Aulas 6: Energia e Desenvolvimento
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- Júlio Angelim Canedo
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1 PEA 3110 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 6 Energia e Desenvolvimento slide 1 / 41
2 Tópicos a serem discutidos: 1. Impacto no desenvolvimento das escolhas energéticas 2. Desenvolvimento possui vários enfoques: econômico, social e ambiental 3. Resposta à pergunta: É possível desacoplar crescimento econômico do consumo de energia Evidências: Histórica Comparações entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento 4. Indicadores de desenvolvimento slide 2 / 41
3 EVOLUÇÃO DA INTENSIDADE ENERGÉTICA slide 3 / 41
4 Indicadores para medida de desempenho de economias nacionais Produto interno bruto (PIB) equivale à soma do produto da quantidade de cada bem e de cada serviço pelos seus respectivos valores em um país ou região no período de 1 ano. Mede o desempenho da economia em relação aos bens e serviços produzidos no país quer os fatores de produção sejam de propriedade dos cidadãos nacionais, que sejam de propriedade dos estrangeiros. Produto nacional bruto (PNB) é semelhante ao PIB, só que computa a produção de empresas nacionais no exterior e desconta a produção das estrangeiras no território nacional. slide 4 / 41
5 Outros indicadores: PIB per capita representa quanto cada habitante residente produziu e consumiu em uma dada região e ano. Poder de paridade de compra (PPC) representa quanto da moeda de um dado país é necessária para comprar localmente o que se compraria em um país de referência nesse mesmo período. O indexador mais comum é o poder de compra de um dolar nos Estados Unidos. slide 5 / 41
6 slide 6 / 41
7 Valores do PIB nominal maiores e 20 menores slide 7 / 41
8 Valores do PIB PPC maiores e 20 menores slide 8 / 41
9 Valores do PIB nominal per capita maiores, 20 menores e Brasil slide 9 / 41
10 Valores do PIB PPC per capita maiores, 20 menores e Brasil slide 10 / 41
11 Quando se pretende comparar os padrões de vida em diferentes países, utiliza-se o PNB per capita, que resulta da divisão, em um determinado ano, do PNB, pela população de um país. O PNB per capita até 2013, apresentado como indicador de desenvolvimento pelo Banco Mundial, foi dividido em três grupos Categoria de Renda PNB per capita (2013) US$ Países e regiões Subdivisão em classes de renda Baixa Até 1541 Quase toda a África Saariana ou Subsaariana, India, Pasquistão, Nicarágua, Haiti, Afeganistão Média-baixa Casaquistão, Turquia, Romênia, Tailândia, Argélia, Egito, Marrocos, Paraguai, Peru Média-alta Russia, China, Brasil, México, Colômbia, Chile, Argentina, Uruguai, África do Sul, Líbia, Polônia, Hungria, Malásia, Filipinas Alta ou mais EUA, Canadá, Europa Ocidental, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coréia do Sul. slide 11 / 41
12 Disparidades na distribuição de renda Fonte: slide 12 / 41
13 Distribuição da população em 2000 (área=100% ou cerca de 6 bilhões de pessoas) em função da renda no mundo slide 13 / 41
14 Distribuição de renda pela população de diferentes países em 2000 slide 14 / 41
15 Indicadores sociais como medida do desenvolvimento Mortalidade infantil Expectativa de vida Taxa de fertilidade Analfabetismo slide 15 / 41
16 Indicadores sociais para vários países Mortalidade infantil slide 16 / 41
17 Expectativa de vida slide 17 / 41
18 Indicadores sociais para vários países Taxa de fertilidade slide 18 / 41
19 Analfabetismo slide 19 / 41
20 IDH = Inventado para corrigir alguns dos defeitos do uso da renda per capita como uma medida do desenvolvimento slide 20 / 41
21 (IDH) - slide 21 / 41 21
22 IDH (2012) slide 22 / 41
23 IDH x PIB PPC per capita Ranking pelo IDH (2012) IDH PIB per capita (PPC US$) 1 Noruegua 0, EUA 0, Japão 0, Coréia do Sul 0, Chile 0, Rússia 0, México 0, Brasil 0, China 0, África do Sul 0, Índia 0, Nigéria 0, Ruanda 0, Mali 0, Niger 0, Renda per Capita e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) slide 23 / 41
24 Evolução Temporal do IDH por Região slide 24 / 41
25 Relação entre energia e desenvolvimento slide 25 / 41
26 Vários países slide 26 / 41
27 IDH em função do consumo de eletricidade (direta e indireta) per capita, por país, não - OCDE slide 27 / 41
28 Definições: Energia direta É a energia sobre a qual uma pessoa tem controle direto, tal como dirigir um automóvel, ou ligar um aparelho na eletricidade Energia indireta É aquela incoporrada nos produtos utilizados e sobre o qual a pessoa não tem controle direto na quantidade consumida, como um sorvete ou uma lata de alumínio Energia comercial energia resultante de transações comerciais derivados de petróleo, eletricidade Energia não comercial energia primária: biomassa não comercializada ( gravetos, folhas secas, galhos, etc) slide 28 / 41
29 Mais um pouco sobre intensidade energética... Intensidade energética: Energia e produto econômico Definição: a razão entre o consumo de energia (E) e o produto econômico (P) da economia I=E/P, que pode ser expressa para um dado ano de referencia, por exemplo, em toneladas equivalentes de petróleo (tep) de energia total primária por dolares norte americanos de PIB ( ou PNB). Série temporais de longo prazo têm mostrado que a intensidade energética muda com o tempo refletindo: Efeitos combinados de alterações na estrutura do produto econômico (incluido PIB) Combinação nas fontes de geração de energia Mudança na estrutura do consumo e na eficiência do uso final de energia slide 29 / 41
30 INTENSIDADE ENERGÉTICA ( ) slide 30 / 41
31 Fatores que determinam a evolução da intensidade energética Desmaterialização: usar menos material para o mesmo objetivo final Intensidade do uso do combustível: mede a quantidade de energia necessária para fabricar um dado produto Reciclagem: amplia o conceito de desmaterialização Ex: EUA a participação dos materiais básicos no PNB diminuiu quase 30% desde slide 31 / 41
32 Energia gasta na reciclagem de materiais (tep/kg) vidro aço plástico alumínio A partir da matéria prima Materiais reciclados 6, , A reciclagem pode ser impulsionada com leis que a tornem obrigatória slide 32 / 41
33 Exemplo de utilização da desmaterialização e redução da intensidade do uso de combustível Redução da emissões de carbono e de outros poluentes associados com a queima de combustível fóssil considerando as quatro variáveis: Emissões de carbono (C) Consumo de Energia (E) Atividade econômica medida pelo PIB População (P) Onde: E/PIB intensidade energética C/E índice de carbonização da economia ( medido usualmente em ton de carbono por TEP) PIB/P renda per capita slide 33 / 41
34 Tendências Uma análise das tendências do passado mostram que: 1- a descarbonização da economia está diminuindo a uma taxa de 0,3% ao ano 2- a intensidade energética da economia mundial está diminuindo na razão de 2% ao ano 3- O PIB está aumentando na razão de 3,2% ao ano 4- a população está aumentando a uma taxa de 2% ao ano 5- PIB/capita está aumentando de 1,2 % ao ano Assim, as emissões de carbono estão aumentando a 0,9% ao ano slide 34 / 41
35 PROJEÇÕES DO CONSUMO DE ENERGIA slide 35 / 41
36 O crescimento previsto do consumo de energia deu origem à construção de cenários energéticos Cenários energéticos: são construídos para prever a combinação de diversas fontes de energia nas próximas décadas, algumas com ênfase especial no uso de novas tecnologias. slide 36 / 41
37 Tipos de cenários Exemplo de cenário construído pela Agência Internacional de Energia Cenário de referência: considera as tendências populacionais, de renda e de preços de energia correntes, bem como as políticas energéticas atuais. Cenário alternativo: considera a adoção pelos Governos de políticas de mitigação de CO2 e de segurança energética, avanços tecnológicos, e eficiência na produção e uso da energia. slide 37 / 41
38 O MODELO DE DESENVOLVIMENTO VIGENTE Ênfase no crescimento econômico Modelo concentrador de produção de energia e baseado na oferta Exploração desenfreada dos recursos naturais Uso de tecnologias de larga escala Consumo desenfreado slide 38 / 41
39 Disparidades Norte - Sul Qual tem sido a tendência do modelo de desenvolvimento vigente? - infra-estrutura em declínio nos países pobres bilhão de pessoas sem acesso a energia elétrica Atualmente (2010). - 2,8 bilhões dependem de biomassa tradicional para aquecimento e calor (2010). - O suprimento per capita de água potável está em declínio: 900 milhões de pessoas sem acesso a água potável. Global Tracking Framework e World Energy Insight 2013 ( slide 39 / 41
40 CONSEQUÊNCIAS DO MODELO DE DESENVOLVIMENTO VIGENTE Grandes desastres ecológicos Disparidades sociais e econômicas Guerras localizadas Violência urbana Marginalização de regiões e indivíduos slide 40 / 41
41 Por muito tempo, a economia global enxergou o planeta como uma fonte infinita de recursos, ou seja, como um subsistema dessa economia. Economia Rejeitos Recursos naturais Ecossistema 4 1 PEA3110 Aulas Adaptado 6: Energia de e Desenvolvimento Daly & Farley slide 41 / 41
42 Funções fonte Início da teoria econômica: Mundo Vazio. Energi a solar Energia Matéria Subsistema econômico (em expansão) Energia Matéria Funções sorvedouro Serviços da economia Matéria em reciclagem Bem estar humano Serviços do ecossistema Adaptado de Daly & Farley slide 42 / 41 Calor rejeitado
43 Hoje, a economia mundial cresceu, e o mundo não tem mais tanto espaço: Mundo cheio Energi a solar Subsistema econômico Energia (em expansão) Energia Matéria Matéria Serviços da economia Bem estar humano Serviços do ecossistema Adaptado de Daly & Farley Matéria em reciclagem slide 43 / 41 Calor rejeitado
44 De quanto precisamos? Para nos abrigar? Para nos alimentar? Para nos locomover? Para produzir? 4 4 slide 44 / 41
45 NECESSIDADE DE UM NOVO PARADIGMA Dimensões Políticas Econômicas Sociais Tecnológicas Ambientais DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Desenvolvimento que satisfaz as necessidades das gerações presentes sem afetar a capacidade das gerações futuras de também satisfazerem suas próprias necessidades. slide 45 / 41
46 Desenvolvimento Sustentável Ambiental Social Econômica slide 46 / 41
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