Português Sintaxe Estilística Difícil [10 Questões]
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- Gabriela Figueiroa Gil
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1 Português Sintaxe Estilística Difícil [10 Questões] 01 (FUVEST SP) Na planície avermelhada, os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala. (Graciliano Ramos, Vidas secas ) Reestruturando se o terceiro período do texto, mantém se o sentido original apenas em: a) A viagem progredira bem três léguas, uma vez que haviam repousado bastante na areia do rio seco, dado que ordinariamente andavam pouco. b) Haviam repousado bastante na areia do rio seco; a viagem progredira bem três léguas porque ordinariamente andavam pouco. c) Porque haviam repousado bastante na areia do rio seco, ordinariamente andavam pouco, e a viagem progredira bem três léguas. d) Ainda que ordinariamente andassem pouco, a viagem progredira bem três léguas, pois haviam repousado bastante na areia do rio seco. e) Em virtude de andarem ordinariamente pouco e de haverem repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. 02 (FUVEST SP) Um dos recursos expressivos de Guimarães Rosa consiste em deslocar palavras da classe gramatical a que elas pertencem. Destas frases de Sorôco, sua mãe, sua filha, a única em que isso NÃO ocorre é: a)...os mais detrás quase que corriam. Foi o de não sair mais da memória. b)...não queria dar se em espetáculo, mas representava de outroras grandezas. c)...mas depois puxando pela voz ela pegou a cantar. d)...sem jurisprudência, de motivo nem lugar, nenhum, mas pelo antes, pelo depois. e) (UNIRIO RJ) TEXTO I 1
2 Luz do Sol Luz do sol, Que a folha traga e traduz Em verde novo, em folha, em graça, Em vida, em força e em luz Céu azul, Que vem até aonde os pés tocam a terra E a terra expira e exala seus azuis. Reza, reza o rio, Córrego pro rio, O rio pro mar. Reza a correnteza, Roça a beira, Doura a areia. Marcha o homem sobre o chão, Leva no coração uma ferida acesa. Dono do sim e do não Diante da visão da infinita beleza Finda por ferir com a mão essa delicadeza, A coisa mais querida: A glória da vida. Caetano Veloso O homem marca se, no texto, por: a) neutralidade b) complacência c) clemência d) adversidade e) indulgência 2
3 04 (UNIFOR CE) Outro dia, falando na vida do caboclo nordestino, eu disse aqui que ele não era infeliz. Ou não se sente infeliz, o que dá no mesmo. Mas é preciso compreender quanto varia o conceito de felicidade entre o homem urbano e essa nossa variedade de brasileiro rural. Para o homem da cidade, ser feliz se traduz em ter coisas : ter apartamento, rádio, geladeira, televisão, bicicleta, automóvel. Quanto mais engenhocas mecânicas possuir, mais feliz se presume. Para isso se escraviza, trabalha dia e noite e se gaba de bem sucedido. O homem daqui, seu conceito de felicidade é muito mais subjetivo: ser feliz não é ter coisas; ser feliz é ser livre, não precisar de trabalhar. E, mormente, não trabalhar obrigado. Trabalhar à vontade do corpo, quando há necessidade inadiável. Tipicamente, os três dias de jornal por semana que o morador deve a fazenda, segundo o costume, são chamados a sujeição. O melhor patrão do mundo não é o que paga mais, é o que não exige sujeição. E a situação de meeiro é considerada ideal, não porque permita um maior desafogo econômico o que nem sempre acontece mas sim porque meeiro não é sujeito. (Rached de Queiroz. Cem crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: J. Olympio Editora, p. 216) Há conotação em: a) Outro dia eu disse que ele não era infeliz. b) Ou não se sente infeliz, o que dá no mesmo. c) E a situação de meeiro é considerada ideal. d) Ser feliz não é ter coisas. e) Para isso se escraviza, trabalha dia e noite. 05 (Mackenzie SP) Antes de concluir este capítulo, fui à janela indagar da noite por que razão os sonhos hão de ser assim tão tênues que se esgarçam ao menor abrir de olhos ou voltar de corpo, e não continuam mais. A noite não me respondeu logo. Estava deliciosamente bela, os morros palejavam de luar e o espaço morria de silêncio. Como eu insistisse, declarou me que os sonhos já não pertencem à sua jurisdição. Quando eles moravam na ilha que Luciano lhes deu, onde ela tinha o seu palácio, e donde os fazia sair com as suas caras de vária feição, dar me ia explicações possíveis. Mas os tempos mudaram tudo. Os sonhos antigos foram aposentados, e os modernos moram no cérebro da pessoa. Estes, ainda que quisessem imitar os outros, não poderiam fazê lo; a ilha dos Sonhos, como a dos Amores, 3
4 como todas as ilhas de todos os mares, são agora objeto da ambição e da rivalidade da Europa e dos Estados Unidos. Machado de Assis D.Casmurro palejavam: tornavam pálidos Assinale a alternativa correta. a) fui à janela indagar da noite (linha 1) é conclusão de A noite não me respondeu logo (linha 2) b) os sonhos hão de ser assim tão tênues (linha 1) é conseqüência de que se esgarçam ao menor abrir de olhos (linhas 1 e 2) c) a ilha dos Sonhos, como a dos Amores, como todas as ilhas de todos os mares, são agora objeto da ambição e da rivalidade da Europa e dos Estados Unidos (linhas de 6 a 7) é explicação de não poderiam fazê lo (linha 6). d) Como eu insistisse (linha 3) estabelece relação de comparação com declarou me (linha 3). e) por que os sonhos hão de ser assim tão tênues que se esgarçam ao menor abrir de olhos (linhas 1 e 2) é causa de Antes de concluir este capítulo fui à janela indagar da noite (linha 1) 06 (PUC SP) Observe, no primeiro fragmento, o período: Vivia tão nela, dela e para ela, que a intervenção de um peralta era como uma noção sem realidad e. Os recursos morfológicos e sintáticos da Língua Portuguesa permitem várias construções para um período composto. Na reconstrução do período em questão, seria inaceitável, do ponto de vista de manutenção do sentido, apenas uma das propostas abaixo. Indique a: a) Como vivesse tão nela, dela e para ela, a intervenção de um peralta era como uma noção sem realidade. b) A intervenção de um peralta era como uma noção sem realidade, já que vivia tão nela, dela e para ela. 4
5 c) Se vivesse tão nela, dela e para ela, a intervenção de um peralta seria uma noção sem realidade. d) Era como uma noção sem realidade, a intervenção de um peralta, uma vez que vivia tão nela, dela e para ela. e) Por que vivesse tão nela, dela e para ela, a intervenção de um peralta era como uma noção sem realidade. 07 (EsPCEX) Assinale a alternativa correta, em relação ao significado dos termos em negrito e sublinhados. a) O conto é bem curto. (qualidade) b) Eu até aceitaria seu presente, se não fosse tão caro. (modo) c) Até as palavras não ditas possuem uma magia para aliviar a alma. (intensidade) d) Até as palavras não ditas possuem uma magia para aliviar a alma. (direção) e) Ficarei esperando você, ansiosa, até o amanhecer. (tempo) 08 (EsPCEX) Foram se os deuses, foram se, em verdade; Mas das deusas alguma existe, alguma Que tem teu ar, a tua majestade, Teu porte e aspecto, que és tu mesma, em suma. O fragmento acima, quanto à versificação, está classificado corretamente em qual das alternativas? a) rima alternada; verso livre b) rima emparelhada; verso branco c) rima interpolada; verso tradicional d) rima rara; verso branco e) rima alternada; verso tradicional TEXTO: 1 Comum à questão: 9 5
6 TEXTO BÍBLICO Pai, se queres, afasta de mim este cálice! Contudo, não a minha vontade, mas a tua seja feita! (Lucas, 22) (in: Bíblia de Jerusalém. 7 impressão. São Paulo: Paulus, 1995) TRECHO DE CANÇÃO Pai, afasta de mim esse cálice! Pai, afasta de mim esse cálice! Pai, afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue. Como beber dessa bebida amarga, Tragar a dor, engolir a labuta, Mesmo calada a boca, resta o peito, Silêncio na cidade não se escuta. De que me vale ser filho da santa, Melhor seria ser filho da outra, Outra realidade menos morta, Tanta mentira, tanta força bruta.... (in: ) 09 (UNIFESP SP) Gilberto Gil declarou, numa entrevista, que escreveu a primeira estrofe de "Cálice" inspirado na contemplação de uma procissão de Sexta feira Santa, em Salvador. Levou a a Chico Buarque, pois deveriam compor uma canção em parceria. Naquela época, os artistas brasileiros viviam sob fortes restrições à liberdade de expressão, impostas pelo Regime Militar. Chico leu a estrofe, ponderou, pensou e, em dado momento, pronunciou em voz alta: "Cálice... Cale se!". Assim, com o "cale se" em mente, viu se estimulado a dar continuidade à letra da canção, e, em linguagem figurada, escreveu a segunda estrofe. Leia a com atenção, e aponte em qual verso, com a expressão correspondente, o poeta demarcou o referido estímulo. a) Como beber dessa bebida amarga. 6
7 b) Mesmo calada a boca, resta o peito. c) De que me vale ser filho da santa. d) Melhor seria ser filho da outra. e) Outra realidade menos morta. TEXTO: 2 Comum à questão: 10 Considere o poema de Tomás Antônio Gonzaga ( ). 18 Não vês aquele velho respeitável, que à muleta encostado, apenas mal se move e mal se arrasta? Oh! quanto estrago não lhe fez o tempo, o tempo arrebatado, que o mesmo bronze gasta! Enrugaram se as faces e perderam seus olhos a viveza: voltou se o seu cabelo em branca neve; já lhe treme a cabeça, a mão, o queixo, nem tem uma beleza das belezas que teve. Assim também serei, minha Marília, daqui a poucos anos, que o ímpio tempo para todos corre. Os dentes cairão e os meus cabelos. Ah! sentirei os danos, que evita só quem morre. Mas sempre passarei uma velhice muito menos penosa. 7
8 Não trarei a muleta carregada, descansarei o já vergado corpo na tua mão piedosa, na tua mão nevada. As frias tardes, em que negra nuvem os chuveiros não lance, irei contigo ao prado florescente: aqui me buscarás um sítio ameno, onde os membros descanse, e ao brando sol me aquente. Apenas me sentar, então, movendo os olhos por aquela vistosa parte, que ficar fronteira, apontando direi: Ali falamos, ali, ó minha bela, te vi a vez primeira. Verterão os meus olhos duas fontes, nascidas de alegria; farão teus olhos ternos outro tanto; então darei, Marília, frios beijos na mão formosa e pia, que me limpar o pranto. Assim irá, Marília, docemente meu corpo suportando do tempo desumano a dura guerra. Contente morrerei, por ser Marília quem, sentida, chorando meus baços olhos cerra. 8
9 (Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu e mais poesias. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora, 1982.) 10 (UNESP SP) Assinale a alternativa que indica a ordem em que os versos de dez e de seis sílabas se sucedem nas oito estrofes do poema. a) 6, 10, 6, 6, 10, 10. b) 10, 6, 10, 10, 6, 6. c) 10, 10, 6, 10, 6, 6. d) 10, 6, 10, 6, 10, 6. e) 6, 10, 6, 10, 6, 6. GABARITO: 1) Gab: D 2) Gab: C 3) Gab: 9
10 4) Gab: E 5) Gab: C 6) Gab: C 7) Gab : E 8) Gab : E 9) Gab: B 10) Gab : B 10
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