Maria Antónia Coutinho

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1 V SIGET - Caxias do SUL, UCS, Agosto 2009 MR - Perspectivas epistemológicas e metodológicas O interaccionismo sociodiscursivo: interpelações e desafios para as ciências da linguagem Maria Antónia Coutinho [email protected]

2 Plano O Interaccionismo sociodiscursivo (ISD) - Jean-Paul Bronckart, , , 2008 Pressupostos epistemológicos Linguagem e desenvolvimento Revisitando autores 2 exemplos Implicações no âmbito das ciências da linguagem e das didácticas das línguas

3 O que é o ISD? Não é um modelo de análise do discurso nem uma teoria linguística, não se pretende uma teoria psicológica ou sociológica Um quadro teórico e epistemológico que partilha e desenvolve os princípios do interaccionismo social Bühler (1927), Dewey (1925), Mead (1934), Politzer (1928), entre outros Voloshinov epistemologia interaccionista social (/ Bakhtine: / epistemologia fenomenológica). Vygotski (1927/2004) Saussure (2002)

4 Princípios gerais do interaccionismo social (Bronckart, ) Projecto de uma ciência do humano reunificada (em reacção à fragmentação herdada do positivismo) Uma ciência de intervenção (capaz de medir a validade do conhecimento que produz pela capacidade de transformação ou operacionalização prática) Uma ciência sustentada (permanentemente) pela reflexão epistemológica (susceptível de repensar modelos e dados) especificamente científico Uma ciência natural (que rejeita a oposição entre ciências naturais e ciências humanas) em função da adesão aos princípios de Spinoza monismo materialista paralelismo psicofisiológico

5 Programa de trabalho do ISD (Bronckart, 2004) A desenvolver-se em três vertentes, de forma descendente ou dialéctica: análise das características dos pré-construídos históricosociais e culturais análise dos processos de mediação socio-semiótica através dos quais crianças e adultos se apropriam desses (ou de aspectos desses) pré-construídos; análise dos efeitos dos processos de apropriação sobre a constituição da pessoa consciente e /ou sobre o desenvolvimento ao longo da vida sobre a capacidade de intervenção, ou transformação, dos pré-construídos

6 Sobre a noção de desenvolvimento (Bronckart 2008) Diferentes ordens de desenvolvimento (diferentes objectos de desenvolvimento), que Bronckart (2008) explicitamente articula com os três mundos formais postulados por Habermas: desenvolvimento de conhecimentos formais ou conceptuais mundo objectivo; desenvolvimento de comportamentos/capacidades de acção mundo social; desenvolvimento (da identidade) das pessoas mundo subjectivo. ZDP e condições de desenvolvimento

7 Desenvolvimento de conhecimentos formais Desenvolvimento de capacidades de acção Desenvolvimento (da identidade) da pessoa Papel central da linguagem

8 Textos e língua Os textos como unidades comunicativas globais, necessariamente associados a actividades práticas colectivas e decorrentes de acções (individuais/ conjuntas) de linguagem ( ) les textes ne constituent pas la seule forme de manifestation des faits langagiers, et il nous paraît donc nécessaire ( ) de clarifier la nature des rapports existant entre le niveau du texte et notamment celui de la (et/ou des) langue(s), et par là même de clarifier ce qui est effectivement désigné par cette dernière notion. Bronckart, 2008: 12 ( ) os textos não constituem a única forma de manifestação dos factos de linguagem e parece-nos portanto necessário ( ) clarificar a natureza das relações que existem entre o nível do texto e o da (e/ou das) língua(s), e dessa forma clarificar o que é efectivamente designado por esta última noção. Traduzido de Bronckart, 2008: 12

9 Revisitando autores: Bühler (2009: ) Acção de fala (action de parole) realiza a tarefa de resolver o problema prático ligado à situação Obra de linguagem (œuvre langagière) ( ) ocasiões em que trabalhamos de forma criativa a formulação linguística adequada a um material dado ( ) (traduzido de Buhler 2009:140) a obra de linguagem enquanto tal exige que possamos olhar para ela e que possamos vê-la separada da sua posição na vida e do vivido individual do seu produtor (traduzido de Buhler 2009:140)

10 Relendo Bühler: interpelações e desafios Para as ciências da linguagem Que reflexão e/ou que trabalho sobre a formulação linguística (que parece óbvia por oposição à reformulação)? Para o ensino e/ou a didáctica da língua Será a formulação um problema exclusivo da obra de linguagem? Que implicações podem decorrer se se tomar em linha de conta a relação entre acção (de fala) e formulação? Como desenvolver a consciência das situações em que é socialmente esperado/exigido algo que se aproxima de uma (pequena) obra de linguagem (com autonomia em relação ao vivido e trabalho apurado de formulação)?

11 Revisitando autores: Saussure (2002) Linguagem Línguas Fala / discurso Simplesmente, ouso dizê-lo, a linguística é vasta. Compreende, nomeadamente, duas partes: uma mais próxima da língua, depósito passivo, e outra mais próxima da fala, força activa e verdadeira origem dos fenómenos que são depois pouco a pouco apercebidos na outra metade da linguagem. traduzido de Saussure, 2002: 273

12 Exemplo 1 Um género da actividade de hotelaria: «tira lustra-sapatos»

13 Exemplo: um género da actividade de hotelaria Propriedades sintácticas gerais das subordinadas adverbiais: - clivagem: É para chegar a horas que o João quer apanhar o metro; - possibilidade de posição inicial, medial ou final (traço fundamental, que as distingue das coordenadas): Para chegar a horas, o João quer apanhar o metro / O João, para chegar a horas, quer apanhar o metro /O João quer apanhar o metro para chegar a horas Cf. Brito Subordinação adverbial. In Mateus et al. Gramática da Língua Portuguesa. Lisboa: Caminho,

14 Exemplo 1: interpelações e desafios A explicação sintáctica dirá que estamos perante um caso de elipse (da oração principal). Será. Mas a questão que importa é outra: É o contexto específico da actividade (hoteleira) que permite (ou até mesmo suscita) a elipse.

15 Exemplo 2 Um cartoon estando aqui em causa a conversa, ou diálogo (enquanto género incluído cf. Rastier, 2001)

16 Exemplo 2 Dá-me as peles que eu dou-te o machado Dá-me as peles que eu dou-te a lança Dá-me as flechas que eu dou-te o arco e as flechas Explicação da sintaxe: ambiguidade entre (oração) causal e final

17 Exemplo 2: interpelações e desafios Dá-me as peles que eu dou-te o machado 1. Dá-me as peles para eu te dar o machado 2. Dá-me as peles porque eu dou-te o machado 3. Dá-me as peles e (depois) eu dou-te o machado 4. Quando me deres as peles, eu dou-te o machado A estrutura em análise permite a convergência de múltiplos valores: final (1), causal (2), aditivo (3) e de sequencialidade temporal (3 e 4). A questão que importa é saber se se trata de ambiguidade ou de uma possibilidade de língua usada no diálogo (em PE) desvalorizada e/ou ignorada pela gramática, que não a regista.

18 Exemplo 2: interpelações e desafios Levado ao extremo, ( ) daria na tese de que cada texto teria sua gramática. De certo modo, esta tese é correta, pelo menos no sentido de que cada tipo de texto tem uma forma de realização própria, de maneira que a textualidade de um poema e a de uma carta comercial observarão princípios constitutivos diversos. Marcuschi, 2009: 55 Nota: Parece legítimo interpretar a ocorrência da expressão tipo de texto num sentido equivalente ao de género de texto.

19 Interpelação e desafio para as Ciências da Linguagem: a natureza heurística da teoria textual Marcuschi, 2009

20 Referências bibliográficas Bota, C. & Bronckart, J.-P. (2008). Volochinov et Bakhtine: deux approches radicalement opposées des genres de texte et de leur statut. Linx, 56, pp Bronckart, J.-P. (2008). Un retour nécessaire sur la question du développement. In M. Brossard & J. Fijalkow (Eds.), Vygotski et les recherches en éducation et en didactiques, Bordeaux: Presses Universitaires de Bordeaux, pp Bronckart, J.-P. (2008). Genre de textes, types de discours, et «degrés» de langue" - In : Texto! [em linha], Dialogues et débats, vol. XIII, no. 1, publicado: 19/06/2008, URL : Bronckart, J.-P. (2006). Atividade de linguagem, discurso e desenvolvimento humano, Campinas (Brasil), Mercado de Letra, 258 pp. Bronckart, J.-P. & Groupe LAF (Ed.) (2004). Agir et discours en situation de travail, Genève, Cahiers de la Section des sciences de l Education, 103

21 Referências bibliográficas (cont.) Bronckart, J.-P. (2004). Pour un développement collectif de l'interactionnisme socio-discursif. Calidoscópio 2, 2004, p Bronckart, J.-P. (1997). Activité langagière, textes et discours. Pour un interactionisme socio-discursif, Lausanne: Delachaux et Niestlé (ed. portuguesa: Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sóciodiscursivo. São Paulo, EDUC. trad. de Anna Rachel Machado) Bühler, K. (2009), Théorie du langage (ed. de D. Samain e J. Friedrich). Marseille: Agone Marcuschi, L. A. (2009). Lingüística de texto: o que é e como se faz? Editora Universitária - EDUFPE Rastier, F. (2001). Arts et sciences du texte. Paris, P.U.F. Saussure, F. de (2002) Écrits de Linguistique Générale (éd. de S. Bouquet e R. Engler) Paris: Gallimard

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