Protocolo experimental
|
|
|
- Baltazar Caetano Fortunato
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Protocolo experimental À procura da água culpada Enquadramento Teórico A poluição (de solos, águas e atmosfera) tornou-se tema de preocupação pública, atraindo cada vez mais a atenção dos meios de comunicação (figura 1). O Homem desempenha aqui o papel principal: a atividade industrial e agrícola e os resíduos domésticos e hospitalares estão entre os grandes responsáveis pela degradação da qualidade ambiental. Neste panorama, tornou-se imperativo perceber e avaliar as interações e os efeitos de contaminantes nos seres vivos (animais e plantas). Os ensaios de toxicidade permitem assim estudar as respostas biológicas desencadeadas por um sem número de compostos. Dependendo do plano experimental estabelecido, podem estudar-se efeitos de compostos selecionados ou de substratos de locais (águas ou solos) que se suspeitam contaminados embora se desconheça o(s) contaminante(s). A germinação de sementes é um processo biológico, particularmente sensível a fatores externos, que pode ser utilizado para avaliar a toxicidade de compostos, solos e águas. O recurso a sementes de plantas com importância económica, como é o caso da alface (e.g., Lactuca sativa), é muito comum. Estes ensaios permitem estimar a percentagem de inibição da germinação (efeito letal) e do crescimento radicular (efeito sub-letal com influência na sobrevivência e crescimento da planta). Estes ensaios são expeditos, económicos e bastante sensíveis à presença de contaminantes. Objetivos O objetivo desta atividade é investigar e compreender os potenciais efeitos da libertação para o solo de águas residuais de atividades domésticas através da realização de um ensaio de toxicidade de germinação de sementes. Este protocolo enquadra-se nas Áreas Curriculares de Ciências Naturais do 3º Ciclo do Ensino Básico e de Biologia (12º ano) do Ensino Secundário. No Ensino Secundário pode ser utilizado como um exercício interdisciplinar entre as áreas de Biologia e Matemática em que os alunos utilizam o teste de t-student para avaliarem e 1
2 concluírem objetivamente sobre a validade das hipóteses a testar nas diferentes condições experimentais. Figura 1: Os meios de comunicação social têm um papel ativo na divulgação e consciencialização pública de problemas ambientais e dos seus efeitos adversos (Fonte: Material Sementes de couve-nabiça 8 Placas de Petri de plástico com 10 cm de diâmetro (em substituição poderão ser utilizadas tampas de frascos de vidro de dimensões aproximadas) 4 Pipetas de Pasteur 4 Gobelés Algodão Régua Água da torneira (desclorada) Água da chuva Água de lavar louça (com detergente) Água de um rio/ribeiro local Marcador 2
3 Procedimento Discuta com os alunos possíveis águas residuais de atividades domésticas a testar, para além da água de lavar louça, e qual o planeamento experimental mais adequado a seguir (quantas condições ou águas irão testar, qual a necessidade de incluir condições controlo, quais as condições a testar que poderão ser tomadas como controlo, a necessidade de elaborar réplicas de cada condição a testar...). Deve efetuar-se pelo menos 2 réplicas do ensaio (i.e., de cada tratamento testado). Para este efeito os alunos podem organizar-se em grupos ficando cada grupo responsável pela realização de uma réplica do ensaio. 1. Marcar lateralmente as placas, indicando a condição a testar (água da torneira, água da chuva, água de lavar a louça, água do ribeiro), o número da réplica, a data e o número do grupo. 2. Distribuir igual quantidade de algodão pelas placas de Petri de modo a tapar toda a sua superfície. 3. Humedecer, com o auxílio de uma pipeta de Pasteur, o algodão das placas com água da torneira, da chuva, de lavar a louça ou do ribeiro consoante a respetiva marcação. Para tal, colocar um pouco de cada água num gobelé previamente assinalado com o tratamento e utilizar uma pipeta de Pasteur para cada água. Atenção: Não se devem misturar as pipetas de Pasteur. 4. Distribuir 10 sementes de couve-nabiça por cada placa. 5. Colocar as placas próximo a uma janela, expostas à luminosidade natural e temperatura ambiente. 6. Observar as placas a cada dois ou três dias. Humedecer o algodão sempre que necessário, com as amostras de água correspondentes. 7. Registar o número de sementes germinadas ao longo do tempo e, quando aplicável, as dimensões radiculares. Sugestão: O ensaio terá a duração aproximada de duas semanas, embora o tempo de germinação das sementes possa variar em função da espécie utilizada e da temperatura a que o ensaio decorre. Podem ser testadas simultaneamente as sementes de plantas diferentes, comparando-se a sensibilidade de cada espécie aos fatores testados. 3
4 Análise dos resultados Para a análise dos resultados, devem somar-se as réplicas todas considerando o total dos organismos expostos. Por exemplo, no caso de a turma ter efetuado 2 réplicas do ensaio, deve considerar-se que em cada tratamento foram utilizadas um total de 20 sementes (10 por cada réplica). 4
5 À procura da água culpada Registo da experiência 1. Formula e indica a hipótese a testar nesta experiência. 2. Regista na tabela 1 as dimensões radiculares () das sementes germinadas nos tratamentos e réplicas que preparaste no teu grupo. Elabora a legenda da tabela. Tabela 1: Dimensões Radiculares () em mm S 1 S 2 S 3 S 4 S 5 S 6 S 7 S 8 S 9 S 10 Água da torneira Água da chuva Água de lavar louça Água de ribeiro/rio Réplica1 3. Indica na tabela 2 o número de sementes germinadas (Nº SG) e as dimensões médias da radícula obtidos por toda turma. Elabora a legenda da tabela. 5
6 Tabela 2: Água da torneira Água da chuva Água de lavar louça Água de ribeiro/rio Nº SG Nº SG Nº SG Nº SG Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 DP 4. Calcula a percentagem de sementes germinadas, por condição. 6
7 5. Em que condições se verificou menor crescimento radicular? Calcula a percentagem de inibição da germinação (% IG) i para o(s) caso(s) indicados anteriormente tomando como referência, o comprimento das radículas germinadas em água da torneira desclorada. 6. O que podes concluir relativamente à toxicidade das amostras de água de lavar a louça e de água da ribeiro/rio? 7. Porque se terá testado água da chuva e água da torneira (de abastecimento público)? 7
8 8. Representa através de um gráfico, no sistema de eixos apresentado, a percentagem de inibição da germinação para os vários tipos de água testados. No segundo gráfico representa a médiaii com o respetivo desvio padrãoiii das dimensões radiculares para os vários tipos de água testados. Legenda os eixos do X e do Y e a figura que elaboraste. Figura 1. i Percentagem de Inibição da Germinação (% IG) ii ( ) iii Desvio padrão (DP ou s) Figura 2. %IG = Percentagem de inibição de germinação µc = crescimento médio da radícula na condição controlo µr = crescimento médio da radícula na água testada 8
Protocolo experimental
Protocolo experimental As Artémias também precisam de higiene diária? Enquadramento Teórico Ao longo dos tempos, a contaminação química de origem antropogénica tem vindo sucessivamente a aumentar nos ecossistemas
Protocolo experimental
Protocolo experimental Quem semeia, colhe 1 Enquadramento Teórico O Banco Mundial de Sementes (figura 1), localizado na ilha norueguesa de Spitsbergen, foi inaugurado no ano de 2008. Neste local estão
EFEITO DA POLUIÇÃO NA ECLOSÃO DE QUISTOS DE ARTÉMIA
EFEITO D POLUIÇÃO N ECLOSÃO DE QUISTOS DE RTÉMI PÚBLICO Este protocolo enquadra- -se nas Áreas Curriculares de Ciências Naturais do º Ciclo do Ensino Básico e de Biologia (12º ano) do Ensino Secundário.
Protocolo experimental
Protocolo experimental E se a salinidade se alterar? Enquadramento Teórico Todos os animais necessitam de condições ambientais favoráveis à sua sobrevivência e manutenção. Parâmetros como por exemplo a
Protocolo experimental
Protocolo experimental O que dá cor às algas? Enquadramento Teórico As macroalgas dividem-se em três grandes grupos: algas verdes, algas vermelhas e algas castanhas. Esta classificação relaciona-se com
A acção da catalase como função da temperatura
A acção da catalase como função da temperatura Barroso, F. - Escola Secundária de Fernão Mendes Pinto Farinha, R. - Colégio Militar Sobreira, A. - Escola Básica 2,3/S Michel Giacometti INTRODUÇÃO A presente
ANÁLISE DE TOXICIDADE DO ADUBO ORGÂNICO, A PARTIR DE BORRA DE CAFÉ, CASCA DE OVO E ARROZ, NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ALFACE (Lactuca sativa L.
ANÁLISE DE TOXICIDADE DO ADUBO ORGÂNICO, A PARTIR DE BORRA DE CAFÉ, CASCA DE OVO E ARROZ, NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ALFACE (Lactuca sativa L.) Agroecologia e Produção Agrícola Sustentável Júlia Kémily
MARÉ NEGRA: DO DERRAME À LIMPEZA
MARÉ NEGRA: DO DERRAME À LIMPEZA PÚBLICO ENQUADRAMENTO Este protocolo pode enquadrar-se nas Áreas Curriculares de Ciências da Natureza do 2º Ciclo do Ensino Básico e de Biologia (12º ano) do Ensino Secundário.
ESTUDO DA FOTOSSÍNTESE COM ALGAS IMOBILIZADAS
ESCOLA SECUNDÁRIA /3 GARCIA DE ORTA Utilização e organização dos laboratórios escolares Oficina de Formação ESTUDO DA FOTOSSÍNTESE COM ALGAS IMOBILIZADAS ANA LUÍSA SANTOS ÍNDICE pág. ÍNDICE 2 GUIÃO FORNECIDO
Protocolo experimental
Protocolo experimental Vamos Pescar? Enquadramento Teórico A procura e o aumento do consumo de peixe pelo Homem conduziram ao longo dos anos à pesca intensiva que causou a diminuição do tamanho das populações
UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROVINDOS DA BIODIGESTÃO.
200. UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROVINDOS DA BIODIGESTÃO. Cássio Back Westrupp (Bolsista)¹; Julia da Silva Machado 2 ; Everton Skoronski 3 ; Mauricio Vicente Alves (orientador) 4. INTRODUÇÃO
GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL
ESCOLA SECUNDÁRIA ENG. ACÁCIO CALAZANS DUARTE Utilização e organização dos laboratórios escolares Oficina de Formação GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL FACTORES QUE INFLUENCIAM A ACTIVIDADE
ANÁLISE DE RISCO E CRITÉRIOS DE ACEITABILIDADE DO RISCO
Solos Contaminados Guia Técnico ANÁLISE DE RISCO E CRITÉRIOS DE ACEITABILIDADE DO RISCO AMADORA, JANEIRO DE 2019 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ANÁLISE DE RISCO PARA A SAÚDE HUMANA E PARA O AMBIENTE... 4
MANUAL DO FORNECEDOR MFI
PAG: 1/ 5 1. CONCEITO 1.1. Balteração dimensional É a variação no comprimento ou largura sofrida pelo corpo-de-prova após passar pelo processo de lavagem. Pode ser positiva (aumento na dimensão especificada)
Estudo da Diversidade Vegetal na Escola
Estudo da Diversidade Vegetal na Escola Problema: Como se pode observar a Biodiversidade? Introdução A Biologia e a Geologia ajudam o Homem a procurar respostas para as questões que afectam o futuro da
AdolesCiência - Revista Júnior de Investigação
A influência da luz na germinação das sementes de rabanete (Raphanus sativus, L.) The influence of light on germination of seeds of radish (Raphanus sativus, L.) Diana Filipa Alves Reis, Ema Matilde Milão
As causas da formação de uma chuva ácida podem ser classificadas, do ponto de vista químico, em quatro categorias:
BIOINDICADORES A CHUVA ÁCIDA Os ácidos presentes na atmosfera, diluídos na água das nuvens, precipitam como chuva ácida na superfície da terra. Embora algumas dessas precipitações obedeçam a causas naturais,
Protocolo experimental
Protocolo experimental Como nasce e cresce uma artémia? Enquadramento Teórico A artémia é um pequeno crustáceo de 10 a 15 mm de comprimento. Vive em águas de salinidade muito elevada, como por exemplo
MF-431.R-1 - MÉTODO TURBIDIMÉTRICO PARA DETERMINAÇÃO DE SULFATO
MF-431.R-1 - MÉTODO TURBIDIMÉTRICO PARA DETERMINAÇÃO DE SULFATO Notas: Revisão aprovada pela Deliberação CECA nº 0102, de 04 de setembro de 1980. Publicada no DOERJ de 18 de setembro de 1980. 1. OBJETIVO
ROTEIRO DE MONTAGEM DE UMA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA EXPERIMENTAL
ROTEIRO DE MONTAGEM DE UMA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA EXPERIMENTAL Instrumento de marcação de tempo Relógio, telefone celular ou outro instrumento que indique o horário com precisão. As coletas de dados devem
Actividade nº 2. Actividade laboratorial: Preparação de soluções e sua diluição
Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco Física e Química A, 10º ano Ano lectivo 2008/2009 Actividade nº 2 Protocolo Experimental Data: 9/10/2008 Duração: 135 min Actividade laboratorial: Preparação
O QUE ESCONDE A NOSSA AREIA?
O QUE ESCONDE NOSS REI? PÚBLICO ENQUDRMENTO Este protocolo enquadrase nas Áreas Curriculares de Ciências Naturais do 3º Ciclo do Ensino Básico e de Biologia (12º ano) do Ensino Secundário. O mar encontra-se
ANOVA - parte I Conceitos Básicos
ANOVA - parte I Conceitos Básicos Erica Castilho Rodrigues 9 de Agosto de 2011 Referências: Noções de Probabilidade e Estatística - Pedroso e Lima (Capítulo 11). Textos avulsos. Introdução 3 Introdução
Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO PL 3.4 Identificação e síntese de substâncias com aromas e sabores especiais Síntese do acetato de
POQ 6 Determinação do teor de Lípidos
POQ 6 Determinação do teor de Lípidos Elaboração: RQ Verificação: DT e RDQ Aprovação: DT e RQ Entidade Emissora: RQ POQ 6 E0 (18-10-2013) 1/7 Historial de Versões Edição Data Motivo da Emissão/Alterações
PLANO DE AMOSTRAGEM E PLANO DE MONITORIZAÇÃO DO SOLO
Solos Contaminados Guia Técnico PLANO DE AMOSTRAGEM E PLANO DE MONITORIZAÇÃO DO SOLO AMADORA, JANEIRO DE 2019 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. PLANO DE AMOSTRAGEM... 4 3. PLANO DE MONITORIZAÇÃO... 5 2 Solos
COMPORTAMENTO AMBIENTAL DOS HERBICIDAS. INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2010)
COMPORTAMENTO AMBIENTAL DOS HERBICIDAS INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2010) PARA O HERBICIDA ENTRAR NO AMBIENTE: Os FATORES EXTERNOS
Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar
Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar 1. Densidade relativa A densidade relativa é uma propriedade física característica de cada substância e a sua determinação
O LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA
O LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA Instalações Sala de manipulações cores claras, iluminação natural (preferencialmente) s/ correntes de ar. Superfícies de trabalho revestidas por materiais lisos, resistentes,
Solarizador Modelo PESAGRO RIO
1 Solarizador Modelo PESAGRO RIO (Informe Técnico 32, ISSN 0101-3769) Marco Antonio de Almeida Leal Introdução As doenças de solo constituem um dos principais problemas para a maioria das culturas, pois
Nome dos membros do grupo: Data de realização do trabalho:
Escola Secundária de Lagoa Física e Química A 11º Ano Paula Melo Silva Identificação do trabalho (Capa) Relatório Simplificado AL 1.2. Forças nos movimentos retilíneos acelerado e uniforme Nome dos membros
COMO OCORRE A ACIDIFICAÇÃO DOS OCEANOS?
COMO OCORRE CIDIFICÇÃO DOS OCENOS? PÚBLICO ENQUDRMENTO Este protocolo enquadra-se na Área Curricular das Ciências Naturais do 3º Ciclo do Ensino Básico Os oceanos absorbem anualmente cerca de 25% do dióxido
EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE LARANJA A PARTIR DAS CASCAS DE LARANJA DESTILAÇÃO POR ARRASTAMENTO DE VAPOR
EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE LARANJA A PARTIR DAS CASCAS DE LARANJA DESTILAÇÃO POR ARRASTAMENTO DE VAPOR Procedimento experimental adaptado de J. H. Beatty 1 Procedimento experimental Figura 1. Esquema resumo do
Plano de Intervenção
INTERVENÇÃO AULA PRÁTICA GERMINAÇÃO Plano de Intervenção AUTOR: Luiz Felipe Ribeiro CONTEXTUALIZAÇÃO Em biologia chama-se germinação ao processo inicial do crescimento de uma planta a partir de um corpo
Alcance, A - Dá o valor máximo que um aparelho pode medir. Pode existir também uma gama de valores, isto é, um valor máximo e um mínimo.
6. APARELHOS DE MEDIDA E MEDIÇÕES ------- Alcance, A - Dá o valor máximo que um aparelho pode medir. Pode existir também uma gama de valores, isto é, um valor máximo e um mínimo. Menor divisão da escala
Biologia e Geologia 10º ano. Trabalho Experimental
Biologia e Geologia 10º ano 2019 Método Científico Observação Repetir Hipótese Experiência Grupo de controlo Grupo experimental Resultados Modificar a hipótese Evidências suportam a hipótese Inconsistente
Agrupamento de Escolas de Bobadela Escola EBI de Bobadela. Preparação de soluções aquosas de sulfato de cobre
Agrupamento de Escolas de Bobadela Escola EBI de Bobadela Ano letivo 2013/2014 C. Físico-Químicas 7º ano Relatório da actividade experimental: Preparação de soluções aquosas de sulfato de cobre Elaborado
Vidraria. versão
Vidraria Os vidros da Ionglass alinham durabilidade e estabilidade. Alta transparência e resistência superior a produtos químicos, contaminantes, mudanças drásticas de temperatura e intenso uso. Vidros
Critérios Específicos de Avaliação
Escola EB1 João de Deus COD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende COD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 152 870 Critérios Específicos de Avaliação (Aprovados em Conselho Pedagógico
EFEITO DO RESÍDUO EXAURIDO DO CULTIVO DE COGUMELOS SOBRE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Eucalyptus dunnii
EFEITO DO RESÍDUO EXAURIDO DO CULTIVO DE COGUMELOS SOBRE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Eucalyptus dunnii Claudia M. B. F. Maia * O cultivo do cogumelo Agaricus sp. gera um resíduo em avançado estado de compostagem
Determinação de sensibilidade bacteriana aos antimicrobianos
Determinação de sensibilidade bacteriana aos antimicrobianos Prof. Adj. Ary Fernandes Junior Departamento de Microbiologia e Imunologia Instituto de Biociências UNESP Tel. 14 3880.0412/0413 [email protected]
1 - Objetivos. 2 Materiais e Métodos. Confecção dos Coletores
PROTOCOLO PARA MONITORAMENTO DA ASSEMBLÉIA DE MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS EM SISTEMA DE TANQUES-REDE PARA AQÜICULTURA UTILIZANDO COLETORES COM SUBSTRATO ARTIFICIAL 1 - Objetivos Este protocolo tem por
72175 Material Área de crescimento (cm²) Volume (ml) Tipo de tampa Superfície de Cultura Estéril Embalagem
CULTURA CELULAR frascos de cultura celular Frascos de cultura celular ergonomicamente desenvolvidos para fácil manuseio e mínima contaminação durante a cultura celular. O gargalo curto e largo permite
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO / LONGO PRAZO
2017/2018 1º Período DISCIPLINA: Ciências Naturais 3º Ciclo do Ensino Básico 8º Ano Total de aulas Previstas: 39 aulas (2 aulas para do PAA) Domínio: TERRA UM PLANETA COM VIDA SUSTENTABILIDADE NA TERRA
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA. Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari [email protected] UNIDADE EXPERIMENTAL OU PARCELA Unidade Experimental (ou Parcela) são os indivíduos (plantas ou animais)
Escola Secundária / 3º CEB da Batalha ACTIVIDADE LABORATORIAL DE FÍSICA E QUÍMICA A FORMAÇÃO ESPECÍFICA ENSINO SECUNDÁRIO. Ano de Escolaridade : 11
Escola Secundária / 3º CEB da Batalha ACTIVIDADE LABORATORIAL DE FÍSICA E QUÍMICA A FORMAÇÃO ESPECÍFICA ENSINO SECUNDÁRIO Ano de Escolaridade : 11 AL 2.5 Solubilidade: solutos e solventes Apesar da água
Domínios/Subdomínio de aulas. de aulas. Terra em Transformação
Código 4039 750-90 - Sines Ano letivo: 06/07 Departamento:Matemática e Ciências Experimentais Grupo disciplinar: 50 Disciplina: Ciências Naturais Docentes: Abílio Ferreira, Ana Diniz e Irene Serrão Manual
Racionalizar o uso do cobre em viticultura biológica
Racionalizar o uso do cobre em viticultura biológica 1 INTRODUÇÃO O COBRE NA VINHA INTRODUÇÃO O cobre é uma das substâncias utilizadas desde há mais tempo na vinha acção anti-míldio descoberta por Millardet
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Portaria n.º / 2004
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Portaria n.º / 2004 O Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, estabeleceu os princípios orientadores da organização e da gestão do currículo, bem como da avaliação e certificação
Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática. Biologia 12º ano. Nome: Data: / /
Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática Biologia 12º ano Nome: Data: / / OBJETIVOS: Compreender o significado biológico das enzimas Conhecer o efeito de diversos fatores (concentração
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL
ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL CONCEITOS FUNDAMENTAIS Prof. Miguel Toledo del Pino, Eng. Agrícola (Dr.) INTRODUÇÃO A estatística experimental busca tratar dos métodos apropriados para o planejamento e análise
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS (Ciências Naturais) 8º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CIÊNCIAS
EBI 123 de Pedome. Diana Dinis Nº7. Inês Marques Nº9. Sónia Nunes Nº20. Vera Oliveira Nº23 8ºB 1
Poluição do Solo Trabalho elaborado por: Diana Dinis Nº7 Inês Marques Nº9 Sónia Nunes Nº20 Vera Oliveira Nº23 Turma: Disciplina: Ciências Naturais Professora: Raquel Soares 1 Índice Poluição do Solo...
Ciências Naturais 6º ano
Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B. 2,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 6º ano Planificação a Longo Prazo 2013/2014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar
Actividade Laboratorial
Escola Básica e Secundária do Cerco 11º Ano Biologia e Geologia Física e Química A Actividade Laboratorial Qual a influência do CO 2 nas águas naturais? Enquadramento programático em Biologia e Geologia
Solução aquosa de tiossulfato de sódio 0,100 moldm. Ácido clorídrico concentrado: R: ; S: /37/ Realizar na hotte. Usar luvas.
REALIZAÇÃO EXPERIMENTAL Objectivos Avaliar a velocidade da reacção química entre ácido clorídrico e o tiossulfato de sódio a diferentes concentrações, através do tempo que demora a formar-se uma determinada
Alimento vivo. Benefícios do consumo de grãos germinados
Alimento vivo Benefícios do consumo de grãos germinados Mestranda Nathalia Diogo Out/2018 1. CRUDIVORISMO Raw food Prática de se alimentar somente de alimentos crus A alimentação é baseada em frutas frescas,
CALDA DE NEEM. Manual de Capacitação
CALDA DE NEEM Manual de Capacitação 1 O que é ` É um produto agrícola feito na propriedade rural, fácil de ser feito, atóxico para seres humanos e animais, líquido, protetor da planta contra doenças e
ALELOPATIA DE FOLHAS DE CATINGUEIRA (Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P.Queiroz) EM SEMENTES E PLÂNTULAS DE ALFACE (Lactuca sativa)
ALELOPATIA DE FOLHAS DE CATINGUEIRA (Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P.Queiroz) EM SEMENTES E PLÂNTULAS DE ALFACE (Lactuca sativa) Ageu da Silva Monteiro Freire; Kyvia Pontes Teixeira das Chagas; Fernanda
SÍNTESE DO 1-BROMOBUTANO Procedimento experimental a microescala (adaptado de Williamson, Minard & Masters 1 )
SÍNTESE DO 1-BROMOBUTANO Procedimento experimental a microescala (adaptado de Williamson, Minard & Masters 1 ) Introdução O 1-bromobutano é um halogeneto alquílico primário (alquilo primário) e, por isso,
PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2016/2017 Docente: Maria da Assunção Tabosa Rodrigues
PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2016/2017 Docente: Maria da Assunção Tabosa Rodrigues 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da célula à biodiversidade
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO AL 1.2 11º ano Síntese do sulfato de tetraaminocobre(ii) monoidratado O amoníaco é uma substância
Conheça o seu manual 2.0
Conheça o seu manual 2.0 Fazer Ciência Ciências da Natureza 6.º ANO Sónia Marcelino, Vânia Magalhães, Ricardo Morais-Pequeno e mais de 900 professores construíram connosco o melhor manual! Manual O projeto
Metas Curriculares. Ensino Básico. Ciências Naturais
Metas Curriculares Ensino Básico Ciências Naturais 2013 8.º ANO TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 4
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 10.º Ano Versão 4 Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
o tratamento de sementes constitui uma das maneiras mais
Efeito de Fungicidas no Controle "In Vitro" e "In Vivo" de Bipolaris sorokiniana e de Fusarium graminearum Picinini, E.C. 1 ; Fernandes, J.M.C. 1 Introdução o tratamento de sementes constitui uma das maneiras
GIAE ONLINE. J.P.M & Abreu, Lda.
GIAE ONLINE 1 Índice Índice 2 Índice de Figuras 3 1. Introdução 4 2. Sumários - Testes 5 3. Sumários - Autorizações 5 4. Configuração da nova opção na área de administração 8 2 Índice de Figuras Figura
GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE MELANCIA EM DIFERENTES TEMPERATURAS 1. INTRODUÇÃO
GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE MELANCIA EM DIFERENTES TEMPERATURAS ANDRESSA PITOL 1 ; LUANA CAROLINA WEBER 2 ; CARLOS EDUARDO DA SILVA PEDROSO 3 1 Universidade Federal de Pelotas / UFPel [email protected]
A INFLUÊNCIA DAS FASES LUNARES NAS CULTURAS OLERÍCOLAS : ALFACE, MOSTARDA E RABANETE.
A INFLUÊNCIA DAS FASES LUNARES NAS CULTURAS OLERÍCOLAS : ALFACE, MOSTARDA E RABANETE. CUNHA, C. M. ¹, VARGAS, C. S. ², ROSSDEUTSCHER, E. W. ³, FRANCO, F. I. 4, MACHADO, M. R. R. 5 ¹ Aluna do Curso Técnico
HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil EVAPOTRANSPIRAÇÃO. Profª. Priscila Pini
HIDROLOGIA AULA 08 5 semestre - Engenharia Civil EVAPOTRANSPIRAÇÃO Profª. Priscila Pini [email protected] CONCEITOS Retorno da água precipitada para a atmosfera, fechando o ciclo hidrológico.
