GRANDE TRAIL SERRA D ARGA

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1 GRANDE TRAIL SERRA D ARGA Existem provas que são únicas em Portugal, Arga é sem dúvida uma delas. Enquadra no Circuito Nacional de Trail, na classe Trail Ultra, e sendo a sétima e penúltima prova do circuito existia já a possibilidade de se encontrar alguns campeões nacionais como aconteceu no setor feminino. Não obstante esse facto, Arga é também conhecida por ser uma das provas de referência em Portugal e tem como mentor o Carlos Sá. Logo, é uma prova de casa cheia, esgotada logo desde o início, e onde participam cerca de atletas em todas as provas. O ambiente à volta é muito bom. E a forma como está estruturado todo o fim de semana é também bastante apelativo. Há provas nos dois dias: Programa / Horário 26 setembro (sábado): 10h30 - GTSA Vertical (4,5 km com 800m D+) - início em Estorãos; 11h30 - IV Trail Jovem - várias distâncias, de acordo com o escalão (Alto da Serra D Arga - Srª do Minho); 19h00 - Partida dos GTSA Sunset (17 km) e Caminhada (10 km) - Centro de Caminha. 27 setembro (domingo): 08h00 - Partida Ultra Trail e Trail Longo 33 km (Dem); 09h30 - Partida dos Trail Longo 23 km e do Trail Curto (13 km), em S. Lourenço da Montaria. Distância (categorização por distância) / altimetria (desníveis positivo e negativo acumulados) / categorização de dificuldade ATRP.

2 GTSA Vertical - 4,5 km - 800m d+ (1600dac) Trail Curto - grau 3. GTSA Sunset - 17 km - 800m d+ (1600dac) Trail Curto - grau 2. Ultra Trail - 53 km m d+ (6000dac) Trail Ultra Médio - grau 3. Trail Longo - 33 km m d+ (3800dac) Trail Longo - grau 3. Trail Longo - 23 km m d+ (2600dac) Trail Longo - grau 3. Trail Curto - 13 km - 600m d+ (1200dac) Trail Curto - grau 2. No nosso caso tivemos vários atletas em diferentes distâncias; eu vou falar da prova de 53 km que se realizou no domingo, sendo essa a que contava para o circuito nacional, logo a mais importante do calendário. A prova desenrola-se à volta da Serra de Arga, e tem partida em Dem - é considerada uma das mais difíceis do circuito pela sua altimetria, 3000 D+ (é uma nível 3 de dificuldade, o mais alto), e também pela sua dificuldade técnica e é verdade.

3 O início acompanha o sino da igreja da aldeia, assim, quando começam a dar as badaladas das 8 da manhã começa a contagem decrescente para o início da prova; depois damos uma volta pela aldeia para alongar o grupo e partimos para os trilhos. Começamos logo a subir! Em cerca de 4 km subimos dos 250 metros para cima dos 700 mts. primeiro por estradões, depois por pedra, aqui percebemos o porquê da dureza da prova, para além da altimetria o terreno é composto nesta fase por rocha sobre a qual caminhamos. Terminada a subida descemos pelo mesmo tipo de terreno, não corremos por estradão, corremos a saltar sobre pedras, ao mínimo descuido estamos numa situação complicada e podemos aleijar-nos bastante, para além do desgaste que provoca.

4 O primeiro abastecimento é ao quilómetro nove, sem reparos, temos o que é necessário e até mais será assim em todos os abastecimentos, todos com excelente qualidade, todos com sólidos e líquidos. Depois descemos e subimos novamente, sempre com a mesma paisagem, sempre com a mesma dureza muita rocha! Mas imagens indescritíveis! Cerca do quilómetro 19 tive uma queda muito feia que podia ter tido consequências ainda mais graves do que teve. Numa zona com água existia um género de rego que estava submerso, eu meti o pé esquerdo lá dentro e caí; no chão reparei que tinha o joelho muito esfolado e com mau aspeto, pior, na perna esquerda tinha um alto (do tamanho de um ovo pequeno) um pouco acima do tornozelo, na zona do impacto - o meu primeiro pensamento foi que tinha partido a perna e que tinha estragado tudo; no trail existe um espírito de entreajuda, e quando dou

5 por mim tenho já alguém a ajudar-me a colocar a perna dentro da água fria, por causa do inchaço. Há alguém que tem uma ligadura e que me quer fazer uma tala na perna, e percebo que aquilo está mesmo muito feio. Entretanto vão chegando mais pessoas, muitas delas minhas conhecidas. Acabamos então por tentar perceber se a perna está mesmo partida e onde para saber o que fazer fazemos alguns movimentos e testes de primeiros socorros não está partida! Alívio! Mas tem um hematoma cada vez maior. A solução passa por ligar a perna e aguardar por ajuda mas não há rede de telemóvel; portanto, é ligar a perna e caminhar até ao abastecimento mais perto ou até a uma aldeia próxima, que segundo me disseram não seria a mais de 500 metros em frente - sempre em frente (tenho um abastecimento para trás a 2 km, mas esse está fora de questão) se for para abdicar de fazer os quilómetros todos de uma prova, seguimos sempre em frente, paramos sempre em frente, nunca voltamos para trás! Lá sigo a andar calmamente para encontrar a aldeia e pedir ajuda; realmente é bastante perto, mas, como bom trailer de bom senso que sou, tento correr não trago dor nem desconforto, por isso, tento correr. E consigo! Sem dor para já! Passo a aldeia e fixo-me no próximo objetivo, o abastecimento dos 25 km! Corro num passo calmo, neste momento vou sempre à espera que a perna ceda, mas continuo e ela vai aguentado. E começo a ganhar lugares a atletas incrédulos de me verem correr depois terem parado ao pé de mim e verem o estado em que estava a perna. E sigo até ao abastecimento. Nos 25 km tenho um dilema, seguir e tentar chegar ao abastecimento dos 33 km (com maior logística e apoio) ou ficar já por ali; não sei como tenho a perna por causa da ligadura, mas também não tenho dor; entretanto encontro o Virgílio que tinha ficado à minha espera no abastecimento ele tinha parado no sítio onde eu tinha caído e eu disse-lhe para continuar porque já estava com auxílio, mas alguém lhe disse que eu vinha ainda em prova e decide esperar por mim e sigo com ele para o próximo abastecimento. No trajeto até ao abastecimento dos 33 km fazemos uma parte do final do Quilómetro Vertical da véspera, o apoio das pessoas nos metros finais é fantástico; eu sintome bem a subir, quase sem dor comecei a sentir uma moinha no tendão de Aquiles e causa-me desconforto (talvez por a perna estar ligada), mas dá para seguir; depois entramos

6 numa zona de planalto e consigo ter um bom ritmo, apenas na descida para o abastecimento corto um pouco o ritmo com receio da perna. O abastecimento dos 33 km é coincidente com a meta da prova dos 33 km; logo há de tudo! Massagens, zonas de descanso, posto médico, comida (até um porco no espeto!), e autocarros para a zona de partida, por isso é uma grande tentação! Este abastecimento é também uma zona de corte, temos de passar lá até às 6h30 de prova, eu tinha previsto passar até às 5h e chego com esse tempo, 5 horas de prova, o que dado as circunstâncias, é bem razoável. O Virgílio diz-me que vai ficar um pouco pelo abastecimento para comer bem; eu fico também, estarei ali cerca de 20 minutos - o que é muito tempo - mas não queria partir sem ter a certeza de como estava a perna, e descanso um pouco por ali para ter a certeza que consigo continuar. Parto um pouco mais cedo do que o Virgílio, que ainda estava a comer; como estava a começar a arrefecer o tendão começou a doerme mais. Depois deste abastecimento vamos para uma zona de prova diferente muito verde, fresca, ao longo do rio, com cascatas. É um sobe e desce ao longo mas margens, em terra macia e escura, com ruínas de casas com história que se fundem com a vegetação. Embebedo-me com a beleza deste lugar. Mas vamos sempre a ganhar cota, a subir, pelo meio da floresta, ao longo da margem até ao abastecimento dos 44,5 km. Este último abastecimento tem um extra, há massa. Como bem. O que aí vem pela frente não é fácil. Serão cerca de 4,5 km a subir, outra vez por pedra, e depois 4,5 km a descer (incluída subida que fizemos inicialmente) até à meta. A subida é interminável; a descida, com os quilómetros que temos nas pernas, dolorosa, pese embora o último quilómetro e meio já ser por estradões/alcatrão. Nesta fase encontro um dos atletas que me ajudou com a perna na altura da queda, vai a andar e muito mal disposto, tem mesmo dificuldades em andar - quanto mais correr - doulhe um comprimido para a má disposição e acompanho-o até ao fim o karma é isto; uma das coisas que nós sabemos no trail é que hoje por ti, amanhã por mim.

7 Em resumo, Arga é uma prova que se deve fazer pelo menos uma vez, das que vale bem a pena! Eu fiquei com pena de não fazer o quilómetro vertical no sábado, a rever numa próxima participação. Uma organização excelente! Onde se sente que toda a gente nos quer receber bem e com o objetivo de nos proporcionar as melhores condições possíveis! Uma última palavra de agradecimento para o Clube Millennium bcp pelas condições que nos proporcionou para fazermos a viagem. CLASSIFICAÇÃO:

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