Loteamento da Quinta de S. Martinho
|
|
|
- Eduarda Gabriella Barateiro Barreto
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Loteamento da Quinta de S. Martinho Memória descritiva e Justificativa 3ª alteração O loteamento da Quinta de S. Martinho foi aprovado em reunião de Câmara de 16/02/2000. Em reunião de Câmara de 02/05/2001 foi aprovada uma primeira alteração ao citado loteamento. Por deliberação em reunião de Câmara de 10/08/2010 foi aprovada uma segunda alteração ao citado loteamento. Com o decurso dos anos o loteamento da Quinta de S. Martinho tem sido um instrumento de gestão territorial, do qual a Autarquia se tem socorrido tanto para captar investimento para o concelho e deste modo inverter a tendência de desertificação, como para responder a questões habitacionais de famílias com menores recursos económicos. O loteamento constitui-se como importante factor de desenvolvimento concelhio dado que o Município não possui mais lotes urbanos disponíveis para fins habitacionais, o que reforça a necessidade de adequar o loteamento à realidade atual, que tem vindo a evoluir ao longo dos tempos. Sendo uma zona essencialmente residencial, é importante, dotá-la de equipamentos e serviços que dêem uma resposta adequada e se afirmem como pólos de atracção, de dinamização e de novas centralidades na vila de Pampilhosa da Serra. A conjuntura actual e as perspectivas de desenvolvimento que o Município tem para a Quinta de S. Martinho, obrigam a que se façam alguns ajustes aos lotes, sendo que a filosofia base e a matriz de ordenamento inicialmente traçada se manterão inalteráveis. Neste sentido e de forma a responder aos pressupostos que estiveram na origem da execução deste loteamento por parte desta Autarquia e aos desafios que se têm colocado ao longo dos tempos, entende-se que deverão ser introduzidas algumas alterações, nomeadamente no que se refere à implantação de alguns lotes, às suas funções e aos parâmetros urbanísticos de outros de modo a acomodar novas funções. Atualmente, a planta síntese que carateriza o loteamento, é a seguinte: 1/7
2 Fig 1 De salientar que todas as alterações introduzidas estão de acordo com o descrito na legislação em vigor, nomeadamente o Plano Director Municipal e demais legislação vigente, conforme adiante se demonstrará. Para uma mais simples, clara e evidente interpretação das alterações introduzidas, serão enumeradas todas as alterações e em seguida será apresentada uma memória idêntica à atualmente em vigor ( 2ª alteração ) com os valores e parâmetros agora pretendidos. As características e os parâmetros a aplicar aos diversos lotes, nomeadamente no que respeita a área do lote, área máxima de implantação, área máxima de construção, área máxima de implantação de anexos, área máxima de construção de anexos, número máximo de pisos, uso dos lotes e confrontações são as definidas no quadro anexo e que aqui se dá por integralmente reproduzido. No seguimento do atrás descrito, as alterações introduzidas são as seguintes: 1) A área do lote 1E passa de 517,00 m² para 668,00 m² por integração de 151,00 2/7
3 2) A área do lote 2E passa de 397,00 m² para 558,00 m² por integração de 161,00 3) A área do lote 3E passa de 397,00 m² para 558,00 m² por integração de 161,00 4) A área do lote 4E passa de 397,00 m² para 558,00 m² por integração de 161,00 5) A área do lote 5E passa de 397,00 m² para 558,00 m² por integração de 161,00 6) No lote 3D a área máxima de construção passa de 700,00 m² para 1.500,00 m² e a área máxima de implantação de 350,00 m² para 1.250,00 m². Os restantes parâmetros e caraterísticas mantém-se inalteráveis; 7) No lote 4D a área máxima de construção passa de 4.626,55 m² para 6.000,00 m² e a área máxima de implantação de 2.966,30 m² para 4.000,00 m². Os 8) A área do lote 7E passa de ,00 m² para 5.862,00 m² devido à cedência de 151,00 m² para integração no lote 1E, 161,00 m² para integração no lote 2E, 161,00 m² para integração no lote 3E, 161,00 m² para integração no lote 4E, 161,00 m² para integração no lote 5E e 4.943,00 m² para integração em zona verde. O número máximo de pisos passa de 4 para 2. Os restantes parâmetros e caraterísticas mantém-se inalteráveis; 9) A área destinada a zonas verdes públicas foi aumentada passando de ,00 m 2 para ,00 m²; 10) A área destinada a estacionamento foi aumentada passando de 2.929,00 m² para 3.316,50 m²; 11) A área destinada a passeios foi aumentada passando de 7.633,00 m² para 7.636,50 m²; 12) A área destinada a via pública mantém-se inalterável, ou seja, ,00 m²; 13) A área de lotes foi diminuída passando de ,00 m² para ,00 m²; 14) A área máxima de implantação, excluindo anexos, foi aumentada passando de ,80 m² para ,50 m²; 15) A área máxima de construção, excluindo anexos, foi aumentada passando de ,55 m² para ,00 m²; 16) Nos restantes lotes não atrás mencionados, mantém-se inalteráveis os parâmetros e regras; 3/7
4 Atento as alterações atrás enumeradas e descritas, a figura seguinte explicita graficamente as mesmas: Fig 2 Tendo em consideração o atrás descrito, e após as alterações introduzidas têmse os seguintes valores, características e parâmetros urbanísticos: A área do loteamento é de ,00 m² e os limites são os definidos na planta síntese. Da análise à planta síntese do loteamento temos os seguintes indicadores: lotes habitação / comércio e / ou serviços ,00 m² lotes de equipamentos ,00 m² zonas verdes ,00 m² Área afeta a via pública ,00 m² 4/7
5 Área afeta a passeios.7.636,50 m² Área afeta a estacionamento público ,50 m² O terreno na sua forma original apresenta um declive irregular, sendo em algumas zonas bastante acentuado, contudo pretende-se através de terraplanagem, dota-lo de condições mais favoráveis à realização do projecto. A área de intervenção do loteamento situa-se, de acordo com o Plano Director Municipal em vigor, em solos urbanizados, em aglomerado de nível I. De acordo com o disposto no quadro 3 do artigo 15º do regulamento do Plano Director Municipal, o índice de implantação bruto máximo será de 0,50, o índice de construção bruto máximo de 1,50 e o nº máximo de pisos de 5. Atento o atrás exposto e o previsto na presente alteração temos o seguinte: Área total do loteamento ( m² ) Índice de Implantação Bruto máximo implantação máxima (m²) implantação da alteração (m²) Índice de Construção Bruto máximo construção máxima (m²) construção alteração ( m²) ,00 0, , ,50 1, , ,00 De acordo com o disposto no artigo 13º do regulamento do Plano Director Municipal, é permitida a construção de anexos nas condições aí definidas e numa área máxima de 15% da área do lote, sendo que o previsto no loteamento dá cumprimento integral a tais disposições. A concepção da rede viária proposta foi elaborada tendo em conta os condicionamentos topográficos e geológicos do terreno, com especial preocupação em que da sua implementação resulte um lugar cómodo e aprazível, que permita garantir para o local boas condições de circulação, dignificando uma malha urbana que se pretende que seja de qualidade e dando resposta à distribuição dos lotes. A rede viária está concebida de acor com o explicitado na planta anexa e de forma a servir cabalmente todos os lotes. Para garantir uma gestão eficaz e ordenada do tráfego gerado e atraído com a implementação do presente projecto de loteamento, criaram-se 160 lugares para estacionamento, exteriores aos lotes, sendo os restantes incluídos no interior dos lotes e de acordo com o que vier a ser efectivamente construído em cada um deles, respeitando a Portaria nº216b/2008 de 3 de Março com a rectificação constante da declaração de Rectificação nº24/2008 de 02 de Maio. 5/7
6 Nas partes mais sensíveis em termos ambientais e problemáticas em termos construtivos criaram-se Zonas Verdes, de forma a valorizar o enquadramento do loteamento em termos paisagísticos. Estas Zonas totalizam uma área de ,00m 2, o que representa aproximadamente 19 % da área a lotear. Na definição dos lotes foram tidas em consideração variadas condicionantes, tanto ao nível físico do espaço objecto do presente Loteamento como das necessidades e carências que se pretendem colmatar, de forma a proporcionar um desenvolvimento urbanístico de qualidade. O relevo do terreno, foi determinante na definição dos vários espaços. O tipo, a dimensão e as características de cada lote foram escolhidas de forma a dar resposta aos problemas do parque habitacional de todas as camadas etárias e estratos sociais da população deste concelho e em especial dos que permanecem nesta vila de Pampilhosa da Serra. De igual modo foi feita a adequação do loteamento às orientações e às necessidades de persecução do objectivo de captar investimento, criação de postos de trabalho e dinamização da economia local. O uso definido para cada um dos lotes é o que consta do quadro anexo à presente memória descritiva e que a seguir se explicitam: Os lotes 1A a 23A e 1E a 5E terão como construções Habitações Unifamíliares. O lote 33A terá como construção habitação multifamiliar ou unifamiliar. O lote 34A terá como construção habitação multifamiliar. Social. Os lotes de 1C a 19C destinar-se-ão a construções Geminadas para Habitação Os lotes 6E a 7E terão como construções edifícios de habitação, comércio e/ou serviços. O lote 8E terão como construção edifício de comércio e/ou serviços. Os lotes designados por D serão destinados a equipamentos vários. As características de cada lote estão expressas e sintetizadas no quadro que se anexa à presente memória descritiva e que dela faz parte integrante. De igual modo estão expressas as condições de construção para cada um dos lotes em termos de área máxima de implantação, área máxima de construção, número máximo de pisos permitidos e utilização que poderá ser dada a cada um dos mesmos bem como as 6/7
7 restrições em termos de construções anexas. Temos uma área máxima de construção de ,00m² o que confrontando com a área total da Urbanização que é de ,00m², permite concluir que temos um índice de construção de 0,42, respeitando o índice de construção bruto máximo permitido pelo regulamento do Plano Director Municipal em vigor que é de 1,50 e temos um índice de implantação de 0,19, respeitando o índice de implantação bruto máximo permitido pelo regulamento do Plano Director Municipal em vigor que é de 0,50. As diversas infra-estruturas a executar na área de intervenção foram devidamente dimensionadas e definidas, de forma a responder às exigências legais e de comodidade requeridas. Cada infra-estrutura é objecto de um projecto específico que faz parte do presente processo. Cada projecto de especialidade contém memória descritiva, dimensionamento, peças desenhadas, medições e orçamento, com as alterações decorrentes da presente alteração. Dada a dimensão do projecto e os valores inerentes à sua concretização, as obras de urbanização ainda em falta, irão ser realizadas por fases, a definir pela entidade promotora ( Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra ) de acordo com a disponibilidade financeira existente, tal como inicialmente previsto. O loteamento ficará com a configuração explicitada na figura seguinte: 7/7
Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura
Termo de Responsabilidade do Projecto de Arquitectura Termo de Responsabilidade da Autora do Projecto de Arquitectura Susana Maria Pinto Martins, funcionária da câmara municipal de Vinhais, com sede na
MUNICÍPIO DE PENICHE
Para apreciação nos termos do n.º 1 do art. 14.º do RJUE, ficando sujeito a um pedido de licenciamento, após parecer favorável por parte dos serviços: Documentos Obrigatórios: 1.2 Folha de registo do movimento
LOTEAMENTO FONTE NOVA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
LOTEAMENTO FONTE NOVA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. LOCALIZAÇÃO 3 III. ENQUADRAMENTO PDM 3 VII. CEDÊNCIAS E INFRAESTRUTURAS 3 V. PROPOSTA 3 VI. ÍNDICES URBANÍSTICOS 4 VII.
INFORMAÇÃO PRÉVIA MUNICÍPIO DO SEIXAL CÂMARA MUNICIPAL. Livro: Registo N.º: /Ano: Entrada de: Classif. Ou Proc N.º: Registado por:
MUNICÍPIO DO SEIXAL CÂMARA MUNICIPAL Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Seixal Livro: Registo N.º: /Ano: Entrada de: Classif. Ou Proc N.º: Registado por: SGD Sistema de Gestão Documental INFORMAÇÃO
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS ANEXOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS ANEXOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA Já conhece as regras de instrução de processos em formato digital? Consulte toda a informação em www.gaiurb.pt/nopaper. Desde
MEMÓRIA DESCRITIVA. A presente memória descritiva refere-se a um loteamento a implementar em São Teotónio.
MEMÓRIA DESCRITIVA Descrição e justificação da solução proposta A presente memória descritiva refere-se a um loteamento a implementar em São Teotónio. A pretensão incide sobre um terreno propriedade do
2.ENQUADRAMENTO NOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO TERRITÓRIO. 1. Enquadramento Face ao Plano Director Municipal / Plano de Urbanização da Cidade
PROPOSTA DE ARRUAMENTO, PARA O LUGAR DA SERRA ALTA DARQUE VIANA DO CASTELO MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA 1.APRESENTAÇÃO DO ESTUDO A área objecto de estudo, situa-se na freguesia de Darque, no lugar
PLANO DE PORMENOR DA ZONA INDUSTRIAL DE SANTA COMBA DÃO Termos de Referência
PLANO DE PORMENOR DA ZONA INDUSTRIAL DE SANTA COMBA DÃO Novembro de 2007 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO - OPORTUNIDADE DE REVISÃO DO PLANO DE PORMENOR DA ZONA INDUSTRIAL DE SANTA COMBA DÃO 2 2. ENQUADRAMENTO LEGAL
OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO INDUSTRIAL DO ROSSIO REGULAMENTO
OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO INDUSTRIAL DO ROSSIO REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito e Aplicação O presente Regulamento disciplina a ocupação e uso do solo da área abrangida pela operação de loteamento do Rossio em
ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO PLANO DE PORMENOR DE PÊRO GIL
ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO PLANO DE PORMENOR DE PÊRO GIL De acordo com as alterações introduzidas aos demais elementos do Plano Pormenor de Pêro Gil, determinadas pelo ponto 4 dos termos de referência
Ex.mo Senhor: Presidente da Câmara Municipal de Mortágua. ASSUNTO: LOTEAMENTO URBANO: Com / Sem, Obras de Urbanização Licenciamento Comunicação Prévia
REGISTO DE ENTRADA Registado em SPO Procº. / / Reqº. / / Em / / O Assist. Técnico TAXA DE APRECIAÇÃO Paga a taxa no valor de Guia n.º / Em / / O Assist. Técnico DESPACHO Em / / O Presidente da Câmara Ex.mo
Artigo 1.º Informação prévia referente a operações de loteamento
A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo da Portaria n.º 1110/2001, de 19 de Setembro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Portaria n.º 1110/2001 de 19 de Setembro
PEDIDO DE LICENCIAMENTO DE ALTERAÇÃO DE LICENÇA/AUTORIZAÇÃO DE LOTEAMENTO
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE LICENCIAMENTO DE ALTERAÇÃO DE LICENÇA/AUTORIZAÇÃO DE LOTEAMENTO ( Art.º27º e Art.º 33º do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo
EXMO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMINHA
EXMO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMINHA IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE (Nome), contribuinte nº, residente em, código postal -, freguesia de, concelho de, telefone número, E-Mail portador do
MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
1 DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA Divisão de Estudos, Projectos, Planeamento e Controlo ASSUNTO: LOCAL: Loteamento No Casal da Cruz UNIDADE DE EXECUÇÃO DE ATOUGUIA DA BALEIA Atouguia da
O presente loteamento é promovido em parceria pela Câmara Municipal e outros proprietários.
OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO INDUSTRIAL DO ROSSIO- 3ª Fase REGULAMENTO Artº 1º Âmbito e Aplicação 1. A operação de loteamento do Rossio 3ª fase, elaborada no âmbito do D.L. nº 555/99, de 16 de Dezembro, alterado
DADOS QUANTITATIVOS ÁREA TOTAL A LOTEAR - oitenta e nove mil cento e dezanove metros quadrados (89119 m²); NÚMERO DE LOTES - 30 numerados de 1 a 40;
ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO URBANO DA ÁREA DA CERÂMICA DE MORTÁGUA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA A proposta de alteração ao Loteamento que se apresenta surge na sequência da modificação das condições
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO Pasta REQUERIMENTO Ficheiro REQ, em formato PDF/A, assinado e digitalizado após assinatura do requerente Requerimento;
Câmara Municipal de Sesimbra DIVISÃO DE PLANEAMENTO URBANISTÍCO
PLANO DE URBANIZAÇÃO DA RIBEIRA DO MARCHANTE VERSÃO FINAL REGULAMENTO Câmara Municipal de Sesimbra DIVISÃO DE PLANEAMENTO URBANISTÍCO ÍNDICE TÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Âmbito...3 Artigo
LICENÇA OBRAS DE URBANIZAÇÃO Req
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Montijo LICENÇA OBRAS DE URBANIZAÇÃO Req. 01.02.02 IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE N.º DE CONTRIBUINTE NOME COMPLETO MORADA / SEDE CÓDIGO POSTAL FREGUESIA TELEF./TELEM.
REGULAMENTO DO PLANO DE PORMENOR SOBRE A OCUPAÇÃO DE PARCELAS NO SÍTIO DENOMINADO ESTACAL, EM BREJOS DE AZEITÃO, CASAS DE AZEITÃO.
REGULAMENTO DO PLANO DE PORMENOR SOBRE A OCUPAÇÃO DE PARCELAS NO SÍTIO DENOMINADO ESTACAL, EM BREJOS DE AZEITÃO, CASAS DE AZEITÃO. Artigo 1º Aplicação 1. O presente Plano de Pormenor, adiante designado
Plano de Urbanização da Área Envolvente à VL10 - Nó de Gervide/ Rua Rocha Silvestre Termos de referência
Plano de Urbanização da Área Envolvente à VL10 - Nó de Gervide/ Rua Rocha Silvestre Termos de referência O PU-VL10 possui uma área com cerca de 41,9 ha, inscrevendo-se integralmente na Unidade Operativa
PEDIDO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE INFORMAÇÃO PRÉVIA (Artº14 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001 de 4 de Junho) Ex.mo Senhor Presidente da Câmara
LICENCIAMENTO DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO, OBRAS DE URBANIZAÇÃO OU TRABALHOS DE REMODELAÇÃO DE TERRENOS
DEPARTAMENTO TÉCNICO DIVISÃO DE PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO URBANÍSTICA LICENCIAMENTO DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO, OBRAS DE URBANIZAÇÃO OU TRABALHOS DE REMODELAÇÃO DE TERRENOS Documentos instrutórios (preenchimento
3. ENQUADRAMENTO TERRITORIAL DA ÁREA DE INTERVENÇÃO
Assunto: 2.ª Alteração do Plano de Pormenor da Zona Industrial Concelhia da Batalha Proposta de Definição dos Termos de Referência e Oportunidade Data: Março de 2012 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO; 2. ENQUADRAMENTO
PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA
PLANO DE PORMENOR ESPAÇOS RESIDENCIAIS EM SOLO URBANIZÁVEL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano 3. Enquadramento do plano nos instrumentos de gestão territorial 4.
PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DA PAISAGEM OCEANO (LOTEAMENTO PAISAGEM OCEANO) TERMOS DE REFERÊNCIA
PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DA PAISAGEM OCEANO (LOTEAMENTO PAISAGEM OCEANO) TERMOS DE REFERÊNCIA 1. ENQUADRAMENTO O Loteamento Paisagem Oceano, titulada pelo Alvará nº 1/83 de 8/11/1983,
O P E R A Ç Ã O D E L O T E A M E N T O D A Z O N A I N D U S T R I A L L O R D E L O - C O D A L
O P E R A Ç Ã O D E L O T E A M E N T O D A Z O N A I N D U S T R I A L L O R D E L O - C O D A L R E G U L A M E N T O C â m a r a M u n i c i p a l d e V a l e d e C a m b r a D i v i s ã o d e P l a
Regulamento do Plano de Pormenor do Quarteirão de Santo António CAPÍTULO. Disposições gerais. Artigo 1.º Âmbito e aplicação
Regulamento do Plano de Pormenor do Quarteirão de Santo António CAPÍTULO Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e aplicação O Plano de Pormenor do Quarteirão de Santo António, de ora avante designado apenas
Estudo Prévio - ARRUAMENTO URBANO. Cardielos Rua da Azenha
índice das peças escritas memória descritiva arquitectura levantamento fotográfico Proposto Existente índice das peças desenhadas F00 Índice peças desenhadas F01 Enquadramento F02 Levantamento Topográfico
Município de Tondela
Informação prévia sobre obras de edificação Registo de Entrada n.º / Registado em / / O Funcionário Processo n.º / / Gestão Documental Exmo(a). Senhor(a). Presidente da Câmara Municipal de Tondela Largo
Câmara Municipal MUNICÍPIO DE MATOSINHOS
MUNICÍPIO DE MATOSINHOS Câmara Municipal PLANO DE PORMENOR PARA O TERRENO ENTRE A AV. DOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA E A RUA NOGUEIRA PINTO - LEÇA DA PALMEIRA R E G U L A M E N TO NOGUEIRA PINTO LEÇA
Termos de Referência. 4. Enquadramento nos Instrumentos de Gestão Territorial. Página 1 de 5
Termos de Referência 1. Oportunidade da elaboração do Plano de Pormenor do Parque Empresarial para Novas Estratégias de Localização do Investimento O Plano Director Municipal de Penela, em processo de
APOIO AO EMPREENDEDORISMO)
PLANO DE PORMENOR - EXPANSÃO DA ZONA INDUSTRIAL DE ALJUSTREL (CONSOLIDAÇÃO E CONCLUSÃO DAS INFRAESTRUTURAS DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO) TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração
P R O P O S T A N.º 284/2018. Planeamento, Urbanismo, Património e Obras Municipais
- P R O P O S T A N.º 284/2018 Assunto: Aprovar o início do procedimento de delimitação da Unidade de Execução de Entrecampos e a abertura de um período de discussão pública. Pelouros: Planeamento, Urbanismo,
REGULAMENTO PLANO DE PORMENOR DA QUINTA DA COVA DA ONÇA ALTERAÇÃO. Câmara Municipal de Alcobaça Departamento de Ordenamento e Gestão Urbanística 1
REGULAMENTO ALTERAÇÃO PLANO DE PORMENOR DA QUINTA DA COVA DA ONÇA 1 ÍNDICE CAPÍTULO I. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Artigo 1º - Âmbito territorial...3 Artigo 2º - Objectivos do plano...3 Artigo 3º - Conteúdo
P R O G R A M A D E E X E C U Ç Ã O E F I N A N C I A M E N T O
PLANO DE PORMENOR DO EIXO URBANO LUZ BENFICA (ALTERAÇÃO) P R O G R A M A D E E X E C U Ç Ã O E F I N A N C I A M E N T O Direção Municipal de Planeamento Reabilitação e Gestão Urbanística Departamento
Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde Zona Sul TERMOS DE REFERÊNCIA
Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde - Zona Sul T E R M O S D E R E F E R Ê N C I A Pág. 1 de 4 Revisão do Plano de Pormenor das Penhas da Saúde Zona Sul TERMOS DE REFERÊNCIA 1 ÍNDICE GERAL
Plano de Pormenor ARRABALDE DA PONTE. MANUAL DE GESTÃO Estruturação da Perequação Compensatória
Plano de Pormenor ARRABALDE DA PONTE MANUAL DE GESTÃO Estruturação da Perequação Compensatória CÂMARA MUNICIPAL DE LEIRIA - 2012 1 MANUAL DE GESTÃO Estruturação da Perequação Compensatória INTRODUÇÃO Este
Regulamento do Plano de Pormenor da Zona Industrial da Calvela CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º Âmbito e aplicação
Regulamento do Plano de Pormenor da Zona Industrial da Calvela CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e aplicação O Plano de Pormenor da Zona Industrial da Calvela abrange a área assinalada na
Principais diplomas com relevo para o Ordenamento do Território e o urbanismo:
Os problemas da ocupação do território; A necessidade do seu enquadramento jurí-dico/legislativo; O direito do urbanismo e o direito do ordenamento do território necessitam de um quadro jurídico tendencialmente
M U N I C I P I O de V I E I R A D O M I N H O Divisão de Urbanismo e Obras Municipais Serviços de Planeamento Urbanístico e Obras Particulares
Reg. N.º Em / / Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome: BI/Cartão de Cidadão: Arquivo: Validade: / / N.º de Identificação Fiscal: Morada: Freguesia:
Processo de Urbanização da Área Residencial de Camama
Processo de Urbanização da Área Residencial de Camama Foi com a aprovação do Decreto Presidencial n.º 190/2011, de 30 de Junho, diploma que criou o Gabinete Técnico para a Implementação e Gestão do Plano
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO Pasta REQUERIMENTO Ficheiro REQ, em formato PDF/A, assinado e digitalizado após assinatura do requerente Requerimento;
1.1 Enquadramento da pretensão nos planos municipais e especiais de ordenamento do território vigente
1. Existente - Descrição e justificação 1.1 Enquadramento da pretensão nos planos municipais e especiais de ordenamento do território vigente O arruamento é caraterizado na rede viária do Plano Diretor
PROGRAMA PRELIMINAR Concurso público de conceção para a elaboração do projeto de conjunto edificado em Lisboa
PROGRAMA PRELIMINAR Concurso público de conceção para a elaboração do projeto de conjunto edificado em Lisboa encomenda.oasrs.org Índice 1. Preâmbulo 2 2. Antecedentes 3 3. Área de intervenção 5 4. Objetivos
TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO DE ALJUSTREL
PLANO DE PORMENOR DO PARQUE DE INVESTIGAÇÃO, TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO DE ALJUSTREL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano 3. Enquadramento do plano nos instrumentos
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO PLANO DE PORMENOR DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DAS FONTAINHAS
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO PLANO DE PORMENOR DA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DAS FONTAINHAS (NO ÂMBITO DO PROCEDIMENTO DE ALTERAÇÃO DETERMINADO POR DELIBERAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE
PROJETO DE ARRANJOS EXTERIORES
PROJETO DE ARRANJOS EXTERIORES ECOCENTRO VALORIZAÇÃO AMBIENTAL Zona Industrial de Cedrim - Sever do Vouga Câmara Municipal de Sever do Vouga TERMO DE RESPONSABILIDADE Anabela de Sá Marques, Engenheira
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo Elementos instrutórios do pedido Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio (Informação Prévia), nos termos da Portaria n.º 113/2015, de 22/04
UNIDADE DE EXECUÇÃO DE S. BARTOLOMEU. Proposta de Delimitação e Fundamentação. 1. Introdução. Fundamentação
UNIDADE DE EXECUÇÃO DE S. BARTOLOMEU Proposta de Delimitação e Fundamentação 1. Introdução Fundamentação Com a revisão efetuada ao Plano Diretor Municipal de Proença a Nova, cuja aprovação foi publicada
A revisão do RJUE. algumas considerações. Gonçalo Reino Pires
A revisão do RJUE algumas considerações Gonçalo Reino Pires Mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Advogado - Serra Lopes, Cortes Martins & Associados
Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014
Ordenamento do Território Nível Municipal Ano lectivo 2013/2014 7ª Aula Prática Continuação do trabalho à escala 1:10000 8ª Aula Prática Apresentações dos trabalhos desenvolvidos à escala 1:10000. 9ª Aula
SPDAD, Sociedade Portuguesa de Distribuição de Artigos de Desporto, Lda. Loja Decathlon Matosinhos
SPDAD, Sociedade Portuguesa de Distribuição de Artigos de Desporto, Lda Loja Decathlon Matosinhos RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO VOLUME II SUMÁRIO EXECUTIVO C.P.A. - Consultoria
PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DE EQUIPAMENTOS E USO TURÍSTICO A NORTE DE ALJEZUR TERMOS DE REFERÊNCIA
PLANO PORMENOR DA ÁREA DE INTERVENÇÃO ESPECIFICA DE EQUIPAMENTOS E USO TURÍSTICO A NORTE DE ALJEZUR TERMOS DE REFERÊNCIA 1. ENQUADRAMENTO A Área de Intervenção Especifica de Equipamentos e Uso Turístico
PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA)
PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA) TERMOS DE REFERÊNCIA CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOS DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA 2010 1. ENQUADRAMENTO LEGAL DO PLANO
PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DO GROU TERMOS DE REFERÊNCIA 1/8
PLANO DE URBANIZAÇÃO DE VALE DO GROU TERMOS DE REFERÊNCIA 1/8 Índice 1. Introdução 2. Enquadramento legal do plano 3. Enquadramento territorial da área de intervenção 4. Oportunidade da elaboração do plano
OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO INDUSTRIAL DA CALVELA 2ª fase / equipamentos
OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO INDUSTRIAL DA CALVELA 2ª fase / equipamentos REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito e Aplicação O presente Regulamento disciplina a ocupação e uso do solo da área abrangida pela operação de
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo
Elementos instrutórios do pedido Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio (Informação Prévia), nos termos da Portaria n.º 113/2015, de 22/04 1) 2) 3) 4) 5) 6) Certidão da descrição e de todas
PLANO DE PORMENOR INFRAESTRUTURAS DE APOIO DE ATIVIDADES ECONÓMICAS DE ERVIDEL TERMOS DE REFERÊNCIA ACOLHIMENTO PARA EMPRESAS, LOCALIZADO NO ESPAÇO DE
PLANO DE PORMENOR INFRAESTRUTURAS DE APOIO DE ACOLHIMENTO PARA EMPRESAS, LOCALIZADO NO ESPAÇO DE ATIVIDADES ECONÓMICAS DE ERVIDEL TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Introdução 2. Oportunidade da elaboração do Plano
CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA LOTEAMENTO MUNICIPAL DA RIBEIRA DO MARCHANTE MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA
CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA AMENTO MUNICIPAL DA RIBEIRA DO MARCHANTE INTRODUÇÃO O presente loteamento corresponde a parte de área integrada no Plano de Urbanização da Ribeira do Marchante (PURM), aprovado
CONDIÇÕES DE EDIFICABILIDADE...
1 OBJECTIVOS... 3 2 CONDIÇÕES DE EDIFICABILIDADE... 3 2.1 ASPECTOS PARTICULARES E GERAIS COMUNS A TODOS OS LOTES... 3 2.1.1 DADOS QUANTITATIVOS E ÍNDICES DE CONSTRUÇÃO... 4 2.1.2 MUROS E VEDAÇÕES... 4
2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento no PDM
Janeiro 2010 Fundamentação para a Elaboração do Plano de Pormenor do Conjunto das Azenhas do Boco Termos de Referência Índice 1. Introdução 2. Termos de referência 2.1 Área de Intervenção 2.2 Enquadramento
REQUERENTE REPRESENTANTE. Qualidade de: Mandatário Sócio Gerente Administrador Procurador Outra: OBJETO DO REQUERIMENTO
R e g i s t o d e E n t r a d a L I C E N C I A M E N T O D E O B R A S D E U R B A N I Z A Ç Ã O Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Penafiel REQUERENTE Nome: NIF: Morada: Código Postal: Documento
Regulamento do Plano Director Municipal de Coimbra
Pllano Diirector Muniiciipall de Coiimbra REGULAMENTO PDM (artigos objecto de alteração) Setembro 2009 Regulamento do Plano Director Municipal de Coimbra Artº 32 Interdições Para a área definida no artigo
