Meio Interestelar (cap. 14)
|
|
|
- Amália Gusmão Casado
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Meio Interestelar (cap. 14) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 11) Introductory Astronomy & Astrophysics, M. Zeilek, S. A. Gregory & E. v. P. Smith (Cap. 19) Apostila, J. Gregorio-Hetem, V. Jatenco-Pereira, C. Mendes de Oliveira ( Agradecimentos Jane Gregorio-Hetem 1
2 Meio Interestelar Propriedades: Temperatura; Densidade; Composição; Opacidade Nuvens Interestelares: nuvens escuras, nebulosas de emissão, nuvens moleculares Linha de emissão em 21 cm 2
3 Meio Interestelar (MIS) MIS = meio entre as estrelas: nele estrelas nascem para ele retornam elementos de estrelas velhas ao explodirem Quantidade de materia do MIS º M contida em estrelas Ingredientes do MIS: gas + poeira 3
4 Extensa regiao do MIS (30 ) 4
5 Gas: Meio Interestelar - constituido atomos + moleculas pequenas - regioes com gas: transparentes a todos comprimentos de com exceçao de linhas de absorçao estreitas: Poeira: o gas praticamente não bloqueia radiaçao - Composiçao mais complexa - Aglomerados de atomos e moleculas: similar fumaça, nevoa, poeira de giz - Luz de estrelas + distantes: não penetra poeira densa (~ farol de carro que nao penetra neblina densa) - Diametro particula de poeira: d g = 10-7 m ª λ visivel 5
6 Opacidade do MIS Gás: átomos e moléculas (pequenas) praticamente não bloqueia radiação eletromagnética. Poeira: grãos de poeira (silicatos, etc.) - interfere na passagem da luz proveniente das estrelas maiores concentrações um maior efeito de extinção da luz. 6
7 Extinção ou Opacidade Dimensão dos grãos: d g ~10-7 m ~ λ (luz visível) Luz pode ser absorvida ou espalhada por poeira com: d g λ radiaçao Extinção (absorção ou espalhamento) da luz: tanto maior quanto menor λ Regioes com poeira IS: transparentes a ondas de radio e IV: d g << λ(radio), λ(iv) opacas a λs do UV, raio X e raios gama: d g >> λ. Nuvens densas de poeira são melhor observáveis no infravermelho ou em rádio (10-6 m a 10-3 m), Para λs mais curtos (óptico, ultravioleta): elas são opacas nuvens escuras. 7
8 Lembrando do o espectro eletromagnetico 8
9 Opacidade Avermelhamento Como opacidade: tanto > quanto < λ Luz de estrelas mais distantes perde λs curtos (azuis) Alem de ter brilho menor, estrelas parecem + vermelhas Estrela fica menos brilhante e + vermelha por causa da absorçao ~ processo que produz pôr do Sol avermelhado na Terra: poeira do horizonte absorve os λs azuis e deixa passar os vermelhos 9
10 Avermelhamento A absorção maior dos λs mais azuis das estrelas distantes (além da diminuição do brilho total) faz com que elas sejam observadas mais avermelhadas do que realmente são avermelhamento interestelar: extinção visual Poeira IS: pode aumentar magnitude aparente (m) e a cor (B-V) avermelhamento: m = C 2,5 log F + A V A V 1 λ 10
11 Fluxo Cor: B-V = m B -m V = -2,5 log (F B / F V ) F B > F V B < V [B-V] < 0 Estrela quente, azulada F B < F V B > V [B-V] > 0 Estrela fria, avermelhada 11
12 Desavermelhamento Linhas do espectro de absorçao das estrelas: não são afetados pela poeira presente no caminho entre a estrela e o observador Determinando tipo espectral e classe de luminosidade (pelo espectro) T e cor intrínseca da estrela (B-V) o. Verifica-se o quanto o valor observado [B-V] foi aumentado pela extinção: E(B-V)=[B-V] (B-V) o Correção do avermelhamento: A V = 3.1E(B V) 12
13 A diminuição geral da luz das estrelas pela matéria interestelar é chamada extinção. Extinção afeta o brilho aparente m = C 2,5 log F + Aλ logo, pode afetar a distância d m M = 5log pc + 10 Aλ ( m M ) Reescrevendo da seguinte forma: A λ log d = Como A λ é positivo, a distância é realmente menor. 13
14 14
15 15
16 16
17 Propriedades Gerais Estrelas membros de um sistema Galáxia imersas em um meio gás & poeira MIS Temperatura do MIS: desde alguns graus Kelvin até alguns 10 3 K (dependendo da proximidade de 1 estrela ou fonte de radiaçao) <T> ~100 K << 273 K = 0 o C meio interestelar é muito frio 17
18 Densidades do gas difuso Densidade média ~ g cm -3 Gás 1 átomo/cm 3 = 10 6 atomos/m 3 Poeira 1 partícula para átomos (1/trilhao) Se juntassemos gas+poeira do MIS contido num volume do tamanho da Terra (a essa densidade): caberia em alguns dedais! (demonstrar) Como entao tal material tao rarefeito e esparso: bloquear luz da estrela de modo tao eficaz? Resposta ao paradoxo: vastissima extensao do MIS: Distância típica entre estrelas ~ 1 pc* Tamanho típico das estrelas ~ 10-7 pc 10-7 pc 1 pc *1parsec = UA ~ 3, m ~ 3,3 al) 18
19 Gás: Composiçao Quimica linhas de absorçao formadas pelo gas IS quando luz de estrela distante interage com o gas ao longo da linha de visada Absorçao de radiaçao pelo gas depende: T, r, abundancia do gas Como distinguir estas das linhas de abs. da atmosfera da estrela? linhas da estrela sao + largas linhas do gas IS: + finas Nuvem de gas isolada produzira linhas de emissao do gas 19
20 Composiçao quimica 70% Hidrogênio molecular (H 2 ) atômico: neutro (HI) ionizado (HII) ~ 30% He < 1% elementos pesados (metais) Distribuição: nuvens densas (n ~ 10 3 cm -3 ) meio inter-nuvens (n < 1 cm -3 ) 20
21 Composiçao Quimica Gás: Abundancia de alguns elementos mais pesados (alguns metais ) como: C, O, Si, Mg, Fe << que no SS e nas estrelas Razao possivel: esses elementos sao usados para formar poeira IS! 21
22 Composiçao Quimica Poeira: Observada no IV Constituida de: silicatos, C, Fe: sub-abundantes no gas! Possivelmente tambem contem: gelo sujo = agua congelada + amonia + metano + outras moleculas: semelhante a cauda de cometas 22
23 Nuvens interestelares Gas e poeira: podem aglomerar-se em nuvens ou nebulosas Nebulosa de Emissao Nebulosa de Poeira Nuvens moleculares 23
24 Nebulosas Nebulosas são nuvens de gás e de poeira. Quando ocorre o obscurecimento da luz nuvem escura Se a nuvem espalha a luz de uma estrela na direcao do observador nebulosa de reflexão Se nuvem é aquecida por estrela e emite radiacao nebulosa de emissão. 24
25 25
26 Nebulosa de reflexão NGC1999, constelação de Orion. Nebulosas de reflexao: refletem a luz de estrela proxima em nossa direcao 26
27 Nebulosas de Emissão São nuvens de gas que têm brilho por emitirem radiação. Nuvens que contêm pelo menos uma estrela jovem O ou B, que produz radiação no UV. Esta radiação de alta energia ioniza o gás (HII) nas regiões próximas à estrela: quando este se recombina (eletrons com ions): nuvem produz radiaçao visivel 27
28 Na recombinação dos elétrons com os núcleos ocorre emissão na faixa espectral do visível nuvem brilha. Cor vermelha: devido a ats. de H emitindo na regiao vermelha do espectro e tambem a luz das estrelas quentes embebidas na nuvem Nebulosa de emissão de Orion, região H II 28
29 Via Lactea: mosaico de 180 Regiao com 12 29
30 12 do mosaico anterior: com estrelas, gas e poeira M20 M8: D=14 pc M=2600 Msol T= 7500 K n= 80x10 6 m -3 M20: D= 4pc M= 150 Msol T= 8200 K n= 100x10 6 m -3 Trifide (4 pc): M8 3 regioes de poeira: nuvens escuras 30
31 Nebulosas de emissao e nuvens escuras M16 M8 31
32 Nebulosas de Emissão: caracteristicas Espectroscopia fornece informações sobre as propriedades do gás interestelar. As linhas espectrais da nebulosa se sobrepõem ao espectro da estrela. Pelas medidas da largura das linhas no espectro da nebulosa obtém-se sua temperatura (nas proximidades da estrela): T ~ 8000K. 32
33 Nuvens de Poeira Cerca de 90% do meio interestelar: composto por regiões escuras (sem estrelas ou nebulosas brilhantes) nuvens de poeira Mais frias e mais densas que suas vizinhanças (10 3 a 10 6 vezes mais). n max = 1000 ats./cm 3 (densidade dos melhores vacuos em laboratorio) Maioria: dimensões maiores que nosso SS (40 UA); formas irregulares; ocupam 2 a 3% do volume total do MIS. Principal componente é o gás! (como resto do MIS): mas importante quantidade de poeira absorção da luz comprimentos de onda no infravermelho são melhor 33 detectadas
34 Nuvem Escura observada no optico (altas densidades de poeira): é invisivel Ex. Rho Oph 34
35 Rho Oph no infravermelho: A poeira emite no IV dai nao é escura Nuvem de Poeira no IV 35
36 Nebulosa Cabeça do Cavalo (no optico): nuvem escura 36
37 Observaçao de Nuvens de Poeira Atraves de espectros opticos (quando ha estrela ionizante) Emissao radio do gas H neutro (nuvens de poeira sao frias e ricas em gas H neutro!): Linha de λ = 21 cm permite estudar propriedades de todas nebulosas de poeira e gas propriedades do MIS 37
38 Linha de 21 cm (Hidrogênio neutro) No átomo de H: movimento orbital do elétron ao redor do núcleo (1 próton) & Movimento rotacional do próton e do elétron ao redor de seus próprios eixos: spin Apenas duas configurações no estado fundamental (n=1): spins paralelos e spins anti-paralelos. estado de maior energia 38
39 Linha de 21 cm do HI HI levemente excitado: assume o estado de spins paralelos - o elétron decai espontanemente para o estado de menor energia (spins anti-paralelos) : Emissão de fóton com λ = 21 cm: E=hc/λ Colisões atômicas são suficientes para elevar a energia do HI para os estado excitado, que corresponde aos spins paralelos. Energia necessaria para produzir essa transiçao: energia termica: kt com T= 100 K 39
40 Processo de emissão de fóton de λ=21 cm por um elétron em órbita ao redor do núcleo de um átomo de hidrogênio. 40
41 Gráfico intensidade vs. freqüência, mostrando a freqüência na qual o fóton é emitido, produzindo a linha de 21cm. Essa emissao em radio: atravessa facilmente o MIS, mesmo regioes com muita poeira e chega até nos 41
42 Nuvens Interestelares Gás ionizado por estrelas quentes: 10 4 K: Regioes HII (nebulosas de emissao) Gás Neutro: Regiões HI: T = 50 a 100 K detectadas pela linha de 21 cm. 42
43 Nuvens Interestelares Em geral: temperatura densidade nuvens frias: até cm -3 nuvens de gás quente: 10 2 cm -3 43
44 Nuvens Moleculares Gigantes Além das regiões HI e HII, existem as nuvens moleculares gigantes: densas e ricas em gas molecular e poeira T ~ 10K; n ~ , 10 6 cm -3 ; M > 10 4 M R ~ 3, pc berçários estelares 1 M ~ g 44
45 Nuvens Moleculares Compostas predominantemente de moléculas dimensões >> que nebulosas de emissão densidades de até m -3 = 10 6 cm -3 Emissão ocorre quando há mudanças no estado rotacional das moléculas. Diferenças de energia são pequenas emissão principalmente de ondas rádio. CO, CN, OH, CH 3, CH 2, CN. 45
46 Moléculas & Poeira Moleculas e poeira: sempre aparecem associadas: Por que? A presença de poeira nas nuvens tem um efeito de preservar as moléculas contra radiação de altas energias, que poderia destruí-las. Poeira também pode agir como catalisadora na formação de moléculas propiciam um local para átomos juntarem-se e dissipar a energia da reação que de outra forma poderia dissociar moleculas recem formadas. 46
47 Observações das Nuvens Moleculares O principal conteúdo destas nuvens: H 2 mas não emite nem absorve radiação rádio (somente no UV menores λs) não fornece informações sobre a estrutura da nuvem. A linha de 21cm só é emitida pelo H atômico e não molecular. Necessario observar outras moléculas (ex.: CO, HCN, NH 3, H 2 O, H 2 CO): mas são milhões a bilhoes de vezes menos abundantes que o H 2. 47
48 Estudo da Nuvens Moleculares atraves dessas moleculas Nuvens moleculares não se encontram isoladas. Formam complexos com dimensões de até ~100 pc Os maiores complexos contêm gás suficiente para formar milhões de estrelas como o Sol. Cerca de 1000 complexos desse tipo são encontrados em nossa Galáxia. 48
49 Formação de Estrelas Vimos no Cap. 11 que estrelas formam-se a partir do colapso gravitacional de nuvens (escuras ou moleculares) Nuvem massiva e fria o bastante para: F G > F P : massa de Jeans Nuvem de: D= a km = 100 pc T= 10 K n= 10 9 parts./m 3 =10 3 parts./cm 3 (gas) gravitacionalmente instavel conteudo de poeira: importante para resfriar o gas à medida que contrai e + tarde para formacao de planetas: mas constitui fraçao desprezivel da M total da nuvem 49
50 À esquerda nuvem interestelar de gás e poeira, chamada Barnard 86. No lado direito aparece o aglomerado estelar jovem NGC
51 Nebulosa Rosette (região H II, estrelas tipo O, B) Sitios com estrelas recem formadas e estrelas jovens Fontes de raios-x (possivelmente estrelas do tipo T Tauri) 51
52 Regiao de M20 (Trifide): mostra 3 estagios da formacao estelar: Nuvem progenitora Fragmentos colapsando Nebulosas de emissao contendo estrelas recem formadas 52
53 Nebulosa Trífide M20, na constelação de Sagitário, a 9000 anos-luz de distância, exemplo de um berçário de estrelas. 53
54 Pilares Gasosos (Nebulosa da Águia) 54
55 55
56 Fragmentos de formacao estelar 56
57 Nebulosa Tarântula (30 Doradus) rico berçário estelar: A. Neb. do Cone, em Monoceros. B. Antares: luz espalhada por grãos de diferentes tamanhos C. CG4 neb. de reflexão D. IC2944 neb. de emissão + Glóbulos de Bok 57
MEIO INTERESTELAR. O espaço interestelar é o local onde estrelas nascem e onde elas retornam quando morrem.
MEIO INTERESTELAR O espaço interestelar é o local onde estrelas nascem e onde elas retornam quando morrem. Rica em gás e poeira e distribuída de modo tênue através das regiões escuras entre as estrelas,
O espaço interestelar é o local onde estrelas nascem e onde partes delas retornam quando morrem.
O espaço interestelar é o local onde estrelas nascem e onde partes delas retornam quando morrem. Meio interestelar: gás e poeira, distribuído de modo extremamente tênue através das regiões escuras entre
Capítulo 14 O MEIO INTERESTELAR
Capítulo 14 O MEIO INTERESTELAR Nós dedicaremos esse capítulo ao estudo do meio entre as estrelas ou meio interestelar, usualmente rico em gás, poeira e outros materiais, sendo um local prolífico para
A Via LácteaMassa da Galáxia
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica A Via LácteaMassa da Galáxia Tibério B. Vale http://astro.if.ufrgs.br Meio Interestelar O meio entre as estrelas não é completamente vazio. Tem gás: principalmente
A Via LácteaMassa da Galáxia
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica A Via LácteaMassa da Galáxia Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br Meio Interestelar O meio entre as estrelas não é completamente vazio. - Tem gás: principalmente
Evoluçao e Estrutura Estelar I (cap. 11)
Evoluçao e Estrutura Estelar I (cap. 11) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 11) Introductory Astronomy & Astrophysics,
Meio interestelar. Roberto Ortiz EACH/USP
Meio interestelar Roberto Ortiz EACH/USP Noções intuitivas A observação do céu noturno a olho nu propicia a detecção de cerca de 6000 estrelas. Diversas regiões parecem estar desprovidas de estrelas. Essas
Via Láctea (I) Vera Jatenco IAG/USP.
Natureza da Galáxia Principais componentes Meio interestelar: nuvens, poeira, extinção, HI Braços espirais Populações Centro da Galáxia: buraco negro Via Láctea (I) Vera Jatenco IAG/USP http://www.astro.iag.usp.br/~carciofi/
Aula 22: Meio interestelar
Aula 22: Meio interestelar Maria de Fátima Oliveira Saraiva, Kepler de Souza Oliveira Filho & Alexei Machado Müller Nebulosa de Órion, uma região de formação estelar visível a olho nu na constelação de
Evoluçao e Estrutura Estelar II (cap. 11)
Evoluçao e Estrutura Estelar II (cap. 11) AGA15 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 11) Introductory Astronomy & Astrophysics,
Prof. Eslley Scatena Blumenau, 07 de Novembro de
Grupo de Astronomia e Laboratório de Investigações Ligadas ao Estudo do Universo Prof. Eslley Scatena Blumenau, 07 de Novembro de 2017. [email protected] http://galileu.blumenau.ufsc.br Gás e Poeira Interestelar
Outras Galaxias (cap. 16 parte I)
Outras Galaxias (cap. 16 parte I) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 15 e 16) Introductory Astronomy & Astrophysics,
Estrelas Variaveis (cap. 13)
Estrelas Variaveis (cap. 13) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Introductory Astronomy & Astrophysics, M. Zeilek, S. A. Gregory & E. v. P. Smith (Cap. 18) Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe,
FSC1057: Introdução à Astrofísica. Estrelas. Rogemar A. Riffel
FSC1057: Introdução à Astrofísica Estrelas Rogemar A. Riffel Propriedades Estrelas são esferas autogravitantes de gás ionizado, cuja fonte de energia é a transformação de elementos através de reações nucleares,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001 Prof. Rogério Riffel 1 Extinção Atmosférica A atmosfera é praticamente
Evidências de formação estelar recente nebulosas de emissão excitadas pela radiação de estrelas jovens e quentes
Evidências de formação estelar recente nebulosas de emissão excitadas pela radiação de estrelas jovens e quentes Formação de estrelas na nossa Galáxia ainda continua existindo Sítios de formação estelar
Evolução Estelar. Profa. Jane Gregorio-Hetem IAG/USP
Evolução Estelar Profa. Jane Gregorio-Hetem IAG/USP Ciclo de vida do Sol colapso colapso colapso nuvem glóbulo protoestrela Sol estável por 10 bilhões de anos anã negra esfriamento anã branca colapso gigante
Fundamentos de Astronomia & Astrofísica. Via-Láctea. Rogério Riffel
Fundamentos de Astronomia & Astrofísica Via-Láctea Rogério Riffel Breve histórico Via Láctea: Caminho esbranquiçado como Leite; Galileo (Sec. XVII): multitude de estrelas; Herschel (XVIII): Sistema achatado
MEIO INTERESTELAR. Walter J. Maciel.
MEIO INTERESTELAR Walter J. Maciel http://www.astro.iag.usp.br/~maciel 1. EXISTE UM MEIO INTERESTELAR? 2. ESTRUTURA DA GALÁXIA 3. A DENSIDADE DO MEIO INTERESTELAR 4. A FAUNA INTERESTELAR 5. LIMITE DE OORT
Introdução à Astronomia AGA 210 Prova 4 03/11/2016
Introdução à Astronomia AGA 210 Prova 4 03/11/2016 Nome: Identificação USP: I- Meio Interestelar (MIS) 1- O tipo mais complexo de molécula encontrado no MIS e o mais comum, são: (0,5) a) Aminoácido, H
Observatórios Virtuais Fundamentos de Astronomia Cap. 14 (C. Oliveira & V.Jatenco-Pereira) Capítulo 14 O MEIO INTERESTELAR
150 Capítulo 14 O MEIO INTERESTELAR Nós dedicaremos esse capítulo ao estudo do meio entre as estrelas ou meio interestelar, usualmente rico em gás, poeira e outros materiais, sendo um local prolífico para
Introdução à Astrofísica. Espectroscopia. Rogemar A. Riffel
Introdução à Astrofísica Espectroscopia Rogemar A. Riffel Radiação de Corpo Negro Corpo negro: corpo que absorve toda a radiação que incide sobre ele, sem refletir nada; - Toda a radiação emitida pelo
Energia certa significa: quando a energia do fóton corresponde à diferença nos níveis de energia entre as duas órbitas permitidas do átomo de H.
ESPECTROSCOPIA II A relação da luz com as linhas espectrais O que acontece se átomos de H forem bombardeados por fótons? R. Existem três possibilidades: 1) a maioria dos fótons passa sem nenhuma interação
A Galáxia. Curso de Extensão Universitária. Introdução à Astronomia e Astrofísica. 19 a 23 de julho de Vera Jatenco - IAG/USP
A Galáxia Curso de Extensão Universitária Introdução à Astronomia e Astrofísica 19 a 23 de julho de 2010 Vera Jatenco - IAG/USP Conteúdo Histórico da Galáxia Distâncias dentro da Galáxia Componentes da
Evolução Estelar I. Prof. Jorge Meléndez Departamento de Astronomia, IAG/USP. AGA 0205 Elementos de Astronomia 2013-B
Evolução Estelar I Prof. Jorge Meléndez Departamento de Astronomia, IAG/USP AGA 0205 Elementos de Astronomia 2013-B O que é uma estrela? É um corpo gasoso no interior do qual ocorrem reações de fusão nuclear
A espectroscopia e as estrelas
Elementos de Astronomia A espectroscopia e as estrelas Rogemar A. Riffel Radiação de Corpo Negro Corpo negro: corpo que absorve toda a radiação que incide sobre ele, sem refletir nada; -Toda a radiação
Via Láctea (I) Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP.
Meio interestelar: nuvens, poeira, extinção, HI Natureza da Galáxia Principais componentes Braços espirais Populações estelares Centro da Galáxia: buraco negro Via Láctea (I) Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. FIS FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA 3.a PROVA /1
Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2001 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA 3.a PROVA - 2007/1 NOME: 1. A figura abaixo é uma representação artística da Via Láctea, como apareceria vista
Lista Deduza a relação m = M 2.5 log 10 F 10, ), onde M é a magnitude absoluta do Sol, e F 10, o fluxo da radiação solar em 10 pc de distância.
Introdução à Física Estelar - 2016.3 Lista 1 1. Sirius se encontra a 2.64 parsecs da Terra. (a) Determine o módulo de distância de Sirius. (b) Na verdade, Sirius é uma estrela dupla, cuja componente mais
Outras Galaxias (cap. 16 parte II)
Outras Galaxias (cap. 16 parte II) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 15 e 16) Introductory Astronomy & Astrophysics,
Imagens de galáxias estrelas. estrela. Algumas são espirais como a nossa Galáxia e Andrômeda, outras não.
estrela Imagens de galáxias estrelas imagens das galáxias são mais difusas Algumas são espirais como a nossa Galáxia e Andrômeda, outras não. Aglomerado de Coma ( 100 Mpc de distância da Terra) MORFOLOGIA:
O que vamos estudar? O que é a Via Láctea? Sua estrutura Suas componentes
A Via Láctea O que vamos estudar? O que é a Via Láctea? Sua estrutura Suas componentes A Via-Láctea Hoje sabemos que é a galáxia onde vivemos - Há 100 anos não sabíamos disso! - Difícil estudar estando
Tópicos Especiais em Física. Vídeo-aula 5: astrofísica estelar 09/07/2011
Tópicos Especiais em Física Vídeo-aula 5: astrofísica estelar 09/07/2011 Propriedades fundamentais das estrelas Formação estelar Evolução estelar Estágios finais das estrelas Estrelas: o que são? Enormes
HISTÓRIA. presença no céu de objetos difusos. nebulosas + nebulosas espirais. Kant (~1755) : nebulosas espirais = nossa galáxia UNIVERSOS ILHA
HISTÓRIA Século XVIII presença no céu de objetos difusos nebulosas + nebulosas espirais Kant (~1755) : nebulosas espirais = nossa galáxia UNIVERSOS ILHA Distância desconhecida : não era possível verificar
A nossa Galáxia parte II
A nossa Galáxia parte II UM MODELO BÁSICO PARA A FORMAÇÃO DA GALÁXIA (a) Nuvens da gás colapsam pela influência de sua própria gravidade e começam a formar estrelas as primeiras estrelas e aglomerados
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Via Láctea. Prof. Tibério B. Vale
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Via Láctea Prof. Tibério B. Vale Breve histórico Via Láctea: Caminho esbranquiçado como Leite; Galileo (Sec. XVII):
A nossa e outras galáxias
A nossa e outras galáxias Em 1609: Galileu vê que a Via-Láctea é formada por estrelas. 13 bilhões de anos Centenas de bilhões de estrelas Sol no Braço de òrion a meia distância do centro Centro galático
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica. Estrelas. Rogério Riffel.
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Estrelas Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br Propriedades Estrelas são esferas autogravitantes de gás ionizado, cuja fonte de energia é a transmutação de elementos
Programa. Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC SFI 5800 Espectroscopia Física SCM5770 - Caracterização de Materiais por Técnicas de Espectroscopia Programa Prof. Dr. José Pedro Donoso
ESTRELAS. Distâncias e Magnitudes
ESTRELAS Distâncias e Magnitudes Tendo estudado de que forma as estrelas emitem sua radiação, e em seguida descrito algumas das características de uma estrela que nos é bem conhecida - o Sol - vamos agora
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2010 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA A 2.a PROVA 2012/1 - TURMA C - Profa. Maria de Fátima Saraiva
EVOLUÇÃO ESTELAR I. Estrelas de baixa massa 0,25 M M 2,5 M
EVOLUÇÃO ESTELAR I Estrelas de baixa massa 0,25 M M 2,5 M Maior parte da vida das estrelas sequência principal (SP) Característica da fase de sequência principal : 1) Fusão do H transformando-se em He
A VIA-LÁCTEA PARTE I. a nossa Galáxia
A VIA-LÁCTEA PARTE I a nossa Galáxia Definição: Uma galáxia é um conjunto de matéria estelar e interestelar - estrelas, gás, poeira, estrelas de nêutrons, buracos negros isolado no espaço e mantido junto
Universidade da Madeira. Grupo de Astronomia. Nós s e o Universo. (c) 2009/2014 Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira
Nós s e o Universo 1 (c) 2009/2014 da Universidade da Madeira A Terra, a Lua e o Sol 2 Sol Terra http://umbra.nascom.nasa.gov/sdac.html http://www.msss.com/earth/earth.html 700 000 Km 6 370 Km 3 O raio
Nossa Galaxia (cap. 15)
Nossa Galaxia (cap. 15) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Cap. 14) Introductory Astronomy & Astrophysics, M. Zeilek, S. A.
EVOLUÇÃO ESTELAR I. Estrelas de baixa massa 0,25 M M 2,5 M. Estrelas de massa intermediária 2,5 M < M 12 M
EVOLUÇÃO ESTELAR I Estrelas de baixa massa 0,25 M M 2,5 M Estrelas de massa intermediária 2,5 M < M 12 M Maior parte da vida das estrelas sequência principal (SP) Característica da fase de sequência principal
Galáxias: Via Láctea. 1a parte: propriedades gerais. Sandra dos Anjos IAGUSP. Histórico: Modelos da Galáxia
Galáxias: Via Láctea 1a parte: propriedades gerais Histórico: Modelos da Galáxia Estrutura, Forma e Dimensões da Via-Láctea - Bojo, Disco, Halo e Barra - A Região Central Sandra dos Anjos IAGUSP www.astro.iag.usp.br/aga210/
Galáxias
Galáxias http://astro.if.ufrgs.br/galax/index.htm Maria de Fátima Oliveira Saraiva Departamento de Astronomia - IF-UFRGS Via Láctea A Via Láctea não é mais do que um conjunto de inúmeras estrelas distribuídas
A Atmosfera Terrestre: Parte 1
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia FIP10104 - Técnicas Observacionais e Instrumentais A Atmosfera Terrestre: Parte 1 Rogério Riffel Porto Alegre, 24
Distribuiçao de Energia e Linhas Espectrais (Cap. 5)
Distribuiçao de Energia e Linhas Espectrais (Cap. 5) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Cap. 8) Introductory Astronomy & Astrophysics,
Galáxias
Galáxias http://astro.if.ufgrs.br/galax/index.htm Maria de Fátima Oliveira Saraiva Departamento de Astronomia - IF-UFRGS Galáxias visíveis a olho nu Nuvens de Magalhães Via Láctea Andrômeda O que é uma
Estrelas Variáveis e Aglomerados de Estrelas
Estrelas Variáveis e Aglomerados de Estrelas - Estrelas Variáveis: relação período-luminosidade (R-PL) - Aglomerados Abertos e Globulares: Idades Diagrama H-R e Diagrama cor-magnitude Sandra dos Anjos
Estrutura do Universo em Grande Escala (cap. 17)
Estrutura do Universo em Grande Escala (cap. 17) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 15) Introductory Astronomy & Astrophysics,
Nossa Estrela: O Sol. Adriana Válio Roque da Silva. Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica Mackenzie Universidade Presbiteriana Mackenzie
Nossa Estrela: O Sol Adriana Válio Roque da Silva Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica Mackenzie Universidade Presbiteriana Mackenzie O Sol Parâmetros físicos do sol Estrutura solar Evolução solar
RADIAÇÃO INFORMAÇÃO DO COSMOS COMO SE EXTRAI A INFORMAÇÃO VINDA DA LUZ EMITIDA POR OBJETOS ASTRONOMICOS
RADIAÇÃO INFORMAÇÃO DO COSMOS COMO SE EXTRAI A INFORMAÇÃO VINDA DA LUZ EMITIDA POR OBJETOS ASTRONOMICOS INFORMAÇÕES QUE SE DISPÕE SOBRE O UNIVERSO: ANÁLISE DIRETA: meteoritos que caem na Terra, amostras
Sistemas Binários (cap. 9)
Sistemas Binários (cap. 9) AGA215 Elisabete M. de Gouveia Dal Pino Astronomy: A Beginner s Guide to the Universe, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 12) Introductory Astronomy & Astrophysics, M. Zeilek,
O universo das Galáxias. Hugo Vicente Capelato Divisão de Astrofísica Inpe
O universo das Galáxias Hugo Vicente Capelato Divisão de Astrofísica Inpe Uma galáxia chamada Via Láctea (A Galáxia!) Qual é a natureza da Via Láctea??? Antiguidade Grega: Galaxias Kyklos = circulo
Capítulo 10 ESTRELAS: CLASSIFICAÇÃO ESPECTRAL
112 Capítulo 10 ESTRELAS: CLASSIFICAÇÃO ESPECTRAL Características Observacionais Cor e Temperatura Classificação Espectral Seqüência de tipos espectrais O Diagrama H-R A Seqüência Principal Populações
Enxames de estrelas Nebulosas e Galáxias
6 Enxames de estrelas Nebulosas e Galáxias 1 Nebulosas de Emissão A luz que incide na nuvem (em geral raios uv) é absorvida e depois emitida na forma de luz visível (em geral vermelha) A nebulosa da Lagoa
Alex C. Carciofi. Aula 8. A Escada Cósmica: escalas de distância em astronomia
Alex C. Carciofi Aula 8 A Escada Cósmica: escalas de distância em astronomia Revisão Propriedades Fundamentais de uma Estrela: determinação Temperatura: - cores ou tipo espectral Composição química - Análise
Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica ESTRELAS AULA 1. Flavio D Amico estas aulas são de autoria de Hugo Vicente Capelato
Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica ESTRELAS AULA 1 Flavio D Amico [email protected] estas aulas são de autoria de Hugo Vicente Capelato A Constelação de Orion e as 3 Marias super Betelgeuse:
qi; ff (baixa/alta) densidade é observado na frente da fonte emissora de radiação
AGA215 - LISTAS AULAS 7 E I (29108i18) - ESPECTROSCOPIA I C II Entregar dia (12109/18) VERDADEIRO OU FALSO (1 pontos) 1. (!) Luz, rádio, ultravioleta e raios gama são tipos de radiação eletromagnética.
Estrelas J O NAT HAN T. QUARTUCCIO I N S T I T U T O D E P E S Q U I S A S C I E N T Í F I C A S A S T R O L A B
Estrelas J O NAT HAN T. QUARTUCCIO I N S T I T U T O D E P E S Q U I S A S C I E N T Í F I C A S A S T R O L A B Em uma noite escura, em um lugar afastado da poluição luminosa, olhamos para o céu e vemos
Estrelas (III) Sandra dos Anjos IAG/USP. Relação Massa-Luminosidade Tempo de Vida de uma Estrela Etapas da Formação de ProtoEstrelas
Estrelas (III) Relação Massa-Luminosidade Tempo de Vida de uma Estrela Etapas da Formação de ProtoEstrelas Sandra dos Anjos IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga210/ Agradecimentos: Prof. Gastão B. Lima Neto
04 Regiões de fotodissociação. Prof. Dr. Sergio Pilling Aluno: Will Robson Monteiro Rocha
Física e a Química do Meio Interestelar Mestrado e Doutorado em Física e Astronomia Livro texto: Physics and chemistry of the interestellar medium A. G. G. M. Tielens (2004) Prof. Dr. Sergio Pilling Aluno:
Capítulo 13 ESTRELAS VARIÁVEIS
Capítulo 13 ESTRELAS VARIÁVEIS Este capítulo é dedicado ao estudo das estrelas variáveis, cuja luminosidade varia com o tempo por meio de uma relação bem definida. Estas estrelas encontram-se em uma região
Capítulo 5 Distribuição de Energia e Linhas Espectrais
Capítulo 5 Distribuição de Energia e Linhas Espectrais As transições atômicas individuais (das quais falaremos mais adiante) são responsáveis pela produção de linhas espectrais. O alargamento das linhas
Astrofísica Geral. Tema 16: Forma da Via Láctea
a da Via Láctea Outline 1 Forma e dimensões 2 Componentes da Galáxia 3 Anatomia da Galáxia 4 Bibliografia 2 / 38 Índice 1 Forma e dimensões 2 Componentes da Galáxia 3 Anatomia da Galáxia 4 Bibliografia
As propriedades físicas das estrelas: Distância Luminosidade Tamanho Massa. Estrelas são classificadas segundo sua:
As propriedades físicas das estrelas: Distância Luminosidade Tamanho Massa Estrelas são classificadas segundo sua: Cor Temperatura superficial Características espectrais Distâncias dentro do sistema solar
Capítulo 15 A GALÁXIA
Capítulo 15 A GALÁXIA Este capítulo será dedicado ao estudo da Via Láctea, nossa galáxia. Serão apresentadas suas propriedades e sua estrutura, bem como os mecanismos propostos para explicar sua formação.
Introdução. Carlos Alexandre Wuensche Processos Radiativos I
Introdução Carlos Alexandre Wuensche Processos Radiativos I 1 1 GERAÇÃO E EMISSÃO DE ENERGIA NAS ESTRELAS CONSIDERAÇÕES DE CARÁTER GERAL: ENERGIA E COMPOSIÇÃO ESPECTRAL determinadas a partir do estudo
Absorção de Radiação por Gases na Atmosfera. Radiação I Primeiro semestre 2016
Absorção de Radiação por Gases na Atmosfera Radiação I Primeiro semestre 2016 Constituintes gasosos da atmosfera N 2 ~ 78% O 2 ~ 21% ~ 99% da atmosfera seca vapor d água (0 a 4%) Argônio, CO 2, O 3, CH
