Combustíveis Marítimos Informações Técnicas
|
|
|
- Francisco Ávila Azeredo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Informações Técnicas
2 1. Definição e composição 3 2. Principais aplicações 3 3. Tipos de Óleos Combustíveis 3 4. Requisitos de qualidade e especificação Principais características de qualidade do O.C. Marítimo Qualidade de ignição Viscosidade Escoamento Emissão de poluentes, corrosão e desgaste de materiais Segurança no transporte, armazenamento e manuseio Especificação ANP de combustíveis marítimos 5 5. Produção 7 6. Cuidados para manutenção da qualidade 7 7. Aspectos de segurança, meio ambiente e saúde 8 8. Informações adicionais 8 9. Referências bibliográficas 8 Versão 1.5 Elaborada em: 14/07/2014 Este material é sujeito a atualizações sem aviso prévio. A última versão está disponível no endereço: Combustíveis 2 Informações Técnicas (versão 1.5)
3 1. DEFINIÇÃO E COMPOSIÇÃO Os combustíveis utilizados em navios podem ser classificados em duas categorias: os residuais ou óleos combustíveis marítimos, ou ainda bunker (MF), são produzidos a partir de formulações contendo principalmente frações pesadas da destilação (resíduos) e outros óleos diluentes, e os produzidos a partir das frações mais leves do processo de refino (gasóleos atmosféricos, majoritariamente) são chamados de diesel marítimo, DMA ou marine gasoil (MGO). Os óleos bunker, apesar de poderem ser preparados com o mesmo tipo de matéria- -prima residual que os óleos combustíveis industriais, diferem destes quanto à sua formulação e possuem especificações mais restritivas. 2. PRINCIPAIS APLICAÇÕES Os óleos combustíveis marítimos (MFs e Diesel Marítimo) são utilizados em motores principais, de grandes dimensões, nos sistemas de propulsão de navios de grande porte. São motores de combustão interna que operam segundo o ciclo Diesel e, por isso, apresentam requisitos de qualidade diversos daqueles necessários aos óleos combustíveis industriais. O diesel marítimo é utilizado prioritariamente nos sistemas auxiliares de geração de energia ou de emergência destas embarcações. Entretanto pode ser utilizado em motores principais, de propulsão, em embarcações de médio e pequeno porte. 3. TIPOS DE ÓLEOS COMBUSTÍVEIS MARÍTIMOS Os óleos combustíveis marítimos podem ser: Óleos bunker ou MF que são comercializados em diversos tipos, classificados de acordo com a viscosidade cinemática a 50 C, desde o MF 10 até o MF 700. As diversas faixas de viscosidade atendem às necessidades dos motores, com base nas temperaturas possíveis de se aquecer o óleo na instalação que o utiliza. Além da diferença nos valores das viscosidades, a massa específica, os teores de água, vanádio, sódio, alumínio + silício, resíduo de carbono e teor de cinzas também distinguem os óleos combustíveis marítimos. Com relação ao teor de enxofre a ANP indica,para os óleos residuais um valor de 3,5% enquanto a ISO 8217:2010 recomenda a adoção dos valores indicados pela IMO em função da área de circulação (global de 3,5% ou 1,nas áreas de controle de emissões, 0% atual e 0,1% a partir de 2015), ou aqueles definidos por especificações nacionais mais restritivas, como na Califórnia, Estados Unidos; O Diesel Marítimo, também denominado MGO ou DMA, possui requisitos de especificação diferentes dos MFs. A viscosidade cinemática e a massa específica são inferiores às observadas para o MF 10, deve atender propriedades como, por exemplo, o índice de cetano, estabilidade a oxidação e aparência. Com relação ao teor de enxofre, a Resolução ANP n 52 de 2010, especifica para os destilados 0,5% e enquanto que a norma ISO 8217 indica que seja limitado em 1,5% para o DMA. 4. REQUISITOS DE QUALIDADE E ESPECIFICAÇÃO O MGO possui os mesmos requisitos de qualidade do óleo diesel, diferindo em dois aspectos: Por ser utilizado em motores de maiores dimensões e mais lentos (menor rotação), sua exigência de qualidade de combustão, avaliada pelo número de cetano é menor do que no caso do óleo diesel automotivo; Por outro lado, por ser armazenado em ambiente mais confinado (navios) possui requisito de segurança no armazenamento (ponto de fulgor) mais crítico do que o do óleo diesel. Para o MF, os principais requisitos de qualidade são os seguintes: Ser facilmente nebulizado para favorecer a sua vaporização, permitindo sua queima com o mínimo de emissões de particulados; Escoar adequadamente nas temperaturas de armazenamento e manuseio; Minimizar o desgaste de peças do motor; Minimizar emissão de poluentes; Apresentar características de segurança em seu manuseio e estocagem sem risco de inflamabilidade. Combustíveis 3 Informações Técnicas (versão 1.5)
4 4.1 Principais características de qualidade do óleo combustível marítimo Qualidade de ignição Esse requisito se constitui na principal diferença conceitual em relação aos requisitos de qualidade do óleo industrial. Apesar de não ser controlada diretamente no óleo bunker, é um item fundamental de qualidade do produto, devido ao seu uso no motor Diesel. Tal característica é indiretamente controlada pela aromaticidade do óleo, que, por sua vez, é indicada pelo CCAI (calculated carbon aromaticity index), que é função da viscosidade e densidade, sendo que essas duas propriedades são controladas no óleo bunker. Para uma mesma faixa de ebulição, os combustíveis marítimos podem apresentar maiores valores de densidade, maiores valores de CCAI e pior qualidade de ignição. Atualmente, um ensaio que determina o retardo de ignição numa câmara de combustão a volume constante que opera conforme o ciclo Diesel, o FCA (Fuel Combustion Analyser), vem sendo estudado como alternativa ao CCAI como critério para avaliação da qualidade de ignição do óleo bunker. O resíduo de carbono indica a tendência à formação de depósitos no motor, o que pode acarretar uma característica de combustão pobre. Normalmente, está diretamente relacionado ao teor de asfaltenos, cuja presença compromete a nebulização e combustão do óleo bunker e do óleo industrial e provoca a precipitação de borras por incompatibilidade com outras substâncias presentes no óleo Viscosidade A viscosidade é uma característica de vital importância para a aquisição e uso dos óleos combustíveis marítimos, visto que sua escolha depende das restrições no armazenamento, manuseio, assim como da disponibilidade do sistema de aquecimento para atingir a viscosidade necessária para injeção no motor. Quanto mais viscoso for o óleo, maior será a temperatura a que ele deve ser aquecido para atender o valor requerido para injeção no motor Escoamento Os óleos combustíveis devem escoar à temperatura de sua utilização, sem que ocorra a cristalização e deposição de parafinas nas tubulações. Isto é controlado por meio do ensaio de ponto de fluidez. Apenas óleos com pontos de fluidez menores do que a temperatura ambiente podem ser transportados por oleodutos e estocados em tanques sem aquecimento Emissão de poluentes, corrosão e desgaste de materiais Os óleos combustíveis marítimos não devem conter sedimentos inorgânicos nem orgânicos, que podem se depositar nos bicos dos injetores, obstruindo a sua passagem e causando erosão. Isto é obtido através do controle do teor de cinzas, resíduo, água e sedimentos. A água, quando presente, reduz o poder calorífico do óleo combustível, devendo ser eliminada na centrífuga, para não causar corrosão nas peças metálicas em ação conjunta com outros contaminantes. A água também aumenta a possibilidade de formar emulsões, se presente em elevadas quantidades, que podem acarretar problemas na nebulização do produto e poderá causar problemas de corrosão, especialmente nos casos em que o teor de enxofre é elevado. Os sedimentos inorgânicos, mesmo em pequenas quantidades, poderão se depositar sobre as linhas dos bicos injetores prejudicando o escoamento e a combustão, contribuindo ainda para a erosão. Os elementos metálicos existentes nos óleos combustíveis não queimam, formando óxidos que se concentram nas cinzas. Entre estes elementos destacam-se o alumínio, o silício, o sódio e o vanádio, os quais acarretam os seguintes inconvenientes: Esses óxidos se depositam sobre as paredes dos tubos provocando superaquecimento que pode levar à fragilização das partes do motor Diesel; Os compostos de alumino-silicatos, quando em elevadas quantidades têm ação abrasiva em bombas e motores, podendo causar erosão em válvulas injetoras e bicos injetores. Por este motivo, o produto deve ser tratado em centrífugas antes de ser utilizado. A densidade tem importância no processo de centrifugação e de decantação da água presentes no óleo bunker. Quanto maior a densidade, maior a aromaticidade e maior o CCAI, o que se reflete em maior dificuldade para a ignição do óleo bunker. Combustíveis 4 Informações Técnicas (versão 1.5)
5 4.1.5 Segurança no transporte, armazenamento e manuseio O manuseio dos óleos combustíveis, em geral, deve oferecer condições corretas de segurança, o que é avaliado por meio do ensaio do ponto de fulgor. Essa característica permite também avaliar a contaminação do óleo bunker com produtos mais leves (ponto de fulgor abaixo da especificação). 4.2 Especificação ANP de combustíveis marítimos A especificação dos Combustíveis é estabelecida pela Resolução ANP Nº 52 de 29 de Dezembro de 2010, complementada pela Resolução ANP Nº 38 de 19 de novembro de Tabela I - Especificação de óleos diesel marítimos (1) CARACTERÍSTICA UNIDADE LIMITE MÉTODO TIPO DMA DMB ABNT NBR ASTM / IP/ ISO Aspecto - LII (2) anotar Visual - Cor ASTM, máx ASTM D1500 Enxofre Total, máx. % massa 0, ASTM D2622 ASTM D4294 ASTM D5453 ISO 8754 ISO Sulfeto de hidrogênio, máx. mg/kg 2,0 - IP 570 Número de acidez, máx. mg KOH/g 0, ASTM D664 Massa Específica a 20ºC, máx. kg/m³ 876,8 896,8 Ponto de Fulgor, mín. ºC 60, Viscosidade a 40ºC mm²/s 2,0-6,0 2,0-11, Ponto de Fluidez, máx. Tipo inverno -6 0 ºC Tipo verão 0 6 Índice de Cetano, mín Resíduo de Carbono no resíduo dos 10 % finais de destilação, máx. % massa 0,30 - Resíduo de Carbono, máx. % massa - 0,30 Cinzas, máx. % massa 0, Água, máx. % vol. - 0, Estabilidade à oxidação, máx. g/m³ (3) - Sedimentos, máx. % massa - 0,10 (4) - Lubricidade, máx. (5) µm (1) Admite-se um teor máximo de 0,1 % em volume de biodiesel aos óleos diesel marítimos pelo método ABNT NBR ou EN (2) Límpido e isento de impurezas. (3) A determinação desta característica é requerida quando o produto se apresentar límpido e isento de impurezas. (4) A determinação desta característica é requerida quando o produto não se apresentar límpido e isento de impurezas. (5) A determinação desta característica é requerida quando a amostra for límpida e o enxofre total for inferior a 0,05 % massa ASTM D1298 ASTM D4052 ISO 3675 ISO ASTM D93 ISO 2719 ASTM D445 ISO 3104 ASTM D97 ISO 3016 ASTM D4737 ISO 4264 ASTM D4530 ISO ASTM D482 ISO 6245 ASTM D95 ISO 3733 ASTM D2274 ISO ASTM D4870 ISO ASTM D6079 ISO Combustíveis 5 Informações Técnicas (versão 1.5)
6 Tabela II - Especificações de óleos combustíveis marítimos CARACTERÍSTICA UNIDADE TIPO MÉTODO OCM 120 OCM 180 OCM 380 ABNT NBR ASTM/IP/ISO Viscosidade a 50 ºC, máx. (1) mm²/s 120,0 180,0 380, Resíduo de Carbono, máx. % massa Enxofre Total, máx. (2) % massa 3, ASTM D445 ISO 3104 ASTM D4530 ISO ASTM D2622 ASTM D4294 ISO 8754 ISO Sulfeto de hidrogênio, máx. mg/kg 2,0 - IP 570 Número de acidez, máx. mg KOH/g 2, ASTM D664 Massa Específica a 20 ºC, máx. (3) kg/m³ 981,8 987,8 ICAC, máx. (4), (5) Cinzas, máx. % massa 0,070 0, Ponto de Fulgor, mín ºC 60, Ponto de Fluidez, máx. ºC Água, máx. % vol. 0, ASTM D1298 ASTM D4052 ISO 3675 ISO ASTM D482 ISO 6245 ASTM D93 ISO 2719 ASTM D97 ISO 3016 ASTM D95 ISO 3733 Sedimentos (com envelhecimento), máx. % massa 0,10 - ISO Alumínio mais Silício, máx. mg/kg Vanádio, máx. mg/kg Sódio, máx. mg/kg Cálcio, máx.(6) mg/kg 30 - Fósforo, máx (6) mg/kg - 15 Zinco, máx (6) mg/kg - ASTM D5184 ISO ASTM D5708 ASTM D5863 ISO ASTM D5863 IP501 IP470 IP501 IP470 IP500 IP501 IP501 IP470 (1) A comercialização de óleos combustíveis marítimos com viscosidades distintas das especificadas nesta Tabela está autorizada mediante acordo entre fornecedor e consumidor final. (2) Áreas costeiras e portuárias de alguns países poderão requerer limites mais restritivos conforme Anexo VI do Protocolo de 1997 da Organização Marítima Internacional - IMO. No caso de a embarcação trafegar em áreas ambientais controladas, o enxofre total no combustível deverá ser no máximo 1,0 % massa. (3) O método de referência em caso de disputa será o ABNT NBR (4) O valor do índice calculado de aromaticidade carbônica se obtém da seguinte fórmula: ICAC = p log[ log (v + 0,85) ] Onde: v - é a viscosidade cinemática a 50 ºC, expressa em milímetros ao quadrado por segundo; p 15 - é a massa específica a 15 ºC, expressa em quilogramas por metro cúbico; log - é o logaritmo na base 10. (5) Deve ser reportado, entre parênteses, ao lado do valor da característica ICAC o valor da massa específica a 15 ºC; (6) O óleo será considerado contaminado por óleo lubrificante usado, se o teor de cálcio e o teor de zinco ou fósforo superarem os limites indicados. Maiores informações podem ser encontradas no endereço eletrônico da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis: Combustíveis 6 Informações Técnicas (versão 1.5)
7 5. PRODUÇÃO A matéria-prima básica para produção dos óleos bunker é o resíduo da destilação a vácuo, ao qual devem ser adicionados diluentes para acerto da viscosidade, em função do tipo de óleo desejado. Desta forma, a matéria-prima para produzir esses óleos, deve ser fabricada de acordo com as especificações, e diferente daquela usada para óleos combustíveis industriais. UNIDADE MISTURADORA MEDIDOR BARCAÇA E/OU PIER MEDIDOR BARCAÇA Um TERMINAL BARCAÇA CLIENTES Figura 1 Esquema de produção de Óleo Bunker. 6. CUIDADOS PARA MANUTENÇÃO DA QUALIDADE Para manter a qualidade final do óleo bunker, os seguintes cuidados devem ser tomados: Garantir a limpeza e a ausência de água e sedimentos/ borras no transporte e armazenamento do produto. A água e materiais sólidos devem ser drenados dos tanques, pois podem alterar a qualidade do óleo bunker e todo cuidado deve ser tomado para se evitar que contaminem o produto. Adotar rotina de inspeção e limpeza nos sistemas de armazenagem do produto, checando, entre outros itens, o estado de conservação do interior dos tanques; Não estocar o óleo bunker por tempo prolongado. A estocagem por longos períodos sem uso pode levar à degradação do produto. A estabilidade e a compatibilidade são características que, embora não estejam presentes nas especificações, são importantes para a produção e utilização do óleo bunker. Um óleo é considerado estável se os asfaltenos e/ou parafinas permanecem em suspensão ao longo do tempo nas condições de transporte, armazenamento ou processamento. Duas ou mais correntes ou óleos são considerados compatíveis quando o produto resultante da mistura permanece estável, sem a deposição de asfaltenos. A instabilidade provoca a deposição de asfaltenos que podem obstruir bicos injetores e problemas de escoamento e queima incompleta. Combustíveis 7 Informações Técnicas (versão 1.5)
8 7. ASPECTOS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE Todas as recomendações de armazenamento, manuseio e utilização segura do óleo bunker estão contidas na correspondente Ficha de Informação de Segurança do Produto Químico (FISPQ). Para efeito de transporte, o óleo bunker está enquadrado na classe de risco 3 (líquido inflamável) e tem o número de identificação 3256 (LÍQUIDO A TEMPERATURA ELEVADA, INFLAMÁVEL, N.E. (Óleo combustível), com PFg superior a 60,5ºC, a temperatura igual ou superior ao PFg), conforme classificação da ONU, adotada pelo Ministério dos Transportes. Sendo considerado como carga perigosa, as pessoas envolvidas com seu transporte devem estar devidamente treinadas e capacitadas para realizar tais operações. 8. INFORMAÇÕES ADICIONAIS O uso adequado do óleo bunker propiciará aos seus usuários evitar gastos excessivos com combustível e com a manutenção dos equipamentos e sistemas de combustão, além de atender aos requisitos de segurança. Para que se possa tirar o máximo proveito desse combustível, recomenda-se a adoção dos seguintes cuidados: Realizar as manutenções periódicas especificadas pelo fabricante do motor; Caso seja necessário usar o óleo bunker estocado por um longo período de tempo, realizar os ensaios de especificação do produto para atestar a qualidade do produto. O tanque de armazenamento deverá ser drenado para eliminar a água e sedimentos que possam ter decantado; Realizar inspeção e limpeza periódicas dos tanques de armazenamento de modo a garantir a manutenção da qualidade do combustível; Verificar a necessidade de aquecimento das linhas de transferência de óleo bunker em função da sua viscosidade e da temperatura ambiente de modo a evitar obstrução da linha; No caso de armazenamento do óleo bunker a temperaturas superiores a 100 C, a presença de água pode acarretar o fenômeno conhecido como boil over devido à vaporização rápida da água e provocar acidentes e danos ambientais. 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Farah, M. A. Petróleo e seus derivados. LTC, ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis: Acessado em: 16 de janeiro de Combustíveis 8 Informações Técnicas (versão 1.5)
9 Para contatar o SAC Petrobras, utilize o telefone ou envie um para [email protected] Coordenado por: Gerência de Soluções Comerciais - Marketing - Abastecimento Elaborado por: Comitê de Assistência Técnica Petrobras Escola de Ciências e Tecnologias de Abastecimento - Universidade Petrobras - Recursos Humanos Combustíveis 9 Informações Técnicas (versão 1.5)
Combustíveis Marítimos. Informações Técnicas
Informações Técnicas 1. Definição e composição... 3 2. Principais aplicações... 3 3. Tipos de Óleos Combustíveis... 3 4. Requisitos de qualidade e especificação... 3 4.1. Principais características de
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS ANP RESOLUÇÃO N 46, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012 A DIRETORAGERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS ANP, no uso de suas
CARACTERIZAÇÃO E CONTROLE DA QUALIDADE DO BIODIESEL ASPECTOS GERAIS
CARACTERIZAÇÃO E CONTROLE DA QUALIDADE DO BIODIESEL ASPECTOS GERAIS DR. BILL COSTA AGENDA APRESENTAÇÕES OBJETIVO DA C&CQ DO BIODIESEL C&CQ DO BIODIESEL NO BRASIL APRESENTAÇÕES BILL COSTA QUÍMICO MSc.,
RESOLUÇÃO ANP Nº 49, DE DOU
RESOLUÇÃO ANP Nº 49, DE 28.12.2007 - DOU 31.12.2007 O DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS ANP, em exercício, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela
Sumário. Apresentação... IX Prefácio... XI Minicurrículo do Autor... XIII
Sumário Apresentação... IX Prefácio... XI Minicurrículo do Autor... XIII Capítulo 1 CÁLCULOS, CONCEITOS E DEFINIÇÕES... 1 1.1 Cálculos de Combustão.... 1 1.1.1 Introdução... 1 1.1.2 Ar de combustão...
PORTARIA Nº 130, DE 30 DE JULHO DE 1999
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA Nº 130, DE 30 DE JULHO DE 1999 Estabelece o Regulamento Técnico ANP nº. 005/99, que especifica os óleos lubrificantes básicos rerrefinados. O DIRETOR da AGÊNCIA NACIONAL
COMBUSTÍVEIS. Diesel
COMBUSTÍVEIS COMBUSTÍVEIS Diesel O Diesel é o combustível mais utilizado no Brasil. A maior parte da frota comercial brasileira é movida a óleo diesel. Assim como a gasolina, ele é um sub-produto do petróleo,
Qualidade do Óleo Diesel S-10
Workshop sobre o Óleo Diesel S-10 Qualidade do Óleo Diesel S-10 SBQ - Superintendência de Biocombustíveis e de Qualidade de Produtos Setembro de 2010 1 Workshop sobre o Óleo Diesel S-10 BASE LEGAL Atribuições
PETRÓLEO Métodos Analíticos empregados em PETRÓLEO
Resíduo de Carbono indicação de constituintes com alto ponto de ebulição; aplicado a amostras não voláteis que se decompõe no processo de destilação atmosférica; pode apresentar erros para as amostras
INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS
INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS A INCINERAÇÃO É UM PROCESSO DE TRATAMENTO QUE EMPREGA A DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA VIA OXIDAÇÃO À ALTA TEMPERATURA (USUALMENTE > 900ºC), TENDO COMO OBJETIVO DESTRUIR A FRAÇÃO ORGÂNICA
PORTARIA ANP Nº 129, DE DOU REPUBLICADA DOU
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS PORTARIA ANP Nº 129, DE 30.7.1999 - DOU 2.8.1999 - REPUBLICADA DOU 30.9.1999 Estabelece o Regulamento Técnico ANP nº 04/99, que especifica os
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO ANALYTICAL TECHNOLOGY SERVIÇOS ANALÍTICOS E AMBIENTAIS LTDA. DIVISÃO BIOCOMBUSTÍVEIS
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 10 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO ANALYTICAL TECHNOLOGY SERVIÇOS ANALÍTICOS E AMBIENTAIS
Fluido térmico orgânico NSF HT1, para transferência de calor é uma opção vantajosa para indústria alimentícia.
Fluido térmico orgânico NSF HT1, para transferência de calor é uma opção vantajosa para indústria alimentícia. Por Everton Kolosque Engenheiro Consultor de Mercado da Klüber Lubrication A evolução tecnológica
Óleo Combustível. Informações Técnicas
Informações Técnicas 1. Definição e composição... 3 2. Principais aplicações... 3 2.1. Sistemas de combustão de óleo combustível... 3 3. Tipos de óleos combustíveis... 4 4. Requisitos de qualidade e especificação...
Resolução ANP Nº 30 DE 29/06/2015
Resolução ANP Nº 30 DE 29/06/2015 Publicado no DO em 30 jun 2015 Altera a Resolução ANP nº 40 de 2013, que regula as especificações das gasolinas de uso automotivo, consoante as disposições contidas no
LEI N DE OUTUBRO DE Dispõe sobre a redução de emissão de poluentes por veículos automotores e dá outras providências.
LEI N 8.723 28 DE OUTUBRO DE 1993 Dispõe sobre a redução de emissão de poluentes por veículos automotores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta
Diesel -Baixo Teor de Enxofre
Diesel -Baixo Teor de Enxofre Profa. Vânya Márcia Duarte Pasa LEC- Laboratório Ensaios de Combustíveis UFMG Reunião ANP/Minaspetro - BH 08/02/2012 Problemas Ambientais Causadas pelo Uso de Combustível
TABELA DE PREÇOS. Laboratório De Controle de Qualidade
Laboratório De Controle de Qualidade APROVADO E PUBLICADO A 01/01/2018 Âmbito da Acreditação: COMBUSTÍVEIS, ÓLEOS E LUBRIFICANTES 1 Biodiesel 2 Biodiesel 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
TABELA DE PREÇOS. Laboratório De Controle de Qualidade
Laboratório De Controle de Qualidade APROVADO E PUBLICADO A 01/01/2019 Âmbito da Acreditação: COMBUSTÍVEIS, ÓLEOS E LUBRIFICANTES 1 Biodiesel 2 Biodiesel 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União e permanecerá em vigor até 30 de abril de 2011.
Resolução ANP Nº 18 DE 24/03/2011 (Federal) Data D.O.: 25/03/2011 O Diretor-Geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto
Catálogo de Filtros RCI
Catálogo de Filtros RCI A TECNOLOGIA RCI DE PURIFICAÇÃO DE COMBUSTÍVEL O QUE É A TECNOLOGIA RCI DE PURIFICAÇÃO DE COMBUSTÍVEL? A tecnologia RCI de purificação de combustíveis é uma unidade de filtragem
Fundamentos de Lubrificação e Lubrificantes Aula 6 PROF. DENILSON J. VIANA
Fundamentos de Lubrificação e Lubrificantes Aula 6 PROF. DENILSON J. VIANA Petróleo Embora as substancias utilizadas como lubrificantes não sejam, necessariamente, produtos derivados de petróleo, o seu
PROMOVE PROCESSOS TÉRMICOS
1. CRAQUEAMENTO TÉRMICO 1.1. Definição: Processo que provoca a quebra das moléculas aquecimento em temperaturas elevadas ( 450 C) e ausência de ar/oxigênio. Carga resíduo atmosférico ou gasóleo. Resíduo
TRATAMENTO MULTIFUNCIONAL PARA MOTORES DIESEL
TRATAMENTO MULTIFUNCIONAL PARA MOTORES DIESEL A Actioil Líder mundial no tratamento do combustíveis Diesel, a multinacional ACTIOIL traz ao mercado brasileiro suas variadas soluções para limpeza, proteção
FICHA TÉCNICA DE PRODUTO Sika Permacor-1705
FICHA TÉCNICA DE PRODUTO PRIMER ALQUÍDICO PARA AÇO, BASE SOLVENTE. DESCRIÇÃO DO PRODUTO Sika Permacor -1705 é um primer mono componente, indicado para proteção contra corrosão em estruturas de aço. USOS
48 CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA CURITIBA PR 29/06/04
48 CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA CURITIBA PR 29/06/04 2 OS BENEFÍCIOS DO GÁS NATURAL PARA A INDÚSTRIA CERÂMICA HUDSON BRITO 3 COMGÁS - Fundada em 28/08/1872 Segunda distribuidora mais antiga do Brasil
ÓLEO DIESEL. Condicionamento e Manuseio
ÓLEO DIESEL Condicionamento e Manuseio Maio 2018 Conteúdo Condicionamento e manuseio Anexo: condutividade elétrica Condicionamento e manuseio Presença de Água: Água no fundo do tanque transtornos: Crescimento
INTRODUÇÃO À INDÚSTRIA DO PETRÓLEO UNIDADE IV REFINO DE PETRÓLEO
INTRODUÇÃO À INDÚSTRIA DO PETRÓLEO UNIDADE IV REFINO DE PETRÓLEO Refino de petróleo O petróleo bruto é uma complexa mistura de hidrocarbonetos que apresenta contaminações variadas de enxofre, nitrogênio,
Tipo de óleo lubrificante usado na mistura com o aditivo, para os testes do art. 7, item XV e XVI e para as características abaixo: Valor limite
Página 1 de 5 As propriedades físico-químicas devem ser preenchidas de acordo com a aplicação do óleo lubrificante no qual será adicionado o aditivo, devendo ser observadas aquelas propriedades que são
PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO
DESTILAÇÃO ATMOSFÉRICA PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO Esquema Geral 4.b ESQUEMA DE UMA REFINARIA: GÁS COMBUSTÍVEL CAFOR PROPANO GLP(C3 E C4) FGLP BUTANO NAFTA LEVE NAFTA PETROQUÍMICA REFORMA NREF
O ÓLEO DIESEL FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO DO ÓLEO DIESEL. 500 (nas regiões de diesel metropolitano) 2.000 (nas regiões de diesel interior)
O ÓLEO DIESEL Link da pesquisa http://www.br.com.br/wps/portal/portaldeconteudo Combustível derivado do petróleo, constituído basicamente por hidrocarbonetos, o óleo diesel é um composto formado principalmente
Qualidade dos Combustíveis no Brasil
Qualidade dos Combustíveis no Brasil Prof Luiz Antonio d Avila Escola de Quimica UFRJ LABCOM Qualidade x Especificação Roteiro Monitoramento da Qualidade de Combustíveis Qualidade x não conformidades x
ASFALTO ASFALTO. Informações Técnicas. 1 Asfalto. Informações Técnicas (versão mai/2019)
Informações Técnicas 1 Asfalto Informações Técnicas (versão mai/2019) A Assistência Técnica Petrobras tem por objetivo prestar suporte técnico aos clientes, com foco na adequação ao uso e corretos manuseio,
Shell Corena S4 R 46. Lubcenter Lubrificante sintético de alto desempenho para compressores de ar rotativos
Lubcenter 21 3297-2931 www.lubcenter.com Previous Name: Shell Corena AS Shell Corena S4 R 46 Technical Data Sheet Extra Vida útil Eficiência Melhorada Aplicações Severas Lubrificante sintético de alto
O Mercado de Óleos Lubrificantes e Reflexos nos Básicos Rerrefinados
O Mercado de Óleos Lubrificantes e Reflexos nos Básicos Rerrefinados Primeiros motores a combustão. Datam do início do século XX. Pouca Potência. Baixa rotação (rpm s). Funcionavam com lubrificante de
4 Produtos do Petróleo
30 4 Produtos do Petróleo 4.1 Principais Derivados do Petróleo De acordo com FARAH (1989), os derivados do petróleo podem ser distribuídos em duas categorias: Derivados Leves e Derivados Pesados. Conforme
No tratamento ácido, os ácidos são removidos através de neutralização com soda, lavagem com água e tratamento com argila.
ÓLEO ISOLANTE Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio 1 1 INTRODUÇÃO Óleos minerais isolantes são determinados tipos de óleos básicos extraídos do petróleo, com tratamento específico
Lubrificação de Motores e Redutores
Lubrificação de Motores e Redutores Prof. Dr. João Candido Fernandes Luís Henrique Bonacordi Boccardo Vinicius Hernandes Kauê Vieira RA: 711901 611549 612261 Índice 1. Introdução 2. Tipos de óleos para
ANÁLISE DE PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DA GASOLINA E ÓLEO DIESEL COMERCIALIZADOS EM AREIA BRANCA/RN, CONFORME ESPECIFICAÇÕES DA ANP
ANÁLISE DE PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DA GASOLINA E ÓLEO DIESEL COMERCIALIZADOS EM AREIA BRANCA/RN, CONFORME ESPECIFICAÇÕES DA ANP João Luiz Porfírio da Silva 1, Ana Catarina Fernandes Coriolano 2, Jardel
Shell Corena S4 R tem baixa volatilidade, reduzinho o arraste, Longa vida útil - Extensão do intervalo de manutenção. qualidade do ar.
Lubcenter 21 3297-2931 www.lubcenter.com Previous Name: Shell Corena AS Shell Corena S4 R 68 Technical Data Sheet Extra Longa Vida Eficiência Melhorada Aplicações Severas Lubrificante sintético de alto
Química Aplicada. QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin
Química Aplicada QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin [email protected] [email protected] Combustíveis Reações de Combustão Reação química entre uma substância (combustível)
Construção. Pintura Intumescente a base de agua, para uso interno em estruturas de aço. Descrição do Produto. Dados do Produto. Forma.
Ficha do Produto Edição 25/03/2014 Identificação 02 06 04 00 003 0 000029 Sika Unitherm Steel W30 Pintura Intumescente a base de agua, para uso interno em estruturas de aço Descrição do Produto Sika Unitherm
FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO
1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Fabricante: ITW Chemical Products Ltda Av Júlio Victorello, 765 - Distrito Industrial V - Araras/SP - CEP 13609-586 Fone: (19) 3543-5000 / Fax: (19) 3543-5003
APRESENTAÇÃO OTIMIZADOR DE COMBUSTÍVEL
APRESENTAÇÃO OTIMIZADOR DE COMBUSTÍVEL SEGMENTOS DIESEL LIVRE DE ÁGUA E BACTÉRIAS RODOVIÁRIO MULTI VANTAGENS ENERGIA AGRÍCOLA $ CUSTO X BENEFÍCIO % LOGISTICA FERROVIÁRIO MARÍTIMO APLICAÇÃO 1L 4.000L %
APRESENTAÇÃO. Fluído para sistema de arrefecimento
APRESENTAÇÃO Fluído para sistema de arrefecimento MAX FLUID Fluído para sistema de arrefecimento SEGMENTOS A EVOLUÇÃO que protege todo o sistema de arrefecimento de motores endotérmicos RODOVIÁRIO MULTIPROTEÇÃO
Análise em Tempo-Real da Qualidade do Óleo Combustível em Unidades Termelétricas de Combustão Interna
Análise em Tempo-Real da Qualidade do Óleo Combustível em Unidades Termelétricas de Combustão Interna Code: 03.002 Germano Lambert-Torres Instituto Gnarus 16/11/2017 1 ANÁLISE EM TEMPO-REAL DA QUALIDADE
ESTUDO DA COMBUSTÃO DA OPERAÇÃO BICOMBUSTÍVEL DIESEL-ETANOL NUMA MÁQUINA DE COMPRESSÃO RÁPIDA
ESTUDO DA COMBUSTÃO DA OPERAÇÃO BICOMBUSTÍVEL DIESEL-ETANOL NUMA MÁQUINA DE COMPRESSÃO RÁPIDA Aluno: Pedro Delbons Duarte de Oliveira Orientador: Carlos Valois Maciel Braga Introdução Em virtude da frequente
Higiene e Segurança do Trabalho
Higiene e Segurança do Trabalho Curso Técnico em Mecânica Professor: Igor Corazza Pereira Definições: Sob o ponto de vista legal da periculosidade a definição valida é a dada pela NR 20, onde o ponto de
O PETRÓLEO COMO FONTE DE ENERGIA
Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Curso de Engenharias de Energias e Meio Ambiente Disciplina de Introdução a EEMA O PETRÓLEO COMO FONTE DE ENERGIA Profa. Mônica C.G. Albuquerque O PETRÓLEO
Maquinas Termicas - Fornalha
Máquinas Térmicas: Fornalhas Combustão 1 Fornalha Converte energia química do combustível em energia térmica. De acordo com o tipo e a qualidade do combustível disponível, a queima pode ser em suspensão,
O POTENCIAL E A APLICAÇÃO DOS BIOCOMBUSTÍVEIS
O POTENCIAL E A APLICAÇÃO DOS BIOCOMBUSTÍVEIS PROF. JOSÉ CARLOS LAURINDO INTRODUÇÃO CIVILIZAÇÕES ANTIGAS: PREPARO DE BIOCOMBUSTÍVEIS SÓLIDOS CARVÃO DE DE MADEIRA PARA FORJAS DE DE METAIS LÍQUIDOS GORDURAS
Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico
Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: VETTALATEX 6700 Código do produto: - Nome da empresa: Oswaldo Cruz Química Endereço: Rua João
PROCONVE MAR-1 GUIA MAR-1
PROCONVE MAR-1 GUIA MAR-1 TUDO O QUE VOCÊ DEVE SABER TUDO O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE A FASE PROCONVE MAR-1 A FASE PROCONVE MAR-1 ESTABELECE LIMITES DE EMISSÕES DE MOTORES DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS E DE CONSTRUÇÃO
PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA EM LUBRIFICANTES LABORATÓRIO DE REFERÊNCIAS METROLÓGICAS CENTRO DE METROLOGIA EM QUÍMICA. Rev. 1
PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA EM LUBRIFICANTES LABORATÓRIO DE REFERÊNCIAS METROLÓGICAS CENTRO DE METROLOGIA EM QUÍMICA 2012 Rev. 1 2 Objetivo do programa O Programa de Proficiência em Lubrificantes está sendo
PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO
3.c EXTRAÇÃO: 3 EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO Classificam-se em dois tipos: Extrações Onshore Extrações Offshore 3.c EXTRAÇÃO: Extrações Onshore 3 EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO 3.c EXTRAÇÃO: Extrações Offshore 3 EXPLORAÇÃO
Composição. O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves, que, à temperatura ambiente e pressão atmosfé
Composição O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos leves, que, à temperatura ambiente e pressão atmosfé Na natureza, ele é encontrado acumulado em rochas porosas no subsolo, frequentemente acompanhad
O Petróleo. Prof. Iara Santos
O Petróleo Prof. Iara Santos Petróleo Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Definição: mistura de HC de ocorrência natural, geralmente no estado líquido, contendo ainda compostos de enxofre, nitrogênio, oxigênio, metais e o outros
Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA
Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA Energia para Metalurgia Principal fonte energética: Carbono Carvão mineral e carvão vegetal C + O 2 >> CO 2 + energia Portanto, carbono é redutor, usado
A importância do descarte correto de EPI s
A importância do descarte correto de EPI s LEI DE CRIMES AMBIENTAIS Os epi s após serem usados devem ser descartados quando não oferecem mais os níveis de proteção exigidos. Recentemente a diretriz de
O ÓLEO DE ALGODÃO COMO FONTE PARA O BIODIESEL - Aspectos Técnicos
O ÓLEO DE ALGODÃO COMO FONTE PARA O BIODIESEL - Aspectos Técnicos VI Congresso Brasileiro do Algodão Uberlândia, 15 de agosto de 2007 Rosilene Aparecida Nascimento Gerente de P&D O que é Biodiesel? Definição
Normalização para Biodiesel
INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO, PETROLEO, GÁS E BIOCOMBUSTÍVEIS ABNT/ONS-34 Normalização para Biodiesel Rosângela M. Araujo 23/08/07 50 Anos 1 1 Normalização para Biodiesel 1. Fatos geradores 2. Importância
ANÁLISE QUÍMICA E FÍSICO-QUÍMICA DE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS COMERCIALIZADOS NOS MUNICÍPIOS DO ENTORNO DE CAMPINA GRANDE-PB.
ANÁLISE QUÍMICA E FÍSICO-QUÍMICA DE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS COMERCIALIZADOS NOS MUNICÍPIOS DO ENTORNO DE CAMPINA GRANDE-PB. Lívia Maria Rodrigues Brandão; Larissa de Souza Maciel; Milena Heloísa Araújo Silva;
IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 92
Página 92 ESTUDO DA INFLUENCIA DA ADIÇÃO DE BHT NA ESTABILIDADE OXIDATIVA DO BIODIESEL ETÍLICO DE ALGODÃO ATRAVÉS DO RANCIMAT E P-DSC 1 Amanda Duarte Gondim 1 ; Mariana Helena de Oliveira Alburquerque
Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico
Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: ISANE IP 185 Page: (1) ATENÇÃO: Leia atentamente esta Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ) antes de manusear,
PARÂMETROS DE QUALIDADE DE COMBUSTÍVEIS COMERCIALIZADOS NO MUNICIPIO DE CAMPINA GRANDE - PB: UMA ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA
PARÂMETROS DE QUALIDADE DE COMBUSTÍVEIS COMERCIALIZADOS NO MUNICIPIO DE CAMPINA GRANDE - PB: UMA ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA Allan Kewen Câmara de Oliveira (1); Nicole Stefanie Gomes dos Santos (1); Thawan
PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT
7º SIMPÓSIO NACIONAL DE BIOCOMBUSTÍVEIS PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT Prof. Dr. Francisco Ferreira Dantas Filho Universidade Estadual da Paraíba - UEPB 2014 Pirólise Definição: Degradação
FISPQ- HI-137 Pagina: 1/5 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS Revisão: 01 09/03 SEÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA
Pagina: 1/5 SEÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO HI-137 NOME COMERCIAL Fosfatizante HI-137 NOME DA EMPRESA/ ENDEREÇO HI-TEC Industria e Comercio de Produtos Químicos Ltda. Alameda
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO/FISPQ
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO/FISPQ FABRICANTE: REZYMOM INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CREMES LTDA. NOME COMERCIAL: CREME REZYMOM COM MICROESFERAS 1. IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA/COMPANHIA
Rotas de Produção de Diesel Renovável
Petrobras - Tecnologia A preocupação mundial com o desenvolvimento sustentável evidenciou a necessidade da definição de limites de emissão para as tecnologias automotivas. Desde então, pesquisadores têm
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO
Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO BDO 2002 As informações contidas são confiáveis e baseia-se em dados técnicos obtidos por nossa empresa. Está sujeita a revisão, sem aviso
TEXTURA SÃO CAETANO IND. E COM. DE TINTAS E REVESTIMENTOS AV. ROCHEDO DE MINAS N 37 CIDADE IND.SATELITE, GUARULHOS
FISPQ : : 0021102012 INDENTIFICAÇÃO : Razão Social: TEXTURA SÃO CAETANO IND. E COM DE TINTAS E REVESTIMENTOS Endereço: AV. ROCHEDO DE MINAS N 37 Bairro: Cidade Satelite- Guarulhos - São Paulo CEP: 07222-200
Boletim de Segurança INCÊNCIO DE FLUIDOS TÉRMICOS ORGÂNICOS E SUA PREVENÇÃO
Os fluidos orgânicos para transmissões térmicas são fluidos para aquecimento e/ou refrigeração indiretas, que operam a baixa pressão em comparação com sistemas de troca térmica água e vapor. Além da operação
Motores de Combustão Interna
Motores de Combustão Interna Professora: Jaciana Silva de Santana Email: [email protected] 6 - Temperatura de Auto-Ignição Propriedade dos Combustíveis É a temperatura na qual aquecendo
Versátil Supersol 10 pode ser também aplicado na lavagem de chassis de veículos de passeio, limpeza de paredes e pisos.
JohnsonDiversey Supersol 10 Detergente automotivo neutro Econômico no uso O alto poder de ativos na formulação de Supersol 10 assegura a eficiência de limpeza do produto mesmo em altas diluições. Alto
Características Particulares da Manutenção de Transformadores em OVI. Lucas Branco de Oliveira
Características Particulares da Manutenção de Transformadores em OVI Lucas Branco de Oliveira ATENÇÃO Todos os resultados que serão aqui apresentados foram alcançados com o fluido Envirotemp TM FR3 TM.
