Medicamento Homeopático

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Medicamento Homeopático"

Transcrição

1 Medicamento homeopático Medicamento Homeopático É toda apresentação farmacêutica destinada a ser ministrada segundo princípio da similitude, com finalidade preventiva e terapêutica, obtida pelo método de diluições seguidas de sucussões e/ou triturações sucessivas (Farmacopéia Homeopática Brasileira) Medicamento homeopático Atua sobre a vitalidade Diluído e potencializado Farmacotecnica homeopática Lei dos semelhantes Testadas no homem sadio Origem Reino vegetal Reino mineral Reino animal Química Farmacêutica Biológica Fungos (reino fungi) Bactérias (reino monera) Protozoários (reino protista) Reino Vegetal Fornece o maior número de material para a preparação de medicamentos: Plantas inteiras Partes de plantas Produtos extrativos Produtos patológicos Plantas inteiras: Reino vegetal Belladona, Drosera rotundifolia, Pulsatilla nigricans, Hypericum perforatum Partes: Bulbo: Allium cepa, Colchicum autumnale Raiz: Ipecacuanha, Paeonia officinalis, Lappa major Rizoma: Sanguinaria canadensis, Podophyllum peltatum Sementes: Coffea cruda, Nux vomica 1

2 Partes: Reino vegetal Folhas: Digitalis purpurea, Tabacum Flores ou sumidades floridas: Sambucus nigra, Calendula officinalis Frutos: Agnus castus, Carduus marianus Esporos: Lycopodium clavatum Casca da raiz: Berberis vulgaris Casca do caule: China officinalis Mistura de cascas do caule e folhas: Hamamelis virginiana Partes: Reino vegetal Estigmas: Crocus sativus Ramos: Thuya ocidentalis Parte aérea: Ruta graveolens Lenho: Carbo vegetabilis Resina: Terenbinthina Látex: Opium Doença do milho provocado por fungo: Ustilago maidis Esporão de centeio: Secale cornutum Reino vegetal IMPORTANTE: - Identificação do vegetal (micro e macroscopicamente por especialistas) - Parte utilizada (mediante monografias- Farmacopeia) - Época da coleta (inverno, primavera, floração ou não) - Condições ambientais (parte da manhã, livres de orvalho, secar à sombra) - Seleção e limpeza Reino vegetal COLETA: - Plantas inteiras: período de floração - Folhas: antes ou no início da floração - Flores ou sumidades floridas: antes de desabrochar - Frutos: início da maturação - Semente: maturidade - Raízes, rizomas e bulbos: início do inverno - Lenho: início da primavera - Cascas: período de desenvolvimento das folhas - Caule: entre desenvolvimento das folhas e floração Reino Vegetal Reino Mineral Preparo das tinturas homeopáticas: Vegetal passa por seleção Retirada partes deterioradas Retirada contaminação grosseira Planta lavada em água corrente Planta lavada em água purificada Minerais obtidos em seu estado natural Produtos extraídos Produtos purificados Produtos produzidos pelos laboratórios químicos-farmacêuticos 2

3 Reino Mineral Reino Mineral Podem ser: Simples: Aurum metallicum, Chlorum Bromum Compostos: Natrium chloratum, Acidum phosphoricum, Kalium bichromicum Muito usados: Sulfur Phosphorus Causticum Minerais natural: utilizados conforme encontrados na natureza Origem industrial: elaboradas por laboratórios químicos e farmacêuticos Acidum phosphoricum Kalium sulfuricum Sulfanilamidum Preparações especiais: fórmulas e técnicas deixadas por Hahnemann Calcarea acetica Hepar sulfur Causticum Mercurius solubilis Forma mais pura possível Preparações complexas elaboradas a partir de substâncias naturais Animais inteiros Partes dos animais Reino Animal Produtos extrativos Produtos de transformação Produtos patológicos Reino Animal Animais inteiros: Apis mellifica (abelha européia) Formica rufa (formiga-ruiva) Cantharis vesicatoria (cantárida) Aranea diadema (aranha porta cruz) Partes ou produtos extrativos: Glândula tireóide: Thyroidinum Couro de boi carbonizado: Carbo animalis Porção posterior da glândula hipófise: Hypophysinum Reino Animal Partes ou produtos extrativos: Veneno da cobra surucucu: Lachesis muta Parte interna da concha da ostra: Calcarea carbônica Veneno cascavel norte-americana: Crotalus horridus Secreção da bolsa tintória da sépia: Sepia succus Pus blenorrágico: Medorrhinum Conteúdo seroso de vesícula escabiótica: Psorinum Raspado do cancro sifilítico: Luesinum Membrana diftérica: Diphterinum Fungos Cogumelos Leveduras Reino Fungi Agaricus muscarius Lycoperdon bovista Amanita phalloides 3

4 Reino Monera Reino Protista Bactérias Cianobactérias Protozoários Algas Streptococus pyogenes: Streptococcinum Escherichia coli: Colibacillinum Tuberculina bruta de Kock: Tuberculinum Toxina diftérica diluída: Diphterotoxinum Protozoários: Giardinum (Giardia lamblia) Alga: Fucus vesiculosus Insumos inertes substâncias utilizadas para realizar diluições, incorporar dinamizações e extrair princípios ativos das drogas vegetais na elaboração de tinturas homeopáticas Importantes pois fazem parte integral do medicamento homeopático, precisando atenderem as condições de pureza exigidas pela farmacopeia Água purificada Álcool etílico Glicerina Lactose Sacarose Glóbulos Microglóbulos Comprimidos Tabletes Bases (para linimentos) Pomadas Cremes Géis Géis-creme Supositório Amido Carbonatos Estearatos Outros Água Destilação (filtro de carvão ativado antes da entrada no destilador) Deionização com filtração esterilizante Mili Q Osmose reversa Límpida, incolor, inodora Isenta de impurezas (como: amônia, cálcio, metais pesados, sulfatos e cloretos) Acondicionada em recipientes bem fechados (barricletes de vidro ou PVC) Renovada todas as manhãs Hahnemann empregava água da chuva ou neve derretida 4

5 Álcool Etílico (etanol), bidestilado (obtido em alambiques de vidro) Límpido, incolor, odor característico Sabor ardente Isento de impurezas (aldeídos e alcoóis superiores) Acondicionado em recipientes herméticos Longe do calor e do fogo Álcool de cereais ou de cana-de-açúcar Hahnemann empregava álcool de uva Etanol a 20% - passagem da forma sólida para líquida (trituração) Etanol a 30% - dispensação de medicamentos homeopáticos Etanol a 70% - dinamizações intermediárias Etanol igual ou superior a 70% - dinamizações que irão impregnar a lactose, glóbulos, comprimidos, tabletes Etanol 96% - dinamização de medicamentos preparados na escala cinqüenta milesimal (proporção1/50.000) Diferentes diluições etanólicas: elaboração de tinturas homeopáticas, até 3CH ou 6DH Álcool Preparação: critério volumétrico (v/v), ponderal (p/p) ou v/p ou p/v Recomendação: ponderal Vantagens: exatidão e dispensa uso de vários frascos graduados Ci x Pi = Cf x Pf Ci = concentração inicial Pi = peso inicial Cf = concentração final Pf = peso final Etanol 96% (g) Água (g) Título (%) Peso Final (g) 937,5 62, ,3 166, ,2 270, ,0 375, ,8 479, ,7 583, ,5 687, ,3 791, ,2 895, Glicerina Obtida em alambiques de vidro (para evitar metais) Purificada com sucessivas destilações Clara, incolor, consistência de xarope Odor característico Sabor doce, seguido de sensação de calor Isento de impurezas (acroleína, ácidos graxos, ésteres, glicose, sulfatos, metais pesados) Acondicionado em recipientes bem fechados (vidro ou plástico), pois é higroscópica Glicerina Tinturas homeopáticas preparadas a partir de órgãos e glândulas de animais superiores, nas dinamizações até 3 CH ou 6 DH Preparação de certos bioterápicos Utilizada na proporção 1:1 (água) 1:1:1 (água e álcool) de acordo com monografias citadas nas farmacopéias homeopáticas 5

6 Lactose Obtida do leite de vaca Precipitada após concentração do soro da caseificação do leite à pressão reduzida e separada por centrifugação e recristalização Pura, livre de impurezas (amido, sacarose e glicose) Pó cristalino, branco, inodoro Leve sabor doce Acondicionado em recipientes bem fechados (absorve odores) Emprego: triturações e confecção de comprimidos, tabletes, glóbulos, e pós - impregnadas por dinamizações líquidas Sacarose Açúcar obtido da cana-de-açúcar Pura Forma de cristais, brancas ou incolores, inodoro sabor doce bastante característico Isento de impurezas (metais pesados,cálcio, cloretos e sulfatos) Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: confecção de glóbulos inertes Glóbulos inertes Pequenas esferas compostas de sacarose ou mistura de sacarose e pequena quantidade de lactose Obtidos industrialmente a partir de grânulos de açúcar mediante drageamentos múltiplos Pesos medianos de 30 mg (n.3), 50 mg (n.5) e 70 mg (n.7) Grãos esféricos, homogêneos e regulares brancos, inodoros, sabor doce Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: impregnados com dinamizações líquidas forma farmacêutica sólida glóbulos Microglóbulos inertes Pequeníssimas esferas compostas de sacarose e amido Obtidos industrialmente pelo processo semelhante aos glóbulos Comercializados na padronização de 63 mg para cada 100 microglóbulos Grãos esféricos, homogêneos e regulares brancos, inodoros sabor doce Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: preparação de medicamento na escala cinqüenta milesimal Comprimidos inertes Pequenos discos obtidos pela compressão de lactose ou mistura de lactose e sacarose, com ou sem granulação prévia Obtidos industrialmente Forma discóide, homogêneos e regulares Peso entre 100 e 300 mg brancos, inodoros sabor levemente adocicado Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: impregnados com dinamizações líquidas, forma farmacêutica sólida comprimidos Tabletes inertes Pequenos discos obtidos por moldagem da lactose em tableteiro Forma discóide, não tão homogêneos e regulares quanto os comprimidos Peso entre 100 e 300 mg brancos, inodoros sabor levemente adocicado Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: impregnados com dinamizações líquidas, forma farmacêutica sólida tabletes 6

7 Recipientes e acessórios Recipientes e acessórios Preparação, estocagem e dispensação: Materiais que não exerçam influência sobre os medicamentos, veículos e excipientes Preparação e estocagem: Frascos de vidro Âmbar ou incolor com proteção contra a luz, classe hidrolítica I, II, III e NP Dispensação: além dos vidros já citados, frascos plásticos de cor branca leitosa de polietileno de alta densidade, polipropileno e policarbonato, de boca larga (glóbulos, comprimidos e tabletes) Pós papel impermeável, tipo pérola branca Classe hidrolítica Características dos vidros I Vidro não alcalino, neutro destinado a embalar medicamento para aplicações intravasculares e uso parenteral II III NP Vidro alcalino tipo III, que sofre tratamento interno, tornando-se semi-neutro, utilizado para embalar produtos de uso parenteral (líquidos principalmente) que não devem ter alterado seu ph. Vidro alcalino, utilizado para preparações parenterais, exceto quando ensaios de estabilidade adequados não recomendam sua utilização. Vidro não parenteral, alcalino, para embalagens de produtos para uso oral ou tópico. Recipientes e acessórios Acessórios: tampas, batoques e gotejadores (batoque conta-gotas) Devem ser de polietileno ou polipropileno Cânulas: de vidro, polietileno de alta densidade, polipropileno ou policarbonatos Bulbos: látex, silicone atóxico ou polietileno Vedado o uso de bulbos de borracha que soltem resíduos no medicamento Recipientes e acessórios Lavagem, secagem e esterilização: Contaminação microbiológica e presença de resíduos químicos e energéticos Prejudicam qualidade dos produtos Vidros virgens ou usados lavados em água corrente abundante, enxaguados com água purificada (2x), escorrer por alguns minutos. Esterilizar em autoclave 120 o C, 1 atm, por 30 minutos ou em estufa de secagem a180 o C, por 30 minutos ou 140 o C, por 60 minutos Vidros usados com tinturas - descartados Recipientes e acessórios Frascos pláticos e acessórios virgens Lavados em água corrente abundante, enxaguados com água purificada (2x) e deixados imersos em etanol a 70% por 2 horas, exceto os bulbos (enxaguados com álcool a 70%, enxaguados com água corrente e purificada) Materiais de polietileno de alta densidade, polipropileno e policarbonato têm de ser lavados com água corrente e enxaguados com água purificada (2x) e esterilizados em autoclave 120 o C, 1 atm, por 30 minutos Bulbos usados devem ser descartados, pois não resistem a autoclave e nem calor seco (estufa) Regras de nomenclatura Nome científico, conforme as regras internacionais de nomenclatura botânica, zoológica, biológica, química e farmacêutica Nomes homeopáticos tradicionais encontrados nas farmacopéias e matérias médicas. 7

8 Regras de nomenclatura Regras de nomenclatura Primeiro componente letra maiúscula, demais letra minúscula. É facultado omitir espécie quando se emprega sempre a mesma no determinado gênero. Nomes tradicionais em homeopatia, pode-se omitir a espécie, mencionando só o gênero, desde que não dê origem a dúvida. Nomes tradicionais, só espécie, omite-se o gênero. Espécies poucos usadas, identificação completa: gênero e espécie Substâncias químicas: nomes homeopáticos tradicionais ou nomes oficiais Substâncias químicas, ácidos e sais: de preferência o nome do elemento ou íon de valência positiva em primeiro, seguido da valência negativa Nomes abreviados desde que não causem dúvida Sinonímias É EXPRESSAMENTE PROIBIDO POR LEI O EMPREGO DE SINÔNIMOS ARBITRÁRIOS: SIGLAS, NÚMEROS, NOMES ALEATÓRIOS E CÓDIGOS DIVERSOS. São permitidos apenas nomes científicos e homeopáticos. É comum o uso de sinônimos no receituário clínico. Objetivo: manter a prescrição por julgá-la eficiente O farmacêutico não deve fazer comentários com o paciente sobre o uso de sinônimos, para não criar desconfiança quanto à condução médica Abreviaturas e símbolos Cem sucussões = Comprimidos = compr. Glóbulos = glob. Microglóbulos = mcglob. Tabletes = tabl. Diluição = dil. Dinamização = din. Trituração = trit. Escala centesimal = CH (método hahnemanniano) Escala cinqüenta milesimal = LM (método hahnemanniano) Escala decimal de Hering = DH (método hahnemaniano) Método de fluxo contínuo = FC Método korsakoviano = K Partes iguais = ãã (ana, palavra grega) Quantidade suficiente = qs Quantidade suficiente para = qsp Resíduo seco = r.s. Resíduo sólido = r.sol. Solução = sol. Tintura-mãe = TM, Ø, Tint. Mãe Título etanólico = tit.et. Categorias de medicamentos Policrestos: Fonte grega (polys = muito e khréstos = benéfico) Fonte latina (polychrestus = que têm muitas aplicações) Hahnemann elaborou lista 24 policrestos Semipolicrestos: Ricos em patogenesias, porém não tão usados quanto ao policrestos ESSES MEDICAMENTOS DEVEM COMPOR O ESTOQUE MÍNIMO DAS FARMÁCIAS HOMEOPÁTICAS Medicamentos Agudos e de Fundo Agudos: Preparados a partir de drogas que proporcionam quadros agudos violentos durante o experimento patogenético Belladona, Aconitum, Cantharis utilizados para aliviar sintomas agudos de determinadas doenças Age como paliativo, suprimindo ou atenuando sintomas Usados para minimizar sofrimento insuportável De fundo ou de terreno: Phosphorus, Silicea, Calcarea carbonica Estados crônicos, de acordo com constituição, temperamento e miasma - simillimum 8

9 Medicamentos Complementares e Antídotos Escola pluralista: prescreve 2 ou + medicamentos para cobrir totalidade de sintomas Medicamento homeopático que supre as deficiências patogenéticas do outro é chamado COMPLEMENTAR Medicamento homeopático que é capaz de neutralizar os sintomas de agravação, provocados por outro medicamento é chamado ANTÍDOTO. Ex: Mercurius solubilis inativa efeitos de Antimonium crudum Ex: Cânfora, menta e perfumes fortes inativam maioria dos medicamentos homeopáticos. Placebos Placere: latim, agradar Medicina substância inerte administrada com finalidade de agir terapeuticamente por meio de sugestão Em pesquisa grupo controle Em homeopatia: interromper dependência medicamentosa antes do uso do simillimum; para satisfazer impulsos hipocondríacos; nas provas duplo-cego durante experimento patogenético; nas agravações iniciais enquanto se aguarda desenvolvimento de sintomas secundários. Placebos Eram identificados por nomes científicos de plantas comestíveis: Lens esculentum (ervilha), Pyrus malus (maçã) ou nomes de fantasia Saccharum lactis, Orto-Silicea, Nihil e outros HOJE a Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH) recomenda, para preparações inertes Placebos Quando a prescrição for de medicamento e preparação inerte, o número antes da barra indicará o papel que deverá conter o medicamento. Phophorus 30CH 1/10 papéis Luesinum 12CH 1,5,9,13,17/20 papéis Nome do medicamento, potência, escala e método, acrescido do número 0 (zero), de uma barra (/) e do volume ou peso a ser dispensado: Aconitum 6 CH 0/20 ml (líquidos) Argentum nitricum 6 CH 0/15 g (glob.,compr.tabl.) Thuya occidentalis 12 CH 0/1 papel (pós) Preparações inertes líquidas: solução hidroalcoólica a 30% Preparações inertes sólidas: glóbulos, comprimidos, tabletes e pós impregnados com solução hidroalcoólica igual ou superior a 70%. Rotulagem e embalagem Determinações legais quanto à rotulagem e à embalagem. Regulamento técnico da Resolução RDC n. 67, de 8 de outubro de 2007, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e regras da Farmacopéia homeopática brasileira: Nome do estabelecimento Endereço completo Telefone Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) Número da licença da farmácia (órgão de saúde) Nome do farmacêutico responsável Número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia Farmacopéia ou código utilizado Rotulagem e embalagem Tintura mãe nome científico da droga data fabricação lote prazo de validade conservação estado da droga parte usada grau alcoólico volume classificação toxicológica 9

10 Rotulagem e embalagem Para medicamentos homeopáticos e bioterápicos de estoque nome do medicamento Dinamização escala e método (nessa ordem) forma farmacêutica Quantidade e unidade Lote data de fabricação e prazo de validade Rotulagem e embalagem Isoterápicos nome do paciente nome do prescritor nome do medicamento Dinamização escala e método forma farmacêutica quantidade e unidade Lote data de fabricação e prazo de validade. Rotulagem e embalagem Atenção Farmacêutica Matrizes (dinamizações de estoque) nome do medicamento Dinamização escala e método insumo inerte grau alcoólico data de fabricação e prazo de validade. Cuidados para utilização e conservação adequados. Antes porém, deverá obter informações importantes sobre o paciente: Idade Sexo Segue outras condutas terapêuticas Doença crônica ou vícios Compreensão do tratamento homeopático Alimentação Qualidade de vida Atenção Farmacêutica O medicamento deverá ser tomado da maneira e hora determinada pelo clínico homeopata. Qualquer mudança no estado do paciente deve ser comunicado Em caso de dúvida, o paciente deverá contatar o clínico ou o farmacêutico homeopata Antes de começar o tratamento, o paciente deve conferir rótulo do medicamento: nome e datas de fabricação e validade Gotejar líquidos ou dissolver na boca os sólidos ou diluídos água (colher de chá) O medicamento deverá ser tomado longe das refeições, no mínimo meia hora antes ou depois. Em jejum ou ao deitar, conforme prescrição, 10 minutos antes ou 30 min depois da escovação dos dentes (menta e cheiros fortes inativam ação do medicamento) Atenção Farmacêutica Evitar contato com as mãos ao tomar medicamento (higiene) Não guardar medicamento em locais que tenham cheiros fortes, excesso de luz, calor e unidade, próximos a aparelhos que emitam radiação (televisão, telefoenes celulares, computador, rádio, etc) Guardar em caixa exclusiva, em local fresco, seco, onde não bata sol. Banheiro é muito úmido Todo medicamento, homeopático ou não, precisa ser mantido longe do alcance das crianças. Não recomendar o medicamento homeopático a amigos ou parentes, nem automedicar-se, pois os remédios são individualizados, de acordo com a lei dos semelhantes 10

O que é Homeopatia? Princípios Fundamentais 21/9/2011. HIPÓCRATES (468 a.c. 377 a.c.) História, princípios e fundamentos da homeopatia

O que é Homeopatia? Princípios Fundamentais 21/9/2011. HIPÓCRATES (468 a.c. 377 a.c.) História, princípios e fundamentos da homeopatia História, princípios e fundamentos da homeopatia Profa. Ms. Paula Cressoni Martini [email protected] HIPÓCRATES (468 a.c. 377 a.c.) Dizia que: similia similibus curantur (o semelhante será curado

Leia mais

ORIGEM DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS E NOMENCLATURA. Farmácia UNIP

ORIGEM DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS E NOMENCLATURA. Farmácia UNIP ORIGEM DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS E NOMENCLATURA Farmácia UNIP Medicamento Homeopático Apresentação farmacêutica destinada a ser ministrada segundo o princípio da similitude, com a finalidade preventiva

Leia mais

DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS

DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS Formas Farmacêuticas: são preparações resultantes da manipulação de insumos ativos e inertes, de acordo com as regras da farmacotécnica homeopática. Profª Ivana Violante

Leia mais

Medicamento Homeopático

Medicamento Homeopático Dependem fundalmente de sua constituição química. Ação terapêutica agindo de form estranha estranha ao organismo Medicamento Homeopático Medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado,

Leia mais

26/12/2009. Homeopatas referem-se a estes medicamentos para designar os que são muito utilizados na clínica diária.

26/12/2009. Homeopatas referem-se a estes medicamentos para designar os que são muito utilizados na clínica diária. CATEGORIA DE MEDICAMENTOS CATEGORIA DOS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS BIOTERÁPICOS Mesmo sabendo que os medicamentos homeopáticos devem ser enquadrados numa única categoria, a do simillimum, destacam-se algumas

Leia mais

21/9/2009. Para prepará-los podemos empregar:

21/9/2009. Para prepará-los podemos empregar: O QUE SÃO FORMAS FARMACÊUTICAS DERIVADAS? MÉTODOS DE DINAMIZAÇÃO E ESCALAS DAS FORMAS FARMACÊUTICAS DERIVADAS Resultado do processo de dinamização, que consiste na concentração decrescente de insumos ativos

Leia mais

Casuística do Laboratório de Homeopatia da Farmácia Universitária da Universidade Federal Fluminense

Casuística do Laboratório de Homeopatia da Farmácia Universitária da Universidade Federal Fluminense Casuística do Laboratório de Homeopatia da Farmácia Universitária da Universidade Federal Fluminense Records of Clinic Cases University Pharmacy Homeopathic Laboratory Universidade Federal Fluminense E

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO DE HOMEOPATIA - 1º ANO/ 400 HORAS

PROGRAMA DO CURSO DE HOMEOPATIA - 1º ANO/ 400 HORAS PROGRAMA DO CURSO DE HOMEOPATIA - 1º ANO/ 400 HORAS 1º MÓDULO: Conceito da Homeopatia. Quem foi Hahnemann. História de Hahnemann e sua trajetória ao desenvolvimento da Homeopatia. Introdução ao Organon.

Leia mais

Homeopatia Passado e Presente

Homeopatia Passado e Presente Homeopatia Passado e Presente Dra. Silvana B. Mantovani Dra. Silvana Bezerra Mantovani Farmacêutica especialista em Homeopatia Vice presidente e coordenadora do Curso de pós graduação do Instituto Homeopático

Leia mais

Lavagem e Esterilização/Inativação. Farmácia UNIP

Lavagem e Esterilização/Inativação. Farmácia UNIP Lavagem e Esterilização/Inativação Farmácia UNIP Objetivo Garantir a qualidade dos medicamentos homeopáticos: Equipamentos e utensílios não devem ceder material de sua composição ao medicamento; fácil

Leia mais

Álcool etílico. Alcoometria. Etanol. Expressão de concentrações. Expressão de concentrações. Álcool etílico

Álcool etílico. Alcoometria. Etanol. Expressão de concentrações. Expressão de concentrações. Álcool etílico Álcool etílico Alcoometria Também chamado de álcool, etanol e etano-1-ol. Obtido após fermentação de amido, açúcar (sacarose) e outros carboidratos: C6H12O6 2 C2H5OH + 2 CO2. Líquido límpido, incolor,

Leia mais

5º Congresso de Pesquisa VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS

5º Congresso de Pesquisa VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS 5º Congresso de Pesquisa VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS Autor(es) FÁTIMA CRISTIANE LOPES GOULARTE FARHAT Co-Autor(es) MÁRCIA APARECIDA GUTIERREZ MARCO VINÍCIUS

Leia mais

O MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO. DRA.VALÉRIA OTA DE AMORIM Farmacêutica homeopata

O MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO. DRA.VALÉRIA OTA DE AMORIM Farmacêutica homeopata O MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO DRA.VALÉRIA OTA DE AMORIM Farmacêutica homeopata O MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO É toda substância vegetal, animal ou mineral; simples ou complexa; capaz de produzir no homem são, através

Leia mais

15 Congresso de Iniciação Científica VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS

15 Congresso de Iniciação Científica VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS 15 Congresso de Iniciação Científica VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS Autor(es) BRUNO DIAS NANI Orientador(es) Fátima Cristiane Lopes Goularte Farhat Apoio Financeiro

Leia mais

FORMAS FARMACÊUTICAS. Apresentação da fórmula farmacêutica.

FORMAS FARMACÊUTICAS. Apresentação da fórmula farmacêutica. FORMAS FARMACÊUTICAS Apresentação da fórmula farmacêutica. Líquidas: soluções, suspensões, emulsões, etc. Sólidas: pós, cápsulas, comprimidos, drágeas, supositórios, etc. Semi-sólidas (pastosas): pomadas,

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de 01.11.12, DOU de 06.11.12 Componente Curricular: Farmacotécnica Homeopática Código: FAR 113 Pré-requisito: ---- Período Letivo: 2016.1 Professor:

Leia mais

FARMACOTÉCNICA. Glauce Desmarais

FARMACOTÉCNICA. Glauce Desmarais FARMACOTÉCNICA INTRODUÇÃO À FARMACOTÉCNICA Tópicos abordados: Definições em Farmacotécnica. Classificação dos Medicamentos. Legislação vigente. POSIÇÃO DA FARMACOTÉCNICA ENTRE AS CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS

Leia mais

Hélio Sábio Nunes Tatiana Vichi e Silva Guerra AVALIAÇÃO DA VALIDADE DE MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS PREPARADOS NA FORMA DE POÇÃO

Hélio Sábio Nunes Tatiana Vichi e Silva Guerra AVALIAÇÃO DA VALIDADE DE MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS PREPARADOS NA FORMA DE POÇÃO Hélio Sábio Nunes Tatiana Vichi e Silva Guerra AVALIAÇÃO DA VALIDADE DE MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS PREPARADOS NA FORMA DE POÇÃO São Paulo 2010 Hélio Sábio Nunes Tatiana Vichi e Silva Guerra AVALIAÇÃO DA

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 Dgendo OU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 Dgendo OU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 Dgendo OU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Farmacotécnica Homeopática Código: FAR - 113 Pré-requisito: - Período

Leia mais

5º Congresso de Pesquisa VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS

5º Congresso de Pesquisa VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS 5º Congresso de Pesquisa VALIDAÇÃO DO MÉTODO DE IMPREGNAÇÃO DE TABLETES E COMPRIMIDOS HOMEOPÁTICOS Autor(es) FÁTIMA CRISTIANE LOPES GOULARTE FARHAT Co-Autor(es) MÁRCIA APARECIDA GUTIERREZ MARCO VINÍCIUS

Leia mais

PLANO DE AULA. FACOL - Faculdade Escritor Osman da Costa Lins ADMINISTRADORA: ABRAHCON - Curso Tecnológico em Homeopatia LTDA CURSO:

PLANO DE AULA. FACOL - Faculdade Escritor Osman da Costa Lins ADMINISTRADORA: ABRAHCON - Curso Tecnológico em Homeopatia LTDA CURSO: PLANO DE AULA FACULDADE: FACOL - Faculdade Escritor Osman da Costa Lins ADMINISTRADORA: ABRAHCON - Curso Tecnológico em Homeopatia LTDA CURSO: Homeopatia Contemporânea REGISTRO DO CURSO NO MEC: 58614 CARGA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO FAR04754 FARMACOTÉCNICA HOMEOPÁTICA Departamento: Ciências Farmacêuticas Professor: Fabíola Cristiane de Macedo Mota Carga Horária: 60 h Teórico: 30 h Exercício: 0 h Laboratório: 30 h Curso:

Leia mais

Curso de Fitoterapia Médica Farmácia da Natureza e Centro Médico de Ribeirão Preto. Capítulo 2 Preparações fitoterápicas

Curso de Fitoterapia Médica Farmácia da Natureza e Centro Médico de Ribeirão Preto. Capítulo 2 Preparações fitoterápicas Curso de Fitoterapia Médica e Centro Médico de Ribeirão Preto Capítulo 2 Preparações fitoterápicas Introdução Tanto os medicamentos fitoterápicos (MF) quanto os produtos tradicionais fitoterápicos (PTF)

Leia mais

INFRA ESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS LAVAGEM, SECAGEM E INATIVAÇÃO

INFRA ESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS LAVAGEM, SECAGEM E INATIVAÇÃO INFRA ESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS LAVAGEM, SECAGEM E INATIVAÇÃO 1 RDC 067/07 ANVISA ANEXO I (QUANDO APLICÁVEL) Área ou sala administrativa Área ou sala de armazenamento Área ou sala de controle

Leia mais

Origem do nome. Forma Farmacêutica Básica (Tintura Mãe) Tintura Mãe. Processo de obtenção da TM

Origem do nome. Forma Farmacêutica Básica (Tintura Mãe) Tintura Mãe. Processo de obtenção da TM Forma Farmacêutica Básica (Tintura Mãe) Profa. Valéria Ota de Amorim ne Tintura Mãe Tintura-mãe(Φ ou TM): é preparação líquida, resultante da ação dissolvente e/ou extrativa de insumo inerte hidroalcoólico

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HOMEOPATIA - APH

PROGRAMA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HOMEOPATIA - APH 1 PROGRAMA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HOMEOPATIA - APH DISCIPLINAS E TÓPICOS DE CONTEÚDOS: I - FILOSOFIA HOMEOPÁTICA: Histórico Similitude Experimentação no Homem São Doses Mínimas Medicamento Único

Leia mais

Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA 025. Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07. Procedimento Para Coleta de Amostras

Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA 025. Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07. Procedimento Para Coleta de Amostras COLETA DE AMOSTRA 01 de 07 Procedimento Para Coleta de Amostras 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE Lote LOTE 001 Item(*) Código Especificação Unidade Marca/Modelo Unitário Valor Total 00001 00026059 Lote LOTE 002 ACHOCOLATADO EM PO 01KG - INSTANTANEO COM VITAMINAS CONTENDO AÇÚCAR, CACAU, EXTRATO DE

Leia mais

Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA Data PROCEDIMENTO AUXILIAR Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07

Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA Data PROCEDIMENTO AUXILIAR Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07 COLETA DE AMOSTRA 01 de 07 PROCEDIMENTO PARA COLETA DE AMOSTRAS 1. PROCEDIMENTO: A coleta da amostra é de responsabilidade e realizada pelo cliente. O frasco de acondicionamento da amostra deve estar devidamente

Leia mais

[Digite texto] Farmacotécnica homeopática. Verano Costa Dutra Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro - REDETEC

[Digite texto] Farmacotécnica homeopática. Verano Costa Dutra Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro - REDETEC [Digite texto] Farmacotécnica homeopática Verano Costa Dutra Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro - REDETEC Julho/2011 Farmacotécnica homeopática O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

Leia mais

CPHD AC. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise V.04

CPHD AC. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise V.04 CPHD AC Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise CPHD AC Cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações MODELO DE BULA (Profissional de Saúde) APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA

Leia mais

TÓPICO 2 - Processos de Extração

TÓPICO 2 - Processos de Extração UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Disciplina de Farmacognosia I- (FBF-0428) TÓPICO 2 - Processos de Extração Profa Dra Dominique C H Fischer 2017 CONCEITOS ANVISA- RDC 26/2014

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES. Escola Técnica Dr. Gualter Nunes. Curso de Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Homeopatia MÓDULO III

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES. Escola Técnica Dr. Gualter Nunes. Curso de Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Homeopatia MÓDULO III FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES Escola Técnica Dr. Gualter Nunes Curso de Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia Homeopatia MÓDULO III Tatuí-SP 2016 1 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. FUNDAMENTOS

Leia mais

Catálogo de Homeopatia

Catálogo de Homeopatia 2013 Catálogo de Homeopatia Abies canadenses Abies nigra Abrotanum Acaros Acidum fluoricum Acidum lacticum Acidum nitricum Acidum phosphoricum Acidum sulfuricum Acne Nosódio Aconitum napellus Adrenalinum

Leia mais

Alessandra Gomes Saraiva 2, Elusa Abib Grassi 2, Marianne de Oliveira Kellermann 2, Henrique Deves Lazzari 2 e Patrícia Gomes 3 RESUMO ABSTRACT

Alessandra Gomes Saraiva 2, Elusa Abib Grassi 2, Marianne de Oliveira Kellermann 2, Henrique Deves Lazzari 2 e Patrícia Gomes 3 RESUMO ABSTRACT Disc. Scientia. Série: Ciências da Saúde, Santa Maria, v. 13, n. 1, p. 41-50, 2012. Recebido em: 10.04.2012. Aprovado em: 12.07.2012. ISSN 21773335 ANÁLISE DAS VARIÁVEIS DE PROCESSO PARA IMPREGNAÇÃO EM

Leia mais

CPHD AC 35 E 45 C/GLICOSE

CPHD AC 35 E 45 C/GLICOSE CPHD AC 35 E 45 C/GLICOSE Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise MODELO DE BULA (Profissional de Saúde) CPHD AC 35 C/GLICOSE CPHD AC 45 C/GLICOSE Cloreto de sódio + cloreto de potássio

Leia mais

XI- MÉTODOS DE PREPARAÇÃO DAS FORMAS FARMACÊUTICAS DERIVADAS

XI- MÉTODOS DE PREPARAÇÃO DAS FORMAS FARMACÊUTICAS DERIVADAS XI- MÉTODOS DE PREPARAÇÃO DAS FORMAS FARMACÊUTICAS DERIVADAS As formas farmacêuticas derivadas são preparadas nas escalas decimal, centesimal e cinquenta milesimal. A preparação deve seguir os métodos

Leia mais

GUIA para REGISTRAR PRODUCTOS HOMEOPÁTICOS de USO VETERINÁRIO

GUIA para REGISTRAR PRODUCTOS HOMEOPÁTICOS de USO VETERINÁRIO GUIA para REGISTRAR PRODUCTOS HOMEOPÁTICOS de USO VETERINÁRIO XXII Seminario sobre Armonización del Registro y Control de Medicamentos Veterinarios Comité de las Américas de Medicamentos Veterinarios (CAMEVET)

Leia mais

Regulador Xavier Nº 1

Regulador Xavier Nº 1 Regulador Xavier Nº 1 Laboratório Hepacholan S/A Solução oral Cloreto de Cálcio Di-hidratado 0,04 g/ml + associações Bula ao profissional de saúde REGULADOR XAVIER Nº 1 I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:

Leia mais

MODELO DE BULA (Profissionais de Saúde)

MODELO DE BULA (Profissionais de Saúde) MODELO DE BULA (Profissionais de Saúde) CPHD SMP 35 FRAÇÃO ÁCIDA cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA Solução para hemodiálise bombona plástica de 5 ou

Leia mais

MODELO DE BULA (Pacientes)

MODELO DE BULA (Pacientes) MODELO DE BULA (Pacientes) CPHD AC 35 C/GLICOSE CPHD AC 45 C/GLICOSE cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA Solução para hemodiálise bombona plástica de

Leia mais

Registro de Água Sanitária e Alvejante

Registro de Água Sanitária e Alvejante Registro de Água Sanitária e Alvejante PORTARIA SVS 89, DE 25 DE AGOSTO DE 1994 O SECRETÁRIO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA, do Ministério da Saúde, tendo em vista o disposto no art. 7o do Decreto no 109, de

Leia mais

CURSO: Farmácia PROFESSOR (A): Me. Erika Lizette S. UNIDADE CURRICULAR:

CURSO: Farmácia PROFESSOR (A): Me. Erika Lizette S. UNIDADE CURRICULAR: CURSO: Farmácia PROFESSOR (A): Me. Erika Lizette S. UNIDADE CURRICULAR: Farmacotécnica I CARGA HORÁRIA: 40 horas/aula PERÍODO: 3º semestre TURNO: Quinta-feira noite(2 horário) Farmacotécnica 1 O programa

Leia mais

FLORALYTE 90. (cloreto de sódio, citrato de potássio monoidratado, citrato de sódio di-hidratado, glicose anidra) Merck S/A

FLORALYTE 90. (cloreto de sódio, citrato de potássio monoidratado, citrato de sódio di-hidratado, glicose anidra) Merck S/A FLORALYTE 90 (cloreto de sódio, citrato de potássio monoidratado, citrato de sódio di-hidratado, glicose anidra) Merck S/A Solução hidroeletrolítica pronta para uso sódio 90 meq/l; potássio 20 meq/l; cloreto

Leia mais

GARGOJUICE BELFAR LTDA. Pastilha. 3 mg/pastilha

GARGOJUICE BELFAR LTDA. Pastilha. 3 mg/pastilha GARGOJUICE BELFAR LTDA Pastilha 3 mg/pastilha GARGOJUICE cloridrato de benzidamina APRESENTAÇÕES Pastilhas, caixa com 12 unidades USO ORAL USO ADULTO E USO PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS. COMPOSIÇÃO Cada pastilha

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 19 DE JUNHO DE 2013

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 19 DE JUNHO DE 2013 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 19 DE JUNHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO, MANIPULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DA NUTRIÇÃO ENTERAL

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO, MANIPULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DA NUTRIÇÃO ENTERAL BOAS PRÁTICAS NO PREPARO, MANIPULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DA NUTRIÇÃO ENTERAL Juliana Magalhães da Cunha Rêgo Nutricionista - UECE Especialista em Nutrição Clínica - UGF Pós-Graduanda em Nutrição e Exercício

Leia mais

Medicamento homeopático

Medicamento homeopático Medicamento homeopático Origem. Definições. Diferenciação. Generalidades. Profª Anna Kossak Romanach 30.01 Conteúdo 1. Título: Medicamento Homeopático. Origem. Natureza. 2. Conteúdo. Listagem de tópicos.

Leia mais

FLORATIL (Saccharomyces boulardii) Merck S/A Cápsulas 100 & 200 mg

FLORATIL (Saccharomyces boulardii) Merck S/A Cápsulas 100 & 200 mg FLORATIL (Saccharomyces boulardii) Merck S/A Cápsulas 100 & 200 mg APRESENTAÇÕES Cápsulas de gelatina. Floratil 100 mg - Embalagem contendo 12 cápsulas. Floratil 200 mg - Embalagem contendo 6 cápsulas.

Leia mais

Formas de Apresentação dos Medicamentos

Formas de Apresentação dos Medicamentos Formas de Apresentação dos Medicamentos POR QUE EXISTEM AS DIFERENTES FORMAS FARMACÊUTICAS? Para facilitar a administração. Garantir a precisão da dose. Proteger a substância durante o percurso pelo organismo.

Leia mais

Solubilidade Solventes

Solubilidade Solventes Solubilidade Solventes Definição São misturas homogêneas de duas ou mais substâncias. Terminologia e Generalidades Dissolver um sólido ou um líquido, em um líquido, é fazer com que aqueles "desapareçam"

Leia mais

CPHD 35 BA. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise. Ver:03

CPHD 35 BA. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise. Ver:03 CPHD 35 BA Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise MODELO DE BULA (Profissional de Saúde) CPHD 35 BA Bicarbonato de sódio 8,4% FRAÇÃO BÁSICA APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA Solução

Leia mais

PLANEJAMENTO DAS AULAS PRÁTICAS DO CURSO DE FARMÁCIA 1 SEMESTRE/2018

PLANEJAMENTO DAS AULAS PRÁTICAS DO CURSO DE FARMÁCIA 1 SEMESTRE/2018 PLANEJAMENTO DAS AULAS PRÁTICAS DO CURSO DE FARMÁCIA 1 SEMESTRE/2018 1. DISCIPLINAS QUE REALIZAM AULAS PRÁTICAS: SEMESTRE DISCIPLINA Anatomia Humana Biologia Celular 1 SEMESTRE Metodologia Científica Química

Leia mais

FLORATIL (Saccharomyces boulardii) Cápsulas 100 & 200 mg. Merck S/A

FLORATIL (Saccharomyces boulardii) Cápsulas 100 & 200 mg. Merck S/A FLORATIL (Saccharomyces boulardii) Cápsulas 100 & 200 mg Merck S/A APRESENTAÇÕES Cápsulas de gelatina. Floratil 100 mg - Embalagem contendo 12 cápsulas. Floratil 200 mg - Embalagem contendo 6 cápsulas.

Leia mais

Sumário Princípios da Homeopatia História Fundamentos da Homeopatia Lei dos semelhantes Experimentação no homem sadio Doses mínimas Medicamento único

Sumário Princípios da Homeopatia História Fundamentos da Homeopatia Lei dos semelhantes Experimentação no homem sadio Doses mínimas Medicamento único HOMEOPATIA Dr. Adailton Salvatore Meira (Médico Homeopata e Ginecologista) Dra. Maria Teresa Pedrosa Silva Clerici (Farmacêutica-Bioquímica) Dra. Iara Lúcia Tescarollo Dias (Farmacêutica-Bioquímica) Sumário

Leia mais

Aulas Práticas de Farmacotécnica Especial. Segundo Semestre de Alterações de Cronogramas

Aulas Práticas de Farmacotécnica Especial. Segundo Semestre de Alterações de Cronogramas Aulas Práticas de Farmacotécnica Especial Segundo Semestre de 2009 - Alterações de Cronogramas Curso: Farmácia Semestres: 5 o / 6 o Professoras: Ileana Facchin e Érica Penteado (02 laboratórios) UNIP Campus

Leia mais

FLORALYTE 45. (cloreto de sódio, citrato de potássio monoidratado,citrato de sódio di-hidratado, glicose anidra) Merck S/A

FLORALYTE 45. (cloreto de sódio, citrato de potássio monoidratado,citrato de sódio di-hidratado, glicose anidra) Merck S/A FLORALYTE 45 (cloreto de sódio, citrato de potássio monoidratado,citrato de sódio di-hidratado, glicose anidra) Merck S/A Solução hidroeletrolítica pronta para uso sódio 45 meq/l; potássio 20 meq/l; cloreto

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, PREÇO MÁXIMO E QUANTIDADES

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, PREÇO MÁXIMO E QUANTIDADES ESTADO DO PARANÁ Secretaria de Estado da Administração e da Previdência - SEAP Departamento de Administração de Material - DEAM Sistema GMS - GESTÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, PREÇO

Leia mais

CPHD AC. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise. Ver:03

CPHD AC. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise. Ver:03 CPHD AC Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise CPHD AC cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações MODELO DE BULA (Pacientes) APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA Solução

Leia mais

CPHD SMP 35. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise

CPHD SMP 35. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise CPHD SMP 35 Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise MODELO DE BULA (Pacientes) CPHD SMP 35 FRAÇÃO ÁCIDA cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações APRESENTAÇÃO E FORMA

Leia mais

Nome do medicamento: FORTEVIT Forma farmacêutica: Solução Oral Concentração: 3,00 mg/ml ferro quelato + 0,05 mg/ml cloridrato de piridoxina + 0,80

Nome do medicamento: FORTEVIT Forma farmacêutica: Solução Oral Concentração: 3,00 mg/ml ferro quelato + 0,05 mg/ml cloridrato de piridoxina + 0,80 Nome do medicamento: FORTEVIT Forma farmacêutica: Solução Oral Concentração: 3,00 mg/ml ferro quelato + 0,05 mg/ml cloridrato de piridoxina + 0,80 mg/ml nicotinamida FORTEVIT ferro quelato cloridrato de

Leia mais

Açúcar Refinado Amorfo

Açúcar Refinado Amorfo Açúcar Refinado Amorfo 1. PRODUTO Açúcar proveniente da refinaria; possui estrutura microcristalina não definida, com granulometria fina e alta capacidade de dissolução. É utilizado para a marca União.

Leia mais

INSTITUTO HAHNEMANNIANO DO BRASIL Departamento de Ensino Curso de Pós-Graduação em Homeopatia. Área de Concentração: Farmácia MONOGRAFIA

INSTITUTO HAHNEMANNIANO DO BRASIL Departamento de Ensino Curso de Pós-Graduação em Homeopatia. Área de Concentração: Farmácia MONOGRAFIA INSTITUTO HAHNEMANNIANO DO BRASIL Departamento de Ensino Curso de Pós-Graduação em Homeopatia Área de Concentração: Farmácia MONOGRAFIA O Estudo da Evolução da Farmacopéia Homeopática Brasileira (Da 1ª

Leia mais

AURIS SEDINA SOLUÇÃO OTOLÓGICA 18,6 MG DE FENOL E 1,3 MG DE MENTOL

AURIS SEDINA SOLUÇÃO OTOLÓGICA 18,6 MG DE FENOL E 1,3 MG DE MENTOL AURIS SEDINA SOLUÇÃO OTOLÓGICA 18,6 MG DE FENOL E 1,3 MG DE MENTOL MODELO DE BULA PARA PROFISSIONAL DE SAÚDE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO SOLUÇÃO OTOLÓGICA

Leia mais

CPHD AC 35 E 45 C/GLICOSE

CPHD AC 35 E 45 C/GLICOSE CPHD AC 35 E 45 C/GLICOSE Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise MODELO DE BULA (Pacientes) CPHD AC 35 C/GLICOSE CPHD AC 45 C/GLICOSE Cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações

Leia mais

Técnicas Analíticas. PROFESSORA: Me. Erika Liz

Técnicas Analíticas. PROFESSORA: Me. Erika Liz Técnicas Analíticas PROFESSORA: Me. Erika Liz Normas e ensaios de identidade Tem por objetivo comprovar que a amostra a ser examinada é a da substância que deve ser. Observação visual cor, aspecto (pó

Leia mais

SIGNIFICADO AULA 1 - INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA ORIGEM DAS DROGAS DEFINIÇÃO 24/02/2015. A palavra farmacologia tem origem grega:

SIGNIFICADO AULA 1 - INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA ORIGEM DAS DROGAS DEFINIÇÃO 24/02/2015. A palavra farmacologia tem origem grega: SIGNIFICADO AULA 1 - INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA A palavra farmacologia tem origem grega: Pharmakon Logos Droga, fármaco ou medicamento Estudo Professor: Moisés Wesley Ação DEFINIÇÃO Drogas Efeitos ORIGEM

Leia mais

atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico

atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico atendente de FARMÁCIA ORIGEM E EVOLUÇÃO DA FARMÁCIA Introdução Introdução O documento farmacêutico mais antigo é uma tábua

Leia mais

CPHD 35 BA. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise. Ver:02

CPHD 35 BA. Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda. Solução para Hemodiálise. Ver:02 CPHD 35 BA Salbego Laboratório Farmacêutico Ltda Solução para Hemodiálise MODELO DE BULA (Pacientes) CPHD 35 BA bicarbonato de sódio 8,4% FRAÇÃO BÁSICA APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA Solução para hemodiálise

Leia mais

IONIL T. (ácido salicílico + alcatrão mineral) Biosintética Farmacêutica Ltda. Xampu 20 mg/ml + 8,5 mg/ml

IONIL T. (ácido salicílico + alcatrão mineral) Biosintética Farmacêutica Ltda. Xampu 20 mg/ml + 8,5 mg/ml IONIL T (ácido salicílico + alcatrão mineral) Biosintética Farmacêutica Ltda. Xampu 20 mg/ml + 8,5 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Leia mais

GOTAS BINELLI. Laboratório Daudt Oliveira Ltda Solução 30 mg/ml

GOTAS BINELLI. Laboratório Daudt Oliveira Ltda Solução 30 mg/ml GOTAS BINELLI Laboratório Daudt Oliveira Ltda Solução 30 mg/ml GOTAS BINELLI dropropizina 30mg/mL IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO GOTAS BINELLI dropropizina APRESENTAÇÃO Solução oral (30 mg/ml). Frasco contendo

Leia mais

Aula Prática. - Preparo de meio de cultivo. - Influência da temperatura no crescimento de microrganismos

Aula Prática. - Preparo de meio de cultivo. - Influência da temperatura no crescimento de microrganismos Aula Prática - Preparo de meio de cultivo - Influência da temperatura no crescimento de microrganismos PREPARO DE MEIO DE CULTIVO Exercício BDA (Batata-Dextrose-Ágar) - Caldo de batata ------------ 100ml

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ PRODUTO: ÁCIDO CÍTRICO 1/5 1. IDENTIFICACÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Empresa: Endereço: Telefone de emergência: e-mail: ÁCIDO CÍTRICO Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos Ltda.

Leia mais

PLANEJAMENTO DAS AULAS PRÁTICAS DO CURSO DE FARMÁCIA 1 SEMESTRE/2018. Metodologia Científica. Química Geral e Inorgânica I. Farmacotécnica Homeopática

PLANEJAMENTO DAS AULAS PRÁTICAS DO CURSO DE FARMÁCIA 1 SEMESTRE/2018. Metodologia Científica. Química Geral e Inorgânica I. Farmacotécnica Homeopática PLANEJAMENTO DAS AULAS PRÁTICAS DO CURSO DE FARMÁCIA 1 SEMESTRE/2018 1. PREVISÃO DE DISCIPLINAS QUE REALIZAM AULAS PRÁTICAS: SEMESTRE DISCIPLINA Anatomia Humana Biologia Celular 1 SEMESTRE Metodologia

Leia mais

FRUTAS E HORTALIÇAS EM CONSERVA

FRUTAS E HORTALIÇAS EM CONSERVA FRUTAS E HORTALIÇAS EM CONSERVA TECNOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS DEFINIÇÕES RDC 352/2002 Fruta em conserva: produto preparado com frutas frescas, congeladas ou previamente conservadas, inteiras ou em

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE EPAPHYTO MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica oficial: Peumus boldus Molina Nomenclatura popular: Boldo, Boldo do Chile Família: Monimiaceae Parte da planta utilizada: folhas FORMA FARMACÊUTICA

Leia mais

dropropizina Biosintética Farmacêutica Ltda xarope 1,5 mg/ml

dropropizina Biosintética Farmacêutica Ltda xarope 1,5 mg/ml dropropizina Biosintética Farmacêutica Ltda xarope 1,5 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES dropropizina Medicamento genérico

Leia mais

MEDICAMENTO FITOTERÁPICO

MEDICAMENTO FITOTERÁPICO PEITORAL MARTEL Mikania glomerata Sprengl MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nome científico: Mikania glomerata Sprengl Nome da família botânica: Asteraceae Nomenclatura popular: guaco Parte da planta utilizada:

Leia mais

GLUTARAÍ. Glutaraldeido a 2% Pré Ativado Pronto para Uso INSTRUÇÕES PROGRAMADAS

GLUTARAÍ. Glutaraldeido a 2% Pré Ativado Pronto para Uso INSTRUÇÕES PROGRAMADAS GLUTARAÍ Glutaraldeido a 2% Pré Ativado Pronto para Uso INSTRUÇÕES PROGRAMADAS FINALIDADE Desinfetante de Alto Nível e Esterilizante Para Instrumental Cirúrgico e Odontológico Solução de Glutaraldeido

Leia mais

HISTÓRIA DA FARMACOTÉCNICA grego phárn, que tanto pode significar veneno/remédio.. substância química conhecida e de estrutura química definida dotada

HISTÓRIA DA FARMACOTÉCNICA grego phárn, que tanto pode significar veneno/remédio.. substância química conhecida e de estrutura química definida dotada FARMACOTÉCNICA AULA 1 PROF: ERIKA LIZ HISTÓRIA DA FARMACOTÉCNICA grego phárn, que tanto pode significar veneno/remédio.. substância química conhecida e de estrutura química definida dotada de propriedade

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 26, DE 12 DE JUNHO DE 2007 (*)

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 26, DE 12 DE JUNHO DE 2007 (*) MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 26, DE 12 DE JUNHO DE 2007 (*) O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa

Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa Aspectos Higiênicos da Água Prof. Jean Berg Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa na natureza

Leia mais

AULA 4 Físico-Química Industrial. Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica

AULA 4 Físico-Química Industrial. Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica AULA 4 Físico-Química Industrial Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica Prof a Janaina Barros 2010 CLASSIFICAÇÃO Operações preliminares: São normalmente utilizadas antes de qualquer outra operação.

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO TONSILOTREN 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA 1 comprimido (250 mg) contém: Substâncias activas: Atropinum sulfuricum trit. D5 Hepar

Leia mais

FLORENT. Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. Saccharomyces boulardii Cápsulas 100 mg e 200 mg

FLORENT. Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. Saccharomyces boulardii Cápsulas 100 mg e 200 mg FLORENT Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. Saccharomyces boulardii Cápsulas 100 mg e 200 mg FLORENT Saccharomyces boulardii - 17 liofilizado I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Florent

Leia mais

TÉCNICA EM FARMÁCIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO

TÉCNICA EM FARMÁCIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO TÉCNICA EM FARMÁCIA Parte I: MÚLTIPLA ESCOLHA 01 A partir de uma ampola de cefepime 2g, o volume

Leia mais

INSTRUÇÕES. O tempo disponível para a realização das duas provas e o preenchimento da Folha de Respostas é de 5 (cinco) horas no total.

INSTRUÇÕES. O tempo disponível para a realização das duas provas e o preenchimento da Folha de Respostas é de 5 (cinco) horas no total. INSTRUÇÕES Para a realização desta prova, você recebeu este Caderno de Questões. 1. Caderno de Questões Verifique se este Caderno de Questões contém a prova de Conhecimentos Específicos referente ao cargo

Leia mais