Nossa Galaxia (cap. 15)
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- Carmem Natal Sá
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1 Nossa Galaxia (cap. 15) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Cap. 14) Introductory Astronomy & Astrophysics, M. Zeilek, S. A. Gregory & E. v. P. Smith (Caps. 14, 15, e 20) Apostila, J. Gregorio-Hetem, V. Jatenco-Pereira, C. Mendes de Oliveira ( dalpino/aga215 Agradecimentos Jane Gregorio-Hetem
2 A GALÁXIA ESTRUTURA DA GALÁXIA MOVIMENTO ORBITAL A FORMAÇÃO DA GALÁXIA A MASSA DA NOSSA GALÁXIA O CENTRO GALÁCTICO
3 Visão geral da estrutura da Galáxia Galáxia: composta por estrelas, gás e poeira interestelar - conjunto isolado no espaço e mantido por sua própria gravidade. Nossa Galáxia é chamada Via Láctea (nome devido à aparência de parte do disco galático observável a olho nú). Centro localiza-se na direção da Constelação de Sagitário.
4 Olhando na direção do CG (seta amarela) vemos uma faixa de luz difusa conhecida como Via Láctea. Na direção oposta (seta azul) observa-se uma faixa da Galáxia menos brilhante. Na direção perpendicular (setas vermelhas) poucas estrelas.
5 Galáxias com estruturas semelhantes à nossa (a) Andrômeda, suas galáxias satélites (as estrelas de campo são da Via Láctea) (b) M83, vista de cima (face-on); (c) NGC891, vista de lado (edge-on)
6 3 partes principais: Componentes núcleo (bojo) na região central disco halo No disco localizam-se: estrelas da População I e nuvens de gás e poeira (interestelares).
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8 Limitações Observacionais Nosso sistema solar encontra-se também no disco (a 8,4 kpc do CG), um pouco acima do plano central. Posição desfavorável para observações no óptico. Para observar estrutura da Galáxia (braços espirais): melhor por rádio-telescópios e satelites no Infra-Vermelho.
9 Imagem no infravermelho do disco e do bojo galactico (Satelite Cosmic Background Explorer -COBE)
10 ESTRUTURA DA GALÁXIA Primeiras determinações da forma e das dimensões: (1) Estudo com base na contagem de objetos. (2) Estudo dos aglomerados globulares.
11 Tamanho e forma da Galáxia determinados por Herschel (1) Herschel (Sec. XVIII) estimou a forma da Galáxia por contagem de estrelas em diferentes regiões do céu Antes dos metodos de determinacao de distancia Assumiu que todas estrelas = brilho (- brilhantes porque: + distantes) Calculou n. de estrelas por angulo solido a distancia r, e integrou em todos os elementos de volume (entre r e r+dr) ate uma distancia R (ver demonstraçao na lousa) Concluiu VL: achatada, em forma de disco com o Sol ocupando seu centro. Com D= 10 kpc e H= 2kpc
12 A Via Láctea - como proposta por Herschell H = 2 kpc Qual foi o equívoco? extinção interestelar (desconhecida até 1930) causa obscurecimento em todas direções que se observa (todas as linhas de visada). Assumir contagens uniformes em todas as direçoes não realistico (dai o Sol parecer estar no centro) D = 10 kpc
13 O tamanho e a forma da Galáxia determinados por Shapley (2) A partir do estudo dos Aglomerados Globulares (AGs): Objetos mais velhos da Galáxia - distribuídos esfericamente em volta do bojo e do halo galáctico. Shapley (começo do Sec. XX): identificou estrelas RR- Lyrae em vários AGs determinando suas distâncias. Descoberta: AGs ocupam um volume aproximadamente esférico (diâmetro ~30 kpc) Conclusão de Shapley: o Sol não está no centro dessa distribuiçao, mas sim a 8 kpc dele.
14 O tamanho e a forma da Galáxia determinados por Shapley O Sol não coincide com o centro da distribuição de aglomerados globulares. A distribuição dos aglomerados globulares define o halo galáctico.
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16 O tamanho e a forma da Galáxia determinados por Shapley Shapley mudou a concepção que havia sobre a morfologia da Galáxia. No entanto, supôs erroneamente que a nossa galáxia estava isolada no Universo Somente no final dos anos 1920: Hubble descobriu estrelas Cefeidas na nebulosa de Andrômeda outra galaxia! Via Lactea nao era unica galaxia no Universo! Tal como Andromeda: quando observamos fora do disco da VL: vemos outras nebulosas espirais na verdade sao outras galaxias
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18 A estrutura da nossa Galáxia Disco galáctico: estimase uma espessura de 300 pc (fino: 1/100 do diâmetro). Extensão do bojo: ~6kpc no plano do disco e ~4kpc na direção perpendicular. Maiores quantidades de gás e poeira: concentradas no disco e no bojo. Halo é mais rarefeito.
19 A estrutura da nossa Galáxia Concepção artística da Via Láctea, mostrando a estrutura em braços espirais
20 Observações do bojo galáctico Na faixa espectral do visível: as observações do bojo são muito afetadas pela absorção interestelar. Comprimentos de onda mais longos que os ópticos (infravermelho e rádio) são necessários para revelar a estrutura do bojo. Emissão rádio do gás mapeamentos até 50kpc.
21 A Galáxia em outros comprimentos de onda 360 graus Infravermelho próximo: estrelas frias Visível: estrelas próximas Infravermelho médio e distante: poeira e moléculas
22 Populações estelares Estrelas do disco são mais azuladas: por causa da presença de estrelas jovens O e B - muito mais brilhantes que as de tipo G, K e M (apesar de essas tambem estarem em grande numero); nuvens de gas e poeira Estrelas no bojo e no halo são mais avermelhadas (por causa da maior idade).
23 O disco galáctico Presença de estrelas O e B dao aspecto azulado para o disco. Encontram-se as estrelas de População I (aglomerados abertos jovens). Encontram-se regiões de formação estelar (grandes quantidades de gás e poeira).
24 O halo galáctico A população II (muito mais velha) (aglomerados globulares): vermelha (pois de estrelas velhas e pouco massivas) A formação estelar terminou há 10 bilhões de anos. No halo não há gás e poeira.
25 Bojo galáctico O bojo contém alta densidade de gás ocorre ainda formação estelar. Nas periferias do bojo pouco gás apenas estrelas mais velhas. O bojo tem características intermediárias entre o disco e o halo.
26 Populações Estelares As estrelas mais velhas (bojo e halo) são as mais pobres em metais (Z 0,001) Os aglomerados globulares e estrelas do halo e da periferia do bojo: representam as primeiras gerações de objetos da Galáxia possuem menos metais Populacao II Ja o disco: estrelas jovens ricas em metais Populacao I Está de acordo com o cenário evolutivo de enriquecimento do MIS da Galáxia através de sucessivas gerações de estrelas.
27 Populações Estelares Aglomerados globulares (halo): Z 0,001 pop. II Disco: Z 0,01 pop. I
28 Caracteristicas das Populacoes Estelares Início dos anos 1940: Walter Baade (estrelas se dividem em duas populações): População I: estrelas ricas em metais + azuis no disco da Galáxia movimento circular População II: estrelas pobres em metais + vermelhas no bojo e no halo da Galáxia movimento elíptico, fora do disco.
29 MOVIMENTO ORBITAL O movimento das estrelas e nuvens ao redor do CG sustenta o sistema contra o colapso gravitacional (semelhante ao movimento dos planetas ao redor do Sol). O movimento coletivo das componentes do disco galáctio orbitando o CG é chamado rotação galática.
30 A Galáxia está em rotação Estrelas do disco galáctico giram ordenadamente ao redor do CG, enquanto que as estrelas do halo têm órbitas com orientações e excentricidades aleatórias.
31 Observações O movimento das estrelas no halo e bojo: não é tão ordenado caminhos aleatórios, mas sempre ao redor do CG. Informações sobre a rotação do disco da Galáxia: obtidas através da linha de 21cm do Hidrogênio. Deslocamento Doppler das linhas do gas: determina velocidades radiais (ao longo da linha de visada): v = c Δ / o
32 Resultados das Observações das velocidades radiais Disco da Galáxia não gira como um corpo sólido ( = cte exceto perto do CG): mas sim em rotação diferencial [ = (r)]. Estrelas a diferentes distâncias do centro Galáctico giram com diferentes velocidades. Curva de rotação da Galáxia v = d
33 O movimento orbital do Sol Devido à rotação diferencial, o movimento das estrelas com relação ao Sol: é semelhante ao de uma rodovia circular (de um lado: pista para veículos + rápidos e do outro pista para os mais lentos). Estrelas que passam à frente do Sol (mais rapidas) parecem mover-se para mais adiante em um sentido, estrelas nas faixas mais lentas são deixadas para tras - parecem mover-se para o sentido oposto.
34 Visto do nosso sistema solar: o movimento das estrelas mais rapidas (mais adiante) parece ser num sentido d ~ 5 kpc; v= d ~ 200km/s d ~ 8 kpc; v= d ~ 230km/s CG O movimento das estrelas menos velozes parece ser no sentido oposto d ~ 15 kpc; v= d ~ 250km/s
35 Velocidade de rotação Determinação da velocidade do Sol com relação ao CG: adota-se o referencial dos aglomerados globulares e de estrelas do bojo movimentos aleatórios na média repouso em relação ao movimento de rotação do disco (nao participam da rotacao) Valor estimado: v rot (sol) ~220 km/s
36 Período orbital do Sol Conhecida a velocidade e a distância ao CG estima-se o período (lei de Kepler): Adotando-se: R~8 kpc; v~220 km/s P = 2 R/ v O periodo orbital do Sol na Galaxia: P ~ 225 milhões de anos (1 pc = 3,086 x m)
37 A MASSA DA NOSSA GALÁXIA Perto do Sol: orbita ~ circular Kepleriana em torno de 1 corpo central de massa M = massa da galaxia contida dentro da distancia do Sol - pela 3 a Lei de Kepler: mm ( M ) 3 r UA P anos 2 A distância do Sol até o CG é R = 8kpc e o período da órbita é P = 225x10 6 anos (1pc= UA): massa da Galáxia (dentro da orbita do Sol) = M. Na parte interna da órbita do Sol Massa a distancia maior nao influencia o periodo do Sol (Mecanica Newtoniana)
38 A MASSA DA NOSSA GALÁXIA De acordo com Mec. Newtoniana ou lei de Kepler: as velocidades e as órbitas das estrelas mais externas fornecem estimativas da massa contida dentro de circulos cada vez maiores. Para determinar M em raios progressivamente maiores: mede-se v radial de estrelas e gas em orbitas externas ao Sol Feito observando-se linha de 21 cm HI principalmente: Diagrama de velocidades em função da distância ao CG curva de rotação.
39 A MASSA DA NOSSA GALÁXIA Curva de Rotacao da Galaxia: Se fosse Kepleriana: v(r)=(gm/r) 1/2 Corpo rigido: r -1/2 v r (ver na lousa demonstra cao) m ~2x10 11 M m ~6x10 11 M
40 A MASSA DA NOSSA GALÁXIA Região ~ 2x distância Sol-CG (extensao da materia luminosa) massa ~2x10 11 M. Porem para raios > 2X orbita solar - observa-se: Corpo rigido: v(r)=(gm/r) 1/2 ~ cte v r (ver na lousa demonstra cao) m ~2x10 11 M m ~6x10 11 M GM/r ~ cte massa da Galaxia: crescendo linearmente com a distancia
41 Massa da periferia da Galáxia? Se toda a massa da Galáxia estivesse contida na extensao de materia luminosa (r lum ~15 kpc): a rotação seguiria um movimento Kepleriano (mesmo para raios maiores que 2 x R Sol-CG ) Mas, a velocidade continua constante até a última mediçao indício de que a massa cresce com o raio. A maior parte da massa não está associada à parte luminosa (que se estende ate 15 kpc), mas sim à massa periférica NÃO LUMINOSA.
42 Matéria escura Nossa galáxia, como as outras, apresenta um halo escuro INVISIVEL >> que parte luminosa Halo Escuro: não observável no espectro eletromagnético (rádio aos raios gama). Material desconhecido: matéria escura, sua existencia indicada apenas pela força gravitacional que exerce: M HE >> M luminosa (estrelas+gas) Na VL: M luminosa (dentro de 15 kpc)= 2 x massas solares
43 Microlentes Gravitacionais Observações para procurar objetos escuros de origem estelar Efeito de lente gravitacional: a passagem de um objeto massivo fraco (escuro) entre o objeto de fundo (estrela) e o observador causa um aumento de brilho significativo na estrela observada. Este é um meio de detectar matéria escura (objeto fraco: que atua como lente gravitacional): que seria invisível de outra forma.
44 Candidatos a Materia Escura Candidatos provaveis a ME: anas marrons, BNs isolados, estrelas de neutrons velhas? Estudos de microlentes gravitacionais: mostram que não existem objetos compactos suficientes para explicar a matéria escura: Excesso de buracos negros e estrelas de nêutrons improvável: haveria um excesso de estrelas de alta massa por um longo tempo e excesso de elementos pesados não observado Materia escura: particulas exoticas? Fisicos de particulas: tambem estudam universo para determinar natureza da materia escura Veremos adiante: > parte da materia no Universo: ME!
45 A FORMAÇÃO DA GALÁXIA Início: contração de uma enorme nuvem de gás e de poeira. Primeiras estrelas e aglomerados globulares formados distribuição irregular e extensa (dezenas de kpc em todas as direções) semelhante à distribuição atual dos objetos do halo. Acredita-se tambem que as primeiras estrelas: formadas muito antes em pequenos sistemas, que depois se uniram para comecar a formar a Galáxia: sistemas pre-galacticos O halo atual pareceria o mesmo em ambos cenarios
46 A FORMAÇÃO DA GALÁXIA Modelo proposto para a formação da nossa Galáxia.
47 Formação do Disco e Halo Contração da nuvem, combinada com sua rotação: levou ao achatamento do material e a uma distribuição na forma de disco (semelhante aos processos de formação do sistema solar, em maior escala) - à medida que contraia: rodava cada vez + rapido para conservar momento angular (L vr) achatamento As estrelas que foram formadas no disco herdaram o seu movimento de rotação. No halo: a formação estelar cessou quando todo o gas colapsou para formar o disco Observam-se hoje no halo somente as estrelas de baixa massa que têm longo tempo de vida (~10 bilhoes de anos): populaçao velha, pois as mais massivas e azuis ja terminaram a muito sua evolucao (explodiram e morreram)
48 Formação do Bojo Parte mais densa central para onde acumulou-se (durante a formacao da galaxia) > parte de gas e poeira: ampla formacao estelar ate hoje
49 A FORMAÇÃO DA GALÁXIA Modelo proposto para a formação da nossa Galáxia
50 Estrutura espiral Os comprimentos de onda rádio são os mais indicados para se observar a estrutura da Galáxia (não são bloqueados pelos altos níveis de absorção interestelar). Linha de 21 cm e as linhas produzidas por moléculas presentes nas nuvens. Distribuição das nuvens mais densas fornece os indícios de que a Galáxia é espiral.
51 Conteúdo dos braços espirais Gás e poeira interestelares, protoestrelas, nebulosas de emisão, estrelas O e B, aglomerados jovens recémformados. A formação de estrelas ocorre nos braços espirais. Alto brilho dos objetos jovens: faz com que em outras galáxias distantes os braços sejam visíveis.
52 Persistência dos braços espirais Como se explica a manutenção da estrutura espiral? A rotação diferencial: qualquer padrao espiral ligado ao material do disco não poderia sobreviver por muito tempo - os braços se enrolariam completamente em alguns periodos de rotacao da gal. ~100 x 10 6 anos
53 Padrão de ondas de densidade Os braços espirais não podem ser regiões materiais girando juntamente com o restante do disco galático. O cenário mais aceito para explicar a persistência dos braços espirais: supõe a existência de ondas de densidade = ondas de compressao de gas que se movem pelo disco galáctico, comprimindo nuvens interestelares provocando formação estelar à medida que passam Os braços: formados por nuvens de gas densas e estrelas recem formadas - seriam criados pela passagem de ondas de densidade.
54 Os braços espirais correspondem apenas à passagem das ondas pelas estrelas e não transportam grandes quantidades de massa. A onda de densidade comprime diferentes partes do disco em diferentes momentos. A velocidade dessas ondas é menor que a velocidade das nuvens e das estrelas. O objeto que encontra a onda é desacelerado e comprimido e depois retoma sua velocidade anterior.
55 Onda de densidade = congestionamento em dado ponto com maior acumulo e lentidao de carros: uma vez que carro sai desse ponto, retoma sua velocidade normal
56 Teoria das ondas de densidades para explicar os braços espirais nas galáxias (a) Galáxia espiral NGC 1566: apresenta muitas das características propostas na teoria das ondas de densidade. (b) Esquema do movimento do gás e dos braços: o gás atravessa a região do braço, é comprimido e forma estrelas. As jovens aparecem nos bracos: próximas ao local onde nasceram. Como estrelas O e Bs se formam + rapido e tem tempo de vida + curto: aglomerados jovens e nebulosas de emissao so são encontradas nos bracos: proximo onde nasceram. As estrelas mais velhas tiveram tempo de se distanciar do braço
57 Questões em aberto Qual é a origem das ondas de densidade? Explosões de SN poderiam produzir ondas de densidade e comprimir o MIS: só formariam pedacos dos braços, não toda a estrutura. O que teria criado a primeira faixa de formação de estrelas, a qual teria dado continuidade ao avanço dos braços espirais?
58 Possíveis respostas 1. Instabilidades do gás próximo ao bojo: perturbacoes comecariam no bojo e propagariam radialmente pelo disco (mecanimo de origem?) 2. Efeito gravitacional (forcas de maré) de outras galáxias (semelhante ao que vimos entre Terra e Lua) 3. Assimetria do tipo barra no bojo (observada em outras galaxias): teria influência no disco, iniciando a formação dos braços espirais.
59 O CENTRO GALÁCTICO Núcleo da Galáxia grande quantidade de estrelas. Absorção interestelar bloqueia a luz visível dos objetos, somente observáveis no infra-vermelho e em rádio.
60 Foto do conteúdo estelar e interestelar em um campo de 20 o na direção do CG (circulo). A seta indica a nebulosa M8.
61 O CENTRO GALÁCTICO O CG contém uma forte fonte rádio Sagitarius A em pequena escala, notam-se filamentos (~100 pc) presença de fortes campos magnéticos. Escalas ainda menores: presença de um anel ou disco de gas em rotação: dimensão de < alguns parsecs: sugere CG massivo e compacto
62 (a) Imagem infravermelha ao redor do CG muitas estrelas brilhantes juntas em um pequeno espaço densidade média ~10 6 vezes maior que na vizinhança solar. (b) Parte mais central vista em rádio ~200 pc (o CG esta dentro do quadrado) (c) Padrão espiral a partir da emissão rádio em Sagitarius A. Os dados indicam um anel de matéria em rotação com apenas 5pc.
63 O Centro Galactico Linhas espectrais no infravermelho apresentam alargamento existência de gás no CG girando muito rapidamente. Manter este gás em órbita corpo bastante massivo no CG um milhão de massas solares ou mais (este valor pode ser calculado pela terceira lei de Kepler): dentro de regiao 0,04 pc de diametro Combinação de uma massa muito alta com um espaço físico muito pequeno presença de buraco negro no CG
64 O Centro Galactico Avaliemos a massa na regiao nuclear: Obs. no IV: v rotacao do gas v= 200 km/s e R~ m Se massa esferica (M c ) em rotacao mantem-se agregada por propria gravidade Velocidade de rotacao no equador: M c v eq2 /R = GM c M c /R 2 v eq 2 = GM c /R M c = R v eq2 /G = (10 16 m) (200x10 3 m/s) 2 / (7x10-11 N m 2 /kg 2 ) M c = 6x10 36 kg = 3x 10 6 massas solares
65 Essa massa central: O Centro Galactico M c = 6x10 36 kg = 3x 10 6 massas solares Pode estar: concentrada em aglomerado bem denso de estrelas ou acumulada no centro: formando BN: Neste ultimo caso o material teria que estar concentrado: R S = 3 (M/M sol ) km ~ 10 7 km = m Observacoes + recentes de gas rodando + rapido a distancias <s interpretacao de BN: pode estar correta!
66 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1. Por que não podemos estudar a região central da Galáxia usando telescópios ópticos? 2. Qual é a aplicação da rádio astronomia no estudo da estrutura Galáctica? 3. Qual é a diferença entre o movimento das estrelas do disco e as estrelas do halo? 4. Por que se acredita que os braços espirais são locais de recente formação estelar?
67 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 5. O que acontece com o movimento do gás à medida que ele passa através de uma onda de densidade espiral? 6. O que a curva de rotação de nossa Galáxia nos informa sobre sua massa total? 7. Quais possíveis explicações para a matéria escura?
68 1. Por que não podemos estudar a região central da Galáxia usando telescópios ópticos? Obscurecimento pelo material circunstelar torna difícil estudar nas imagens ópticas a estrutura detalhada do bojo galáctico. 2. Qual é a aplicação da rádio astronomia no estudo da estrutura Galáctica? A distribuição do gás galáctico pode ser estudada através de rádio-observações que permitem definir o centro de nossa Galáxia e também distâncias até 50kpc além do centro.
69 3. Qual é a diferença entre o movimento das estrelas do disco e as estrelas do halo? Estrelas do disco galáctico movem-se ordenadamente ao redor do centro galáctico, enquanto que as estrelas do halo têm órbitas com orientações e excentricidades aleatórias. 4. Por que se acredita que os braços espirais são locais de recente formação estelar? Presença de estrelas O e B; estrelas de População I (aglomerados abertos jovens); regiões de grandes quantidades de gás e poeira (formação estelar).
70 5. O que acontece com o movimento do gás à medida que ele passa através de uma onda de densidade espiral? A nuvem de gás que encontra a onda é desacelerada e comprimida e depois retoma sua velocidade anterior. 6. O que a curva de rotação de nossa Galáxia nos informa sobre sua massa total? Se toda a massa da Galáxia estivesse contida na região luminosa, a rotação seguiria um movimento Kepleriano. No entanto, a velocidade continua constante até a última medida indicando que a massa cresce com o raio. A maior parte da massa está associada à região periférica.
71 7. Quais possíveis explicações para a matéria escura? Anãs marrons, anãs brancas, anãs vermelhas e particulas exoticas.
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