Infra-Estrutura de Software
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- Danilo Aleixo
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1 Infra-Estrutura de Software Gerência de Memória
2 Tópicos Gerenciamento básico de memória Troca de processos na memória (swapping) Memória virtual Troca de páginas/paginação (paging) Segmentação
3 Gerenciador de Memória Componente do Sistema Operacional que aloca memória principal para os processos e gerencia a hierarquia de memória (Caches, RAM e Disco) Garante isolamento mútuo entre processos (proteção) Mantém informação das áreas de memória em uso Aloca memória RAM para novos processos (fork()) Faz o swapping transparente entre memória principal e disco Atende a requisições de aumento de memória Mantém o mapeamento de memória virtual para memoria física Implementa a política de alocação de memória para os processos
4 Gerenciamento de Memória Idealmente, o que todo programador deseja é dispor de uma memória que seja grande rápida não volátil Hierarquia de memórias pequena quantidade de memória rápida, de alto custo - cache quantidade considerável de memória principal de velocidade média, custo médio gigabytes de armazenamento em disco de velocidade e custo baixos O gerenciador de memória trata a hierarquia de memórias
5 Software Como rodar um programa? 2. PC aponta para o endereço de memória onde o programa foi escrito 3. Processador executa instruções do programa trazidas da memória Processo Processador Programa Memória Programa Disco 1. Dado o comando para executar um programa, é realizada uma seqüência de instruções para copiar código e dados do programa objeto do disco para a memória principal
6 Gerenciamento de Memória sem Swapping ou Paginação Monoprogramação: um único programa de usuário
7 Múltiplos programas em memória (Multiprogramação)
8 Realocação e Proteção Dois problemas introduzidos pela multiprogramação: Realocação: não se sabe com certeza onde o programa será carregado na memória Localizações de endereços de variáveis e de código de rotinas não podem ser absolutos Proteção: evitar que um processo acesse uma região usada por outro processo Uma solução para realocação e proteção: Mapeamento para a memória física ocorre em tempo de execução e é relativa a dois registradores: base e limite Qualquer acesso à memória fora desses limites é considerado erro e processo é abortado
9 Tanenbaum, Modern Operating Systems 3 e, (c) 2008 Prentice-Hall, Inc. All rights reserved Registradores Base e Limite Usados para dar a cada processo um espaço de endereçamento separado (protegido) partição Base = início da partição Limite = tamanho da partição Limite(A) Base(A) Limite(B) Base(B)
10 Swapping: Troca de Processos (1) Alterações na alocação de memória à medida que processos entram e saem da memória Regiões sombreadas correspondem a regiões de memória não utilizadas naquele instante
11 Troca de Processos (2) Principal problema do swapping: fragmentação externa da memória (espaços pequenos não utilizados) Fragmentação: parte da memória desperdiçada Frag. externa: quando não há partições Frag. interna: quando há partições fixas (a seguir) Compactação/defragmentaç ão de memória é muito custosa
12 Alocação de Processos na Memória: Multiprogramação com Partições Fixas Partições fixas de memória a) filas de entrada separadas para cada partição b) fila única de entrada
13 Alocação de Processos na Memória: Multiprogramação com Partições Fixas Fragmentação interna na Partição 2, por ex. 400 K A 200 K Partições fixas de memória a) filas de entrada separadas para cada partição b) fila única de entrada
14 Troca de Processos (4) a) Alocação de espaço para uma área de dados em expansão b) Alocação de espaço para uma pilha e uma área de dados, ambos em expansão
15 Gerenciamento de Memória com Mapas de Bits a) Parte da memória com 5 segmentos de processos (P) e 3 segmentos de memória livre (Hole H) b) Mapa de bits correspondente c) Mesmas informações em uma lista encadeada
16 Software Como rodar um programa se ele for maior do que o espaço de memória disponível? Os conceitos de Página e Memória Virtual Processo Processador Página Memória Programa Página Disco
17 Memória Virtual Paginação (1) Localização e função da MMU (Memory Management Unit): nos dias de hoje é comum se localizar no chip da CPU
18 Gerenciamento de Memória Alocação e proteção Swapping Mapeamento da memoria: mapa de bits, lista encadeada Memória virtual e página Paginação: troca de páginas entre memória virtual e memória real (física)
19 Memórias virtual e real (física) Neste exemplo simples, temos um computador que gera endereços de 16 bits (0 a 64K [2 16 = 65536]) endereços virtuais Mas tem apenas 32KB de memória física, ou seja, programas > 32KB não cabem inteiramente na memória física, mas sim na memória virtual em disco O espaço de endereçamento virtual é dividido em páginas de tamanho fixo (ex. 4KB) Em memória física são chamadas de quadros ou estruturas de páginas (page frames), e geralmente são do mesmo tamanho (ex. 4KB)
20 Tabela de Páginas Uma tabela de página por processo Por isso não precisa armazenar ID de processo na tabela Endereço lógico: <p, d> Endereço físico: <f, d> p = no. página virtual na tabela f = endereço do page frame d = deslocamento Considerando uma tabela de páginas como um vetor (array) f = tabela_páginas[p]
21 Paginação Operação interna da MMU com 16 (2 4 ) páginas de 4KB (4096 = 2 12 ): determinação do endereço físico de memória em função do endereço virtual vindo da CPU (PC) e da tabela de páginas Tabela de páginas fica dentro da MMU 4 12
22 Paginação: Relação entre endereços virtuais e endereços de memória física dados pela tabela de páginas Memória virtual 64K (2 16 ) > Memória real 32K (2 15 ) 15 bits (24K) (28K) Não presentes na memória física Presente (1) na memória física, índice 6 (110) da tabela de molduras de página 16 bits Tam. moldura página mais comum = 4KB
23 Encontrando um endereço físico, dado um endereço lógico p: no. da página f: no. do quadro (frame) d: deslocamento
24 Assumindo tamanho (da moldura) de página = 4KB (4096 B) Ex.: endereço de referência (lógico) = p = div 4096 = 11; d = mod 4096 = 1044, onde p é a entrada na tabela de página e d é o deslocamento (displacement) Endereço físico = f * tamanho de página + d, onde f é o número da moldura de página física Endereço físico = 7 * = Endereço na moldura 7 da memória (física) Encontrando um endereço físico dado um endereço lógico
25 Entrada típica de uma tabela de páginas
26 Calculando o tamanho de uma tabela de páginas Considerando um sistema com: 1. logical address space: 32-bit 2. page size: 4KB (2 12 ) 3. page table entry size: 4 bytes (32 bits) 4. physical memory: 2GB Tamanho de uma tabela de páginas = no._entradas * tamanho_entrada
27 Calculando o tamanho de uma tabela de páginas (cont.) Um endereço lógico de 32 bits, considerando um tamanho de páginas de 4KB (2 12 ), é particionado como: <2 32 /2 12 bits por no. página, 12 bits de deslocamento dentro da página> = <20 bits por no. página, 12 bits de deslocamento> Assim, o número de entradas na tabela de páginas (total de números de páginas virtuais) = 2 20 Ou seja, o tamanho de uma tabela de páginas = no._entradas * tamanho_entrada = 2 20 * 4 bytes = (32 bits) = 4MB (por processo) No sistema considerado suponha 100 processos, por exemplo: se cada processo possui uma tabela de páginas de 4MB, apenas as tabelas ocuparão 400MB de um total de 2GB, ou seja, cerca de 20% do espaço da memória física...
28 Tópicos Gerenciamento básico de memória Troca de processos Memória virtual Paginação Aceleração da paginação Substituição de páginas Segmentação
29 Acelerando a Paginação 1. O mapeamento de endereço virtual para endereço físico deve ser rápido 2. Se o espaço de endereçamento virtual for grande, a tabela de páginas será grande
30 Memória Associativa ou TLB (Translation Lookaside Buffers) Tabela das traduções de endereços mais recentes Funciona como uma cache para tabelas de página
31 Tabelas de Páginas Multi-Níveis Para minimizar o problema de continuamente armazenar tabelas de páginas muito grandes na memória a) Endereço de 32 bits com 2 campos (Page Table - PT1, PT2) para endereçamento de tabelas de páginas b) Tabelas de páginas com 2 níveis
32 Intel x86-64: tabelas de páginas em 4 níveis Apenas 48 bits (dos 64) são verdadeiramente utilizados 2 12 = 4096 = 4K Aponta p/ entrada na TP n4 9 bits 9 bits 9 bits 9 bits 12 bits de deslocamento Aponta p/ entrada na TP n3 Aponta p/ base da TP n3 correspondente (Qtd. TP n3 = 512 (2 9 )) Aponta p/ entrada na TP n2 Aponta p/ base da TP n2 correspondente (Qtd. TP n2 = 512 (2 9 )) Aponta p/ entrada na TP n1 Aponta p/ base da TP n1 correspondente (Qtd. TP n1 = 512 (2 9 )) Aponta p/ endereço dentro da página (ex. End dentro da página que começa em (24K) e termina em (28K)) Aponta p/ moldura de página de 4KB (Endereçamento: 512 x 4KB = 2MB) 512 x 512 x 512 x 512 = = 64G de molduras de 4KB
33 Intel x86-64: tabelas de páginas em 4 níveis (cont.) Endereço virtual Level 4 index Level 3 index Level 2 index Level 1 index Offset Entrada n4 1 TP nível 4 Entrada n3 512 TP n-3 Entrada n2 512 x 512 TP n-2 Entrada n1 End. físico 512 x 512 x 512 TP n x 512 x 512 x 512 molduras de 4 KB
34 Tabela de páginas invertidas Objetivo: reduzir a quantidade de memória física necessária para armazenar tabelas de páginas (lembrando: uma tabela por processo) Uma tabela de páginas invertidas é uma tabela de páginas global para todos os processos apenas uma tabela de páginas para todo o sistema Informações adicionais precisam ser armazenadas na tabela de páginas (invertidas) para identificar entradas correspondentes a cada processo
35 Tabela de páginas invertidas (cont.) Antes, tabela de páginas: f = tabela_páginas[p] Tabela de páginas invertidas: <pid, p> = tabela_páginas[f] Considerando o mesmo sistema anterior (tabela de páginas) com: 1. logical address space: 32-bit 2. page size: 4KB (2 12 ) 3. page table entry size: 4 bytes (32 bits) 4. physical memory: 2GB (2 31 ) Tamanho de uma tabela de páginas = no._entradas * tamanho_entrada no._entradas = número de páginas físicas = 2 31 /2 12 = 2 19 Considerando que um PID ocupa 1 byte (8 bits 256 processos), tamanho_entrada = 8 bits (PID) + 20 bits (virtual page number) + 4 bits (access information) = 32 bits = 4 bytes Ou seja, o tamanho de uma tabela de páginas = 2 19 * 4 bytes = = 2MB (para o sistema inteiro)
36 Tabela de páginas invertidas (cont.) Antes, tabela de páginas: f = tabela_páginas[p] Tabela de páginas invertidas: <pid, p> = tabela_páginas[f] Considerando o mesmo sistema anterior (tabela de páginas) com: 1. logical address space: 32-bit 2. page size: 4KB (2 12 ) 3. page table entry size: 4 bytes (32 bits) 4. physical memory: 2GB (2 31 ) Tamanho de uma tabela de páginas = no._entradas * tamanho_entrada no._entradas = número de páginas físicas = 2 31 /2 12 = 2 19 Considerando que um PID ocupa 1 byte (8 bits), tamanho_entrada = 8 bits (PID) + 20 bits (virtual page number) + 4 bits (access information) = 32 bits = 4 bytes Ou seja, o tamanho de uma tabela de páginas = 2 19 * 4 bytes = = 2MB (para o sistema inteiro)
37 Tabela de páginas invertidas (cont.) Antes, tabela de páginas: f = tabela_páginas[p] Tabela de páginas invertidas: <pid, p> = tabela_páginas[f] Considerando o mesmo sistema anterior (tabela de páginas) com: 1. logical address space: 32-bit Antes, 100 processos, 100 tabelas de páginas de 4MB ocupando 2. page size: 4KB (2 12 ) 400MB de um total de 2GB, ou seja, cerca de 20% do espaço da 3. page table entry size: 4 bytes (32 bits) memória física physical memory: 2GB (2 31 ) Com tabela de páginas invertidas: 2MB de um total de 2GB (para até Tamanho 256 processos), de uma tabela ou seja, de cerca páginas de 0,1% = no._entradas do espaço da * memória física tamanho_entrada Mas tabela de páginas invertidas não é boa opção para no._entradas compartilhamento... = número de páginas físicas = 2 31 /2 12 = 2 19 Considerando que um PID ocupa 1 byte (8 bits), tamanho_entrada = 8 bits (PID) + 20 bits (virtual page number) + 4 bits (access information) = 32 bits = 4 bytes Ou seja, o tamanho de uma tabela de páginas = 2 19 * 4 bytes = = 2MB (para o sistema inteiro)
38 Tabela de páginas invertidas (cont.) Tabela de páginas invertidas ocupa espaço significativamente menor, mas... a tradução de endereços lógicos físicos fica bem mais lenta, i.e. para cada página p, precisa-se fazer uma varredura pela tabela de páginas invertidas para encontrar o quadro correspondente Só é viável se TLB for usado para guardar as associações correntes somente quando ocorre um TLB miss, a tabela de páginas invertidas precisa ser pesquisada Usa-se também uma função de hash para indexar as entradas da tabela de páginas invertidas
39 Tópicos Gerenciamento básico de memória Troca de processos Memória virtual Paginação Aceleração da paginação Substituição de páginas Segmentação TLB (cache) Tabelas multi-níveis Tabela Invertida
40 Passos para lidar com Falta de Página
41 Desempenho de Paginação Page Fault Rate: 0 p 1.0 if p = 0, no page faults if p = 1, every reference is a fault Effective Access Time (EAT) EAT = (1 p) x memory access + p x (page fault overhead) overhead = swap page out + swap page in + restart overhead É preciso ter uma páginação muito eficiente!!! Exemplo Memory access time = 200 nanoseconds Average overhead time = 8 milliseconds EAT = (1 p) x 200 (ns) + p x 8 (ms) If 1 (one) access out of 1,000 causes a page fault, then (1 0,001) x ,001 x = 8.199,8 EAT 8200 nanoseconds. This is a slowdown by a factor of 41!! [41 x 200 = 8200]
42 Problemas em Resumo Tabelas de páginas muito grandes Lentidão na paginação (substituição de páginas)
43 Substituição de Páginas Falta de página (page-fault) na memória: qual página deve ser removida? alocação de espaço para a página a ser trazida para a memória A página modificada deve primeiro ser salva se não tiver sido modificada é apenas sobreposta Melhor não escolher uma página que está sendo muito usada provavelmente precisará ser trazida de volta logo
44 Substituição de Páginas: Algoritmos Ótimo: procura substituir o mais tarde possível - impraticável First-In, First-Out (FIFO) Not Recently Used (NRU) Segunda chance (SC) Least Recently Used (LRU) Usado apenas em simulações para avaliar o quanto os algoritmos concretos diferem do algoritmo ideal Conjunto de trabalho (Working Set - WS) Relógio (Clock) WSClock
45 Desvantagem FIFO: página há mais tempo na memória (First-In) pode ser usada com muita freqüência, mas terá que ser substituída (First-Out) Segunda Chance (SC) Operação do algoritmo segunda chance a) lista de páginas em ordem FIFO b) estado da lista em situação de falta de página no instante 20, com o bit R da página A em 1 números representam instantes de carregamento das páginas na memória 1
46 Não Usada Recentemente (NUR/NRU) Cada página tem os bits Referenciada (R) e Modificada (M) Bits são colocados em 1 quando a página é referenciada e modificada As páginas são classificadas Classe 0: não referenciada (0), não modificada (0) Classe 1: não referenciada (0), modificada (1) Classe 2: referenciada (1), não modificada (0) Classe 3: referenciada (1), modificada (1) NUR remove página aleatoriamente da classe de ordem mais baixa que não esteja vazia
47 Menos Recentemente Usada (MRU/LRU) Assume que páginas usadas recentemente logo serão usadas novamente retira da memória a página que há mais tempo não é usada Uma lista encadeada de páginas deve ser mantida página mais recentemente usada no início da lista, menos usada no final da lista atualização da lista à cada referência à memória Alternativamente manter contador em cada entrada da tabela de página escolhe página com contador de menor valor zera o contador periodicamente
48 Conjunto de Trabalho (WS) (maior idade) idade = tempo virtual atual instante da última referência
49 Relógio
50 WSClock Assim como no WS: Se (R==0 e idade > t) remova esta página // pois ela está fora do conjunto de trabalho e há uma cópia válida em disco idade = tempo virtual atual - instante da última referência
51 O Algoritmo Ótimo! O algoritmo FIFO sempre seleciona a página mais antiga para ser trocada First-In, First-Out O algoritmo LRU sempre seleciona a página que não vem sendo usada há mais tempo Least Recently Used (Menos Recentemente Usada - MRU) O algoritmo ótimo sempre seleciona a página que não será usada por mais tempo... Mas como o SO pode determinar quando cada uma das páginas será referenciada? Daqui a 10 instruções, 100 instruções, 1000 instruções... IMPOSSÍVEL!!!
52 Revisão dos Algoritmos de Substituição de Página
53 FIFO Memória com 3 molduras (frames) de páginas Memória com 4 molduras (frames) de páginas No. de molduras de páginas x No. de faltas de página :: Comparação :: 0 0 Procura página na memória Falta de página
54 Comparação FIFO 3 molduras (frames) de páginas Solicitações de página=12 Faltas de página=9; taxa de falta=9/12=75%; taxa de sucesso=3/12=25% molduras (frames) de páginas Faltas de página=10; taxa de falta=10/12=83,3%; taxa de sucesso=2/12=16,7%
55 Comparação FIFO Solicitações de página=12 Faltas de página=9; taxa de falta=9/12=75%; taxa de sucesso=3/12=25% molduras (frames) de páginas 4 molduras (frames) de páginas Anomalia de Belady: 2 neste exemplo, 3 3o algoritmo de substituição FIFO tem 3 mais 4 faltas de página (10P) para 4mais 3molduras (4) Faltas de página=10; taxa de falta=10/12=83,3%; taxa de sucesso=2/12=16,7%
56 Algoritmo Ótimo Comparação Sabendo que 2 só será usada mais tarde molduras (frames) de páginas molduras (frames) de páginas
57 Algoritmo Ótimo Comparação Faltas de página=7; taxa de falta=7/12=58,3%; taxa de sucesso=5/12=41,7% molduras (frames) de páginas molduras (frames) de páginas Faltas de página=6; taxa de falta=6/12=50%; taxa de sucesso=6/12=50%
58 Comparação LRU 3 molduras (frames) de páginas Faltas de página=10; taxa de falta=10/12=83,3%; taxa de sucesso=2/12=16,7% molduras (frames) de páginas Faltas de página=8; taxa de falta=8/12=66,7%; taxa de sucesso=4/12=33,3%
59 Comparação FIFO 3 molduras: sucesso = 25% 4 molduras: sucesso = 16,7% Ótimo 3 molduras: sucesso = 41,7% 4 molduras: sucesso = 50% LRU 3 molduras: sucesso = 16,7% 4 molduras: sucesso = 33,3% É de se esperar que quanto mais molduras, maior o sucesso, ou seja, menor a chance de falta de página
60 Controle de Carga Mesmo com um bom projeto, o sistema ainda pode sofrer paginação excessiva (thrashing) Quando alguns processos precisam de mais memória mas nenhum processo precisa de menos (ou seja, nenhum pode ceder páginas) Solução: Reduzir o número de processos que competem pela memória levar alguns deles para disco (swap) e liberar a memória a eles alocada reconsiderar grau de multiprogramação
61 Tamanho de Página Tamanho de página pequeno Vantagens menos fragmentação interna menos programa não usado na memória Desvantagens programas precisam de mais páginas, tabelas de página maiores
62 Espaços Separados de Instruções e Dados a) Espaço de endereçamento único b) Espaços separados de instruções (I) e dados (D)
63 Páginas Compartilhadas P2 P1 Dados do processo 1 Dados do processo 2 Dois processos que compartilham o mesmo código de programa e, por conseqüência, a mesma tabela de páginas para instruções
64 Envolvimento do S.O. com Paginação 1. Criação de processo determina tamanho do programa cria tabela de página 2. Execução de processo Inicia MMU (Unidade de Gerenciamento de Memória) para novos processos 3. Ocorrência de falta de página determina endereço virtual que causou a falta descarta, se necessário, página antiga carrega página requisitada para a memória (swap) 4. Terminação de processo Libera tabela de páginas, páginas, e espaço em disco que as páginas ocupam
65 Lidando com uma falta de página: resumo
66 Fixação de Páginas na Memória Memória virtual e E/S interagem ocasionalmente Processo (1) emite chamada ao sistema para ler do disco para o buffer enquanto espera pela E/S, outro processo (2) inicia ocorre uma falta de página para o processo 2 buffer do processo 1 pode ser escolhido para ser levado para disco problema! Solução possível Fixação de páginas envolvidas com E/S na memória
67 Tópicos Gerenciamento básico de memória Troca de processos Memória virtual Paginação Aceleração da paginação Substituição de páginas Segmentação
68 Segmentação (1) - que contém a análise sintática do programa variáveis Problema: Espaço de endereçamento unidimensional com tabelas crescentes Uma tabela pode atingir outra
69 Segmentação (2) Permite que cada tabela cresça ou encolha, independentemente
70 Comparação entre paginação e segmentação
71 Segmentação com Paginação: MULTICS (1) a) Descritores de segmentos apontam para tabelas de páginas b) Descritor de segmento
72 Segmentação com Paginação: MULTICS (2) Um endereço virtual de 34 bits no MULTICS Palavra Conversão de um endereço MULTICS de duas partes em um endereço da memória principal Página
73 Conceitos Importantes :: comentários :: Hierarquia de memórias Relocação e Proteção Swapping (troca de processos na memória) Mapa de bits Página Memória virtual Paginação (paging), falta de página (page fault) Moldura de página Grau de multiprogramação Segmentação
74 Revendo tabelas de páginas Objetivo: mapear páginas virtuais em molduras de páginas físicas
75 Tabelas de páginas: considerações 1. A tabela pode crescer muito 2. O mapeamento deve ser rápido
76 Formas de agilizar o mapeamento 1. Tabelas de página multiníveis 2. Memória associativa ou TLB (translation lookaside buffer tabela de tradução de endereços) 3. Tabelas de páginas invertidas Uma única página que contém entradas para cada quadro de página na memória física e não para cada página na memória virtual
77 Relembrando: Tabelas de páginas multiníveis Só precisa percorrer um caminho, e não a tabela inteira, se fosse uma tabela de apenas um nível Entrada típica de uma tabela de páginas Índice para tabela de páginas 1 Índice para tabela de páginas 2
78 Memória Associativa ou TLB (Translation Lookaside Buffers) Tabela das traduções de endereços mais recentes Funciona como uma cache para tabelas de página
79 Tabelas de Páginas Invertidas Ocupa menos espaço (importante para sistemas de 64 bits), mas tradução virtualreal mais complexa e mais lenta Cada entrada informa que o par (processo, página virtual) está localizado na moldura de página Apenas uma entrada por moldura de página na memória real, em vez uma entrada por página do espaço de endereçamento virtual
80 Conclusões Na forma mais simples de memória virtual, cada espaço de endereçamento de um processo é dividido em páginas de tamanho uniforme (ex. 4KB), que podem ser colocadas em qualquer moldura de página disponível na memória Dois dos melhores algoritmos de substituição de páginas são o Envelhecimento (aging) e o WSClock
81 Conclusões No projeto de sistemas de paginação, a escolha de um algoritmo não é suficiente Outras considerações: Política de alocação Determina quantas molduras de páginas cada processo pode manter na memória principal Tamanho de página Segmentação ajuda a lidar com estruturas de dados que mudam de tamanho durante a execução e simplifica o compartilhamento permite proteção diferente para segmentos diferentes Segmentação e paginação podem ser combinados para fornecer uma memória virtual de duas dimensões
82 Exercício 1.Considere um sistema com páginas de 4KB, endereçamento lógico de 16 páginas, e endereçamento físico de 8 frames/molduras. Considere a seguinte tabela de páginas para um processo em execução: Mostre para quais endereços físicos a MMU traduz as referências (a) e (b), respectivamente, pelo processo corrente. Se alguma referência levar a uma falta de página, considere Segunda Chance como algoritmo de substituição de páginas. (explique/mostre a sua conta/cálculo ). (a) (b) 27123
83 Tabela de Páginas: Parâmetros Endereço lógico: <p, d> Endereço físico: <f, d> p = no. página virtual na tabela d = deslocamento p = <end. lógico> div <tam. página> d = <end. lógico> mod <tam. página> f = endereço do page frame apontado pelo resultado de p Endereço físico = f * <tam. página> + d
84 Exercício 1.Considere um sistema com páginas de 4KB, endereçamento lógico de 16 páginas, e endereçamento físico de 8 frames/molduras. Considere a seguinte tabela de páginas para um processo em execução: Mostre para quais endereços físicos a MMU traduz as referências (a) e (b), respectivamente, pelo processo corrente. Se alguma referência levar a uma falta de página, considere Segunda Chance como algoritmo de substituição de páginas. (explique/mostre a sua conta/cálculo ). (a) (b) 27123
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