Recentes - Angola
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1 Menongue PT&q=menongue Kuando Kubango Centro de exploração de plantas medicinais cura 50 doentes mentais Kubango-Centro-exploracao-plantas-medicinais-cura-doentesmentais,a08584d4-d26f-4bd4-bb c3f478ac.html ANGOLA Recentes - Angola HISTÓRIA DE ANGOLA Fernanda Botelho PT&q=Fernanda+Botelho Ervas e plantas PT&q=Ervas+e+plantas Plantas aromáticas e medicinais PT&q=Plantas+arom%C3%A1ticas+e+medicinais AS PLANTAS MEDICINAIS PT&q=As+plantas+medicinais PLANTAS AROMÁTICAS E MEDICINAIS l=pt-pt&sa=n&biw=1366&bih=598&prmd=ivns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&ei=dj0tedgl4gzhqe2kjjmbg&ved=0cdaqsaq4cg Exemplares: Angola PLANTAS MEDICINAIS pt&q=angola+- +plantas+medicinais Centro de Botânica da Faculdade de
2 Ciências da Universidades Agostinho Neto Manuela Pedro universidades+agostinho+neto+-+manuela+pedro AGRICULTURA BIOLÓGICA PT&q=Agricultura+Biol%C3%B3gica PRODUTOS AGRICULTURA BIOLÓGICA PT&q=Agricultura+Biol%C3%B3gica#hl=pt- PT&q=produtos+agricultura+biol%C3%B3gica&revid= &sa=X& ei=yo70tanohoaehqfzmzybg&ved=0cjebenuckam&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.&fp=ac37b01a &biw=1354&bih=581 Africanos Brancos PT&q=Aficanos+Brancos Africanos Bancos PT&q=Africanos+Bancos Chimamanda Ngozi Adichie Portugueses e a sua África Portugal com as terras e os povos africanos Ângela Ferreira Victor Gama Caderno de Memórias Coloniais
3 PT&q=Caderno+de+Mem%C3%B3rias+Coloniais Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Memórias Coloniais O mais notável trabalho publicado sobre a flora de Angola deve-se a W. Philip Hiern; Catálogo das Plantas Africanas coligido pelo Dr. Fr. Welwitsch em , editado em Londres (1896). Segue-se a Flora da África tropical, de Oliver, (Cf. também Bol. Ag. Ger. Colónias, 1926, onde o Prof. J. de Almeida faz um estudo crítico sobre Welwitsch); As plantas úteis da África Portuguesa, pelo Conde de Ficalho, alguns estudos do Sr. J. Gosswei ler, etc. Também o Instituto Botânico de Coimbra, sob a direcção do Prof. Carriço, elaborou, em colaboração com o Jardim Botânico de Kew, um Conspectus Florae Angolensis; com os elementos fornecidos por Welwitsch (muitos exemplares existem no Museu de Botânica da Faculdade de Ciências de Lisboa), as colheitas directas e as remessas do botânico I. Gossweiler. Na impossibilidade de darmos a lista completa das espécies descobertas em Angola, em virtude do seu elevado número, mencionaremos algumas mais importantes, tanto da flora espontânea, como da flora cultivada: anona (Várias espécies), cabela (Xylopia aethiopica, A. Rich.), n pepe (Monodora myristica, Dun.), calumba (Jateorlieza palmata, Mieis.), abutua (Tiliacora chrysobotaya, Welw.), mucoco (Cissampselos perewa, Lin.), dormideira (Papaver somniferum, Lin.), muriangombe (Moerua angolensis, DC.), quisaiu ou diteque (Bixa orellana, Lin.), buáse ou boasi (Secusidaca longipedunculata, Fres.), bembe (Postulaca oleracea, Lin.), cedro (Tamarix articulata, Vahl.), cabiu ou mutune (Psorospermum febrifugum, Spach.), mungunda (Symphonia globulifera, Lin. fil.), quingombo (Hibiscus esculentus, Lin.), muginha ou algodoeiro (Gossypium sp. var.), n bondo ou imbondeiro (Adansonia digitata, Lin.), mufuma ou mafumeira (Eriodondron anfractuosum, DC.), quibombo camenha (Sterculea Tragacantha, Lind].), coleira (Cola acuminata, R. Br.), cacaueiro (Theobroma cacao, Lin.), quisanana (Corchorus tridens, Lin.), linho (Linum untalissimum, Lin.), laranjeira e limoeiros (Citrus sps.), mubafo (Canarium edule, Hook.), mafureira (Trichilia emetica, Vahl.), maceira brava (Zizyphus jujuba, Lam.), quixileua (Vitis schimperiana, Hochsh.), mangueira (Mangifera indica, Oliv), cajueiro (Anacardium occidentale, Lin.), anileiro (Indigofera sps.), cafato (Tephrosia voguelii, Hook.) ginguba, amendoim (Arachis hipogaea, Lin.); grão de bico, ervilhas, chicharos, feijão e outros legumes; mulumba (Pterocarpus melliferus, Welw.), tacula (P. tinctorius, Welw.), tamarindeiro (Tamarindus indica, Lin.), mopane (Copaifera mopane, Kirk.), sucupira (Pentaclethra macrophylla, Benth.), espinheiro (Acicia allada, Delile), mussongue (A. sieberiana, DC.), nocha (Parinarium mobola, Oliv.), mangue da praia (Rhizophora mangle, Lin.), mamoeiro (Carica papaya, Lin.), binda (Lagenaria vulgaris, Ser.), abóbora carneira, melão, melancia, abóboras diversas; mangue branco (Corynanthe paniculata, Welw.), quineira (Cinchona sps.), cafezeiro ou muriarnbambe (Coffea arabica, Lin. e C. liberica, Bull.), pan quicongo. (Tarconanthus camphoratus, Lin.), licomgue ou
4 macongue (Landolphia owariensi, P. de Beauv.), bombardeira (Calotropis procera, R. Br.), batata doce (Ipomaea batatas, Lam.) e batata redonda; n dungu (Capsicum sps), pimentão; tabaco (Nitotiana tabacum, Lin), gergelim (Sesamum indicum, DC.), mutuge (Myrystica angolensis, Welw.), caneleira (Cinnamomum zeilanicum, Breyn.), purgueira ou mupulaca (Jatropha curcas, Lin.), mandioca (Manihot utilissima, Polal.), bafureira ou rícino (Ricinus comunis, Müll.), riamba ou cânhamo (Cannabis sativa, Lin.), mucamba-camba (Chlorophora excelsa, Benth.), amoreira (Morusnigra, Lin.), tumbo (Welwitschia mirabilis, Hook.). Muitas essências arbóreas fornecem madeiras preciosas para diversas aplicações. O quibembemuxe (Entandrophragma, Pierri;) produz a madeira mais apreciada, o mogno de Angola. As palmeiras no Cazengo, de entre elas a Elacis Guinemis, que dá o óleo de palma e o coconote - principalmente abundante na zona costeira da Guiné - cultiva-se em Angola no lado dos coqueiros e de árvores que fornecem a borracha. Nas hortas cultivam-se hoje muitas frutas e hortaliças importadas da Europa. O milho é abundante e tem-se enraizado a cultura do trigo com êxitos variáveis. Desnecessário se torna mencionar a bananeira e o ananás e outras frutas bens conhecidas e que abundam em Angola, e as plantas medicinais e industriais cuja enumeração seria quase interminável. Zonas fitogeográficas - Como já foi referido, Angola pode considerar-se dividida em 4 zonas: a zona baixa ou do litoral, a zona rica ou das florestas, a zona alta ou das gramineas, e a zona interior ou da borracha. A primeira zona, isto é, a do litoral, abrange seis regiões: a do Congo litoral, que compreende Santo António, Nóqui e parte do Ambrizete; a de Luanda litoral, que compreende Ambriz, Dande e a maior parte de Icolo e Bengo; a de Benguela litoral, que abrange Egipto e Benguela, e a de S. Nicolau, que diz respeito à região de Moçâmedes e parte de Porto Alexandre. A segunda zona é mais extensa, pois ficam dentro dela as doze regiões seguintes: a de Chiloango, que compreende Cacongo; a de Cabinda, que abrange a da respectiva circunscrição; a do M Brige, que compreende S. Salvador, Bembe e a quarta parte da circunscrição civil do Ambrizete; a de Loge Dande, que abrange o Eucoge e os Dembos; a do Alto Lucala, que abrange Ambaca e parte do Duque de Bragança; a do Baixo Lucala, que compreende Golungo Alto, Cazengue e Cambangue; a de Longa, que abrange uma pequena parte da Quissama e o Libolo; a do Cuvo, que abrange o Amboim e Seles, além do Novo Redondo, que também fica incluído nesta zona; a do Balombo Queve, que compreende partes importantes do Bailundo e do Huambo; a de Catumbela Coporolo, que abrange a Ganda, Quilengues e uma parte de Caconda e a da Serra da Chela, que compreende a Bibala e parte dos Gambos além de pequenos territórios contíguos da Chibia ao norte, e Porto Alexandre ao sul. A terceira zona abrange 10 regiões: a do Zadi lnquissi, que inclui Maquela do Zombo e a maior parte da Damba; a do Cuilo, que inclui o Cuango, Pombo e Sosso; a do Cambo, que compreende a maior parte do Duque de Bragança e Holo e Jinga; a de Malanje, que inclui a circunscrição deste nome; a do Lui, que abrange Bondo e Bangala e Baixo Songo; a do Cuanza-Médio, que abrange o Gango e Alto Songo; a de Alto Cuanza, que abrange grande parte do Bailundo, do Bié e a circunscrição do Andulo; a do Alto Cunene, que abrange grande parte do Huambo, Caconda, Ganguelas e Alto Cunene; a do Alto Cubango, que abrange o Alto Cuanza, e grande parte das Ganguelas, além do norte do Cunene; a do Caculovar, que abrange a Humpata, o Lubango, a
5 Chibia e o norte dos Gambos, e a do Médio Cunene, que abrange as capitanias do Alto Cunene (menos a faixa norte), o Evale, o Humbe, o Cuanhama e o Cuamato. A quarta zona abrange nove regiões: a do Alto Cuango, que corresponde a Camaxilo e Minungo; a do Alto Cassai, que corresponde às capitanias do Cuilo-Chicapa e Cassai- Norte e Sul; a do Luena, que corresponde à capitania do Moxico; a do Alto Zambeze, correspondente à capitania deste nome; a do Lungue-Bungo, nas mesmas condições; a do Alto Cuango, correspondente às capitanias do Alto Cuilo e dos Luchazes; a do Baixo Cubango, que corresponde à capitania, e a do Cuito, formada pela do Cuito Canavale e a do Baixo Cuando, da capitania deste nome. Na zona baixa, ou do litoral, cujo relevo as caracteriza em geral por pequenas altitudes destinadas a separar os vales inferiores dos grandes rios, localizam-se as grandes culturas industriais e que exigem a intervenção dos meios mecânicos. Pode-se dizer que é neste zona de Angola que a mão-de-obra se vai reduzindo em consequência da agricultura mecânica das grandes empresas. É aqui, principalmente nos vales e encostas servidas de água, que se dão bem a cana sacarina, o algodão, o arroz, o tabaco, o amendoim, além das palmeiras de dem-dem e, dum modo geral, todas as culturas intercalares dos países tropicais que se podem introduzir nos afolhamentos contínuos. Na terras mais altas, desprovidas de irrigação, realizam-se culturas de sequeiro, principalmente de milho, mandioca, algodão e também de piteiras. Embora sejam estas de culturas predominantes, podem-se todavia obter nesta zona outros produtos agrícolas, como o cacau e o café sendo também uma região muito propícia para a horticultura e a pomicultura. A zona rica, ou das florestas, compreende numerosas espécies florestais. Quanto à zona alta, ou das gramíneas, ela tem como fronteira leste aproximadamente as fronteiras internas dos distritos da Lunda, do Moxico e Cubango; como fronteira do lado oeste, a linha que delimita a zona das florestas. A zona interior ou da borracha fica situada entre os limites da zona alta e os da fronteira leste do país. Na zona florestada, encontram-se também cultura de tipo misto como as de cacau e café, mas em pequenas altitudes. Na zona alta, ou das gramíneas, desenvolveram-se consideravelmente as culturas indígenas, mas é bastante importante o estabelecimento de grandes empresas de exploração completamente mecânica. É aqui que aparecem os produtos naturais sob a forma de cera e borracha, como zona vizinha da zona propriamente da borracha. Nesta última, além das plantas borrachíferas, encontram-se culturas indígenas, tais como o arroz, a ginguba, a mandioca, a batata doce, a massambala, o massango, etc. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Agostinho Duarte Seixas de Magalhães Eng. Henrique Mêndia, 26 Quarto Andar - nº A - Edifício Meia-Proa COSTA DA CAPARICA [email protected]
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