Capítulo 9: Memória Virtual. Operating System Concepts 8th Edition
|
|
|
- Sara Leveck Aquino
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 9: Memória Virtual
2 Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em Esse apresentação foi modificada por Cristiano Costa ([email protected]). Basicamente, os slides originais foram traduzidos para o Português do Brasil. É possível acessar os slides originais em Essa versão pode ser obtida em The slides and figures in this presentation are copyright Silberschatz, Galvin and Gagne, This presentation has been modified by Cristiano Costa ([email protected]). Basically it was translated to Brazilian Portuguese. You can access the original slides at This version could be downloaded at 9.2
3 Capítulo 9: Memória Virtual Fundamentos Paginação sob Demanda Copy-on-Write Substituição de Páginas Alocação de Blocos (frames) Paginação Excessiva (Thrashing) Arquivos Mapeados em Memória Outras considerações Exemplos de Sistemas Operacionais 9.3
4 Objetivos Descrever os benefícios de um sistema de memória virtual Explicar os conceitos de paginação sob demanda, algoritmo de substituição de página e alocação de blocos Discutir o princípio do working-set model 9.4
5 Fundamentos Memória virtual separação da memória lógica do usuário da memória física. Somente parte do programa precisa estar na memória para execução. Espaço de endereçamento lógico pode ser bem maior que o espaço de endereçamento físico. Permite espaços de endereçamento serem compartilhados por vários processos. Permite a criação de processos mais eficiente. Memória Virtual pode ser implementada via: Paginação sob demanda Segmentação sob demanda 9.5
6 Memória Virtual que é Maior do que a Memória Física 9.6
7 Espaço de Endereçamento Virtual 9.7
8 Biblioteca Compartilhada Usando Memória Virtual 9.8
9 Paginação sob Demanda Traz uma página para a memória somente quando ela é necessária. Necessita de menos E/S Ocupa menos memória Resposta mais rápida Permite mais usuários Página é necessária referencia ela referência invalida aborta Não presente na memória traz para a memória Lazy swapper nunca envia a página para a memória a não ser que ela seja necessária O módulo que lida com o swap de páginas é chamado de pager 9.9
10 Transferência de uma Memória Paginada para o Espaço Contíguo de Disco 9.10
11 Bit Válido-Inválido Com cada entrada na tabela de páginas é associado um bit válido-inválido (v na memória, i não está na memória) Inicialmente bit válido-inválido é i em todas entradas da tabela. Exemplo de uma tabela de páginas. No do Bloco bit válido-inválido v v v v i. i i tabela de páginas Durante a tradução de endereços, se bit válido-inválido na entrada da tabela de páginas é i página ausente(page fault). 9.11
12 Tabela de Páginas Quando Algumas Páginas não estão na Memória Principal 9.12
13 Página Ausente (Page Fault) Se existe uma referência para uma página, a primeira referência para esta página irá causar uma trap no sistema operacional: página ausente 1. SO verifica uma outra tabela para decidir: Referência inválida aborta. Não está na memória. 2. Obtém bloco livre na memória. 3. Traz página do disco para o bloco alocado. 4. Atualiza tabelas 5. Bit de validação= v. 6. Reinicia execução da Instrução que causou a página ausente. 9.13
14 Página Ausente (Cont.) Reinicia execução da Instrução: Menos recentemente usada movimenta blocos auto-incremento/auto-decremento 9.14
15 Passos no Tratamento de uma Página Ausente 9.15
16 Desempenho da Paginação sob Demanda Taxa de paginas ausentes 0 p 1.0 Se p = 0 nenhuma página ausente Se p = 1, cada referência gera uma página ausente Tempo Médio de Acesso (TMA) TMA = (1 p) x tempo de acesso à memória + p (sobrecarga da página ausente + [tempo para gravar ] + tempo para ler + sobrecarga de reinicialização) 9.16
17 Exemplo de Paginação sob Demanda Tempo de Acesso à Memória = 200 nanosegundos Tempo médio de atendimento à página ausente = 8 milisegundos TMA = (1 p) x p (8000) = 200+p x Se um acesso em 1000 causa uma página ausente, então TMA = 8.2 microsegundos Isso representa uma redução no tempo de acesso por um fator 40! 9.17
18 Criação de Processos Memória virtual traz outros benefícios durante a criação de processos: - Copy-on-Write (Cópia na Escrita) - Arquivos Mapeados na Memória (depois) 9.18
19 Copy-on-Write Copy-on-Write (COW) permite que tanto o processo pai como filho inicialmente compartilhem as mesmas páginas na memória Se qualquer processo modificar uma página compartilhada, somente então esta página será copiada COW permite criação de processos mais eficiente uma vez que somente páginas modificadas são copiadas Páginas livres são alocadas de um pool de páginas zeradas 9.19
20 Antes do Processo 1 Modificar Página C 9.20
21 Depois do Processo 1 Modificar Página C 9.21
22 O que ocorre se não existe bloco livre? Substituição de Página encontrar alguma página na memória, que não esteja em uso, e transferir para o armazenamento secundário. algoritmo desempenho é desejado um algoritmo que resulte em um número mínimo de páginas ausentes. A mesma página pode ser trazida para memória diversas vezes. 9.22
23 Substituição de Páginas Prevenir super alocação da memória modificando a rotina de serviço da página ausente para incluir um algoritmo de substituição de página. Usar um bit de modificação (modify / dirty bit) para reduzir a sobrecarga da transferência de página somente páginas modificadas são gravadas no disco. Substituição de páginas completa a separação entre a memória lógica e a memória física grande área de memória virtual pode ser obtida com memória física reduzida. 9.23
24 Necessidade de Substituição de Página 9.24
25 Algoritmo Básico de Substituição de Página 1. Encontre a localização da página desejada no disco 2. Encontre um bloco livre: - Se existe um bloco livre, use-o - Se não existe um bloco livre, use um algoritmo de substituição de página para selecionar um bloco vitima 3. Leia a página desejada no (novo) bloco livre. Atualize as tabelas de página e de blocos. 4. Reinicie o processo 9.25
26 Substituição de Página 9.26
27 Algoritmos de Substituição de Páginas Desejável a menor taxa de páginas ausentes Um algoritmo é avaliado pela execução em uma seqüência particular de referências de memória (string de referência) e é computado o número de páginas ausentes nessa string Em todos os exemplos, a sequência de referência é 1, 2, 3, 4, 1, 2, 5, 1, 2, 3, 4,
28 Gráfico de Páginas Ausentes Versus Número de Blocos 9.28
29 Algoritmo FIFO (First-In-First-Out) Seqüência de Referência: 1, 2, 3, 4, 1, 2, 5, 1, 2, 3, 4, 5 3 blocos (3 páginas podem estar na memória ao mesmo tempo para cada processo) páginas ausentes 4 blocos 10 páginas ausentes Substituição FIFO anomalia de Belady mais blocos menos páginas ausentes 9.29
30 Substituição de Página FIFO 9.30
31 Ilustração da Anomalia de Belady no FIFO 9.31
32 Algoritmo Ótimo Substituir a página que não será usada pelo maior período de tempo. Exemplo com 4 blocos 1, 2, 3, 4, 1, 2, 5, 1, 2, 3, 4, page faults Como você sabe qual página será referenciada? Usado para medir quão bom é o desempenho de determinado algoritmo. 9.32
33 Substituição de Página Ótima 9.33
34 Algoritmo Menos Recentemente Usado (LRU - Least Recently Used) Seqüência de Referência: 1, 2, 3, 4, 1, 2, 5, 1, 2, 3, 4, Implementação com contadores Cada entrada na tabela de página tem um contador; cada vez que a página é referenciada, o valor do clock (contador de ciclos da CPU) é copiado no contador da entrada. Quando uma página necessita ser substituída, através do valor do contador é determina qual página deve sair da memória. 9.34
35 Substituição de Página LRU 9.35
36 Algoritmo LRU (Cont.) Implementação com pilha manter uma pilha dos números de páginas de uma forma duplamente encadeada: Página referenciada: Mova ela para o topo Requer a alteração de 6 ponteiros Sem busca para substituição 9.36
37 Uso de uma Pilha para Armazenar a referência da Página mais Recente 9.37
38 Algoritmos LRU Aproximados Bit de Referência Com cada pagina é associado um bit, inicialmente = 0 Quando a página é referenciada o bit é alterado para 1. Substitui a página que o bit seja 0 (se existir). Entretanto, não se sabe a ordem de referência. Segunda Chance Necessita do bit de referência. Substituição circular (implementada em uma fila circular). Se uma página a ser substituída (no sentido horário) tem o bit de referência= 1, então: altera o bit de referência para 0. deixa a página na memória. substitui a próxima página (no sentido horário), sujeita as mesmas regras. 9.38
39 Algoritmo de Substituição de Página Segunda Chance 9.39
40 Algoritmos com Contadores Mantém um contador do número de referências que foram feitos para cada página Algoritmo Menos Freqüentemente Usada (Least Frequently Used LFU) : substitui a página com o menor contador. Algoritmo Mais Freqüentemente Usada (More Frequently Used MFU): baseado no argumento que a página com o menor contador foi provavelmente recém carregado na memória e ainda não foi usada. 9.40
41 Alocação de Blocos (frames) Cada processo necessita um número mínimo de páginas. Exemplo: IBM páginas para manipular instrução SS MOVE: instrução é de 6 bytes, pode estar contida em 2 páginas. 2 páginas para manipular o endereço do bloco a ser movido ( from). 2 páginas para manipular o endereço da área destino (to). Dois esquemas de alocação são comumente usados. Alocação fixa Alocação por prioridade 9.41
42 Alocação Fixa Alocação Equânime (igual) ex.: se 100 blocos e 5 processos, dar 20 páginas para cada processo. Alocação Proporcional Aloca de acordo com o tamanho do processo. si = tamanho do processo p i S = s i m= número total de blocos si a i = alocação para p i = m S m=64 si =10 s 2 = a 1= a 2=
43 Alocação por Prioridade Usa um esquema de alocação proporcional empregando prioridades ao invés do tamanho. Se processo Pi gera uma página ausente, Seleciona para substituição um de seus blocos. Seleciona para substituição um bloco de um processo com uma prioridade menor. 9.43
44 Alocação Global vs. Local Substituição Global processo seleciona um bloco para substituição do conjunto de todos os blocos; um processo pode pegar um bloco de outro. Substituição Local cada processo seleciona somente de seu próprio conjunto de blocos alocados. 9.44
45 Paginação Excessiva (Thrashing) Se um processo não possui páginas suficientes, a taxa de páginas ausentes é bastante alto. Isto leva a: Baixa utilização da CPU. Sistema operacional pensa que é necessário aumentar o grau de multiprogramação. Outro processo é adicionado ao sistema. Paginação Excessiva um processo está ocupado com a troca de páginas de/para o meio de armazenamento secundário ao invés de estar utilizando a CPU. 9.45
46 Paginação Excessiva - Thrashing (Cont.) 9.46
47 Paginação sob Demanda e Thrashing Por que paginação sob demanda funciona? Modelo de Localidade Processo migra de uma localidade para outra Localidades podem se sobrepor Por que ocorre paginação excessiva? Σ tamanho da localidade > quantidade total de memória 9.47
48 Localidade em um Padrão de Referências a Memória 9.48
49 Modelo do Conjunto de Trabalho - TS (WS) 9.49
50 Modelo do Conjunto-de-trabalho (working set) janela do conjunto-de-trabalho um número fixo de referências a páginas Exemplo: 10,000 instruções WSSi (conjunto de trabalho do processo Pi) = número total de páginas referenciadas na mais recente (varia no tempo) Se é muito pequeno não será suficiente para abranger toda a localidade. Se é muito grande conterá várias localidades sobrepostas. Se = irá conter todo o processo. D = Σ WSSi total de blocos necessários m = quantidade total de quadros disponíveis se D > m Paginação Excessiva Política adotada: se D > m, então suspende um dos processos. 9.50
51 Mantendo o Conjunto-de-trabalho Aproximação com intervalos de tempos regulares + bit de referência Exemplo: = 10,000 Interrupções de tempo após cada 5000 unidades de tempo. Manter na memória 2 bits para cada página. Sempre que ocorrer a interrupção copiar e alterar o valor de todos os bits de referência para 0. Se um dos bits em memória = 1 página está no conjunto-de-trabalho. Por que esta técnica não é completamente precisa? Melhora = 10 bits e interrupção a cada 1000 unidades de tempo. 9.51
52 Esquema de Frequência de Página Ausente Estabelecer uma taxa aceitável de páginas ausentes. Se taxa atual é muito baixa, processos perdem blocos. Se taxa atual é muito alta, processos ganham blocos. 9.52
53 Working Sets e Taxa de Páginas Ausente 9.53
54 Arquivos Mapeados na Memória E/S de arquivos mapeados na memória permite que acessos sejam tratados como acesso a rotinas de memória pelo mapeamento de blocos do disco em páginas na memória Um arquivo é lido inicialmente usando paginação sob demanda. Uma porção do arquivo é lida do sistema de arquivos em páginas físicas. Leituras e escritas subsequentes de/para o arquivo são tratados como acessos a memória comuns. Simplifica o acesso a arquivos tratando E/S através da memória ao invés do uso de chamadas de sistemas read() write() Também permite que vários processos mapeiem o mesmo arquivo através do compartilhamento de páginas na memória 9.54
55 Arquivos Mapeados na Memória (Cont.) 9.55
56 Arquivo Mapeado na Memória no Windows 9.56
57 Alocando Memória do Kernel Tratado diferentemente que no modo usuário Geralmente alocado de um conjunto de blocos de memória livre Kernel requisita memória para estruturas de vários tamanhos Algumas áreas de memória de kernel precisam ser contíguas 9.57
58 Buddy System Aloca memória em segmentos de tamanho fixo consistindo de páginas fisicamente contíguas Alocação de memória é feita usando alocador potência de 2 Satisfaz requisições em unidades de tamanhos que são potências de 2 Requisição é arredondada para a potência de 2 ligeiramente maior Quando alocações menores do que as disponíveis são necessárias, espaços disponíveis são divididos em dois buddies (camaradas) de tamanho da potência de 2 ligeiramente menor O processo continua até o tamanho apropriado de bloco ser encontrado 9.58
59 Alocação no Buddy System 9.59
60 Alocador Slab Estratégia alternativa Slab é uma ou mais páginas fisicamente contíguas Cache consiste de um ou mais slabs Única cache para cada cada uma das estruturas de dados do kernel Cada cache é preenchido com objetos instanciações das estruturas de dados Quando o cache é criado, é preenchido com objetos marcados como livre Quando as estruturas são armazenadas, objetos são marcados como usados Se slab está cheio de objetos usados, o próximo objeto é alocado em slabs vazios Se não há slabs vazios, novos slabs são alocados Dentre os benefícios estão a não fragmentação e o rápido atendimento das requisições de memória 9.60 Operating System Concepts 8 Edition th
61 Alocação no Slab 9.61
62 Outras Questões Pré-paginação Pré-paginação Para reduzir o alto nível de paginas ausentes que ocorrem na inicialização do processo Pré-paginar todas ou algumas páginas que o processo irá precisar, antes de serem referenciadas Mas se páginas pré-paginadas não são usadas, E/S e memória foram desperdiçados Assuma que s páginas são pré-paginadas e α delas são usadas Se o custo de s * α falta páginas evidados > ou < que o custo da pré-paginação s * (1- α) páginas desnecessárias? α próximo de zero perdas na pré-paginação 9.62
63 Outras Questões Tamanho da Página Escolha do tamanho da página deve levar em consideração: fragmentação tamanho da tabela sobrecarga de E/S localidade 9.63
64 Outras Questões Alcance da TLB Alcance da TLB A quantidade de memória acessível a partir da TLB Alcance da TLB = (Tamanho da TLB) X (Tamanho da Página) Idealmente, o conjunto-de-trabalho de cada processo é armazenado na TLB. Em caso contrário existirá um alto grau de páginas ausentes. Aumentar o tamanho da página. Isso pode causar um aumento na fragmentação uma vez que nem todas as aplicações necessitam de páginas de tamanho grande Fornecer vários tamanhos de página. Isso possibilita aos aplicativos que necessitam de páginas maiores a oportunidade de usá-las sem aumentar a fragmentação. 9.64
65 Outras Questões Estrutura de Programas Estrutura de programa Int[128,128] data; Cade linha é armazenada em uma página Programa 1 for (j = 0; j <128; j++) for (i = 0; i < 128; i++) data[i,j] = 0; 128 x 128 = 16,384 páginas ausentes Programa 2 for (i = 0; i < 128; i++) for (j = 0; j < 128; j++) data[i,j] = 0; 128 páginas ausentes 9.65
66 Outras Questões E/S interlock E/S Interlock Páginas algumas vezes devem ser travadas (lock) na memória Considere E/S. Páginas que são usadas para copiar um arquivo de um dispositivo devem ser travadas para não serem selecionadas para despejo por um algoritmo de substituição de página 9.66
67 Razão porque blocos usados para E/S devem estar na memória 9.67
68 Exemplos de Sistemas Operacionais Windows XP Solaris 9.68
69 Windows XP Usa paginação sob demanda com clustering. Clustering traz as páginas ao redor da página faltante. Processos possuem um conjunto-de-trabalho mínimo e um conjunto-detrabalho máximo Conjunto-de-trabalho mínimo é o menor número de páginas que o processo tem garantido na memória Um processo pode ter associado tantas páginas quanto o seu conjunto-detrabalho máximo Quando a quantia de memória livre no sistema cai abaixo de um limiar, um corte automático do conjunto-de-trabalho (automatic working set trimming) é realizado para restaurar a quantidade de memória livre O corte automática remove páginas de processos que têm excesso no conjunto-de-trabalho mínimo 9.69
70 Solaris Mantém uma lista de páginas livres para associar a processos faltantes Lotsfree parâmetro limiar (quantidade de memória livre) para começar a paginar Desfree parâmetro limiar para aumentar paginação Minfree parâmetro limiar para fazer swapping Paginação é realizada pelo processo pageout Pageout procura páginas usando algoritmo circular modificado Scanrate é a taxa na qual páginas são procuradas. Isso se altera de slowscan (lento) até fastscan (rápido) Pageout é chamado mais freqüentemente dependendo da quantidade de memória livre disponível 9.70
71 Procura de Página no Solaris
72 Fim do Capítulo 9
Capítulo 9: Memória Virtual. Operating System Concepts 8th Edition
Capítulo 9: Memória Virtual Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em 2009. Esse apresentação foi modificada por Cristiano
Capítulo 9: Memória Virtual
Capítulo 9: Memória Virtual Sobre a apresentação (About( the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em 2005. Esse apresentação foi modificada por
Memória virtual. Sistemas de Computação
Memória virtual Fundamentos Memória virtual separação da memória lógica do usuário da memória física somente uma parte do programa precisa estar na memória para execução espaço de endereçamento lógico
Capítulo 9: Memória Virtual. Operating System Concepts 8 th Edition
Capítulo 9: Memória Virtual Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Objetivos Descrever os benefícios de um sistema de memória virtual Explicar os conceitos de paginação sob demanda, algoritmo de substituição
Sistemas Operacionais: Memória Virtual
Sistemas Operacionais: Memória Virtual Memória virtual Memória virtual: separação entre a visão lógica do usuário e a memória física Somente uma parte do programa necessita estar na memória para executar
Memoria Virtual (parte 2) Algoritmos de substituicao (cont)
Memoria Virtual (parte 2) Algoritmos de substituicao (cont) Algoritmo Optimal Trocar as paginas que nao serao usadas por maiores periodos de tempo Exemplo com 4 quadros 1, 2, 3, 4, 1, 2, 5, 1, 2, 3, 4,
Arquitetura de Sistemas Operacionais
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado Luiz Paulo Maia Capítulo 10 Gerência de Memória Virtual Cap 10 Gerência de Memória Virtual 1 Sumário Introdução Espaço de Endereçamento Virtual
Sistemas Operacionais
Introdução Memória virtual Trabalho sob a Licença Atribuição-SemDerivações-SemDerivados 3.0 Brasil Creative Commons. Para visualizar uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Gerência de Memória Memória virtual Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Slides baseados nas apresentações dos prof. Tiago Ferreto e Alexandra Aguiar
AULA Nº 11 SISTEMAS OPERACIONAIS. Técnicas de Memória Virtual
AULA Nº 11 SISTEMAS OPERACIONAIS Técnicas de Memória Virtual 1 Contextualizando Vimos Introdução ao Gerenciamento de Memória Agora Técnicas de Memória Virtual 2 O que é Memória Virtual (MV)? É uma técnica
Capítulo 8: Memória Principal. Operating System Concepts 8 th Edition
Capítulo 8: Memória Principal Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Objetivos Fornecer uma descrição detalhada das várias formas de organizar a memória do computador Discutir várias técnicas de gerenciamento
SISTEMAS OPERACIONAIS. 2ª. Lista de Exercícios Parte 2
SISTEMAS OPERACIONAIS INF09344 - Sistemas Operacionais / INF02780 - Sistemas Operacionais / INF02828 - Sistemas de Programação II Prof a. Roberta Lima Gomes ([email protected]) 2ª. Lista de Exercícios Parte
SSC0640 Sistemas Operacionais I
SSC0640 Sistemas Operacionais I 15ª Aula Gerenciamento de Memória Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Slides adaptados de Marcos José Santana / Regina H. C. Santana / Luciana A. F. Martimiano
CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS II MEMÓRIA VIRTUAL
CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS II MEMÓRIA VIRTUAL O Processo passa a possuir um espaço de endereçamento virtual. Este espaço de endereçamento pode ser maior que a memória física. S.O.
Sistemas Operacionais Gerenciamento de Memória. Carlos Ferraz Jorge Cavalcanti Fonsêca
Sistemas Operacionais Gerenciamento de Memória Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected]) Memória Física vs. Memória do Programa Memória P Física Tamanho dos softwares
Capítulo 13: Sistemas de E/S. Operating System Concepts 8 th Edition
Capítulo 13: Sistemas de E/S Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em 2009. Esse
Sistemas Operacionais. - Gerência de Memória -
Sistemas Operacionais - Gerência de Memória - Memória Virtual É uma técnica sofisticada de gerência de memória As memórias principal e secundária são combinadas, dando ao usuário a impressão de existir
Sistemas Operacionais
Motivação 2 a edição Revisão: Fev/23 Sistemas Operacionais Memória virtual Capítulo 7 Problemas da gerência de memória (modelo visto até o momento) Todo o espaço lógico mapeado no espaço físico O tamanho
Gerência de memória III
Gerência de memória III Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 45 Sumário 1 Memória Virtual Segmentação Paginação 2 Alocação de páginas
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 8 Suporte do sistema operacional slide 1 Objetivos e funções Conveniência: Tornar o computador mais fácil de usar. Eficiência:
Gerenciamento de Memória
Gerenciamento de Memória Prof. Alexandre Beletti Ferreira Gerência de Memória Sistemas Monoprogramáveis = gerenciamento simplificado Sistemas Multiprogramáveis = gerenciamento crítico (muitos usuários
Sistemas Operacionais Memória Virtual
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Memória Virtual Prof. José Gonçalves Dias Neto [email protected] Introdução Memória virtual
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 19: Memória Virtual: Introdução Diego Passos Última Aula Paginação Método de gerenciamento de memória mais usado hoje. Espaço de endereçamento de um processo é
Segmentação com paginação Intel 386. Esquema de tradução de endereço Intel 386
Segmentação com paginação Intel 386 O processador Intel 386 usava segmentação com paginação para gerenciamento de memória com um esquema de paginação em dois níveis. Esquema de tradução de endereço Intel
Aula 15. Memória Virtual - Desempenho. 1.1 Contexto 1.2 Políticas de Reposição de Páginas 1.3 Working-Set 1.4 Trashing
Aula 5 Memória Virtual - Desempenho. Contexto. Políticas de Reposição de Páginas. Working-Set.4 Trashing E se encher a memória? Usamos a memória toda, mas acessos às página que não estão na memória comtinuam:
Capítulo 4 Gerenciamento de Memória
Capítulo 4 Gerenciamento de Memória 4.1 Gerenciamento básico de memória 4.2 Troca de processos 4.3 Memória virtual 4.4 Algoritmos de substituição de páginas 4.5 Modelagem de algoritmos de substituição
Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais
Sistemas de Informação Sistemas Operacionais GERÊNCIA DE MEMÓRIA VIRTUAL SUMÁRIO 6 GERÊNCIA DE MEMÓRIA VIRTUAL: 61 Introdução; 62 Espaço de Endereçamento Virtual; 63 Mapeamento; 64 Memória Virtual por
Chapter 4: Threads. Operating System Concepts 8th Edition
Chapter 4: Threads Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em 2009. Esse apresentação foi modificada por Cristiano
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Slide 1 Memória Virtual os primeiros computadores (início dos anos 60) tinham memória principal muito reduzida O PDP-1 funcionava com uma memória de 4096 palavras
Memória. Gestão do espaço lógico Paginação Segmentação com paginação
Memória Gestão do espaço lógico Paginação Segmentação com paginação Paginação Divide-se a memória física em pequenos blocos de tamanho fixo chamados de páginas físicas (ou frames) o tamanho é uma potência
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Memória Cache Slide 1 Introdução Tamanho Função de Mapeamento Política de Escrita Tamanho da Linha Número de Memórias Cache Cache em Níveis Slide 2 Introdução
Administração de Memória
Administração de Memória 4.1 Administração básica de memória 4.2 Swapping 4.3 Memória Virtual 4.4 Algoritmos de substituição de páginas 4.5 Modelando algoritmos de substituição de páginas 4.6 Tópicos de
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade III Memória Primária. 29/04/2014 Prof. Valeria M. Bastos
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade III Memória Primária 29/04/204 Prof. Valeria M. Bastos ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Processador - Escalonamento Memória Primária Fundamentos Formas de Particionamento
Gerenciamento de Memória
Gerenciamento de Memória Conceitos básicos Swapping Alocação contígua Paginação Segmentação Segmentação com paginação Atribuição de endereços (ligação) de código e dados na memória A atribuição de endereços
Algoritmos de Substituição de Páginas. Igor Gustavo Hoelscher Renan Arend Rogério Corrêa Medeiros
Algoritmos de Substituição de Páginas Igor Gustavo Hoelscher Renan Arend Rogério Corrêa Medeiros 2 Introdução No momento em que ocorre uma page fault o sistema operacional precisa escolher uma página a
Gestão de Memória. Algoritmos de Gestão de Memória
Gestão de Memória Parte II Algoritmos Algoritmos de Gestão de Memória Tipos de decisões que o sistema operativo tem de tomar em relação à memória principal: Reserva: onde colocar um bloco de informação?
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 6 Gerenciamento de Memória Prof. Galvez Considerações Gerais Multiprogramação implica em manter-se vários processos em memória Memória necessita ser alocada de
Sistemas Opera r cionais Gerência de Memória
Sistemas Operacionais Gerência de Memória Gerência de Memória Idealmente, o que todo programador deseja é dispor de uma memória que seja grande rápida não volátil Hierarquia de memórias pequena quantidade
Gerência de Memória. Endereçamento Virtual (1) Paginação. Endereçamento Virtual (2) Endereçamento Virtual (3)
Endereçamento Virtual (1) Gerência de Memória Paginação Espaço de endereçamento dos processos não linearmente relacionado com a física Cada vez que são usados, os endereços virtuais são convertidos pela
Gerenciamento de memória Memória Virtual
Sistemas Operacionais Gerenciamento de memória Memória Virtual Capítulos 8 Operating Systems: Internals and Design Principles W. Stallings Requisitos Memória Virtual e Paginação referências em um processo
Gerência da Memória. Adão de Melo Neto
Gerência da Memória Adão de Melo Neto 1 Memória Principal Antigamente Recurso escasso Desenvolvimento de um sistema operacional (SO) que não ocupassem muito espaço de memória principal (MP) Atualmente
MEMÓRIA LÓGICA E FÍSICA (1)
GERÊNCIA DE MEMÓRIA memória = vetor de palavras (ou bytes), cada uma com endereço próprio a memória é usada para armazenar os diversos programas em execução, bem como os dados sobre a execução dos programas
Memória cache (cont.) Sistemas de Computação
Memória cache (cont.) Sistemas de Computação Memórias cache CPU procura por dados em L, depois em L2 e finalmente na memória principal CPU registradores barramento de cache L cache ALU barramento de sistema
Gerência de Memória. Paginação
Gerência de Memória Paginação Endereçamento Virtual (1) Espaço de endereçamento dos processos não linearmente relacionado com a memória física Cada vez que são usados, os endereços virtuais são convertidos
Organização de um Sistema Operativo
Gestão de Memória 1. Conceitos Básicos 2. Swapping 3. Memória Virtual 4. Algoritmos de substituição de páginas 5. Modelação de algoritmos de substituição de páginas 6. Questões no desenho de sistemas de
Correção de Erros. Erros de memória de semicondutores podem ser:
Correção de Erros Erros de memória de semicondutores podem ser: Erros graves que constitui um defeito físico permanente; Erros moderados, onde a(s) célula(s) não são capazes de armazenar os dados ou fazem
SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar
- Módulo 3 - MEMÓRIA VIRTUAL A maioria dos computadores possui uma grande quantidade de memória disponível para uso da CPU. Infelizmente, nem sempre essa quantidade de memória é suficiente para rodar de
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade III Memória Virtual. 26/05/2014 Prof. Valeria M. Bastos
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade III Memória Virtual 26/05/2014 Prof. Valeria M. Bastos 1 Processador Memória Primária Memória Virtual Fundamentos Organização Lógica Gerenciamento de Recursos
Capítulo 7 Gerência de Memória
Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologias da Informação IESTI CCO 004 Sistemas Operacionais Prof Edmilson Marmo Moreira 51 Introdução Capítulo 7 Gerência
Aula 06. Slots para Memórias
Aula 06 Slots para Memórias Slot para as memórias 2 Slot para as memórias Os soquetes de memória são numerados: 1, 2 e 3. Instale memória primeiro no 1, depois no 2, depois no 3. Normalmente não é permitido
Sistemas Operacionais
Introdução Gerência de memória Considerações adicionais Trabalho sob a Licença Atribuição-SemDerivações-SemDerivados 3.0 Brasil Creative Commons. Para visualizar uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
SISTEMAS OPERACIONAIS. 3ª. Lista de Exercícios
SISTEMAS OPERACIONAIS INF09344 - Sistemas Operacionais / INF02780 - Sistemas Operacionais / INF02828 - Sistemas de Programação II Prof a. Roberta Lima Gomes ([email protected]) 3ª. Lista de Exercícios Data
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade III Memória Virtual. Prof. Antonio Carlos Gay Thomé Prof. Aux. Simone Markenson Pech 1
18/9/009 UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade III Memória Virtual 18/9/009 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé Prof. Aux. Simone Markenson Pech 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Processador Memória Primária
Swapping. Desvantagem:
Swapping Visa dar uma maior taxa de utilização à memória principal, melhorando seu compartilhamento Visa também resolver o problema da falta da memória principal (MP) em um sistema Funcionamento Programa
Infra-Estrutura de Software
Infra-Estrutura de Software Gerência de Memória Tópicos Gerenciamento básico de memória Troca de processos na memória (swapping) Memória virtual Troca de páginas/paginação (paging) Segmentação Gerenciador
Princípio da Localidade Apenas uma parte relativamente pequena do espaço de endereçamento dos programas é acessada em um instante qualquer Localidade
Memória Cache Princípio da Localidade Apenas uma parte relativamente pequena do espaço de endereçamento dos programas é acessada em um instante qualquer Localidade Temporal Um item referenciado tende a
Sistemas Operacionais Aula 16 Memória Virtual
Sistemas Operacionais Aula 16 Memória Virtual Ivan da Silva Sendin [email protected] FACOM - Universidade Federal de Uberlândia Sistemas OperacionaisAula 16Memória Virtual p. 1 Memória Virtual - Definição
Segmentação de Memória
Segmentação de Memória Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Memória volátil Algoritmos de substituição Substituição de páginas não usadas recentemente Substituição de páginas primeiro a entrar, primeiro
