Gerenciamento de Memória
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- Luna Álvaro Salvado
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1 Gerenciamento de Memória Conceitos básicos Swapping Alocação contígua Paginação Segmentação Segmentação com paginação
2 Atribuição de endereços (ligação) de código e dados na memória A atribuição de endereços de instruções e de dados para endereços de memória podem ser feitos em três diferentes estágios: Em tempo de compilação: Se a localização na memória já é conhecida a priori, um código de endereçamento absoluto por ser gerado É necessário recompilar o código se o endereço inicial muda Em tempo de carregamento: Precisa gerar código relocável se a localização de memória não é conhecida em tempo de compilação Em tempo de execução: se o processo em execução pode ser movido de um segmento de memória para outro, então a vinculação é atrasada até o tempo de execução Necessita de hardware para suportar mapeamento de endereço como por exemplo, registradores base e limite
3 Processamento de um programa
4 Espaços de endereçamento lógico e físico A separação entre espaço de endereçamento lógico e físico é fundamental para gerenciamento de memória Endereço lógico gerado pela CPU; também conhecido como endereço virtual Endereço físico endereço visto por uma unidade de memória Endereços lógicos e físicos são os mesmos em esquemas de atribuição de endereços em tempo de compilação e de carregamento; porém, endereços lógicos (virtuais) e endereços físicos diferem nos esquemas de vinculação de endereço em tempo de execução
5 Memory-Management Unit (MMU) Unidade de gerenciamento de memória Dispositivo de hardware que mapeia endereços virtuais em físicos Dentro do esquema da MMU, o valor de um registrador de relocação é adicionado a todo endereço gerado pelo processo de um usuário, antes de ser enviado para a memória O programa do usuário lida sempre com endereços lógicos; ele nunca vê endereços físicos
6 Relocação dinâmica usando um registrador de relocação
7 Carregamento dinâmico Rotina não é carregada até que ela seja invocada Consiste numa utilização mais otimizada de memória; rotinas não utilizadas nunca são carregadas Útil quando grandes quantidades de código são necessários para manipular casos pouco freqüentes
8 Ligação dinâmica Ligação é adiada até o tempo de execução Pequeno pedaço de código, o stub, é usado para localizar a apropriada rotina, residente na memória O stub substitui a si mesmo com o endereço da rotina e a executa O sistema operacional necessita apenas checar se a rotina está no espaço de endereçamento do processo Ligação dinâmica é particularmente útil para bibliotecas
9 Overlays(sobreposições) Manter na memória somente aquelas instruções e dados que são necessários num determinado instante Necessárias quando um processo é maior que a quantidade de memória alocada para ele Implementada pelo usuário, sem necessidade de suporte especial pelo sistema operacional O projeto da estrutura de overlay é complexo
10 Overlays para um montador de dois passos
11 Suporte de hardware para registradores de relocação e limite
12 Paginação O espaço de endereçamento lógico de um processo pode ser não contíguo; Dividir a memória física em blocos de tamanho fixo chamados quadros(frames), normalmente potência de 2, entre 512 e 8192 bytes Dividir a memória lógica em blocos de mesmo tamanho chamados páginas Manter registro de todos os quadros livres Para rodar um programa dividido em n páginas, o SO precisa encontrar n quadros livres e carregar o programa Usar uma tabela de páginas para traduzir o endereço lógico para um endereço físico Pode ocorrer fragmentação interna
13 Esquema de tradução de endereço Endereço gerado pela CPU é dividido em: Número da página (p) usado como um índice na tabela de páginas que contém o endereço-base de cada página na memória física Deslocamento(offset) na página (d) combinado com o endereço base para definir o endereço físico que será enviado à unidade de memória
14 Arquitetura de tradução de endereço
15 Exemplo de paginação
16 Exemplo de paginação: uma memória com 32bytes e páginas de 4 bytes
17 Quadros livres Antes da alocação Depois de alocação
18 Implementação da tabela de páginas Tabela de páginas é mantida na memória principal Registrador-base para a tabela de páginas (PTBR) aponta para a tabela de páginas Registrador de tamanho da tabela de páginas (PRLR) indica o tamanho da tabela de páginas Neste esquema, cada acesso a dados/instrução requer dois acesso à memória Um para a tabela de páginas e outro para dados/instrução O problema dos dois acessos à memória podem ser resolvidos usando usando um hardware de cache especial de busca rápida chamado memória associativa ou registradores associativos(translation look-aside buffers (TLBs) ) Um TLB armazena somente algumas entradas da tabela de páginas
19 Exercício 1 Suponha que um sistema implemente páginas de 2048 bytes e cujos endereços lógicos fossem de 16 bits a) Qual seria a quantidade de páginas endereçáveis na memória virtual desse sistema? Supondo que esse sistema disponha de 16 páginas ou blocos físicos de memória, desenhe a tabela de páginas desse sistema com os seguintes mapeamentos: 0 5, 1 2, 2 10, 3 indisponível, 4 8, 5 3 c) Traduza os seguintes endereços lógicos em endereços físicos: 02C5h, 2162h, 3B34h 2 Qual seria o aproveitamento efetivo da memória alocada po esse sistema, no caso de: a) Um processo que necessitasse alocar 3000 bytes b) Um processo que necessitasse alocar bytes
20 Memória associativa Memória associativa: busca paralela Número página Número quadro Tradução de endereço (A, A ) Se A está no registrador associativo, devolva o número do quadro A Caso contrário, carregue carregar o número da página na memória associativa, juntamente com o número do frame
21 Hardaware de paginação com TLB
22 Proteção de memória Proteção de memória é implementada associando-se um bit de proteção com cada quadro Um bit de válido-não válido é associado com cada entrada na tabela de páginas: válido indica que a página associada está no espaço de endereçamento lógico do processo e é uma página legal inválido indica que a página não está no espaço de endereçamento lógico do processo
23 Bits válido (v) ou inválido (i) Bit em uma tabela de páginas
24 Estrutura da tabela de páginas Paginação hierárquica Tabelas de paginação com hashing
25 Tabelas de paginação hierárquica Quebra o espaço de endereámento lógico em várias tabelas de páginas Um técnica simples é a paginação em dois níveis
26 Exemplo de paginação em dois níveis Um endereço lógico (em máquinas de 32 bits com tamanho de página 4k) é dividido em: Um número de página consistindo de 20 bits Um deslocamento na página de 12 bits Como a tabela de páginas será paginada, o número da página é dividido em: Um número de página com 10 bits Um deslocamento de página com 10 bits Então, um endereço lógico é como: Número página Deslocamento de página p i p 2 d onde p i é um índice numa tabela externa(outter-table), e p 2 é o deslocamento dentro da tabela interna
27 Esquema de tabela de páginas em dois níveis
28 Esquema de tradução de endereço Esquema de tradução de ndereço com arquitetura de paginação 32-bits em dois níveis
29 Tabelas de paginação com hashing Comum em espaços de endereçamento > 32 bits Utiliza-se hashing com o número da página Na entrada correspondente a esta chave existe uma lista ligada de páginas mapeados para a mesma posição Efetua-se uma busca nesta lista de páginas Encontrando-se a página desejada, o número do quadro é retornado
30 Tabela de paginação com hashing
31 Páginas compartilhadas Código compartilhado Uma cópia de código de somente leitura compartilhado entre processos ( código reentrante) Exemplo: editores de texto, compiladores, sistemas de janela Código compartilhado precisa aparecer na mesma localização no espaço de endereámento lógico de todos os processos Código e dados privados Cada processo mantém uma cópia separada de código e dados As páginas para código privado e dados podem aparecer em qualquer lugar no espaço de endereçamento lógico
32 Exemplo de páginas compartilhadas
33 Segmentação Esquema de gerenciamento de memória que suporta visão do usuário da memória Um programa é uma coleção de segmentos Um segmento é unidade lógica, tais como: Programa principal, procedimento, função, método, objeto, variáveis locais, variáveis globais, blocos comuns, pilha, tabela de símbolos, vetores
34 Visão de usuário de um programa
35 Visão lógica da segmentação Espaço do usuário Espaço de memória física
36 Arquitetura de segmentação Endereço lógico consiste de dois campos: <número-segmento, deslocamento>, Tabela de segmentos mapeia endereços lógicos em endereços físicos; cada entrada da tabela contém base contém o endereço físico inicial onde os segmentos estão na memória limite especifica o tamanho do segmento Segment-table base register (STBR) aponta para a localização da tabela de segmentos em memória Segment-table length register (STLR) indica o número de segmentos usados por um programa número de segmento s é válido se s < STLR
37 Arquitetura de segmentação (Cont) Relocação dinâmica Pela tabela de segmentos Compartilhamento Segmentos compartilhados Mesmo número de segmento Alocação first fit/best fit Fragmentação externa
38 Arquitetura de segmentação (Cont) Proteção contém: Cada entrada da tabela de segmentos Bit da validação = 0 segmento ilegal Privilégios de leitura/escrita/execução Possui bits de proteção associados com segmentos; compartilhamento de código ocorre no nível de segmento Como os segmentos variam de tamanho, alocação de memória é uma problema de alocação dinâmica de recursos
39 Hardaware de segmentação
40 Exemplo de segmentação
41 Compartilhamento de segmentos
42 Segmentação com paginação MULTICS O sistema MULTICS resolveu os problemas de fragmentação externa utilizando paginação de segmentos Solução difere da segmentação pura no sentido em que a entrada da tabela de segmentos não contém mais o endereço do segmento, mas um endereço-base para a tabela de páginas deste segmento
43 Esquema de tradução de endereço do MULTICS
44 Segmentação com paginação Intel 386 O processador Intel 386 usava segmentação com paginação para gerenciamento de memória com um esquema de paginação em dois níveis
45 Esquema de tradução de endereço Intel 386
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