<CABBCABCCBBACADADAADAACDBBACBCCBCBAAA DDADAAAD> A C Ó R D Ã O
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- Roberto Avelar Azambuja
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1 <CABBCABCCBBACADADAADAACDBBACBCCBCBAAA DDADAAAD> EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS ADVOGADO LEVANTAMENTO DE ALVARÁ APROPRIAÇÃO INDÉBITA DOS VALORES DE SEU CLIENTE DANOS MORAIS QUANTUM INDENIZATÓRIO FIXAÇÃO EM QUANTIA AQUÉM E DESPROPORCIONAL EM RELAÇÃO À CONDUTA DO RÉU E AOS DANOS CAUSADOS À AUTORA MAJORAÇÃO CABIMENTO. A indenização a título de danos morais deve ser fixada segundo critérios de razoabilidade e proporcionalidade e com a observância das circunstâncias peculiares do caso. Cabível a majoração da indenização, porquanto arbitrada em valor baixo e inapto a surtir os efeitos esperados, quais sejam, reparar os prejuízos suportados pela autora e, principalmente, inibir novas e similares condutas por parte do requerido. APELAÇÃO CÍVEL Nº /001 - COMARCA DE BELO HORIZONTE - APELANTE(S): ÂNGELA MARIA DE SOUZA - APELADO(A)(S): MÁRCIO JOAQUIM DOS SANTOS A C Ó R D Ã O Vistos etc., acorda, em Turma, a 18ª CÂMARA CÍVEL do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, na conformidade da ata dos julgamentos em DAR PROVIMENTO AO RECURSO. DES. ARNALDO MACIEL RELATOR. Fl. 1/5
2 DES. ARNALDO MACIEL (RELATOR) V O T O Trata-se de recurso de apelação interposto por ÂNGELA MARIA DE SOUZA contra a sentença de fls. 44/46 proferida pelo MM. Juiz Geraldo David Camargo, que julgou procedentes os pedidos formulados na Ação de Cobrança c/c Indenização por Danos Morais ajuizada em face de MÁRCIO JOAQUIM DOS SANTOS, para condenar o réu a devolver à autora o valor de R$2.612,00, corrigido monetariamente desde o saque do alvará e acrescido de juros de mora de 12% ao ano desde a citação, além de ter condenado o requerido a pagar R$2.500,00 a título de danos morais, estes acrescidos de juros de 12% ao ano e de correção monetária, ambos desde a publicação da sentença, bem como a arcar com os honorários do advogado da requerente, estes fixados em 15% sobre a condenação. Nas razões recursais de fls. 47/52, aduz a apelante que a indenização estabelecida na Instância a quo seria muito pequena se comparada à dimensão dos danos por ela suportados, à lesividade e reprovabilidade da conduta do réu, o que justificaria a majoração do quantum para patamar capaz de compensar os danos sofridos. Ausente o preparo recursal, por estar a apelante litigando sob o pálio da assistência judiciária e tendo o recurso sido recebido às fls. 53. Não houve intimação do apelado para a apresentação de contrarrazões, uma vez que ele é revel. Presentes os pressupostos de admissibilidade, conheço do recurso e passo à sua análise. Do mérito Pretende a apelante a majoração da indenização por danos morais estabelecida, na Instância a quo, no patamar de R$2.500,00, Fl. 2/5
3 argumentando que tal quantia seria desproporcional à dimensão dos danos por ela vivenciados e à ilicitude da conduta do apelado. Não se discute que a quantificação da indenização por dano moral, dada a inexistência critérios fixos e determinados, é invariavelmente uma tarefa bastante delicada e que, por tal razão, reclama sempre o prudente arbítrio do Julgador, que, em tal tarefa, deve sempre observar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, bem como as circunstâncias peculiares do caso posto em análise, nunca perdendo de vista tal indenização é voltada tanto para a vítima, situação em que sua função é compensá-la, como também para o agente, neste caso com a função de puni-lo e alertá-lo para o ilícito praticado. Tendo por base dos parâmetros acima e as particularidades do caso posto em análise, sou forçado a admitir que a quantia estabelecida pelo digno Julgador sentenciante, além de estar aquém dos valores normalmente adotados por este Eg. Tribunal em situações semelhantes, realmente não conseguirá atender aos objetivos do instituto do dano moral. É que, em primeiro lugar, referida quantia mostra-se insuficiente para garantir uma satisfatória compensação para o sofrimento moral experimentado pela apelante, sobretudo se considerado a relação de confiança estabelecida entre ela e o réu, o qual atuou como seu patrono em outra demanda na qual a então empresa ré foi condenada a pagar-lhe R$6.390,47, tendo o seu advogado inicialmente se apropriado indebitamente de todo o valor e, após ela muito insistir e solicitar que ele lhe pagasse, restituído somente uma parte da quantia. Em segundo lugar, não se pode fechar os olhos para o fato de que o quantum fixado em 1 o Grau também não terá o condão de constituir efetiva punição para a conduta do apelado e nem força para inibi-lo na reiteração do ato, revelando-se esta última função de suma importância na hipótese, já que o advogado é profissional essencial para a administração da justiça e, como tal, deve ser pessoa idônea e agir em conformidade com a moral e a ética. Sopesando-se todas as considerações acima feitas, há que se reconhecer o cabimento e a necessidade da majoração da indenização arbitrada pelo Magistrado de 1º Grau, acreditando este Relator que o mais justo e razoável é a fixação da referida indenização no importe de R$5.000,00 (cinco mil reais), por ser o que mais se amolda às especificidades do caso concreto e à censurabilidade do ato praticado pelo apelado, além de estar em consonância com os valores normalmente praticados por este Eg. Tribunal. Fl. 3/5
4 Neste sentido é a jurisprudência desta Corte: EMENTA: INDENIZAÇÃO - ACIDENTE NO INTERIOR DO COLETIVO - DANOS MORAIS - PEDIDO DE MAJORAÇÃO. 1. Na fixação do quantum indenizatório, segundo a melhor doutrina e reiterada jurisprudência, compete ao julgador, levar em consideração sua gravidade objetiva, a personalidade da vítima, considerando-se sua situação sócio-econômico-financeira, sua reputação, a gravidade da falta e as condições do autor do ilícito. 2. Em se tratando de indenização por dano moral, o termo inicial dos juros e da correção monetária é a data em que o valor da indenização foi fixado. (Apelação Cível /001, Relator(a): Des.(a) Mota e Silva, 18ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 10/12/2013, publicação da súmula em 12/12/2013) APELAÇÃO CÍVEL - INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS - PROTESTO - MANUTENÇÃO INDEVIDA - QUANTUM INDENIZATÓRIO - MAJORAÇÃO - PRUDÊNCIA E MODERAÇÃO - OBSERVÂNCIA NECESSÁRIA. No arbitramento do valor da indenização por dano moral devem ser levados em consideração a reprovabilidade da conduta ilícita e a gravidade do dano impingido, de acordo com os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, cuidando-se para que ele não propicie o enriquecimento imotivado do recebedor, bem como não seja irrisório a ponto de se afastar do caráter pedagógico inerente à medida. Restando evidenciado que o valor da indenização fixado no primeiro grau mostra-se, de fato, acanhado, a ponto de não alcançar os objetivos inerentes à condenação, justifica-se a reforma da sentença para majorá-lo, observando-se, neste contexto, a necessária moderação. (Apelação Cível /001, Relator(a): Des.(a) Luciano Pinto, 17ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 21/10/2010, publicação da súmula em 12/11/2010) EMENTA: INDENIZAÇÃO - COBRANÇA ANTECIPADA DE PARCELA - DANOS MORAIS - QUANTUM INDENIZATÓRIO - CRITÉRIOS DE FIXAÇÃO - HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS - VALOR IRRISÓRIO - MAJORAÇÃO - POSSIBILIDADE - JUROS DE MORA - TERMO INICIAL. - Para o arbitramento do quantum indenizatório deve-se levar em consideração a gravidade da lesão, a condição pessoal do ofendido e do ofensor, bem como as demais circunstâncias do caso. - Sendo os honorários advocatícios fixados em valor irrisório o mesmo deverá ser elevado, por não recompensar satisfatoriamente os serviços prestados pelo causídico, mormente diante das disposições constantes do art. 20, 4º do CPC. - No caso de responsabilidade contratual, a indenização por danos morais sofre incidência de juros de mora a partir da citação. (Apelação Cível Fl. 4/5
5 /001, Relator(a): Des.(a) Domingos Coelho, 12ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 22/01/2014, publicação da súmula em 31/01/2014) Ante todo o exposto, DOU PROVIMENTO ao recurso e reformo a sentença primeva, mas apenas no que concerne ao quantum indenizatório, para majorá-lo para o importe de R$5.000,00 (cinco mil e reais), acrescido de correção monetária e juros de mora, ambos a partir desta decisão, ficando mantida quanto ao mais a respeitável decisão hostilizada. Custas recursais pelo apelado. DES. JOÃO CANCIO (REVISOR) - De acordo com o(a) Relator(a). DES. OCTAVIO AUGUSTO DE NIGRIS BOCCALINI - De acordo com o(a) Relator(a). SÚMULA: "DERAM PROVIMENTO AO RECURSO" Fl. 5/5
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
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Número do 1.0433.14.031382-9/001 Númeração 0313829- Relator: Des.(a) Antônio Bispo Relator do Acordão: Des.(a) Antônio Bispo Data do Julgamento: 26/01/2017 Data da Publicação: 03/02/2017 EMENTA: APELAÇÃO
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Número do 1.0024.13.024213-4/001 Númeração 0242134- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Jair Varão Des.(a) Jair Varão 20/02/2014 14/03/2014 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Número do 1.0521.11.004567-6/001 Númeração 0045676- Relator: Des.(a) Maurílio Gabriel Relator do Acordão: Des.(a) Maurílio Gabriel Data do Julgamento: 26/01/2017 Data da Publicação: 03/02/2017 EMENTA:
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Número do 1.0024.11.276356-0/001 Númeração 2763560- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Rogério Coutinho Des.(a) Rogério Coutinho 20/11/2014 01/12/2014 EMENTA:
Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Câmara Cível A C Ó R D Ã O
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CLEVERSON AUGUSTO FLORES BRUM. Vistos, relatados e discutidos os autos.
APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA PELO RITO ORDINÁRIO. SEGURO OBRIGATÓRIO. DPVAT. Não há que se falar em necessidade de ser realizada pelo Instituto Médico Legal, porquanto o laudo médico juntado aos autos
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APELAÇÃO CÍVEL Nº 1.401.899-0, DA 9ª VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA. APELANTE: CONDOMÍNIO RESIDENCIAL SCHOENSTATT. APELADO: LUIZ ADRIANO DE VEIGA BOABAID. RELATOR:
ACÓRDÃO. São Paulo, 19 de janeiro de Elói Estevão Troly Relator Assinatura Eletrônica
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PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
fls. 369 ACÓRDÃO Registro: 2018.0000347708 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1013126-04.2016.8.26.0564, da Comarca de São Bernardo do Campo, em que é apelante xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx,
Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS. 2ª Turma Cível. Órgão
Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Órgão 2ª Turma Cível Processo N. APELAÇÃO 0713463-03.2017.8.07.0001 APELANTE(S) UBIRATAN JOSE DOS SANTOS APELADO(S) SEGURADORA
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DESCONSTITUIÇÃO DE TÍTULO DE CRÉDITO. INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. DUPLICATAS. MERCADORIAS NÃO ENTREGUES. AUSÊNCIA DE AGIR ILÍCITO OU DE MÁ-FÉ DA EMPRESA DE FACTORING. VALOR INDENIZATÓRIO
Vistos lauda 1
fls. 1 SENTENÇA Processo Físico nº: 0003214-82.2013.8.26.0506 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Indenização por Dano Moral Requerente: Ana Laudelina Lino dos Reis Requerido: Cebrac Consultoria
SEGUNDA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 8785/2004 CLASSE II COMARCA DE SINOP APELANTE: BRASIL TELECOM S. A.
APELANTE: BRASIL TELECOM S. A. APELADO: STELA MARIS SCHUTZ Número do Protocolo : 8785/2004 Data de Julgamento : 29-6-2004 EMENTA APELAÇÃO CÍVEL DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO TELEFÔNICO COMBINADA
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fls. 2 Registro: 2016.0000901596 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0001438-05.2014.8.26.0541, da Comarca de Santa Fé do Sul, em que é apelante EXPRESSO ITAMARATI S/A, é
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EMENTA: CONSÓRCIO - DEVOLUÇÃO DE PARCELAS PAGAS - CORREÇÃO MONETÁRIA - JUROS - TERMO INICIAL. - O Consorciado desistente tem o direito de obter a devolução do que pagou, devidamente corrigido, nos termos
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fls. 1 Registro: 2013.0000391885 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0044416-60.2011.8.26.0554, da Comarca, em que é apelante INSTITUTO POLIGONO DE ENSINO S/S LTDA, é apelado
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BANCO BRADESCARD S A EDSON CARDOSO DO CARMO A C Ó R D Ã O
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Registro: 2017.0000658746 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1095575-53.2016.8.26.0100, da Comarca de, em que é apelante ELBRUS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, é apelado
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