PROGRAMA DE EXECUÇÃO
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- Otávio Borba Bastos
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1 PROGRAMA DE EXECUÇÃO Diz o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial 1 que o plano de urbanização é acompanhado por um Programa de Execução contendo designadamente disposições indicativas sobre a execução das intervenções municipais previstas, bem como sobre os meios de financiamento das mesmas 2. Para o efeito, e no âmbito do Plano de Pormenor do Pedregal (PPP), importa diferenciar as intervenções em território e responsabilidades, ou seja, quais as responsabilidades de cada interveniente em determinada área. Assim, são apresentadas as várias condições à execução de cada Unidade de Execução (U.E.), separadamente, sublinhando-se em termos de financiamento, quando aplicável, as obras da responsabilidade do município. A conclusão compreende a identificação das obras necessárias, no que respeita ao domínio público, e uma síntese das obras de urbanização e edificação (salientando-se que os valores apresentados são aproximados e indicativos). CONDIÇÕES GERAIS As condições gerais são as definidas no capítulo V do regulamento do Plano, identificando os objetivos específicos para determinada parte do território, e as unidades de execução (U.E.), que delimitam as áreas a sujeitar a intervenção urbanística para efeitos de execução do Plano. Verificados os objetivos, passa-se à execução da U.E. nos termos definidos na secção II, do capítulo V, do regulamento do Plano. No que respeita ao sistema de execução do Plano 3, assume-se o sistema de compensação para todas as U.E., podendo adotar-se o sistema de cooperação nos casos que resultem de contratos de planeamento, programas de ação territorial, ou o sistema de imposição administrativa nos casos em que seja prioritária a intervenção da administração local e central na proteção do património natural e construído e na realização de infraestruturas rodoviárias e essenciais. Assim, o Plano assume claramente que a iniciativa é principalmente dos privados (sistema de compensação), podendo assumir em casos especiais o sistema de cooperação ou de imposição administrativa, consoante o desenvolvimento das problemáticas territoriais e da necessidade de intervenção do município. 1 Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro. 2 Alínea c), n.º2, Art.º89 do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro. 3 Art.º54 do regulamento do PPP. Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 1-8
2 Os instrumentos de execução do Plano 4 são os decorrentes da lei, nomeadamente os dispostos na subsecção II, secção I, capítulo V, do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial 5 (RJIGT), nomeadamente no respeitante ao direito de preferência, demolição de edifícios, expropriação, reestruturação e reparcelamento da propriedade e obrigação de urbanização. Para cada U.E. são definidas as condições para a perequação de benefícios e encargos, no âmbito dos mecanismos de perequação compensatória (RJIGT). Assim, e no que respeita a benefícios é definido um índice médio de utilização (IMU), nos termos do Art.º 139 do RJGIT, que fixa um direito abstrato de construir correspondente a uma edificabilidade média que é determinada pela construção admitida em cada propriedade ou conjunto de propriedades, por aplicação dos índices e orientações urbanísticos estabelecidos no plano 6, sendo que o direito concreto de construir resultará dos actos de licenciamento de operações urbanísticas, os quais deverão ser conformes aos índices e parâmetros urbanísticos estabelecidos no plano 7. No caso do PPP, a fixação de um índice médio de utilização (IMU) teve em consideração a área total das U.E. e a capacidade máxima construtiva permitida para aquela área no âmbito do Plano. Já no que respeita a obrigações ou encargos é definida a repartição dos custos de urbanização para cada U.E. e uma área de cedência média sempre que tal se justifica, ou seja, que se verifique a existência de domínio privado. A área de cedência média (ACM) corresponde à relação estabelecida entre a capacidade de construção abstrata a que cada proprietário tem direito através do índice médio de utilização (IMU) e as áreas que no âmbito de determinada U.E. devem ser cedidos para espaços verdes de utilização coletiva e para equipamentos de utilização coletiva. Os acertos entre a área de cedência média (ACM) e a área de cedência efetiva são regulados pelo disposto no RJIGT (Art.º 141). A repartição dos custos de urbanização visa a repartição dos encargos relacionados com as obras necessárias e exigidas no Plano para a concretização de determinada U.E., na proporção da capacidade construtiva que cada proprietário beneficia (através do IMU). Para a definição desta obrigação o regulamento do PPP define que a repartição dos custos de urbanização da respetiva U.E. poderá resultar de contrato de urbanização entre os promotores envolvidos, ou outra forma contratual, sendo distribuídos na devida proporção de construção autorizada. 8. Por norma, e também através do regulamento do PPP, as obras de edificação estão condicionadas à conclusão das obras de urbanização definidas nos termos do Plano, para que as obrigações essenciais no domínio público não fiquem para segundo plano. 4 Art.º55 do regulamento do PPP. 5 Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro. 6 Art.º 139 do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro. 7 Art.º 139 do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro. 8 Art.º56 do regulamento do PPP. Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 2-8
3 Também nos termos do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial 9 (RJIGT) é prevista a possibilidade de constituição de um fundo de compensação para cada U.E., gerido pela Câmara Municipal com a participação dos interessados. Este fundo de compensação é gerido nos termos do Art.º 125 do RJIGT. Para o PPP, e no âmbito do seu regulamento, acrescenta-se que uma vez satisfeitas as carências em termos da aquisição de espaços de utilização coletiva, sejam equipamentos ou espaços verdes, nos termos do Plano, a Câmara Municipal poderá propor à Assembleia Municipal a utilização do fundo de compensação para obras de construção, requalificação ou ampliação de equipamentos ou para a reabilitação de património cultural, desde que estes espaços se situem na área do Plano 10. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE CADA UNIDADE DE EXECUÇÃO U.E. A Plano de Praia (Fase 1) A Unidade de Execução A Plano de Praia/Prevenção de Risco corresponde ao Projecto de Requalificação da Praia do Magoito, coordenado pela APA, IP, e desenvolvido no âmbito Plano de Acão de Proteção e Valorização do Litoral e das acções Defesa Costeira e Zona de Risco e Planos de Intervenção e Projectos Requalificação. Para a U.E. A são definidos os seguintes objetivos 11 : a) Reformulação da bolsa de estacionamento a Norte do Forte do Magoito, com supressão e ou recuo dos lugares de parqueamento mais próximos da arriba em risco por via da erosão; b) Requalificação da área central do aglomerado da praia do Magoito, com redução/reformulação dos lugares de estacionamento e criação de espaços de estar/lazer; c) Criação de estabelecimento de comércio/restauração na àrea central do aglomerado da praia do Magoito; d) Requalificação da escadaria de acesso à praia do Magoito; e) Interdição da rampa de acesso à praia do Magoito, junto à arriba fossil; f) Beneficiação do acesso viário a Sul da praia do Magoito e criação de bolsa de estacionamento para deficientes e cargas e descargas; g) Criação de ciclovia exclusiva ao longo da estrutura viária proposta; h) Reabilitação e valorização do afluente da Ribeira da Mata; i) Repavimentação da rede viária e pedonal da unidade de execução; Já no que respeita à execução da U.E. são definidos os seguintes mecanismos de perequação compensatória: 9 Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro. 10 Art.º57 do regulamento do PPP. 11 Nº2, Art.º 59º do regulamento do PPP. Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 3-8
4 Já no que respeita à execução da U.E. esta corresponde à concretização da 1.ª fase do Projeto de Requalificação da Praia do Magoito, coordenado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), e desenvolvido em articulação com a Câmara Municipal de Sintra, seguindo os propósitos e as condições apresentadas no mesmo, e desenvolvidas em projeto de execução, e cuja representação é coincidente com o apresentado em planta de implantação, sendo admitido o sistema de imposição administrativa, conforme disposto no Art.º 54 do regulamento. CONCLUSÃO: Na Unidade de Execução A Plano de Praia / Prevenção de Risco (fase 1), a responsabilidade de execução é maioritariamente de iniciativa pública, no âmbito do Plano de Acão de Proteção e Valorização do Litoral e das acções Defesa Costeira e Zona de Risco e Planos de Intervenção e Projectos Requalificação. Figura 1 Conjunto de ações previstas para a U.E. A Ações Entidade Responsável Área Repavimentação da Rede Viária APA/ARH m2 Implementação da Ciclovia APA/ARH 615 m2 Reformulação do Estacionamento Norte APA/ARH 755 m2 Requalificação do Espaço Público Central Pedonal APA/ARH m2 Recuperação da Escadaria de Acesso à Praia APA/ARH 452 m2 Reformulação do Estacionamento Central -Duna Fóssil APA/ARH 732 m2 Reformulação dos Acessos Junto ao Areal da Praia APA/ARH 820 m2 Reabilitação da Ribeira da Mata APA/ARH m2 Recuperação do Espaço Natural Junto à Arriba (Norte) APA/ARH m2 Beneficiação do Acesso Sul à Praia/ETAR APA/ARH m2 Criação do Estacionamento Junto ao Apoio de Praia APA/ARH 114 m2 Enterramento da Rede Eléctrica e Telecomunicações APA/CMS 882 m/l Figura 2 Delimitação de âmbito Territorial da U.E. A. Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 4-8
5 U.E. B Plano de Praia (Fase 2) A Unidade de Execução B Plano de Praia (Fase 2), corresponde à 2ª fase do Projeto de Requalificação da Praia do Magoito, a ser desenvolvido pela Câmara Municipal de Sintra complementarmente à 1ª fase da responsabilidade da APA, IP, de forma a manter uma articulação próxima que aproveite e potencie recursos e sinergias comuns às duas fases da intervenção. Para a U.E. B são definidos os seguintes objetivos: a) Reperfilamento e qualificação da estrada de Santa Maria, no sentido da melhoria da circulação viária; b) Criação e requalificação do estacionamento público e promoção da circulação pedonal e ciclável; c) Beneficiação e requalificação da Rua de Cima do Pedregal; d) Garantir condições de salubridade e de higiene aos utentes, bem como a recolha de resíduos sólidos urbanos diferenciados. Á semelhança da U.E.A, a concretização da 2.ª fase do Projeto de Requalificação da Praia do Magoito, manterá uma forte articulação entre a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Câmara Municipal de Sintra, seguindo os propósitos e as condições apresentadas na 1ª Fase e cuja representação é coincidente com o apresentado em planta de implantação, sendo admitido o sistema de imposição administrativa, conforme disposto no Art.º 54 do regulamento. As obras de urbanização da U.E. B compreendem 12 : abastecimento de água, rede de pluviais e domésticos, eletricidade, iluminação, gás e telecomunicações, bem como a instalação de locais para a recolha de resíduos sólidos urbanos e ecopontos. As obras de urbanização incluem também a requalificação da estrada de Stª Maria e a beneficiação da Rua de Cima do Pedregal. CONCLUSÃO: Na Unidade de Execução B Plano de Praia / Prevenção de Risco (fase 2), a responsabilidade de execução é maioritariamente de iniciativa pública. Figura 3 Conjunto de ações previstas para a U.E. B. Ações Entidade Responsável Área Estimativa de Custo ( ) Repavimentação da Rede Viária APA/CMS m Implementação da Ciclovia APA/CMS 985 m Reformulação do Estacionamento na Rua de Cima do Pedregal APA/CMS 651 m Requalificação da Estrada de Santa Maria APA/CMS m Beneficiação da Rua de Cima do Pedregal APA/CMS m Enterramento da Rede Eléctrica e Telecomunicações APA/CMS 685 m/l Nos termos da descrição prevista no relatório do Plano e da planta do traçado esquemático das infraestruturas Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 5-8
6 Figura 4 Delimitação de âmbito Territorial da U.E. B. U.E. C Equipamento Turístico Estabelecimento Hoteleiro A Unidade de Execução C Equipamento Turístico destina-se à concretização de iniciativa privada de uma unidade hoteleira de baixa volumetria, a implantar num espaço privado constituído por um lote ocupado parcialmente por uma moradia unifamiliar, com um índice aproximado de 0,4, em linha com o valor modal da envolvente, conforme apresentado na planta de zonamento e definido no regulamento do Plano. Pretende-se com esta intervenção que a implantação da unidade hoteleira seja compatibilizada com a manutenção do edifício existente, reforçando a consolidação da malha urbana e harmonização da frente construída, por via de uma baixa volumetria e um desenho integrador, contribuindo assim para a coesão e qualificação do espaço público. Para a U.E. C são definidos os seguintes objetivos: - Criação de uma centralidade na Praia do Magoito, através de um equipamento turístico com atividades comerciais complementares; - Criação de um espaço público qualificado, que reforce a geometria de um novo centro, e permita a contemplação dos espaços naturais a partir da plataforma elevada do Magoito; - Garantir a integração paisagística dos volumes propostos; - Proteção e salvaguarda das áreas de maior valor natural, e a transição a norte para o solo rural; Tratando-se de uma operação urbanística relativa à construção de um empreendimento turístico, mantém-se a preferência pelo sistema de compensação urbanística, conforme disposto no Art.º 54 do regulamento. Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 6-8
7 Assim, a área de cedência média (ACM) para esta unidade é de cinquenta (50) metros quadrados de terreno cedido por cada cem (100) metros quadrados de construção bruta aprovada, sendo admitida a compensação urbanística para financiamento das infra-estruturas e requalificação do espaço público da área de intervenção do plano, sendo dada preferência à comparticipação na execução da ciclovia em corredor exclusivo ao longo da via de circulação automóvel, que atravessa as Unidades de Execução (UE) A e B, fazendo a ligação entre a praia do Pedregal e o aglomerado do Magoito numa extensão prevista de 3.5 Km, com inicio no estacionamento junto à arriba a Norte da praia do Pedregal. Figura 5 Conjunto de ações previstas para a U.E. C, consoante a responsabilidade de execução seja dos privados ou da Câmara Municipal de Sintra. Ações Domínio Privado CMS Obras de urbanização (nos termos do Plano) Cedência de espaços verdes de utilidade pública Execução dos espaços verdes de utilidade pública Beneficiação viária da rede de ligação à U.E. Ligação das redes de infraestruturas à U.E. Figura 6 Síntese dos parâmetros da U.E. C Lote (ID) Uso Area Lote ( m2) Area Area max. de Implantação Coberta Ai (m2) (m2) Area Max. de Construção ABC (m2) Indice Max ocupação IO Indice Max construção IC Nº Máx. Pisos a.c.s. Cércea Maxima (m) Cota de soleira (m) A.C. max. Habitaçao (m2) A.C. max. Terciario (m2) A.C. max. Equipamento (m2) Nº max. Fogos (Fg) Nº max. Fracções (Unid) Estacionamento no Lote Existente PPP Existente PPP 7 Estabelecimento Hoteleiro ,30 0, Sub Total Figura 7 Delimitação de âmbito Territorial da U.E. C CONCLUSÃO: A repartição dos custos de urbanização da Unidade de Execução (UE) C poderá resultar de contrato de urbanização entre os promotores envolvidos, ou outra forma contratual, sendo distribuídos na devida proporção de construção autorizada. Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 7-8
8 U.E. D PARQUE DE AUTOCARAVANAS A Unidade de Execução D Equipamento Turístico (Parque de Autocaravanas), destina-se à concretização de uma operação urbanística pública, para construção de um equipamento, nos termos e condições do Plano e conforme presente na planta de implantação. Para a U.E. D são definidos os seguintes objetivos: - Criação de um Parque de Autocaravanas que responda à procura turística existente na orla costeira; - Promoção e salvaguarda dos espaços naturalizados de enquadramento e transição com o solo rural. Tratando-se de um terreno do domínio público, não há necessidade de estabelecer sistema de execução para cumprimento do disposto no Art.º 54 do regulamento. As obras de urbanização da U.E. D compreendem 13 : a ligação à rede de abastecimento de água, rede de pluviais e domésticos, eletricidade, iluminação, bem como todo o equipamento e mobiliário urbano determinado pelo projeto de arranjos exteriores. CONCLUSÃO: A concretização do Parque de Autocaravanas Municipal (equipamento público), será desenvolvida pela Câmara Municipal de Sintra, devendo cumprir as disposições do uso do solo para o espaço onde se insere. Figura 8 Delimitação de âmbito Territorial da U.E. D 13 Nos termos da descrição prevista no relatório do Plano e da planta do traçado esquemático das infraestruturas Praça D. Afonso Henriques Portela de Sintra / Tel.: / Fax.: / [email protected] 8-8
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