DESEMPENHO DAS EDIFICAÇÕES
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- Patrícia Lencastre Fidalgo
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1 DESEMPENHO DAS EDIFICAÇÕES
2 SUMÁRIO Conceito e Definição de Desempenho Histórico do desempenho das edificações; Abordagem de desempenho nas edificações; Norma Prescritivas X Normas de Desempenho; Metodologia de avaliação de desempenho; Requisitos e Avaliação de desempenho; Considerações Finais
3 CONCEITO DE DESEMPENHO A palavra desempenho é utilizada de maneira coloquial pela sociedade, definido de modo geral um desempenho desejado e o comparam com desempenho entregue; O edifício é um produto que deve apresentar determinadas características que capacitem a cumprir objetivos e funções para os quais foi projetado, quando submetido a determinadas condições de exposição e uso; O desempenho de uma edificação pode ser entendido como seu comportamento em uso ao longo de sua vida útil (BLACHERE,1969)
4 HISTÓRICO DO DESEMPENHO DAS EDIFICAÇÕES
5 HISTÓRICO DO DESEMPENHO DAS EDIFICAÇÕES O regulamento de Hammurabi continha um requisito de desempenho (Subjetivo): SEGURANÇA ESTRUTURAL Os arts. Não dizem nada sobre como a casa deve ser construída, quais os tipos de materiais devem ser utilizados, a largura, a dimensão e as partes da construção e os métodos construtivos, mas define claramente um resultado final que deve ser atingido, a construção não poderá entrar em colapso.
6 NORMAS PRESCRITIVAS X NORMAS DE DESEMPENHO Normas Técnicas prescritivas: Estabelece um conjunto de requisitos e critérios para um produto ou um procedimento específico, com base na consagração do uso ao longo do tempo; Norma de desempenho: Estabelece um conjunto de requisitos e critérios com base na exigência do usuário, independente de sua forma ou dos materiais constituintes;
7 NORMAS PRESCRITIVAS X NORMAS DE DESEMPENHO Ex. Norma Técnica(Prescritiva) : NBR Estabelece requisitos mínimos para bloco cerâmico para alvenaria de vedação; Ex. Norma Técnica(de desempenho) : NBR Que trata do desempenho de caixilhos, janelas para edificações de uso residencial e comercial; Normas Técnicas de desempenho são um divisor de águas, pois nos obriga a pensar em termos fins (atributos desejados pelo usuário), e não nos meios( soluções técnicas)
8 METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
9 Requisitos e Critérios de Desempenho Requisitos de desempenho (Norma): Condições que expressam qualitativamente os atributos que o edifício habitacional e seus sistemas devem possuir, a fim de que possam satisfazer as exigências do usuário; Critérios de desempenho(norma):especificações quantitativas dos requisitos de desempenho, expressos em termos de quantidade mensuráveis a fim de que possam ser objetivamente determinados; Ex. A segurança estrutural é um requisito de desempenho qualitativo, enquanto a resistência característica do concreto para um projeto é um critério de desempenho quantitativo;
10 REQUISITOS DE DESEMPENHO
11 REQUISITOS E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO REQUISITOS DE DESEMPENHO Segurança estrutural Isolação térmica Isolação acústica Estanqueidade Segurança ao fogo Estética Durabilidade Economia CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS Resistência mecânica Resistência térmica Isolamento acústico Res. Penetração de água Resistência ao fogo Facilidade de limpeza Perfeição geométrica Custo de manutenção
12 REQUISITO DE SEGURANÇA 1. Segurança Estrutural Resistência mecânica p/ ações estáticas e dinâmicas, ambas em combinação ou individuais. Resistência ao impacto, de causa intencional ou acidentária. Efeitos de fadiga.
13 Desempenho histórico - Segurança CASO R. POINT LONDRES COLAPSO PROGRESSIVO FALTA DE RIGIDEZ DAS LIGAÇÕES (MONOLÍTISMO) IMPORTÂNCIA NA TRANSFERÊNCIA DOS ESFORÇOS
14 REQUISITO DE SEGURANÇA 2. Segurança contra Fogo Riscos de eclosão de fogo e propagação de chamas. Efeitos fisiológicos da fumaça e calor. Tempo de alarme (detecção e sistemas de alarme). Tempo de evacuação (rotas de fuga). Tempo de sobrevivência (compartimentação do fogo).
15 REQUISITO DE SEGURANÇA 3. Segurança em Uso Segurança com respeito a agentes agressivos (proteção contra explosões, combustão, pontos e arestas cortantes, mecanismos móveis, eletrocussão, radioatividade, inalação ou contato com substâncias tóxicas, infecção). Segurança durante movimentações e circulações (limitação de pisos escorregadios, passagens desobstruídas, guarda corpos, etc).
16 REQUISITO DE HABITABILIDADE ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA REQUISITO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA DAS ALVENARIAS QUE COMPÕEM A FACHADA DOS EDIFÍCIOS; A PENETRAÇÃO DE ÁGUA TEM GRAVES CONSEQUÊNCIAS NA SANIDADE E HABITUALIDADE DAS EDIFICAÇÕES E NA DURABILIDADE DOS MATERIAIS; PROBLEMA, QUANDO EXISTENTE, DE DIFÍCIL E ONEROSA RECUPERAÇÃO;
17 REQUISITO DE HABITABILIDADE ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA PRINCIPAIS FATORES PROTEÇÃO DA FACHADA Condições de exposição; Revestimento adequado; Criação de ressaltos e descontinuidade para descolar a lâmina; Pingadeiras, beirais; Paredes duplas (cavity wall);
18 REQUISITO DE HABITABILIDADE ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA PRINCIPAIS FATORES CARACTERÍSTICA DOS MATERIAIS Permeabilidade, porosidade, capilaridade Formato existência de oco ou continuidade da face externa para a face interna; Técnica executiva assentamento em 2 cordões Aderência bloco-argamassa Qualidade da mão-de-obra Preenchimento das juntas
19 REQUISITO DE HABITABILIDADE ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE CHUVA PRINCIPAIS FATORES IMPEDIR A ENTRADA DA ÁGUA Espessura da parede Aderência e selamento das juntas Frisamento correto da junta
20 REQUISITO DE HABITABILIDADE ISOLANTE TÉRMICO Coeficiente de Trocas Superficiais (hi e he) Diferença de temperatura com o ar velocidade do vento rugosidade emissividade COR BRILHO Resistência Térmica Superficial
21 REQUISITO DE HABITABILIDADE ISOLANTE ACÚSTICO Controle de ruídos internos e externos (contínuos e ou intermitentes). Intelegibilidade do som. Tempo de reverberação
22 REQUISITO DE HABITABILIDADE ISOLANTE ACÚSTICO
23 REQUISITO DE HABITABILIDADE ISOLAÇÃO SONORA ENSAIO PAREDES PADRÃO DE 4 x3 m SEPARANDO DUAS CÂMARAS Numa é gerado um ruído padrão em faixas freqüências (100 Hz a 4000 Hz) Na outra é medida o quanto passa deste ruído São calculados os índices de Redução Sonora (R) por faixa de freqüência É obtido o CTSA (Classe de Transmissão de Sons)
24 REQUISITO DE HABITABILIDADE ISOLAÇÃO SONORA PAREDES DIVISÓRIAS Garantir privacidade Impedir que ruídos gerados em outros ambientes específicos atrapalhem as atividades em outros ambientes NÃO EXISTEM LIMITES DEFINIDOS NO BRASIL PARA ISOLAÇÃO SONORA Valores que pode ser considerado como excelente é CTSA 50 (parede dupla de tijolos maciços) e desempenho depende muito da condição de ruído de fundo
25 REQUISITO DE HABITABILIDADE ISOLAÇÃO SONORA FATORES INTERVENIENTES RIGIDEZ DO PAINEL material (módulo de deformação) Espessura Formato Vinculações MASSA SUPERFICIAL TEXTURA SUPERFICIAL ESTANQUEIDADE AO SOM
26 DURABILIDADE CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES CAPACIDADE DE MANTER-SE ÍNTEGRA AO LONGO DO TEMPO EVITAR O SURGIMENTO DE FISSURAS QUANDO OCORREM TENSÕES DE ORIGEM INTERNA TENSÕES DE ORIGEM EXTERNA FATORES MÓDULO DE DEFORMAÇÃO DO COMPONENTE MÓDULO DE DEFORMAÇÃO DA ARGAMASSA ADERÊNCIA BLOCO-ARGAMASSA
27 DURABILIDADE CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES ARGAMASSA FORTE CONCENTRAÇÃO DE TENSÃO FISSURAS ARGAMASSA FRACA REDISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES MICROFISSURAS (NÃO PREJUDICIAIS)
28 DURABILIDADE CAPACIDADE DE ACOMODAR DEFORMAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS ARGAMASSAS FRACAS AUMENTAR A ADERÊNCIA JUNTAS DE TRABALHO NA ALVENARIA NÃO PREENCHIMENTO DA JUNTA VERTICAL OU REFORÇOS
29 DURABILIDADE SUPERIOR A DE QUALQUER OUTRO MATERIAL Componentes cerâmicos durabilidade pode ser considerada infinita (> 1000 anos); Outros componentes durabilidade superior a 100 anos, sem proteção e sem manutenção; Argamassa de assentamento durabilidade >> 100 anos, em condições normais;
30 CICLO DE VIDA DE UM EMPREENDIMENTO
31 REQUISITO DE SUSTENTABILIDADE DURABILIDADE
32 VIDA ÚTIL DA CONSTRUÇÃO
33 CONSIDERAÇÕES FINAIS Fica evidente que a utilização da abordagem de desempenho nas edificações fomenta o desenvolvimento tecnológico; Favorece o processo de industrialização com à indução da melhoria da qualidade e da sustentabilidade;
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