Manual de Preenchimento do Balanço Social
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- Simone Affonso Castanho
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1 Manual de Preenchimento do Balanço Social
2 ELABORAÇÃO Assessoria Contábil Unimed do Brasil Eduardo Sá COLABORAÇÃO Responsabilidade Social Unimed do Brasil Adriana Perroni Ballerini Maria Antônia Marcon dos Santos Marcelo de Menezes REVISÃO Comitê Contábil Unimed do Brasil Comunicação Unimed do Brasil DIAGRAMAÇÃO E EDIÇÃO ElmeFaria Comunicação e Design COORDENAÇÃO Assessoria Contábil Unimed do Brasil José Bento de Oliveira DIREÇÃO Diretoria de Integração Cooperativista Unimed do Brasil Dr. João Batista Caetano Diretoria de Marketing e Desenvolvimento Unimed do Brasil Dr. Almir Gentil
3 Sumário Apresentação... 2 Composição da Diretoria... 3 Balanço Social para Cooperativas - Comissões... 4 Balanço Social Formulários... 5 Quadro 1 Identificação... 6 Quadro 2 Indicadores do Corpo Funcional... 7 Quadro 3 Indicadores de Organização e Gestão Quadro 4 Indicadores Econômicos Quadro 5 Indicadores Sociais Internos Quadro 6 Indicadores Sociais Externos Quadro 7 Outras Informações Demonstração do Valor Adicionado (DVA) Descritivo Analítico de Contas... 38
4 Apresentação Desde 2004, a Unimed do Brasil e a Fundação Unimed tem priorizado o preenchimento do Balanço Social do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), como parte da Política Nacional de Responsabilidade Social. Em 2005, 144 cooperativas preencheram o Balanço Social, totalizando um aumento de 26% no número de balanços enviados em relação à 1ª edição. Na versão 2006, o Balanço foi implementado com a inclusão de mais itens, a fim de tornálo cada vez mais adequado à realidade das cooperativas, e com informações importantes de serem destacadas neste modelo de publicação. Diante disso, este Manual de Instruções tem a finalidade de facilitar o preenchimento e o envio de dados mais consistentes e uniformes. Tanto ele quanto a adaptação do Balanço Social foram desenvolvidos pela Assessoria Contábil da Unimed do Brasil e pela Comissão Contábil do Sistema Unimed, que, por sua vez, contaram com a colaboração da Equipe de Responsabilidade Social da Confederação e a validação do IBASE. As informações obtidas no Balanço devem ser o resultado de um amplo processo participativo que envolva a comunidade interna e externa, bem como ter a aprovação e a assinatura do profissional contábil e do presidente da Unimed. Lembramos que o preenchimento e a divulgação do Balanço Social pela cooperativa demonstra a transparência nas ações realizadas e a preocupação com o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. Unimed do Brasil Fundação Unimed
5 Dr. Celso Corrêa de Barros Dr. Luiz Carlos M. Palmquist Dr. Thyrson Loureiro de Almeida Dr. Almir Adir Gentil Dr. João Batista Caetano Dr. João Mairton Pereira de Lucena Dr. Sizenando da Silva Campos Junior Dr. Arcênio Coelho Mendonça Drª. Climênia Z. Del Fraro Rabelo Dr. Carlos Alberto B. de Mendonça Dr. Dalmo Claro de Oliveira Dr. Emerson Fidélis Campos Dr. Euclides Malta Carpi Dr. Eudes de Freitas Aquino Dr. Gerson Thomé Marino Dr. Hugo Borges Dr. Humberto Jorge Isaac Dr. Irmo Bassi Júnior Dr. Joaquim Martins Spadoni Dr. Mauro Muinõs de Andrade Dr. Mohamad Akl Dr. Nelson Couto Rezende Dr. Nestor Biscardi Dr. Nilson Luiz May Dr. Nilton Carlos Busch Dr. Reinaldo Antonio M.Barbosa Dr. Ricardo Vidigal Paolucci Dr. Ronaldo Paes Barreto Dr. Waldemar D Ambrósio Filho Dr. William Manoel Cecílio Dr. Almir Adir Gentil Dr. Luis Carlos Lopes Moreira Diretoria Executiva Diretor Presidente Diretor de Adm. e Estratégia Diretor Financeiro Diretor de Marketing e Desenvolvimento Diretor de Integração Cooperativista Diretor de Desenvolvimento Regional Diretor de Desenvolvimento Regional Conselho Confederativo Federação Intraf. Leste Nordeste de Minas Federação Intraf. Reg. Sul de Minas Federação Equatorial Federação Santa Catarina Federação Intraf. Inconfidência Mineira Federação Rio de Janeiro Federação São Paulo Federação Espírito Santo Fed. Intraf. Reg. Zona da Mata Mineira Federação Intraf. Nordeste Paulista Federação Intraf. Oeste Paulista Federação Mato Grosso Federação Bahia Central Nacional Federação Paraná Federação Regional Sudeste Paulista Federação Rio Grande do Sul e Mercosul Federação Intraf. Centro-Oeste Paulista Federação Intraf. Vale do Paraíba Federação Minas Gerais Federação Pernambuco Federação Intraf. Centro Paulista Federação Intraf. Triâng. M. Alto Paranaíba Fundação Unimed Presidente Executivo Executivo Administrativo e Financeiro Executivo de Educação Corporativa
6 Comissão Contábil Antônio Maurício Ribeiro Aristeu Costa Santos Áurea Regina de Andrade Carvalho Carlos Moacir Couto Cláudia Carloni Siqueira Donato Hoepers Eduardo Cardoso de Sá Jesus Leir Aurélio de Oliveira João Quesada José Bento de Oliveira Marcelo José Martins Tavares Mariza Moreira Lopes da Costa Patrícia Cimino Campos Silveira Roseli Eni Militz Samuel Joaquim de Oliveira Valdirene de C. Suzzio Brandão Virgínia Lani Martins Blenke Área de Responsabilidade Social Adriana Perroni Ballerini Marcelo de Menezes Maria Antônia Marcon dos Santos Realização Assessoria Contábil Unimed do Brasil
7 Balanço Social Formulários O formulário do Balanço Social 2006 está dividido em sete quadros, sendo: 1. IDENTIFICAÇÃO 2. INDICADORES DO CORPO FUNCIONAL 3. INDICADORES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO 4. INDICADORES ECONÔMICOS 5. INDICADORES SOCIAIS INTERNOS 6. INDICARORES SOCIAIS EXTERNOS 7. OUTRAS INFORMAÇÕES Adicionalmente há o quadro específico para a DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (DVA), cujo objetivo é demonstrar a geração de riqueza e sua distribuição no período do Balanço Social.
8 Quadro 1 Identificação Refere-se aos dados cadastrais da cooperativa Unimed a serem preenchidos conforme solicitado no formulário. O tempo de existência deve ser expresso em anos, considerando desde a fundação da cooperativa até o dia 31 de dezembro do exercício a que se refere o Balanço Social. O Balanço Social é um trabalho que envolve todas as áreas da cooperativa e seu preenchimento demanda a colaboração de vários profissionais. Todavia, para que a uniformidade das informações seja garantida, a responsabilidade pelo Balanço Social e a coordenação desse grupo multi-disciplinar cabem à área de contabilidade. Assim, no campo Responsável pelo Preenchimento deve constar o nome do contador responsável pelo Balanço Social, que assina o documento em conjunto com diretoria da cooperativa. Quanto ao ramo de atividade, as cooperativas Unimed devem preencher o campo SAÚDE conforme a definição do IBASE: composto pelas cooperativas que se dedicam à preservação e à promoção da saúde humana.
9 Quadro 2 Indicadores do corpo funcional Um dos objetivos do Balanço Social é avaliar a diversidade e a distribuição econômico-social na empresa. Os indicadores do corpo funcional buscam identificar essas realidades na cooperativa. Nos quesitos relativos à informação étnica, considerar como pessoas negras o somatório de indivíduos autodeclarados/autoclassificados com cor de pele preta ou parda. Este e outros itens do Corpo Funcional referem-se à diversidade no ambiente de trabalho. Desta forma, se for o caso, considerar também a realidade local para os povos indígenas. As informações quanto ao quadro funcional referem-se aos funcionários e terceirizados que estejam sob responsabilidade da cooperativa (sob o seu CNPJ) e aos cooperados lotados em atividades administrativas na cooperativa. Assim, caso a cooperativa possua empresas associadas (controladas/coligadas) ou recursos próprios constituídos
10 sob a forma de pessoas jurídicas distintas da dela, os empregados, terceiros e mesmo os cooperados lotados nessas empresas não devem ser considerados no preenchimento do seu Balanço Social. As informações relativas aos terceirizados a serviço da cooperativa (vide detalhes no item especifico), quando aplicável, devem ser preenchidas na coluna dos empregados. Todos os campos do Quadro 02 são numéricos; assim, não devem ser preenchidos com letras ou tipos diferentes de números. Caso a cooperativa nada tenha a informar em determinadas linhas, deve preenchê-las com o número 0 (zero). PREENCHIMENTO DAS LINHAS Nº de pessoas na cooperativa (em 31/12) É o número total de cooperados e de empregados em 31/12. Empregados: somente os empregados registrados em regime CLT. Não devem ser incluídos nesta linha estagiários, que entrarão no item 5 Indicadores Sociais Internos; Cooperados: considerar somente pessoas físicas. Nº de admissões durante o período Considerar todas as admissões ocorridas entre 01/01 e 31/12. No caso de cooperados, os que assinaram o livro de matrícula e subscreveram o capital social. Nº de saídas e demissões durante o período Para cooperados: considerar todos os demitidos, eliminados e excluídos entre 01/01 e 31/12. Para os empregados, informar o número dos que se desligaram da cooperativa, seja por pedido de demissão ou por demissão provocada pela empresa, com ou sem justa causa. Os cooperados e/ou empregados que estiverem afastados, sem que tenha ocorrido seus desligamentos definitivos, não devem ser considerados para essa informação. Nº de trabalhadores(as) terceirizados(as) Trabalhadores com vínculos empregatícios em outras empresas, sócios-proprietários de
11 empresas prestadoras de serviço e autônomos com atividades regulamentadas, que prestem serviços dentro da cooperativa ou que tenham freqüência regular, constante e, presumivelmente, de longa duração. Exemplos: assessoria jurídica terceirizada, contador terceirizado, auditores médicos, pessoal terceirizado em atividades de vigilância, portaria, limpeza, etc. Os consultores e/ou prestadores de serviços contratados para atividades esporádicas, em projetos de curta duração (inferiores a um ano) não devem ser considerados. A informação refere-se ao número desses trabalhadores em 31/12. Nos casos dos terceiros que prestam serviços de assessoria à cooperativa, a exemplo de advogados, contadores, etc., devem ser considerados apenas os prestadores que dedicam a maior parte de suas horas ao atendimento da cooperativa. Na impossibilidade de se apurar esse dado, deve ser considerado apenas o prestador responsável pelo contrato. Nº de pessoas com funções administrativas Cooperados: Considerar os diretores, conselheiros e membros de comitês técnicos. Empregados: Considerar todos os empregados da cooperativa e terceirizados (enquadrados no item específico). Devem ser considerados como administrativos, também, aqueles que estiverem lotados em recursos próprios da cooperativa (desde que esses recursos não sejam PJs distintas da cooperativa). Nº de mulheres/negros cooperados em funções administrativas e/ou diretivas Dentre os cooperados que ocupam funções administrativas na cooperativa e que foram informados na linha específica anterior, detalhar o número de mulheres e de negros cooperados que ocupam esses cargos. Nº de pessoas não-alfabetizadas Esse item não se aplica aos cooperados. Para os empregados e terceirizados (enquadrados no item específico), informar o número de não alfabetizados em 31/12.
12 Nº de mulheres que trabalham na cooperativa, em 31/12 Refere-se ao número total de mulheres, cooperadas, empregadas e terceirizadas (enquadradas no item específico), constantes na cooperativa em 31/12. % de cargos de chefia ocupados por mulheres Tendo em vista que o cooperativismo pressupõe a liberdade de atuação do cooperado, não havendo subordinação entre associados, esse item não se aplica a eles. Para os empregados, do total de cargos de chefia existentes na cooperativa, informar o percentual conforme o número de mulheres que ocupam essas funções. Exemplo: Total de cargos de chefia existentes na cooperativa 10 Nº de mulheres que ocupam cargos de chefia 04 Percentual a ser informado 40% Por definição, cargos de chefia são aqueles em que um profissional tem um ou mais profissionais sob sua subordinação direta. Eventualmente, poderá ocorrer de um determinado cargo não possuir outros profissionais diretamente subordinados, mas, que dentro do organograma da cooperativa, tenha o mesmo status de chefia. Nessa hipótese, esses cargos devem também ser considerados para essa informação. Remuneração média das mulheres/homens Esse item não se aplica aos cooperados, em função do critério de apuração da remuneração da produção. A remuneração decorre do volume de trabalho do médico cooperado, em conformidade com as regras estatutárias e independentemente da cooperativa. Para os empregados (somente CLT), considerar a remuneração relativa ao mês de dezembro (base de cálculo para a contribuição ao INSS parte empresa), exceto 13º, dividido pelo nº de mulheres/homens em 31/12. 10
13 Nº de negros(as) que trabalham na cooperativa Informar o número total de negros cooperados, empregados e terceirizados (enquadrados no item específico) constante no quadro da cooperativa em 31/12. Considerar como pessoas negras, os indivíduos autodeclarados/autoclassificados com cor de pele preta ou parda. % de cargos de chefia ocupados por negros (as) Tendo em vista que o cooperativismo pressupõe a liberdade de atuação do cooperado, não havendo subordinação entre associados, esse item não se aplica a eles. Para os empregados, do total de cargos de chefia existentes na cooperativa, informar o percentual conforme o número de negros que ocupam essas funções. Exemplo: Total de cargos de chefia existentes na cooperativa 10 Nº de negros que ocupam cargos de chefia 04 Percentual a ser informado 40% Por definição, cargos de chefia são aqueles em que um profissional tem um ou mais profissionais sob sua subordinação direta. Eventualmente poderá ocorrer de um determinado cargo não possuir outros profissionais diretamente subordinados, mas, que dentro do organograma da cooperativa, tenha o mesmo status de chefia. Nessa hipótese, esses cargos devem também ser considerados para essa informação. Remuneração média dos(as) negros(as) / Brancos(as) Esse item não se aplica aos cooperados, em função do critério de apuração da remuneração da produção. A remuneração decorre do volume de trabalho do médico cooperado, em conformidade com as regras estatutárias e independentemente da cooperativa. 11
14 Para os empregados (somente CLT), considerar a remuneração relativa ao mês de dezembro (base de cálculo para a contribuição ao INSS parte empresa), exceto 13º, dividido pelo nº de negros/brancos em 31/12. Nº de portadores(as) de deficiência ou redução de mobilidade Refere-se ao número total de portadores de deficiência ou redução de mobilidade - cooperados, empregados e terceirizados (enquadrados no item específico) - constante na cooperativa em 31/12. 12
15 Quadro 3 Indicadores de organização e gestão Refere-se às informações relativas aos aspectos das principais políticas sociais internas adotadas na cooperativa, bem como às orientações sobre os processos decisórios e como se compõe a estrutura de gestão. 13
16 Nos campos auto-explicativos, nos quais há opções pré-definidas a serem escolhidas, podem haver casos em que mais de uma alternativa seja utilizada pela cooperativa, a exemplo da linha: Destino das Sobras, na qual pode ocorrer de uma mesma assembléia decidir por todas as opções possíveis (Distribuição, Fundos e Aumento de Capital). Nesse caso e em outros nos quais mais de uma opção seja possível, a informação deve ser preenchida em todas as opções aplicáveis. PREENCHIMENTO DAS LINHAS Procedimento para integralização das quotas-partes Informar, dentre as opções previstas, a que é praticada pela cooperativa ou a última modalidade praticada. Se houver mais de uma opção possível, devem ser informadas todas as aplicáveis. Valor da maior produção repassada ao(à) cooperado(a) Dentro do período do Balanço Social, entre 01/01 e 31/12, informar o valor da maior produção paga em um determinado mês a um cooperado. Deve ser considerado o valor bruto, sem descontos do IR ou outros que a cooperativa efetue. Valor da menor produção repassada ao(à) cooperado(a) Dentro do período do Balanço Social, entre 01/01 e 31/12, informar o valor da menor produção paga em um determinado mês a um cooperado. O valor deve ser diferente de zero. Assim, os cooperados que porventura não apresentaram produção em um ou mais meses do exercício não devem ser informados. Deve ser considerado o valor bruto, sem descontos do IR ou outros que a cooperativa efetue. Valor do maior salário pago ao(à) empregado(a) Dentro do período do Balanço Social, entre 01/01 e 31/12, informar o valor do maior salário pago em um determinado mês a um empregado. No caso de vendedores, considerar também as comissões. 14
17 Gratificações, bonificações, ajudas de custos, reembolsos e etc. não devem fazer parte do cálculo. Eventualmente, se o(s) empregado(s) que recebeu(ram) o maior salário no período de 01/01 a 31/12 estiver desligado da empresa na ocasião do preenchimento do Balanço Social, ainda assim a informação relativa a ele deve ser considerada. Valor do menor salário pago ao(à) empregado(a) Dentro do período do Balanço Social, entre 01/01 e 31/12, informar o valor do menor salário-base contratual pago a um empregado, em um determinado mês. Não deve ser considerada a média ou fração, aqui entendida como o número de dias trabalhados inferiores ao contratado (Exemplo: empregados que iniciaram na empresa no decorrer do mês e receberam o salário contratual proporcional aos dias trabalhados). No caso de empregado que tenha um salário proporcionalmente inferior ao salário mínimo vigente por conta de sua jornada de trabalho ser reduzida, o valor informado deve ser o efetivamente pactuado, mesmo que inferior ao salário mínimo. Eventualmente, se o(s) empregado(s) que recebeu(ram) o menor salário no período de 01/01 a 31/12 estiver desligado da empresa na ocasião do preenchimento do Balanço Social, ainda assim, a informação relativa a ele deve ser considerada. Fundos existentes A informação deve considerar os fundos que apresentam saldos diferentes de zero em 31/12. Assim, ainda que os fundos de reserva e FATES (RATES) sejam legalmente obrigatórios, se não houver saldo nesses fundos em 31/12 eles não devem ser informados. Quantidade de assembléias realizadas Informar o total de assembléias realizadas na cooperativa entre 01/01 e 31/12, considerando as ordinárias e as extraordinárias. 15
18 Freqüência média nas assembléias pelos(as) cooperados(as) Calcular a freqüência média considerando o total de cooperados presentes em cada assembléia em relação ao número total de cooperados na ocasião de sua realização. A média final é calculada em função da quantidade de assembléias realizadas no ano e a presença média em cada uma delas. Exemplo: Total de cooperados associados à cooperativa = 120 Médicos Fev/x5 Assembléia ordinária Cooperados presentes = 66 = 55% freqüência Mai/x5 Assembléia extraordinária Cooperados presentes = 84 = 70% freqüência. Set/x5 Assembléia extraordinária Cooperados presentes = 30 = 25% freqüência. Total de Assembléias no ano = 03 (três) Freqüência média a ser informada = 50% (55%+70%+25%) / 3 Renovação dos cargos diretivos (conselho) A informação a ser preenchida nesta opção deve considerar somente as renovações ocorridas nos cargos diretivos e/ou do conselho de administração, no período de 01/01 a 31/12, conforme a proporção em que eles tenham sido renovados (1/3, 2/3, total, etc). Não devem ser consideradas as renovações de cargos do conselho fiscal, bem como de outros conselhos existentes na cooperativa. Freqüência do(s) instrumento(s) de prestação de contas Para efeito da informação a ser prestada neste item, considerar como instrumentos de prestação de contas a freqüência dos balancetes contábeis, dos relatórios gerenciais elaborados na cooperativa e das reuniões do conselho fiscal. Critério principal para afastamento / exclusão de cooperados (as) Os critérios para o afastamento de cooperados devem estar previstos no Estatuto da cooperativa. Já a exclusão de cooperados é disciplinada pelo art. 35º da Lei 5764/71. 16
19 Espaços de representação do cooperativismo em que a cooperativa atua Informar a quais órgãos representativos a cooperativa está vinculada. OCB e OCES são, respectivamente, a Organização das Cooperativas Brasileiras e as Organizações Estaduais de Cooperativas. Os órgãos Anteag, ADS/CUT e Concrab/MST listados entre as opções não se aplicam às cooperativas médicas. Número de cooperados(as) sindicalizados(as) ou filiados à associação profissional Deve ser informado o total de cooperados que participem como associados dos sindicatos da categoria profissional ou como associados a alguma associação profissional (Exemplos: Associação Médica Brasileira AMB, associações médicas regionais, associações de especialidades, etc.). Considerar apenas as associações espontâneas. Assim, não devem ser incluídas as associações obrigatórias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e nem considerado como sindicalizado o cooperado que faz apenas o pagamento anual obrigatório da contribuição sindical. Principal fonte de crédito Por fonte de crédito, entende-se todas as formas de financiamento da cooperativa, ou seja, todos os agentes que fornecem bens e/ou serviços com prazo para pagamento. Nesse contexto enquadram-se, em maior ou menor grau, todos os fornecedores da empresa, sejam eles os mais tradicionais, tais como os da rede credenciada (hospitais, laboratórios, clínicas, etc.), fornecedores financeiros (Bancos, Unicreds, empresas de leasing, factoring, etc.), cooperados e empregados (que recebem seus vencimentos após a prestação de serviços), outras cooperativas (pagto. a prazo do intercâmbio), fornecedores diversos e até mesmo o governo, quando da postergação ou parcelamento de impostos. Os critérios para determinação da relevância das fontes de crédito devem considerar especialmente dois aspectos: o prazo médio de pagamentos e o volume financeiro das transações. Deve ser informada a maior ou mais representativa fonte de crédito da cooperativa, preferencialmente uma única fonte (Exemplo: Cooperados), especificando-a sempre que possível (Exemplo: Banco X, Unicred Y). Caso a cooperativa disponha de duas ou 17
20 mais fontes de igual importância, informar todas elas (Exemplo: Unicred X, Fornecedor Y e Cooperados). Número total de acidentes de trabalho Devem ser informados todos os acidentes ocorridos com os empregados da cooperativa no período de 01/01 a 31/12, registrados como acidentes de trabalho no Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT). Existem medidas concretas em relação à saúde e à segurança no ambiente de trabalho A informação a ser preenchida nesta opção deve considerar apenas as medidas tomadas pela cooperativa em relação aos seus empregados ou às suas dependências de trabalho. 18
21 Quadro 4 Indicadores Econômicos Resumo executivo dos principais itens econômico-financeiros da cooperativa. Guardam correspondência com os valores da Demonstração do Valor Adicionado DVA, porém apresentados de forma diferenciada. PREENCHIMENTO DAS LINHAS Ingressos e receitas brutos Corresponde a toda movimentação econômica produzida pela cooperativa, quer seja operacional (atos cooperativos) ou não operacional (atos não cooperativos). Não é necessário o preenchimento desta linha, o valor é automaticamente transportado do item a) Ingressos e receitas da DVA. Ingressos repassados Refere-se às transferências de riscos feitas de uma cooperativa para outra a título de co-responsabilidade cedida. Corresponde ao grupo 3117 (-) Contraprestações de co-responsabilidade transferida, do Plano de Contas Padrão ANS. 19
22 Receitas sobre aplicações financeiras Refere-se ao total de receitas auferidas com as aplicações financeiras de recursos da cooperativa, no período de 01/01 a 31/12. Corresponde ao grupo 341 Receitas de aplicações financeiras, do Plano de Contas Padrão ANS. Total de dívidas em 31/12 Refere-se ao total das obrigações da cooperativa, registradas no balanço patrimonial em 31/12. Corresponde ao somatório dos grupos 22 Passivo circulante e 23 Passivo exigível à longo prazo, do Plano de Contas Padrão ANS. As provisões técnicas registradas no grupo 21 não devem ser consideradas. Patrimônio da cooperativa O conceito de patrimônio engloba seu significado amplo, referindo-se ao conjunto de bens, direitos e obrigações da empresa. Nesse sentido, o patrimônio da entidade é representado pelo total geral de seu ativo, correspondendo ao grupo 1 Ativo, do Plano de Contas Padrão ANS. Patrimônio de terceiros Informar o valor de todos os bens que estejam sob a guarda da cooperativa, mas que pertençam a terceiros, a exemplo dos bens em comodato ou em consignação. Impostos e contribuições Refere-se a todos os tributos registrados pela cooperativa no período de 01/01 a 31/12. Não é necessário o preenchimento dessa linha, o valor é automaticamente transportado do item b1) Impostos, taxas e contribuições da DVA. Remuneração dos cooperados Refere-se aos valores pagos aos cooperados por sua produção junto à cooperativa, no período de 01/01 a 31/12. 20
23 Na remuneração do cooperado não devem ser considerados os pagamentos realizados como remuneração de dirigentes e/ou conselheiros, bem como os eventuais benefícios concedidos pela cooperativa. Não é necessário o preenchimento dessa linha, o valor é automaticamente transportado do item a1.1) Produção da DVA. Folha de pagamento, salários e encargos Refere-se aos salários pagos aos empregados da cooperativa e seus respectivos encargos, assim como os valores pagos aos cooperados a título de remuneração de dirigentes e/ou conselheiros, no período de 01/01 a 31/12. Não é necessário o preenchimento dessa linha, o valor é automaticamente transportado do item a2.1) Salários da DVA. Valor de capital para ingresso na cooperativa Informar o valor praticado pela cooperativa para subscrição do capital social no ingresso de novos cooperados. Deve ser o valor praticado em 31/12. Caso não exista, deve ser informado o último valor praticado pela cooperativa. Sobras ou perdas do exercício Refere-se ao resultado líquido do exercício, já descontados os fundos obrigatórios. Não é necessário o preenchimento dessa linha, o valor é automaticamente transportado do item d) Sobras/(Perdas) à disposição da AGO da DVA. Fundos Refere-se ao montante que a cooperativa destinou à formação de fundos, obrigatórios e facultativos, no período do Balanço Social. Corresponde a movimentação do período, aqui entendida como a diferença entre o saldo 21
24 de 31/12 deste exercício e o de 31/12 do exercício anterior, dos grupos 2713 Reservas de sobras e 2714 Outras reservas, do Plano de Contas Padrão ANS. Não é necessário o preenchimento dessa linha, o valor é automaticamente transportado do item d3) Outras reservas e fundos da DVA. 22
25 Quadro 5 Indicadores sociais internos Refere-se aos investimentos sociais realizados pela cooperativa, que são voltados aos seus cooperados e empregados. Os investimentos devem ser informados em seus valores brutos, descontados das participações dos cooperados e/ou empregados quando aplicável, mas sem considerar eventuais amortizações por parte do FATES (RATES). PREENCHIMENTOS DAS LINHAS Alimentação Informar todos os gastos efetuados pela cooperativa, relativos aos programas e/ou às ajudas de custo com alimentação de cooperados e de empregados. Como exemplo, os gastos com beneficio alimentação (tíquete restaurante e cesta básica) e os gastos eventuais com lanches e refeições, desde que necessários ao desenvolvimento do trabalho pelo cooperado ou empregado. 23
26 Saúde Informar todos os gastos efetuados pela cooperativa relativos ao plano de saúde, aos programas de medicina preventiva, à prevenção à saúde ou aos outros gastos relativos à saúde dirigidos aos cooperados e empregados. Os gastos relativos ao plano de saúde dos cooperados e empregados devem compreender os custos reais de assistência médica prestada pela cooperativa a esses beneficiários, seus dependentes e agregados, descontados os valores relativos às suas próprias participações (custeio total ou parcial de mensalidade, co-participações, etc). Segurança no trabalho Informar todos os gastos efetuados pela cooperativa voltados à segurança no trabalho de cooperados e empregados, aqui compreendidos como os investimentos em equipamentos de segurança pessoal ou coletiva, reformas ou benfeitorias voltadas a esse objetivo, gastos com organização de cursos, palestras ou seminários voltados ao tema, etc. Investimentos em cultura e/ou lazer Informar o valor dos gastos com eventos e manifestações artísticas e culturais (música, teatro, cinema, literatura e outras artes), que foram custeados pela cooperativa e dirigidos para seus cooperados e/ou empregados, descontados os valores relativos às suas próprias participações, se aplicável. Educação/alfabetização, ensino fundamental, médio ou superior Informar o valor dos gastos com ensino regular, em todos os níveis, patrocinados total ou parcialmente pela cooperativa aos seus cooperados e/ou empregados, compreendendo o reembolso de educação, bolsas de estudo, gastos com biblioteca e outros gastos relacionados à educação. Exemplos: Subsídios para ensino médio, superior, pós-graduação, mestrado, doutorado, etc. Os investimentos relativos aos cursos ou treinamentos de atualização profissional não 24
27 devem ser informados nesta linha, mas sim nas linhas de capacitação profissional ou de gestão cooperativista, conforme o caso. Capacitação profissional Informar o valor dos recursos investidos em treinamentos, cursos, estágios (excluída a remuneração), seminários, simpósios, bem como outros gastos voltados para a capacitação profissional. Exemplos: Os gastos com cursos, seminários, simpósios, etc. de especialidades médicas ou de atualização profissional, que visem o aprimoramento técnico dos cooperados, bem como os treinamentos de empregados que tenham por objetivo aprimorar sua performance profissional. Capacitação em gestão cooperativa Informar o valor dos recursos investidos em treinamentos, cursos, estágios (excluída a remuneração), voltados especificamente para a capacitação em gestão cooperativista. Exemplo: Os gastos com cursos em gestão cooperativista para empregados, dirigentes e/ou conselheiros, os cursos de formação de conselheiros fiscais, treinamento de introdução ao cooperativismo, etc. Estagiários Informar o valor total dos gastos com bolsa auxílio e outros benefícios pagos aos estagiários que estejam desenvolvendo seu programa dentro da cooperativa. Creche ou auxílio-creche Informar o valor dos gastos com auxílio creche concedidos aos dependentes de cooperados e/ou empregados. Exemplo: O reembolso, parcial ou integral, de mensalidades de berçários, maternais, escolas infantis, auxílio babá, etc., bem como os investimentos em creches próprias ou subsídios concedidos pela cooperativa às entidades particulares que atendam seus cooperados e/ou empregados. 25
28 Eventuais gastos de cunho filantrópico relativos às entidades que prestam assistência às crianças, ainda que tenham a denominação de creches, berçários, etc., não devem ser informados nessa linha. Ações ambientais relativas à produção/operação Informar o valor dos gastos com monitoramento da qualidade dos resíduos/efluentes, despoluição, introdução de métodos não-poluentes, auditorias ambientais, programas de educação ambiental e de consumo consciente para cooperados e/ou empregados, além de outros que tenham por objetivo buscar o melhoramento da qualidade ambiental na produção ou na operação da cooperativa. Exemplos: Os investimentos em tratamento de resíduos hospitalares, programas de desinfecção hospitalar, aproveitamento de recursos energéticos alternativos (energia solar, eólica, captação de águas pluviais, etc). Seguro de vida Informar o valor dos gastos com seguros de vida, acidentes pessoais, incapacidade temporária, etc. concedidos aos seus cooperados e/ou empregados, descontados dos valores relativos às suas próprias participações, se aplicável. Previdência privada Informar o valor dos gastos com programas de previdência privada, concedidos aos seus cooperados e/ou empregados, descontados dos valores relativos às suas próprias participações, se aplicável. Participação nos resultados Informar os valores relativos à distribuição de sobras aos cooperados por decisão da assembléia, quer tenham sido pagas em dinheiro ou destinadas ao aumento do capital social da cooperativa, bem como os valores pagos aos empregados relativos a participação nos resultados. 26
29 Dentro do período de 01/01 a 31/12, a informação deve considerar o momento em que foi realizado o pagamento ou a capitalização, independentemente do exercício social ao qual a sobra ou resultado se refere. As sobras que porventura tenham sido destinadas pela assembléia à formação de fundos não devem ser consideradas nessa linha. Bonificações Informar os valores dos gastos relativos ao pagamento de bônus, gratificações, 14º salários, etc. efetuados pela cooperativa aos seus cooperados e/ou empregados. Outros cursos Informar outros cursos, palestras, seminários, etc. que não se enquadrem nas informações anteriores e que foram dirigidos aos cooperados e/ou empregados da cooperativa. Exemplos: Curso de gestantes, palestras sobre tabagismo, curso de administração de finanças pessoais, orçamento doméstico, etc. Outros Informar os valores referentes aos outros gastos relacionados aos indicadores sociais internos, destinados aos cooperados e/ou empregados, relativos ao período de 01/01 a 31/12, que não foram relacionados nos itens anteriores. 27
30 Quadro 6 Indicadores sociais externos Tem o objetivo de conhecer os investimentos praticados pelas cooperativas no âmbito externo de sua atuação, ou seja, os realizados em benefício da comunidade em que atuam ou da sociedade em geral. Os indicadores externos permitem avaliar também o fomento comercial praticado entre as cooperativas, de que forma e em qual volume elas se interagem comercialmente, realizando negócios entre si. PREENCHIMENTO DAS LINHAS Compras de outras cooperativas Informar o valor de todas as transações que tenham como fornecedor uma outra cooperativa, independentemente de seu ramo de atividade ou segmento de atuação. O valor deve ser obtido por meio do faturamento registrado na cooperativa relativo aos bens e/ou serviços adquiridos de outras cooperativas. 28
31 O intercâmbio entre as cooperativas UNIMED não deve ser informado nesta linha, pois há um campo próprio para isso. Exemplos: serviços de táxi prestados por cooperativas, mão-de-obra diversa fornecida por cooperativas, produtos de uso geral adquirido em cooperativas de consumo, serviços de cooperativas de profissionais (anestesistas, fisioterapeutas, dentistas, etc). Vendas a outras cooperativas Informar o total de faturamento gerado, cujos clientes sejam outras cooperativas, independentemente de seu ramo de atividade ou segmento de atuação. O intercâmbio entre as cooperativas UNIMED não deve ser informado nessa linha, pois há um campo próprio para isso. Exemplos: os contratos coletivos com pessoas jurídicas cujo contratante seja uma cooperativa, serviços específicos prestados a outra cooperativa que tenham gerado faturamento a UNIMED (exemplo: medicina ocupacional, etc.). Atendimento de intercâmbio prestado por outras cooperativas Informar o valor dos dispêndios referentes aos serviços prestados por outras cooperativas Unimed nos atendimentos em intercâmbio. Deve ser informado o total dos atendimentos prestados no período de 01/01 a 31/12, por meio do faturamento apresentado pela Unimed prestadora e registrado na Unimed origem como custo. Os repasses às outras cooperativas Unimed classificados como co-responsabilidade transferida não devem ser informados nessa linha. Eventuais atendimentos prestados por outras cooperativas de saúde que não pertençam ao Sistema Unimed (intercâmbio) não devem ser informados nessa linha. Por se tratar de uma via de mão dupla, os ingressos do intercâmbio não devem ser informados, visto que aquilo que for informado como custo por uma cooperativa Unimed, representa diretamente um ingresso em outra cooperativa do Sistema. Vendas de bens ou serviços terceirizados Refere-se à venda de produtos ou serviços que não foram produzidos/prestados pela própria cooperativa. Ocorre com mais freqüência nas cooperativas de produção, quando 29
32 elas recorrem aos produtos de terceiros para cumprimento de quantidades previamente acordadas com os compradores. Essa linha não deve ser preenchida, pois não se aplica às cooperativas Unimed. Investimentos em programas e/ou projetos ambientais externos Informar os valores dos investimentos em despoluição, conservação de recursos ambientais, campanhas ecológicas, educação ambiental e consumo consciente para a comunidade externa e para a sociedade em geral. Investimentos em Saúde Informar o total de gastos com programas de benefício, promoção ou prevenção da saúde desenvolvidos ou subsidiados pela cooperativa e dirigidos à comunidade externa e para a sociedade em geral. Exemplos: Stands de atendimento médico ao público, gastos relativos ao fornecimento de ambulâncias, equipamentos e equipes médicas em eventos públicos organizados pela comunidade, campanhas, cursos, materiais diversos destinados à prevenção ou promoção da saúde, organização de eventos voltados a saúde e dirigidos à sociedade em geral. Investimentos em Esportes Informar o total de gastos com eventos esportivos desenvolvidos ou subsidiados pela cooperativa e dirigidos à comunidade externa e para a sociedade em geral. Exemplos: A manutenção e/ou subsidio às entidades esportivas comunitárias, organização de eventos esportivos dirigidos à sociedade em geral (corrida de rua, torneio ciclístico, campeonatos esportivos amadores, etc.). Os gastos não devem ser confundidos com patrocínios ou ações de marketing que tenham como contra-partida a promoção da marca Unimed ou da própria cooperativa, especialmente o patrocínio individual de atletas. Essas ações não se enquadram como investimentos sociais e não devem, portanto, ser informadas nessa linha. 30
33 Investimentos em cultura e lazer Informar o total de gastos com eventos culturais e de lazer, desenvolvidos ou subsidiados pela cooperativa e dirigidos à comunidade externa e para a sociedade em geral. Os gastos não devem ser confundidos com patrocínios ou ações de marketing que tenham como contra-partida a promoção da marca Unimed ou da própria cooperativa. Essas ações não se enquadram como investimentos sociais e não devem, portanto, ser informadas nessa linha. Investimentos em educação/alfabetização para a comunidade Informar os valores dos investimentos em ações de educação e/ou alfabetização promovidas pela cooperativa em prol da comunidade externa e da sociedade em geral. Gastos com ações sociais / filantropia (financeiras, produtos e/ou serviços) / ajudas humanitárias Informar os valores gastos pela cooperativa em ações sociais, filantrópicas e de ajuda humanitária, promovidas ou subsidiadas pela cooperativa em prol da comunidade externa e da sociedade em geral. As eventuais doações de bens patrimoniais (Exemplo: imobilizados sem utilização, obsoletos, etc.), devem ser informadas por meio dos valores econômicos, apurados pela contabilidade quando da baixa desses bens. Caso o valor apurado seja igual a zero, não deve ser informado nessa linha. Nesse caso deve ser estimado o valor econômico do bem, conforme suas condições de utilização e vida útil, e informado no relatório de responsabilidade social. Os valores informados nesta linha são somente aqueles que permitiram registro (contabilização) pela cooperativa. Eventuais ações que foram incentivadas pela cooperativa, mas que não geraram desembolsos (Exemplo: doação de consultas pelos cooperados), não devem ser informadas nesta linha. Para esses casos, recomendase que a cooperativa divulgue essas ações em seu relatório de responsabilidade social. 31
34 Outros Informar os valores referentes aos outros gastos relacionados aos indicadores sociais externos, destinados à comunidade externa e para a sociedade em geral, relativos ao período de 01/01 a 31/12, que não foram relacionados nos itens anteriores. 32
35 Quadro 7 Outras Informações PREENCHIMENTO DAS LINHAS Número total de reclamações e críticas de consumidores Informar o número de reclamações de consumidores, no período de 01/01 a 31/12, contra a cooperativa, independentemente do motivo da reclamação. A reclamação deve ser considerada individualmente. Assim, caso a mesma reclamação esteja nas três esferas (cooperativa, Procon e judicial), devem ser computadas três reclamações, uma em cada esfera. 33
36 Número de reclamações e críticas solucionadas Informar o número de reclamações de consumidores solucionadas no período de 01/01 a 31/12, independentemente da data em que a queixa tenha sido efetuada. Assim, caso a cooperativa apresente neste exercício um número significativo de soluções de reclamações efetuadas em exercícios anteriores, é possível que o volume de reclamações solucionadas seja superior ao de reclamações apresentadas, visto que essas últimas referem-se apenas a este exercício. Deve ser considerada cada solução individualmente. Caso a mesma reclamação esteja nas três esferas (cooperativa, Procon e judicial), mas não tenha sido solucionada em todas elas, deve ser informada apenas a solução relativa à esfera em que a reclamação se encontrava. 34
37 Demonstrativo do Valor Adicionado (DVA) Além do Balanço Social, as cooperativas devem preencher a Demonstração do Valor Adicionado, que tem por objetivo demonstrar a geração de riqueza e sua distribuição, no período do Balanço Social. A DVA é baseada nos números contábeis e seu preenchimento deve ser feito a partir do balanço patrimonial da cooperativa encerrado em 31/12. Como a DVA deve guardar correspondência com os números do balanço patrimonial, é recomendável que este já tenha sido auditado e aprovado (ou recomendada sua aprovação) pela assembléia geral. Informações importantes No preenchimento da DVA, sugerimos a seguinte ordem de preenchimento: primeiramente o quadro (B) Distribuição da Riqueza e posteriormente o quadro (A) Geração da Riqueza excluindo os valores já lançados em (B). Para conferência do preenchimento da DVA o Valor adicionado a distribuir (I) e o Total distribuído (II) devem ser iguais. PREENCHIMENTO DAS LINHAS (A) GERAÇÃO DE RIQUEZA a) Ingressos e Receitas a.1) Contraprestações emitidas líquidas a.2) Demais ingressos e receitas a.3) Ingressos e receitas não operacionais b) Dispêndios e despesas b.1) Dispêndios com serviços Correspondente à soma dos subgrupos 311 e 313 do Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente ao grupo 33 do Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente ao grupo 36 do Plano de Contas Padrão ANS. Dispêndio com serviços, tanto de recursos credenciados quanto de intercâmbio, subtraídos de suas recuperações, constantes dos subgrupos 411, 412 e 413 do Plano de Contas Padrão ANS, EXCETO a produção do cooperado da singular (conta 41112). 35
38 b.2) Dispêndios administrativos b.3) Demais dispêndios e despesas b.4) Dispêndios e despesas não operacionais c) Valor adicionado bruto (a-b) d) Retenções d.1) Depreciações e amortizações d.2) Reservas técnicas d.3) Outras reservas e fundos e) Resultado Financeiro f) Resultado Patrimonial (I) Valor adicionado a distribuir (c-d+e+f) Correspondente à soma das contas 4631, 4632, 4637, 4641 e 466 do Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente ao grupo 44 do Plano de Contas Padrão ANS, EXCETO a conta Correspondente ao grupo 48 do Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente à soma das contas 4638 e 4639 Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente à soma dos subgrupos 312 e 414 Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente à movimentação das reservas e fundos (contas 2713 e 2714) ao longo do ano. Correspondente ao resultado da subtração do grupo 34 pelo grupo 45 do Plano de Contas Padrão ANS. Correspondente ao resultado da subtração do grupo 35 pelo grupo 47 Plano de Contas Padrão ANS. (B) DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA a) Remuneração do trabalho a.1) Cooperados a1.1) Produção (consultas e honorários) a1.2) Benefícios a.2) Dirigentes, Conselheiros e Colaboradores a2.1) Salários, 13º, Férias, FGTS, etc. a2.2) Benefícios a2.3) Participação nos resultados Correspondente à Produção Cooperativa Bruta (Conta 41112), EXCETO remuneração de dirigentes e conselheiros. Todos os benefícios pagos aos cooperados. Seguros, assistência médica, previdência privada, etc. Constante dos subgrupos e 461 do Plano de Contas Padrão ANS. Atenção: o FGTS deve ser incluído neste item. Todos os benefícios pagos aos dirigentes, conselheiros e colaboradores: seguros, assistência médica, previdência privada, refeição, etc. Correspondente a subconta do Plano de Contas Padrão ANS. 36
39 a3) Terceiros b) Remuneração do governo Correspondente às contas 43 (menos e 43114) e 4621 do Plano de Contas Padrão ANS. b1) Impostos/ Taxas/Contribuições Correspondente à soma das contas 43114, 4411, 465 e 6111 do Plano de Contas Padrão ANS. b2) Previdência Social e Outros INSS e PIS constantes dos subgrupos 461 e 462 do Plano de Contas Padrão ANS. c) Contribuições para a sociedade O total do item 6 - Indicadores sociais externos, do Balanço Social. d) Sobras / (Perdas) líquidas à disposição da AGO (II) Valor distribuído (a+b+c+d) Correspondente ao saldo das subcontas ou do Plano de Contas Padrão ANS. 37
40 Descritivo Analítico de Contas Esse quadro traz a nomenclatura de várias contas utilizadas no preenchimento da DVA, em conformidade com o Plano de Contas Padrão ANS. As contas analíticas referentes ao FGTS, ASSISTÊNCIA SOCIAL, INSS, PIS S/ FOLHA, INSS DIRIGENTES, SALÁRIO EDUCAÇÃO, ENCARGOS S/ FÉRIAS e ENCARGOS s/ 13º SALÁRIO, são sugestões contidas no Plano de Contas Padrão ANS - Comentado¹. Caso sua cooperativa não adote o padrão sugerido, deve ser considerada a conta efetivamente utilizada. 1 1ª edição Setembro LINHA DVA CONTAS CONTÁBEIS - PLANO DE CONTAS PADRÃO ANS PARTE A - GERAÇÃO DE RIQUEZA a1) Contraprestações emitidas líquidas 311 Contraprestações líquidas 313 Receitas com administração de planos de assistência à saúde a2) Demais ingressos e receitas 33 Outras receitas operacionais a3) Ingressos e receitas não operacionais 36 Receitas não operacionais b1) Dispêndios com serviços 411 Eventos indenizáveis Menos Consultas e Honorários Médicos - Cooperados 412 (-)Recuperação de eventos indenizáveis 413 (-)Recuperação de despesas com eventos indenizáveis b2) Dispêndios administrativos 4631 Despesas com localização e manutenção 4632 Despesas com expediente 4637 Outras despesas com localização e manutenção 4641 Publicidade e propaganda 466 Despesas administrativas diversas 38
41 b3) Demais dispêndios e despesas 44 Outras despesas operacionais Menos 4411 Impostos diretos de operações de assistência médico-hospitalar b4) Dispêndios e despesas não operacionais 48 Despesas não operacionais d1) Depreciações e amortizações 4638 Depreciações de bens de uso próprio d2) Reservas técnicas Amortizações d3) Outras reservas e fundos 2713 Reservas de sobras 414 Variação da provisão técnica de operações de assistência à saúde Variação da provisão de eventos ocorridos e não avisados 2714 Outras reservas (*) (*) Refere-se à movimentação anual desses grupos de contas, aqui compreendida como a diferença entre o saldo de 31/12 deste exercício com o saldo de 31/12 do exercício anterior. e) Resultado financeiro 34 Receitas financeiras 45 Despesas financeiras f) Resultado patrimonial 35 Receitas patrimoniais PARTE B - DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA a1.1) Produção (consultas e honorários) 47 Despesas patrimoniais Consultas e honorários médicos - cooperados a1.2) Benefícios Assistência social (*) (*) Refere-se aos benefícios concedidos aos cooperados registrados nesse grupo de contas, ou em outras contas a critério da cooperativa. Despesas com administração e pessoal a2.1) Salários, 13º Sal, Férias, FGTS, etc próprio Remuneração pessoal próprio/assalariado FGTS a2.2) Benefícios Assistência social (*) (*) Refere-se aos benefícios concedidos aos empregados registrados nesse grupo de contas. a2.3) Participação nos resultados 612 Participações sobre o lucro 39
42 a3) Terceiros 43 Despesas de comercialização b1) Impostos/Taxas/Contribuições 4411 b1) Impostos/Taxas/Contribuições 4411 Menos Remuneração pessoal próprio/assalariado Menos Encargos sociais 4621 Remuneração por serviços de terceiros Impostos diretos de operações de assistência médico-hospitalar 465 Despesas com tributos 611 Impostos e contribuições Impostos diretos de operações de assistência médico-hospitalar b2) Previdência Social e Outros Encargos sociais INSS PIS s/ folha de pagamento INSS s/ remuneração de dirigentes Salário educação Encargos s/ férias Encargos s/ 13º salário 4622 Encargos sociais com serviços de terceiros c) Contribuições para a sociedade d) Sobras / (Perdas) líquidas à disposição da AGO Corresponde ao total do item 6 - indicadores sociais externos do Balanço Social Sobra à disposição da A.G.O. Ou Perda do período 40
43 UNIMED DO BRASIL Assessoria Contábil Tel.: (11) / Fax: (11) [email protected] item Assessoria Contábil
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