José do Egito Sales Andrade
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- Lúcia Madureira Rocha
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1 PREFEITURA DE GENERAL SAMPAIO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO RURAL E MEO AMBIENTE José do Egito Sales Andrade Mestre em Manejo e Conservação de Solo e Água Junho/2016
2 Técnicas Práticas de Manejo e Solo e Água: (1) CAPTAÇÃO IN SITU: É uma temática de preparo do solo, que consiste na captação da água de chuva, por meio de sulcos construídos em nível, seguidos de camalhões, favorecendo assim, melhor aproveitamento da água pelas plantas e tornando as mesmas resistentes aos Veranicos.
3 NIVELAMENTO DA ÁREA
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5 O TRATOR FAZENDO EM NÍVEL
6 PLANTIO E A ÁGUA NO SOLO
7 Comparação de Métodos: Embrapa SA
8 COMO FAZER A PRÁTICA: Disponível um Trator com arado e sulcador. Nível de Mangueira ou Pé de galinha para determinar as niveladas Básicas. Todas as operações de preparo devem seguir as curvas de nível. O Método mais utilizado o Método Guimarães Duque
9 VANTAGEM DA PRÁTICA Controle da erosão e Conserva o solo. Maior disponibilidade de água para as Plantas aumentando a resistência aos veranicos. Baixo custo de Implantação: Os custos de construção de sulcos e camalhães equivalem e de uma preparação convencional. Favorece a recarga do lençol freático.
10 SORGO EM CAPTAÇÃO IN SITU
11 MILHO EM CAPTAÇÃO IN SITU
12 FEIJÃO EM CAPTAÇÃO IN SITU
13 PALMA EM CAPTAÇÃO IN SITU
14 LIMITAÇÕES DA PRÁTICA Não é recomendado para áreas com declividade superior a 8%. Implementação difícil em solos Pedregosos. Não deve ser usado em solos muito arenosos, pois água se perde por infiltração.
15 ANÁLISE ECONÔMICA SEM CAPTAÇÃO IN SITU: Produtividade Média de milho: 1050kg/ha. Produtividade Média de feijão: 480kg/ha. COM CAPTAÇÃO IN SITU: Produtividade Média de milho: 2800kg/ha. Produtividade de até 3600kg/há. AUMENTO: 266 % Produtividade Média de feijão: 1100kg/ha. AUMENTO: 229 % Com certeza com a Palma obedece este crescimento substancial de Produtividade.
16 (2) BARRAGENS SUBTERRÂNEA: É uma técnica que consiste em construir um Barramento no depósito aluvial com a finalidade de impedir que a água nele acumulada continue a escoar durante o período de estiagem. A partir do lado de montante da Barragem, isto é, no sentido do alto curso do riacho, a água irá ficar acumulada, enquanto para jusante, ou seja, no sentido do baixo curso do riacho o nível irá continuar baixando com o tempo
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19 MODALIDADES DE BARRAGENS SUBTERRÂNEAS Modelo da CAATINGA. Modelo da CPATSA/EMBRAPA Modelo de COSTA & MELO ( Modelo seguido nesta Apresentação).
20 ÁREAS MUNICIPAIS E SUAS HIDROGRAFIAS COM POTENCIALIDADES PARA BARRAGENS SUBTERRANE Documento publicado pela SDA. João Bosco de Oliveira/Técnico da DAS. Município: GENERAL SAMPAIO Dados de Fisiografia e Hidrografia do Município [a] Território: Itapipoca [b] Área do Município: 184,06 km². [c] Área Semi-árida do Município: 183,10 km². [d] Precipitação Pluviométrica media anual:763mm. [e] Deflúvio Médio Anual:139 mm. [f] Bacia Hidrográfica: Com 100%da área do município localizada na BH do Curu. [g] Rio ou Riacho de Referencia para avaliação dos Aluviões (NEOSSOLOS FLÚVICOS): - Riacho das Pedras, Riacho do Moises, Rio Curu, Riacho dos Coelhos - Riacho Tamanduá, Riacho das Lagese e Riacho Castelo NÚMERO DE RIACHOS DO MUNICÍPIO 7
21 Modelo da CAATINGA
22 Modelo da CPATSA/EMBRAPA
23 Modelo de COSTA & MELO
24 Barragem Subterrânea Modelo COSTA & MELO Esse modelo foi desenvolvido pelos pesquisadores da UFPE, Waldir D. Costa e Pedro G. de Melo (já falecido) Escavação de uma trincheira retilínea perpendicular a direção de escoamento do Riacho no deposito de Aluvião. Coloca uma lona Plástica ao longo da trincheira. Um ou mais poços, sendo um necessariamente colocado junto a Lona e a impermeável e a montante deste.
25 ESPESSURA DO ALUVIÃO Essa altura de pelo menos 2 metros.
26 LOCAÇÃO DA BARRAGEM SUBTERRÂNEA Local mais favorável seria em A e, em segunda opção, os locais em B; C desfavorável.
27 LOCALIZAÇÃO IDEAL BARRÁVEL NO DEPÓSITO ALUVIAL
28 INCLINAÇÃO DO LEITO ALUVIAL
29 ENROCAMENTO DE PEDRAS NA SUPERFÍCIE
30 LONA PLÁSTICA
31 ARGILA COMPACTADA
32 CONSTRUÇÃO DO POÇO-MAIS FUNDO QUE A TRINCHEIRA
33 FUNDO DO POÇO: 0,20m de altura e área de 1,5m x 1,5m, de cascalho
34 E O VOLUME DE ÁGUA DISPONÍVEL Largura média do depósito aluvial no trecho alcançado pelo barramento: L = 100 m; Extensão do barramento, sob influência da Barragem: C = 1 km Espessura saturada média do depósito aluvial: E = 2 m Coeficiente de porosidade eficaz médio do sedimento aluvial: m = 15% Volume de água disponível : V = L x C x E x m, ou: V = 100 x x 2 x 0,15 = m3
35 ABERTURA DA TRINCHEIRA
36 BARRAGEM COM ENCOROAMENTO DE PEDRA
37 COM VERTEDOURO
38 BARRAGENS SUBTERRÂNEAS: Gal. Sampaio
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48 OFCINA DE PALMA
49 PESQUISA
50 PRODUÇÃO DE PALMA ADENSADA ORELHA DE ELEFANTE MEXICANA Alta produtividade, rápido crescimento, intensa brotação e resistente cochonilha do carmin.
51 Área: 30m x 40m. Espaçamento: 10cm entre plantas. Espaçamento: 2m entre ruas. Irrigação por Gotejo. 01 pé de palma = 10 kg pés = 60 toneladas /semestre litros/água /15 dias
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53 Obrigado pela atenção. José do Egito Sales Andrade Prefeitura de General Sampaio Secretário do Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente Engenheiro Agrônomo Mestre em Manejo e Conservação de Solos e Água [email protected] [email protected] (85) /
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