CONJUGALIDADE E PARENTALIDADE NA CLÍNICA COM FAMÍLIAS
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- Ana Luísa Faria Azevedo
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1 CONJUGALIDADE E PARENTALIDADE NA CLÍNICA COM FAMÍLIAS Aluna: Edjane da Silva Rocha Orientadora: Andrea Seixas Magalhães Introdução Esta pesquisa tem sua origem em questões emergentes no trabalho de supervisão de estágio na área clínica de casal e família, desenvolvido no SPA (Serviço de Psicologia Aplicada) da PUC-Rio. A clínica com famílias apresenta demanda diversificada, incluindo conflitos no estabelecimento da conjugalidade, na delimitação dos papéis familiares, no estabelecimento da hierarquia familiar e de limites intrafamiliares e extrafamiliares, assim como conflitos relacionados ao cuidado, à educação e à promoção do desenvolvimento afetivo-emocional dos filhos. Observamos que, no enfrentamento desses conflitos, tornam-se cada vez mais complexas as relações entre conjugalidade e parentalidade. Na família, essas duas dimensões são interdependentes e, na psicodinâmica familiar, muitas vezes, apresentam um desequilíbrio de forças. A investigação da conjugalidade tem sido nosso principal foco de interesse, dentre as diferentes temáticas pesquisadas no campo de estudos da família. Em trabalhos anteriores [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] investigamos a conjugalidade segundo diferentes enfoques. Em nossa pesquisa realizada em 1993, discutimos as influências do individualismo sobre o casamento, enfatizando as transformações do contexto sociocultural na estruturação da conjugalidade contemporânea. Nessa investigação, a conjugalidade foi abordada numa perspectiva transdisciplinar, ressaltandose a influência do contexto psicossocial sobre a psicodinâmica conjugal. Posteriormente, na pesquisa de 2000, nosso foco de investigação foi o processo de transformação das subjetividades dos parceiros. Nesse estudo, consideramos os aspectos transubjetivos que atravessam a conjugalidade, mas privilegiamos a investigação da intersubjetividade no laço conjugal. Em nossas investigações, temos discutido a tendência à privatização das relações e à idealização do sentimento amoroso na conjugalidade, que passou a ocupar um lugar central para a felicidade e para o sucesso conjugal. Tais fatores têm condicionado a conjugalidade na contemporaneidade, conferindo aos cônjuges importante papel na legitimação do eu [6]. Do nosso ponto de vista, a conjugalidade contemporânea, fundamentada na valorização da intimidade e do intenso envolvimento afetivo favorecido pela nuclearização da família moderna, passou a ser vista cada vez mais como um importante suporte subjetivo. Giddens [8] ressalta que a busca do parceiro ideal é a busca da auto-identidade que é validada na descoberta do outro. Consideramos que a dinâmica de trocas intersubjetivas inerente à conjugalidade ativa um processo de transmutação das subjetividades dos parceiros. Ressaltamos que a vivência compartilhada, alicerçada na trama identificatória conjugal, desdobra-se em contínuas transformações subjetivas em cada um dos parceiros [4]. 1
2 Em estudos mais recentes [9] [10] [11] [12] [13] [14] [15], temos investigado a dimensão da transmissão psíquica geracional como um eixo importante do processo de subjetivação e da estruturação da conjugalidade. No nosso projeto de pesquisa anterior (maio de 2003 a abril de 2007), financiado pela bolsa ProDoc/CAPES, investigamos o papel da transmisssão psíquica geracional nas trocas intersubjetivas conjugais, dentre os processos de subjetivação de modo mais amplo. A partir da dupla exigência que engendra a subjetivação absorver a herança e transformá-la buscamos analisar como são processados e metabolizados os legados familiares na conjugalidade. Consideramos a conjugalidade uma dimensão importante no processo de subjetivação e, nessa pesquisa, buscamos realçar seus aspectos potenciais transformadores e criadores. Esta investigação estava vinculada a um projeto mais abrangente de pesquisa, desenvolvido pela professora Terezinha Féres-Carneiro, intitulado Conjugalidade dos pais e projeto dos filhos frente ao laço conjugal, relacionando-se mais diretamente ao estudo do papel da transmissão psíquica geracional na conjugalidade. A investigação atual, embora relacionada às pesquisas da Linha de Pesquisa Família e Casal: Estudos Psicossociais e Psicoterapia, destaca-se como pesquisa individual. O estudo da conjugalidade A conjugalidade implica o entrelaçamento de dois eus, duas subjetividades, na direção da constituição de um terceiro eu, uma identidade compartilhada. Na base desse entrelaçamento, encontram-se os modelos parentais das famílias de origem dos parceiros, ou seja, o passado geracional da conjugalidade. Na direção da constituição da identidade compartilhada, acena o ideal de um projeto conjugal, projeção do futuro familiar, marcado pelo mito de continuidade geracional. Conjugalidade e parentalidade estão, assim, imbricadas na origem e no destino. Por um lado, a conjugalidade se constitui a partir dos modelos parentais, da parentalidade ancestral, e por outro, a conjugalidade também está destinada a se desdobrar na parentalidade, na medida em que a sociedade e a família esperam que do casal conjugal seja derivado um novo casal parental, dando continuidade à transmissão intergeracional. Essas duas dimensões se entrelaçam num movimento em espiral marcado pelo paradoxo fusão-separação [16]. A contradição fundamental do vínculo conjugal diz respeito ao paradoxo fusão-separação. O casal tem a tarefa central de operar a separação de seus vínculos familiares, desprender-se dos vínculos parentais e criar uma estrutura inédita, derivada da transformação dos modelos parentais de cada parceiro. Essa nova estrutura é produto da metabolização das representações de casal das famílias de origem. Admite-se que há uma relação dialética entre as diferentes estruturas vinculares, dando lugar ao interjogo sociedade-família-casal-sujeito. Eiguer [17] conceitua conjugalidade como resultante de uma superposição das relações de objeto dos parceiros que têm como modelo de identificação a representação do casal parental de cada um. Os estudos sobre a conjugalidade, na perspectiva psicanalítica, ressaltam que no engajamento amoroso ocorre uma modalidade particular de troca intersubjetiva. Postula-se que a escolha do parceiro ancora-se num acordo inconsciente. Os parceiros reativam, no encontro amoroso, suas vivências edípicas e pré-edípicas. O engajamento amoroso é considerado equivalente às formações de compromisso, às organizações sintomáticas. A escolha do cônjuge é uma escolha condicional, é condicionada pela estruturação edípica dos parceiros. Substitui-se o objeto amoroso do romance familiar por um amor possível, que permanece secretamente relacionado ao amor infantil recalcado. 2
3 Outros autores psicanalistas da área de família discutem a organização inconsciente da conjugalidade, sustentando a premissa da existência de um psiquismo partilhado. Willi [18] postula o conceito de colusão: um jogo inconsciente não confessado entre os parceiros, com base em conflitos infantis não elaborados. Segundo essa concepção, considera-se que os parceiros unem-se motivados pela busca de superação de seus conflitos inconscientes por meio da relação amorosa. A ilusão de completude na relação conjugal derivaria da conjugação de conflitos infantis complementares dos parceiros. Lemaire [19] sustenta que a conjugalidade constitui-se em torno de zonas mal delimitadas do ego, na porosidade dos limites dos eus dos parceiros. Puget & Berenstein [16] postulam o conceito de zócalo, a plataforma inconsciente do casal, base do psiquismo compartilhado conjugal, constituída por uma combinação de relações sujeito-objeto, consolidada por acordos e pactos inconscientes. A estruturação do psiquismo compartilhado, na conjugalidade, presssupõe um interjogo contínuo e dinâmico de conteúdos psíquicos no par amoroso. Consideramos que o conceito winnicottiano de transicionalidade é fundamental para a compreensão das trocas interpsíquicas ou intersubjetivas. Kaës [20] destaca que o espaço potencial transicional é o espaço do estado amoroso, da vida familiar, da criatividade, do jogo, do humor e dos intercâmbios de modo mais amplo. Winnicott [21] postula que autonomia e maturidade emocional são processos intermináveis e que o sujeito se desenvolve a partir de uma dependência, rumo à independência. Ao abordar o processo de subjetivação, o autor confere uma importância especial à terceira área do psiquismo humano, uma área intermediária de experimentação. Essa área intermediária, transicional, comporta realidade interna e realidade externa. Consideramos que a conjugalidade e a parentalidade desafiam a autonomia e a maturidade emocional dos parceiros. Essas dimensões são estruturadas nessa área intermediária do psiquismo humano e dependem intrinsecamente das trocas intersubjetivas. E, a saúde emocional da família depende, em grande medida, do estabelecimento de uma discriminação suficientemente boa entre essas dimensões subjetivas. Parentalidade e conjugalidade na clínica com famílias Na clínica com famílias, freqüentemente, a demanda de tratamento é focada nos filhos, e as famílias trazem conflitos relacionados ao exercício da parentalidade. Esses conflitos são, muitas vezes, desencadeados por mudanças evolutivas do ciclo de vida da família ou por acontecimentos que envolvem uma reestruturação mais ampla na psicodinâmica familiar. Em nossa prática clínica, observamos que as dificuldades no exercício da parentalidade relacionam-se diretamente com a dimensão da conjugalidade. Do nosso ponto de vista, na psicoterapia da família, essas duas dimensões são interdependentes e devem ser bem discriminadas visando a promover saúde emocional na família. Fala-se de uma tendência à desvinculação entre essas duas dimensões, de uma autonomia da família conjugal em relação à parental [22] ou de uma disjunção entre conjugalidade e parentalidade [23]. Os historiadores e os autores da sociologia da família analisam o longo processo que levou a conjugalidade a tornar-se um domínio relativamente autônomo da família e voltado para dinâmicas internas, nas quais a sexualidade é central [24] [8] [25] [26]. A separação entre público e privado contribui diretamente para esse processo. 3
4 Julien [23] postula que a modernidade define-se por uma clivagem entre público e privado, sendo o público o lugar da parentalidade e o privado o da conjugalidade. Na antiguidade, nas sociedades patriarcais, o poder parental sobre as famílias era nítido, o casamento resultava do entendimento dos pais sobre o futuro de seus filhos e havia uma obrigação de fidelidade aos valores da linhagem. Na modernidade, o declínio da imagem social do pai contribuiu para a autonomia dos parceiros na escolha conjugal. A autonomia da conjugalidade associa-se ao declínio do poder paterno. Por outro lado, a parentalidade passa a depender cada vez mais do social, que opera por intermédio dos especialistas. Costa [27] discute o papel do discurso médico no processo de normatização familiar. O social interfere na relação entre pais e filhos, por meio da ação de profissionais de saúde, educadores e representantes da lei, figuras do terceiro social [23]. Ao final do século XVIII, Rousseau [23] acentuara o papel dos pais como representantes da Nação. E, ao longo dos séculos XIX e XX, delineia-se a tendência a definir a parentalidade civilmente, valorizando-se a autoridade reconhecida pela lei. A parentalidade passa a ser definida não somente pela biologia, mas por fatores sócio-afetivos e civis. Na clínica, deparamo-nos com o sofrimento psíquico relacionado também a uma falta de contorno do coletivo, de parâmetros e de referencias sociais mais nítidos. Roudinesco [28] fala de um desejo de normatividade em meio à desordem dos múltiplos e possíveis arranjos familiares. Cabe ao psicoterapeuta de família refletir sobre as questões suscitadas no interjogo conjugalidade-parentalidade. E, no campo da pesquisa em psicologia clínica, cabe investigar tais dimensões. A constatação, na clínica, da interdependência entre essas dimensões nos leva a desdobrar algumas questões: Em que medida a conjugalidade é reestruturada pela parentalidade? Em que medida a conjugalidade se alimenta ou é esvaziada pelo investimento narcísico parental? Em que medida a parentalidade se apóia na conjugalidade? O narcisismo é um eixo estruturante da transmissão psíquica geracional: há uma urgência em transmitir a herança psíquica. O casal parental imprime a marca geracional. Kaës [29] ressalta que, na teoria freudiana, a questão narcísica é colocada da seguinte forma: o eu reluta em inscrever-se na linhagem, legado dos pais, iludindo-se em se pensar auto-engendrado. O vínculo conjugal e o vínculo parental, contudo, impõem a obrigatoriedade de submeterse à alteridade. As trocas intersubjetivas ocorrem no espaço potencial e são mobilizadas pelo efeito de alteração provocado pelas presenças mútuas. Segundo Puget [30], a intersubjetividade tem suporte sobre a alteração-perturbação permanente à qual o vínculo expõe os sujeitos. Considera-se que o sujeito estrutura-se a partir de cada um de seus vínculos e dos contextos no qual se situa. Compreende-se, porém, que a simples presença do outro não é suficiente para que ocorra uma vinculação, no sentido do potencial transformador do vínculo com potencialidade vinculante, ou seja, com possibilidades de propiciar o surgimento de novos sentidos. Há os casos em que as trocas e os intercâmbios são repetitivos, com função desvinculante. A partir da noção de função vinculante [30], podemos postular que tanto a conjugalidade quanto a parentalidade podem se estruturar de modo que os sujeitos-parceiros e a família como um todo sejam enriquecidos a partir da produção de novas significações, ou empobrecidos, nos casos em que essas dimensões encontram-se a serviço da função desvinculante, cativas do narcisismo dos parceiros-pais. 4
5 Objetivo O objetivo geral desta pesquisa é investigar as dimensões da conjugalidade e da parentalidade na clínica com famílias, delimitando-as na avaliação familiar, na elucidação da demanda terapêutica e no processo mais amplo de psicoterapia familiar, visando ao aprimoramento da intervenção clínica nesse campo. Como objetivos específicos, pretendemos investigar: a) como essas dimensões são constituídas e delimitadas; b) como conjugalidade e parentalidade interagem; c) quais são as influências geracionais na constituição dessas dimensões e na delimitação das mesmas; d) que relações podem ser estabelecidas entre tais dimensões e a demanda de psicoterapia de família e de casal. A investigação dessas dimensões trará subsídios teórico-clínicos para o trabalho com famílias e para o aprimoramento da formação de profissionais nesse campo de atuação. Metodologia Para atingirmos os objetivos propostos, estamos desenvolvendo esta investigação utilizando uma metodologia centrada em entrevistas clínicas com famílias e na aplicação de instrumentos de avaliação psicológica familiar. Participantes Participam desta pesquisa famílias encaminhadas para as equipes de Casal e Família do Curso de Graduação e do Curso de Especialização do Departamento de Psicologia da PUC-Rio. Desta investigação, devem participar vinte famílias (número aproximado correspondente à demanda atendida nas referidas equipes durante o período de vinte e quatro meses, período destinado à coleta dos dados). Os participantes da pesquisa assinam um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, concordando com a utilização dos dados clínicos para fins de ensino, pesquisa e publicação científica. Instrumentos e procedimentos Para finalidade de identificação dos diferentes tipos de configuração familiar atendidos no SPA, foi elaborada uma FCF Ficha de Configuração da Família. Nesta ficha, são registrados dados relativos à idade, sexo, escolaridade, profissão, estado civil, orientação sexual, configuração da família de origem, configuração da família atual, classe social, religião, renda familiar e contribuição individual de cada familiar para a renda total alcançada. Para a obtenção dos dados clínicos específicos, utilizamos entrevistas clínicas preliminares, a EFE - Entrevista Familiar Estruturada [31] e o ADF- Arte-Diagnóstico Familiar [32]. As entrevistas e a aplicação dos instrumentos diagnósticos são realizadas por estagiários das equipes do Curso de Graduação do Departamento de Psicologia e do Curso de Especialização de Terapia de Família e Casal CCE. As equipes são supervisionadas pela pesquisadora proponente. As entrevistas são registradas segundo o modelo de relato clínico e as sessões da EFE e do ADF são gravadas e, posteriormente, transcritas. Andamento da pesquisa Durante o segundo semestre de 2008, o trabalho de pesquisa deteve-se, sobretudo, na revisão da literatura sobre conjugalidade, parentalidade e sobre as técnicas de avaliação familiar. 5
6 No primeiro semestre de 2009, realizou-se o treinamento dos estagiários colaboradores e buscouse inserir os alunos de iniciação científica na dinâmica do processo de coleta de dados em pesquisaclínico-qualitativa, tornando o trabalho da equipe de pesquisa mais eficiente. O treinamento dos bolsistas envolveu um estudo minucioso sobre as técnicas psicodiagnósticas, sobretudo o Arte-Diagnóstico (ATF) e a Entrevista Familiar Estruturada (EFE). O aprofundamento do conhecimento sobre essas técnicas é fundamental para a codificação e para a análise de dados. Paralelamente, desde o início de 2009, iniciou-se a coleta de dados no SPA (Serviço de Psicologia Aplicada da PUC - Rio) e a transcrição do material gravado durante a aplicação do Arte-Diagnóstico e da Entrevista Familiar Estruturada. Visando à boa qualidade das transcrições, os bolsistas passaram a acompanhar as supervisões clínicas dos casos de família atendidos no SPA, avançando na compreensão acerca da dinâmica familiar e do processo de avaliação psicodiagnóstica. Até o presente momento, dentre os casos atendidos no SPA, seis famílias foram selecionadas para esta pesquisa. Essas famílias concluiram o processo de avaliação familiar. Os dados coletados estão sendo transcritos, codificados e parcialmente discutidos. Referências 1-MAGALHÃES, A. S. (1993). Individualismo e conjugalidade: um estudo sobre o casamento contemporâneo. Dissertação de Mestrado, PUC-Rio. 2-MAGALHÃES, A. S. (2000a). O eu transformado pelo nós : influências da conjugalidade sobre a subjetividade dos parceiros. Tese de Doutorado. Curso de Pós- Graduação em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ. 3-MAGALHÃES, A. S. (2000b). Conjugalidade e transicionalidade. Anais do IX Encontro Latino Americano sobre o Pensamento de D. W. Winnicott, Rio de Janeiro, 20 a 22 de outubro de 2000, MAGALHÃES, A. S. (2003). Transmutando a subjetividade na conjugalidade. Em Féres- Carneiro, T. (org.). Família e Casal: Arranjos e Demandas Contemporâneas. Rio de Janeiro: EDPUC- Rio/Loyola. 5-FÉRES-CARNEIRO, T. & MAGALHÃES, A. S. (2001). Retour de la conjugalité sur la subjectivité des partenaires: une question pour la clinique psychanalitique du couple. Genérations, França, n.23, MAGALHÃES, A. S. & FÉRES-CARNEIRO, T. (2003a). Conjugalidade e subjetividades contemporâneas: o parceiro como instrumento de legitimação do eu. http: 7-MAGALHÃES, A. S. & FÉRES-CARNEIRO, T. (2003b). A conjugalidade na série identificatória: experiência amorosa e recriação do eu. Pulsional Revista de Psicanálise. São Paulo, n.176, dez, GIDDENS, A. (1993). A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: UNESP. 9- MAGALHÃES, A. S. & FÉRES-CARNEIRO, T. (2004). Transmissão psíquica geracional na contemporaneidade. Psicologia em Revista. Belo Horizonte, n.16, dez,
7 10-MAGALHÃES, A. S. & FÉRES-CARNEIRO, T. (2005). Conquistando a herança: sobre o papel da transmissão psíquica familiar no processo de subjetivação. Em: Féres-Carneiro, T. (org.). Família e Casal: efeitos da contemporaneidade. Rio de Janeiro: EDPUC-Rio/Loyola, p MAGALHÃES, A. S & FÉRES-CARNEIRO, T. (2007). Transmissão psíquica geracional: um estudo de caso. Em: Féres-Carneiro, T. (org). Família e casal: saúde, trabalho e modos de vinculação. São Paulo: Casa do Psicólogo, p FÉRES-CARNEIRO, T. & MAGALHÃES, A. S. (2005). Conjugalidade dos pais e projeto dos filhos frente ao laço conjugal. Em: Féres-Carneiro, T. (org.). Família e Casal: efeitos da contemporaneidade. Rio de Janeiro: EDPUC-Rio/Loyola, p FÉRES-CARNEIRO, T.; MAGALHÃES, A. S.; ZIVIANI, C. (2006). Conyugalidad de los padres y proyectos vitales de los hijos frente al matrimonio. Revista Cultura y Educación Familia y Pareja, 18 (1), FÉRES-CARNEIRO, T.; ZIVIANI, C; MAGALHÃES, A. S. (2007). Questionário sobre a conjugalidade dos pais como instrumento de avaliação. In: Féres-Carneiro, T. (org). Família e casal: saúde, trabalho e modos de vinculação. São Paulo: Casa do Psicólogo, p ZIVIANI, C.; FÉRES-CARNEIRO, T. & MAGALHÃES, A.S. (Prelo) A conjugalidade dos pais tal como percebida pelos filhos: forma final do questionário de avaliação. Em: Féres- Carneiro, T. (org). Família e casal na contemporaneidade: permanências e rupturas. São Paulo: Casa do Psicólogo. 16- PUGET, J. & BERENSTEIN, I. (1993). Psicanálise do casal. Porto Alegre: Artes Médicas. 17- EIGUER, A. (1984). La thérapie psychanalitique de couple. Paris: Dunod. 18-WILLI, J. (1978) La pareja humana: relación y conflicto. Madrid: Morata. 19-LEMAIRE, J. (1988). Du je au nous, ou du nous au je? Il n y a pas de sujet tout constitué. Dialogue: recherches cliniques et sociologiques sur le couple et la famille, 102, 4, LEMAIRE, J. (1988). Du je au nous, ou du nous au je? Il n y a pas de sujet tout constitué. Dialogue: recherches cliniques et sociologiques sur le couple et la famille, 102, 4, WINNICOTT, D. (1971). O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago. 22-SINGLY, F. (2004). Sociologia da família contemporânea. Rio de Janeiro: FGV, JULIEN, P. (2000). Abandonarás teu pai e tua mãe. Rio de Janeiro: Companhia de Freud. 24-ARIÉS, P. & BÉJIN, A. (1985). Sexualidades ocidentais. São Paulo: Brasiliense. Transmissão psíquica geracional. SP: Escuta. 25-KAUFMANN, J.-C. (1993). Sociologie du couple. Paris:PUF. 26-SEGALEN, M. (1999). Sociologia da família. Lisboa: Terramar. 27-COSTA, J. F. (1979). Ordem médica e norma familiar. Rio de Janeiro: Graal. 28-ROUDINESCO, E. (2002). A família em desordem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., KAËS, R. (1993). Transmissão da vida psíquica entre gerações. São Paulo: Casa do Psicólogo, PUGET, J. (2000). Disso não se fala... Transmissão e memória. Em O. B. R. Correa (org.). Os avatares da transmissão psíquica geracional. São Paulo: Escuta, p FÉRES-CARNEIRO, T (1983). Família: diagnóstico e terapia. Petrópolis: Vozes. 32- KWIATKOWSKA, H.Y. (1978). Family therapy and evaluation through art. Illinois: Charles C. Thomas. 7
6 Referências bibliográficas
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5 Referências bibliográficas
5 Referências bibliográficas ABRAHAM, N.; TOROK, M. Luto ou melancolia, introjetar-incorporar. In: A casca e o núcleo. Trad. Maria José R. Faria Coracini. São Paulo: Escuta, 1995. pp. 243-257. ALVARENGA,
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8. Referências bibliográficas
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7. Referências Bibliográficas
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