E S P E R M ATO G É N E S E
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- Teresa Mascarenhas Bento
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1 E S P E R M ATO G É N E S E Ductos espermáticos do (Orthoptera: Acrididae) Feixes de espermátides do Ápice do ducto espermáticos do Feixes de espermátides do A espermatogénese na espécie Hebrus pusillus (Hemiptera: Hebridae) Cistos no ducto espermáticos do Espermátides do com 1, 2 e 4 axonemas Testículo da espécie Anasa tristis (Hemiptera: Coreidae) Cistos no ducto espermáticos do Preparação de espermatócitos primários do na fase de diacinese Testículo de um frigânio (Trichoptera) Cistos espermatogoniais do Preparação de espermatócitos primários do na fase de metafase I Pupa jovem de Parthenopthrips dracaenae (Thysanoptera: Thripidae), onde se veem dois testículos Feixes de espermatozoides do Pupa matura de Frankliniella fusca (Thysanoptera: Thripidae), onde se aprecia um testículo
2 OOGÉNESE Ovaríolos da abelha-de-mel (Apis mellifera) (Hymenoptera: Apidae) Ovário rudimentar na fase larvar V da espécie Hebrus pusillus (Hemiptera: Hebridae) Ovário adulto da espécie Hebrus pharate (Hemiptera: Hebridae) Ovário adulto da espécie Hebrus pharate Ovário rudimentar na fase larvar II da espécie Haplothrips verbasci (Thysanoptera: Phlaeothripidae) Células foliculares do grilo (Orthoptera: Gryllidae) Ovaríolo do grilo Ovaríolo do grilo
3 INÍCIO DA EMBRIOGÉNESE Fêmea da espécie Lytta viridana (Coleoptera: Meloidae) em anafase I Fêmea da espécie Lytta viridana em interfase II Espermatozoides da espécie Lytta viridana no vitelo Pronúcleo e axonemas do macho da espécie Lytta viridana no vitelo Energídios da espécie Lytta viridana no vitelo Energídios da espécie Lytta viridana em metafase Energídios da espécie Lytta viridana próximos do periplasma Preblastoderme da espécie Lytta viridana no início da clivagem Blastoderme da espécie Lytta viridana Banda germinal da espécie Lytta viridana Banda germinal em gastrulação na espécie Lytta viridana Ápice posterior da banda germinal em gastrulação na espécie Lytta viridana Abdómen de uma fêmea vivípara de pulgão (Hemiptera: Aphididae) onde se podem apreciar nove embriões Abdómen de uma fêmea vivípara de pulgão onde se podem apreciar as estruturas de três embriões em desenvolvimento Larvas fêmea da espécie Miastor sp. (Diptera: Cecidomyiidae), onde se veem larvas em desenvolvimento pedogenético
4 ORGANOGÉNESE Lytta viridana às 52h Lytta viridana às 72h Lytta viridana às 88h às 88h neuroblastos em desenvolvimento às 88h - estomodeu e neurópilo (SNC) às 88h neuroblastos abdominais às 88h - proctodeu Lytta viridana às 96h Lytta viridana às 56h Lytta viridana às 72h às 72h neuroblastos precursores da linha média às 72h neuroblastos e células estaminais neurais Protorax do embrião de Lytta viridana às 72h às 88h sacos celómicos abdominais Lytta viridana às 88h Crista genital do embrião de Lytta viridana às 96h Órgão dorsal secundário do embrião de Lytta viridana às 120h Lytta viridana às 120h às 132h, mesmo antes do fecho dorsal Primeiro segmento abdominal do embrião de Lytta viridana às 132h pleuropódios Gymnopais sp. (Diptera: Simuliidae) cardioblastos no fecho dorsal Abdómen do embrião de Rhodnius prolixus (Hemiptera: Reduviidae) células estaminais, mesoderme e goteira neural
5 DISCOS IMAGINAIS Disco genital na da Musca domestica (Diptera: Muscidae) Testículo rudimentar na Discos imaginais protorácicos na larva em fase III Lóbulos protocerebrais, glândula anel e discos dos olhos/antenas na larva em fase III Ovário rudimentar na Maioria dos discos imaginais torácicos na Glândula anel e discos dos olhos/antenas na Tubo digestivo anterior e médio na larva em fase III ilhas imaginais do tubo digestivo médio Apêndices bucais e discos protorácicos dorsais na Discos dos olhos/antenas na Histoblasto imaginal abdominal na Anel imaginal da parte anterior do tubo digestivo e glândulas salivares larvares na Esqueleto cefalofaríngico e discos labiais Lóbulos protocerebrais, nervo recorrente, células neurosecretoras e corpora cardiaca na ninfa de Periplaneta americana (Blattodea: Blattidae)
6 M E TA M O R F O S E Na mosca (Musca domestica Diptera: Muscidae) Cromossomas politénicos das glândulas salivares de Simulium sp. (Diptera: Simuliidae) Olhos compostos quatro dias AP Cabeça e cérebro 24h após a pupação (24h AP) Cabeça e cérebro seis dias AP Olho composto 24h AP Olhos compostos seis dias AP Cabeça e cérebro 48h AP Cabeça e cérebro na pupa tardia Olho composto 48h AP Olho composto na pupa tardia Base da asa 24h AP Cabeça e cérebro quatro dias AP Base da asa 24h AP Base da asa 48h AP Base da asa 48h AP Base da asa quatro dias AP Músculos de voo indiretos longitudinais quatro dias AP Base da asa seis dias AP Músculos de voo indiretos longitudinais seis dias AP Base da asa na pupa tardia Músculos de voo indiretos longitudinais na pupa tardia Prétarso na pupa tardia Glândula anel quatro dias AP Glândula anel quatro dias AP Glândula anel no adulto recém-emergido
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Ao redor da boca existem peças bucais, que ajudam na alimentação do animal e variam muito entre os insetos. gafanhoto borboleta Palpos: seguram as folhas. Mandíbula de quitina: corta as folhas. mosquito
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Tipos de reprodução Reprodução:origem de novos indivíduos de uma espécie Assexuada:único genitor origina descendentes geneticamente idênticos a si. Sexuada:origem de indivíduo pela união de dois gametas
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