as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório,
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- Nicholas Casado Fragoso
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2 NORMAS DE AUDITORIA
3 as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório, os procedimentos de auditoria descrevem as tarefas realmente cumpridas pelo auditor, na realização do exame.
4 CONCEITO São as regras estabelecidas pelos órgãos regulares da profissão contábil, em todos os países, com o objetivo de regulamentar o exercício da função de auditor, estabelecendo orientação de diretrizes a serem seguidas por esses profissionais no exercício de suas funções.
5 Normas Gerais (Pessoa) referem-se, primordialmente, ao caráter, atitudes e treinamento de auditores e são também conhecidas como normas pessoais. Dizem respeito ao treinamento técnico e competência do auditor, experiência, zelo profissional e atitude de independência mental.
6 Normas de Execução dos Trabalhos os auditores têm que examinar evidências suficientes, tiradas dos registros contábeis e financeiros do cliente, e os dados que as fundamentam, para justificarem a emissão do parecer.
7 Normas de Parecer é de extrema importância que se faça o relatório de modo profissional e que servem de orientação global para a preparação do relatório.
8 IMPORTÂNCIA DAS NORMAS DE AUDITORIA As normas de auditoria, juntamente com os procedimentos para sua implementação, estabelecem a ordem e a disciplina na realização do trabalho. A observância dessas normas leva à realização de auditorias completas e objetivas, com resultados e recomendações palpáveis, fundamentos possíveis de serem justificados.
9 FRAUDE ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de documentos, registros e demonstrações contábeis. FRAUDE E ERRO
10 A fraude pode ser caracterizada por: manipulação, falsificação ou alteração de registros ou documentos, de modo a modificar os registros de ativos, passivos e resultados; apropriação indébita de ativos; supressão ou omissão de transações nos registros contábeis; registro de transações sem comprovação; e aplicação de práticas contábeis indevidas.
11 ERRO atonão intencional resultante de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e demontrações contábeis.
12 Tipos de erros: erros aritméticos na escrituração contábil ou nas demonstrações contábeis; aplicação incorreta das normas contábeis; interpretação errada das variações patrimoniais.
13 RESPONSABILIDADE DO AUDITOR X DOS DIRIGENTES DA EMPRESA A empresa, por meio de seus dirigentes, é responsável pelo estabelecimento de diretrizes contábeis adequadas, pela proteção de ativos e pelo planejamento e manutenção de um sistema de controle interno que possa assegurar a apresentação adequada das demonstrações financeiras.
14 A responsabilidade do auditor limitase à emissão do parecer sobre as demonstrações executadas.
15 NORMAS GERAIS OU RELATIVAS À PESSOA DO AUDITOR TREINAMENTO E COMPETÊNCIA Estabelece que, por mais capaz que seja uma pessoa em outros campos de atividade, ela não pode satisfazer às exigências das normas de auditoria, sem instrução e experiência no exercício dessa atividade. A auditoria deverá ser exercida por profissional legalmente habilitado, registrado no CRC na categoria de Contador.
16 INDEPENDÊNCIA O auditor deve expressar sua opinião baseado nos elementos objetivos do exame realizado, não deixando influenciar por fatores estranhos a sua ponderação e interpretação dos elementos examinados, sejam por preconceitos, fatores materiais ou afetivos que pressuponham perda de sua independência.
17 ZELO PROFISSIONAL O auditor deve aplicar o máximo de cuidado e zelo profissional na execução do trabalho de auditoria e preparação do relatório.
18 HONORÁRIOS O auditor deve estabelecer seus honorários mediante avaliação dos serviços, considerando: a relevância, a complexidade dos serviços; o tempo para realização; o lugar onde os serviços serão executados.
19 GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO O auditor deve conservar em boa guarda, pelo prazo de cinco anos a partir da data de emissão de seu parecer, toda a documentação, correspondência, papéis de trabalho, relatórios e pareceres relacionados com os serviços realizados.
20 NORMAS RELATIVAS À EXECUÇÃO DO TRABALHO PLANEJAMENTO E SUPERVISÃO O auditor deve planejar seu trabalho cosoante as Normas Profissionais de Auditor Independente as Normas Brasileiras de Contabilidade e de acordo com os prazos e demais compromissos contratualmente assumidos com a entidade.
21 RELEVÂNCIA Os exames de auditoria devem ser planejados e executados na expectativa de que os eventos relevantes relacionados com as demonstrações contábeis sejam identificados.
22 RISCO DE AUDITORIA É a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião isoladamente inadequada sobre as demonstrações contábeis significativamente incorretas.
23 A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos, considerando a relevância de: RISCO DE AUDITORIA em nível geral, considerando as demonstrações contábeis, bem como as atividades, qualidade de administração, avaliação do sistema contábil e de controles internos e a situação econômica e financeira; níveis específicos, relativos ao saldo das contas ou naturezas e volume de transações.
24 TIPOS DE RISCO DE AUDITORIA Detecção é o risco de não se identificar erros ou irregularidades relevantes, por ser o exame efetuado em base de testes. Controle é o risco de que os sistemas contábeis e de controle interno deixem de detectar uma distorção de saldo que poderia ser relevante. Inerente é o risco de que a susceptibilidade do saldo de uma conta ou classe de transações a uma distorção que poderia ser relevante, presumindo que não houvesse controles internos correlatos.
25 AVALIAÇÃO DO SISTEMA CONTÁBIL E DE CONTROLE INTERNO O auditor deve efetuar o estudo e avaliação do sistema contábil e do controles internos da entidade, como base para determinar a natureza, oportunidade e extensão da aplicação dos procedimentos de auditoria, considerando:
26 O tamanho e complexidade das atividades da entidade; Os sistemas de informação contábil, para efeitos tanto internos quanto externos; As áreas de risco de auditoria;
27 A natureza da documentação, em face dos sistemas de informatização adotados pela entidade; O grau de descentralização de decisão adotado pela administração da entidade, e O grau de envolvimento da auditoria interna, se existente.
28 NORMAS RELATIVAS AO PARECER DESCRIÇÕES GERAIS O Parecer dos Auditores Independentes é o documento mediante o qual o auditor expressa sua opinião, de forma clara e objetiva, sobre as demonstrações contábeis nele indicadas.
29 Considerando que o auditor, ao expressar sua opinião, assume responsabilidade técnicoprofissional definida, inclusive de ordem pública, é indispensável que tal documento obedeça às características intrínsecas e extrínsecas, sendo:
30 O parecer é dirigido aos acionistas, cotistas, ou sócios, ao conselho de administração ou à diretoria da entidade; O parecer deve indicar as demonstrações contábeis sobre as quais o auditor está expressando sua opinião;
31 O parecer deve ser datado e assinado pelo contador responsável pelos trabalhos, e conter seu número de registro no CRC Conselho Regional de Contabilidade; Caso o trabalho tenha sido realizado por empresa de auditoria, o nome e o número de registro cadastral no CRC;
32 A data do parecer deve corresponder ao dia do encerramento dos trabalhos de auditoria na entidade; O parecer deve expressar clara e objetivamente, se as demonstrações contábeis auditadas, em todos os aspectos relevantes, na opinião do auditor, estão adequadamente representadas ou não.
33 UNIFORMIZAÇÃO DO PARECER PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES DESTINATÁRIO Examinamos os balanços patrimoniais da empresa ABC levantados em 31/12/x2 e 31/12/x1 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis.
34 Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: a) ao planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume das transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade; b) à constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
35 Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da empresa ABC em 31/12/x2 e 31/12/x1, o resultado de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. LOCAL E DATA ASSINATURA Nome do auditor Silvio Aparecido Crepaldi Contador CRC-MG Nome da empresa de auditoria Registro cadastral no CRC
36 CIRCUNSTÂNCIAS QUE IMPEDEM A EMISSÃO DO PARECER SEM RESSALVA O auditor não deve emitir parecer sem ressalva quando existir qualquer das circunstâncias seguintes, que, na sua opinião, tenham efeitos relevantes para as demonstrações contábeis:
37 Discordância com a administração da entidade a respeito do conteúdo e/ou forma de apresentação das demonstrações contábeis; ou Limitação da extensão do seu trabalho.
38 Essas informações devem ser apresentadas em parágrafo específico do parecer, precedendo ao da opinião e, se for caso, fazer referência a uma divulgação mais ampla pela entidade em nota explicativa às demonstrações contábeis.
39 PARECER COM RESSALVA Quando o auditor conclui que o efeito de qualquer discordância ou restrição na extensão de um trabalho não é de tal magnitude que requeira parecer adverso ou abstenção de opinião.
40 Deve obedecer ao modelo do parecer sem ressalva, com a utilização das expressões exceto por, exceto quanto ou com exceção de referindo-se aos efeitos do assunto objeto da ressalva.
41 PARECER ADVERSO O auditor emite opinião de que as demonstrações contábeis não estão adequadamente representadas, nas datas e períodos indicados.
42 O auditor deve emitir parecer adverso quando verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitude que impossibilite a emissão do parecer com ressalva.
43 PARECER COM ABSTENÇÃO DE OPINIÃO É aquele em que o auditor deixa de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis, por não ter obtido comprovação suficiente para fundamentá-la.
44 INCERTEZA Quando ocorrer incerteza em relação a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar significativamente a posição patrimonial e financeira da entidade, bem como o resultado das suas operações, deve o auditor adicionar um parágrafo de ênfase em seu parecer, após o parágrafo de opinião, fazendo referência à nota explicativa da administração, que deve descrever de forma mais extensa, a natureza e, quando possível, o efeito da incerteza.
45 Na hipótese do emprego de parágrafo de ênfase, o parecer permanece na condição de parecer sem ressalva.
46 Se o auditor concluir que a matéria envolvendo incerteza relevante não está adequadamente divulgada nas demonstrações contábeis, o seu parecer deve conter ressalva, pela omissão ou inadequação da divulgação.
47 INFORMAÇÕES RELEVANTES NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS O auditor deve incluir no seu parecer informações consideradas relevantes para adequada interpretação das demonstrações contábeis, ainda que divulgadas pela entidade.
48 PARECER QUANDO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE CONTROLADAS E COLIGADAS SÃO AUDITADAS POR OUTROS AUDITORES Quando houver participação de outros auditores independentes no exame das demonstrações contábeis das controladas e/ou coligadas, relevantes, o auditor da controladora e/ou investidora deve destacar esse fato no seu parecer.
49 PARECER SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONDENSADAS O auditor pode expressar opinião sobre demonstrações contábeis apresentadas de forma condensada, desde que tenha emitido opinião sobre as demonstrações contábeis originais.
50 Toda informação importante, relacionada com ressalva, parecer adverso, parecer com abstenção de opinião e/ou ênfase, constante do parecer do auditor sobre demonstrações contábeis originais, deve estar incluída no parecer sobre as demonstrações contábeis condensadas.
51 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NÃO-AUDITADAS Sempre que o nome do auditor estiver, de alguma forma, associado com demonstrações ou informações contábeis que ele não auditou, estas devem ser claramente identificadas como não-auditadas, em cada folha do conjunto.
52 Papel da auditoria na redução de riscos A onda de abertura de capitais, os serviços de consultoria e também os trabalhos relacionados à Sarbanes-Oxley, lei americana que impôs às empresas padrões mais rígidos de controle de risco e de governança corporativa, colaboraram para este resultado.
53 OBRIGADO! PERGUNTAS? Silvio Aparecido Crepaldi
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