Medicamento Homeopático
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- Maria Laura Castelo Lombardi
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1 Medicamento homeopático Medicamento Homeopático É toda apresentação farmacêutica destinada a ser ministrada segundo princípio da similitude, com finalidade preventiva e terapêutica, obtida pelo método de diluições seguidas de sucussões e/ou triturações sucessivas (Farmacopéia Homeopática Brasileira) Medicamento homeopático Atua sobre a vitalidade Diluído e potencializado Farmacotecnica homeopática Lei dos semelhantes Testadas no homem sadio Origem Reino vegetal Reino mineral Reino animal Química Farmacêutica Biológica Fungos (reino fungi) Bactérias (reino monera) Protozoários (reino protista) Reino Vegetal Fornece o maior número de material para a preparação de medicamentos: Plantas inteiras Partes de plantas Produtos extrativos Produtos patológicos Plantas inteiras: Reino vegetal Belladona, Drosera rotundifolia, Pulsatilla nigricans, Hypericum perforatum Partes: Bulbo: Allium cepa, Colchicum autumnale Raiz: Ipecacuanha, Paeonia officinalis, Lappa major Rizoma: Sanguinaria canadensis, Podophyllum peltatum Sementes: Coffea cruda, Nux vomica 1
2 Partes: Reino vegetal Folhas: Digitalis purpurea, Tabacum Flores ou sumidades floridas: Sambucus nigra, Calendula officinalis Frutos: Agnus castus, Carduus marianus Esporos: Lycopodium clavatum Casca da raiz: Berberis vulgaris Casca do caule: China officinalis Mistura de cascas do caule e folhas: Hamamelis virginiana Partes: Reino vegetal Estigmas: Crocus sativus Ramos: Thuya ocidentalis Parte aérea: Ruta graveolens Lenho: Carbo vegetabilis Resina: Terenbinthina Látex: Opium Doença do milho provocado por fungo: Ustilago maidis Esporão de centeio: Secale cornutum Reino vegetal IMPORTANTE: - Identificação do vegetal (micro e macroscopicamente por especialistas) - Parte utilizada (mediante monografias- Farmacopeia) - Época da coleta (inverno, primavera, floração ou não) - Condições ambientais (parte da manhã, livres de orvalho, secar à sombra) - Seleção e limpeza Reino vegetal COLETA: - Plantas inteiras: período de floração - Folhas: antes ou no início da floração - Flores ou sumidades floridas: antes de desabrochar - Frutos: início da maturação - Semente: maturidade - Raízes, rizomas e bulbos: início do inverno - Lenho: início da primavera - Cascas: período de desenvolvimento das folhas - Caule: entre desenvolvimento das folhas e floração Reino Vegetal Reino Mineral Preparo das tinturas homeopáticas: Vegetal passa por seleção Retirada partes deterioradas Retirada contaminação grosseira Planta lavada em água corrente Planta lavada em água purificada Minerais obtidos em seu estado natural Produtos extraídos Produtos purificados Produtos produzidos pelos laboratórios químicos-farmacêuticos 2
3 Reino Mineral Reino Mineral Podem ser: Simples: Aurum metallicum, Chlorum Bromum Compostos: Natrium chloratum, Acidum phosphoricum, Kalium bichromicum Muito usados: Sulfur Phosphorus Causticum Minerais natural: utilizados conforme encontrados na natureza Origem industrial: elaboradas por laboratórios químicos e farmacêuticos Acidum phosphoricum Kalium sulfuricum Sulfanilamidum Preparações especiais: fórmulas e técnicas deixadas por Hahnemann Calcarea acetica Hepar sulfur Causticum Mercurius solubilis Forma mais pura possível Preparações complexas elaboradas a partir de substâncias naturais Animais inteiros Partes dos animais Reino Animal Produtos extrativos Produtos de transformação Produtos patológicos Reino Animal Animais inteiros: Apis mellifica (abelha européia) Formica rufa (formiga-ruiva) Cantharis vesicatoria (cantárida) Aranea diadema (aranha porta cruz) Partes ou produtos extrativos: Glândula tireóide: Thyroidinum Couro de boi carbonizado: Carbo animalis Porção posterior da glândula hipófise: Hypophysinum Reino Animal Partes ou produtos extrativos: Veneno da cobra surucucu: Lachesis muta Parte interna da concha da ostra: Calcarea carbônica Veneno cascavel norte-americana: Crotalus horridus Secreção da bolsa tintória da sépia: Sepia succus Pus blenorrágico: Medorrhinum Conteúdo seroso de vesícula escabiótica: Psorinum Raspado do cancro sifilítico: Luesinum Membrana diftérica: Diphterinum Fungos Cogumelos Leveduras Reino Fungi Agaricus muscarius Lycoperdon bovista Amanita phalloides 3
4 Reino Monera Reino Protista Bactérias Cianobactérias Protozoários Algas Streptococus pyogenes: Streptococcinum Escherichia coli: Colibacillinum Tuberculina bruta de Kock: Tuberculinum Toxina diftérica diluída: Diphterotoxinum Protozoários: Giardinum (Giardia lamblia) Alga: Fucus vesiculosus Insumos inertes substâncias utilizadas para realizar diluições, incorporar dinamizações e extrair princípios ativos das drogas vegetais na elaboração de tinturas homeopáticas Importantes pois fazem parte integral do medicamento homeopático, precisando atenderem as condições de pureza exigidas pela farmacopeia Água purificada Álcool etílico Glicerina Lactose Sacarose Glóbulos Microglóbulos Comprimidos Tabletes Bases (para linimentos) Pomadas Cremes Géis Géis-creme Supositório Amido Carbonatos Estearatos Outros Água Destilação (filtro de carvão ativado antes da entrada no destilador) Deionização com filtração esterilizante Mili Q Osmose reversa Límpida, incolor, inodora Isenta de impurezas (como: amônia, cálcio, metais pesados, sulfatos e cloretos) Acondicionada em recipientes bem fechados (barricletes de vidro ou PVC) Renovada todas as manhãs Hahnemann empregava água da chuva ou neve derretida 4
5 Álcool Etílico (etanol), bidestilado (obtido em alambiques de vidro) Límpido, incolor, odor característico Sabor ardente Isento de impurezas (aldeídos e alcoóis superiores) Acondicionado em recipientes herméticos Longe do calor e do fogo Álcool de cereais ou de cana-de-açúcar Hahnemann empregava álcool de uva Etanol a 20% - passagem da forma sólida para líquida (trituração) Etanol a 30% - dispensação de medicamentos homeopáticos Etanol a 70% - dinamizações intermediárias Etanol igual ou superior a 70% - dinamizações que irão impregnar a lactose, glóbulos, comprimidos, tabletes Etanol 96% - dinamização de medicamentos preparados na escala cinqüenta milesimal (proporção1/50.000) Diferentes diluições etanólicas: elaboração de tinturas homeopáticas, até 3CH ou 6DH Álcool Preparação: critério volumétrico (v/v), ponderal (p/p) ou v/p ou p/v Recomendação: ponderal Vantagens: exatidão e dispensa uso de vários frascos graduados Ci x Pi = Cf x Pf Ci = concentração inicial Pi = peso inicial Cf = concentração final Pf = peso final Etanol 96% (g) Água (g) Título (%) Peso Final (g) 937,5 62, ,3 166, ,2 270, ,0 375, ,8 479, ,7 583, ,5 687, ,3 791, ,2 895, Glicerina Obtida em alambiques de vidro (para evitar metais) Purificada com sucessivas destilações Clara, incolor, consistência de xarope Odor característico Sabor doce, seguido de sensação de calor Isento de impurezas (acroleína, ácidos graxos, ésteres, glicose, sulfatos, metais pesados) Acondicionado em recipientes bem fechados (vidro ou plástico), pois é higroscópica Glicerina Tinturas homeopáticas preparadas a partir de órgãos e glândulas de animais superiores, nas dinamizações até 3 CH ou 6 DH Preparação de certos bioterápicos Utilizada na proporção 1:1 (água) 1:1:1 (água e álcool) de acordo com monografias citadas nas farmacopéias homeopáticas 5
6 Lactose Obtida do leite de vaca Precipitada após concentração do soro da caseificação do leite à pressão reduzida e separada por centrifugação e recristalização Pura, livre de impurezas (amido, sacarose e glicose) Pó cristalino, branco, inodoro Leve sabor doce Acondicionado em recipientes bem fechados (absorve odores) Emprego: triturações e confecção de comprimidos, tabletes, glóbulos, e pós - impregnadas por dinamizações líquidas Sacarose Açúcar obtido da cana-de-açúcar Pura Forma de cristais, brancas ou incolores, inodoro sabor doce bastante característico Isento de impurezas (metais pesados,cálcio, cloretos e sulfatos) Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: confecção de glóbulos inertes Glóbulos inertes Pequenas esferas compostas de sacarose ou mistura de sacarose e pequena quantidade de lactose Obtidos industrialmente a partir de grânulos de açúcar mediante drageamentos múltiplos Pesos medianos de 30 mg (n.3), 50 mg (n.5) e 70 mg (n.7) Grãos esféricos, homogêneos e regulares brancos, inodoros, sabor doce Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: impregnados com dinamizações líquidas forma farmacêutica sólida glóbulos Microglóbulos inertes Pequeníssimas esferas compostas de sacarose e amido Obtidos industrialmente pelo processo semelhante aos glóbulos Comercializados na padronização de 63 mg para cada 100 microglóbulos Grãos esféricos, homogêneos e regulares brancos, inodoros sabor doce Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: preparação de medicamento na escala cinqüenta milesimal Comprimidos inertes Pequenos discos obtidos pela compressão de lactose ou mistura de lactose e sacarose, com ou sem granulação prévia Obtidos industrialmente Forma discóide, homogêneos e regulares Peso entre 100 e 300 mg brancos, inodoros sabor levemente adocicado Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: impregnados com dinamizações líquidas, forma farmacêutica sólida comprimidos Tabletes inertes Pequenos discos obtidos por moldagem da lactose em tableteiro Forma discóide, não tão homogêneos e regulares quanto os comprimidos Peso entre 100 e 300 mg brancos, inodoros sabor levemente adocicado Acondicionado em recipientes bem fechados Emprego: impregnados com dinamizações líquidas, forma farmacêutica sólida tabletes 6
7 Recipientes e acessórios Recipientes e acessórios Preparação, estocagem e dispensação: Materiais que não exerçam influência sobre os medicamentos, veículos e excipientes Preparação e estocagem: Frascos de vidro Âmbar ou incolor com proteção contra a luz, classe hidrolítica I, II, III e NP Dispensação: além dos vidros já citados, frascos plásticos de cor branca leitosa de polietileno de alta densidade, polipropileno e policarbonato, de boca larga (glóbulos, comprimidos e tabletes) Pós papel impermeável, tipo pérola branca Classe hidrolítica Características dos vidros I Vidro não alcalino, neutro destinado a embalar medicamento para aplicações intravasculares e uso parenteral II III NP Vidro alcalino tipo III, que sofre tratamento interno, tornando-se semi-neutro, utilizado para embalar produtos de uso parenteral (líquidos principalmente) que não devem ter alterado seu ph. Vidro alcalino, utilizado para preparações parenterais, exceto quando ensaios de estabilidade adequados não recomendam sua utilização. Vidro não parenteral, alcalino, para embalagens de produtos para uso oral ou tópico. Recipientes e acessórios Acessórios: tampas, batoques e gotejadores (batoque conta-gotas) Devem ser de polietileno ou polipropileno Cânulas: de vidro, polietileno de alta densidade, polipropileno ou policarbonatos Bulbos: látex, silicone atóxico ou polietileno Vedado o uso de bulbos de borracha que soltem resíduos no medicamento Recipientes e acessórios Lavagem, secagem e esterilização: Contaminação microbiológica e presença de resíduos químicos e energéticos Prejudicam qualidade dos produtos Vidros virgens ou usados lavados em água corrente abundante, enxaguados com água purificada (2x), escorrer por alguns minutos. Esterilizar em autoclave 120 o C, 1 atm, por 30 minutos ou em estufa de secagem a180 o C, por 30 minutos ou 140 o C, por 60 minutos Vidros usados com tinturas - descartados Recipientes e acessórios Frascos pláticos e acessórios virgens Lavados em água corrente abundante, enxaguados com água purificada (2x) e deixados imersos em etanol a 70% por 2 horas, exceto os bulbos (enxaguados com álcool a 70%, enxaguados com água corrente e purificada) Materiais de polietileno de alta densidade, polipropileno e policarbonato têm de ser lavados com água corrente e enxaguados com água purificada (2x) e esterilizados em autoclave 120 o C, 1 atm, por 30 minutos Bulbos usados devem ser descartados, pois não resistem a autoclave e nem calor seco (estufa) Regras de nomenclatura Nome científico, conforme as regras internacionais de nomenclatura botânica, zoológica, biológica, química e farmacêutica Nomes homeopáticos tradicionais encontrados nas farmacopéias e matérias médicas. 7
8 Regras de nomenclatura Regras de nomenclatura Primeiro componente letra maiúscula, demais letra minúscula. É facultado omitir espécie quando se emprega sempre a mesma no determinado gênero. Nomes tradicionais em homeopatia, pode-se omitir a espécie, mencionando só o gênero, desde que não dê origem a dúvida. Nomes tradicionais, só espécie, omite-se o gênero. Espécies poucos usadas, identificação completa: gênero e espécie Substâncias químicas: nomes homeopáticos tradicionais ou nomes oficiais Substâncias químicas, ácidos e sais: de preferência o nome do elemento ou íon de valência positiva em primeiro, seguido da valência negativa Nomes abreviados desde que não causem dúvida Sinonímias É EXPRESSAMENTE PROIBIDO POR LEI O EMPREGO DE SINÔNIMOS ARBITRÁRIOS: SIGLAS, NÚMEROS, NOMES ALEATÓRIOS E CÓDIGOS DIVERSOS. São permitidos apenas nomes científicos e homeopáticos. É comum o uso de sinônimos no receituário clínico. Objetivo: manter a prescrição por julgá-la eficiente O farmacêutico não deve fazer comentários com o paciente sobre o uso de sinônimos, para não criar desconfiança quanto à condução médica Abreviaturas e símbolos Cem sucussões = Comprimidos = compr. Glóbulos = glob. Microglóbulos = mcglob. Tabletes = tabl. Diluição = dil. Dinamização = din. Trituração = trit. Escala centesimal = CH (método hahnemanniano) Escala cinqüenta milesimal = LM (método hahnemanniano) Escala decimal de Hering = DH (método hahnemaniano) Método de fluxo contínuo = FC Método korsakoviano = K Partes iguais = ãã (ana, palavra grega) Quantidade suficiente = qs Quantidade suficiente para = qsp Resíduo seco = r.s. Resíduo sólido = r.sol. Solução = sol. Tintura-mãe = TM, Ø, Tint. Mãe Título etanólico = tit.et. Categorias de medicamentos Policrestos: Fonte grega (polys = muito e khréstos = benéfico) Fonte latina (polychrestus = que têm muitas aplicações) Hahnemann elaborou lista 24 policrestos Semipolicrestos: Ricos em patogenesias, porém não tão usados quanto ao policrestos ESSES MEDICAMENTOS DEVEM COMPOR O ESTOQUE MÍNIMO DAS FARMÁCIAS HOMEOPÁTICAS Medicamentos Agudos e de Fundo Agudos: Preparados a partir de drogas que proporcionam quadros agudos violentos durante o experimento patogenético Belladona, Aconitum, Cantharis utilizados para aliviar sintomas agudos de determinadas doenças Age como paliativo, suprimindo ou atenuando sintomas Usados para minimizar sofrimento insuportável De fundo ou de terreno: Phosphorus, Silicea, Calcarea carbonica Estados crônicos, de acordo com constituição, temperamento e miasma - simillimum 8
9 Medicamentos Complementares e Antídotos Escola pluralista: prescreve 2 ou + medicamentos para cobrir totalidade de sintomas Medicamento homeopático que supre as deficiências patogenéticas do outro é chamado COMPLEMENTAR Medicamento homeopático que é capaz de neutralizar os sintomas de agravação, provocados por outro medicamento é chamado ANTÍDOTO. Ex: Mercurius solubilis inativa efeitos de Antimonium crudum Ex: Cânfora, menta e perfumes fortes inativam maioria dos medicamentos homeopáticos. Placebos Placere: latim, agradar Medicina substância inerte administrada com finalidade de agir terapeuticamente por meio de sugestão Em pesquisa grupo controle Em homeopatia: interromper dependência medicamentosa antes do uso do simillimum; para satisfazer impulsos hipocondríacos; nas provas duplo-cego durante experimento patogenético; nas agravações iniciais enquanto se aguarda desenvolvimento de sintomas secundários. Placebos Eram identificados por nomes científicos de plantas comestíveis: Lens esculentum (ervilha), Pyrus malus (maçã) ou nomes de fantasia Saccharum lactis, Orto-Silicea, Nihil e outros HOJE a Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH) recomenda, para preparações inertes Placebos Quando a prescrição for de medicamento e preparação inerte, o número antes da barra indicará o papel que deverá conter o medicamento. Phophorus 30CH 1/10 papéis Luesinum 12CH 1,5,9,13,17/20 papéis Nome do medicamento, potência, escala e método, acrescido do número 0 (zero), de uma barra (/) e do volume ou peso a ser dispensado: Aconitum 6 CH 0/20 ml (líquidos) Argentum nitricum 6 CH 0/15 g (glob.,compr.tabl.) Thuya occidentalis 12 CH 0/1 papel (pós) Preparações inertes líquidas: solução hidroalcoólica a 30% Preparações inertes sólidas: glóbulos, comprimidos, tabletes e pós impregnados com solução hidroalcoólica igual ou superior a 70%. Rotulagem e embalagem Determinações legais quanto à rotulagem e à embalagem. Regulamento técnico da Resolução RDC n. 67, de 8 de outubro de 2007, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e regras da Farmacopéia homeopática brasileira: Nome do estabelecimento Endereço completo Telefone Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) Número da licença da farmácia (órgão de saúde) Nome do farmacêutico responsável Número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia Farmacopéia ou código utilizado Rotulagem e embalagem Tintura mãe nome científico da droga data fabricação lote prazo de validade conservação estado da droga parte usada grau alcoólico volume classificação toxicológica 9
10 Rotulagem e embalagem Para medicamentos homeopáticos e bioterápicos de estoque nome do medicamento Dinamização escala e método (nessa ordem) forma farmacêutica Quantidade e unidade Lote data de fabricação e prazo de validade Rotulagem e embalagem Isoterápicos nome do paciente nome do prescritor nome do medicamento Dinamização escala e método forma farmacêutica quantidade e unidade Lote data de fabricação e prazo de validade. Rotulagem e embalagem Atenção Farmacêutica Matrizes (dinamizações de estoque) nome do medicamento Dinamização escala e método insumo inerte grau alcoólico data de fabricação e prazo de validade. Cuidados para utilização e conservação adequados. Antes porém, deverá obter informações importantes sobre o paciente: Idade Sexo Segue outras condutas terapêuticas Doença crônica ou vícios Compreensão do tratamento homeopático Alimentação Qualidade de vida Atenção Farmacêutica O medicamento deverá ser tomado da maneira e hora determinada pelo clínico homeopata. Qualquer mudança no estado do paciente deve ser comunicado Em caso de dúvida, o paciente deverá contatar o clínico ou o farmacêutico homeopata Antes de começar o tratamento, o paciente deve conferir rótulo do medicamento: nome e datas de fabricação e validade Gotejar líquidos ou dissolver na boca os sólidos ou diluídos água (colher de chá) O medicamento deverá ser tomado longe das refeições, no mínimo meia hora antes ou depois. Em jejum ou ao deitar, conforme prescrição, 10 minutos antes ou 30 min depois da escovação dos dentes (menta e cheiros fortes inativam ação do medicamento) Atenção Farmacêutica Evitar contato com as mãos ao tomar medicamento (higiene) Não guardar medicamento em locais que tenham cheiros fortes, excesso de luz, calor e unidade, próximos a aparelhos que emitam radiação (televisão, telefoenes celulares, computador, rádio, etc) Guardar em caixa exclusiva, em local fresco, seco, onde não bata sol. Banheiro é muito úmido Todo medicamento, homeopático ou não, precisa ser mantido longe do alcance das crianças. Não recomendar o medicamento homeopático a amigos ou parentes, nem automedicar-se, pois os remédios são individualizados, de acordo com a lei dos semelhantes 10
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