INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO
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- Thomas Soares Bernardes
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1 FISCAL N.º 1/2009 JAN/FEV 2009 INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO Nuno Sampayo Ribeiro No Conselho de Ministros de 13 de Dezembro de 2008 foi aprovado um reforço do investimento público. O qual será operacionalizado através de um programa anunciado como Iniciativa para o Investimento e Emprego. De acordo com os dados anunciados pelo Governo esta iniciativa representa um estímulo adicional para a economia portuguesa de 2180 milhões de euros o que corresponde a cerca de 1,25% do P.I.B.. E visa alavancar investimento privado directamente associado no valor de 5 mil milhões de euros. Foi igualmente anunciado que 130 milhões de euros são financiados directamente pelo Orçamento do Estado, sendo o restante de financiamento comunitário. Uma primeira consequência é que o défice orçamental ficará na casa dos 3% do P.I.B., e não em 2,2% do P.I.B., como proposto na Lei de Orçamento do Estado para Sintetiza-se no quadro seguinte as principais medidas de apoio fiscal e de segurança social previstas na referida Iniciativa. INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO Principais apoios fiscais e de segurança social Crédito fiscal ao investimento em 2009, que poderá atingir 20% do montante investido, dedutível em 4 exercícios Autoliquidação do IVA na prestação de bens e serviços às Administrações Públicas de montante superior a 5000 Aceleração do reembolso do IVA, baixando o seu limiar de 7500 para 3000 Pagamento Especial por Conta, redução do valor mínimo para 1000 Subsídios à contratação e redução ou isenção de pagamento de contribuições para a segurança social pelo empregador na contratação de trabalhadores Destaca-se que este texto tem por fonte a informação difundida pelo Governo na apresentação pública dos programas.
2 Apontam-se, em seguida, os aspectos principais desta iniciativa: PRIORIDADES O Governo elegeu três domínios principais com o propósito de dinamizar o investimento e o emprego. O primeiro é o relativo à educação, à energia sustentável e à rede tecnológica. O segundo é o do apoio à exportação e à actividade económica, em especial às PME. O terceiro é o do apoio ao emprego e à protecção social. O apoio público opera nos três domínios referidos através de medidas de natureza orçamental e fiscal. As quais serão realizadas em torno dos cinco eixos estruturais seguintes: 1. Educação, focada na modernização de mais de 100 escolas. 2. Energia sustentável, através do apoio extraordinário à instalação, de painéis solares e de unidades de microgeração, designadamente mini-eólicas; de antecipação do investimento na infra-estrutura de transporte de energia; melhoria da eficiência energética dos edifícios públicos (hospitais, universidades, tribunais, repartições públicas); investimento em redes de telecontagem de energia. 3. Modernização da infra-estrutura tecnológica, em especial apoiar os investimentos nas redes de banda larga de nova geração, e a promoção da utilização doméstica e institucional das redes 4. Apoio especial à actividade económica, exportações e PME. 5. Apoio ao emprego. MEDIDAS Pelo seu impacto directo na vida das empresas desenvolvem-se em seguida as principais medidas que integram os eixos n.ºs 4 e 5 referidos. Eixo n.º4: Apoio à actividade económica e emprego, exportações e PME Medidas de natureza orçamental: Linha de crédito de 2000 M para PME Criação de um fundo de reestruturação industrial Apoio aos mecanismos de seguro de crédito à exportação (4000 M ) Apoio à promoção externa Apoio ao financiamento de projectos de investimento privados na agricultura e na agro-indústria co-financiados por fundos comunitários Criação de uma linha de crédito de apoio à exportação e competitividade da agricultura, das pescas e agro-indústria no montante de 175 M 2
3 Medidas de natureza fiscal: Crédito fiscal ao investimento em 2009, que poderá atingir 20% do montante investido, dedutível em 4 exercícios Autoliquidação do IVA na prestação de bens e serviços às Administrações Públicas de montante superior a 5000 Aceleração do reembolso do IVA, baixando o seu limiar de 7500 para 3000 Redução do valor mínimo do Pagamento Especial por Conta para 1000 Eixo n.º5: Apoio ao Emprego O Governo anunciou 12 medidas de apoio directo ao emprego, as quais incluem subsídios à cabeça, redução ou isenção de contribuição para a Segurança Social pelo empregador. Estes benefícios são distribuídos em função dos quatro objectivos seguintes: 1) manter o emprego; 2) apoiar os jovens no acesso ao emprego; 3) apoiar o regresso ao emprego; 4) alargar a protecção social. Os principais aspectos das medidas referidas são assinalados em seguida: I - MANTER O EMPREGO Medida nº1 Redução em 3% das contribuições para a segurança social a cargo do empregador Condicionada à manutenção do nível de emprego em 2009 Medida temporária, só em 2009 Estima-se que este apoio abranja trabalhadores Apoio médio de 331 por posto de trabalho Medida n.º2 Plano excepcional de apoio a empresas e trabalhadores em situação de redução temporária de actividade, nomeadamente através de medidas qualificação-emprego Apoio à manutenção de emprego e ao aumento das qualificações em períodos de redução extraordinária de actividade em empresas economicamente viáveis e com forte perspectiva de recuperação total da capacidade produtiva Estima-se o apoio a 450 empresas e trabalhadores Condicionada à manutenção do nível de emprego e à não realização de despedimentos colectivos Impossibilidade de distribuição de lucros e aumento de remunerações dos membros dos corpos sociais Medida temporária por períodos de 6 meses e excepcional no ano de
4 II - APOIAR OS JOVENS NO ACESSO AO EMPREGO Medida n.º3 Criar mais de estágios profissionais para jovens, nomeadamente jovens licenciados em áreas de baixa empregabilidade Facilitar a transição para a vida activa, através de contacto apoiado com o mundo do trabalho Para jovens licenciados em áreas de baixa empregabilidade, o estágio será precedido de período de formação de reconversão, a realizar por empresas ou instituições de ensino superior especialmente vocacionadas para o efeito Com este alargamento, estima-se que o número de jovens apoiados através de estágios profissionais em 2009 ascenderá a Medida n.º4 Pagamento de apoio à contratação de euros, acrescido de isenção de dois anos de pagamento de contribuições para a segurança social na contratação de jovens Destina-se a entidades empregadoras que contratem, sem termo e a tempo completo, jovens até 30 anos à procura de 1º emprego ou jovens desempregados há mais de seis meses Aquando da contratação, as entidades empregadoras poderão optar, em alternativa, por 3 anos de isenção total de pagamento de contribuições Obrigatoriedade de manutenção dos postos de trabalho abrangidos por um período mínimo de 3 anos Medida temporária, só em 2009 Estima-se que o apoio beneficie empregos para jovens nestas condições III - APOIAR O REGRESSO AO EMPREGO Medida n.º5 Pagamento de apoio à contratação de euros, acrescido de isenção de dois anos de pagamento de contribuições para a segurança social na contratação de desempregados de longa duração Destina-se a entidades empregadoras que contratem, sem termo e a tempo completo, desempregados de longa duração com mais de 30 anos Aquando da contratação, as entidades empregadoras poderão optar, em alternativa, por 3 anos de isenção total de pagamento de contribuições Obrigatoriedade de manutenção dos postos de trabalho por 3 anos Medida temporária, só 2009 Estima-se que o apoio beneficie desempregados de longa duração Medida n.º6 4
5 Redução em 50% da contribuição para a segurança social na contratação de desempregados com mais de 55 anos Destina-se a entidades empregadoras que contratem, a termo, desempregados de longa duração com 55 ou mais anos e há mais de seis meses no desemprego Obrigatoriedade de manutenção dos postos de trabalho abrangidos pelo período de duração do contrato Excepcionalmente, o regime aplica-se a desempregados há mais de 6 meses, e posteriormente há mais de 9 nove meses Estima-se que o apoio abranja desempregados Medida n.º7 Criar o novo Programa de Estágios Qualificação-Emprego, destinado a desempregados, independentemente da idade, que melhoraram as suas qualificações Oferecer uma oportunidade de inserção profissional a desempregados que melhoraram ou venham a melhorar as suas qualificações Destina-se a apoiar o emprego, a melhoria das qualificações e a reconversão da estrutura produtiva São destinatários, nomeadamente, aqueles que concluíram ou venham a concluir i) Novas Oportunidades (CNO e EFA); ii) Formações Modulares >= 250 horas; iii) CET s; ou iv) Novas Licenciaturas O programa consiste no pagamento de 50% da retribuição durante um período de 9 meses e será aberto nas modalidades de i) candidatura de par desempregado/empresa ou ii) candidatura de empresas, que farão o recrutamento e a formação através de programa de formação próprio, dentro do CNQ Estima-se que o apoio abranja desempregados Medida n.º8 Apoiar a criação de novas empresas (e cerca de novos empregos) por parte de desempregados, através de linha de crédito específica e bonificada no montante de 100 Milhões de euros. Apoiar a criação do próprio emprego por parte de desempregados Financiamento a taxa bonificada com período de carência total de capital e juros Garantia mínima de 75% do total do crédito Empréstimos de valor máximo de Possibilidade de acumular com apoios à contratação Estima-se que o apoio abranja novas empresas e novos empregos Medida n.º9 Apoiar a integração de desempregados em instituições não lucrativas, através do Contrato Emprego-Inserção Apoiar a inserção profissional de desempregados, através da manutenção da proximidade destes ao mercado de trabalho 5
6 Compensação acrescida ao subsídio de desemprego Atribuição de todos os benefícios decorrentes de instrumentos de regulamentação contratação colectiva em vigor Apoio pelo máximo de 1 ano Estima-se que o apoio beneficie desempregados Medida n.º 10 Alargar a oferta de cursos de dupla certificação, nomeadamente EFA e CET s, para desempregados em regiões específicas mais atingidas pelo desemprego Abertura de concursos específicos para atribuições de verbas para regiões mais atingidas pelo desemprego, tendo em vista reforçar a oferta de formação e acelerar o processo de modernização económica Concurso excepcional, só 2009 Estima-se que o apoio abranga desempregados. IV. ALARGAR A PROTECÇÃO SOCIAL Medida n.º11 Prolongar o subsídio social de desemprego durante o ano de 2009, por um período de mais de 6 meses Alargar o apoio social aos desempregados de longa duração, para os beneficiários que concluam o prazo de atribuição do subsídio social de desemprego inicial ou subsequente em 2009 O apoio corresponderá a 6 meses adicionais de prestação, com um valor de 60% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), acrescido de 10% do IAS por cada filho no agregado familiar, com um máximo de 1 IAS Medida temporária, só 2009 Estima-se que o apoio abranja beneficiários Medida n.º12 Reforçar as garantias de protecção no desemprego incentivando os regressos rápidos ao mercado de trabalho Nas situações de regresso rápido ao mercado de trabalho (seis meses ou menos), os desempregados manterão na totalidade a relevância da totalidade dos períodos contributivos anteriores na modulação futura da duração de eventuais prestações de desemprego Departamento de Fiscal [email protected] Rua Victor Cordon, nº 10 A 4º e 5º Lisboa Portugal Tel Fax / [email protected] NIPC Nº REGISTADA NA OA SOB O Nº 27/9 A presente newsletter foi elaborada com fins informativos, sendo disponibilizada de forma gratuita, para uso exclusivo e restrito dos clientes CCA, encontrando-se vedada a sua reprodução e circulação não expressamente autorizadas. Esta informação tem carácter geral e não substitui o aconselhamento jurídico 6para a resolução de casos concretos. Não hesite em contactar-nos caso necessite de esclarecimentos adicionais.
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