ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO
|
|
|
- Joana Fragoso Aleixo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E FUNCIONAIS NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO Juliana Meira de Vasconcelos Xavier; Lizandra de Farias Rodrigues Queiroz Universidade Federal de Campina Grande-PB [email protected] Universidade Federal de Campina Grande-PB [email protected] RESUMO As variações que ocorrem no processo de envelhecimento de uma pessoa para outra, são dependentes de fatores como fatores como estilo de vida, condições-sócio econômicas e doenças crônicas. Diversas modificações morfológicas e fisiológicas podem surgir no processo de envelhecimento, em todos os níveis do organismo. O presente estudo tem como objetivo analisar o processo de envelhecimento relacionado às alterações morfológicas e fisiológicas que trazem implicações nos diversos sistemas do organismo. A metodologia utilizada na análise dos dados da pesquisa foi de rastreio teórico, pois se valeu de revisão bibliográfica. As diversas alterações estruturais e funcionais que ocorrem no processo de envelhecimento, merecem atenção especial pelos profissionais de saúde desenvolver estratégias que atenuem os efeitos da senescência de forma a garantir a vivência do final do ciclo de vida de uma forma autônoma e qualitativamente positiva. Palavras chave: Expectativa de vida; Envelhecimento; Alterações morfológicas; Alterações funcionais; Senescência. INTRODUÇÃO A população brasileira passou por diversas mudanças nas últimas quatro décadas. Essas mudanças ocorreram na composição demográfica, com aumento na expectativa de vida e na proporção de idosos na população, que apresentou um aumento. A diminuição dos níveis de mortalidade conjuntamente com os de fecundidade está relacionada a esse aumento na população de 60 anos e mais (BRASIL, 2014). No cenário nacional, o censo IBGE, 2010, contabilizou 23 milhões de pessoas idosas representando 11,8% da população brasileira. A expectativa de vida aumentou para 74 anos, no entanto há diferença entre mulheres (77,7 anos) e homens (70,6 anos) (OMS, 2015).
2 As variações que ocorrem no processo de envelhecimento de uma pessoa para outra, são dependentes de fatores como fatores como estilo de vida, condições-sócio econômicas e doenças crônicas. O envelhecimento biológico está relacionado ao plano molecular, celular, tecidual e orgânico do indivíduo (FECHINE; TROMPIERI, 2007). A senescência resulta do somatório de alterações orgânicas, funcionais e psicológicas do envelhecimento normal, enquanto a senilidade é caracterizada por afecções que frequentemente acometem indivíduos idosos (MACEDO, 2006). Diversas modificações morfológicas e fisiológicas podem surgir no processo de envelhecimento, em todos os níveis do organismo. Tal processo leva a um progressivo decréscimo na capacidade fisiológica e redução da capacidade de respostas ao estresse ambiental, levando a um aumento da suscetibilidade e vulnerabilidade a doenças (TROEN, 2003). O presente estudo tem como objetivo analisar o processo de envelhecimento relacionado às alterações morfológicas e fisiológicas que trazem implicações nos diversos sistemas do organismo. METODOLOGIA A metodologia utilizada na análise dos dados da pesquisa foi de rastreio teórico, pois se valeu de revisão bibliográfica. Foi realizado um levantamento bibliográfico na literatura nacional e internacional, artigos científicos, livros, dissertações e teses relacionadas ao tema. Portanto, o atual estudo trata-se de uma abordagem teórica, embasada em estudos realizados que tratam das alterações morfofuncionais que ocorrem durante o processo de envelhecimento. RESULTADOS E DISCUSSÃO Alterações fisiológicas no processo de envelhecimento
3 Alterações no sistema digestório Várias alterações podem ser identificadas em todo trato digestório. A xerostomia ou secura da boca é uma disfunção das glândulas salivares, decorrente da idade avançada. A redução do fluxo salivar pode está relacionada a estados fisiológicos e até patológicos, dentre eles a senescência (CHERUBINI et al., 2005).No idoso a tendência a secura da cavidade oral está ligada à atrofia da mucosa oral e das glândulas salivares, que trará repercussões ao processo de digestão dos alimentos (NEVILE et al., 2004), Além disso poderá ocorrer alterações na cavidade oral, havendo perda do paladar (PASI, 2006). Conforme Ferrioli, et al., (2006), em relação as alterações no sistema digestório ocorre a redução da inervação do esôfago, redução na secreção de lípase e insulina pelo pâncreas, diminuição da metabolização de medicamentos pelo fígado, dificuldade de esvaziamento da vesícula biliar, discreta diminuição da absorção de lipídeos no intestino delgado, no cólon se observa o enfraquecimento muscular, alteração de peristalse e dos plexos nervo a musculatura do esfíncter exterior. No reto e ânus são observadas alterações com espessamento e alterações do colágeno e redução de força muscular, que diminuem a capacidade de retenção fecal volumosa. A isso se acrescem alterações de elasticidade retal e da sensibilidade à sua distensão. Envelhecimento cerebral Dentre as modificações mais importantes na estrutura e funcionamento cerebral, pode-se destacar: a atrofia (diminuição de peso e volume), hipotrofia dos sulcos corticais, redução do volume do córtex, espessamento das meninges, redução do número de neurônios e diminuição de neurotransmissores (PASI, 2006). A diminuição do suprimento sanguíneo para um tecido em consequência de doença oclusiva arterial se desenvolve lentamente e resulta em atrofia do tecido. Na idade adulta avançada o cérebro sofre atrofia progressiva, principalmente por causa da redução do suprimento sanguíneo causada pela aterosclerose, tal processo é denominado atrofia senil (KUMAR et al., 2010).
4 Envelhecimento cardiovascular A atrofia celular ocasionada pela aterosclerose que traz como consequência a redução do suprimento sanguíneo afeta também o coração assim como o tecido cerebral. O miocárdio, com o envelhecimento, apresenta regiões com fibrose, depósito de pigmentos de lipofuscina e substância amilóide. Já no endocárdio, é produzido um depósito de lipídios e cálcio nas válvulas, com frequentes depósitos de cálcio e lipídios (MOTTA, 2004). Envelhecimento do sistema respiratório. O envelhecimento biológico do sistema respiratório traz alterações morfológicas e funcionais, com progressiva diminuição do desempenho desse sistemas em decorrências das alterações. A morfologia da parede torácica sofre várias alterações conducentes ao tórax senil e, consequentemente, ao pulmão senil. A perda de elasticidade é a alteração estrutural predominante no idoso, ocorrendo ainda o aumento da complacência pulmonar, os bronquíolos tornam-se menos resistentes, facilitando o colapso expiratório. A diminuição do número de alvéolos, devido à ruptura dos septos interalveolares e consequente fusão alveolar (RUIVO et al, 2009). As alterações fisiológicas na senescência no pulmão do idoso podem ser ocasionadas pela combinações entre alterações anatômicas e a reorientações das fibras elásticas. Essas alterações fisiológicas são definidas pela diminuição da elasticidade pulmonar, redução da capacidade da difusão do oxigênio, redução dos fluxos expiratórios. Envelhecimento do sistema geniturinário Conforme os mesmos autores a perda de estimulação endócrina, muitos tecidos respondem a estimulação hormonal, tais como a mama e os órgãos reprodutores, esses necessitam de estimulação endócrina para função e metabolismo normais. A perda de
5 estimulação estrogênica após a menopausa resulta em atrofia do endométrio, epitélio vaginal e mama. Outra alteração celular adaptativa que surge durante o processo de envelhecimento de idosos é a hiperplasia prostática, que é uma condição médica caracterizada pelo aumento benigno do tamanho da próstata, como resultado de oscilações nos níveis circulantes de androgênios, tal alteração surge após a quinta década de vida. O aumento no tamanho da próstata pode acarretar em diversas alterações no sistema urinário, tais como, atrofia da uretra, a porção prostática, por compressão, e consequentemente o idoso sente dificuldade para urinar, levando a sobrecarga da musculatura da bexiga, que se torna hipertrófica. O represamento de urina na bexiga também ocasiona seu acúmulo nos ureteres e na pelve renal (hidronefrose), tornando-os dilatados. A hidronefrose poderá acarretar atrofia ou mesmo a falência renal se não for corrigido a tempo (FRANCO et al., 2010). CONCLUSÕES As diversas alterações estruturais e funcionais que podem ocorrer no processo de envelhecimento ocorrem mais cedo quando o organismo é agredido por doenças. Tais alterações decorrentes do envelhecimento merecem atenção especial pelos profissionais de saúde, tornando-se de fundamental importância conhecer as alterações morfológicas e fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento para conhecer e desenvolver estratégias que atenuem os efeitos da senescência de forma a garantir a vivência do final do ciclo de vida de uma forma autônoma e qualitativamente positiva. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância à Saúde. Diretrizes e recomendações para o cuidado integral de doenças crônicas não transmissíveis: promoção da saúde, vigilância, prevenção e assistência- Brasília: Ministério da Saúde Disponível em: < http: bvsms.saúde.gov.br/bvs/publicações/diretrizes recomendações cuidado doenças crônicas. Pdf> Acesso em: 30 Ago CHERUBINI, K.; MAIDANA, J.D. WEIGERT, K.L, FIGUEIREDO, M.A. Síndrome da ardência bucal: revisão de cem casos. Revista Odonto Ciências, 2004.
6 FERRIOLI, E.; MORIGUTI, J. C.; LIMA, N. K. C. O envelhecimento do aparelho digestório. In: FRANCO, M.; MONTENEGRO, M.R.; BRITO, T.; BACCHI, C. E.; ALMEIDA, P.C. Patologia Processos Greais. 5ª Ed. São Paulo: Atheneu, FREITAS, E. V. et. al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, KUMAR, V.; ABBAS, A. K..; FAUSTO, N. ASTER, J.C. Robins e Contran: Patologia- Bases patológicas das doenças. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, MACEDO, M. P. Envelhecimento e parâmetros hematológicos. In: FREITAS, E. et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MOTTA, L.B. Processo de envelhecimento. In: A.L. Saldanha e C.P. Caldas (Ed.), Saúde do Idoso: a arte de cuidar. 2a edição. Rio de janeiro: Interciência, p , NEVILE, B.W.; DAMM, D.D.; ALLEN C.M.; BOUQUOT, J.E. Patologia oral e maxilofacial. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; OMS ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Saúde da pessoa idosa no XXX CONASEMS.Disponívelem:< &id=4651:saude-da-pessoa-idosa-no-xxx-consems&itemid=821. Acesso em: PASI - Protocolo de Atenção à Saúde do Idoso: Envelhecimento Saudável em Florianópolis, PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS, Secretaria Municipal de Saúde, Departamento de Saúde Pública. Disponível em: Acesso em 12 ago RUIVO, S.; VIANA, P.; MARTINS, C.; BAETA, C. Efeito do envelhecimento cronológico na função pulmonar. Comparação da função respiratória entre adultos e idosos saudáveis. Vol XV N.º 4 Julho/Agosto TROEN, R.B. The Biology of Aging. Mt Sinai J Med 2003; 70(1):
Alterações do Crescimento Celular
Alterações do Crescimento Celular Profa. Tópicos da Aula A. Adaptações do Crescimento e Diferenciação Celulares B. Alterações do Crescimento I C. Alterações do Crescimento II D. Alterações de Adaptação
ANATOMIA DO ENVELHECIMENTO
ANATOMIA DO ENVELHECIMENTO INTRODUÇÃO Conhecimento das peculiaridades anatômicas do envelhecimento FUNDAMENTAL. Diferenciar os efeitos naturais deste processo (senescência) das alterações produzidas pelas
14/03/2016. Letícia Coutinho Lopes 1. Características Alterações Celulares Adaptativas Mecanismos Bioquímicos
Alterações do Crescimento Celular Profa. Letícia Coutinho Lopes Moura Tópicos da Aula A. Adaptações do Crescimento B. Alterações do Crescimento I C. Alterações do Crescimento II D. Alterações de Adaptação
Alterações do Crescimento Celular
Alterações do Crescimento Celular Profa. Letícia Coutinho Lopes Moura Tópicos da Aula A. Adaptações do Crescimento B. Alterações do Crescimento I C. Alterações do Crescimento II D. Alterações de Adaptação
Adaptações Celulares. Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem
Adaptações Celulares Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Enf./2 o sem Estímulo Lesivo Célula Normal Estresse Fisiológico/ Patógeno Lesão Celular Incapacidade
UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: FISIOLOGIA GERAL Código da Disciplina: NDC108 Curso: Odontologia Período de oferta da disciplina: 2 o P. Faculdade
PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: FISIOLOGIA GERAL Código da Disciplina: NDC 200. Período de oferta da disciplina:
PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: FISIOLOGIA GERAL Código da Disciplina: NDC 200 Curso: Período de oferta da disciplina: Faculdade responsável: Núcleo de Disciplinas Comuns (NDC) Programa em vigência
Programa Analítico de Disciplina CBI118 Anatomia Humana
Catálogo de Graduação 016 da UFV 0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal
EXERCÍCIO DE CIÊNCIAS COM GABARITO 8º ANO 1. (PUC-SP) O esquema abaixo é referente ao coração de um mamífero
EXERCÍCIO DE CIÊNCIAS COM GABARITO 8º ANO 1. (PUC-SP) O esquema abaixo é referente ao coração de um mamífero a) Que números indicam artérias e veias? b) Que números indicam vasos por onde circulam sangue
Envelhecimento do Sistema Respiratório
Envelhecimento do Sistema Respiratório Introdução Alterações decorrentes do envelhecimento afetam desde os mecanismos de controle até as estruturas pulmonares e extrapulmonares que interferem no processo
SISTEMA DIGESTIVO. Vera Campos. Disciplina: Anatomia e Fisiologia. Programa Nacional de Formação em Radioterapia
Disciplina: Anatomia e Fisiologia SISTEMA DIGESTIVO Vera Campos Programa Nacional de Formação em Radioterapia Sistema Digestivo O sistema digestivo é formado pelo tubo digestivo: Cavidade oral, Esôfago,
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose PhD Tópicos da Aula A. Patologias vasculares B. Patologias circulatórias C. Arterosclerose 2 Patogenia Trombose A. Patologias
Plano de Ensino. Qualificação/link para o Currículo Lattes:
Plano de Ensino Universidade Federal do Espírito Santo Campus: Alegre Curso: Nutrição Departamento Responsável: Departamento de Biologia Data de Aprovação (Art. nº 91): 07/04/17 Docente responsável: Erika
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO Código Unidade 040 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso Etapa Sem. / Ano Ciências Biológicas 1º 1º
Planificação a Longo Prazo Ano Letivo 2017/2018
Planificação a Longo Prazo Ano Letivo 2017/2018 Nível de Ensino: Secundário Disciplina: Saúde Ano:10º Curso: Regular VOC Científico- Humanístico Profissional X Período Módulos Conteúdos Programáticos Instrumentos
01- Qual é o nome dado ao sistema responsável pela extração dos nutrientes dos alimentos e como podemos classificar este processo? R.
PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================ 01- Qual é o nome dado ao sistema responsável
DISCIPLINA: RCG FISIOLOGIA II MÓDULO: FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: RCG 0216 - FISIOLOGIA II MÓDULO: FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO Docentes Responsáveis Prof. Dr.
CAUSAS E EFEITOS DO ENVELHECIMENTO NO SISTEMA CARDIORRESPIRATÓRIO
CAUSAS E EFEITOS DO ENVELHECIMENTO NO SISTEMA CARDIORRESPIRATÓRIO ANTONIO FRANCISCO FONTANA JÚNIOR 1 FILIPE LESCANO DOS SANTOS 2 JULIANA CORRÊA SOARES 3 RESUMO O envelhecimento humano pode ser considerado
Distúrbios do Crescimento e da Diferenciação Celular (Hipotrofia, Hipertrofia, Hipoplasia, Hiperplasia e Metaplasia) - Patologia Geral-
Distúrbios do Crescimento e da Diferenciação Celular (Hipotrofia, Hipertrofia, Hipoplasia, Hiperplasia e Metaplasia) - Patologia Geral- Distúrbios do Crescimento e da Diferenciação Celular Crescimento
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO FACULDADE DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: FISIOLOGIA GRADE: MATRIZ CURRICULAR: BACHARELADO E LICENCIATURA RESOLUÇÃO CEPEC Nº
6.3.5 Digestão nos Moluscos Digestão nos Anelídios Digestão nos Artrópodes Digestão nos Equinodermos
SUMÁRIO I Sistemas de Nutrição... 01 1 Noções Gerais Sobre Metabolismo... 01 1.1 Conceito... 01 1.2 Generalidades... 01 1.3 Metabolismo e Nutrição... 02 1.4 Divisão do Metabolismo... 02 1.4.1 Anabolismo...
EMENTA E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Credenciada pela Portaria Ministerial N o 4065 de 31/12/02
CURSO: Educação Física SÉRIE: 3º Semestre DISCIPLINA: Anatomia dos Sistemas CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 horas/aulas CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 horas/aula PROFESSOR JOSÉ MUSSE COSTA LIMA JEREISSATI EMENTA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas
PROGRAMA DE DISCIPLINA CAMPUS: São Mateus CURSO: Agronomia DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Ciências Agrárias e Biológicas-DCAB PROFESSOR RESPONSÁVEL: Thasia Martins Macedo CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO PERIODIZAÇÃO
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: Ciências Biológicas Disciplina: Anatomia Humana Código da Disciplina: 020.1110.7 Professor(es): Patricia Fiorino Carga horária: DRT:
HISTOLOGIA Parte da biologia que estuda os tecidos Prof. Junior (www.apcbio.com.br)
HISTOLOGIA Parte da biologia que estuda os tecidos Prof. Junior (www.apcbio.com.br) Tipos de tecidos Tecido Epitelial TECIDO EPITELIAL Características: avascular, formado por células justapostas, com pouca
Sistema digestório. Curso Técnico em Saúde Bucal Aula disponível: SISTEMA DIGESTÓRIO. Msc. Bruno Aleixo Venturi
Sistema digestório Curso Técnico em Saúde Bucal Aula disponível: www.portaldoaluno.bdodonto.com.br SISTEMA DIGESTÓRIO Msc. Bruno Aleixo Venturi ? A digestão começa pela boca Funções Mecânica Transporte
S I T E M A D I G E S T Ó R I O P R O F. ª L E T I C I A P E D R O S O
S I T E M A D I G E S T Ó R I O P R O F. ª L E T I C I A P E D R O S O SISTEMA DIGESTÓRIO Constituído pelo trato digestório e os órgãos anexos. O trato digestório é um tubo oco, longo e sinuoso de 10 a
Adaptações celulares
Adaptações celulares As células estão constantemente expostas a modificações em seu meio ambiente As células se adaptam as alterações aceitáveis em seu ambiente modificando o metabolismo ou o padrão de
Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO. ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA. Semestre Letivo: ( x ) Primeiro ( ) Segundo
PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO CURSO: Nutrição DISCIPLINA: Anatomia Humana ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA DEPARTAMENTO: Anatomia DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Dr. Sérgio Pereira Semestre Letivo: ( x ) Primeiro
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO DISICIPLINA FISIOLOGIA HUMANA Período 2º PROFESSOR (a) Alexandre Batista
PLANO DE ENSINO. ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA. Semestre Letivo: ( x ) Primeiro ( ) Segundo
PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO CURSO: Nutrição DISCIPLINA: Anatomia Humana ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA DEPARTAMENTO: Anatomia DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Dr. Sérgio Pereira Semestre Letivo: ( x ) Primeiro
SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER
SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: [email protected] FACULDADE
02- Analise a imagem abaixo: Nomeie os órgãos numerados de 1 a 5.
PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Associe as colunas.
Biologia. Identidade dos Seres Vivos. Sistema Digestório Humano Parte 1. Prof.ª Daniele Duó
Biologia Identidade dos Seres Vivos Sistema Digestório Humano Parte 1 Prof.ª Daniele Duó Função O organismo recebe os nutrientes através dos alimentos. Estes alimentos têm de ser transformados em substâncias
PROVA DE BIOLOGIA 3 o TRIMESTRE DE 2015
PROVA DE BIOLOGIA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROFa. FLÁVIA CARLETE NOME Nº 8º ANO A prova deve ser feita com caneta azul ou preta. É terminantemente proibido o uso de corretor. Respostas com corretor serão
BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL
PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================ 01- Associe as colunas. (A) Fígado
Plano de Recuperação Semestral EF2
Série/Ano: 8º ANO Ciências Objetivo: Proporcionar ao aluno a oportunidade de rever os conteúdos trabalhados durante o semestre nos quais apresentou dificuldade e que servirão como pré-requisitos para os
PLANO DE DISCIPLINA. 1. Identificação: 2. Ementa: 3. Objetivo Geral:
PLANO DE DISCIPLINA 1. Identificação: Departamento: Ciências Básicas (FCB) Disciplina: Fisiologia Humana Cód.: FCB00006 Período Ministrado / Semestre / Ano / Turma: 2 0 / 1ºS/2010/F1 Responsável: Prof.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: PATOLOGIA GERAL Código da Disciplina: NDC112 Curso: Medicina Veterinária Semestre de oferta da disciplina: 5 período Faculdade responsável: Núcleo de Disciplinas Comuns
Programa Analítico de Disciplina VET107 Anatomia e Fisiologia Animal
Catálogo de Graduação 016 da UFV 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Veterinária - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas:
UNISUAM - Centro Universitário Augusto Motta Plano de Ensino
CURSO: BEF101.2 - Bacharelado em Educação Física DISCIPLINA: GFTA1002 - Anat Sistemas TURMA: BEF0301N ANO/SEMESTRE: Ano2015-Sem2 UNIDADE: UNISUAM-RJ-BS PLANO DE ENSINO 1 1- Introdução ao estudo da Anatomia
Plano de Ensino da Disciplina
Plano de Ensino da Disciplina Disciplina: Anatomia Aplicada à Fonoaudiologia I Código da disciplina: MOF019 Classificação: Obrigatória Período do Curso: 1º período N.º de créditos: 03 créditos Carga horária:
FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE 206/2002 D.O.U. 29/01/2002 ORGANIZAÇÃO SETE DE SETEMBRO DE CULTURA E ENSINO LTDA CNPJ:
FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE Credenciada pela Portaria/MEC nº 206/2002 D.O.U. 29/01/2002 ORGANIZAÇÃO SETE DE SETEMBRO DE CULTURA E ENSINO LTDA CNPJ: 03.866.544/0001-29 e Inscrição Municipal nº 005.312-3
Programa Analítico de Disciplina VET100 Histologia Veterinária
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Veterinária - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: 7 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 7 Períodos
UMA VIAGEM AO CORPO HUMANO. Professor: Mário Castro CED. Taquara 8º / 9º Ano
UMA VIAGEM AO CORPO HUMANO Professor: Mário Castro CED. Taquara 8º / 9º Ano - 2017 DESVENDAR A HISTÓRIA DA DIGESTÃO E ABSORÇÃO VIDA VISÃO GERAL Composto por dois grupos: 1. Trato gastrintestinal = tubo
2.3. Sistema Digestivo
Ciências Naturais 9º ano Unidade 2 Organismo humano em equilíbrio Sistemas de Órgãos e Metabolismo Celular Nutrientes Energia CÉLULA Dióxido de Carbono Oxigénio Água Água Mitocôndria Os sistemas de órgãos
Programa Analítico de Disciplina AGR484 Anatomia, Fisiologia e Higiene Animal
0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal Períodos - oferecimento: II Carga
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Disciplina de Fisiologia. Prof. Wagner de Fátima Pereira
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina de Fisiologia Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade de Ciências Biológica e da Saúde / FCBS
EMENTAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FISIOLOGIA HUMANA APLICADAS ÀS CIÊNCIAS DA SAÚDE
EMENTAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FISIOLOGIA HUMANA APLICADAS ÀS CIÊNCIAS DA SAÚDE DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Introdução a metodologia científica, aspectos do conhecimento científico,
METABOLISMO DE CARBOIDRATOS
METABOLISMO DE CARBOIDRATOS FACULDADE UNIÃO DE GOYAZES Prof. MSc. Jean Carlos Rodrigues Lima CRN 1/6002 SISTEMA DIGESTIVO DIGESTÃO DE CARBOIDRATOS BOCA: - Mastigação reduz tamanho das partículas - Secreções
Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO. DOCENTE RESPONSÁVEL : Profa. Dra. Selma Maria Michelin Matheus (B/L)
PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO CURSO: Ciências Biológicas MODALIDADE: ( x ) Bacharelado (x ) Licenciatura DISCIPLINA: Anatomia Geral e Comparada ( x ) OBRIGATÓRIA DO NÚCLEO COMUM ÁREA COMPLEMENTAR: (
Aulas Multimídias Santa Cecília. Profª Ana Gardênia
Aulas Multimídias Santa Cecília Profª Ana Gardênia SISTEMA DIGESTÓRIO HUMANO Definição Nutrição Alimentos Anatomia Fisiologia www.infopedia.pt/$sistema-digestivo,2 Digestão É o conjunto de transformações
O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico.
1 O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico. Note essa organização na figura abaixo. - Átomos formam
Ciências / 8º Ano / 1º Trimestre. Fornecimento e uso de energia
Ciências / 8º Ano / 1º Trimestre Fornecimento e uso de energia Observe a imagem a seguir para responder às questões 1, 2 e 3. Questão 1 Se retirarmos metade de nosso fígado, em poucos meses, ele se regenerará
Níveis estruturais do corpo humano
Níveis estruturais do corpo humano O corpo humano como um sistema aberto SISTEMA Conjunto de componentes que funcionam de forma coordenada. ISOLADO FECHADO ABERTO Não ocorrem trocas de matéria nem energia
O humano e o ambiente
Aula 01 O humano e o ambiente O ser humano é formado por um conjunto de células. Um conjunto de células forma os tecidos. Um conjunto de tecidos forma os órgãos. Um conjunto de órgão forma os sistemas.
PLANO DE ENSINO. 3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Fazer o aluno conhecer o organismo animal estruturalmente e funcionalmente.
PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Agronomia Professores: Bianca Ximenes de Abreu Período/ Fase: 3º Semestre: 1º Ano: 2011 Disciplina:
COMISSÃO DE SISTEMATIZAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR
REESTRUTURAÇÃO DAS ATIVIDADES DO CURSO MÉDICO CARACTERIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS E ESTÁGIOS DA NOVA MATRIZ CURRICULAR CÓDIGO DA DISCIPLINA ATUAL: MOF014 NOME ATUAL: Anatomia Médica A NOVO NOME: Anatomia Sistêmica
Fisiologia é o estudo das funções e funcionamento dos organismos vivos.
Fisiologia Fisiologia é o estudo das funções e funcionamento dos organismos vivos. A fisiologia humana compreende os estudos sobre os principais sistemas presentes no organismo humano. Sistema Digestório
DATA: 19/12 / 2017 VALOR: 20,0 NOTA:
DISCIPLINA: CIÊNCIAS PROFESSORES: MÁRCIA DATA: 19/12 / 2017 VALOR: 20,0 NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 8º ano TURMAS:A/B ALUNO (A): Nº: 01. RELAÇÃO DOS CONTEÚDOS CAPÍTULO 2 - Alimentos e sistema
P L A N O D E E N S I N O
P L A N O D E E N S I N O Ano: 2017 1. I D E N T I F I C A Ç Ã O : FACULDADE: Enfermagem CURSO: Enfermagem Ano: 2017 DISCIPLINA: EFB - Anatomia Humana CARGA HORÁRIA TOTAL: 160 CARGA HORÁRIATOTAL TEÓRICA:
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,
DATA: 19/12 /2017 VALOR: 20,0 NOTA:
DISCIPLINA: CIÊNCIAS PROFESSORA: LUDMILA DATA: 19/12 /2017 VALOR: 20,0 NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 8º ano TURMAS: Anchieta ALUNO (A): Nº: 01. RELAÇÃO DOS CONTEÚDOS CAPÍTULO 2 - Alimentos
MAMÍFEROS. 15 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti
MAMÍFEROS Capítulo 15 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MAMÍFEROS Aquáticos: Habitat: Mamíferos podem ser terrestres: Único mamífero que voa: Pelos Estratificada
SISTEMA RESPIRATÓRIO PROF. JAIR
SISTEMA RESPIRATÓRIO PROF. JAIR Fisiologia do Sistema Respiratório A respiração pode ser interpretada como um processo de trocas gasosas entre o organismo e o meio, ou como um conjunto de reações químicas
Tecido Epitelial e Conjuntivo
Tecido Epitelial e Conjuntivo Objetivos os estudantes deverão ser capazes de... - descrever as características (constituintes e sua organização) e funções gerais do epitélio de revestimento e do epitélio
Ureter, Bexiga e Uretra
Ureter, Bexiga e Uretra 1 Ureter, Bexiga e Uretra 2 URETER 3 Estrutura do Ureter Tubo muscular que conecta o rim à bexiga Porção superior (abdominal) e inferior (pélvica) 4 Trajeto do Ureter Ao nível do
[CUIDADOS COM OS ANIMAIS IDOSOS]
[CUIDADOS COM OS ANIMAIS IDOSOS] Geriatria é o ramo da Medicina que foca o estudo, a prevenção e o tratamento de doenças e da incapacidade em idosos. Seus objetivos maiores são: manutenção da saúde, impedir
Plano de Recuperação Semestral 1º Semestre 2016
Disciplina: CIÊNCIAS Série/Ano: 8º ANO Professores: Cybelle / José Henrique / Sarah / Tiê Objetivo: Proporcionar ao aluno a oportunidade de resgatar os conteúdos trabalhados durante o 1º semestre nos quais
Sistema Respiratório. rio
Sistema Respiratório rio Constituição - Fossas nasais - Nasofaringe - Laringe - Traquéia - Brônquios - Bronquíolos Transporta, filtra, umedece e aquece o ar inspirado Constituição Porção respiratória ria
Marco B I O L O G I A EMBRIOLOGIA HUMANA ORGANOGÊNESE. Ao final da Organogênese, a ectoderme dá origem às seguintes estruturas:
VEST Marco @vestmapamental B I O L O G I A EMBRIOLOGIA HUMANA ORGANOGÊNESE Ao final da Organogênese, a ectoderme dá origem às seguintes estruturas: Durante a organogênese também ocorrem modificações na
Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus. Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea
Sistema Digestório Boca -Faringe - Esôfago - Estômago - Intestino Delgado - Intestino Grosso Reto - Ânus Glândulas Anexas: Glândulas Salivares Fígado Pâncrea A maioria dos mamíferos mastiga o alimento
Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação
Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação Fisiologia: Digestão, Respiração e Circulação 1. Um laboratório analisou algumas reações ocorridas durante o processo de digestão do amido em seres humanos.
LISTA DE ATIVIDADES TAREFÃO
LISTA DE ATIVIDADES TAREFÃO ALUNO(a): TURMA: Valor: 0-2 pontos PROFESSOR(a): DATA: / / Lista de exercícios deste tarefão estão relacionadas aos seguintes conteúdos: Capitulo 04 Fornecimentoo e uso de energia
Ciências Naturais 9.º ano Fonte: Planeta Terra Santillana.
Sistema digestivo Ciências Naturais 9.º ano Fonte: Planeta Terra Santillana http://isidrodafonseca.wordpress.com Porque nos alimentamos? Todos os seres vivos necessitam de obter matéria e energia permitem
CIÊNCIAS NATURAIS 9º Ano de Escolaridade SISTEMA DIGESTIVO ALIMENTOS E NUTRIENTES MORFOLOGIA E FISIOLOGIA
CIÊNCIAS NATURAIS 9º Ano de Escolaridade SISTEMA DIGESTIVO ALIMENTOS E NUTRIENTES MORFOLOGIA E FISIOLOGIA Ano Lectivo 2009/2010 FUNÇÕES DOS NUTRIENTES Nutrientes Energéticos Plásticos Reguladores Funções
Sumário. Estrutura e Desenvolvimento Embrionário dos Sistemas de Órgãos.
Sumário Estrutura e Desenvolvimento Embrionário dos Sistemas de Órgãos 1 Sistemas de Órgãos e Desenvolvimento das Cavidades Corporais 1.1 Definições, Visão Geral e Evolução das Cavidades Corporais 2 1.2
5º Ano Ensino Fundamental Material do Estudante
5º Ano Ensino Fundamental Material do Estudante CIÊNCIAS DA NATUREZA 5º ANO ENSINO FUNDAMENTAL MATERIAL PEDAGÓGICO COMPLEMENTAR Atividades que podem colaborar para o desenvolvimento das habilidades avaliadas
LISTA DE LAMINÁRIO HISTOLÓGICO
2017 LISTA DE LAMINÁRIO HISTOLÓGICO Produzido por: Karen Chaves Maysa Resende Técnicas do laboratório 10/07/2017 Adrenal Cápsula, Zona glomerular, Zona fasciculada, Zona reticulada e Medular. Artéria de
UNIPAMPA Disciplina de Histologia, citologia e embriologia Curso de Nutrição TECIDO EPITELIAL. Prof.: Cristiano Ricardo Jesse
UNIPAMPA Disciplina de Histologia, citologia e embriologia Curso de Nutrição TECIDO EPITELIAL Prof.: Cristiano Ricardo Jesse CONSIDERAÇÕES INICIAIS Organismos Sistemas Órgãos Tecidos Células CONSIDERAÇÕES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE CIENCIAS BIOLOGICAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE CIENCIAS BIOLOGICAS 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Departamento / Setor Departamento de Ciências Fisiológicas Nome da Disciplina FISIOLOGIA HUMANA E
Plano de Recuperação Semestral 1º Semestre 2017
Disciplina: CIÊNCIAS Série/Ano: 8º ANO Professores: Cybelle / José Henrique / Sarah / Tiê Objetivo: Proporcionar ao aluno a oportunidade de resgatar os conteúdos trabalhados durante o 1º semestre nos quais
SESC - Cidadania Prof. Simone Camelo
SESC - Cidadania Prof. Simone Camelo O que é a digestão? Conjunto de reações químicas com a função de degradar o alimento, transformando-o em nutrientes. Enzimas - Amido Amilases Glicoses - Proteína Proteases
FACULDADE DE ENFERMAGEM NOVA ESPERANÇA/FACENE
1 PLANO DE CURSO PRIMEIRO SEMESTRE DULO: Morfologia Humana PERÍODO: 2016.2 TOTAL DE CRÉDITOS: 06 CARGA HORÁRIA: 120 horas/aula TEÓRICAS: 60 PRÁTICAS: 60 PROFESSORAS: Luzia Sandra Moura Moreira Waléria
Histologia 2 - Resumo Tubo Digestório
Histologia 2 - Resumo Tubo Digestório - 2016-2 TUBO DIGESTÓRIO Tubo Digestivo Glândulas Associadas CAVIDADE ORAL LÍNGUA ESÔFAGO Lábio Mucosa Oral Dente Músculo Estriado Esquelético Papilas Gustativas Botões
Fisiologia do Envelhecimento. Cristiane Hernandes da Silva Coordenação da Atenção ao Adulto e Idoso SMSA PBH 2009
Fisiologia do Envelhecimento Cristiane Hernandes da Silva Coordenação da Atenção ao Adulto e Idoso SMSA PBH 2009 Pirâmides Etárias - Diferentes Regiões Globais anos: 2000 2050 Fonte: ONU Fisiologia do
ESTOU DE OLHO EM VOCÊS
ESTOU DE OLHO EM VOCÊS SISTEMA RESPIRATÓRIO - A respiração pulmonar consiste nas trocas gasosas que ocorrem entre o pulmão e ambiente - As funções do sistema respiratório são: prover o oxigênio necessário
