Sistemas Distribuídos
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- Zaira de Almada Carvalhal
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1 Sistemas Distribuídos Comunicação de Grupos Peer to Peer
2 Comunicação de Grupos Modelos Anteriores - Comunicação envolvia somente duas partes. RPC não permite comunicação de um processo com vários outros Grupo é uma coleção de processos que agem juntos em um sistema, de tal forma que quando uma mensagem é enviada para o grupo, todos os membros do grupo a recebem.
3 Comunicação de Grupos Comunicação ponto-a-ponto S R Comunicação um-para-vários R R R R R S R R R R R
4 Comunicação de Grupos Grupos são dinâmicos. Novos grupos podem ser criados e grupos existentes podem ser eliminados. Um processo pode entrar para o grupo ou o deixáo. Um processo pode ser membro de diversos grupo simultaneamente A implementação Depende do Hardware: Multicasting: Endereço especial que múltiplas máquinas podem receber (224.x.x.x 239.x.x.x) Implementação é direta - basta atribuir a cada grupo um endereço multicasting diferente
5 Comunicação de Grupos Broadcasting: Pacotes contendo certos endereços são enviados para todas as máquinas. Menos eficiente que multicasting (todas as máquinas recebem as mensagens enviadas por broadcasting e o software precisa verificar se o pacote é para ele). Também necessita somente um pacote para atingir todos os membros do grupo. Unicasting: Transmissão separada de pacote para cada membro do grupo (n membros, n pacotes necessários)
6 Grupos Fechados e Abertos Grupo Fechado Ex: Processamento paralelo Grupo Aberto Ex: Servidores replicados
7 Grupos Hierárquicos e de iguais Coordenador Trabalhadores Grupo de Iguais Grupo Hierarquico
8 Grupos Hierárquicos e de iguais Hierarquico: Vantagem- decisões mais rápidas Desvantagem - a perda do coordenador para o grupo todo. Servidor de Grupo: criação e eliminação de grupos e permissão para processos aderir ou abandonar grupos. Monta uma base de dados com informações dos grupos (ponto crítico de falha) Outra forma é fazer o gerenciamento de forma distribuída.
9 Grupos Quando um processo deixa o grupo, envia uma mensagem de goodbye para todos os outros membros. Problema: Se um membro falha ele deixa o grupo sem o goodbye. Os outros membros tem que descobrir isso experimentalmente e removê-lo do grupo.
10 Endereçamento Multicast Broadcast Unicast x
11 Atomicidade Quando uma mensagem é enviada para um grupo, ela chega corretamente para todos os membros do grupo ou não chega para nenhum membro. Uma maneira de ter certeza que todos os destinatários receberam a mensagem é implementar o envio do ACK para cada mensagem recebida (Sem falhas esse método funciona) Com falhas - processo que envia msg inicia timers e envia retransmissões quando necessário. Quando um processo recebe uma msg, e não a havia visto ainda, envia a msg para todos os membros do grupo problema: sobrecarga.
12 Ordenando Mensagens Global Time Ordering - todas as mensagens chegam na ordem exata em que foram enviadas (não é facil de ser implementado) Consistent Time Ordering - se duas mensagens são enviadas em tempos próximos, o sistema pega uma delas como sendo a primeira e envia a todos os membros do grupo segundo esta ordem (é garantido que as mensagens cheguem a todos os membros do grupo na mesma ordem; que podem não ser a ordem real)
13 Overlapping Groups A 1 B 2 4 C 3 D Grupo 1 Grupo 2 Mesmo usando GTO, podem haver msgs chegando em ordem diferente
14 Algoritmos Envolvendo Grupos: Hipercubo
15 Desafio: Implementar este tipo de algoritmo em um ambiente distribuído
16 Peer 2 Peer Aplicações Peer-to-peer distribuem a informação entre seus nós membros em lugar de concentrar em um único servidor. Não há a necessidade de nenhum elemento coordenador ou centralizador de recursos ou políticas Existe um certo grau de anonimato para o proprietário do recurso Todos os nós membros possuem a mesma capacidade de compartilhar informação com os demais membros da rede (todos seriam ao mesmo tempo clientes e servidores de dados). Cada usuário torna seu repositório de informações disponível para distribuição e pode estabelecer conexão direta com outro usuário.
17 Peer 2 Peer No modo de operação cliente/servidor tem-se o acesso aos dados e ao índice centralizados no servidor.
18 Peer 2 Peer puro No modo de operação puramente P2P tanto os dados quanto o índice são distribuídos.
19 Requisitos de Peer to Peer Escalabilidade Global Imensas quantidades de hosts conectados à rede Milhares de objetos e dezenas de milhares de hosts Balanceamento de carga Distribuição equalitária entre os peers Possibilidade de download de diferentes peers, em função de sua carga Otimização das interações locais entre peers vizinhos Idéia é buscar vizinhos mais próximos, evitando a latência da comunicação
20 Requisitos de Peer to Peer Dinamicidade dos hosts Peers podem entrar e sair do sistema a qualquer momento Quando entram, devem ser integrados ao sistema global Quando saem (voluntariamente ou não) o próprio sistema deve detectar e adequar a nova carga Segurança dos dados em um ambiente heterogêneo Autenticação, criptografia, necessidade de membros da Rede P2P Anonimato, capacidade de Negação e resistência à censura Capacidade de negar o compartilhamento de um arquivo Possibilidade de não realizar download de conteúdo protegido
21 Aplicações Aplicações de Computação Distribuída muitas vezes se enquadram na categoria P2P tal como que utiliza milhões de clientes Internet para procura de vida extraterrestre. É implementado como um screen saver (setiathome.ssl.berkeley.edu) Outras aplicações nesta categoria incluem sistemas para modelagem financeira, bioinformática, teste de desempenho Web. Estes sistemas aproveitam o tempo ocioso da máquina dos clientes para realizar computações de forma distribuída.
22 Aplicações Aplicações colaborativas também costumam ser consideradas na categoria P2P. Entre estas aplicações se incluem os Instant Messenger e salas de Chat ou White Board. Nas aplicaçãos colaborativas existe interação entre clientes em torno de uma atividade comum que podem ser jogos ou simulações. Um exemplo é o White Board que é uma aplicação onde cada cliente pode alterar desenhos ou textos e todos os demais visualizam e podem também fazer alterações.
23 Estudo de Caso: Napster 1o sistema Peer to Peer a ser altamente popularizado Troca exclusiva de músicas, principalmente em formato MP3 Funciona usando uma arquitetura centralizada Servidor de índice, que concentra todas as pesquisas Cada peer, ao ser iniciado, torna-se um servidor de arquivos Exporta seus índices ao servidor central do Napster Mantém a lista de todos os Peers disponíveis
24 Napster
25 Napster Cliente que deseja realizar uma pesquisa, envia a query ao Servido Central do Napster Este identifica o peer que contém a música com as palavras-chaves da busca A troca é feita entre o cliente e o servidor Servidor do Napster funciona como um Binder
26 Estudo de caso 2: Rede GNUtella Funciona no padrão P2P puro Alta disponibilidade Alta dispersão Alto nível de balanceamento de carga Praticamente impossível de ser eliminada Não há garantia de que o arquivo exista em um dos N peers atingíveis a partir do peer de origem Cada peer funciona como: Cliente Servidor Gateway realizando forward das mensagens Busca? TTL Time To Live
27 Rede GNUtella
28 Rede GNUtella Cada peer conhece, pelo menos, 1 peer vizinho A consulta é feita pelo peer de origem e a ela é atribuída um TTL (em geral até 6 ou 7) O peer vizinho realiza a consulta localmente e encaminha a consulta para seus vizinhos, incrementando o TTL A consulta é propagada até que o TTL atinja seu limite e, então, conforme os resultados são colhidos, a resposta é enviada. A partir do momento em que o peer de origem encontra um peer que possui o arquivo, a troca é realizada.
29 Rede GNUtella Questionamentos Legalidade do uso do software Compartilhamento de conteúdo protegido por Direitos Autorais Comparação Napster X Gnutella Napster Centralizado Ausência do servido central ausência do serviço GNUtella Distribuído Critérios de busca distribuídos entre os diversos nós do sistema Ausência de coordenação global Altíssima disponibilidade
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