A ORIGEM DO PETRÓLEO
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- Marcos Fialho Porto
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3 A ORIGEM DO PETRÓLEO
4 REFINO DO PETRÓLEO
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6 Principais funções dos Lubrificantes A evolução dos equipamentos, no entanto, começou a exigir também outras funções dos lubrificantes:
7 LUBRIFICANTES O que é um óleo lubrificante? Óleos básicos de alta qualidade + Aditivos específicos para a aplicação do óleo lubrificante
8 LUBRIFICANTES Os óleos lubrificantes são formados por dois grupos de compostos: Óleos Básicos e Aditivos
9 O QUE É VISCOSIDADE? A viscosidade pode ser definida como a resistência ao escoamento. A viscosidade pode variar de acordo com a temperatura, sendo inversamente proporcional à mesma (diminui com o aumento da temperatura). MEL ÁGUA ALTA VISCOSIDADE BAIXA VISCOSIDADE
10 SELEÇÃO DA VISCOSIDADE VELOCIDADE Quanto maior a velocidade, menor deve ser a viscosidade e vice-versa. PRESSÃO Quanto maior for a carga, maior deverá ser a viscosidade, para poder suportá-la e evitar o rompimento da película lubrificante.
11 Viscosidade cinemática, cst VARIAÇÃO DE VISCOSIDADE SAE 50 SAE 40 SAE 30 SAE 20 Temperatura 40 C 100 C
12 ÓLEOS MULTIVISCOSOS: Principais vantagens Partidas à frio mais fáceis; Lubrificação adequada numa faixa mais ampla de temperatura; Menor consumo de combustível; Menor consumo de óleo lubrificante; Maior durabilidade da bateria; Menor desgaste do motor.
13 Aditivo é um produto químico sintético de composição exata e conhecida que é adicionado ao óleo básico em pequenas quantidades, para melhorar as propriedades do lubrificante. Os aditivos podem ser classificados de acordo com a função que eles exercem:
14 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Lubrificantes de Motor ACEA API Especificações dos Óleos de Motor SAE O&M
15 CLASSIFICAÇÕES DE LUBRIFICANTES p/ MOTOR Viscosidade - Society of Automotive Engineers Nível de Qualidade / Desempenho - American Petroleum Institute - Association des Constructeurs Européens d Automobiles - Classificações de Montadoras
16 API - American Petroleum Institute O API estabeleceu um sistema de classificação dos óleos de motor baseado em seu desempenho. SX Spark ignition (ignição por centelha) X= A, B, C,..., J, L, M CX Compression ignition (ignição por compressão) X=A, B, C,..., H-4, I-4
17 Classificação API para motores gasolina F1 Master Sintético SM 2004 F1 Super 20W40 SF 1980 SE 1972 SD 1968 SC 1964 SB 1930 SA Mineral Puro F1 Master Plus F1 Master 4X4 F1 Master SH 1994 SG 1989 F3 / Poli SL 2001 SJ 1997 F1 S. Plus 25W50 Classificações Obsoletas segundo API
18 Classificação API para motores diesel Brutus EGR (sint) 15W40 Brutus Alta Performance 15W CI-4 Brutus T5 15W40 Brutus 25W50 CH CG Ultramo Turbo Plus 15W40 Ultramo Turbo CE 1983 CD 1961 CC 1955 CB 1949 CA 1940 CF CF 1994 Classificações Obsoletas segundo API
19 API DESEMPENHO Comparação do desempenho dos lubrificantes de acordo com a classificação API: Aditivação para API CF-4 Intervalos de troca km Aditivação para API CG-4 Intervalos de troca km Aditivação para API CH-4 Intervalos de troca km
20 API DESEMPENHO Problemas relacionados ao uso de lubrificantes de baixo desempenho ou inadequados: Formação de lama ou borra
21 CLASSIFICAÇÃO Espessamento do lubrificante por oxidação Estabilidade ao cisalhamento Controle formação de lama Depósitos em pistão Ferrugem Desgaste Corrosão SE API API SF API SG API SJAPI SL API SM
22 CLASSIFICAÇÃO Estabilidade ao cisalhamento Aeração do óleo Depósitos no pistão Corrosão Espessamento x Fuligem Oxidação Bombeabilidade do óleo usado Desgaste do comando de válvulas Desgaste de anéis e camisas Entupimento de filtro Borras Consumo de óleo CF CF-4 CG-4 CH-4 CI-4
23 CATEGORIAS DE SERVIÇO DA ACEA A ACEA introduziu em 1996 novas categorias, diferenciandoas em três tipos: A - Motores do Ciclo Otto: A2-96, A3-02, A4-XX, A5-02 B - Motores Diesel Leve: B2-98, B3-98, B1-02, B4-02, B4-04 E - Motores Diesel Pesado: E2-96, E3-96, E4-08, E5-02, E6-08, E7-08, E9-08
24 CLASSIFICAÇÕES FABRICANTE Ex.: Volkswagen As especificações VW para óleo lubrificante para motor aboliram termos comumente utilizados no mercado como API (American Petroleum Institute), como por exemplo SH e SJ, e também das bases originais do óleo: mineral, semissintético e sintético. VW VW VW etc. Volkswagen do Brasil
25 EXEMPLOS DE APROVAÇÃO DE MONTADORAS e INSTITUTOS
26 CERTIFICAÇÕES
27 Aprovação Volvo BRUTUS EGR 15W/40 VDS-3
28 BRUTUS EGR e AP 15W/40 Aprovação Esp. MBB 228.3
29 PORQUE O ÓLEO DEVE SER TROCADO? Ao longo do uso o óleo sofre um processo de DEGRADAÇÃO, ou seja: Perda da capacidade de efetivamente desempenhar sua função de Lubrificação e Proteção do Equipamento
30 DEGRADAÇÃO - o óleo pode : Tornar-se muito sujo ou viscoso Tornar-se corrosivo aos componentes do sistema ou formar perigosos depósitos e lamas. Sofrer destruição dos aditivos Sofrer contaminação por materiais abrasivos ou corrosivos, provocando severos danos aos equipamentos Sofrer contaminação com agentes que atuam como catalisadores e promovem a quebra dos óleos básicos e aditivos
31 Recomendações Scania Óleo de Motor Brutus Alta Performance Utilizar óleo multivsicoso SAE 15W40 que atenda a exigência CEC L-27-T-79 ( Ford Tornado Bore Polishing Tentative Test ) ou CCMC-D5 ( ACEA E-3 ) Tipo de Operação Motor D12, D km km km km km D9, D km km km km km 0) Transporte leve de longa distância ( Peso total não superior a 40 ton ). Ex.: Carga fracionada 1) Transporte de longa distância. Ex.: Carga fracionada, Tanque 2) Transporte pesado de longa distância. Ex.: Toras, Equip. para obras de construção, minério 3) Transporte de obras. Ex.: Cascalho, concreto, lixo 4) Transporte de distribuição. Ex.: Entregas, lixo, tanque
32 Óleos para Transmissões
33 SAE - Society of Automotive Engineers A classificação SAE para óleos de transmissão baseia-se exclusivamente na viscosidade, não considerando a qualidade e o desempenho do lubrificante. SAE Engrenagens Automotivas Winter = Inverno 75W 80W 85W As referências mais encontradas no nosso mercado são: 80W 90 85W140 75W90 80W90
34 Classificação API para transmissões automotivas Ultragear STO GL Gear Lubricant MT-1 Aplicação em transmissões manuais de ônibus e caminhões. Maior estabilidade a oxidação Ipirgerol GL-5 / Ultragear Ipirgerol GL-4 / Ultragear Isafluido 561 Classificações Obsoletas GL-5 GL-4 GL-3 GL-2 GL-1 Óleo com alta aditivação EP empregado nas engrenagens hipóides em condições moderadas e severas Óleo EP tipo múltiplas aplicações. Usado em engrenagens hipóides, helicoidais e sem-fim em serviço severo e moderadas cargas de choque. Serviço de engrenagens cônicas helicoidais sob condições de moderada severidade, velocidade e carga. Contém aditivos antidesgaste ou um Extrema Pressão suave.
35 Fluidos para transmissões automáticas e direções hidráulicas AT FLUIDO TIPO A AT FLUIDO DEXRON II ISAMATIC 3 ISAMATIC V ISAMATIC PREMIUM
36 Fluidos para Freios Hidráulicos SISTEMA DE FREIO HIDRÁULICO FLUIDO PREMIUM DOT 3 FLUIDO SUPER PREMIUM DOT 4
37 CLASSIFICAÇÃO DE VISCOSIDADE ISO PARA ÓLEOS INDUSTRIAIS O sistema ISO não implica em avaliação de qualidade nem performance, baseando-se somente na viscosidade do produto.
38 PRINCIPAIS ÓLEOS INDUSTRIAIS APLICAÇÃO Óleos Hidráulicos Usinagem de metais PRODUTOS Ipitur AW (32-320) Eureka (10-220) Ipitur AW 7000 Ipitur AW 150G Ipitur HST Ipitur XVI Turbina Premium Satisol 1 Sintex 5 Hycort
39 PRINCIPAIS ÓLEOS INDUSTRIAIS APLICAÇÃO Compressores de Refrigeração Transformadores Pneumáticos Engrenagens Industriais Fluido Térmico PRODUTOS Ipigel Ipivolt SCE Ipidrill Ipiranga SP Ipiranga SP Premium Ipitherm
40 PRINCIPAIS ÓLEOS INDUSTRIAIS APLICAÇÃO Desmoldantes Outros PRODUTOS Rubilene 267 Moldax 271 Motoserra Ipicil Truslide
41 Sistemas Hidráulicos
42 Linha Turbinas IPITUR HST Linha Hidráulica IPITUR AW
43 CORRETA ESPECIFICAÇÃO DO LUBRIFICANTE ISO VG 68 (VISCOSIDADE) EUREKA 68 IPITUR AW 68 IPITUR XVI 68 IPITUR HST 68 IPIRANGA SP 68 DIN PARTE 1 - HL DIN PARTE 2 - HLP DIN PARTE 3 - HLVP DIN PARTE 1 - L-TD DIN PARTE 3 - CLP
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45 CONTAMINAÇÃO DOS FLUIDOS Fontes de Contaminação: ISO 16/14/11 Condensação
46 CONTAMINAÇÃO DOS FLUIDOS Fontes de Contaminação: ISO 21/19/17 ISO 16/14/11 Ar e espuma
47 GRAXAS LUBRIFICANTES Óleo Básico Aditivos Espessante
48 DEFINIÇÃO DE GRAXA LUBRIFICANTE Graxa lubrificante é um produto intermediário entre um sólido e um semi-sólido obtido por mistura de um agente espessante num líquido lubrificante A graxa lubrificante não é mais do que uma esponja cujos poros estão cheios de óleo As forças mecânicas exercidas na esponja libertam o óleo nela contida.
49 GRAXAS LUBRIFICANTES Consistência de Graxas Lubrificantes Consistência de uma graxa é a resistência que esta opõe à deformação sob a aplicação de uma força. A consistência de uma graxa é medida pelo grau NLGI (National Lubricating Grease Institute - Instituto Nacional de Graxas Lubrificantes).
50 CONSISTÊNCIA DAS GRAXAS LUBRIFICANTES ASTM D 217: Teste Penetração de Cone Início do Teste
51 CONSISTÊNCIA DAS GRAXAS LUBRIFICANTES ASTM D 217: Teste Penetração de Cone Meio do Teste
52 CONSISTÊNCIA DAS GRAXAS LUBRIFICANTES ASTM D 217: Teste Penetração de Cone Final do Teste
53 CLASSIFICAÇÃO NLGI Consistência NLGI Número Penetração trabalhada 0,1 mm a 25 ºC Fluidas - Cx.s de engrenagens e sistemas centralizados Sem-fluídas - Sistemas de lubrificação centralizada Consistentes - Lubrificação de rolamentos Muito rígidas raramente usadas
54 GRAXAS LUBRIFICANTES Propriedades de Graxas Lubrificantes PROPRIEDADE TIPO DE SABÃO DESEMPENHO Cálcio Ótimo Resistência à agua Sódio Pobre Lítio Bom Complexo de Lítio Bom Cálcio Pobre (até 80.C) Sódio Bom (até 135.C) Resistência à temperatura Lítio Bom (até 140.C) Complexo de Lítio Ótimo (até 200.C) Cálcio Pobre Resistência à alta rotação Sódio Bom Lítio Bom Complexo de Lítio Bom
55 Linha Ipiranga de Graxas Lubrificantes G IPIRTRAMOL 11161
56 CUIDADOS GERAIS DE LUBRIFICAÇÃO LUBRIFICAÇÃO AUTOMOTIVA Utilizar classificação API e grau SAE de acordo com o manual do veículo. Trocar o óleo nos períodos recomendados pelo fabricante do veículo, ou mais frequentemente se as condições de operação assim exigirem. Verificar regularmente o nível de óleo. Nunca utilizar estopa ou outros materiais que soltem fiapos para limpar o bujão ou pino graxeiro. Trocar os filtros de óleo e de ar nos períodos recomendados. Evitar misturar óleos de classificação API ou ACEA diferentes.
57 CUIDADOS PARA ARMAZENAMENTO E MANUSEIO DE LUBRIFICANTES
58 CUIDADOS PARA ARMAZENAMENTO E MANUSEIO DE LUBRIFICANTES Evitar a armazenagem de lubrificantes ao ar livre. Caso isso não seja possível, observar: Tambores de óleo: Mantê-los deitados, evitando o contato com o chão colocando ripas de madeira e posicioná-los com os bujões numa linha aproximadamente horizontal.
59 ARMAZENAMENTO DE LUBRIFICANTES
60 CUIDADOS PARA ARMAZENAMENTO E MANUSEIO DE LUBRIFICANTES CONTAMINAÇÕES CONTAMINAÇÕES
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62 LubEX Análise Expressa de Lubrificantes
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