Universidade Estadual de Santa Cruz
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- Vitorino Vasco Valente Nunes
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2 Universidade Estadual de Santa Cruz GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA JAQUES WAGNER - GOVERNADOR SECRETARIA DE EDUCAÇÃO OSVALDO BARRETO FILHO - SECRETÁRIO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ ADÉLIA MARIA CARVALHO DE MELO PINHEIRO - REITORA EVANDRO SENA FREIRE - VICE-REITOR DIRETORA DA EDITUS RITA VIRGINIA ALVES SANTOS ARGOLLO Conselho Editorial: Rita Virginia Alves Santos Argollo Presidente Andréa de Azevedo Morégula André Luiz Rosa Ribeiro Adriana dos Santos Reis Lemos Dorival de Freitas Evandro Sena Freire Francisco Mendes Costa José Montival Alencar Junior Lurdes Bertol Rocha Maria Laura de Oliveira Gomes Marileide dos Santos de Oliveira Raimunda Alves Moreira de Assis Roseanne Montargil Rocha Silvia Maria Santos Carvalho
3 Danilo Sette de Almeida 3ª Edição Revista e ampliada Ilhéus-Bahia 2016
4 Copyright 2000 by DANILO SETTE DE ALMEIDA 1ª edição ª edição ª reimpressão ª edição 2016 Direitos desta edição reservados à EDITUS - EDITORA DA UESC A reprodução não autorizada desta publicação, por qualquer meio, seja total ou parcial, constitui violação da Lei nº 9.610/98. Depósito legal na Biblioteca Nacional, conforme Lei nº , de 14 de dezembro de PROJETO GRÁFICO E CAPA Deise Francis Krause REVISÃO Maria Luiza Nora Roberto Santos de Carvalho Sylvia Maria Campos Teixeira Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) A447 Almeida, Danilo Sette de. Recuperação ambiental da mata atlântica / Danilo Sette de Almeida. 3. ed. rev. e ampl. Ilhéus : Editus, p. : il. ISBN: Bibliografi a : p Mata atlântica. 2. Florestas Conservação Brasil. 3. Proteção ambiental Brasil. I. Título. CDD EDITUS - EDITORA DA UESC Universidade Estadual de Santa Cruz Rodovia Jorge Amado, km Ilhéus, Bahia, Brasil Tel.: (73) [email protected] EDITORA FILIADA À
5 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO HISTÓRICO E TENDÊNCIAS ATUAIS DA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL CONCEITOS BÁSICOS Alguns termos técnicos aplicados à recuperação ambiental LEGISLAÇÃO BÁSICA APLICADA À RECUPERAÇÃO AMBIENTAL FLORESTA ATLÂNTICA Conceituação e distribuição Processo de fragmentação Biodiversidade ALGUNS PRINCÍPIOS DE SUCESSÃO NATURAL APLICADOS AO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO Grupos ecofisiológicos Composição florística e fitossociológica Polinização e dispersão de sementes Interação entre flora e fauna Mecanismos de sucessão e regeneração natural Banco de Sementes do Solo Banco de plântulas Chuva de sementes Rebrota de cepas Aplicação de princípios da sucessão ecológica na restauração Espécies exóticas invasoras e suas interferências na restauração ecológica Considerações sobre aspectos genéticos...72
6 7 DIAGNÓSTICOS AMBIENTAIS Identificação e avaliação da série histórica de impactos Meio físico Aspectos climáticos Levantamentos edáficos Relevo Recursos hídricos Meio Biótico Estudos florísticos e fitossociológicos Reconhecimento da vegetação pioneira Banco de sementes e de plântulas Levantamentos faunísticos Ambiente degradado - fatores limitantes Diagnósticos no nível de paisagem Macrorregional Regional Local degradado PONTOS BÁSICOS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA Seleção de espécies Inserção na paisagem, interação com vizinhança Princípios da Sucessão Ecológica Métodos biológicos de recuperação de áreas degradadas MODELOS DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL Alguns modelos de recuperação ambiental Condução da regeneração natural Plantio de mudas Recuperação com espécies pioneiras Formação de ilhas de diversidade (Nucleação) Modelo sucessional - plantio em linhas alternadas Modelo sucessional - plantios em módulos Indução da chuva de sementes Plantio inicial de mudas e posterior semeio Plantio de estacas diretamente no campo Semeio direto (Muvuca) Semeadura aérea Hidrossemeadura Plantio adensado
7 Plantio de leguminosas Recuperação com uso de espécies frutíferas Ampliação Ecológica de Fragmentos Florestais Recuperação ambiental de ecossistemas com invasão de espécies exóticas Estratégias auxiliares de apoio à recuperação ambiental Utilização de matéria orgânica Uso da manta orgânica florestal (serrapilheira) Utilização de telas naturais Aplicação de organismos e microrganismos Colocação de poleiros artificiais Desenho de sistemas florestais de uso múltiplo Seleção de espécies Modelagem Modelos de enriquecimento de fragmentos florestais Avaliação dos modelos de recuperação ambiental Avaliação ambiental Componente econômico Desempenho social Aspectos legais PLANO DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS (PRSD) Definições gerais Procedimentos e métodos para elaboração de PRAD Considerações e planejamento inicial Identificação dos agentes de degradação Delimitação das áreas de influência Avaliação do grau de degradação Elaboração do projeto de recuperação - roteiro básico Parte introdutória Caracterização do Empreendimento Diagnósticos Ambientais Caracterização do meio físico Caracterização do meio biótico Caracterização do meio socioeconômico Plano de recuperação das áreas degradadas (Reconstituição do meio ambiente) Avaliação de PRAD Estudos de caso sobre algumas situações específicas Áreas degradadas por mineração
8 Florestas ciliares Taludes de grandes declives em margens de rodovias Erosão em sulco ou voçorocas Ecossistema degradado pela presença de espécies exóticas invasoras MANUTENÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL Manutenção dos plantios Capina manual Capina química Roçada Coroamento Replantio Adubação de cobertura Colocação de cobertura morta Monitoramento dos plantios PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS Suprimento de sementes Produção de mudas Escolha da área Zoneamento Recipientes para produção de mudas Substratos Irrigação Equipe de implantação e manutenção Aspectos legais relacionados às mudas e sementes Florestais AÇÕES POSITIVAS PARA CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA NOS ESTADOS E MUNICÍPIOS REFERÊNCIAS...189
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