais; nn) Zelar pelo material requisitado, devolvendo-o em perfeitas condições sob pena de proceder à sua substituição material ou equivalente financeiro; oo) Frequentar obrigatoriamente as aulas de substituição ou outras atividades educativas em todas as situações de ausência do Professor Titular de Turma/disciplina. pp) Os furtos e/ou danos provocados ou sofridos em bens pessoais, ocorridos nos estabelecimentos de ensino do Agrupamento, são da exclusiva responsabilidade dos respetivos proprietários ou dos autores materiais de tais atos. qq) Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada; rr) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola; ss) Respeitar os direitos de autor e de propriedade intelectual; tt) Apresentar-se com vestuário que se revele adequado, em função da idade, à dignidade do espaço e à especificidade das atividades escolares, no respeito pelas regras estabelecidas na escola; Página 94

96 Subsecção I Representação dos alunos ver artigo 8º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 143º Assembleia de delegados de turma 1. Os alunos são representados pelo delegado de turma e na sua ausência pelo subdelegado de turma, que reúnem em assembleia por convocatória do Diretor. 2. Assembleia prevista no número anterior é presidida pelo Diretor. 3. A assembleia de delegados reúne ordinariamente uma vez por período e extraordinariamente sempre que o Diretor considere necessário ou a requerimento de um terço dos delegados de turma do 2.º, 3.º ciclo e secundário. Artigo 144º Assembleia de turma 1. O delegado e/ou o subdelegado de turma têm o direito de solicitar ao professor titular de turma, no caso do 1.º ciclo, e ao Diretor de Turma, no caso do 2.º, 3.º ciclo e secundário a realização de assembleias de turma, indicando o assunto, sem prejuízo do cumprimento das atividades letivas. 2. Os alunos, por sua iniciativa ou o professor titular de turma/diretor de Turma podem solicitar a presença dos representantes dos pais e Encarregados de Educação da turma, na reunião referida no número anterior. 3. A assembleia prevista no número 1 é presidida pelo professor titular de turma, no 1.º ciclo e pelo Diretor de Turma, no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. Artigo 145º Delegado e subdelegado de turma 1. O delegado de turma e o subdelegado de turma são eleitos em assembleia de turma presidida pelo professor titular de turma, no caso do 1.º ciclo do Página 95

97 ensino básico, e pelo Diretor de Turma no caso do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico. 2. O delegado de turma é o aluno mais votado entre os elementos da turma. 3. O subdelegado de turma é o segundo aluno mais votado entre os elementos da turma. 4. O mandato do delegado e do subdelegado tem a duração de um ano letivo. 5. O delegado de turma tem as seguintes funções: a) Contribuir para a manutenção e disciplina durante as aulas e fora delas; b) Colaborar com os professores na procura de soluções que permitam melhorar a relação dos alunos com os restantes elementos da comunidade educativa; c) Colaborar, estritamente, com o professor titular de turma, no caso do primeiro ciclo do ensino básico, ou com o Diretor de Turma, no caso do 2.º, 3.º ciclos e secundário, na procura de soluções que permitam ultrapassar eventuais problemas existentes na turma; d) Procurar garantir o bom estado de conservação e limpeza das salas de aula; e) Participar em reuniões como representante da turma, nomeadamente, na assembleia de delegados, no caso do 2.º, 3.º ciclos e secundário; f) Colaborar na orientação dos colegas em caso de evacuação; g) Colaborar com o pessoal não docente na organização da fila da cantina. 6. O subdelegado de turma exerce as seguintes funções: a) Colaborar com o delegado de turma no exercício das suas tarefas; b) Substituir o delegado de turma quando este se encontrar impedido de exercer as funções inerentes ao cargo. 7. O mandato do delegado e do subdelegado de turma pode cessar sempre que se verificar incumprimento dos deveres que lhes estão atribuídos, por decisão do professor titular de turma, no 1.º ciclo, e do Diretor de Turma, no 2.º, 3.º ciclos e secundário. 8. Não podem ser eleitos ou continuar a representar os alunos nos órgãos ou estruturas da escola aqueles a quem seja ou tenha sido aplicada, nos últimos Página 96

98 dois anos escolares, medida disciplinar sancionatória superior à de repreensão registada. Artigo 146º Representante dos Valores da Turma nas Aulas de Educação Física 1. Compete ao professor de Educação Física nomear no início do ano letivo, entre os elementos de cada turma, um aluno do sexo masculino e um aluno do sexo feminino como representantes dos valores da respetiva turma. 2. Compete aos alunos nomeados serem fiéis depositários do saco de valores, o qual deve ser entregue, no início da aula, ao funcionário de serviço e levantado no final da mesma. Artigo 147º Processo Individual do Aluno ver artigo 11º, Lei 51/2012, 5 set. 1. O percurso escolar do aluno deve ser documentado de forma sistemática no processo individual do aluno que o acompanha ao longo de todo pré-escolar e o ensino básico, proporcionando uma visão global do percurso do aluno, de modo a facilitar o seu acompanhamento e intervenção adequados. 2. O processo individual do aluno acompanha-o, obrigatoriamente, sempre que este mude de escola/agrupamento. 3. A elaboração do processo individual do aluno é da responsabilidade do Educador de infância na Educação Pré-escolar, do professor titular de turma, no 1.º ciclo do ensino básico e do Diretor de Turma, no 2.º, 3.º ciclos e secundário. 4. São arquivados no processo individual do aluno: a) os elementos fundamentais de identificação do aluno; b) os registos de avaliação; c) relatórios médicos e ou de avaliação psicológica, quando existam; d) planos e relatórios de apoio pedagógico, quando existam; e) o programa educativo individual, no caso de o aluno ser abrangido pela modalidade de educação especial; Página 97

99 f) o relatório técnico-pedagógico, quando exista; g) plano individual de transição, no caso do aluno apresentar necessidades educativas especiais de caráter permanente que o impeçam de adquirir as aprendizagens e competências definidas no currículo, quando exista; h) relatório final de ano, ao qual é anexo o programa educativo individual, quando exista; i) uma autoavaliação do aluno, no final de cada ano, com exceção da Educação Pré-escolar, 1.º e 2.º, 3.º ciclos e secundário; j) comportamentos meritórios, quando existam; k) medidas disciplinares sancionatórias aplicadas e os seus efeitos, quando existam; l) outros elementos considerados relevantes para a evolução e formação do aluno; 5. O processo individual doa aluno pode ser consultado na secretaria da escola, mediante requerimento prévio solicitado ao diretor. 6. O processo individual do aluno da Educação Pré-escolar, do 1º 2.º, 3.º ciclos e secundário estão arquivados nas respetivas escolas do Agrupamento, devendo ser atualizados no final de cada ano letivo. Subsecção II Dever de Assiduidade no Ensino Básico Artigo 148º Frequência e Assiduidade ver artigo 13º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 149º Faltas 1. A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra atividade de frequência obrigatória. Página 98

100 2. Para efeitos do disposto no número anterior, considera-se que a ausência do aluno a cada tempo letivo de 45 minutos corresponde a uma falta nos 2º e 3º ciclos. 3. A falta de pontualidade deverá ser comunicada ao Diretor de Turma. 4. A terceira falta injustificada de pontualidade corresponde a uma falta de presença, desde que esgotadas todas as providências que estão ao alcance da escola para o evitar. 5. A ordem de saída da sala de aula imposta ao aluno pelo professor corresponde a uma falta de presença, devendo ser comunicada ao Diretor de Turma, por escrito, no prazo de 48 horas. 6. As faltas serão registadas: a) Pelo Educador/Professor, no livro de ponto ou diário de frequência; b) Pelo Diretor de Turma ou Secretário nos suportes administrativos adequados ao efeito. Artigo 150º Faltas justificadas ver artigo 16º, Lei 51/2012, 5 set. Nota: As faltas justificadas contam apenas para fins estatísticos. Artigo 151º Faltas de material didático 1. Sempre que o aluno não se faça acompanhar do material necessário às atividades escolares, o professor deve comunicar ao Encarregado de Educação e ao Diretor de Turma, utilizando os meios mais expeditos. 2. Sempre que se verifique a reincidência da falta de material necessário às atividades escolares e esta seja imputável ao aluno, após os contactos referidos no número anterior, poderá ser sujeito a procedimento disciplinar. 3. A terceira falta injustificada de material corresponde a uma falta de presença, desde que esgotadas todas as providências que estão ao alcance da escola para o evitar. Página 99

101 4. Tendo por base a legislação em vigor sobre a matéria, as faltas de material do aluno refletir-se-ão na sua avaliação, de acordo com os critérios de avaliação definidos por cada departamento curricular. 5. Cada departamento deve indicar o material necessário no início do ano letivo. Artigo 152º Justificação de faltas ver artigo 16º, Lei 51/2012, 5 set. 1. Quando não for apresentada justificação ou quando a mesma não for aceite, deve tal facto, devidamente justificado, ser comunicado, no prazo de três dias úteis, aos Pais e Encarregados de Educação ou, quando maior de idade, ao aluno, pelo Diretor de Turma, pelo professor titular ou Educador, solicitando comentários nos três dias úteis seguintes. Artigo 153º Faltas injustificadas ver artigo 17º, Lei 51/ set. 1. São, ainda, injustificadas: a) As faltas interpoladas, exceto se resultarem de situação excecional, acidente ou indisposição física momentânea, situações que devem ser imediatamente comunicadas ao docente da disciplina, que transmitirá o facto ao Diretor de Turma. Artigo 154º Comunicação aos Encarregados de Educação 1. O Educador, Professor Titular de Turma ou Diretor de Turma, informará o Encarregado de Educação, através da caderneta escolar ou de outros meios considerados convenientes, das faltas dadas pelo aluno, no prazo máximo de 3 dias. 2. A informação aos Encarregados de Educação sobre as faltas injustificadas dos alunos, se as houver, será prestada, de acordo com a lei, pelo Educador, Página 100

102 pelo Professor Titular de Turma ou pelo Diretor de Turma, consoante o nível de ensino. 3. Caso se revele impraticável o referido no número anterior, por motivos não imputáveis à escola, e sempre que a gravidade especial da situação o justifique, a respetiva comissão de proteção de crianças e jovens deve ser informada do excesso de faltas do aluno, assim como dos procedimentos e diligências até então adotados pela escola, procurando em conjunto soluções para ultrapassar a sua falta de assiduidade. Artigo 155º Excesso grave de faltas ver artigo 18º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 156º Efeitos da ultrapassagem dos limites de faltas ver artigo 19º, Lei 51/2012, 5 set. 1. Verificada a existência de faltas dos alunos, a escola pode promover a aplicação de medidas de recuperação ou medidas corretivas previstas no artigo 26.º Lei n.º51/2012 que se mostrem adequadas. A ultrapassagem do limite de faltas estabelecido no regulamento interno da escola relativamente às atividades de apoio ou complementares de inscrição ou de frequência facultativa implica a imediata exclusão do aluno das atividades em causa. Artigo 157º Medidas de recuperação e de integração ver artigo 20º, Lei 51/2012, 5 set. 1. São medidas de recuperação e integração para efeitos de falta de assiduidade: a) A realização de tarefas e atividades de integração escolar; b) Realização de tarefas na sala de estudo; c) Organização dos materiais escolares: - Passar o caderno diário a limpo; - Arrumação do material escolar utilizado nas salas de aula. Página 101

103 d) Colaboração com os Assistentes Operacionais, na realização de uma tarefa; Artigo 158º Incumprimento ou ineficácia das medidas ver artigo 21º, Lei 51/2012, 5 set. Subsecção III Assiduidade às Atividades de Enriquecimento Curricular 1º Ciclo Artigo 159º Frequência e assiduidade 1. A frequência das Atividades de Enriquecimento Curricular depende da inscrição por parte dos Pais e Encarregados de Educação. 2. Uma vez realizada a inscrição, os Pais e Encarregados de Educação assumem um compromisso de honra de que os seus educandos frequentem as Atividades de Enriquecimento Curricular até ao final do ano letivo. Artigo 160º Faltas 1. Decorrendo as Atividades de Enriquecimento Curricular por tempos, há tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno. 2. As faltas são registadas pelo professor responsável pelas Atividades de Enriquecimento Curricular em suportes administrativos adequados. Página 102

104 Subsecção IV Disciplina Artigo 161º Qualificação de infração disciplinar ver artigo 22º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 162º Participação da ocorrência ver artigo 23º, Lei 51/2012, 5 set. Subsecção V Medidas disciplinares Artigo 163º Finalidades das medidas disciplinares ver artigo 24º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 164º Determinação da medida disciplinar ver artigo 25º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 165º Medidas disciplinares corretivas ver artigo 26º, Lei 51/2012, 5 set. Nota: sempre que seja aplicada a medida corretiva, ordem de saída da sala, as tarefas a executar pelo aluno devem estar preferencialmente relacionadas com os assuntos tratados na aula ou que o leve a refletir sobre o seu comportamento, e devem ser realizadas no GAAF ou na biblioteca. Página 103

105 Artigo 166º Atividades de integração na escola ou na comunidade ver artigo 27º, Lei 51/2012, 5 set. 1. A execução de atividades de integração escolar traduz-se no desempenho, pelo aluno que desenvolve comportamentos passíveis de serem qualificados como infração disciplinar grave, de um programa de tarefas de carácter pedagógico, que contribuam para o reforço da sua formação cívica, com vista ao desenvolvimento equilibrado da sua personalidade, da sua capacidade de se relacionar com os outros, da sua plena integração na comunidade educativa, do seu sentido de responsabilidade e das suas aprendizagens. 2. As atividades de integração escolar podem traduzir-se nos seguintes desempenhos: a) Acompanhamento no refeitório; b) Colaborar com os Assistentes Operacionais numa tarefa; c) Arrumação de material escolar utilizado nas salas de aula; d) Desenvolvimento de trabalho autónomo ao nível das diferentes áreas curriculares/disciplinas; e) Colaboração com o responsável na organização da Biblioteca Escolar; f) Colaboração com os docentes responsáveis dos grupos/equipas do Desporto Escolar; g) Colaboração com o funcionário nas reparações de danos provocados; h) Vigilância de espaços, devidamente acompanhado por um professor ou funcionário; i) Colaboração na manutenção dos espaços de convívio dos alunos; j) Colaboração na manutenção dos espaços desportivos; k) Colaboração no embelezamento e arranjo dos espaços exteriores; l) Participação na organização dos diferentes Projetos/Ateliers. 3. As tarefas referidas no número anterior são executadas em horário não coincidente com as atividades letivas, mas nunca por prazo superior a quatro semanas. 4. O cumprimento das medidas corretivas realiza-se em período suplementar ao horário letivo, no espaço escolar ou fora dele, neste caso com Página 104

106 acompanhamento dos pais ou encarregados de educação ou de entidade local ou localmente instalada idónea e que assuma corresponsabilizar-se, nos termos a definir em protocolo escrito celebrado nos termos previstos no regulamento interno da escola. 5. As atividades de integração escolar devem, se necessário e sempre que possível, compreender a reparação do dano provocado pelo aluno; 6. A aplicação desta medida é da responsabilidade do Diretor que, para o efeito, pode ouvir o Diretor de Turma ou o Professor Titular da turma a que o aluno pertença. Artigo 167º Condicionalismo no acesso a certos espaços escolares 1. O condicionamento no acesso a certos espaços escolares, ou na utilização de certos materiais e equipamentos, sem prejuízo dos que se encontrem afetos a atividades letivas, nomeadamente: a) Espaços Pavilhão, campo de jogos, Biblioteca escolar (apenas quando a infração ocorreu neste espaço), Sala de Informática, Sala de convívio dos alunos e outros espaços lúdicos que venham a ser criados neste Agrupamento; b) Impedimento de participação em visitas de estudo; c) Impedimento de participação em atividades, desportivas e científicoculturais organizadas na escola; d) Condicionamento na utilização dos seguintes materiais e equipamentos, sem prejuízo dos que se encontrem afetos a atividades letivas: computadores, bolas e outros materiais usados em atividades lúdicas, individuais e coletivas; 2. A aplicação e posterior execução desta medida não pode ultrapassar o período de tempo correspondente a um ano letivo. Artigo 168º Medidas disciplinares sancionatórias ver artigo 28º, Lei 51/2012, 5 set. Página 105

107 Artigo 169º Cumulação de medidas disciplinares ver artigo 29º, Lei 51/2012, 5 set. Subsecção VI Procedimento Disciplinar Artigo 170º Procedimento disciplinar ver artigo 30º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 171º Suspensão preventiva do aluno ver artigo 32º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 172º Efeitos decorrentes das faltas por suspensão preventiva 1. Nos termos do nº 3 do artigo 32.º, da Lei n.º51/2012, durante os dias de suspensão preventiva do aluno: a) Se o resultado do procedimento disciplinar for a não aplicação de qualquer medida disciplinar sancionatória, as faltas decorrentes da suspensão preventiva serão justificadas; b) Caso se realizem provas de avaliação durante a ausência do aluno em processo de suspensão preventiva, dar-se-á oportunidade de realização das mesmas em data a definir. c) Os dias de suspensão preventiva cumpridos pelo aluno são descontados no cumprimento da medida disciplinar sancionatória prevista na alínea c) do n.º 2 do artigo 28.º, da Lei n.º51/2012 a que o aluno venha a ser condenado na sequência do procedimento disciplinar. d) Durante os dias de suspensão do aluno serão marcadas e injustificadas as faltas de presença que contam para os critérios de assiduidade. Página 106

108 Artigo 173º Decisão final do procedimento disciplinar ver artigo 33º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 174º Execução das medidas corretivas ou disciplinares sancionatórias ver artigo 34º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 175º Equipa multidisciplinar ver artigo 35º, Lei 51/2012, 5 set. 1. O agrupamento de escolas possui uma equipa multidisciplinar destinada a acompanhar em permanência os alunos, designadamente aqueles que revelem maiores dificuldades de aprendizagem, risco de abandono escolar, comportamentos de risco ou gravemente violadores dos deveres do aluno ou se encontrem na iminência de ultrapassar os limites de faltas, previstos no presente Estatuto. Artigo 176º Recurso hierárquico ver artigo 36º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 177º Salvaguarda da convivência escolar ver artigo 37º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 178º Responsabilidade civil e criminal ver artigo 38º, Lei 51/2012, 5 set. Página 107

109 Subsecção VII Responsabilidade da comunidade educativa Artigo 179º Responsabilidade dos membros da comunidade educativa ver artigo 39º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 180º Responsabilidade dos alunos ver artigo 40º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 181º Papel especial dos professores ver artigo 41º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 182º Autoridade do professor ver artigo 42º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 183º Responsabilidade dos pais ou encarregados de educação ver artigo 43º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 184º Incumprimento dos deveres por parte dos pais ou encarregados de educação ver artigo 44º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 185º Contraordenações ver artigo 45º, Lei 51/2012, 5 set. Página 108

110 Artigo 186º Papel do pessoal não docente das escolas ver artigo 46º, Lei 51/2012, 5 set. Artigo 187º Intervenção de outras entidades ver artigo 47º, Lei 51/2012, 5 set. Secção II Pais e Encarregados de Educação Artigo 188º Direitos 1. Os Pais / Encarregados de Educação têm direito a: a) Ser tratados com educação e correção por parte de Professores, alunos e Pessoal não Docente; b) Ser eleitos para a Associação de Pais de acordo com os estatutos da mesma; c) Participar na vida da Escola e nas atividades da Associação de Pais e Encarregados de Educação; d) Informar-se, serem informados e informarem a Comunidade Educativa, sobre todas as matérias relevantes no processo educativo do seu educando; e) Ser informados, no início do ano escolar, do material necessário aos seus educandos para o funcionamento de cada disciplina ou ano de escolaridade quando se tratar do primeiro ciclo; f) Colaborar com os professores no âmbito do processo ensino/aprendizagem do seu filho/educando; g) Ser informados, no final de cada período escolar, do aproveitamento e do comportamento do seu educando; h) Articular a educação na família com o trabalho na escola; Página 109

111 i) Cooperar com todos os elementos da Comunidade Educativa no desenvolvimento de uma cultura de cidadania; j) Participar nas reuniões de carácter disciplinar, de acordo com a Lei e desde que o seu filho/educando não seja o aluno visado; k) Pertencer ao Conselho Geral, de acordo com a lei e presente regulamento; l) Ser recebidos pelo Diretor de Turma na hora de atendimento por ele indicada no início do ano; m) Ver respeitada a confidencialidade de determinadas informações relativas ao seu educando; n) Solicitar ao Diretor de Turma que os receba noutra hora para além da marcada no início do ano, desde que o façam com antecedência e com a devida justificação; o) Participar nas atividades não letivas; p) Conhecer o Projeto Educativo, Projeto Curricular e o Plano Anual de Atividades; q) Participar na elaboração do Regulamento Interno; r) Ter acesso ao Regulamento Interno; s) Participar a título consultivo no processo de avaliação do seu filho/educando, designadamente através do preenchimento de fichas próprias. Artigo 189º Deveres 1. Os Pais / Encarregados de Educação têm o dever de: a) Matricular os seus filhos / educandos quando menores e dentro da escolaridade obrigatória; b) Zelar pelo cumprimento da assiduidade do seu filho/educando; c) Zelar pela alimentação, higiene e vestuário do(s) seu(s) filho(s)/educando(s); d) Zelar pela saúde dos seus filhos / educandos; e) Facultar aos seus filhos / educandos, dentro das suas possibilidades, o material mínimo indispensável a cada disciplina; Página 110

112 f) Esclarecer qualquer situação com o Diretor de Turma; g) Cooperar com todos os elementos da Comunidade Educativa no desenvolvimento de uma personalidade harmoniosa do seu filho/educando; h) Acompanhar o percurso escolar dos seus filhos e educandos ajudando-os naquilo que lhes for possível; i) Deslocarem-se com a frequência necessária à Escola, solicitados ou não, a fim de se inteirarem do percurso escolar dos seus filhos/educandos; j) Contribuir para a preservação da segurança e integridade física e moral de todos os que participam na vida da escola; k) Estar presente em atividades ou reuniões que envolvam a participação de Pais e Encarregados de Educação; l) Colaborar com o Agrupamento na definição de estratégias, dirigidas ao seu filho/educando, que visem solucionar situações de cariz problemático; m) Conhecer e cumprir o Regulamento Interno; n) Subscrever, fazendo subscrever igualmente aos seus educandos, declaração anual de aceitação do presente regulamento e de compromisso ativo quanto ao seu cumprimento integral; o) Na última semana de aulas de cada período não podem pedir informações relativas à avaliação do seu educando. Subsecção I Associação de Pais e Encarregados de Educação Artigo 190º Definição 1. As associações de Pais e Encarregados de Educação dos estabelecimentos do Agrupamento regem-se por estatutos próprios, pela lei em vigor e, subsidiariamente, pela lei geral sobre o direito de associação. Página 111

113 Artigo 191º Acesso às instalações do Agrupamento 1. Os órgãos de administração e gestão dos estabelecimentos de educação constituintes do Agrupamento disponibilizarão, nos termos da lei, instalações para as associações de Pais nos estabelecimentos de educação respetivos. 2. Deverão também facultar locais próprios de dimensão adequada para a distribuição ou afixação de documentação de interesse das associações de Pais. 3. Tendo em conta o desenvolvimento dos Planos de Atividades, os membros dos órgãos das Associações de Pais e Encarregados de Educação terão livre acesso às instalações dos estabelecimentos de educação, desde que sejam previamente informados os respetivos órgãos de administração e gestão. Secção III Pessoal Docente Artigo 192º Direitos 1. O Pessoal Docente tem os direitos previstos no estatuto da carreira docente e ainda os previstos neste Regulamento Interno, designadamente: a) À participação no processo educativo; b) À formação e à informação para o exercício da função educativa; c) À distribuição do serviço docente equilibrado e justo, por forma a desenvolver a sua atividade com a máxima qualidade; d) Ao apoio técnico, material e documental; e) À segurança na atividade profissional; f) À negociação coletiva; g) À posse de uma chave-mestra que lhe será entregue no início do ano sob pagamento de uma caução; h) Ao apoio do Órgão de Gestão para poderem levar a cabo atividades determinadas; Página 112

114 i) A todas as informações que lhe digam respeito; j) À colaboração do pessoal auxiliar e administrativo sempre que seja necessário, solicitado e possível; k) A ter acesso à legislação em vigor; l) A participar em ações de formação; m) À representação no Conselho Pedagógico e Conselho Geral do Agrupamento; n) A serem tratados com correção por parte dos colegas, alunos, pessoal não docente e Pais / Encarregados de Educação; o) À participação na elaboração do Regulamento Interno, Projeto Educativo, Projeto Curricular do Agrupamento e Plano Anual de Atividades; p) A conhecer o Regulamento Interno, o Projeto Educativo, o Projeto Curricular do Agrupamento e o Plano Anual de Atividades. Artigo 193º Deveres 1. O Pessoal Docente está obrigado ao cumprimento dos deveres previstos no estatuto da carreira docente e ainda aos previstos neste Regulamento Interno designadamente: a) Ser assíduo e pontual; b) Cumprir, dentro do possível, os Programas de ensino; c) Proceder ao registo da matéria de cada lição ou sessão de trabalho e das faltas dos alunos, no livro de ponto; d) Prestar aos colegas que têm funções de Direção das respetivas turmas, ou a qualquer órgão competente que lhe solicite, todas as informações acerca do aproveitamento e comportamento dos alunos; e) Colaborar com o Diretor de Turma e os restantes colegas na resolução de determinadas situações e na promoção do sucesso escolar e educativo dos alunos; f) Zelar pela conservação do material, verificando frequentemente o seu estado de conservação; Página 113

115 g) Manter nas suas atitudes, mas especialmente nas relações com os alunos, a maior dignidade e compostura, dando-se como exemplo perante eles; h) Comparecer nas reuniões para que for convocado, nos termos da legislação em vigor, participando nos trabalhos; i) Cumprir as determinações superiores, respeitando e fazendo respeitar as disposições legais, apresentando a quem de direito, as observações e sugestões que, em seu entender, possam contribuir para o aperfeiçoamento da organização escolar; j) Dar o seu contributo, usando a persuasão, no sentido da ordem, arranjo e limpeza, dentro e fora das salas de aula; k) Não deixar em caso algum, os alunos dentro da sala de aula, tendo o cuidado de deixar a porta fechada após o final da aula; l) Colocar o livro de ponto em local próprio, na Sala de Professores; m) No final da aula, deverá providenciar, para que a sala de aula fique limpa e arranjada; n) Não abandonar a sala de aula. Caso seja extremamente necessário deve tomar cuidados para assegurar a ordem durante a sua ausência; o) Não permitir a saída dos alunos durante o decorrer das aulas, salvo em casos excecionais, a julgar pelo próprio professor; p) Não trocar de sala, salvo por motivos devidamente justificados, dos quais será dado conhecimento superior; q) Estar disponível para todos os alunos; r) Conhecer e compreender os alunos, com vista a detetar possíveis necessidades e interesses, de forma a ajudar e promover um desenvolvimento harmonioso da personalidade dos alunos; s) Interessar-se pelo meio cultural, recreativo e socioeconómico que rodeia o aluno, para que possa estar apto a ser o seu «companheiro» de interesses; t) Conhecer o Regulamento Interno, o Projeto Educativo, o Projeto Curricular e o Plano Anual de Atividades; u) Guardar sigilo dos assuntos tratados nas reuniões e de tudo que diga respeito à situação dos alunos. Página 114

116 Secção IV Pessoal Não Docente Artigo 194º Direitos 1. Sem prejuízo de todos os direitos que lhe são reconhecidos na legislação em vigor, são direitos de pessoal não docente, nomeadamente, os seguintes: a) Participar na elaboração do Regulamento Interno do Agrupamento e dele tomar conhecimento; b) Ser tratado com correção por toda a comunidade educativa; c) Ter acesso a toda a legislação e documentação que diga respeito à sua atividade profissional; d) Conhecer atempadamente e de forma clara as tarefas a desempenhar; e) Conhecer com a antecipação prevista na lei as alterações ao seu horário habitual; f) Expor livremente os seus pontos de vista sobre a organização e o funcionamento do Agrupamento; g) Apresentar sugestões e ser apoiado e esclarecido pelos órgãos competentes sobre qualquer assunto ou problema relativo à sua vida profissional; h) Utilizar os serviços prestados pelo Agrupamento, no respeito pelos regulamentos produzidos ou a produzir, para os utilizadores. Artigo 195º Deveres 1. O pessoal não docente está obrigado ao cumprimento dos seguintes deveres previstos na legislação em vigor: a) O dever de isenção; b) O dever de zelo; c) O dever de obediência; d) O dever de lealdade; Página 115

117 e) O dever de sigilo; f) O dever de correção; g) O dever de assiduidade; h) O dever de pontualidade. 2. Contribuir para a plena formação, realização, bem-estar e segurança dos alunos, orientando-os com correção, firmeza e serenidade. 3. Zelar pela preservação das instalações e dos equipamentos e propor medidas de melhoramento e renovação, comunicando aos órgãos competentes qualquer anomalia existente. 4. Cumprir os horários estabelecidos. 5. Usar um cartão identificador fornecido pelo Agrupamento ou pela Autarquia. Artigo 196º Assistentes Operacionais 1. O Assistente Operacional, adiante designado por AO, é o que desempenha tarefas complementares das funções docentes numa perspetiva global dos objetivos definidos pelo Agrupamento. 2. Sem prejuízo dos direitos que a lei confere, a distribuição de serviço de cada AO é definida pelo Diretor, depois de ouvido o Encarregado Operacional, no início de cada ano letivo. 3. Por conveniência de serviço, o Diretor pode redefinir a distribuição de serviço de um ou mais AO no decurso do ano letivo. Artigo 197º Encarregado Operacional 1. A escolha do Encarregado Operacional é da exclusiva responsabilidade do Diretor, cumprindo a legislação em vigor. 2. Ao Encarregado Operacional (AO) compete: a) Colaborar com o Diretor na elaboração da distribuição de serviço dos AO; Página 116

118 b) Coordenar o trabalho dos AO, tendo sempre presente as necessárias regras de cordialidade que devem pautar a relação entre todos os que trabalham no Agrupamento; c) Resolver os problemas quotidianos decorrentes da falta de um ou mais AO, procedendo, se necessário, a uma redefinição momentânea do serviço dos restantes AO e informando de seguida o Diretor; d) Controlar a assiduidade do pessoal a seu cargo e elaborar o plano de férias, a submeter à aprovação do Diretor; e) Atender e apreciar reclamações ou sugestões sobre o serviço prestado, propondo soluções ao Diretor; f) Zelar pelo cumprimento das obrigações funcionais de cada AO; g) Comunicar infrações disciplinares do pessoal a seu cargo; h) Levantar autos de notícia ao pessoal AO relativos a infrações disciplinares verificadas; i) Providenciar a reposição de materiais em falta; j) Comunicar ao Diretor todas as anomalias verificadas, nomeadamente estragos ou extravios de material ou equipamento; Artigo 198º Deveres específicos dos Assistentes Técnicos/Assistentes Operacionais que exercem funções nas atividades de animação e apoio à família 1. Ao AT/AO compete trabalhar diretamente com crianças, tendo em vista o seu global desenvolvimento, de acordo com a programação estabelecida pelo responsável da instituição, pelo que: a) Colabora no Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas e favorece a ligação com a comunidade, tendo em conta as iniciativas e recursos locais; b) Organiza e propõe atividades de animação socioeducativa a desenvolver nos tempos extracurriculares, tendo em atenção as características da faixa etária a que se destina, valorizando os interesses e iniciativas das crianças; c) Zela pelo material e instalações destinado à componente de Apoio à Família; Página 117

119 d) Dá conhecimento ao responsável pedagógico das vivências, quer individuais, quer em grupo e da participação das crianças nas diversas atividades; e) Assegura o horário de funcionamento das atividades de animação e apoio à família; f) Colabora no atendimento dos Pais das crianças; g) Desempenha outras tarefas que se relacionem com as atividades de animação e apoio à família. Artigo 199º Deveres específicos dos Assistentes Técnicos que exercem funções nos Serviços de Administração Escolar. 1. Realizar as tarefas que estão ligadas aos Serviços Administrativos, nomeadamente as áreas de expediente, arquivo, procedimentos administrativos, contabilidade, inventário/cadastro, pessoal, alunos, vencimentos e aprovisionamento à ação social escolar. 2. Assegurar a transmissão da comunicação entre os vários Órgãos e entre estes e todos os elementos da Comunidade Educativa, pelas formas tidas como convenientes pelo Órgão competente. 3. Assegurar o trabalho de tratamento de informação, através dos meios ao seu dispor. 4. Tratar a informação, recolhendo os dados necessários à elaboração de mapas, quadros ou qualquer outra forma eficaz para a sua divulgação. 5. Realizar os atos necessários à atividade contabilística e financeira. 6. Organizar, calcular ou desenvolver os processos do Pessoal Docente, Alunos, Ação Social Escolar, aquisição e manutenção de material, equipamentos, instalações ou serviços, zelando pela sua conservação e correção de faltas e anomalias da forma tida como mais eficaz e conveniente. 7. Preencher todos os mapas e documentos oficiais relativos à execução material, no respeito pelas instruções existentes. 8. Atender todos os que procuram os Serviços Administrativos, prestando-lhes os devidos esclarecimentos. Página 118

120 Capítulo VI Organização Curricular Artigo 200º Projeto Curricular de Agrupamento 1. O Projeto Curricular do Agrupamento define as opções curriculares do Agrupamento, de acordo com a legislação em vigor. 2. Do Projeto Curricular do Agrupamento fazem parte obrigatoriamente: a) O desenho curricular do Agrupamento; b) Os critérios gerais de avaliação dos alunos; c) As diretrizes para a constituição do Plano de Turma (PT). Artigo 201º Avaliação dos alunos ver Despacho Normativo n.º 13/2014,15 set.. Artigo 202º Informação sobre a aprendizagem ver artigo 5º, Despacho Normativo n.º 13/2014,15 set. Artigo 203º Intervenientes ver artigo 3º, Despacho Normativo n.º 13/2014,15 set. 1. O processo de avaliação é conduzido pelo professor ou pela equipa de professores, envolvendo, também: a) Os alunos, através da sua autoavaliação, a qual deve ser realizada por cada área curricular disciplinar e não disciplinar, pelo menos uma vez em cada período escolar, no âmbito da respetiva turma; b) Os Encarregados de Educação, nos termos definidos na legislação em vigor, em matéria de participação ao nível da elaboração, implementação e avaliação dos Planos de Turma (PT); Página 119

121 c) Os Técnicos dos Serviços Especializados de apoio educativo, outros docentes implicados no processo de aprendizagem dos alunos e o Delegado Regional de Educação da Região Norte do Norte, quando tal se justifique. Artigo 204º Fichas de Avaliação 1. No Agrupamento, vigoram as seguintes critérios quanto à marcação das fichas de avaliação: a) A marcação dos testes é definida no início de cada período letivo não podendo exceder os três por semana no primeiro ciclo, três no segundo ciclo e quatro no terceiro ciclo do ensino básico, sendo que não se poderá realizar mais do que uma ficha por dia, salvo em situações devidamente justificadas ao Diretor de Turma; b) As datas das fichas formativas de avaliação e de diagnóstico devem ser registadas no livro de ponto por todos os professores e na aplicação informática Dat@Cris, as datas e avaliação, respeitando os prazos definidos no número anterior. c) Assim que estiverem normalizados os procedimentos da aplicação Dat@Cris via intranet deixa de haver a obrigatoriedade de marcação dos testes no livro de ponto. d) Toda a informação relacionada com este assunto deverá ser enviada, pelo suporte mais explícito (de preferência via ), aos Encarregados de Educação. A Dat@Cris permite guardar esta informação em formato PDF. e) As disciplinas lecionadas num único bloco semanal têm prioridade na marcação das provas de avaliação; f) Não é permitido marcar fichas de avaliação na última semana de cada período letivo, salvo em situações devidamente justificadas ao Diretor de Turma; g) Todas as fichas de avaliação deverão ser obrigatoriamente realizadas em folha própria, adquirida na papelaria da escola. No caso do aluno não ser portador dessa folha, o professor deverá permitir a Página 120

122 realização noutra folha não normalizada, devendo esta ser rubricada pelo docente. h) No caso dos alunos dos Percursos Curriculares Alternativos e de Necessidades Educativas Especiais, cabe ao docente aplicar ou não a regra anterior. Artigo 205º Avaliação na Educação Pré-escolar 1. A avaliação é um elemento integrante e regulador na prática educativa com procedimentos adequados à especificidade da atividade educativa no jardimde-infância tendo em vista tornar mais eficazes as respostas educativas. 2. É uma recolha sistemática de informação. 3. É uma tomada de consciência da ação. 4. É um processo contínuo de análise que permite a adequação do processo educativo, as necessidades e a evolução de cada criança e do grupo. Artigo 206º Princípios 1. A avaliação assenta nos seguintes princípios: a) Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão das orientações curriculares para a Educação Pré-escolar; b) Caráter meramente formativo; c) Utilização de instrumentos de observação e registos diversificados; d) Valorização dos progressos das crianças. Artigo 207º Objetivos 1. São objetivos da Educação Pré-escolar: a) Apoiar o processo educativo permitindo o ajustamento de metodologias e recursos aos interesses, necessidades das crianças e Página 121

123 características do grupo no intuito de melhorar as estratégias no ensino/aprendizagem; b) Refletir sobre os efeitos da ação educativa a partir da observação de cada um e de todas as crianças, verificando a pertinência e o sentido das oportunidades educativas proporcionadas de modo a estabelecer a progressão das aprendizagens; c) Envolver as crianças no processo de análise e construção conjunta que lhe permita tomar consciência dos progressos e dificuldades e de como as vai ultrapassando; d) Adequar as práticas a partir da recolha sistemática de informação no sentido de regular a atividade educativa, tomar decisões e planear a ação; e) Partilhar informação e aferição entre os vários intervenientes no processo educativo (Pais e Encarregados de Educação, Educadores e outros profissionais). Artigo 208º Avaliação final 1. No final de cada ano letivo, o Educador deverá: a) Elaborar um relatório de avaliação do Plano de Turma (PT) que deverá ficar acessível para consulta no estabelecimento; b) Fazer um registo global com a informação das aprendizagens mais significativas das crianças; c) Comunicar aos Pais e Encarregados de Educação e aos professores que vão receber as crianças o que elas são capazes de fazer. Artigo 209º Mérito escolar A escola prevê prémios destinados aos alunos, através do Quadro de Excelência, Quadro de Valor e Turma Destaque. Estes são instrumentos de valorização de boas práticas de aprendizagem e de comportamentos Página 122

124 comunitariamente relevantes, dirigido aos alunos do 2º e 3º ciclos do ensino básico. Artigo 210º Objetivos 1. São objetivos destes quadros: a) Estimular a aprendizagem e o envolvimento dos alunos na superação de objetivos previamente definidos; b) Tornar público o reconhecimento de alunos ou grupos de alunos que, pelo seu aproveitamento e comportamento, apresentem resultados escolares claramente positivos; c) Dar visibilidade a ações que, pelo seu assinalável mérito, possam ser consideradas exemplares junto da comunidade escolar; d) Enaltecer os comportamentos dos alunos que possam constituir um exemplo de comportamento cívico; e) De premiar a dedicação e o esforço demonstrados pelos alunos. Artigo 211º Acesso aos quadros 1. Para estes Quadros será elaborado um regimento próprio (Quadro de Excelência; Quadro de Valor; Turma Destaque), clarificando o acesso a estes por parte dos discentes. Página 123

125 Capítulo VII Funcionamento Geral do Agrupamento Secção I Regime de Organização e Funcionamento Artigo 212º Rede Escolar e Oferta Educativa 1. Neste Agrupamento funciona: a) Educação Pré-escolar, o Ensino Básico, Cursos de Educação e Formação, Curso Vocacional e ainda Cursos de Aprendizagem protocolados com o IEFP; b) Atividades de Complemento Curricular e Atividades de Enriquecimento Curricular, aprovadas pelo Conselho Pedagógico; c) Para os alunos que manifestam dificuldades, as escolas oferecem medidas de apoio, sempre que possível; d) Apoios individualizados nas disciplinas ou nas áreas, para alunos com necessidades educativas especiais de caráter prolongado, optandose pelas medidas mais integradoras e menos restritivas. Subsecção I Organização das Atividades Letivas: Artigo 213º Horários 1. Horário na escola sede: a) Os horários letivos serão afixados no início de cada ano letivo, e dados a conhecer aos alunos e aos Pais e Encarregados de Educação pelo respetivo Diretor de Turma ou Professor Titular de Turma; Página 124

126 b) O período de almoço será estabelecido no início de cada ano letivo, e dado a conhecer aos alunos e aos Pais e Encarregados de Educação, pelo respetivo Diretor de Turma ou Professor Titular de Turma; c) A definição da carga horária das turmas é feita de acordo com o definido na legislação em vigor e no respeito pelas componentes curriculares de âmbito local e regional que o Agrupamento venha a definir; d) Na elaboração dos horários dos alunos, a distribuição das disciplinas deve efetuar-se o mais equilibradamente possível, pelos cinco dias da semana; e) Nos dias em que os alunos tenham aulas em dois turnos, deverá procurar-se uma distribuição equilibrada entre as disciplinas teóricas e práticas; f) Nos horários dos alunos não haverá intervalos sem aulas, na medida do possível. 2. No Pré-Escolar: 1. Os horários das atividades de animação e de apoio à família são definidos anualmente de acordo com as necessidades das famílias, em parceria com o Município de Paredes. 2. No 1º Ciclo: a) Os tempos letivos são regulados por sinal sonoro, acionado manualmente, de acordo com o horário estabelecido; b) A tolerância é de 15 minutos no início de cada turno letivo; Página 125

127 c) Será assinalada uma falta no livro de ponto, sempre que se verifique a ausência do aluno, após os 15 minutos de tolerância; d) Relativamente à utilização e manuseamento do livro de ponto, é exclusivamente da responsabilidade do professor titular de turma; e) O horário praticado no 1º ciclo é o horário normal. Subsecção II Matrículas e Renovação ver Despacho 5048-B/2013, 12 abr. Artigo 214º Admissão de Alunos 1. Compete ao Órgão de Gestão, ouvido o Conselho Pedagógico: a) Organizar o serviço de matrículas e/ou renovação de matrículas; b) Elaborar o calendário de matrículas, dentro dos limites fixados pelos serviços regionais ou centrais do Ministério da Educação e Ciência; c) Autorizar a transferência e anulação de matrículas, dentro dos limites fixados na lei. d) Todos os procedimentos sobre este assunto, como os prazos de inscrição na Educação Pré-escolar, matrículas e renovação de matrículas no Ensino Básico são os estipulados pelo Despacho nº B/2013, de 12 de abril. 2. No Pré-escolar: a) Consoante o número de vagas existente em cada Jardim, serão admitidas tantas crianças quanto o número de vagas; b) Terminado o prazo de inscrição será ordenada uma lista com a constituição dos grupos por sala, a mesma será afixada na sede do Agrupamento até ao termo das atividades educativas no ano letivo em curso; c) As admissões mantêm-se válidas por um ano letivo, devendo ser requerida a sua renovação durante o período legal estabelecido para tal se assim for a intenção dos Encarregados de Educação; Página 126

128 d) A entrada de crianças após esta data será sujeita a apreciação por parte do Diretor; e) Desde que inscritas no Pré-escolar, as crianças obrigam-se a frequentar com assiduidade e pontualidade o JI; f) No caso de faltas superiores a 15 dias úteis, que não sejam motivadas por doença grave prolongada e justificada, o Jardim de Infância considera-se desligado de todos os compromissos assumidos em relação à inscrição da criança; g) Todas as faltas pontuais deverão ser justificadas pelo Encarregado de Educação, mediante o uso de caderneta escolar; h) Considera-se falta justificada quando esta é verificada por doença da criança, doença, férias ou folgas dos Pais; i) A ausência da criança por motivo de doença prolongada sua ou dos Pais, obriga à apresentação de declaração médica, autorizando o regresso da criança ao JI; j) Após a data de admissão deverão ser marcadas todas as faltas no diário de frequência. Mensalmente será dado conhecimento ao coordenador do departamento desta assiduidade; k) A desistência da inscrição pode ser requerida pelo Encarregado de Educação; l) A anulação da inscrição poderá ser proposta pelo Educador ao CP, pela excedência do limite de faltas estipulado; m) As crianças que desistam ou que vejam anulada a sua inscrição poderão ser substituídas por outras a aguardar vaga até ao dia 31 de Dezembro; Artigo 215º Constituição das Turmas ver artigos 17º ao 22º, Despacho 5048-B/2013, 12 abr. ver Plano de Estudos e Desenvolvimento Curricular Anexo A Página 127

129 1. No JI/1º CEB: Artigo 216º Supervisão dos Momentos de Recreio: a) Compete aos Conselhos de Docentes da Educação Pré-escolar e do 1º ciclo, definir e organizar a vigilância ativa dos recreios, de acordo com um mapa a elaborar pelos mesmos e aprovado pelo Diretor; b) Nos intervalos das atividades letivas, os recreios serão vigiados por docentes e Técnico/Operacional. Artigo 217º Visitas de Estudo 1. As visitas de estudo e intercâmbio escolar devem estar em consonância com o Projeto Educativo de Escola e com o Plano de Turma (PT) e Escola, devendo ser dada prioridade às visitas que articulem com o máximo de disciplinas. 2. Os procedimentos a seguir encontram-se no Regulamento das Visitas de Estudo. 3. Estas devem de ser orientadas, fundamentalmente, para proporcionar aos alunos experiências práticas que complementem matérias lecionadas; 4. Devem constar do Plano Anual de Atividades e ser aprovados pelo Diretor 5. Os objetivos das visitas bem como a sua planificação são da responsabilidade dos Departamentos Curriculares/Conselhos de Turma/Conselhos de Docentes. 6. As visitas e os programas devem ser cuidadosamente planificados, com objetivos de aprendizagem definidos, visando complementar os conhecimentos teórico-práticos previstos nos conteúdos programáticos 7. Para participarem na visita de estudo, os alunos carecem de autorização, por escrito, do seu Encarregado de Educação. 8. Os responsáveis pela visita de estudo, deverão colocar no livro de ponto a indicação dos alunos que nela participam. 9. Para que uma visita de estudo se realize deve estar assegurado o acompanhamento dos alunos da seguinte forma: Página 128

130 a) Na Educação Pré-escolar 10 crianças/1 adulto (podendo este ser um docente ou um Assistente Operacional); b) No 1.º e 2.º Ciclos 10 alunos/um docente; c) No 3.º Ciclo e secundário 15 alunos/um docente. 10. Os professores acompanhantes deverão rubricar os livros de ponto; deverão numerar as aulas que tinham, nesse dia, com as turmas em visita de estudo. 11. Se existirem alunos que não participem na visita de estudo da turma a que pertencem, devem ter as aulas previstas no seu horário (ou outras atividades educativas no caso de ausência dos respetivos docentes), estando sujeitos à marcação de faltas caso de ausência. 12. Será da competência dos responsáveis pelas visitas, os contactos necessários para a sua concretização, bem como os respetivos pagamentos. 13. No caso da Educação Pré-escolar e 1.º ciclo, no início do ano letivo, todos os Encarregados de Educação autorizam, ou não, que os seus educandos participem nas saídas ao exterior, a pé ou de autocarro, acompanhados pelo professor titular / Educador e um Técnico/Operacional. Sempre que não seja possível, logo no início do ano letivo, marcar datas para a realização das saídas ao exterior, deverão os Encarregados de Educação ser posteriormente informados das mesmas com, pelo menos 24 horas de antecedência. 14. No ensino pré-escolar e 1º ciclo há ainda a possibilidade de realização de visitas a nível local, sem limite e sem marcação prévia, desde que estas se insiram no perímetro do estabelecimento escolar. Página 129

131 Capítulo VIII Avaliação de Desempenho do Pessoal Docente e Não Docente Artigo 218º Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente ver Decreto Regulamentar nº 26/2012, 21 fev. 1. À avaliação do desempenho do pessoal docente aplica-se o Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro. 2. A Secção de Avaliação do Desempenho Docente do Conselho Pedagógico - SADDCP, elabora, faz aprovar em conselho pedagógico e publicita a todos os docentes, o Guião da Avaliação do Desempenho Docente, onde consta a operacionalização de todos os procedimentos atinentes a este assunto. 3. A SADDCP elabora o regulamento onde define a composição, competências e demais aspetos de funcionamento. Artigo 219º Avaliação do Desempenho do Pessoal não Docente 1. À avaliação do desempenho do pessoal não docente aplica-se a Lei n.º 66- B/2007, de 28 de dezembro, com as alterações introduzidas pelo artigo 34.º da Lei n.º 55-A/2010, de 31 de dezembro, e pelo artigo 49.º da Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro, a Portaria n.º 1633/2007,de 31 de dezembro, a Portaria n.º 759/2009, de 16 de julho, o Despacho n.º6894-a/2009, de 4 de março, o Despacho Normativo n. º 4-A/2010, de 8 de fevereiro e o artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 32/2012, de 13 de fevereiro. Assim, a partir de 2013, a avaliação do desempenho do pessoal não docente (SIADAP 3) passa a realizar-se por ciclo avaliativo bienal. Por força das alterações introduzidas pelo artigo 49.º da Lei n.º 66-B/2012 (Orçamento do Estado para 2013) à alínea d) do artigo 4.º da Lei n.º 66- B/2007, os trabalhadores que chefiam os serviços administrativos passam a ser avaliados nos termos do SIADAP 3, a partir do ano de Página 130

132 Capítulo IX Disposições Comuns Artigo 220º Reduções de horário 1. A redução horária correspondente ao desempenho de cargos nas estruturas de orientação educativa é definida anualmente pelo Diretor, nos termos da lei, após parecer do Conselho Pedagógico. Artigo 221º Convocatórias e atas 1. Salvo disposição legal em contrário, ou em casos previstos neste Regulamento, todas as convocatórias, deverão ser remetidas eletronicamente, com 48 horas de antecedência, sendo este o único suporte para dar conhecimento aos interessados. 2. As atas serão introduzidas em local próprio da Plataforma Moodle, até 8 dias após as reuniões, a fim de serem lidas e analisadas, não dispensado da leitura de minuta no final de cada reunião. 3. As atas ficarão aprovadas tacitamente, decorridos 8 dias após o período referido no número anterior. Os regimentos internos deverão contemplar situações particulares. Artigo 222º Princípios gerais de ética ver artigo 5º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 223º Dissolução dos órgãos ver artigo 35º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Página 131

133 Artigo 224º Protocolos 1. Este Agrupamento poderá estabelecer os protocolos que entender necessários, com qualquer instituição ou organização credível desde que tal ato consubstancie a construção do Projeto Educativo. O Diretor deverá denunciar os protocolos e parcerias estabelecidos sempre que se verifique que as atividades não se estão a desenvolver dentro dos objetivos propostos. Para tal, apresentará uma proposta ao Conselho Geral, depois de ouvido o Conselho Pedagógico. Artigo 225º Processo eleitoral ver artigo 49º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 226º Inelegibilidade ver artigo 50º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 227º Responsabilidade ver artigo 51º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 228º Direitos à informação e colaboração da administração educativa ver artigo 52º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 229º Redução da componente letiva ver artigo 53º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Página 132

134 Artigo 230º Suplementos remuneratórios ver artigo 54º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 231º Regimentos ver artigo 55º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 232º Exercício de competências ver artigo 67º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 233º Regime subsidiário ver artigo 68º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 234º Mandatos de substituição ver artigo 69º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. Artigo 235º Receitas 1. Constituem receitas do Agrupamento: a) As verbas atribuídas pelo Orçamento de Estado e pelo POPH; b) Os emolumentos e multas, que, para o efeito, serão pagos em numerário, referentes à prática de atos administrativos; c) As receitas derivadas da prestação de serviços e da venda de publicações ou de rendimentos de bens próprios; d) Os rendimentos provenientes de juros de depósitos bancários; e) Outras receitas que lhe sejam atribuídas por lei, doações, subsídios, subvenções, comparticipações, heranças e legados. Página 133

135 Capítulo X Disposições Finais Artigo 236º Omissões 1. O presente Regulamento Interno não esgota nem substitui as disposições legais relativas às matérias nele contidas. 2. Em todos os casos omissos, na sequência da análise das situações em concreto, observar-se-á no processo de decisão, o critério dos órgãos de administração e gestão do Agrupamento de Escolas de Cristelo, de acordo com as suas competências e sem prejuízo da legislação em vigor. Artigo 237º Divulgação 1. O presente Regulamento Interno é de divulgação obrigatória a todos os membros da comunidade escolar. 2. Para esse efeito, no início de cada ano letivo, o Diretor divulgará, afixando nos locais habituais, a data da sua aprovação e os locais onde pode ser consultado. 3. O presente regulamento estará disponível, na página eletrónica do Agrupamento, para consulta permanente dos membros da comunidade escolar. 4. Na escola sede do Agrupamento, o Regulamento Interno estará arquivado e disponível para consulta, em pasta própria, nos seguintes locais: gabinete do Diretor, Serviços de Administração Escolar, sala de atendimento dos Encarregados de Educação e biblioteca. Artigo 238º Arquivo Original 1. O original do texto do Regulamento Interno, devidamente aprovado pelo Conselho Geral, será confiado à guarda do Diretor, bem como o suporte informático do mesmo. Página 134

136 Artigo 239º Revisão do Regulamento Interno ver artigo 65º, DL 137/2012, 2 jul. que Republica o DL 75/2008, 22 abr. 1. No ano letivo subsequente ao da aprovação do Regulamento Interno, o Conselho Geral deve verificar da conformidade do mesmo com o respetivo Projeto Educativo, podendo ser-lhe introduzidas, por maioria absoluta dos votos dos membros em efetividade de funções, as alterações consideradas convenientes. 2. Para que seja desencadeado o processo de revisão, o Diretor deve, ouvido o Conselho Pedagógico, elaborar a respetiva proposta de alteração e submetêla à aprovação do Conselho Geral. Artigo 240º Entrada em Vigor 1. O presente Regulamento Interno entrará em vigor após a sua aprovação pelo Conselho Geral. Página 135

137 ANEXOS Página 136

138 [2013/2017] [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] AGRUPAMENTO ESCOLAS de CRISTELO Página 137

139 Plano de Estudos e Desenvolvimento Curricular Ano letivo 2014/2015 Agrupamento de Escolas de Cristelo Construir o Projeto Curricular de Escola na base de uma lógica profissional é navegar no rio da mudança, rumo à experiência, da inovação, da autonomia conquistada, de responsabilidade partilhada, abandonando o flanco da regulação, da aplicação da norma, da autonomia decretada. Pacheco, José A. Construção e Avaliação do Projeto Curricular de Escola (2002) Página 138

140 1. INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO AGRUPAMENTO PRIORIDADES EDUCATIVAS DESENHO CURRICULAR Pré-escolar Primeiro Ciclo Segundo e Terceiro Ciclos Educação Especial Currículo Específico Individual (ao abrigo do Dec. Lei 3/08 de 7 de Janeiro) Outra Oferta Formativa Curso EFA Cursos de Aprendizagem Logística Eletricidade ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO ENSINO BÁSICO Calendário Escolar Horários de funcionamento Modalidades de Apoio Educativo Serviços Especializados de Apoio Educativo Medidas de promoção do sucesso escolar Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos (BE/CRE) Oferta Complementar 1º ciclo Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC s) Ocupação dos alunos na ausência de docentes (consultar o Plano de Ocupação Plena dos Tempos Escolares POPTE) ÁREAS CURRICULARES DISCIPLINARES Metas Curriculares CRITÉRIOS DE DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO LETIVO Formação de Turmas Pré-Escolar º Ciclo Página 139

141 º Ano ºAno Ano º Ano º Ano Distribuição de Salas por Turma Atribuição das Direções de Turma PLANO DE TURMA Objetivos do PT Linhas orientadoras do PT Monitorização qualitativa e quantitativa do PT AVALIAÇÃO ENSINO BÁSICO Princípios Intervenientes Modalidades de Avaliação Classificações Quantitativas e respetivas Menções Qualitativas º Ciclo do Ensino Básico º e 3º Ciclos do Ensino Básico Progressão e Retenção Reapreciação dos Resultados da Avaliação Avaliação na Educação Pré-escolar Adiamento do Cumprimento da Escolaridade Obrigatória Critérios Gerais de Avaliação º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB) º e 3º Ciclos do Ensino Básico (2º e 3º CEB) Percurso Curricular Alternativo (Desp.Norm. nº 1/2006) - 9º Ano Critérios de Progressão/Retenção nos anos terminais de ciclo Critérios de Transição/Retenção anos não terminais de ciclo Avaliação nos Cursos Vocacionais (CV) Avaliação dos Alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) Página 140

142 Alunos com NEE, exceto CEI Alunos CEI (Currículo Específico Individual) Avaliação dos Curso de Aprendizagem (CA) Ensino Secundário Formas de Divulgação do Plano de Estudos Enquadramento Legal ANEXOS Anexo I Calendário escolar Anexo II G e s t ã o d o C r é d i t o G l o b a l d e H o r a s Anexo III Critérios para Elaboração de Horários Anexo IV Critérios Gerais para Elaboração de Horários Anexo V Organização dos Tempos Escolares Página 141

143 1. INTRODUÇÃO Este documento, e dado o contexto particular de mudança em que foi elaborado, pretende constituir-se, essencialmente, como uma referência de natureza mais prática para a orientação da ação educativa neste Agrupamento de Escolas. Trata-se de um projeto aberto ao enriquecimento com o envolvimento de toda a comunidade educativa, e logo, sujeito à introdução de alterações propostas por parte dos diferentes membros da comunidade escolar, quer devido ao surgimento de novos projetos, quer pela introdução de novas orientações no funcionamento do sistema educativo. Nesta perspetiva, o Plano de Estudos do Agrupamento de Escolas de Cristelo enquadra-se numa conceção de escola que privilegia a participação de todos os intervenientes no processo educativo. O desafio consiste na capacidade de articular saberes, baseado na reflexão e análise em função do meio escolar e do contexto social e económico envolvente. Este é o documento orientador da ação, estando-lhe subjacente a ideia de construção em permanência, em função da avaliação a que será sujeito periodicamente. O Plano de Estudos do Agrupamento de Escolas de Cristelo pretende consubstanciar a aplicação dos princípios orientadores definidos pelo artigo 3º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, no que respeita à organização, gestão do currículo e avaliação no Ensino Básico, em articulação com o Projeto Educativo do Agrupamento (PEA) e constitui a matriz para a posterior elaboração do Plano de Turma (PT). Importa, igualmente, esclarecer que por currículo se entende o conjunto de conteúdos e objetivos que, devidamente articulados, constituem a base da organização do ensino e da avaliação do desempenho dos alunos. Sendo assim, o desenvolvimento deste documento, para além de atender aos princípios gerais do PEA, terá necessariamente Página 142

144 como padrão referencial os programas das disciplinas e áreas curriculares disciplinares, adequados às opções do Agrupamento, devendo, para tal: definir as prioridades curriculares, adaptadas às características das turmas, através de programas próprios, a desenvolver pelos professores titulares de turma, em articulação com o conselho de docentes, ou pelo conselho de turma, consoante os ciclos; constituir o suporte para a elaboração dos PT; conter: as opções curriculares do Agrupamento: áreas disciplinares e disciplinas, carga horária semanal de cada uma das disciplinas, atividades de enriquecimento do currículo, apoio ao estudo, oferta complementar, ; os critérios de avaliação gerais. O Plano de Estudos pretende, ainda, dar resposta aos problemas reais da Escola, integrando e generalizando a ação dos diversos intervenientes e tornar a ação pedagógica mais informada e esclarecida. Destarte, este plano será articulado com o Regulamento Interno (RI) e com o Plano Anual de Atividades (PAA), propondo-se serem estes os documentos de operacionalização do Projeto Educativo. 2. IDENTIFICAÇÃO DO AGRUPAMENTO NÍVEIS/OFERTAS DE ENSINO ESTABELECIMENTO JI de Barreiras EB Sobrosa EB Duas Igrejas 1º Ciclo EB Sobrosa EB Duas Igrejas 2º e 3º Ciclos E.B. 2,3 de Cristelo Cursos Vocacionais E.B. 2,3 de Cristelo Cursos de Aprendizagem - Secundário E.B. 2,3 de Cristelo Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) E.B. 2,3 de Cristelo Página 143

145 3. PRIORIDADES EDUCATIVAS Na linha do que é emanado do Projeto Educativo, as principais prioridades do Agrupamento são: melhorar a qualidade das aprendizagens traduzida no sucesso educativo dos alunos; combater o abandono escolar e as saídas precoces do sistema educativo; aumentar a interação escola-família-comunidade, como polo aglutinador de complemento de aprendizagens; monitorizar/avaliar, através da criação de planos de melhoria, considerando indicadores de qualidade. 4. DESENHO CURRICULAR 4.1. Pré-escolar ÁREAS DE CONTEÚDO CARGA HORÁRIA LETIVA SEMANAL Área da Formação Pessoal e Social Socialização Área de Expressão e Comunicação Domínio das Expressões: - Expressão Motora - Expressão Dramática 25h - Expressão Plástica - Expressão Musical Domínio da Linguagem Oral e Abordagem da Escrita Domínio da Matemática Área de Conhecimento do Mundo Página 144

146 COMPONENTES DO CURRÍCULO [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] 4.2. Primeiro Ciclo ÁREAS DISCIPLINARES DE FREQUÊNCIA OBRIGATÓRIA CARGA HORÁRIA Português 8h Matemática 8h Estudo do Meio 3,5h Expressões: 3h Artísticas Físico motoras Apoio ao estudo a) 1,5h Oferta complementar Inglês d) 1h Total de 25h ÁREA CURRICULAR DE FREQUÊNCIA FACULTATIVA (c) Educação Moral e Religiosa 1h Total de 1500 min. ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (b) (a) Visa apoiar os alunos na criação de métodos de estudo e de trabalho, com prioridade no apoio nas disciplinas de português e matemática. (b) Atividades de carácter facultativo, nos termos do artigo 8º do Despacho nº 9265-B/2013. As atividades (Atividade Física e Desportiva e Ensino de Música) são promovidas pela autarquia e tem uma duração semanal de 5 horas. (c) Disciplina de frequência facultativa, nos termos do artigo 15º do Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho e ponto 4, artigo 9º do Despacho nº 9265-B/2013. (d) Conforme previsto na alínea a), nº 2 do artigo 13º do Despacho Normativo nº 6/2014 de 26 de maio. No que respeita às Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC s), a sua duração semanal é a seguinte: ÁREA ANO DE ESCOLARIDADE DURAÇÃO SEMANAL (MINUTOS) Atividade Física e Desportiva 1º, 2º, 3º e 4º anos 180 Ensino da Música 1º, 2º, 3º e 4º anos 120 Página 145

147 COMPONENTES DO CURRÍCULO [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] 4.3. Segundo e Terceiro Ciclos CARGA HORÁRIA SEMANAL (x 90 min.) a 5º Ano 6º Ano TOTAL CICLO 7º Ano 8º Ano 9º Ano TOTAL CICLO ÁREAS CURRICULARES DISCIPLINARES Português Inglês Línguas Estrangeiras Francês / Espanhol HGP / História Ciências Humanas e Sociais Geografia Matemática ,5 2,5 2,5 7,5 1,5 1,5 3 1,5 1,5 1, , ,5 1, ,5 1, ,5 1 1, ,5 2,5 2,5 7,5 Ciências Físicas e Naturais c Educação Artística e Tecnológica Ciências Naturais Físico-Química Educação Visual Educação Tecnológica Educação Musical 1,5 1,5 3 1,5 b 1,5 b 1,5 b ,5 b 1,5 b 1,5 b , c TIC e Oferta de Escola Educação Física 1,5 1,5 3 1,5 1,5 1,5 4,5 TOTAL DADOS 15,0 15,0 30,0 17,0 16,5 16,5 50,0 Educação Moral e Religiosa d 0,5 0,5 1 0,5 0,5 0,5 1,5 Oferta Complementar (em minutos) e 0, , TOTAL 16 15,5 31,5 17, ,5 Apoio ao Estudo f 2,5 2, ,5 a A carga horária semanal refere-se a tempo útil de aula e está organizada em períodos de 90 minutos. b Estas disciplinas funcionarão em desdobramento de 45 min. para a realização de trabalho prático ou experimental. Os professores terão sempre mais 1 tempo (45 min) do que os alunos. c A disciplina de TIC inicia-se no 7º ano, funcionando sequencialmente nos 7º e 8º anos, semestral ou anualmente, em articulação com uma disciplina de oferta de escola. d Disciplina de frequência facultativa. e Frequência obrigatória para os alunos, desde que criada pela escola, em função da gestão do crédito letivo disponível neste ano letivo apenas funcionará Educação para a Cidadania no 5º ano. f Oferta obrigatória para a escola, de frequência facultativa para os alunos, sendo obrigatória por indicação do conselho de turma e obtido o acordo dos encarregados de educação, nos termos do artigo 13.º do Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho. Página 146

148 Formação Pessoal e Social [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] 4.4. Educação Especial Currículo Específico Individual (ao abrigo do Dec. Lei 3/08 de 7 de Janeiro) COMPONENTES DO CURRÍCULO Terapia da Fala (1) Fisioterapia (1) Apoio Psicológico Comunicação Alternativa Português Funcional Matemática Funcional Meio Físico Educação Rodoviária/Código de Estrada PRÉ-ESCOLAR 1º CICLO 5º ANO 6º ANO 7º ANO 8º ANO 9º ANO X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação X X X X Expressão Plástica X X X X X X Expressão Plástica Educação Tecnológica Educação Visual X Psicomotricidade X Expressão Físico Motora Desporto Adaptado X X X X Natação X X X X Educação Física X X X X Expressão Dramática Expressão Musical X X X X X Expressão Musical Rádio X X Educação Musical X X Educação para a Cidadania X Educação Moral e Religiosa X X X X Autonomia Pessoal / Socialização X X X Formação Profissional Área Vocacional X X X X Estágio Vocacional X X Área Opcional (2) (1) Estas áreas podem estar no PEI do aluno e serem usufruídas fora do contexto da escola. (2) Outra área específica para um dado aluno. (X) Ano onde o aluno poderá iniciar esta área. Página 147

149 A carga horária semanal será específica para cada aluno de acordo com a sua funcionalidade e constará do seu Plano Educativo Individual (PEI) Outra Oferta Formativa Os formandos dos cursos EFA B e EFA S ficam com certificação escolar 3º ciclo e secundário, respetivamente Curso EFA A escola tem um protocolo com o IEFP em que somente cede as instalações para a realização deste curso, todas as outras questões relacionadas com o referido curso são da exclusiva responsabilidade da respetiva entidade. Página 148

150 4.6. Cursos de Aprendizagem SOCIO CULTURAL Componente de Formação Logística A B C D E F=B/E G=C/D Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Português ,4 30,5 Inglês ,6 TIC ,5 CMA ,5 Desenvolvimento Social e Pessoal ,5 CIENTIFICA Componente de Formação Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Matemática ,3 29,4 Economia ,5 Psicologia ,5 TECNOLÓGICA Componente de Formação Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Logística ,63 29,611 Componente de Formação - prática simulada Formação Prática em Contexto de Trabalho Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Instalações Elétricas ,852 11, Total de Horas Anuais Total de minutos EM FALTA Nº tempos EM FALTA (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Instalações Elétricas _ Estágio ,4-43, Página 149

151 4.6.2 Eletricidade SOCIO CULTURAL Componente de Formação A B C D E F=B/E G=C/D Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal Nº semanas anuais Nº semanas anuais Português ,4 30,5 Inglês ,6 TIC ,5 CMA ,5 Desenvolvimento Social e Pessoal ,5 CIENTIFICA Componente de Formação Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Matemática ,3 29,4 Física e Química ,4 TECNOLÓGICA Componente de Formação Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Instalações Elétricas ,63 29,611 Componente de Formação - prática simulada Formação Prática em Contexto de Trabalho Total de Horas Anuais Total de minutos Anuais Nº tempos anuais (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Instalações Elétricas ,296 16, Total de Horas Anuais Total de minutos EM FALTA Nº tempos EM FALTA (45 min) Distribuição do Curso (45min) Carga Letiva Semanal (minutos) Nº semanas anuais Nº semanas anuais Instalações Elétricas _ Estágio ,4-43, Página 150

152 5. Organização Curricular do Ensino Básico No ensino Pré-escolar e no 1º Ciclo, a carga horária é de 25 horas. Nos 2º e 3º Ciclos, os horários serão organizados em blocos de 90 minutos. Cada bloco corresponderá a um tempo dedicado a uma única disciplina/área curricular ou a dois períodos de 45 minutos dedicados a disciplinas/áreas curriculares diferentes. Os tempos letivos mais prolongados permitem um trabalho mais diversificado por parte dos alunos, valorizando-se a aula como tempo de trabalho e de aprendizagem, favorecendo a promoção de uma atividade escolar com menos disciplinas e interrupções diárias Calendário Escolar O enquadramento legal do Calendário Escolar faz-se, anualmente, por despacho do Diário da República, sendo apresentado no Anexo I cada ano letivo Horários de funcionamento Os Centros Escolares funcionam em horas (60 minutos) e/ou meias horas (30 minutos). A escola sede funciona em blocos de 90 minutos e/ou meio blocos de 45 minutos. Estipulou-se a seguinte distribuição: Pré-escolar 1º Ciclo 2º e 3º Ciclos Manhã 9h00-12h30 9h00-12h30 8h25-13h20 Tarde 14h00-15h30 14h00-17h30 13h35-17h45 Na elaboração dos horários atendeu-se, sempre que possível, à libertação de atividades letivas nos finais das manhãs e início e finais das tardes, para que se possam apoiar os alunos com dificuldades (sobretudo no âmbito do Despacho Normativo n.º 13/2014), efetuar reuniões neste espaço de tempo, prática do Desporto Escolar, entre outros. (ver anexos II, III, IV e V). Página 151

153 5.3. Modalidades de Apoio Educativo Serviços Especializados de Apoio Educativo Os Serviços Especializados de Apoio Educativo garantem a existência de condições que assegurem a plena integração escolar dos alunos, devendo conjugar a sua atividade com as estruturas de orientação educativa. Estes serviços integram os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO), a Educação Especial e o Apoio Educativo e a Ação Social Escolar (ASE). a) Serviços de Psicologia e Orientação (SPO) Os Serviços de Psicologia e Orientação Escolar estão criados com o disposto no artigo 26º da Lei n.º 46/86 de 14 de Outubro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 115/97, de 19 de Setembro, e pela lei n.º 49/2005, de 30 de Agosto. Estes serviços asseguram, na prossecução das suas atribuições, o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo do processo educativo, bem como o apoio ao desenvolvimento do sistema de relações interpessoais no interior do Agrupamento e entre este e a comunidade. Nestes serviços está incluída a equipa multidisciplinar, constituída neste agrupamento, que se destina a acompanhar em permanência os alunos, designadamente aqueles que revelem maiores dificuldades de aprendizagem, risco de abandono escolar, comportamentos de risco ou gravemente violadores dos deveres do aluno ou se encontrem na iminência de ultrapassar os limites de faltas. b) Educação Especial e Apoio Educativo Os pressupostos da Educação Especial e Apoio Educativo visam a contribuição para a igualdade de oportunidades de sucesso educativo para todas as crianças e jovens, bem como a promoção de respostas pedagógicas diversificadas e adequadas às necessidades específicas. Também é finalidade desta estrutura o desenvolvimento Página 152

154 global das crianças e jovens, assim como assegurar as condições para a inclusão socioeducativa dos alunos com Necessidades Educativas Especiais (N.E.E.). Compete ainda à Educação Especial e Apoio Educativo colaborar na promoção da qualidade educativa, nomeadamente nos domínios relativos à orientação educativa, à interculturalidade, à saúde escolar e à melhoria do ambiente educativo. c) Ação Social Escolar (ASE) A Ação Social Escolar reveste uma especial importância nas competências e atribuições municipais em matéria social. Tem por objetivos a concretização do princípio da equidade e a promoção de oportunidades de acesso e sucesso escolares a todos os alunos do ensino básico. Para além disso, compete-lhe adequar medidas de apoio socioeducativo destinadas aos alunos inseridos em agregados familiares cuja situação económica determina a necessidade de comparticipações financeiras Medidas de promoção do sucesso escolar No âmbito da autonomia da escola e tendo em vista o sucesso escolar e a garantia da estabilidade pessoal dos alunos, foram adotadas as medidas adequadas à resolução dessas dificuldades, de acordo com o previsto no nº 4 do art.º 2º do Dec. Lei nº 139/2012 de 5 de julho, que se podem concretizar designadamente através de: - Apoio pedagógico; - Apoio ao Estudo - Turmas + Sucesso; - Coadjuvações; - Projeto ELPMe+; - Apoios aos Exames - 6º e 9º anos; - Acompanhamento extraordinário; - Reorientação do percurso escolar. Página 153

155 Apoio Pedagógico Estes apoios funcionam exclusivamente nos 2º e 3º Ciclos. Os alunos que revelam mais dificuldades são propostos pelo Conselho de Turma, por sugestão do professor da disciplina. São considerados um meio eficaz para que, em contexto mais favorável, se realizem as aprendizagens e se recuperem os pré-requisitos necessários. Em conformidade com as metas propostas no Projeto Educativo, as áreas privilegiadas são o Português, a Matemática e Inglês e são, preferencialmente, lecionadas pelos docentes do Conselho de Turma. Os alunos propostos para estas modalidades de apoio e respetivos Encarregados de Educação serão informados pelo Diretor de Turma do horário do apoio, devendo ser assumido um compromisso de assiduidade. Apoio ao Estudo Conforme o ponto 1 do artigo do 13º do Dec. Lei nº 139/2012 de 5 de julho, no 1º Ciclo, o Apoio ao Estudo é de frequência obrigatória e tem por objetivo apoiar os alunos na criação de métodos de estudo e de trabalho, visando prioritariamente o reforço do apoio nas disciplinas de Português e de Matemática. No 2º Ciclo, de acordo com o ponto 2 do artigo do 13º do Dec. Lei nº 139/2012 de 5 de julho, a oferta de apoio ao estudo é obrigatória para as escolas, podendo, por indicação do conselho de turma e desde que obtido o acordo dos encarregados de educação ser de frequência obrigatória para os alunos indicados. Turmas + Sucesso De acordo com a alínea a) do ponto 2 do art.º 21º do Dec. Lei nº 139/2012 de 5 de julho, o agrupamento criou grupos homogéneos em termos de desempenho escolar nas disciplinas estruturantes de Português, Matemática e Inglês, nos 5º e 7º anos. Página 154

156 Coadjuvações Atendendo aos recursos existentes na escola e à pertinência das situações, há coadjuvação em sala de aula, valorizando-se as experiências e práticas colaborativas que conduzem à melhoria do ensino (alínea c) do ponto 1 do art.º 20º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro). Projeto ELPMe+ O Projeto ELPMe+ (Estudo do meio, Língua Portuguesa e Matemática) desenvolve-se no 1º ciclo e consiste na pluridocência desde o 1º ao 4º ano, sendo o Português e a Matemática, na mesma turma, lecionados por professores diferentes. Tal permite que cada docente se especialize numa determinada área curricular (alínea c) do ponto 9 do art.º 4º do despacho normativo nº 6/2014 de 26 de maio). Apoios aos Exames - 6º e 9º anos Estes apoios têm como objetivo preparar os alunos para as provas finais de 2º e 3º ciclos, através da realização de provas-tipo ao longo do ano letivo (a partir do 2º período). Todos os alunos da turma frequentam este apoio, mediante autorização do Encarregado de Educação. Acompanhamento extraordinário Conforme o artigo 23º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, os alunos internos dos 4º e 6º anos de escolaridade que, após as reuniões de avaliação de final de ano, já com o conhecimento e com a ponderação dos resultados da 1ª fase das provas finais, não obtenham aprovação, bem como os alunos que obtiveram uma classificação final inferior a três após as provas finais realizadas na 1ª fase, podem usufruir de prolongamento do ano letivo. O período de acompanhamento extraordinário decorre entre a realização das reuniões de avaliação de final de ano e a realização da 2.ª fase das provas finais e visa colmatar deficiências detetadas no percurso escolar dos alunos. Cabe ao diretor da escola Página 155

157 assegurar a organização e gestão do período de acompanhamento extraordinário previsto no presente artigo. Os alunos que não obtenham aprovação, bem como os alunos que obtiveram uma classificação final inferior a três após as provas finais realizadas na 1ª fase, são automaticamente inscritos no período de acompanhamento extraordinário, sendo obrigatória a sua frequência, exceto se o encarregado de educação não o permitir. Caso este não pretenda que o seu educando frequente o acompanhamento extraordinário, comunica por escrito o seu desacordo ao diretor da escola. Este pedido não prejudica o acesso do aluno à 2.ª fase das provas finais de ciclo. Após a realização da 2.ª fase das provas finais do 1.º e do 2.º ciclos, os alunos progridem e obtêm a menção de Aprovado se estiverem em condições para tal. Reorientação do percurso escolar De acordo com o artigo 24º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, sempre que se verifiquem retenções, deverão os alunos ser acompanhados pelo Serviço de Orientação Escolar, de modo que possam ser propostas as medidas mais adequadas ao seu percurso escolar, nomeadamente percursos curriculares alternativos, cursos de educação e formação ou cursos vocacionais Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos (BE/CRE) A Biblioteca Escolar (BE) do agrupamento é constituída por três polos, Cristelo, Sobrosa e Duas Igrejas, dois dos quais integram a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). Integra, também, a Rede de Bibliotecas de Paredes (RBP) através da qual se pretende articular/apoiar projetos culturais, empréstimo do acervo de todos os parceiros e desenvolver um plano de atividades conjunto. A BE, como espaço agregador de conhecimentos e recursos diversificados, possui uma dinâmica própria e pretende, na escola, ser implicada no suporte às aprendizagens, no apoio ao currículo, no desenvolvimento da literacia digital, na formação de leitores Página 156

158 críticos e na construção da cidadania, tentando assegurar a todos os alunos condições e oportunidades para o seu desenvolvimento integral. Procura, ainda, promover a leitura, proporcionar aprendizagens significativas e dinamizar a aplicação prática de saberes transversais. Tem também como função a oferta de recursos diversificados ao estudo e à ocupação de tempos livres dos alunos. A BE deve ser concebida como um verdadeiro centro de recursos ao dispor de toda a comunidade escolar e ser encarado como parte do trabalho letivo e de todo o processo de ensino/aprendizagem. No contexto escolar, deverá ser um espaço privilegiado de formação e um espaço inesgotável de aprendizagens. Sendo assim, serão linhas orientadoras do trabalho a desenvolver: Apoiar a os docentes na persecução das orientações delineadas nas Metas Curriculares sobretudo no que diz respeito à Educação literária (1º, 2º e 3º ciclos). Participar em projetos e concursos do Plano Nacional de Leitura, pretendendo deste modo dar resposta aos fracos níveis de literacia, desenvolvendo competências nos domínios da leitura e da escrita. Assim, e com o intuito de promover a criação de hábitos de leitura desde cedo, a leitura no pré-escolar será realizada, quer pelos alunos, através das imagens dos livros, quer pela educadora que disponibilizará uma hora por dia para esta atividade. No 1.º ciclo, os alunos deverão dedicar uma hora por dia à leitura e à escrita centradas em livros ajustados aos seus interesses e níveis de competência linguística. Nos níveis de ensino subsequentes deverá ser contemplado um tempo letivo na planificação semanal de aulas de Português para a leitura recreativa. Promover novas relações com o conhecimento e a cultura fornecendo aos seus utilizadores: Um contributo para o sucesso escolar, dando acesso, apoiado ou autónomo, à informação; Um apoio privilegiado à formação nas novas tecnologias; Um espaço de cultura, de leitura, de debates, exposições e ocupação dos tempos livres; Página 157

159 Um espaço cultural, mediador entre o agrupamento e outros parceiros; Contribuir para a rentabilização dos recursos e investir em iniciativas de divulgação e partilha interativa de informação, através dos meios que venham a revelar-se adequados e necessários; Disponibilizar o acesso ao fundo documental através do catálogo online; Desenvolver parcerias e relações de partilha de recursos entre as escolas do concelho e a Biblioteca Municipal Oferta Complementar 1º ciclo O Agrupamento promove uma hora semanal da aprendizagem da língua inglesa a todos os alunos, lecionada pelos professores do 2º e 3º ciclo do Agrupamento Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) As Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) destinam-se a proporcionar experiências educativas e formativas que incidam nos domínios desportivo, artístico, científico, técnico e das tecnologias da informação e comunicação, de ligação da escola com o meio e de educação para a cidadania. Estas atividades são de frequência gratuita, sendo a inscrição facultativa. Para além disso, são fundamentais para o desenvolvimento social e pessoal do aluno. Ao professor responsável pelas turmas compete incentivar os seus alunos à participação. É igualmente importante esclarecer e motivar os Pais e Encarregados de Educação para o desenvolvimento destas atividades, de modo a garantir um maior envolvimento dos seus educandos. Página 158

160 DE ESCOLAS DE CRISTELO] Ocupação dos alunos na ausência de docentes (consultar o Plano de Ocupação Plena dos Tempos Escolares POPTE) De acordo com a alínea e) do ponto 3 do art.º 3º do Despacho Normativo 7/2013 de 11 de junho, a escola deve organizar um conjunto de atividades de natureza lúdica, desportiva, cultural ou científica, a desenvolver nos tempos letivos desocupados dos alunos por ausência imprevista de professores, aqui designado por Plano de Ocupação Plena dos Tempos Escolares POPTE. Pretende-se que a operacionalização deste plano de atividades de ocupação plena dos tempos escolares dos alunos seja um instrumento organizativo capaz de contribuir para assegurar o aproveitamento eficiente e racional dos recursos humanos existentes nas escolas, garantindo o acompanhamento educativo dos alunos durante o período de permanência no espaço escolar. Assim sendo, na ausência prevista pelo docente, recorre-se às modalidades de permuta ou lecionação de aula correspondente (LAC); se a ausência for imprevista, os alunos poderão ser encaminhados para várias atividades, tais como: Atividades propostas no âmbito da BE/CRE; Desporto Escolar (ténis de mesa, ténis de campo, natação, voleibol, futsal, golfe e clube badmington); Clubes e Projetos (Europeu, Cientistas de Palmo e Meio, de Física e Química, Banda de Garagem, Música, ). Os clubes e projetos são concebidos como espaços onde são desenvolvidas atividades de complemento/enriquecimento curricular. Os clubes têm um carácter facultativo e revestem-se de uma natureza eminentemente lúdica e cultural, incidindo particularmente nos domínios artístico, científico e da informação. Deverão ainda promover normas, atitudes e valores conducentes a uma cidadania ponderada. Página 159

161 Assim, devem ser objetivos transversais dos clubes: Ocupar os tempos livres dos alunos e os tempos escolares na ausência dos professores; Desenvolver nos alunos capacidades de recolha, seleção e organização de informação; Desenvolver nos alunos o espírito criativo, o sentido de responsabilidade, a autonomia e a criatividade; Desenvolver capacidades psicomotoras, intelectuais e afetivas; Aprofundar o sentido de grupo e de sociedade, para uma participação positiva nos mesmos; Articular com áreas curriculares disciplinares e não disciplinares; Alargar conhecimentos de cultura geral; Cabe a cada clube apresentar no início de cada ano letivo a planificação onde devem constar, obrigatoriamente, os seus objetivos específicos, para além de outros itens. 6. Áreas Curriculares Disciplinares 6.1. Metas Curriculares Uma tendência curricular é a explicitação e especificação dos conhecimentos que os alunos devem alcançar e das capacidades que devem desenvolver em cada disciplina. A especificação destas duas componentes conhecimentos e capacidades tem adotado a designação de metas curriculares. Trata-se de documentos relativos aos diversos níveis de escolaridade, mas com anualização das aquisições pretendidas. As metas curriculares constituem, pois, a par dos programas disciplinares, os documentos orientadores do ensino e da avaliação, sendo que os segundos enquadram a aprendizagem, enquanto as primeiras a concretizam. Página 160

162 À escola cabe um papel fundamental no desenvolvimento dos alunos, pelo que se preconiza que o currículo deva ser construído de modo a que possa promover as capacidades cognitivas de todos. As presentes metas baseiam-se em algumas linhas orientadoras alicerçadas em teorias da aprendizagem e da instrução. Das teorias da aprendizagem, ressaltam-se aquelas que, sendo recentes, salientam a importância de aspetos como o conhecimento, a memória, a compreensão e a resolução de problemas. A maioria das planificações das diversas disciplinas já se encontram de acordo com as novas metas curriculares. 7. Critérios de Distribuição do Serviço Letivo A Organização do serviço Docente a) Como princípio orientador, na distribuição de serviço deverá atender-se ao perfil do docente, quer a nível da sua relação com os alunos e encarregados de educação, quer a nível do grau de desempenho do cargo, bem como à experiência do mesmo. b) No que respeita à educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico, estabelecem-se os seguintes critérios de distribuição de serviço letivo: Graduação profissional conjugado com a opção voluntária do docente. Continuidade pedagógica ao longo de um ciclo de estudos. Ligação funcional ao Agrupamento. c) Relativamente aos docentes da Escola Básica de Cristelo, os critérios de distribuição de serviço letivo são, por ordem de prioridade, os seguintes: Graduação profissional. Continuidade pedagógica ao longo de um ciclo de estudos. Outros que se coadunem com a gestão curricular dos departamentos respetivos. Página 161

163 d) A distribuição do serviço docente, no 2.º ciclo, deve tentar assegurar que cada docente lecione à mesma turma as disciplinas, ou áreas disciplinares, relativas ao seu grupo de recrutamento. e) Sempre que possível, devem ser atribuídas turmas de um mesmo ano de escolaridade ao mesmo grupo de professores para, desse modo, facilitar a organização do trabalho do conselho de turma. f) Nos termos do regulamento interno do Agrupamento, na distribuição de serviço letivo, ter-se-á em conta um número máximo de turmas e níveis a atribuir a cada docente de forma a assegurar o necessário equilíbrio global, garantindo um elevado nível de qualidade. Esse número máximo deverá ser casuisticamente definido em função da área de formação do docente e do serviço que resta distribuir. Muito importante: na criação de turmas em todos os anos de todos os ciclos será de ter em conta a distribuição equitativa dos NEE e respetiva redução do número de alunos por turma, no estrito respeito do Despacho 5048-B/2013 de 12 de Abril e Decreto-Lei n.º 176/2012, de 2 de agosto. B Constituição de Turmas 7.1 Formação de Turmas De acordo com a decisão do Conselho Pedagógico deste Agrupamento de 8 de julho de 2014, os critérios para a constituição de turmas em 2014/2015 são os seguintes: Nota: na criação de turmas em todos os anos de todos os ciclos será de ter em conta a distribuição equitativa dos NEE e respetiva redução do número de alunos por turma, no estrito respeito do Despacho 5048-B/2013 de 12 de Abril e Decreto-Lei n.º 176/2012, de 2 de agosto Pré-Escolar 1. Crianças que completem os cinco anos de idade até 31 de dezembro. Página 162

164 2. Crianças com necessidades educativas especiais de caráter permanente, de acordo com o artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro. 3. Crianças filhas de pais estudantes menores, nos termos previstos no artigo 4.º da Lei n.º 90/2001, de 20 de agosto. 4. Cumulativamente, e como forma de desempate em situação de igualdade, devem ser observadas as seguintes prioridades: pretendido; a) Crianças com irmãos a frequentar o estabelecimento de educação b) Crianças cujos pais ou encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência do estabelecimento de educação pretendido; c) Crianças cujos pais ou encarregados de educação desenvolvam a sua atividade profissional, comprovadamente, na área de influência do estabelecimento de educação pretendido, ordenadas nos termos previstos na alínea b) do artigo 24.º do Decreto -Lei n.º 542/79, de 31 de dezembro; 5. Na renovação de matrícula na educação pré-escolar deve ser dada prioridade às crianças que frequentaram no ano anterior o estabelecimento de educação que pretendem frequentar, aplicando-se sucessivamente as prioridades definidas nos números anteriores. 6. Construir grupos turma tendo por base o grupo turma de 2013/14, mantendo no grupo os alunos que continuam no mesmo jardim. 7. Constituir os grupos turma de acordo com o alvará atribuído para funcionamento da sala e a legislação em vigor. 8. Terminado o período de matrícula, se não houver vaga, as crianças inscritas, fora de prazo, integram a lista de espera no final do seu grupo etário. 9. Composição dos grupos turma criados: a. Quanto ao género - Equilibrado sempre que possível. Página 163

165 b. Quanto ao nível etário - o mais homogéneo possível (em especial no ano anterior à transição para o 1º ciclo). NOTA: deve existir sempre uma relação de compromisso entre o género e o nível etário 10. MOBILIDADE INTERNA Será dada prioridade a transferências internas dos alunos que frequentaram no ano letivo anterior umas das turmas do pré-escolar numa das salas do Agrupamento º Ciclo 1. Alunos com seis anos completados até 15 de setembro. 2. Alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente e que exijam condições de acessibilidade específicas ou respostas diferenciadas no âmbito das modalidades específicas de educação, conforme o previsto nos nºs 4, 5, 6 e 7 do artigo 19.º do Decreto Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro. 3. Com necessidades educativas especiais de caráter permanente não abrangidos nas condições referidas na alínea anterior. 4. Com irmãos já matriculados no ensino básico no estabelecimento de ensino. (1º, 2º, 3 ou 4º retidos). 5. Cujos pais ou encarregados de educação residam ou desenvolvam a sua atividade profissional, comprovadamente, na área de influência do estabelecimento de ensino. 6. Que frequentaram, no ano letivo anterior, a educação pré escolar ou o ensino básico no mesmo estabelecimento. 7. Que frequentaram, no ano letivo anterior, a educação pré escolar ou o ensino básico em outro estabelecimento do mesmo agrupamento de escolas. 8. Mais velhos, no caso de matrícula, e mais novos, quando se trate de renovação de matrícula, à exceção de alunos em situação de retenção que já iniciaram o ciclo de estudos no estabelecimento de ensino. Página 164

166 9. Que completem os seis anos de idade entre 16 de setembro e 31 de dezembro, tendo prioridade os alunos mais velhos, sendo que as crianças nestas condições poderão obter vaga até 31 de dezembro do ano correspondente. 10. As turmas serão constituídas com o número máximo de alunos permitido por lei. 11. As turmas constituídas em 2013/2014 mantêm, sempre que possível, a sua constituição em 2014/ Em casos excecionais, devidamente fundamentados pelo professor e por um técnico especializado, nomeado pelo Diretor, com a concordância do encarregado de educação e com a aprovação do Conselho Pedagógico, um aluno retido pode ser integrado numa turma do ano que efetivamente vai frequentar. Esta integração deverá ser sempre precedida de uma intencionalidade pedagógica, por forma a o aluno não perder a continuidade com a turma. 13. Formação de turmas de 1º Ano a) Deverão, sempre que possível, ser tidas em linha de conta as informações das educadoras de infância, através de grelha síntese da turma; b) Distribuir equitativamente rapazes e raparigas; c) Distribuir equitativamente os alunos de matrícula voluntária; d) Sorteio º Ano 1. Todas as turmas frequentarão o turno da manhã (predominantemente) 2. São inscritos no 5º ano os alunos que: (cumulativamente) a) Frequentaram em 2013/2014 o Agrupamento; b) Comprovarem através de fotocópia do recibo da água, eletricidade ou telefone fixo a residência do encarregado de educação ou declaração do local de emprego deste, na área pedagógica do Agrupamento. Página 165

167 3. Atender às indicações pedagógicas fornecidas pelo professor do 1º Ciclo (Parecer do Professor Titular de Turma) e/ou Psicólogo sobre os alunos do 4º Ano. 4. Distribuição equilibrada dos alunos com NEE pelas diferentes turmas, ouvido o psicólogo e os professores de Apoios Educativos e da Educação Especial, dos Pais e Encarregados de Educação. 5. Manutenção do grupo turma do ano letivo anterior ou separação de alunos, de acordo com o parecer do Professor Titular de Turma e ratificado pelo Conselho Pedagógico. 6. Distribuição equilibrada dos alunos retidos, segundo o perfil destes. 7. Constituição de turmas com níveis etários próximos e número equilibrado de alunos e alunas. 8. Inclusão dos alunos nas turmas cujos pedidos de transferência de outras escolas entraram nos serviços de Administração Escolar após a afixação das listas ºAno 1. Todas as turmas frequentarão o turno da manhã (predominantemente) 2. Distribuição equilibrada dos alunos retidos, segundo o perfil destes. 3. Sempre que possível, respeitar as indicações do Conselho de Turma e/ou Equipa Educativa. Manutenção do grupo turma do ano letivo anterior ou Separação de alunos, de acordo com o parecer do Conselho de Turma e ratificado pelo Conselho Pedagógico. As mudanças de turma dos alunos, por razões administrativas, ocorrerão, preferencialmente, por indicação do Conselho de Turma (1º) ou ouvido o Diretor de Turma (2º). 4. Constituição de turmas com níveis etários próximos e número equilibrado de alunos e alunas. 5. Distribuição dos alunos com NEE pelas diferentes turmas, ouvidos os professores de Apoios Educativos e da Educação Especial, dos Pais e Encarregados de Educação. Página 166

168 6. Inclusão dos alunos nas turmas cujos pedidos de transferência de outras escolas que entraram nos Serviços de Administração Escolar após a afixação das listas Ano 1. Todas as turmas frequentarão o turno da tarde (predominantemente), caso a lotação não permita funcionar de manhã. 2. Oferta de Escola Educação Tecnológica ou Música. 3. Distribuição equilibrada dos alunos retidos, segundo o perfil destes. 4. Sempre que possível, respeitar as indicações do Conselho de Turma e/ou Equipa Educativa. As transferências de turma dos alunos ocorrerão por indicação do Conselho de Turma (1º) ou ouvido o Diretor de Turma (2º). 5. Constituição de turmas com níveis etários próximos e número equilibrado de alunos e alunas, sempre que possível. 6. Distribuição dos alunos com NEE pelas diferentes turmas, ouvidos os professores de Apoios Educativos e da Educação Especial, dos Pais e Encarregados de Educação. 7. Constituição de turmas com níveis etários próximos e número equilibrado de alunos e alunas. 8. No caso de o número de alunos inscritos numa Língua Estrangeira II (Francês ou Espanhol) ser superior ao número de vagas existentes, o critério de seleção será por sorteio efetuado em Conselho Pedagógico. Este procedimento apenas deve ter lugar depois de prévia auscultação dos Encarregados de Educação, no sentido de poderem alterar a sua opção. Oferta formativa da Escola: Opção de Língua Estrangeira Francês Opção de Língua Estrangeira Espanhol Página 167

169 º Ano 1. Todas as turmas frequentarão o turno da tarde (predominantemente), caso a lotação não permita funcionar de manhã. 2. Distribuição equilibrada dos alunos retidos, segundo o perfil destes. 3. Oferta de Escola Educação Tecnológica ou Música. 4. Sempre que possível, respeitar as indicações do Conselho de Turma e/ou Equipa Educativa. As transferências de turma dos alunos só ocorrerão por indicação do Conselho de Turma (1º) ou ouvido o Diretor de Turma (2º). Manutenção do grupo turma do ano letivo anterior ou Separação de alunos, de acordo com o parecer do Conselho de Turma e ratificado pelo Conselho Pedagógico. 5. Distribuição dos alunos com NEE pelas diferentes turmas, ouvidos os professores de Apoios Educativos, da Educação Especial, dos Pais e Encarregados de Educação. 6. Constituição de turmas com níveis etários próximos e número equilibrado de alunos e alunas º Ano 1. As turmas do 9ºano serão todas no turno da manhã (predominantemente) 2. Distribuição equilibrada dos alunos retidos, segundo o perfil destes. 3. Sempre que possível, respeitar as indicações do Conselho de Turma e/ou Equipa Educativa. As transferências de turma dos alunos só ocorrerão por indicação do Conselho de Turma (1º) ou ouvido o Diretor de Turma (2º). Manutenção do grupo turma do ano letivo anterior ou Separação de alunos, de acordo com o parecer do Conselho de Turma e ratificado pelo Conselho Pedagógico 4. Distribuição dos alunos com NEE pelas diferentes turmas, ouvidos os professores, Diretores de Turma, da Educação Especial e os Pais e Encarregados de Educação. 5. Constituição de turmas com níveis etários próximos e número equilibrado de alunos e alunas. Página 168

170 Transferências para frequentar a Escola EB 2,3 de Cristelo no 7º, 8º e 9º ano dos alunos que: 1. Tenham irmãos a frequentar este estabelecimento de ensino. 2. Tenham pais a trabalhar neste Agrupamento. 3. Por indicação de decisão judicial. Critérios mudança de horário 1. Relatório médico, devidamente comprovado 2. Atletas que representa a seleção nacional (devidamente comprovada) 3. Data de entrada do requerimento. 4. Idade Distribuição de Salas por Turma Face ao número de alunos, não é possível atribuir uma sala fixa a cada turma, excetuando o caso das disciplinas práticas que funcionam em salas específicas, e em casos de alunos com limitações físico motoras. Para os alunos com baixa visão coloca-se sempre um quadro branco, a fim de lhe proporcionar um melhor acompanhamento das aprendizagens Atribuição das Direções de Turma Dadas as funções inerentes ao cargo de Diretor de Turma, nomeadamente, as de coordenador do Conselho de Turma, gestor/coordenador da PT, interlocutor/mediador privilegiado entre professores, alunos e encarregados de educação, este deve reunir as seguintes características: Lecionar a totalidade ou a maioria dos alunos da turma; Lecionar mais de 45 min. à turma; Ser um docente com facilidade de comunicação/relacionamento interpessoal, capaz de criar um bom ambiente entre os intervenientes no processo educativo; Saber gerir conflitos; Gostar de trabalhar em equipa e ter competências de liderança e coordenação. Página 169

171 8. Plano de Turma O Plano de Turma (PT), assume a forma particular como, em cada turma, se reconstrói e se apropria um currículo face a uma situação real, definindo opções e intencionalidade próprias, e construindo modos específicos de organização e gestão curricular adequados à consecução das aprendizagens que integram o currículo para os alunos concretos daquele contexto (Roldão, M.ª Céu). O PT tem como finalidades a organização das atividades da turma ao longo do ano e servir de referência ao trabalho a desenvolver por cada professor na sala de aula, tendo em atenção a necessidade da integração de todas as aprendizagens. Daí a importância de ser acessível a todos os professores e ter um caráter dinâmico. Para tal, o plano de turma é construído numa aplicação informática Dat@Cris sendo atualizado em períodos chave, tal como consta do seguinte cronograma: 8.1. Objetivos do PT Podemos enumerar os seguintes objetivos: Promover o trabalho em equipa dos professores; Centrar a ação educativa na aprendizagem dos alunos; Promover a coordenação do processo de ensino; Página 170

172 Estabelecer uma linha de atuação comum dos professores da turma em todos os domínios da sua ação perante os alunos; Facilitar a articulação horizontal dos conteúdos de ensino e a integração dos saberes; Adequar as estratégias do ensino às características, motivações e interesses dos alunos Linhas orientadoras do PT Os aspetos a seguir enunciados devem constituir linhas matriciais para a construção dos PT, as quais deverão ser desenvolvidas e, eventualmente, adaptadas pelos respetivos Conselhos de Turma, tendo em consideração as diversas características particulares de cada conjunto de alunos que integram as turmas. 1. Constituição da equipa educativa 1.1 Professores 1.2 Outros 2. Lista dos alunos e Encarregados de Educação / Horários 2.1 Lista dos alunos e Encarregados de Educação 2.2 Horários 3 Caracterização da turma 3.1 Aluno / Agregado familiar 3.2 Vida escolar 3.3 Interesses dos alunos 3.4 Saúde 4 Síntese do comportamento global da turma 4.1 Síntese do comportamento global da turma no ano anterior 4.2 Síntese do comportamento global da turma no ano em vigor 5 Síntese de aproveitamento global da turma 5.1 Síntese de aproveitamento global da turma no ano anterior 5.2 Síntese de aproveitamento global da turma no ano em vigor 6 Síntese da avaliação diagnóstica 7 Identificação/caracterização dos alunos da turma Página 171

173 8 Identificação dos problemas globais da turma 9 Estratégias globais/uniformização de critérios de atuação 10 Objetivos e metas 11 Estrutura curricular 12 Plano de atividades da turma 12.1 Planificação das disciplinas 12.2 Atividades da turma 13 Atividades de recuperação 14 Critérios de avaliação 15 Articulação de conteúdos 16 Conteúdos não lecionados 17 Avaliação do plano 18 Resultados O Diretor de Turma deverá, no âmbito das suas funções de coordenador do Plano de Turma, analisar com o Conselho de Turma o currículo proposto, os seus princípios orientadores e os seus objetivos gerais, no sentido de todos os docentes refletirem em conjunto sobre as propostas nele contidas e decidirem quais as prioridades a adotar face à situação da turma Monitorização qualitativa e quantitativa do PT Atendendo ao facto do Plano de Turma do Agrupamento ser construído de uma forma dinâmica na aplicação informática Dat@Cris, ao qual todos os docentes têm acesso, a monitorização do mesmo é efetuada pelo Diretor da Turma. Tendo em conta o cronograma aprovado no início de cada ano letivo, tal como consta no ponto 9 deste documento, todos os docentes do Conselho de Turma participam na construção do mesmo, preenchendo vários dados relativos às suas disciplinas, tais como, notas dos testes, plano anual de atividades, aulas previstas e dadas, entre outros. Também a equipa de monitorização do Agrupamento, Observatório da Qualidade, verifica mensalmente o cumprimento dos Planos de Turma, elaborando relatórios com os desvios detetados e sugestões de melhoria que são apresentados em cada Conselho Pedagógico. Página 172

174 9. Avaliação Ensino Básico O Quadro Legal em que se baseia a Avaliação assenta no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho e no Despacho Normativo nº 13/2014, de 15 de setembro. A avaliação, constituindo -se como um processo regulador do ensino, é orientadora do percurso escolar e tem por objetivo a melhoria da qualidade do ensino através da aferição do grau de cumprimento das metas curriculares globalmente fixadas para os níveis de ensino básico. Esta verificação deve ser utilizada por professores e alunos para, em conjunto, suprir as dificuldades de aprendizagem. A avaliação tem ainda por objetivo conhecer o estado geral do ensino, retificar procedimentos e reajustar o ensino das diversas disciplinas em função dos objetivos curriculares fixados Princípios A avaliação das aprendizagens assenta nos seguintes princípios: Consistência entre os processos de avaliação e as aprendizagens e capacidades pretendidas, através da utilização de instrumentos de avaliação diversificados; Primazia da avaliação formativa, com valorização dos processos de autoavaliação regulada; Valorização da evolução do aluno, nomeadamente, ao longo de cada ciclo; Transparência do processo de avaliação, nomeadamente, através da clarificação e da explicitação dos critérios adotados; Diversificação dos intervenientes no processo de avaliação Intervenientes São intervenientes no processo de avaliação: O professor; Página 173

175 O aluno; O conselho de docentes, no 1.º ciclo, quando exista, ou o conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos; Os órgãos de gestão da escola; O encarregado de educação; O docente de educação especial e outros profissionais que acompanhem o desenvolvimento do processo educativo do aluno; A administração educativa. A avaliação tem uma vertente contínua e sistemática e fornece ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes informação sobre a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades, de modo a permitir rever e melhorar o processo de trabalho Modalidades de Avaliação A avaliação da aprendizagem compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, de avaliação formativa e de avaliação sumativa. a) Avaliação Diagnóstica A avaliação diagnóstica realiza-se no início de cada ano de escolaridade ou sempre que seja considerado oportuno, devendo fundamentar estratégias de diferenciação pedagógica, de superação de eventuais dificuldades dos alunos, de facilitação da sua integração escolar e de apoio à orientação escolar e vocacional. b) Avaliação Formativa A avaliação formativa assume caráter contínuo e sistemático, recorre a uma variedade de instrumentos de recolha de informação adequados à diversidade da aprendizagem e às circunstâncias em que ocorrem, permitindo ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e a outras pessoas ou entidades legalmente autorizadas Página 174

176 obter informação sobre o desenvolvimento da aprendizagem, com vista ao ajustamento de processos e estratégias. c) Avaliação Sumativa A avaliação sumativa traduz-se na formulação de um juízo global sobre a aprendizagem realizada pelos alunos, tendo como objetivos a classificação e certificação, e inclui: i) A avaliação sumativa interna, da responsabilidade dos professores e dos órgãos de gestão e administração dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas; ii) A avaliação sumativa externa, da responsabilidade dos serviços ou entidades do Ministério da Educação e Ciência designados para o efeito Classificações Quantitativas e respetivas Menções Qualitativas º Ciclo do Ensino Básico Menção qualitativa Insuficiente Suficiente Bom Muito Bom Níveis (de 1 a 5) 4ºAno Escala percentual 0 19% 20 49% 50 69% 70 89% % º e 3º Ciclos do Ensino Básico Menção qualitativa Fraco Não satisfaz Satisfaz Satisfaz Bem Excelente Níveis (de 1 a 5) Escala percentual 0 19% 20 49% 50 69% 70 89% % 9.5. Progressão e Retenção a) A decisão de progressão do aluno para o ano de escolaridade seguinte é uma decisão pedagógica e deverá ser tomada sempre que o Conselho de Turma considere que nos anos não terminais de ciclo, as aprendizagens demonstradas Página 175

177 pelo aluno permitem o desenvolvimento das aprendizagens essenciais definidas para o final do respetivo ciclo. b) Por sua vez, a decisão de retenção num ano não terminal de ciclo não deve ser tomada pelo facto do aluno não ter realizado as aprendizagens essenciais previstas para esse ano, mas sim quando o seu atraso é tal que não é possível a realização daquelas aprendizagens até ao final de ciclo, mesmo com eventuais medidas de apoio. c) A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada para efeitos de progressão dos alunos. d) No 1.º Ciclo, os alunos não são retidos no 1º ano de escolaridade. e) No 2.º e 3.º Ciclos, tanto em anos terminais de ciclo como em anos não terminais, a retenção traduz-se na repetição de todas as áreas e disciplinas do ano em que o aluno ficou retido Reapreciação dos Resultados da Avaliação As decisões decorrentes da avaliação de um aluno no 3.º período de um ano letivo podem ser objeto de um pedido de revisão, devidamente fundamentado, dirigido pelo respetivo encarregado de educação ao órgão de direção da escola no prazo de três dias úteis a contar da data de entrega das fichas de registo de avaliação nos 1.º, 2.º e 3.º anos ou da afixação das pautas no 4.º ano de escolaridade e nos 2.º e 3.º ciclos Avaliação na Educação Pré-escolar A avaliação em educação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, em cada nível de educação e ensino e implica princípios e procedimentos adequados às suas especificidades. O currículo em educação de infância é concebido e desenvolvido pelo educador, através da planificação, organização e avaliação do ambiente educativo, bem como das atividades e projetos curriculares, com vista à construção de aprendizagens integradas. Página 176

178 A avaliação assume uma dimensão marcadamente formativa, e é um processo contínuo que assenta nos seguintes princípios: Coerência entre os processos de avaliação e os princípios de gestão do currículo definidos nas orientações curriculares para a educação préescolar Utilização de técnicas e de instrumentos de observação e de registo diversificados que lhe permitam evidenciar o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criança, ao longo da frequência na educação préescolar, tendo em conta as áreas de conteúdo preconizadas nas orientações curriculares para a educação pré-escolar; Valorização dos progressos da criança. Planear e avaliar com as crianças constituem atividades educativas integradas no currículo da educação pré-escolar, que permitem ao educador de infância, por um lado, observar o progresso das aprendizagens das crianças e, por outro lado, adequar o processo educativo às necessidades da cada criança e do grupo. O educador de infância utiliza técnicas e instrumentos de observação e de registo diversificados que lhe permitam evidenciar o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criança, ao longo da frequência na educação pré-escolar, tendo em conta as áreas de conteúdo preconizadas nas orientações curriculares para a educação pré-escolar. Os educadores de infância realizam as avaliações das crianças e procedem à passagem de informação aos encarregados de educação e aos professores do 1º ciclo do ensino básico, de modo a garantir o acompanhamento pedagógico das crianças no seu percurso escolar da educação pré-escolar para o ciclo seguinte. O processo individual que acompanha a criança ao longo de todo o percurso escolar, contem a informação global das aprendizagens significativas, realçando a sua evolução e os progressos realizados. Página 177

179 Adiamento do Cumprimento da Escolaridade Obrigatória Está previsto na lei, em situações excecionais e devidamente fundamentadas, o adiamento de matrícula no 1.º ano de escolaridade obrigatória, por um ano não renovável, para crianças com NEE de carácter permanente. O pedido de adiamento será efetuado ao abrigo dos seguintes elementos legislativos: Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro e demais legislação em vigor Critérios Gerais de Avaliação De acordo com o artigo 4.º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, até ao início do ano letivo, o conselho pedagógico da escola, de acordo com as orientações do currículo e outras orientações gerais do Ministério da Educação e Ciência, define os critérios de avaliação para cada ciclo e ano de escolaridade, sob proposta dos departamentos curriculares. Os critérios de avaliação mencionados no número anterior constituem referenciais comuns na escola, sendo operacionalizados pelo professor titular de turma, no 1.º ciclo, e pelo conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos. O órgão de direção da escola deve garantir a divulgação dos critérios referidos nos números anteriores junto dos diversos intervenientes. Página 178

180 Atitudes e comportamentos 15% Conhecimentos e Capacidades 85% [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB) Quadro 1 Indicadores de Desempenho Observar-se-á se o aluno: Instrumentos de avaliação Indicadores Desempenho Áreas Curriculares Disciplinares de das 70% Adquire um conjunto de aprendizagens disciplinares essenciais, definidas por anos de escolaridade, tendo em vista as metas de aprendizagem a atingir no final de cada ano/ciclo e que estão definidas pelo Ministério da Educação e Ciência. - Fichas de avaliação de conhecimentos; - No início do ano letivo será realizada uma ficha de diagnóstico e em determinadas disciplinas serão realizados testes intermédios ao Concretização de trabalho que mobiliza conhecimentos da disciplina e qualidade da participação 15% Pesquisa, seleciona e organiza informação para a transformar em conhecimento mobilizado; (A operacionalização concretiza-se e desenvolvese no campo específico de cada disciplina e no contexto de aprendizagem do aluno). longo do ano letivo. - Provas Finais de cada ciclo de escolaridade Trabalhos do aluno; - Todos os restantes que o professor da turma considere pertinentes. Organização 5% Revela responsabilidade; Persistência /Empenho 5% Organiza o trabalho de aula/ de casa; Adere e intervém nas atividades de sala de aula/agrupamento; Coopera e relaciona-se com os outros em tarefas e projetos comuns; Manifesta um comportamento adequado ao - Registo individualizado onde o professor assinale os aspetos relevantes do aluno, bem como elementos relativos às suas atitudes e comportamentos; Relacionamento espaço da sala de aula e outros. 5% Página 179

181 Atitudes e comportamentos 35% Conhecimentos e Capacidades 65% Atitudes e comportamentos 20% Conhecimentos e Capacidades 80% [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] º e 3º Ciclos do Ensino Básico (2º e 3º CEB) Quadro 2 Indicadores de Desempenho Observar-se-á se o aluno: Instrumentos de avaliação Indicadores de Desempenho das Áreas Curriculares Disciplinares Concretização de trabalho que mobiliza conhecimentos da disciplina e qualidade da participação 60% 20% Adquire um conjunto de aprendizagens disciplinares essenciais, definidas por anos de escolaridade, tendo em vista as metas de aprendizagem a atingir no final de cada ano/ciclo e que estão definidas pelo Ministério da Educação e Ciência. Pesquisa, seleciona e organiza informação para a transformar em conhecimento mobilizado; (A operacionalização concretiza-se e desenvolve-se no campo específico de cada disciplina e no contexto de aprendizagem do aluno). - Fichas de avaliação de conhecimentos; - No início do ano letivo será realizada uma ficha de diagnóstico e em determinadas disciplinas serão realizados testes intermédios ao longo do ano letivo. - Provas Finais de cada ciclo de escolaridade Trabalhos do aluno; - Todos os restantes que o professor da turma considere pertinentes. Organização Persistência /Empenho 5% 10% Revela responsabilidade; Organiza o trabalho de aula/ de casa; Adere e intervém nas atividades de sala de aula/agrupamento; Coopera e relaciona-se com os outros em tarefas e projetos comuns; Manifesta um comportamento adequado ao espaço da sala de aula e outros. Relacionamento 5% - Registo individualizado onde o professor assinale os aspetos relevantes do aluno, bem como elementos relativos às suas atitudes e comportamentos; Percurso Curricular Alternativo (Desp. Norm. nº 1/2006) 9º Ano Quadro 3 Indicadores de Desempenho Observar-se-á se o aluno: Instrumentos de avaliação Indicadores de Desempenho das Áreas Curriculares Disciplinares Concretização de trabalho que mobiliza conhecimentos da disciplina e qualidade da participação 50% 15% Adquire um conjunto de aprendizagens disciplinares essenciais, definidas por anos de escolaridade, tendo em vista as metas de aprendizagem a atingir no final de cada ano/ciclo e que estão definidas pelo Ministério da Educação e Ciência. Pesquisa, seleciona e organiza informação para a transformar em conhecimento mobilizado; (A operacionalização concretiza-se e desenvolve-se no campo específico de cada disciplina e no contexto de aprendizagem do aluno). - Fichas de avaliação de conhecimentos; - No início do ano letivo será realizada uma ficha de diagnóstico e em determinadas disciplinas serão realizados testes intermédios ao longo do ano letivo. - Provas Finais de cada ciclo de escolaridade Trabalhos do aluno; - Todos os restantes que o professor da turma considere pertinentes. Organização 10% Persistência /Empenho 15% Revela responsabilidade; Organiza o trabalho de aula/ de casa; Adere e intervém nas atividades de sala de aula/agrupamento; Coopera e relaciona-se com os outros em tarefas e projetos comuns; Manifesta um comportamento adequado ao espaço da sala de aula e outros. - Registo individualizado onde o professor assinale os aspetos relevantes do aluno, bem como elementos relativos às suas atitudes e comportamentos; Relacionamento 10% Página 180

182 Cada disciplina, dentro dos princípios aqui emanados, deverá fornecer ao respetivo diretor de turma, no quadro do Plano de Turma (PT), uma tabela com os critérios de avaliação. Estes critérios deverão ser dados a conhecer ao encarregado de educação e ao aluno no início de cada ano letivo Critérios de Progressão/Retenção nos anos terminais de ciclo De acordo com o artigo 13º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, no final de cada um dos ciclos do ensino básico, o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado, se estiver numa das seguintes condições: a) Tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas áreas disciplinares ou disciplinas de Português (ou PLNM) e de Matemática; b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em três ou mais disciplinas, no caso dos 2.º e 3.º ciclos, e tiver obtido classificação inferior a 3 em Português (ou PLNM) ou em Matemática e simultaneamente menção não satisfatória nas outras áreas disciplinares, no caso do 1.º ciclo. Os alunos autopropostos do ensino básico não progridem e obtêm a menção de Não Aprovado se estiverem nas condições referidas no número anterior. A disciplina de Educação Moral e Religiosa, nos três ciclos do ensino básico, as áreas não disciplinares, no 1.º ciclo, o Apoio ao Estudo, no 2.º ciclo, e as disciplinas de oferta complementar, nos 2.º e 3.º ciclos, não são consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo. Página 181

183 Condições de admissão às provas finais de ciclo a) 1.º e 2.º Ciclos São admitidos às provas finais de 1º e 2º ciclos todos os alunos. b) 3.º Ciclo São admitidos às provas finais de 3º ciclo todos os alunos, exceto os que, após avaliação sumativa interna, no final do 3º período, se enquadrem nas seguintes situações: i) Tenham obtido classificação de frequência de nível 1 simultaneamente nas disciplinas de Português e Matemática; ii) Tenham obtido classificação de frequência inferior a 3 em três disciplinas, exceto se alguma delas for Português ou Matemática, ou as duas, e nesta(s) tiver obtido nível 2. Atendendo ao ponto 13 do artigo 10.º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, estão dispensados da realização de provas finais do 1.º ciclo os alunos que se encontrem nas condições seguintes: a) Não tenham o português como língua materna e tenham ingressado no sistema educativo português no ano letivo correspondente ao da realização das provas finais, ou no ano letivo anterior; b) Estejam abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro (alunos com Currículo Específico Individual - CEI). Segundo o ponto 14 do artigo 10.º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, estão dispensados da realização de provas finais dos 2.º e 3.º ciclos os alunos que se encontrem nas condições seguintes: a) Se encontrem a frequentar percursos curriculares alternativos; b) Se encontrem a frequentar o ensino vocacional; Página 182

184 c) Se encontrem a frequentar cursos de educação e formação (CEF), programas integrados de educação e formação (PIEF) ou cursos de educação e formação de adultos (EFA); d) Não tenham o português como língua materna e tenham ingressado no sistema educativo português no ano letivo correspondente ao da realização das provas finais; e) Estejam abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro (alunos com Currículo Específico Individual - CEI) Critérios de Transição/Retenção nos anos não terminais de ciclo De acordo com o artigo 13º do despacho normativo nº 13/2014 de 15 de setembro, nos anos não terminais de ciclo, o aluno não progride e obtém a menção de Não Transitou, se estiver numa das seguintes condições: i) 5º e 7º Anos Se tiver obtido classificação inferior a 3 em quatro disciplinas. ii) 8º Ano Se estiver numa das seguintes situações: a) Tenha obtido classificação de frequência inferior a 3 em quatro disciplinas; b) Tenha obtido classificação inferior a três em três disciplinas e duas delas sejam, cumulativamente, Português e Matemática. Página 183

185 9.9. Avaliação nos Cursos Vocacionais (CV) Atendendo à especificidade destes cursos e na sequência do disposto do Despacho nº 4653/2013, suportado pelo Decreto-Lei nº139/2012, a Equipa Pedagógica do Curso de Ensino Vocacional sugere que se constituam como uma modalidade de ensino orientada para a formação inicial dos alunos. Estes cursos privilegiam tanto a aquisição de conhecimentos em disciplinas estruturantes, como o português, a matemática e o inglês, como o primeiro contacto com diferentes atividades vocacionais, permitindo paralelamente o prosseguimento de estudos no ensino secundário. Toda a avaliação é contínua, e os parâmetros de avaliação deverão ser bem conhecidos pelo aluno, no início do curso. A avaliação é modular, segue a escala de 0 a 20 e reveste um carácter regulador, proporcionando um reajuste do processo ensino-aprendizagem e o estabelecimento de um plano de recuperação que permita a apropriação pelos alunos/formandos de métodos de estudo e de trabalho e proporcione o desenvolvimento de atitudes e de capacidades que favoreçam uma maior autonomia na realização das aprendizagens. A avaliação de cada aluno/formando no curso do tipo II é dividida por três componentes de formação: _ Componente Geral (Português, Matemática, Inglês e Educação Física); _ Componente Complementar (Ciências Sociais e Ciências do Ambiente); _ Componente Vocacional (Atividades Vocacionais e Prática Simulada). Página 184

186 Atitudes e comportamentos 40% Conhecimentos e Capacidades 60% [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] Nas Componentes Geral, Complementar e Atividade vocacional serão tidos em conta os critérios de avaliação indicados na seguinte tabela: PARÂMETROS Instrumentos de avaliação Conhecimento de regras e conceitos dos programas das diferentes disciplinas; - Aplicação dos conhecimentos na resolução dos problemas específicos das diferentes disciplinas; - Testes escritos; Trabalhos (individuais e em grupo); Relatórios; Portefólio; Grelhas de Observação; Lista de Verificação - Assiduidade - Pontualidade - Cumprimento de tarefas propostas - Cumprimento das regras de segurança e de conservação dos equipamentos e materiais - Respeito pelos outros - Ajuda na realização de atividades - Atenção / Interesse - Empenho - Participação - Persistência - Capacidade de realização - Sentido de responsabilidade - Registo individualizado onde o professor assinale os aspetos relevantes do aluno, bem como elementos relativos às suas atitudes e comportamentos; - Autodisciplina - Autoconfiança - Espírito de iniciativa - Dinamização das atividades - Espírito de observação - Espírito crítico - Voluntariedade - Participação oral: intervenção, apresentação e comunicação verbal Página 185

187 Na Prática Simulada, a avaliação será realizada da seguinte forma: Na avaliação do aluno intervêm o estagiário, o monitor da empresa e o formador acompanhante da prática simulada. A avaliação na formação prática em contexto de trabalho é contínua e formativa, apoiada na apreciação sistemática das atividades desenvolvidas pelo aluno na sua experiência de trabalho. Na prática simulada os alunos devem elaborar um relatório por cada atividade vocacional, o qual dará origem a um relatório final que deverão apresentar nos termos a definir pela equipa pedagógica e formativa. Os resultados desta apreciação são formalizados numa avaliação final. O Monitor na empresa e o Professor Acompanhante da Pratica Simulada deverão apresentar uma proposta de avaliação do estagiário, expressa numa escala de 0 a 20, com base no acompanhamento efetuado, tendo em conta os seguintes parâmetros: Assiduidade/pontualidade; Aplicação das normas de segurança e higiene no trabalho; Capacidade de organização das tarefas a desempenhar; Conhecimentos técnicos; Rigor e destreza; Ritmo de trabalho, Capacidade de iniciativa; Relações humanas no trabalho; Aplicação dos conhecimentos. Página 186

188 9.10. Avaliação dos Alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) Alunos com NEE, exceto CEI Para alunos com necessidades educativas especiais (NEE), os programas educativos individualizados, tendo em conta os Planos de Turma/Grupo, serão elaborados com a colaboração dos docentes da educação especial e os encarregados de educação, os quais definem as formas e os momentos de avaliação, tendo como base a Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro Alunos CEI (Currículo Específico Individual) Para alunos com CEI (Despacho Normativo n.º 13/2014, de 15 de setembro) no 1º Ciclo a avaliação é descritiva em todas as Áreas Curriculares, ainda que não façam parte da estrutura curricular comum, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. O resultado da menção obtida pelos alunos deverá ser apresentado numa expressão qualitativa que corresponde a uma percentagem, tal como se define no quadro 6: Página 187

189 10. Avaliação dos Curso de Aprendizagem (CA) Ensino Secundário Atendendo à especificidade destes cursos e na sequência do disposto do artigo 14º da Portaria nº 1497/2008 a Equipa Pedagógica dos Cursos de Aprendizagem sugere que sejam considerados os seguintes critérios de avaliação, para cada um dos 3 períodos de formação. A avaliação faz parte integrante do processo formativo e tem como finalidade confirmar os saberes e as competências adquiridos ao longo deste processo, compreendendo: a) Uma avaliação formativa, que se projeta sobre o processo de formação e permite obter a informação detalhada sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias pedagógicos e definição de eventuais planos de recuperação. A avaliação formativa promove: _ A produção de efeitos sobre o processo de formação e não exclusivamente sobre os resultados; _ A informação sobre a progressão na aprendizagem, permitindo a redefinição de estratégias de recuperação e de aprofundamento; _ A autorreflexão sobre o processo formativo; _ A motivação para o desenvolvimento de percursos de formação subsequentes. b) Uma avaliação sumativa - intermédia e final - que visa servir de base de decisão sobre a progressão e a certificação, respetivamente, com base numa escala de 0 a 20 valores. A avaliação é realizada por unidades de formação e deve apoiar-se num conjunto de parâmetros a definir pelo formador, desejavelmente concertado no âmbito da equipa pedagógica, em função dos objetivos da formação e das competências a adquirir, e ser do conhecimento da entidade formadora. Página 188

190 Atitudes e comportamentos 40% Conhecimentos e Capacidades 60% [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] Tendo por base o princípio de que a avaliação deve contemplar a verificação dos saberes e competências adquiridos pelos formandos ao longo do percurso formativo, os critérios de avaliação formativa devem agrupar-se em diferentes domínios, expressos no quadro seguinte: PARÂMETROS Instrumentos de avaliação Conhecimento de regras e conceitos dos programas das diferentes disciplinas; - Aquisição de conhecimentos, desempenho profissional e transferência de conhecimentos para novas situações. - Testes escritos; - Trabalhos (individuais e em grupo); - Relatórios; -Portefólio; - Grelhas de Observação; - Lista de Verificação - Assiduidade - Pontualidade - Cumprimento de tarefas propostas - Cumprimento das regras de segurança e de conservação dos equipamentos e materiais - Respeito pelos outros - Ajuda na realização de atividades - Atenção / Interesse - Empenho - Participação - Persistência - Capacidade de realização - Sentido de responsabilidade - Registo individualizado onde o professor assinale os aspetos relevantes do aluno, bem como elementos relativos às suas atitudes e comportamentos; - Autodisciplina - Autoconfiança - Espírito de iniciativa - Dinamização das atividades - Espírito de observação - Espírito crítico - Voluntariedade - Participação oral: intervenção, apresentação e comunicação verbal Página 189

191 Na Componente de formação prática (Estágio + PAF) a avaliação será realizada da seguinte forma: Estágio Na avaliação do estagiário intervêm o estagiário, o monitor da empresa e o professor acompanhante. A avaliação na formação prática em contexto de trabalho (estágio) é contínua e formativa, apoiada na apreciação sistemática das atividades desenvolvidas pelo aluno na sua experiência de trabalho. Os resultados desta apreciação são formalizados numa avaliação final. O Monitor na empresa e o Professor Acompanhante deverão apresentar uma proposta de avaliação do estagiário, expressa numa escala de 0 a 20, com base no acompanhamento efetuado, tendo em conta os seguintes parâmetros: Assiduidade/pontualidade; Aplicação das normas de segurança e higiene no trabalho; Capacidade de organização das tarefas a desempenhar; Conhecimentos técnicos; Rigor e destreza; Ritmo de trabalho, Capacidade de iniciativa; Relações humanas no trabalho; Aplicação dos conhecimentos. Página 190

192 Prova de Avaliação Final (PAF) A classificação final da componente de formação prática resulta da aplicação da seguinte fórmula: CF = (3CFp+PAF) /4 Sendo: ƒ CF = Classificação final do curso ƒ CFp = Classificação final do período de formação ƒ PAF = Prova de Avaliação Final 11. Formas de Divulgação do Plano de Estudos O Plano de Estudos estará disponível para consulta na sede do Agrupamento, bem como nos Centros Escolares. Será, igualmente, divulgado na página eletrónica deste agrupamento ( a fim de ser consultado por todos os elementos da comunidade educativa. Página 191

193 12. Enquadramento Legal A elaboração do Plano encontra-se enquadrada, de forma genérica, pela seguinte legislação: Despacho Conjunto nº 453/2004, de 27 de Julho Despacho Normativo nº 1/2006, de 6 de janeiro Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro. Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Decreto-Lei n.º 176/2012, de 2 de agosto Despacho Normativo n.º 13/2014, de 15 de setembro Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro Despacho nº 4653/2013, de 3 de abril Despacho 5048-B/2013, de 12 de abril Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho Despacho nº 9265-B/2013, de 15 julho Despacho n.º 8651/2014, de 3 de julho Despacho normativo n.º 6/2014, de 26 de maio Página 192

194 ANEXOS Página 193

195 Anexo I Calendário escolar Ano letivo 2014/15 INÍCIO TERMO Educação Pré-Escolar 15 de setembro de de julho de º PERÍODO 2º PERÍODO 3º PERÍODO Início Termo Início Termo Início Termo 6º e 9º Anos Ensino Básico 15/09/ /12/ /01/ /03/ /04/ /06/2015 Restantes anos 12/06/2015 Nota: Para os alunos dos 4.º e 6.º anos que venham a ter acompanhamento extraordinário, o mesmo decorrerá de 15 de junho a 8 de julho de ª 2ª 3ª Interrupções Pré-Escolar 26, 29, 30, 31 dezembro de 2014 e 2 de janeiro de 2015 De 16 a 18 de fevereiro de e 31 de março e 1, 2 e 6 de abril de 2015 Interrupções Ensino Básico De 17 dezembro de 2014 a 2 de janeiro de 2015 De 16 a 18 de fevereiro de 2015 De 23 de março a 6 de abril de 2015 Página 194

196 Anexo II Gestão do Crédito Global de Horas ( a p r o v a d o C P 0 2 / 0 7 / ) (Despacho Normativo n.º 6/2014, 26 de maio) Critérios de distribuição do número de horas de redução da componente letiva semanal (Estruturas de coordenação pedagógica e supervisão - art.º 42.º a 46.º do Decreto-lei n.º 75/2008 de 22 de Abril, alterado pelo Decreto-lei n.º 137/2012 de 2 de julho) Estruturas de coordenação pedagógica e supervisão (art.º 42.º a 46.º do Decreto-lei n.º 137/2012) Coordenadores de Departamento (responsáveis pela articulação e gestão curricular art.º 42 e 43.º do Decreto-lei n.º 137/2012). De acordo com o Regulamento interno do Agrupamento, os departamentos curriculares são 6: i) Pré-escolar; ii) 1.º Ciclo; iii) Línguas; iv) Ciências Sociais e Humanas; v) Matemática e Ciências Experimentais; vi) Expressões. A organização, o acompanhamento e a avaliação das atividades letivas a desenvolver com os alunos e a articulação entre a escola e as famílias é assegurada: i) pelo educador de infância, na educação pré-escolar; ii) pelo professor titular de turma, no 1.º ciclo do ensino básico; iii) pelo conselho de turma, coordenado pelo diretor de turma, no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. (art.º 44 do Decreto-lei n.º 137/2012) Outras estruturas de coordenação (art.º 45.º do Decreto-lei n.º 137/2012) i) Coordenador de Estabelecimento; ii) Coordenador Núcleos de 1º ciclo; iii) Coordenador de diretores de turma; iv) Coordenação Projeto Educativo TEIP e Plano Anual de Atividades; v) Professor Bibliotecário; vi) Coordenador da educação e promoção para a saúde e sexualidade; vii) Coordenador do desporto escolar; viii) Coordenador dos serviços especializados de apoio educativo; ix) Coordenador dos cursos vocacionais e cursos protocolados com o IEFP; x) Observatório da Qualidade. Página 195

197 Coordenadores de departamentos [REGULAMENTO INTERNO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CRISTELO] Distribuição das horas de redução pelos cargos As horas de redução para coordenação referem-se sempre a tempos de 45 minutos e são atribuídas de acordo com os artigos 7.º, 9º e 11º do Despacho Normativo n.º 6/2014 e outros Despachos específicos. A B C D E Cargos Nº docentes N.º total de tempos atribuídos DN 6/2014, art.º 11º - KxCapG) Tempos do art.º 79 do ECD Trabalho de estabelec. Redução da componente letiva E=B+C Pré-escolar º ciclo Línguas Ciências Sociais e Humanas Matemática e Ciências Experimentais Expressões Cargos N.º total de tempos atribuídos DN 6/2014, art.º 11º - KxCapG) Tempos do art.º 79 do ECD Trabalho de estabelec. Tempos de legislação própria 1 Coordenador de Estabelecimento 8 Anexo A Coordenador de Núcleo (1.º ciclo) RI 3 Coordenador de Diretores de turma RI 4 Coordenação Projeto Educativo TEIP + Coordenador PAA RI 5 Professor Bibliotecário 1 turma Portaria n.º 76/ Coordenador da educação e promoção para a saúde e sexualidade (Despacho n.º 2506/2007/ Portaria n.º 196- A/2010) 7 Coordenador do desporto escolar Coordenador dos serviços especializados de apoio educativo Coordenador dos Cursos Vocacionais e Cursos de protocolo com o IEFP 10 Coordenador do Observatório da Qualidade Coordenador do Plano Nacional de Leitura Representante de disciplina (RI) Outros cargos: Total Cargos N.º total de tempos atribuídos Trabalho de estabelecimento Tempos do art.º 79 do ECD Tempos de legislação própria Diretor de turma 3 1 (atribuído pelo escola) DN 6/2014 Diretor de curso (CV) / Diretor Turma Responsável por grupo/equipa de desporto escolar 2/3 (dependendo dos grupos) Página 196

198 Horas de crédito horário ( a p r o v a d o C P 1 7 / 0 7 / ) Apuramento de crédito - dados MISI KxCapG 58 EFI 0 RA 0 Apuramento de crédito (outros) nº de Adjuntos 3 Dir (Anexo A) nº de alunos do agrupamento nº de estabelecimentos <10 nº de crianças <= Dir (Anexo A) - ACRÉSCIMO nº Estabelecimentos <20 50 Dir (Anexo A) - final (com acréscimo dos coordenadores) Nº de estabelecimentos com nº alunos> =250 e <500 e com designação de coordenador Nº de estabelecimentos com nº alunos> 500 e com designação de coordenador Componente de Gestão CG Nº de horas Dir 66,0 KxCapG 58,0 2xNT 56,0 Dir+KxCapG+2xNT 180,0 Componente de Apoio Pedagógico CAP Nº de horas 3xN 63 2x (M-NT) 96 EFI 0 Apoio Educativo - 1º ciclo 76 T 27 RA 0 3xN+2x (M-NT) +EFI+AE+T+RA 262 Página 197

199 Anexo III Critérios para Elaboração de Horários - ( a p r o v a d o C P 0 8 / 0 7 / ) No âmbito das competências previstas na alínea k) do artigo 33º do D.L. 75/2008 de 22 de Abril, alterado pelo D.L. 132/2012, de 27 de junho, o Conselho Pedagógico, em reunião do dia 8 de Julho de 2014, aprovou os seguintes critérios a ter em conta na elaboração de horários para o Ano Letivo 2014/2015; PRINCÍPIOS GERAIS 1. Os horários dos docentes e dos alunos serão feitos de acordo com a legislação em vigor, nomeadamente os respetivos estatutos, o Regulamento Interno e o Despacho Normativo nº6/ A responsabilidade última da elaboração dos horários e consequente distribuição de serviço é da competência do Diretor; 3. A elaboração de todos os horários obedecerá, primordialmente, a critérios de ordem pedagógica; 4. Procurar-se-á manter a continuidade do professor na turma, bem como do Diretor de Turma, desde que não haja motivos que aconselhem a sua substituição (situações registadas em documentos oficiais ou do conhecimento do Diretor); 5. A distribuição de níveis pelos vários professores do grupo de recrutamento deverá ser equilibrada. CRITÉRIOS GERAIS 1. O esquema de funcionamento do Agrupamento de Escolas de Cristelo, definido em função da previsão do número de turmas, número de tempos curriculares de cada ano e capacidade dos respetivos espaços, obedecerá aos seguintes regimes: a) Pré-escolar normal b) 1º CEB normal c) 2º CEB desdobramento d) 3º CEB desdobramento 2. A apresentação de cada horário obedecerá ao esquema de blocos/tempos letivos devidamente definidos quanto ao seu início e conclusão; 3. O período do funcionamento decorrerá: a) No Pré-Escolar 9h00min às 15h30min, salvaguardando as atividades de apoio à família; Página 198

200 b) No 1º CEB - 9h00min às 17h30min, incluindo as atividades de enriquecimento curricular c) No 2º e 3º CEB as aulas serão organizadas em blocos de 90 minutos ou segmentos de 45 minutos. Diariamente, o início das atividades será às 8,30 horas e o fim será às O terminus das atividades pode ser alterado, mediante o número de turmas, podendo ser alargado até às 17:45 ou até às 18: O período mínimo destinado ao almoço será de 1,00 h; 5. As aulas práticas de Educação Física só poderão iniciar-se 1h00 minutos após terminus do período definido para o almoço; 6. A elaboração de horários poderá estar condicionada à disponibilidade de espaços específicos. No entanto, procurar-se-ão concentrar as aulas de cada turma dos 2º e 3º CEB e das várias disciplinas, especialmente as disciplinas teóricas, na parte da manhã e numa mesma sala, exceto nas disciplinas que exigem uma sala específica. I. DAS TURMAS/ALUNOS 1. No horário de cada turma não poderão ocorrer tempos desocupados, vulgo furos e deverão distribuir-se equitativamente de segunda a sexta-feira; 2. No Pré-Escolar nenhuma turma poderá ter mais de 3h00min letivas consecutivas; 3. No 1º CEB nenhuma turma poderá ter mais de 3h30min letivas consecutivas; 4. Nos 2º e 3º CEB, nenhuma turma poderá ter mais do que 6 segmentos de 45 ou 3 blocos de 90 minutos consecutivos; 5. Nos 2º e 3º CEB, o número de blocos/segmentos não deve ser superior a 4,5 blocos/9 tempos, respetivamente, em cada dia de aulas; 6. Não deverá haver tempos letivos desocupados em resultado da não frequência de Educação Moral e Religiosa pela totalidade dos alunos; 7. Dever-se-á procurar evitar que as aulas de uma mesma disciplina, à mesma turma, tenham lugar em dias consecutivos; 8. As aulas de Língua Estrangeira II não devem ser lecionadas em tempos letivos consecutivos à Língua Estrangeira I e vice-versa; 9. Será feito desdobramento às disciplinas previsto na lei. Página 199

201 II. DOS PROFESSORES critérios de distribuição de serviço (alínea d) do artigo 20º do Decreto-lei 75/2008, de 22 de abril e respetivas alterações) 1. Sempre que possível, os docentes deverão manter as mesmas turmas a fim de dar continuidade ao trabalho; 2. A componente do trabalho individual será, no pré-escolar e no 1º ciclo, de treze horas e nos 2º e 3º ciclos de 15 horas. Para além das 25 horas de componente letiva dos educadores e docentes do 1º ciclo e das 22 horas dos docentes dos 2º e 3º ciclos, deverão constar, do horário respetivo, também duas horas de estabelecimento para o 1º ciclo e três horas para os 2º e 3º ciclos e as respetivas reduções ao abrigo do artigo 79º do ECD; 3. Os horários dos docentes deverão distribuir-se, o mais equitativamente possível, por cinco dias da semana, podendo, excecionalmente, haver alguma tarde sem componente letiva ou dia sem componente letiva se for do interesse dos alunos. Neste caso não poderá haver mais de 50% de professores com dia sem componente letiva e estes, a existirem, deverão tender para uma distribuição em número igual, de segunda a sexta-feira. 1. Os horários com dias sem componente letiva serão distribuídos, prioritariamente aos docentes que quiseram usufruir desta regalia no ano anterior e não lhes foi concedida. 4. A distribuição de serviço da componente não letiva de estabelecimento fica a cargo do Diretor do Agrupamento, de acordo com as necessidades dos alunos e das atividades previstas no Plano Anual de Atividade do Agrupamento, de acordo com o definido no regulamento interno do agrupamento e ainda com o conteúdo do artigo 7º do Despacho Normativo 6/2014 de 26 de maio; 5. As aulas de apoio pedagógico, sempre que possível, serão lecionadas pelo docente dos respetivos alunos e disciplinas; 6. Sempre que possível, os horários de Matemática, Inglês e Português, pelo menos, deverão ser feitos de modo a que os respetivos docentes possam apoiar alunos que necessitem, no apoio pedagógico acrescido, sendo o apoio ao estudo definido no 2º ciclo distribuído a docentes de outras disciplinas; Página 200

202 7. O horário do docente não deve incluir mais de 3 Blocos ou 6 segmentos letivos consecutivos, nem deve incluir mais de 8 segmentos letivos diários; 8. O horário semanal do docente não deve incluir mais de dois tempos letivos de 45 minutos desocupados; 9. O docente obriga-se a comunicar à Direção qualquer facto que implique redução ou condicionamento na elaboração do horário; 10. Parte da componente não letiva do trabalho de estabelecimento será marcada, se possível, de forma a que o docente possa apoiar os respetivos alunos. 11. No Ensino Especial deverá ser dada continuidade pedagógica, sempre que possível, e os casos novos de alunos que surjam pela 1ª vez, deverão, por princípio, ser atribuídos aos docentes que já acompanham outros alunos na escola a que o aluno pertence. Página 201

203 Anexo IV Critérios Gerais para Elaboração de Horários - ( a p r o v a d o C P 0 2 / 0 7 / ) (Despacho normativo nº 6/2014, artigo 13º, ponto 5) Critérios Deliberação 1 a) Hora de início e de termo de cada um dos períodos de funcionamento das atividades letivas (manhã, tarde e noite) 1º ciclo 2º e 3º ciclo Manhã 9:00 12:30 8:25 13:20 Tarde 14:00 17: :50 2 Noite :00 23:00 1º ciclo 2º e 3º ciclo, CV; CA b) Distribuição dos tempos letivos, assegurando a concentração máxima das atividades escolares da turma num só turno do dia Português e Matemática manhã, de preferência Sempre que possível deve ser assegurado que todas as turmas tenham horário de manhã. Caso não seja possível deverá ser: 5º, 6º e 9º - Manhã; Restante tarde 3 c) Limite de tempo máximo admissível entre aulas de dois turnos distintos do dia d) Atribuição dos tempos de disciplinas cuja carga curricular se distribui por três ou menos dias da semana 3 Tempos deverá ser o tempo máximo As disciplinas eminentemente práticas (como EV e EF), quando atribuídos 3 tempos, poderão acumulá-los num só dia, acautelando a especificidade das disciplinas. As restantes disciplinas deverão ter atribuído o mínimo de 1 tempo e máximo de 2 num dia. Sempre que possível os tempos deverão ficar distribuídos por dias alternados. e) Distribuição semanal dos tempos das diferentes disciplinas de língua estrangeira f) Alteração pontual dos horários dos alunos para efeitos de substituição das aulas resultante das ausências dos docentes Nunca deverão ser em tempos seguidos e, sempre que possível em dias alternados. Os horários dos alunos podem ser alterados, por falta dos docentes, sempre que daí resulte o benefício pedagógico dos discentes. Por forma a assegurar o equilíbrio do horário semanal, o apoio aos alunos deverá ser distribuído equilibradamente. g) Distribuição dos apoios a prestar aos alunos, tendo em conta o equilíbrio do seu horário semanal. Sempre que possível deverão ser assegurados aos alunos 2 turnos por semana sem vir à Escola. Não deverá resultar do apoio um número de horas diárias total (aulas + apoio) superior a 9 tempos. 4ª Feira 3 tempos dedicados ao desenvolvimento da prática desportiva Desporto Escolar. 1 Os tempos no 1º ciclo são de 60 min. Nos restantes ciclos são de 45 min 2 Caso o número de turmas o justifique, o turno da tarde pode prolongar-se até às 18:30 3 Salvaguardando, se possível, o turno da tarde 4ª feira para trabalho colaborativo entre docentes Página 202

204 Anexo V Organização dos Tempos Escolares - ( a p r o v a d o C P 0 2 / 0 7 / ) (Despacho normativo nº 6/2014, artigo 13º, ponto 3) Critérios Proposta sobre a organização dos tempos escolares 4 Deliberação a) Oferta Complementar prevista nas matrizes curriculares dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos; Oferta de 60 min semanais de EMR 1º ciclo 2º e 3º ciclo Oferta Complementar de Inglês do 1º a0 4º ano Oferta Complementar Educação para a Cidadania 5º ano 45 min. 1 tempo de TE para o DT 6º ao 9º ano b) Medidas de Apoio ao Estudo (AE), que garantam um acompanhamento eficaz do aluno face às dificuldades detetadas e orientadas para a satisfação de necessidades específicas; 1º Ciclo AE 1,5h 2º Ciclo 5 tempos no horário dos alunos, de acordo com a matriz curricular 3º Ciclo até ao máximo de 3 tempos As medidas são as referidas no Plano de Melhoria Aprovado c) Apoio ao Estudo (AE), no 1.º ciclo, tendo por objetivo apoiar os alunos na criação de métodos de estudo e de trabalho e visando prioritariamente o reforço do apoio nas disciplinas de Português e de Matemática; d) Reforço das medidas de Apoio ao Estudo no 1º ciclo, que garantam um acompanhamento eficaz face às primeiras dificuldades detetadas. e) Constituição temporária de grupos de homogeneidade relativa em termos de desempenho escolar, em disciplinas estruturantes, tendo em atenção os recursos da escola e a pertinência das situações; O AE deverá ser lecionado, sempre que possível, pelo docente que leciona Port. Ou Mat. O AEed. lecionado preferencialmente pelos docentes titulares de turma pelo menos 2 horas por turma, sendo que 6 turma contarão com 3 a 5 hora desse apoio, dadas as dificuldades dos alunos. Os docentes sem componente letiva ou com insuficiência de tempos letivos, terão as restantes horas de apoio educativo, com respeito pelo artº 11º, ponto 4. As medidas e os tempos referidos em cima deverão ser reforçadas nos PAP dos alunos. Os docentes com insuficiência de tempos letivos ou sem componente letiva e ou do Programa TEIP deverão reforçar em 90 min no máximo o AE destes alunos a Matemática e Português, respeitando o equilibro de horários dos discentes. Esta medida deverá privilegiar os alunos com menos dificuldades. Sempre que possível os grupos deverá permanecer um mínimo do tempo previsto para possibilitar a avaliação formativa. Aprovado Aprovado Aprovado f) Coadjuvação em sala de aula, valorizando-se as experiências e as práticas colaborativas que conduzam à melhoria do ensino; Sempre que possível cada disciplina intervencionada (Matemática, Português; Inglês, prioritariamente) deverá ter um máximo de 90 min de coadjuvação, salvaguardando situações excecionais e pontuais, que poderão ter + tempo Aprovado g) Acompanhamento extraordinário dos alunos nos 1.º e 2.º ciclos, conforme estabelecido no calendário escolar; Preferencialmente os alunos com este acompanhamento deverão usufruir de no mínimo 3 tempos por semana de acompanhamento a cada disciplina. Aprovado h) Acompanhamento de alunos que progridam para o 2.º ou 3.º ciclos com classificação final inferior a 3 a Português ou a Matemática no ano escolar anterior; Nestas disciplinas os alunos deverão sempre usufruir de um Plano de Acompanhamento Pedagógico que lhes garanta o acesso às medidas de apoio da escola. Aprovado 4 Os tempos no 1º ciclo são de 60 min. Nos restantes ciclos são de 45 min Página 203

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