Relação jurídica tributária
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- Giovanni Madureira Gomes
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1 Relação jurídica tributária Planejamento Tributário Empresarial Crédito tributário: Lançamento tributário (ofício ou direto; declaração ou misto e por homologação); Presunção da dívida ativa; Suspensão do crédito tributário. Moratória, Depósito legal, Reclamação e recurso administrativo, Concessão de liminar em mandato de segurança, Concessão de tutela antecipada em outras ações judiciais, Parcelamento. Crédito tributário Crédito Tributário é a prestação em moeda ou outro valor nela se possa exprimir, que o sujeito ativo da obrigação tributária (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) tem o direito de exigir do sujeito passivo direto ou indireto (contribuinte, responsável ou terceiro). Dispõe o artigo 139 do nosso Código Tributário Nacional que o crédito tributário decorre da obrigação principal (pagamento do tributo ou da penalidade pecuniária) e tem a mesma natureza desta. O crédito tributário é a própria obrigação tributária já lançada, titulada, individualizada é o reflexo desta. O crédito tributário nasce da obrigação e é consequência desta, dentro de uma única relação jurídica. A obrigação tributária quantifica-se, valoriza-se e materializa-se pelo crédito tributário que lhe corresponde, ou seja, pelo quantum devido pelo sujeito passivo. O crédito tributário é a determinação quantitativa do tributo. Lançamento tributário O lançamento é o ato que constitui o crédito tributário, praticado, privativamente pela respectiva Autoridade Administrativa. O artigo 142 do CTN define o lançamento como sendo o procedimento administrativo tendente a: a) verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente; b) determinar a matéria tributável;
2 Planejamento Tributário Empresarial c) calcular o montante do tributo devido, ou seja, o débito a pagar; d) identificar o sujeito passivo; e e) propor a aplicação da penalidade cabível, quando for o caso. O lançamento tem que trazer respostas em caráter oficial à cinco indagações com base na lei: Quem é o contribuinte; Quanto ele deve ao fisco; Onde ele deve efetuar o pagamento do tributo; Como ele deve efetuar o pagamento do tributo; Prazo em que deve efetuar o pagamento. Quando a lei não fixar prazo para o pagamento do tributo, será de 30 dias após a notificação do lançamento ao sujeito passivo (art. 160 do CTN). A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do pagamento, nas condições que estabeleça (art. 160, parágrafo único do CTN). Alteração do lançamento O lançamento só pode ser alterado: Impugnação do sujeito passivo; Recurso de ofício ou iiniciativa de ofício da autoridade administrativa. Notificação do lançamento O lançamento só produzirá seus efeitos junto ao contribuinte se este for notificado. Notificação do lançamento é o ato administrativo que confere eficácia ao lançamento. A notificação do lançamento deve operar-se na pessoa do contribuinte. Admite-se que seja feita por carta com aviso de recebimento Notificação é uma realidade acessória em relação ao lançamento que é a realidade principal. Se o lançamento for válido e a notificação nula, basta que se produza uma notificação válida, não precisando de outro lançamento. Entretanto, se este for nulo a notificação válida também é nula, precisa fazer tudo de novo.
3 Presunção da dívida ativa Planejamento Tributário Empresarial Suspensão do crédito tributário Depois que o contribuinte é notificado do lançamento, o tributo está em condições de ser recolhido pelo contribuinte e recebido pela Fazenda Pública, mas nada impede que ocorra um evento novo, previsto em lei, adie a exigibilidade do tributo. Estes eventos que adiam a exigibilidade do crédito tributário são as causas suspensivas do crédito tributário. Uma vez constituído o crédito, a autoridade não pode dispensá-lo sem expressa autorização legal, sob pena de responsabilidade funcional. O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue, ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída, nos casos previstos em lei, fora dos quais não podem ser dispensadas, sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei, a sua efetivação ou as respectivas garantias. Hipóteses de causas suspensivas do crédito tributário O Código Tributário Nacional estabelece que embora suspensa a exigibilidade do tributo, não ficará suspenso o dever de cumprir as obrigações acessórias. Ex: Dever de preencher livros fiscais, emitir notas fiscais, dever de emitir faturas. É relevante destacar que as causas suspensivas do crédito tributário também suspendem o prazo prescricional. São causas de suspensão do crédito tributário: Moratória; Depósito do seu montante integral; reclamações e os recursos, nos termos da lei, reguladoras do processo tributário administrativo; concessão de medida liminar em mandado de segurança; concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial e o parcelamento. A moratória Moratória é uma medida de política fiscal, concedida por meio de lei, que prorroga o prazo normaldo recolhimento do tributo. São características da moratória:
4 Planejamento Tributário Empresarial Medida de política fiscal: A moratória é concedida após um episódio que diminui a capacidade econômica do contribuinte. Ex: calamidade publica Por meio de lei: A moratória só pode ser concedida por meio de lei da pessoa política competente para instituí-lo (princípio da legalidade). Moratória pode ser concedida em caráter geral ou individual: a moratória em caráter geral pode ser concedida pela pessoa política competente para instituir o tributo a que a moratória se refira e em caráter individual que é concedida por despacho da autoridade administrativa, desde que autorizada por lei. Depósito integral do montante tributário O contribuinte que entende que o tributo não é devido e pretende litigar com a Fazenda Pública pode fazer o depósito integral do montante tributário, na esfera administrativa ou judicial, para se precaver, caso ocorra um revés na ação promovida. Se efetuar o depósito para ingressar com ação anulatória (antes do lançamento) ou declaratória de nulidade (após o lançamento) fica suspensa a exigibilidade do crédito. Se não efetuar, poderá sofrer inscrição da divida ativa, execução fiscal e penhora dos seus bens. Depósito integral do montante do tributo: O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro. Facultatividade do depósito: O depósito é facultativo para a defesa de direitos, sendo inconstitucional a lei que o condiciona à ação de depósito para a defesa de direitos. Tal lei agride o princípio da igualdade e da universalidade de jurisdição, pois somente que tivesse melhores condições financeiras poderia ter acesso à prestação jurisdicional.
5 Resultado da ação: Planejamento Tributário Empresarial se o contribuinte ganhar: levanta o depósito com atualização monetária e se contribuinte perder o depósito vai servir de pagamento. Daí a denominação de conversão de deposito em renda. Os juros e correção serão cobertos pelos rendimentos do depósito. Interposição de recurso administrativo com efeito suspensivo O contribuinte pode enveredar pelo contencioso administrativo, mas não é obrigado percorrer as vias administrativas para ir ao Judiciário, podendo ir neste diretamente. Não há trânsito em julgado administrativo, por força do princípio da universalidade de jurisdição. Se a decisão administrativa for favorável ao contribuinte a Fazenda Pública poderia ingressar nas vias judiciais em razão do princípio da universalidade de jurisdição. Entretanto, há quem entenda que faltaria interesse de agir à Fazenda Pública, já que ela decidiu que o contribuinte tem razão. Critica-se essa segunda posição, pois não é a Fazenda Pública que decidiu dessa forma, mas sim o Tribunal administrativo (Tribunal de Impostos e Taxas na esfera estadual e Conselho de Contribuintes na esfera federal). Há decisões do Supremo Tribunal Federal considerando como constitucional o depósito recursal para que o contribuinte recorra na esfera administrativa. Roque Antonio Carraza afirma que é inconstitucional, pois fere a ampla defesa. Concessão de liminar em mandado de segurança Para a concessão de medida liminar em mandado de segurança devem estar presentes o fumus boni iuris e o periculum in mora. A liminar pode ser cassada a qualquer tempo e até mesmo ser denegado o mandado de segurança. Causas extintivas do crédito tributário previstas no Código Tributário Nacional
6 Planejamento Tributário Empresarial Todas estas causas extintivas têm a mesma força de fazer desaparecer o crédito tributário (de gerar certidão negativa do crédito fiscal). São causas extintivas: pagamento, compensação, transação, remissão, prescrição e decadência, conversão do depósito em renda, pagamento antecipado e a homologação do lançamento, consignação em pagamento, decisão administrativa irreformável, decisão judicial passada em julgado (se favorável ao contribuinte) e dação em pagamento em bens imóveis. Pagamento ou Remição É o cumprimento do objeto da prestação tributária. Não é um fenômeno apenas tributário, mas sim jurídico, pois está presente em todos os ramos do direito. O tempo de pagamento é normalmente fixado em lei que fixa o prazo normal de recolhimento do tributo, sendo apontado no lançamento, mas se assim não o fizer será de 30 dias a contar da notificação do lançamento do tributo. A legislação tributária pode conceder desconto pela antecipação do pagamento. No que se refere ao lugar do pagamento quando a legislação tributária não dispuser a respeito, o pagamento é efetuado na repartição competente onde o contribuinte encontrar-se domiciliado ou sediado. O modo de pagamento deve ser em moeda corrente ou equivalente cujo valor nela possa se exprimir. Ex: papel moeda, pagamento em cheque, em titulo da dívida pública resgatável; pagamento em selo ou papel selado ou estampilha. Repetição do indébito O sujeito passivo tem direito, independentemente de prévio protesto, a restituição total ou parcial do pagamento indevido. A Fazenda Pública não pode ficar com aquilo que não é devido. O prazo para repetir o indébito é de 5 anos a contar da extinção do crédito tributário.
7 Consignação em pagamento Planejamento Tributário Empresarial São hipóteses de consignação judicial do crédito a recusa do recebimento ou subordinação deste ao pagamento de outro tributo ou penalidade, ou ao cumprimento de obrigação acessória. Também autoriza a consignação em pagamento a subordinação do recebimento ao cumprimento de exigências administrativas sem fundamento legal. Sendo improcedente a consignação, no todo ou em parte, cobra-se o crédito acrescido de juros da mora, sem prejuízo das penalidades cabíveis. Remissão É uma medida de política fiscal semelhante à moratória, que confere o perdão ao débito tributário, por meio de lei. Não se confunde com remição, que é pagamento. Por meio de lei: A Fazenda Pública não pode perdoar débitos tributários sem respaldo na lei, em razão da indisponibilidade do interesse público. Compensação É o encontro de contas do Fisco e do contribuinte quando forem credor e devedor um do outro. No direito tributário só há compensação legal (autorizada por lei), em razão da indisponibilidade do interesse público. São requisitos para a compensação legal a lei autorizadora tem que ser específica e da pessoa política tributante e a coincidência de contribuinte e fisco. Transação É um acordo celebrado, com base em lei, entre o Fisco e o contribuinte pelo qual as partes mediante concessões recíprocas põe fim a um litígio judicial. É necessário lei específica autorizando a transação. A Fazenda Pública não pode transacionar livremente com o contribuinte por força do princípio da legalidade e da indisponibilidade do interesse público.
8 Planejamento Tributário Empresarial Prescrição e Decadência São categorias gerais de direito que pertencem a todos os ramos do direito. Antes do lançamento podemos ter a decadência, mas depois somente a prescrição. Assim, quem paga o crédito tributário prescrito não pode repetir o que pagou, mas quem paga crédito que decai pode repetir. Decadência é a perda do direito pelo seu não exercício durante certo lapso de tempo. Desaparece o próprio direito e com ele a ação que viabiliza. Já a prescrição é a perda da pretensão (ação) inerente ao direito e de toda sua capacidade defensiva por seu não exercício durante certo lapso de tempo.
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